Conto erótico: minha prima gosta por trás

Um relato que me deixou... me deixou... ai, pelo amor de Deus, leiam. 🙎‍♂️ 🙎‍♂️

Minha prima curte por trás.

{Julho de 1981, Carlos tem 18 anos e há alguns dias perdeu a virgindade com sua prima Marta. Aqui continua meu relato Minha prima Marta}

Imaginado, vivido, sonhado, tudo, nada, talvez... quem sabe.

Quando acordei naquela manhã com o corpo nu da minha prima do lado, me chamou a atenção que minha ereção não era tão espetacular quanto nos dias anteriores. Parecia que dormir duas noites com uma mulher era suficiente pro meu corpo começar a se imunizar contra os encantos femininos, ou talvez fossem as 48 horas gozando sem parar...

O fato é que Marta também notou e, como era da segunda opinião, decidiu que naquele dia a gente ia pegar leve.

Durante o dia não fizemos nada, tava bem quente, e felizmente minha mãe tinha deixado a geladeira bem cheia: salada russa, tortilla de batata, gaspacho... então não precisávamos nos preocupar em cozinhar.

Nós dois passamos o dia lendo... Marta se enfiou num manuscrito que meu pai tava escrevendo sobre o efeito enfraquecedor na esquerda do tal eurocomunismo e como o afastamento da URSS a longo prazo implicaria, de um lado, o enfraquecimento da revolução soviética e, de outro, o retrocesso das conquistas sociais da classe operária na Europa Ocidental. Depois ficaram debatendo sobre o pró-sovietismo e o partido comunista na França... Eu, por minha vez, tinha que fazer uns exercícios de russo, então me tranquei umas horas no meu quarto pra estudar.

Depois de comer, e pra ajudar a combater o calor, uma boa soneca foi o remédio ideal.

Naquela noite, meus pais tinham não sei que comitê, então depois do jantar foram embora dizendo que não voltariam antes das 2 ou 3 da manhã. Marta foi limpar a cozinha e guardar os pratos. Quando voltou, só tava usando umas sandálias brancas de salto agulha incríveis, o resto tava pelada e o cabelo preso. Lá em cima. Ela se inclinou sobre mim e, depois de me beijar na boca com paixão, abriu o zíper da minha calça e puxou pra fora meu pau, que já tava duro igual a um mastro. Ela começou a chupar ele de cima a baixo, lambendo com a língua desde a base até a cabeça, pra depois enfiar a ponta na boca e começar a chupar minha cabecinha com aqueles lábios carnudos dela… hmm, ela fazia aquilo maravilhosamente bem, e com a mão esquerda acariciava minhas bolas enquanto enfiava meu pau quase inteiro na boca dela, pra depois voltar a mamar minha cabecinha. Não demorou pra me fazer gozar, minha porra quente e grossa encheu a boca dela, e ela engoliu tudo, gulosa.

Aí ela me disse que a gente ia experimentar algo novo, a penetração anal. Aquilo me deixou ainda mais excitado… de mãos dadas fomos até a cama e ela se deitou de bruços. Lá, primeiro ela pediu pra eu beijar as nádegas dela e brincar com a entrada do cu dela primeiro com a língua e depois com o dedo. A bunda dela era das mais apetitosas, pequena mas redonda e empinada, parecia aveludada e era firme ao toque, não tinha marcas de sunga, já que ela era nudista e frequentava a Costa Azul. Comecei a morder, a lamber aquela lua cheia, a sentir a pele fina dela debaixo da minha língua. Aí eu separei as nádegas dela e vi o buraco marrom e fechado, igual a uma estrela escura, do cu dela.

