Olá, estou aqui de novo, sou a Silvia, vou continuar contando como meu sogro continuou usando aquele estranho controle que ele tinha sobre mim. Digo estranho porque nem sei explicar a causa, em momento algum ele me ameaçou de qualquer forma e, mesmo assim, eu fazia tudo o que ele mandava, bom, ordenava, porque ao perceber o poder que tinha, ele aproveitava.
Os cinco dias que meu sogro ficou viajando, aproveitei com o Roberto pra transar a qualquer hora e em qualquer cômodo, bom, não, no quarto do meu sogro não, não tava a fim de que o Roberto me comesse no quarto onde o pai dele já tinha feito o mesmo, e também acho que ele não aceitaria fazer isso no quarto do pai, pra algumas coisas o Roberto é bem tradicional. Tava com vontade, claro, de transar com o Roberto, mas principalmente achei que quanto mais eu transasse, mais escaparia do controle do meu sogro. Aliás, deixei o Roberto me comer duas vezes a mais durante esses dias. E, por sinal, levar no cu não é igual a ser comida, que depois que perde a virgindade cada vez é melhor e dói menos, pelo menos pra mim, doía igual à primeira vez e, sem vaselina ou outro lubrificante, nem pensaria em tentar.
Meu sogro chegou na sexta à noite, estávamos na cama quando ouvimos a porta do apartamento abrir. Logo depois, acho que vendo a luz saindo por baixo da porta do nosso quarto, ouvimos umas batidinhas na porta e meu sogro dizendo, do outro lado, que já estava em casa. Ouvir a voz dele de novo depois de cinco dias me deu um pequeno arrepio. O Roberto respondeu que conversariam no dia seguinte, ele tinha me pegado prestes a transar e acho que não quis me deixar na cama. Continuamos nos beijando em silêncio enquanto imaginávamos meu sogro indo pro quarto dele.
—É um saco ter meu pai em casa. (o Roberto falou bem baixinho)
—Podemos dizer que ele já ficou tempo demais. Tempo com a gente, que ele teria que arrumar algo pra ele. (respondi sem nem pensar)
- Te incomoda ele estar com a gente?
- Foi você quem disse que ele era um porre.
- Sim, mas por ter que transar em silêncio, não posso, nem quero, pedir pro meu pai ir embora.
- Bom, então só nos resta fazer isso tentando que ele não ouça muito, não acho que ele vá se chocar por a gente transar, então se ele ouvir algo, não vai dar em nada.
- Você não liga se ele te ouvir?
- Não. (pensei: "Porra, como é que vou ligar dele me ouvir foder se ele já me comeu")
- Você se importaria se ele te visse?
- O quê? (merda, que porra tava acontecendo com aqueles dois caras, um comia a namorada do filho e o outro parecia estar me propondo que a gente fizesse na frente do pai dele)
- Imagina que um dia a gente tá se pegando na sala, chega meu pai e nos vê. O que você faria?
- Bom, eu me cobriria e iria pro quarto. (que porra ele esperava que eu respondesse, que eu continuaria fodendo enquanto o pai dele olhava, nunca tinha pensado em fazer isso com alguém olhando)
- Claro. Mas depois você não sentiria vergonha toda vez que estivesse na frente dele.
- Talvez um pouco, não sei, mas teria sido um pequeno acidente sem importância, logo ele esqueceria.
- Te garanto que te ver nua é uma coisa difícil de esquecer.
- Obrigada. (amo esse tipo de elogio que o Roberto faz, nisso ele é muito parecido com o pai dele, quando quer ser galanteador, ele é, lembro muito de um que ele soltou num jantar, éramos nove casais, não sei como surgiu o assunto das listas das mulheres mais desejadas, todos os homens, acho que pra ficar bem na frente das mulheres ou namoradas, disseram que achavam ruim fazerem esse tipo de lista, o Roberto não falava nada, aí uma das garotas perguntou o que ele achava, ele respondeu que achava muito bom, tanto que até tinha a própria lista, claro que eu logo me irritei e perguntei quem tava nessa lista, sem hesitar ele disse que a número um era eu, me lisonjeou) Claro, mas eu ainda tava pilhada e perguntei quem vinha depois. Ele olhou nos meus olhos e respondeu que, tendo a sorte de a número um da lista dele querer ficar com ele, por que ia se preocupar em saber quem era a segunda? É uma bobagem, eu sei, mas amei ele ter dito isso na frente dos nossos amigos, com aquela voz que não tremeu nem um segundo. Ainda vi uns olhares de inveja entre as minas. De vez em quando peço pra ele repetir a lista de mulheres que ele deseja.
Bom, no fim a gente transou em silêncio, pelo menos o mais silencioso que deu, e dormimos. No dia seguinte, quem me acordou foi meu sogro. Claro, o Roberto já tinha ido trabalhar. Ele me acordou passando a mão nos meus peitos. Depois de transar com o Roberto, eu tinha dormido pelada e continuei assim até abrir os olhos. Ele tava de cueca.
— Bom dia, Silvia!
— Bom dia. (respondi sem pensar, ele continuava apalpando meus peitos)
— Senti muito a sua falta nesses cinco dias.
— Eu não. (puta merda, tinha escapado do domínio dele, tava sendo meio grossa)
— Claro! Tendo o Roberto, não me surpreende. Mas agora é minha vez. Te espero no meu quarto, não precisa vestir nada.
Dito isso, ele parou de pegar nos meus peitos, levantou da cama e saiu do meu quarto. Pensei: “mas quem ele pensa que é, que ainda vou fazer tudo que ele manda? Vai ter que se virar”. Mas fiquei surpresa: fui pelo corredor toda pelada, sem perder o passo, direto pro quarto dele. Quando cheguei, vi que ele já tinha se deitado na cama, sem a cueca, deixando um espaço. Ele deu uns tapinhas na cama com a palma da mão, mandando eu deitar ali. Lembrei que era assim que meu pai chamava o cachorro quando queria deixar ele subir no sofá. Fiz igual o bicho: me deitei na cama como se fosse o melhor convite que já tinha recebido na vida. Ele se acomodou um pouco em cima de mim e me beijou na boca. Depois ficou me olhando por um instante. - Ontem à noite fiquei um tempinho no corredor ouvindo vocês. (disse)
- Você nos espionou enquanto a gente transava.
- Só escutei vocês.
- Mas a gente ouviu você fechando a porta do seu quarto.
- Um truquezinho, fechei ela ficando do lado de fora.
- Isso é espionar a gente, não sei o que o Roberto vai dizer se descobrir.
- Por que você quer que eu vá embora?
- O quê?
- Você disse pro Roberto que eu tô aqui há um tempão e que vocês deviam me mandar procurar um lugar pra mim.
- Isso não te parece motivo suficiente? Não gosto de dar pra você, não gosto de trair o Roberto, se você fosse embora isso acabava.
- Nunca precisei te forçar, você entrou na minha cama sozinha.
- Eu sei.
- Pelo que você diz, parece que eu te obrigo.
- O Roberto também acha que você rouba um pedaço da nossa intimidade como casal.
- Isso eu entendo, o que não entendo é por que você, que se diverte tanto comigo, quer que eu vá embora.
- Que eu me divirto?
- Claro que se diverte, e que gozadas boas você dá.
- Tá, sim, eu gozo, mas isso não quer dizer que eu me divirta.
- Bom, chega de conversa, vira de costas, deixa eu preparar sua buceta pro Roberto.
- Já não importa, o Roberto já meteu por trás. (mas por que diabos eu falei aquilo, se eu tivesse ficado calada ele poderia não me comer por trás ou pelo menos demorar mais uns dias pra fazer isso, agora que eu falei, com certeza ia levar o pau dele no meu cu de novo)
- Quantas vezes?
- Três. (porra, só faltava dar os detalhes)
- Você gostou?
- Não.
- Vai acabar gostando.
Os dedos dele estavam cutucando, bem, excitando minha buceta, eu segurava o pau dele e mexia devagar. Por que eu fazia aquilo? Por que me entregava assim pra aquele homem, que fazia questão de conseguir o que queria sempre que queria? Sim, tudo bem, eu tinha dado umas boas gozadas, mas, porra! Se eu transasse com todos os homens que me fizeram gozar bem uma vez, eu teria pelo menos 50 amantes. Reconheço, tive uma Época em que fui bem vagabunda, mas sempre fui eu quem decidia quando e como me comiam, até o Roberto faz quando e como eu quero, claro que quando ele tá a fim nunca nego, mas com o pai dele era tudo totalmente diferente, ele me comia quando e como queria, tenho que admitir que tinha curtido pra caralho fazendo com ele, me fazia gozar pra cacete, e ainda me faz, porque agora só com dois dedos na minha racha já tava me levando ao orgasmo.
Continuo com os dedos dele na minha racha até me fazer gozar, enquanto isso o pau dele já tinha ficado bem duro.
— Bom, acho que é hora de eu provar seu cu.
— Deixa eu ir no meu quarto pegar uma coisa antes. (por que eu tava falando isso se minha intenção era dizer não)
— Quer lubrificante? Relaxa, eu tenho, não sou tão bruto a ponto de meter sem uma ajudinha, pelo menos por enquanto.
— Você tem?, sério?
— Claro, olha. (abriu uma gaveta do criado-mudo e tirou um pote, parecido com um desodorante mas um pouco menor, onde lia claramente “lubrificante para contatos íntimos, sabor canela”) É melhor que vaselina.
— Posso provar? (várias vezes tinha visto esses potes em algum hipermercado e já tinha sentido vontade de comprar um, mas não tive coragem, principalmente porque no caixa sempre tem algum cara perto te olhando, bom, “te olhando” é ser muito educada, na real ele tá te despindo e dizendo com o olhar se você quer provar comigo, uma vez comprei camisinha num desses lugares e passei mal pra caralho)
— Claro, prova. (respondeu enquanto passava no pau, deixando claro que eu podia provar do pau dele. Claro que isso não era problema, já tinha chupado o pau dele antes, então não me fiz de rogada, quando aproximei meu rosto do pau dele o cheiro de canela, que já tinha tomado o quarto quando ele passou, me invadiu fundo pelas narinas, me Gostei muito daquele cheiro, comecei a chupar e realmente tinha um gosto delicioso, chupei a rola dele com muita vontade, não porque eu quisesse, queria que ele gozasse na minha boca e assim não pudesse fazer isso na minha bunda, mas claro, ele não deixou) Já chega, agora se posiciona que é a vez daquela bunda linda que você tem.
Bem, não tinha escapatória, me coloquei de quatro, oferecendo minha bunda empinada, sem perder um segundo ele começou a passar um pouco daquele gel lubrificante, diferente do Roberto, meu sogro também enfiou os dedos na minha bunda para lubrificar por dentro, percebi que estava me excitando, claro, pensei, isso é feito para sexo e tem algo que ajuda a ficar com tesão, depois, quando minha bunda estava bem besuntada, ele passou mais um pouco na rola e espalhou por ela. Ele se posicionou e começou a pressionar meu cu com a rola, me surpreendeu a facilidade com que entrou, eu tinha que pegar um desses potes para quando o Roberto quisesse me comer e também pedir para ele enfiar o dedo toda vez para lubrificar por dentro, entrou com muita suavidade, embora mesmo assim doesse, ele conseguiu enfiar tudo, senti que minha bunda não aguentaria e ia estourar a qualquer momento, já disse antes que meu sogro tem uma maior que o filho dele, ele ficou parado por um tempo.
- Porra! Que bunda apertada você tem, tá estrangulando minha rola, que delícia!
Depois ele começou a bombar com calma e ritmo constante, ainda sentia uma dose de dor mas ao mesmo tempo algo levemente gostoso, não me surpreendeu porque já tinha sentido isso com o Roberto, mas dessa vez estava sentindo muito antes, meu sogro não variava o ritmo das penetradas, tirava até eu sentir a cabeça da rola pressionando meu cu querendo sair e depois enfiava até o fundo e assim uma e outra vez, tinha que admitir, estava começando a gostar de ser comida por ele, mas claro, o pouco de orgulho que me restava fazia com que eu tentasse que meu sogro não percebesse isso. Claro que tem coisas que por mais que Você não é capaz de conseguir, isso foi uma dessas coisas, comecei a gemer sem perceber, meu sogro devia estar esperando por isso porque assim que me ouviu acelerou o ritmo da enrabada que estava me dando, meus gemidos logo viraram gritinhos de prazer, era muito estranho sentir dor e prazer ao mesmo tempo.
— Quero te ouvir! (ele disse de repente)
— O que — Ah! você quer — Ah! ouvir? (respondi entre gemidos)
— Que você gosta de levar no cu, que é minha putinha, que quer que eu encha você de porra. (ele disse, também entre alguns gemidos)
— Continua fodendo meu cu, não para. (não podia acreditar, estava assinando minha derrota quase total, de jeito nenhum ia dar a satisfação de ouvir ele dizer que era sua putinha, mas se ele queria que eu dissesse outras coisas, eu faria) Jorra a porra bem fundo.
— Antes me diz que é minha putinha.
— Me dá mais forte, arrebenta meu cu.
— Quem é você?
— Assim que eu gosto, continua até meu cu ficar cheio de pica. (tinha que aguentar, não podia dizer o que ele pedia, além disso ele já não devia demorar pra gozar)
— Fala.
— Vai, continua enfiando no cu da namorada do seu filho. (da minha boca escapavam frases desse tipo a todo momento) Transforma seu filho num corno manso e goza logo no meu cu. (tive meu primeiro orgasmo sendo enrabada e aí perdi a pouca autoestima que me restava) Sou sua!, sou sua putinha!. (finalmente meu sogro tinha tirado de mim o que queria, soube então que jamais conseguiria escapar do domínio dele, era inútil lutar mais)
— Me pede pra encher você de porra, putinha!
— Goza no meu cu, faz transbordar.
Poucos segundos depois ele começou a descarregar jatos de sêmen nas minhas tripas, devia ter se esforçado muito pra não gozar até que minha submissão fosse total, mas no final ele tinha vencido, enquanto a porra dele ia enchendo meu cu, lágrimas de impotência começaram a rolar pelas minhas bochechas.
Quando ele saiu de mim, me deixei cair sobre a cama, encolhida de costas pra ele, tentando que ele não percebesse que eu tinha chorado. Me fez chorar. Quis ter levantado e saído correndo dali, mas não conseguia. Ele mandou eu ir me lavar e voltar na hora. Quando levantei, entendi que ele tinha dito aquilo porque não queria que eu sujasse a cama dele. Minha bunda não conseguia segurar a porra dele, e eu sentia escorrendo pelas minhas pernas. No banheiro, me lavei, tentando tirar o máximo de sêmen do meu cu. Depois, lavei o rosto, disfarçando que tinha chorado, e voltei pra cama dele.
— Assim que eu gosto, *slut*. De agora em diante, quando estivermos sozinhos, vou te chamar assim, porque você mesma disse que era. Você vai me chamar de senhor. Está claro?
— Sim.
— Não ouvi direito, *slut*.
— Sim, senhor. Está claro.
— Assim é melhor. Já que você é minha *slut*, te trouxe um presentinho enquanto estava viajando. Abre as pernas pra eu colocar em você. (Com um pouco de medo do que ele fosse fazer, abri minhas pernas. Ele tirou um pacote da gaveta do criado-mudo. Continha umas bolas chinesas, cinco bolas ligadas por um cordão. Bem, na verdade não eram cinco bolas: era uma bola, uma espécie de bola com pontas, mas arredondadas pra não machucar, outra bola, outra com pontas e mais uma bola. Ele foi enfiando uma por uma na minha buceta.) De agora em diante, quando estivermos sozinhos, você vai usar elas sempre. Só pode tirar pra ir ao banheiro e, claro, quando eu quiser que meu *cock* ocupe o lugar dele. Entendeu, *slut*?
— Sim, senhor.
— Agora vai preparar o café da manhã. Já vou.
— Sim, senhor.
Levantei, olhei o relógio em cima do criado-mudo. Eram só dez da manhã. Faltavam mais de sete horas pro Roberto voltar. Tempo demais. Preparei o café da manhã. Me mexer com as bolas chinesas incomodava. Dava um certo prazer, mas incomodava. Eu já tinha lido sobre esse tipo de brinquedo. Em alguma ocasião, até pensei em comprar umas. Sabia que recomendavam usar aos poucos. Não achava que fosse aguentar com elas as seis horas que, mais ou menos... Calculava, meu senhor, porra! Agora, em vez de pensar no meu sogro, pensava no meu senhor, devia querer que as levasse.
Enquanto continuava preparando o café da manhã, me veio à mente um jeito de me livrar das malditas bolas pelo menos por algumas horas.
Quando meu sogro chegou na cozinha, o café já estava quase pronto. Servi café com leite para nós dois, o dele primeiro, claro. Depois sentei ao lado dele, peguei as torradas e comecei a passar manteiga e geleia. Preparei três para ele e depois as minhas. Ele estava só de cueca, mas isso já aumentava minha vergonha por estar nua.
— Senhor, ontem o tempo estava ruim e não consegui fazer exercício nenhum. Hoje gostaria de sair para correr no parque pra manter a forma, com sua permissão.
— Acho ótimo que você queira se manter gostosa, putinha. Eu também vou ao parque, sento em algum lugar enquanto você corre.
— Como quiser, senhor. (Percebi que, sem querer, estava cada vez mais metida no papel de submissa que meu sogro tinha me dado.)
— Vem ao meu quarto quando terminar de arrumar e lavar tudo. (disse ele, assim que terminamos o café.)
Porra! Não é possível!, pensei enquanto recolhia e lavava os pratos e copos. De novo ele quer me foder ou me comer, e eu com esse incômodo das bolas, que, apesar de me incomodarem, me mantinham num estado de excitação elevado. Tipo, sentia minha buceta molhada. Terminei rápido com o que tinha na cozinha; na verdade, as poucas coisas que usamos no café não davam pra me alongar muito. Depois fui ao quarto do meu sogro. Encontrei ele ainda de cueca, com uma calça em cima da cama e olhando uma camisa.
— Já chegou, putinha? Muito bem. Você acha que essa camisa vai combinar bem com essa calça? (Ainda bem, parecia que ele não queria sexo. Mas então, o que ele queria?)
— Sim, senhor, combinam muito bem.
— Tá bom, também vou... Parece, vem cá, putinha, me ajuda a me vestir.
– Sim, senhor. (Poxa, isso ia ser novidade pra mim, já tinha ajudado algum cara a se despir, mas nunca a se vestir. Por outro lado, já tava achando que ele tava exagerando em me chamar de putinha, mas pelo menos usava um diminutivo que não soava tão pesado quanto "slut".)
Ajudei ele a se vestir, enquanto fazia isso, de vez em quando ele passava a mão nos meus peitos ou na minha bunda, e eu com as porras das bolas cada vez mais excitada. Depois ele veio comigo até meu quarto, me fez mostrar a roupa que eu costumava usar pra fazer esporte, e escolheu o que eu ia vestir. Fiquei pensativa, nunca tinha combinado aquelas peças: era um shortinho tipo ciclista e um top bem justo. Só com aquilo, dava pra me imaginar pelada fácil. Bom, se ele disse pra usar aquilo, eu usaria. Fui tirar as bolas pra me vestir.
– Não, putinha, não tira não. Pra correr, elas não vão te incomodar.
– Claro que vão incomodar, já incomodam pra me mexer em casa… senhor. (Dessa vez, o "senhor" saiu uns segundos depois, vendo a cara que ele fez pra mim.)
– Isso é porque você precisa se acostumar. Quanto mais usar, melhor.
– Senhor, eu li que a gente tem que se acostumar com as bolas aos poucos.
– Bom, então quando a gente voltar do parque, deixo você tirar.
– Então não vou correr.
– Vai sim, você tem que continuar gostosa.
– Senhor, então não posso usar esse short. A umidade que eu tô produzindo vai marcar na hora, e vou chamar atenção demais.
– Tem razão. Então veste o shortinho azul, é mais folgado.
Consegui alguma coisa, mas me amaldiçoei pela ideia de sair pra correr. Se já era chato andar com as bolas, correr com elas ia ser um suplício. Além disso, andando as bolas já me excitavam; correndo, capaz de até me dar um orgasmo. Não queria nem imaginar o que ia rolar se fosse intenso e tivesse alguém perto de mim. Coloquei uma das Calcinhas que uso pra fazer esporte, é uma calcinha larga que cobre bastante e segura bem, e um sutiã esportivo. Na real, com aquele top que meu sogro tinha escolhido pra mim, eu nunca usava sutiã, era bem justo e não precisava, mas ele não sabia disso. E eu pensei que, se ficasse muito excitada com ele, evitaria que meus mamilos marcassem descaradamente no top. Me vesti, com meu sogro me olhando, ele aprovou como ficou, consegui que ele deixasse eu levar uma jaqueta esportiva pro trajeto de ida e volta do parque, dando a desculpa de que, voltando suada, podia pegar um resfriado usando só o top.
Saímos de casa e começamos o caminho até o parque, era perto, no passo normal uns dez minutos. Durante o caminho, percebi que vários homens paravam e olhavam de novo pras minhas pernas, era normal, na real, é feio eu falar, mas tenho umas pernas gostosas e provoco muitos olhares quando mostro na rua. O pior é que notei que meu sogro também percebeu, e no rosto dele se desenhava um sorriso toda vez que algum homem me olhava com desejo, imaginei que ele pensava "eu curto o que vocês desejam". Por outro lado, andar com as bolas cada vez me incomodava mais, mas me excitava cada vez mais.
Chegamos no parque, é um parque bem grande com áreas meio arborizadas, é muito bem preparado pra galera vir passear, fazer esporte ou só descansar longe do barulho e estresse da cidade. Tem cinco circuitos pra correr, marcados por postes de cores diferentes: o azul é o fácil, uns três quilômetros quase sem subidas nem descidas; o marrom, intermediário, uns cinco quilômetros com algumas ladeiras; e o vermelho, de uns oito quilômetros, com áreas de grandes desníveis. Eu geralmente dava duas ou três voltas no circuito marrom, às vezes também tinha feito o vermelho, mas com esse só me arriscava quando o Roberto ou algum conhecido me acompanhava, não pela dificuldade, mas mais Bem, por precaução, eu passava por áreas muito desertas e, de vez em quando, alguma garota tinha sido estuprada por ali. Dessa vez, meu sogro me mandou fazer o circuito azul, que ele ia sentar numa colina que ficava quase no centro do circuito. Sabia que de lá ele me veria quase o tempo todo, mesmo eu tendo vontade de reclamar e dizer que eu preferia o marrom, no final não falei nada. Entreguei minha jaqueta pra ele guardar, enquanto meu sogro foi pra colina, eu comecei a fazer alguns alongamentos. Se eu já sentia as bolas estando parada e elas me excitavam ao caminhar, imagina fazer alongamentos com elas colocadas, uma loucura. Não ia conseguir correr daquele jeito. Depois de uma sessão de alongamentos mais longa que o normal, porque eu não ousava fazer alguns alongamentos completos, e claro, tinha que preparar bem a musculatura, comecei a trotar. Merda, era insuportável. Troteando, o desconforto era realmente muito forte, ao mesmo tempo o efeito de excitação das bolas era enorme. Com certeza não dava pra correr com aquilo na minha buceta. Dei uma volta troteando no circuito, saí dele e, sem parar de trotar, subi a colina onde estava meu sogro.
— Senhor, o senhor tem que deixar eu tirar isso, não consigo correr assim.
— Até que ponto você quer tirar?
— Totalmente, faço o que o senhor quiser, mas preciso tirar.
— Tá bom, vê aquele garoto ali lendo a uns cem metros? (Olhei na direção que ele apontou, logo vi. Era um rapaz novo, encostado numa árvore, lendo ou estudando. Por causa da vegetação, me pareceu que de onde estávamos era um dos poucos lugares de onde dava pra vê-lo. Assenti.) Então você vai até ele, abaixa o short e a calcinha e pede pra ele tirar. Depois me traz, claro.
— Você ficou maluco?
— Esqueceu o "senhor", puta.
— Não posso fazer isso, senhor.
— Então não vai rolar. Te incomoda tanto? Então vem correr. Pelo menos tem que dar cinco voltas no circuito, num ritmo melhor do que fez dessa vez. E nem pense em tirar as bolas sozinha, porque se eu suspeitar que não está usando, vou fazer uma verificação, e aí você vai ter que correr seis voltas com elas. E claro, se reincidir, serão sete, e assim por diante até completar todo o exercício com as bolas.
— Mas, senhor...
— Você já sabe quais são suas opções. Não tenho mais nada a dizer, sua puta.
Olhei de novo na direção do rapaz, pensando se deveria me aproximar e pedir para ele tirar as bolas. Que nada, preferia a tortura das bolas a me aproximar de um estranho e pedir para ele tirá-las. Virei e comecei a trotar de volta para o circuito. Enquanto me afastava, ouvi meu sogro dizer para aumentar o ritmo da corrida, senão teria que dar mais três voltas no circuito.
Abandonei o trote e comecei a correr num ritmo leve numa nova volta no circuito. Correndo, as bolas friccionavam tão forte dentro de mim que eu me sentia ardendo. Era impossível continuar com elas. A duras penas completei outra volta e voltei para perto do meu sogro.
— Senhor, por favor...
— Já te falei quais são as opções, sua puta. Dar uma volta e parar não vai adiantar. Se você voltar de novo, vamos ter que adicionar uma ou duas voltas a mais.
— Mas é que não consigo ir mostrar a buceta para um estranho, ainda mais com isso enfiado. O que ele vai pensar de mim?
— Acho que não vai pensar nada. Se uma garota mostra uma bucetinha tão bonita quanto a sua, a gente, homem, não pensa muito.
— Faço qualquer outra coisa, senhor, qualquer coisa, mas isso não.
— Bom, vejo que você está desesperada para tirá-las. Então tá. Se você não quer que aquele rapaz as tire, vê aqueles três velhos no banco? Vai lá e pede para um deles tirar. Claro que, para isso, você vai ter que abaixar o short e a calcinha. (Procurei os três velhos no banco com o olhar. Fiquei gelada quando os vi.)
— Mas, senhor, isso é ainda pior. Vou ficar... à vista de meio parque.
—Não vai dizer que não tem opções, pode continuar correndo assim, ir até o garoto ou os velhos.
—Mas nenhuma das três é razoável... senhor.
—Pois não tem mais.
—Senhor, o senhor poderia tirá-las de mim.
—Não, essa opção eu não te dei, vagabunda.
—Já sei, mas estou propondo, senhor.
—Nem pensar, você já conhece as três opções que tem. E agora faça alguma coisa, seja o que for, se daqui a um minuto ainda estiver aqui, vai ter que começar as cinco voltas desde a primeira.
De novo me virei e voltei para a pista, comecei a correr, dessa vez tentei correr no ritmo que costumo fazer, mais rápido que antes, pensando que quanto mais cedo terminasse as voltas melhor, mas não consegui manter por mais de cem metros, sentia a buceta muito irritada, só dei meia volta, saí da pista em direção aonde o jovem estava lendo, enquanto me aproximava xingava meu sogro por me obrigar a mostrar a buceta para um desconhecido, mas com certeza me sentia incapaz de continuar com as bolas enfiadas na minha buceta, mesmo morrendo de vergonha estava decidida a pedir àquele garoto que as tirasse, acontecesse o que acontecesse. Além disso, esperava convencer o Roberto naquela noite a me comer no cu, bom, se é que ele queria fazer alguma coisa, porque por uns dias eu não queria sentir mais nada na minha buceta.
Enquanto me aproximava, olhava para um lado e para o outro, tentando garantir que ninguém mais fosse ver o que eu ia fazer, parei a uns cinco metros de onde o garoto estava, verifiquei mais uma vez que ninguém mais via, fiquei convencida de que só o garoto e meu sogro do alto da colina me veriam, me aproximei devagar, o garoto estava totalmente absorto na leitura, não percebeu minha presença até eu parar a menos de um metro dele, então ele levantou os olhos e me olhou com interesse.
—Oi! (falei)
—Oi! (respondeu, lógico)
—Posso te pedir um favor?
—Claro. (me olhou com estranheza)
—Estão me... obrigada a fazer isso, senão não faria.
- Te obrigam a falar comigo?
- Não, é outra coisa. Sei que vai soar estranho, mas tô com uma parada enfiada aqui, tá me incomodando pra caralho e não deixam que eu mesma tire.
- E?
- Você tira pra mim?
- Se ninguém ficar puto comigo por fazer isso.
- Ninguém, te juro, até me falaram que tinha que ser você quem tirasse.
- Então sem problema, pra ajudar uma mina tão gostosa eu tiro o que ela pedir.
- Beleza, é isso aí. (vermelha de vergonha e sem olhar pro cara, puxei meu shortinho e minha calcinha até deixar no meio da coxa) É só puxar o cordãozinho.
- Vira de costas!
- Quê? (a fala dele me deixou gelada)
- Falei pra virar, quero ver sua raba.
- Mas... (comecei a falar, mas aí pensei comigo mesma "foda-se, já tá mostrando a buceta, vira e deixa ele ver a raba também", fui virando devagar, quando ele ficou atrás senti a mão dele na minha bunda) De tocar a gente não tinha falado.
- Você tem uma raba linda, impossível ver e não tocar. (mais um cara obcecado por bunda de mina, será que um dia vou conhecer um que não goste? Gays não valem!)
- Tá, agora tira essa porra da minha buceta. (falei me virando de novo)
- Levanta o top!
- Quê? (dessa vez quase esperava ouvir isso)
- Mostra os peitos!
- Achei que você ia ser mais cavalheiro com uma mina que tá pedindo ajuda.
- É a última coisa que peço, você mostra os peitos e enquanto estiver com o top levantado eu vou puxando essa parada que tá te incomodando.
- Tá bom, confio na sua palavra.
Segurando o top e o sutiã juntos, puxei pra cima com força até deixar meus peitos livres, em segundos senti a mão dele na minha buceta, quase reclamei, mas resolvi aceitar, depois de, sei lá, um minuto mexendo na minha buceta senti ele pegar o cordãozinho e puxar bem devagar, saiu a primeira bolinha, depois a segunda, comecei a me sentir aliviada, até tive que me conter para não gemer, eu só olhava em volta pra ver se alguém se aproximava, em nenhum momento olhei pro cara que tava tirando as bolas de mim, imaginei que ele devia estar se deliciando com a visão das bolas que iam saindo da minha buceta aos poucos, bom, na verdade o que devia estar deixando ele louco era ver meus lábios vaginais abrindo e fechando cada vez que uma bola saía.
Quando percebi que a última bola escapou da minha buceta, abaixei o top e no mesmo movimento subi a calcinha e o shortinho, depois peguei as bolas da mão dele.
— Eu te agradeceria por me ajudar, mas com o tanto que você me apalpou já teve sua recompensa.
Me virei e corri na direção do meu sogro, entreguei as bolas. Ele só disse que eu ainda tinha que dar quatro voltas no circuito. Enquanto corria dando as quatro voltas, vi que o cara do livro tinha se aproximado do meu sogro e tava conversando com ele. Depois ele sumiu.
De volta pra casa, meu sogro me disse:
— Sabe? Aquele cara do livro me ofereceu dinheiro pra deixar ele te comer.
Um arrepio percorreu meu corpo, e se da próxima vez ele me mandar dar pra outro homem, o que eu faço? …
NOTA DO AUTOR:
OBRIGADO POR TER CHEGADO ATÉ AQUI, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. ATÉ LOGO, SILVIA AINDA TEM COISAS PRA CONTAR PRA VOCÊS.
Os cinco dias que meu sogro ficou viajando, aproveitei com o Roberto pra transar a qualquer hora e em qualquer cômodo, bom, não, no quarto do meu sogro não, não tava a fim de que o Roberto me comesse no quarto onde o pai dele já tinha feito o mesmo, e também acho que ele não aceitaria fazer isso no quarto do pai, pra algumas coisas o Roberto é bem tradicional. Tava com vontade, claro, de transar com o Roberto, mas principalmente achei que quanto mais eu transasse, mais escaparia do controle do meu sogro. Aliás, deixei o Roberto me comer duas vezes a mais durante esses dias. E, por sinal, levar no cu não é igual a ser comida, que depois que perde a virgindade cada vez é melhor e dói menos, pelo menos pra mim, doía igual à primeira vez e, sem vaselina ou outro lubrificante, nem pensaria em tentar.
Meu sogro chegou na sexta à noite, estávamos na cama quando ouvimos a porta do apartamento abrir. Logo depois, acho que vendo a luz saindo por baixo da porta do nosso quarto, ouvimos umas batidinhas na porta e meu sogro dizendo, do outro lado, que já estava em casa. Ouvir a voz dele de novo depois de cinco dias me deu um pequeno arrepio. O Roberto respondeu que conversariam no dia seguinte, ele tinha me pegado prestes a transar e acho que não quis me deixar na cama. Continuamos nos beijando em silêncio enquanto imaginávamos meu sogro indo pro quarto dele.
—É um saco ter meu pai em casa. (o Roberto falou bem baixinho)
—Podemos dizer que ele já ficou tempo demais. Tempo com a gente, que ele teria que arrumar algo pra ele. (respondi sem nem pensar)
- Te incomoda ele estar com a gente?
- Foi você quem disse que ele era um porre.
- Sim, mas por ter que transar em silêncio, não posso, nem quero, pedir pro meu pai ir embora.
- Bom, então só nos resta fazer isso tentando que ele não ouça muito, não acho que ele vá se chocar por a gente transar, então se ele ouvir algo, não vai dar em nada.
- Você não liga se ele te ouvir?
- Não. (pensei: "Porra, como é que vou ligar dele me ouvir foder se ele já me comeu")
- Você se importaria se ele te visse?
- O quê? (merda, que porra tava acontecendo com aqueles dois caras, um comia a namorada do filho e o outro parecia estar me propondo que a gente fizesse na frente do pai dele)
- Imagina que um dia a gente tá se pegando na sala, chega meu pai e nos vê. O que você faria?
- Bom, eu me cobriria e iria pro quarto. (que porra ele esperava que eu respondesse, que eu continuaria fodendo enquanto o pai dele olhava, nunca tinha pensado em fazer isso com alguém olhando)
- Claro. Mas depois você não sentiria vergonha toda vez que estivesse na frente dele.
- Talvez um pouco, não sei, mas teria sido um pequeno acidente sem importância, logo ele esqueceria.
- Te garanto que te ver nua é uma coisa difícil de esquecer.
- Obrigada. (amo esse tipo de elogio que o Roberto faz, nisso ele é muito parecido com o pai dele, quando quer ser galanteador, ele é, lembro muito de um que ele soltou num jantar, éramos nove casais, não sei como surgiu o assunto das listas das mulheres mais desejadas, todos os homens, acho que pra ficar bem na frente das mulheres ou namoradas, disseram que achavam ruim fazerem esse tipo de lista, o Roberto não falava nada, aí uma das garotas perguntou o que ele achava, ele respondeu que achava muito bom, tanto que até tinha a própria lista, claro que eu logo me irritei e perguntei quem tava nessa lista, sem hesitar ele disse que a número um era eu, me lisonjeou) Claro, mas eu ainda tava pilhada e perguntei quem vinha depois. Ele olhou nos meus olhos e respondeu que, tendo a sorte de a número um da lista dele querer ficar com ele, por que ia se preocupar em saber quem era a segunda? É uma bobagem, eu sei, mas amei ele ter dito isso na frente dos nossos amigos, com aquela voz que não tremeu nem um segundo. Ainda vi uns olhares de inveja entre as minas. De vez em quando peço pra ele repetir a lista de mulheres que ele deseja.
Bom, no fim a gente transou em silêncio, pelo menos o mais silencioso que deu, e dormimos. No dia seguinte, quem me acordou foi meu sogro. Claro, o Roberto já tinha ido trabalhar. Ele me acordou passando a mão nos meus peitos. Depois de transar com o Roberto, eu tinha dormido pelada e continuei assim até abrir os olhos. Ele tava de cueca.
— Bom dia, Silvia!
— Bom dia. (respondi sem pensar, ele continuava apalpando meus peitos)
— Senti muito a sua falta nesses cinco dias.
— Eu não. (puta merda, tinha escapado do domínio dele, tava sendo meio grossa)
— Claro! Tendo o Roberto, não me surpreende. Mas agora é minha vez. Te espero no meu quarto, não precisa vestir nada.
Dito isso, ele parou de pegar nos meus peitos, levantou da cama e saiu do meu quarto. Pensei: “mas quem ele pensa que é, que ainda vou fazer tudo que ele manda? Vai ter que se virar”. Mas fiquei surpresa: fui pelo corredor toda pelada, sem perder o passo, direto pro quarto dele. Quando cheguei, vi que ele já tinha se deitado na cama, sem a cueca, deixando um espaço. Ele deu uns tapinhas na cama com a palma da mão, mandando eu deitar ali. Lembrei que era assim que meu pai chamava o cachorro quando queria deixar ele subir no sofá. Fiz igual o bicho: me deitei na cama como se fosse o melhor convite que já tinha recebido na vida. Ele se acomodou um pouco em cima de mim e me beijou na boca. Depois ficou me olhando por um instante. - Ontem à noite fiquei um tempinho no corredor ouvindo vocês. (disse)
- Você nos espionou enquanto a gente transava.
- Só escutei vocês.
- Mas a gente ouviu você fechando a porta do seu quarto.
- Um truquezinho, fechei ela ficando do lado de fora.
- Isso é espionar a gente, não sei o que o Roberto vai dizer se descobrir.
- Por que você quer que eu vá embora?
- O quê?
- Você disse pro Roberto que eu tô aqui há um tempão e que vocês deviam me mandar procurar um lugar pra mim.
- Isso não te parece motivo suficiente? Não gosto de dar pra você, não gosto de trair o Roberto, se você fosse embora isso acabava.
- Nunca precisei te forçar, você entrou na minha cama sozinha.
- Eu sei.
- Pelo que você diz, parece que eu te obrigo.
- O Roberto também acha que você rouba um pedaço da nossa intimidade como casal.
- Isso eu entendo, o que não entendo é por que você, que se diverte tanto comigo, quer que eu vá embora.
- Que eu me divirto?
- Claro que se diverte, e que gozadas boas você dá.
- Tá, sim, eu gozo, mas isso não quer dizer que eu me divirta.
- Bom, chega de conversa, vira de costas, deixa eu preparar sua buceta pro Roberto.
- Já não importa, o Roberto já meteu por trás. (mas por que diabos eu falei aquilo, se eu tivesse ficado calada ele poderia não me comer por trás ou pelo menos demorar mais uns dias pra fazer isso, agora que eu falei, com certeza ia levar o pau dele no meu cu de novo)
- Quantas vezes?
- Três. (porra, só faltava dar os detalhes)
- Você gostou?
- Não.
- Vai acabar gostando.
Os dedos dele estavam cutucando, bem, excitando minha buceta, eu segurava o pau dele e mexia devagar. Por que eu fazia aquilo? Por que me entregava assim pra aquele homem, que fazia questão de conseguir o que queria sempre que queria? Sim, tudo bem, eu tinha dado umas boas gozadas, mas, porra! Se eu transasse com todos os homens que me fizeram gozar bem uma vez, eu teria pelo menos 50 amantes. Reconheço, tive uma Época em que fui bem vagabunda, mas sempre fui eu quem decidia quando e como me comiam, até o Roberto faz quando e como eu quero, claro que quando ele tá a fim nunca nego, mas com o pai dele era tudo totalmente diferente, ele me comia quando e como queria, tenho que admitir que tinha curtido pra caralho fazendo com ele, me fazia gozar pra cacete, e ainda me faz, porque agora só com dois dedos na minha racha já tava me levando ao orgasmo.
Continuo com os dedos dele na minha racha até me fazer gozar, enquanto isso o pau dele já tinha ficado bem duro.
— Bom, acho que é hora de eu provar seu cu.
— Deixa eu ir no meu quarto pegar uma coisa antes. (por que eu tava falando isso se minha intenção era dizer não)
— Quer lubrificante? Relaxa, eu tenho, não sou tão bruto a ponto de meter sem uma ajudinha, pelo menos por enquanto.
— Você tem?, sério?
— Claro, olha. (abriu uma gaveta do criado-mudo e tirou um pote, parecido com um desodorante mas um pouco menor, onde lia claramente “lubrificante para contatos íntimos, sabor canela”) É melhor que vaselina.
— Posso provar? (várias vezes tinha visto esses potes em algum hipermercado e já tinha sentido vontade de comprar um, mas não tive coragem, principalmente porque no caixa sempre tem algum cara perto te olhando, bom, “te olhando” é ser muito educada, na real ele tá te despindo e dizendo com o olhar se você quer provar comigo, uma vez comprei camisinha num desses lugares e passei mal pra caralho)
— Claro, prova. (respondeu enquanto passava no pau, deixando claro que eu podia provar do pau dele. Claro que isso não era problema, já tinha chupado o pau dele antes, então não me fiz de rogada, quando aproximei meu rosto do pau dele o cheiro de canela, que já tinha tomado o quarto quando ele passou, me invadiu fundo pelas narinas, me Gostei muito daquele cheiro, comecei a chupar e realmente tinha um gosto delicioso, chupei a rola dele com muita vontade, não porque eu quisesse, queria que ele gozasse na minha boca e assim não pudesse fazer isso na minha bunda, mas claro, ele não deixou) Já chega, agora se posiciona que é a vez daquela bunda linda que você tem.
Bem, não tinha escapatória, me coloquei de quatro, oferecendo minha bunda empinada, sem perder um segundo ele começou a passar um pouco daquele gel lubrificante, diferente do Roberto, meu sogro também enfiou os dedos na minha bunda para lubrificar por dentro, percebi que estava me excitando, claro, pensei, isso é feito para sexo e tem algo que ajuda a ficar com tesão, depois, quando minha bunda estava bem besuntada, ele passou mais um pouco na rola e espalhou por ela. Ele se posicionou e começou a pressionar meu cu com a rola, me surpreendeu a facilidade com que entrou, eu tinha que pegar um desses potes para quando o Roberto quisesse me comer e também pedir para ele enfiar o dedo toda vez para lubrificar por dentro, entrou com muita suavidade, embora mesmo assim doesse, ele conseguiu enfiar tudo, senti que minha bunda não aguentaria e ia estourar a qualquer momento, já disse antes que meu sogro tem uma maior que o filho dele, ele ficou parado por um tempo.
- Porra! Que bunda apertada você tem, tá estrangulando minha rola, que delícia!
Depois ele começou a bombar com calma e ritmo constante, ainda sentia uma dose de dor mas ao mesmo tempo algo levemente gostoso, não me surpreendeu porque já tinha sentido isso com o Roberto, mas dessa vez estava sentindo muito antes, meu sogro não variava o ritmo das penetradas, tirava até eu sentir a cabeça da rola pressionando meu cu querendo sair e depois enfiava até o fundo e assim uma e outra vez, tinha que admitir, estava começando a gostar de ser comida por ele, mas claro, o pouco de orgulho que me restava fazia com que eu tentasse que meu sogro não percebesse isso. Claro que tem coisas que por mais que Você não é capaz de conseguir, isso foi uma dessas coisas, comecei a gemer sem perceber, meu sogro devia estar esperando por isso porque assim que me ouviu acelerou o ritmo da enrabada que estava me dando, meus gemidos logo viraram gritinhos de prazer, era muito estranho sentir dor e prazer ao mesmo tempo.
— Quero te ouvir! (ele disse de repente)
— O que — Ah! você quer — Ah! ouvir? (respondi entre gemidos)
— Que você gosta de levar no cu, que é minha putinha, que quer que eu encha você de porra. (ele disse, também entre alguns gemidos)
— Continua fodendo meu cu, não para. (não podia acreditar, estava assinando minha derrota quase total, de jeito nenhum ia dar a satisfação de ouvir ele dizer que era sua putinha, mas se ele queria que eu dissesse outras coisas, eu faria) Jorra a porra bem fundo.
— Antes me diz que é minha putinha.
— Me dá mais forte, arrebenta meu cu.
— Quem é você?
— Assim que eu gosto, continua até meu cu ficar cheio de pica. (tinha que aguentar, não podia dizer o que ele pedia, além disso ele já não devia demorar pra gozar)
— Fala.
— Vai, continua enfiando no cu da namorada do seu filho. (da minha boca escapavam frases desse tipo a todo momento) Transforma seu filho num corno manso e goza logo no meu cu. (tive meu primeiro orgasmo sendo enrabada e aí perdi a pouca autoestima que me restava) Sou sua!, sou sua putinha!. (finalmente meu sogro tinha tirado de mim o que queria, soube então que jamais conseguiria escapar do domínio dele, era inútil lutar mais)
— Me pede pra encher você de porra, putinha!
— Goza no meu cu, faz transbordar.
Poucos segundos depois ele começou a descarregar jatos de sêmen nas minhas tripas, devia ter se esforçado muito pra não gozar até que minha submissão fosse total, mas no final ele tinha vencido, enquanto a porra dele ia enchendo meu cu, lágrimas de impotência começaram a rolar pelas minhas bochechas.
Quando ele saiu de mim, me deixei cair sobre a cama, encolhida de costas pra ele, tentando que ele não percebesse que eu tinha chorado. Me fez chorar. Quis ter levantado e saído correndo dali, mas não conseguia. Ele mandou eu ir me lavar e voltar na hora. Quando levantei, entendi que ele tinha dito aquilo porque não queria que eu sujasse a cama dele. Minha bunda não conseguia segurar a porra dele, e eu sentia escorrendo pelas minhas pernas. No banheiro, me lavei, tentando tirar o máximo de sêmen do meu cu. Depois, lavei o rosto, disfarçando que tinha chorado, e voltei pra cama dele.
— Assim que eu gosto, *slut*. De agora em diante, quando estivermos sozinhos, vou te chamar assim, porque você mesma disse que era. Você vai me chamar de senhor. Está claro?
— Sim.
— Não ouvi direito, *slut*.
— Sim, senhor. Está claro.
— Assim é melhor. Já que você é minha *slut*, te trouxe um presentinho enquanto estava viajando. Abre as pernas pra eu colocar em você. (Com um pouco de medo do que ele fosse fazer, abri minhas pernas. Ele tirou um pacote da gaveta do criado-mudo. Continha umas bolas chinesas, cinco bolas ligadas por um cordão. Bem, na verdade não eram cinco bolas: era uma bola, uma espécie de bola com pontas, mas arredondadas pra não machucar, outra bola, outra com pontas e mais uma bola. Ele foi enfiando uma por uma na minha buceta.) De agora em diante, quando estivermos sozinhos, você vai usar elas sempre. Só pode tirar pra ir ao banheiro e, claro, quando eu quiser que meu *cock* ocupe o lugar dele. Entendeu, *slut*?
— Sim, senhor.
— Agora vai preparar o café da manhã. Já vou.
— Sim, senhor.
Levantei, olhei o relógio em cima do criado-mudo. Eram só dez da manhã. Faltavam mais de sete horas pro Roberto voltar. Tempo demais. Preparei o café da manhã. Me mexer com as bolas chinesas incomodava. Dava um certo prazer, mas incomodava. Eu já tinha lido sobre esse tipo de brinquedo. Em alguma ocasião, até pensei em comprar umas. Sabia que recomendavam usar aos poucos. Não achava que fosse aguentar com elas as seis horas que, mais ou menos... Calculava, meu senhor, porra! Agora, em vez de pensar no meu sogro, pensava no meu senhor, devia querer que as levasse.
Enquanto continuava preparando o café da manhã, me veio à mente um jeito de me livrar das malditas bolas pelo menos por algumas horas.
Quando meu sogro chegou na cozinha, o café já estava quase pronto. Servi café com leite para nós dois, o dele primeiro, claro. Depois sentei ao lado dele, peguei as torradas e comecei a passar manteiga e geleia. Preparei três para ele e depois as minhas. Ele estava só de cueca, mas isso já aumentava minha vergonha por estar nua.
— Senhor, ontem o tempo estava ruim e não consegui fazer exercício nenhum. Hoje gostaria de sair para correr no parque pra manter a forma, com sua permissão.
— Acho ótimo que você queira se manter gostosa, putinha. Eu também vou ao parque, sento em algum lugar enquanto você corre.
— Como quiser, senhor. (Percebi que, sem querer, estava cada vez mais metida no papel de submissa que meu sogro tinha me dado.)
— Vem ao meu quarto quando terminar de arrumar e lavar tudo. (disse ele, assim que terminamos o café.)
Porra! Não é possível!, pensei enquanto recolhia e lavava os pratos e copos. De novo ele quer me foder ou me comer, e eu com esse incômodo das bolas, que, apesar de me incomodarem, me mantinham num estado de excitação elevado. Tipo, sentia minha buceta molhada. Terminei rápido com o que tinha na cozinha; na verdade, as poucas coisas que usamos no café não davam pra me alongar muito. Depois fui ao quarto do meu sogro. Encontrei ele ainda de cueca, com uma calça em cima da cama e olhando uma camisa.
— Já chegou, putinha? Muito bem. Você acha que essa camisa vai combinar bem com essa calça? (Ainda bem, parecia que ele não queria sexo. Mas então, o que ele queria?)
— Sim, senhor, combinam muito bem.
— Tá bom, também vou... Parece, vem cá, putinha, me ajuda a me vestir.
– Sim, senhor. (Poxa, isso ia ser novidade pra mim, já tinha ajudado algum cara a se despir, mas nunca a se vestir. Por outro lado, já tava achando que ele tava exagerando em me chamar de putinha, mas pelo menos usava um diminutivo que não soava tão pesado quanto "slut".)
Ajudei ele a se vestir, enquanto fazia isso, de vez em quando ele passava a mão nos meus peitos ou na minha bunda, e eu com as porras das bolas cada vez mais excitada. Depois ele veio comigo até meu quarto, me fez mostrar a roupa que eu costumava usar pra fazer esporte, e escolheu o que eu ia vestir. Fiquei pensativa, nunca tinha combinado aquelas peças: era um shortinho tipo ciclista e um top bem justo. Só com aquilo, dava pra me imaginar pelada fácil. Bom, se ele disse pra usar aquilo, eu usaria. Fui tirar as bolas pra me vestir.
– Não, putinha, não tira não. Pra correr, elas não vão te incomodar.
– Claro que vão incomodar, já incomodam pra me mexer em casa… senhor. (Dessa vez, o "senhor" saiu uns segundos depois, vendo a cara que ele fez pra mim.)
– Isso é porque você precisa se acostumar. Quanto mais usar, melhor.
– Senhor, eu li que a gente tem que se acostumar com as bolas aos poucos.
– Bom, então quando a gente voltar do parque, deixo você tirar.
– Então não vou correr.
– Vai sim, você tem que continuar gostosa.
– Senhor, então não posso usar esse short. A umidade que eu tô produzindo vai marcar na hora, e vou chamar atenção demais.
– Tem razão. Então veste o shortinho azul, é mais folgado.
Consegui alguma coisa, mas me amaldiçoei pela ideia de sair pra correr. Se já era chato andar com as bolas, correr com elas ia ser um suplício. Além disso, andando as bolas já me excitavam; correndo, capaz de até me dar um orgasmo. Não queria nem imaginar o que ia rolar se fosse intenso e tivesse alguém perto de mim. Coloquei uma das Calcinhas que uso pra fazer esporte, é uma calcinha larga que cobre bastante e segura bem, e um sutiã esportivo. Na real, com aquele top que meu sogro tinha escolhido pra mim, eu nunca usava sutiã, era bem justo e não precisava, mas ele não sabia disso. E eu pensei que, se ficasse muito excitada com ele, evitaria que meus mamilos marcassem descaradamente no top. Me vesti, com meu sogro me olhando, ele aprovou como ficou, consegui que ele deixasse eu levar uma jaqueta esportiva pro trajeto de ida e volta do parque, dando a desculpa de que, voltando suada, podia pegar um resfriado usando só o top.
Saímos de casa e começamos o caminho até o parque, era perto, no passo normal uns dez minutos. Durante o caminho, percebi que vários homens paravam e olhavam de novo pras minhas pernas, era normal, na real, é feio eu falar, mas tenho umas pernas gostosas e provoco muitos olhares quando mostro na rua. O pior é que notei que meu sogro também percebeu, e no rosto dele se desenhava um sorriso toda vez que algum homem me olhava com desejo, imaginei que ele pensava "eu curto o que vocês desejam". Por outro lado, andar com as bolas cada vez me incomodava mais, mas me excitava cada vez mais.
Chegamos no parque, é um parque bem grande com áreas meio arborizadas, é muito bem preparado pra galera vir passear, fazer esporte ou só descansar longe do barulho e estresse da cidade. Tem cinco circuitos pra correr, marcados por postes de cores diferentes: o azul é o fácil, uns três quilômetros quase sem subidas nem descidas; o marrom, intermediário, uns cinco quilômetros com algumas ladeiras; e o vermelho, de uns oito quilômetros, com áreas de grandes desníveis. Eu geralmente dava duas ou três voltas no circuito marrom, às vezes também tinha feito o vermelho, mas com esse só me arriscava quando o Roberto ou algum conhecido me acompanhava, não pela dificuldade, mas mais Bem, por precaução, eu passava por áreas muito desertas e, de vez em quando, alguma garota tinha sido estuprada por ali. Dessa vez, meu sogro me mandou fazer o circuito azul, que ele ia sentar numa colina que ficava quase no centro do circuito. Sabia que de lá ele me veria quase o tempo todo, mesmo eu tendo vontade de reclamar e dizer que eu preferia o marrom, no final não falei nada. Entreguei minha jaqueta pra ele guardar, enquanto meu sogro foi pra colina, eu comecei a fazer alguns alongamentos. Se eu já sentia as bolas estando parada e elas me excitavam ao caminhar, imagina fazer alongamentos com elas colocadas, uma loucura. Não ia conseguir correr daquele jeito. Depois de uma sessão de alongamentos mais longa que o normal, porque eu não ousava fazer alguns alongamentos completos, e claro, tinha que preparar bem a musculatura, comecei a trotar. Merda, era insuportável. Troteando, o desconforto era realmente muito forte, ao mesmo tempo o efeito de excitação das bolas era enorme. Com certeza não dava pra correr com aquilo na minha buceta. Dei uma volta troteando no circuito, saí dele e, sem parar de trotar, subi a colina onde estava meu sogro.
— Senhor, o senhor tem que deixar eu tirar isso, não consigo correr assim.
— Até que ponto você quer tirar?
— Totalmente, faço o que o senhor quiser, mas preciso tirar.
— Tá bom, vê aquele garoto ali lendo a uns cem metros? (Olhei na direção que ele apontou, logo vi. Era um rapaz novo, encostado numa árvore, lendo ou estudando. Por causa da vegetação, me pareceu que de onde estávamos era um dos poucos lugares de onde dava pra vê-lo. Assenti.) Então você vai até ele, abaixa o short e a calcinha e pede pra ele tirar. Depois me traz, claro.
— Você ficou maluco?
— Esqueceu o "senhor", puta.
— Não posso fazer isso, senhor.
— Então não vai rolar. Te incomoda tanto? Então vem correr. Pelo menos tem que dar cinco voltas no circuito, num ritmo melhor do que fez dessa vez. E nem pense em tirar as bolas sozinha, porque se eu suspeitar que não está usando, vou fazer uma verificação, e aí você vai ter que correr seis voltas com elas. E claro, se reincidir, serão sete, e assim por diante até completar todo o exercício com as bolas.
— Mas, senhor...
— Você já sabe quais são suas opções. Não tenho mais nada a dizer, sua puta.
Olhei de novo na direção do rapaz, pensando se deveria me aproximar e pedir para ele tirar as bolas. Que nada, preferia a tortura das bolas a me aproximar de um estranho e pedir para ele tirá-las. Virei e comecei a trotar de volta para o circuito. Enquanto me afastava, ouvi meu sogro dizer para aumentar o ritmo da corrida, senão teria que dar mais três voltas no circuito.
Abandonei o trote e comecei a correr num ritmo leve numa nova volta no circuito. Correndo, as bolas friccionavam tão forte dentro de mim que eu me sentia ardendo. Era impossível continuar com elas. A duras penas completei outra volta e voltei para perto do meu sogro.
— Senhor, por favor...
— Já te falei quais são as opções, sua puta. Dar uma volta e parar não vai adiantar. Se você voltar de novo, vamos ter que adicionar uma ou duas voltas a mais.
— Mas é que não consigo ir mostrar a buceta para um estranho, ainda mais com isso enfiado. O que ele vai pensar de mim?
— Acho que não vai pensar nada. Se uma garota mostra uma bucetinha tão bonita quanto a sua, a gente, homem, não pensa muito.
— Faço qualquer outra coisa, senhor, qualquer coisa, mas isso não.
— Bom, vejo que você está desesperada para tirá-las. Então tá. Se você não quer que aquele rapaz as tire, vê aqueles três velhos no banco? Vai lá e pede para um deles tirar. Claro que, para isso, você vai ter que abaixar o short e a calcinha. (Procurei os três velhos no banco com o olhar. Fiquei gelada quando os vi.)
— Mas, senhor, isso é ainda pior. Vou ficar... à vista de meio parque.
—Não vai dizer que não tem opções, pode continuar correndo assim, ir até o garoto ou os velhos.
—Mas nenhuma das três é razoável... senhor.
—Pois não tem mais.
—Senhor, o senhor poderia tirá-las de mim.
—Não, essa opção eu não te dei, vagabunda.
—Já sei, mas estou propondo, senhor.
—Nem pensar, você já conhece as três opções que tem. E agora faça alguma coisa, seja o que for, se daqui a um minuto ainda estiver aqui, vai ter que começar as cinco voltas desde a primeira.
De novo me virei e voltei para a pista, comecei a correr, dessa vez tentei correr no ritmo que costumo fazer, mais rápido que antes, pensando que quanto mais cedo terminasse as voltas melhor, mas não consegui manter por mais de cem metros, sentia a buceta muito irritada, só dei meia volta, saí da pista em direção aonde o jovem estava lendo, enquanto me aproximava xingava meu sogro por me obrigar a mostrar a buceta para um desconhecido, mas com certeza me sentia incapaz de continuar com as bolas enfiadas na minha buceta, mesmo morrendo de vergonha estava decidida a pedir àquele garoto que as tirasse, acontecesse o que acontecesse. Além disso, esperava convencer o Roberto naquela noite a me comer no cu, bom, se é que ele queria fazer alguma coisa, porque por uns dias eu não queria sentir mais nada na minha buceta.
Enquanto me aproximava, olhava para um lado e para o outro, tentando garantir que ninguém mais fosse ver o que eu ia fazer, parei a uns cinco metros de onde o garoto estava, verifiquei mais uma vez que ninguém mais via, fiquei convencida de que só o garoto e meu sogro do alto da colina me veriam, me aproximei devagar, o garoto estava totalmente absorto na leitura, não percebeu minha presença até eu parar a menos de um metro dele, então ele levantou os olhos e me olhou com interesse.
—Oi! (falei)
—Oi! (respondeu, lógico)
—Posso te pedir um favor?
—Claro. (me olhou com estranheza)
—Estão me... obrigada a fazer isso, senão não faria.
- Te obrigam a falar comigo?
- Não, é outra coisa. Sei que vai soar estranho, mas tô com uma parada enfiada aqui, tá me incomodando pra caralho e não deixam que eu mesma tire.
- E?
- Você tira pra mim?
- Se ninguém ficar puto comigo por fazer isso.
- Ninguém, te juro, até me falaram que tinha que ser você quem tirasse.
- Então sem problema, pra ajudar uma mina tão gostosa eu tiro o que ela pedir.
- Beleza, é isso aí. (vermelha de vergonha e sem olhar pro cara, puxei meu shortinho e minha calcinha até deixar no meio da coxa) É só puxar o cordãozinho.
- Vira de costas!
- Quê? (a fala dele me deixou gelada)
- Falei pra virar, quero ver sua raba.
- Mas... (comecei a falar, mas aí pensei comigo mesma "foda-se, já tá mostrando a buceta, vira e deixa ele ver a raba também", fui virando devagar, quando ele ficou atrás senti a mão dele na minha bunda) De tocar a gente não tinha falado.
- Você tem uma raba linda, impossível ver e não tocar. (mais um cara obcecado por bunda de mina, será que um dia vou conhecer um que não goste? Gays não valem!)
- Tá, agora tira essa porra da minha buceta. (falei me virando de novo)
- Levanta o top!
- Quê? (dessa vez quase esperava ouvir isso)
- Mostra os peitos!
- Achei que você ia ser mais cavalheiro com uma mina que tá pedindo ajuda.
- É a última coisa que peço, você mostra os peitos e enquanto estiver com o top levantado eu vou puxando essa parada que tá te incomodando.
- Tá bom, confio na sua palavra.
Segurando o top e o sutiã juntos, puxei pra cima com força até deixar meus peitos livres, em segundos senti a mão dele na minha buceta, quase reclamei, mas resolvi aceitar, depois de, sei lá, um minuto mexendo na minha buceta senti ele pegar o cordãozinho e puxar bem devagar, saiu a primeira bolinha, depois a segunda, comecei a me sentir aliviada, até tive que me conter para não gemer, eu só olhava em volta pra ver se alguém se aproximava, em nenhum momento olhei pro cara que tava tirando as bolas de mim, imaginei que ele devia estar se deliciando com a visão das bolas que iam saindo da minha buceta aos poucos, bom, na verdade o que devia estar deixando ele louco era ver meus lábios vaginais abrindo e fechando cada vez que uma bola saía.
Quando percebi que a última bola escapou da minha buceta, abaixei o top e no mesmo movimento subi a calcinha e o shortinho, depois peguei as bolas da mão dele.
— Eu te agradeceria por me ajudar, mas com o tanto que você me apalpou já teve sua recompensa.
Me virei e corri na direção do meu sogro, entreguei as bolas. Ele só disse que eu ainda tinha que dar quatro voltas no circuito. Enquanto corria dando as quatro voltas, vi que o cara do livro tinha se aproximado do meu sogro e tava conversando com ele. Depois ele sumiu.
De volta pra casa, meu sogro me disse:
— Sabe? Aquele cara do livro me ofereceu dinheiro pra deixar ele te comer.
Um arrepio percorreu meu corpo, e se da próxima vez ele me mandar dar pra outro homem, o que eu faço? …
NOTA DO AUTOR:
OBRIGADO POR TER CHEGADO ATÉ AQUI, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. ATÉ LOGO, SILVIA AINDA TEM COISAS PRA CONTAR PRA VOCÊS.
13 comentários - Meu sogro mora com a gente (3 de 3)
CON EL NICK : px2 (id: 1050116)Hombre, 44 años España????
PORQUE ESTE RELATO VA POR EL -Mi suegro vive con nosotros (8)-
TE DEJO LA PAGINA PARA QUE VEAS: http://www.todorelatos.com/relato/65266/
UN ABRAZO,
DANIEL
Y???? No hay respuesta a esta pregunta???? Tanto cuesta poner el enlace? 🙄 🙄 🙄