Nunca tinha feito algo assim antes, mas numa das revistas Clímax do Ricardo eu tinha visto fotos. Quando me aproximei com a intenção de lamber, ainda dava pra sentir o cheiro do resto do creme hidratante que minha prima usava, mas também o cheiro da umidade da buceta dela. Quando ela sentiu minha língua brincando com a área entre a buceta e o cu, notei que ela estremeceu enquanto soltava um gemido de prazer. Minha prima não era do tipo quieta… e com meus pais fora de casa, ela não segurava os suspiros e gemidos. Minha língua subiu até o cu dela e, com força, empurrei a entrada da bunda dela com a língua — aquilo me pareceu realmente excitante… Ela gostou e elogiou minhas manobras, pedindo pra eu continuar. Minha língua rompeu a resistência do buraco dela e penetro uns centímetros, a sensação era peculiar, mas o mais excitante era a sensação de poder, de liberdade,… de poder produzir prazer…. Após algumas investidas da minha língua no cu dela acompanhadas de gemidos gostosos, peguei o frasco de lubrificante que ela deixou na mesinha.

Passei o lubrificante no meu dedo e fui introduzindo devagar no cu dela, o dedo entrou com relativa facilidade, comecei a meter e tirar suavemente como se estivesse fodendo ela; então ela pediu pra eu colocar dois dedos. Dois dedos não entravam de forma tão fluida, dava pra ver o esforço do esfíncter dela se dilatando, aí algum gemido de dor se misturou com os gemidos de prazer, que eram quase enlouquecidos… depois pediu pra eu foder ela no cu. Passei meu pau no lubrificante. E decidi atacar o cu dela. Primeiro meti a cabeça, que entrou com dificuldade visível já que meu pau é bem grosso, ela gritava e gemia ao mesmo tempo, era óbvio que doía um pouco mas parecia estar curtindo, tinha as coxas cheias de fluido vaginal e as mãos perdidas na buceta dela com dedos entrando e saindo da vagina, quando eu tinha uns três ou quatro centímetros dentro dela, ela pediu entre gemidos entrecortados com uma voz rouca que mostrava como o desejo tinha tomado conta do corpo dela, que agora eu metesse de uma vez, o que fiz sem hesitar; aquilo pareceu doer, embora o grito dela fosse de prazer intenso, ela pediu pra eu foder ela, pra bombar como se fosse a buceta dela. Foi o que fiz, a sensação era deliciosa, estava apertado e realmente quente… era uma sensação incrível… ela gritava e gemia como possessa, eram gritos enlouquecidos… em menos de um minuto ela gozou com um orgasmo incrível, o corpo dela se contorcia como se uma corrente elétrica passasse por ele… mas eu não conseguia parar de foder, como ela tinha me feito gozar meia hora atrás, agora sentia que ia gozar mas não vinha… então continuei bombando, ela gemia como desmaiada, mas ela gemia de puro prazer, o corpo sem forças dela estava largado, quase inanimado… acho que fiquei mais uns 15 minutos furando a bunda dela, aos 10 ela teve outro orgasmo, e depois só pedia pra eu encher o cu dela com meu leite quente, cada estocada vinha acompanhada de um gemido ahhh… quando gozei, ela gozou pela terceira vez, dessa vez sem nem se masturbar, ela pediu pra eu ficar dentro do cu dela um pouco, o que fiz com gosto, ficamos vários minutos assim, eu deitado sobre ela com meu pau no cu dela cheio de porra. Depois ela foi se limpar e passar um creme que tinha, porque disse que eu tinha deixado a bunda dela parecendo um tomate, e era verdade, mas que eu não me preocupasse, que ela tinha curtido como nunca, porque nunca tinha enfiado um pau tão grosso quanto o meu por trás.

Nem preciso dizer que dormimos como anjinhos e acordamos depois das 10 da manhã do dia seguinte.

Fonte: http://www.todorelatos.com/relato/67400/ 🤤

8 comentários - Conto erótico: minha prima gosta por trás

Trata de ponerle más énfasis a los relatos si no dan fiaka leerlos
te felicito, muy buen relato.

Gracias por compartir.
Q buen relato, me trajo muchos recuerdos jeje... muy bueno..!
bergt
lol esto me calento mas que unas simples fotos de culos :wink2: