Minha experiência foi com minha professora do ensino médio. Ela tinha uns 36 anos, 1,68 de altura, uns quadris largos que faziam a bunda dela ficar bem empinada, peitos grandes, morena clara, cabelo longo ondulado e era gostosa. O que eu mais gostava nela era a raba dela, e ainda mais quando ela usava calça de terno; destacava tanto que dava até pra ver o contorno da calcinha. E era toda aula, porque ela sempre tirava o paletó pra dar a aula.
Ela dava Química, e todos os meus colegas concordavam como seria gostoso comer ela. Pra mim não era só isso, mas eu imaginava o tesão que seria meter no cu dela enquanto apertava os peitos dela e beijava o pescoço. O que eu não sabia é que isso ia se realizar.
Quando faltavam 2 meses pra acabar o semestre, ela precisava de alguém pra reorganizar o laboratório onde a gente fazia as práticas. Felizmente, a procura de voluntários era baixa, e dos que se inscreveram, sobraram eu e uma colega. Claro que depois eu falei com a mina em particular e ela cedeu pra eu ficar três dias por semana e ela só dois. Eu só queria ficar mais tempo olhando a raba da maldita professora.
O tempo passou e eu ficava depois da aula pra ajudar. Tudo foi acontecendo aos poucos; primeiro consegui que ela falasse comigo com mais confiança, cumprimentar ela com beijo, depois ela me pegar pela cintura quando passava e me cumprimentava, e por último fazer piada com ela.
A parte boa chegou quando ela já percebia mais minhas olhadas pra bunda dela quando passava, acho que aquilo fazia ela se sentir bem. Um dia ela começou a me perguntar mais sobre mim. A gente conversou sobre isso e mais um monte por quase uma hora sem fazer nada do trabalho, e eu já sentia o olhar dela mais safado.
No outro dia, eu tava checando umas lâminas que tinha que pedir, mas precisei perguntar algo pra ela. Aí ela chegou perto e, enquanto eu explicava, ela se colocou do meu lado e, sem mais nem menos, segurou minha nuca, mas olhando pras lâminas como se tivesse prestando atenção. Eu continuei explicando o que ela não entendia, mas comecei a sentir os dedos dela fazendo cócegas, tipo uma carícia. Eu não falei nada, mas comecei a ficar duro e o pior é que não passou até um tempinho depois. Ela fingia que não, mas bem que percebeu.
No mesmo dia, ela se ofereceu pra me dar uma carona. Por sorte, eu morava um pouco longe, e o passeio com ela durou bastante. A gente falou um monte de besteira, mas quando chegou perto da minha casa, eu me inclinei pra me despedir com um beijo, só que logo depois de dar o beijo na bochecha, eu não afastei o rosto do dela. Ela percebeu e também não se afastou, então a gente ficou a uns 3 cm de se beijar na boca. Ela disse que a gente precisava ver algo no dia seguinte, mas eu não me segurei e na hora soltei dois beijinhos rápidos na boca dela. Ela me olhou, passou a mão no meu cabelo e falou que era melhor eu ir, com um olhar meigo, como se sentisse um pouco de culpa por aquele beijo.
No outro dia, eu tava nervoso pra quando ficasse sozinho com ela no laboratório de novo. Mas ela levou na boa e não reclamou nem esclareceu nada. Mas a parte boa viria agora, porque naquele dia, antes de eu ir embora, ela me perguntou como eu tava me sentindo. O problema é que naquele dia ela tava usando um jeans que me deixava duro. Não me segurei e falei pra ela me desculpar, mas que naquele momento as pernas dela estavam me deixando louco.
Aí ela correspondeu, se aproximou e a gente começou a se beijar bem de leve; eu nem pensei e comecei também. agarrei as nádegas dela enquanto sentia a língua dela na minha boca. Depois ela começou a esfregar meu pau com a mão dela, eu já queria meter nela, mas ela disse que era melhor em outro lugar.
Aí subimos no carro dela e eu decidi dirigir pra ir pra um hotel. Ela pediu, falou que pra não perder a vontade, ia me fazer uma punheta enquanto eu dirigia. Chegando lá, peguei o quarto e subimos.
Já dentro, nos beijamos de novo, devagar. Agora sim, com confiança, comecei a acariciar e apertar a bunda dela. Porra, com aquela calça jeans, as nádegas dela quase estouravam o tecido, então sentia a bunda dela muito macia ao toque, mas ao mesmo tempo bem firme. Eu também levantava e deixava cair, e sentia como elas quicavam de tão justa que a calça era.
Ela, por sua vez, voltou a esfregar meu pau, até que já tava bem duro. Depois, ela se abaixou, puxou minha calça pra baixo e começou a me chupar, e fazia isso com muito gosto, já que começou com chupões; depois, quando tinha ele todo dentro da boca, mexia a língua e, quando tirava, fazia isso mordendo de leve. E tudo isso com aquele barulho molhado.
Eu já sentia que ia gozar, então parei ela e levantei ela de novo, peguei ela pelas nádegas e deitei ela num sofá, de um jeito que a bunda dela ficou bem empinada. Ainda não tinha tirado a calça dela, então acariciei a bunda dela enfiando a mão na altura da buceta. Ela gemia, mas era normal, nada daquelas coisas de filme pornô.
Depois, puxei a calça dela pra baixo, e o que eu já imaginava: uma calcinha brilhosa, tipo seda, azul. Que delícia! Que gostoso que tava!
Comecei a lamber e esfregar a calcinha dela bem na altura da buceta de novo. Aí ela começou a gemer mais alto, até que quase virou um grito, até que ela me deu um tapa na mão pra eu parar. Mas só deixei ela descansar um pouco, porque tirei toda a roupa dela, apertei os peitos dela e agora sim comecei a chupar a buceta dela, e do mesmo jeito, só que ela também me chupou de volta. novamente a pica (69). Lembro que enquanto chupava a buceta dela, via o cu dela, e minha vontade de meter naquele rabo já era mais forte.
Antes de eu gozar, virei ela de novo e de uma só vez meti no cu dela, que até ela sentiu forte, mas foi só aquela sensação, porque ela mesma começou a se mexer, e eu também comecei a tirar e meter minha pica. Primeiro devagar, porque queria sentir bem o cu dela.
Depois só via como ela tava comendo minha pica com o cu dela, e ao mesmo tempo apertava as bundonas dela, me inclinei chegando perto do pescoço dela pra beijar. May ela pedia pra eu falar coisas gostosas, então eu dizia que ia foder ela até encher o cu dela e coisas assim. Ela enquanto isso também falava baixinho "gostoso, papai, gostoso!!!".
Assim ficamos um tempo, tirei e demos uma relaxada. Mas depois falei "Você é uma delícia, mas quero que você coma com seu cu". Ela não topou, mas como um bom tarado, deitei em cima dela e comecei a esfregar o cu dela, depois subi a mão e comecei a querer enfiar o dedo no cu dela enquanto sussurrava baixinho, dizendo que ela ia gostar muito. Ela enquanto isso pegava minha pica com uma mão e com a outra tirava meu dedo do cu dela, como se a gente tivesse brincando.
Mas insisti tanto que finalmente ela parou de tirar meu dedo e deixou eu enfiar o dedo. Então comecei a cutucar e aos poucos até ela esquentar, e aí sim comecei a tentar meter minha pica no cu dela. No começo não conseguia, porque tava bem fechado, então enfiei o dedo de novo até abrir um pouco mais, e depois minha pica.
Agora sim ia comer ela como uma putinha, porque minha fantasia com ela era como já tinha descrito: apertar os peitos dela com as mãos enquanto metia minha pica e beijar o pescoço dela. Ela começou a gemer dizendo que doía, mas que aguentava, continuava gemendo e eu apertando os peitos dela. Que gostoso, depois de um tempo, o cu dela já tava mais molinho, mas ainda apertava minha pica quando eu tirava. Comecei a meter mais forte, sentia como ela ficava cada vez mais quente e molhada por dentro, às vezes deixava um tempinho dentro e apertava a pica. Foi uma delícia, quando já sentia que ia gozar, ela já tava falando putaria (tipo "Ah! Ah! No meu cu, porra!!", "Goza dentro!") e gemendo que nem uma puta, a cama rangia cada vez mais e os peitos dela já estavam duros e vermelhos de tanto beliscão que eu tava dando.
Quando senti que ia gozar, virei ela de barriga pra baixo rápido pra ficar totalmente por cima, ela aguentava meu peso e eu com a pica no cu dela. Peguei ela pelo cabelo, levantei a cabeça dela um pouquinho e comecei a tirar e meter mais rápido até sentir minha porra começar a jorrar dentro do cu dela, tava tudo viscoso, quente, dava pra ouvir o barulho do melado escorrendo.
Quando tirei, ela tava ensopada da minha própria porra e do suco dela. Ela virou e pegou minha pica, não chupou, só começou a bombear pra sair tudo. E aí ela só falou que eu devia ter guardado um pouco pra boca dela.
Assim termina meu relato, embora umas duas semanas depois eu comi ela de novo, só que dessa vez fiz ela engolir tudo. Desde então procuro relações onde ela aceite ser penetrada pelo cu. E é que é uma coisa deliciosa mesmo.
Essas milf são gostosas pra caralho 🤤 🤤
Ela dava Química, e todos os meus colegas concordavam como seria gostoso comer ela. Pra mim não era só isso, mas eu imaginava o tesão que seria meter no cu dela enquanto apertava os peitos dela e beijava o pescoço. O que eu não sabia é que isso ia se realizar.
Quando faltavam 2 meses pra acabar o semestre, ela precisava de alguém pra reorganizar o laboratório onde a gente fazia as práticas. Felizmente, a procura de voluntários era baixa, e dos que se inscreveram, sobraram eu e uma colega. Claro que depois eu falei com a mina em particular e ela cedeu pra eu ficar três dias por semana e ela só dois. Eu só queria ficar mais tempo olhando a raba da maldita professora.
O tempo passou e eu ficava depois da aula pra ajudar. Tudo foi acontecendo aos poucos; primeiro consegui que ela falasse comigo com mais confiança, cumprimentar ela com beijo, depois ela me pegar pela cintura quando passava e me cumprimentava, e por último fazer piada com ela.
A parte boa chegou quando ela já percebia mais minhas olhadas pra bunda dela quando passava, acho que aquilo fazia ela se sentir bem. Um dia ela começou a me perguntar mais sobre mim. A gente conversou sobre isso e mais um monte por quase uma hora sem fazer nada do trabalho, e eu já sentia o olhar dela mais safado.
No outro dia, eu tava checando umas lâminas que tinha que pedir, mas precisei perguntar algo pra ela. Aí ela chegou perto e, enquanto eu explicava, ela se colocou do meu lado e, sem mais nem menos, segurou minha nuca, mas olhando pras lâminas como se tivesse prestando atenção. Eu continuei explicando o que ela não entendia, mas comecei a sentir os dedos dela fazendo cócegas, tipo uma carícia. Eu não falei nada, mas comecei a ficar duro e o pior é que não passou até um tempinho depois. Ela fingia que não, mas bem que percebeu.
No mesmo dia, ela se ofereceu pra me dar uma carona. Por sorte, eu morava um pouco longe, e o passeio com ela durou bastante. A gente falou um monte de besteira, mas quando chegou perto da minha casa, eu me inclinei pra me despedir com um beijo, só que logo depois de dar o beijo na bochecha, eu não afastei o rosto do dela. Ela percebeu e também não se afastou, então a gente ficou a uns 3 cm de se beijar na boca. Ela disse que a gente precisava ver algo no dia seguinte, mas eu não me segurei e na hora soltei dois beijinhos rápidos na boca dela. Ela me olhou, passou a mão no meu cabelo e falou que era melhor eu ir, com um olhar meigo, como se sentisse um pouco de culpa por aquele beijo.
No outro dia, eu tava nervoso pra quando ficasse sozinho com ela no laboratório de novo. Mas ela levou na boa e não reclamou nem esclareceu nada. Mas a parte boa viria agora, porque naquele dia, antes de eu ir embora, ela me perguntou como eu tava me sentindo. O problema é que naquele dia ela tava usando um jeans que me deixava duro. Não me segurei e falei pra ela me desculpar, mas que naquele momento as pernas dela estavam me deixando louco.
Aí ela correspondeu, se aproximou e a gente começou a se beijar bem de leve; eu nem pensei e comecei também. agarrei as nádegas dela enquanto sentia a língua dela na minha boca. Depois ela começou a esfregar meu pau com a mão dela, eu já queria meter nela, mas ela disse que era melhor em outro lugar.
Aí subimos no carro dela e eu decidi dirigir pra ir pra um hotel. Ela pediu, falou que pra não perder a vontade, ia me fazer uma punheta enquanto eu dirigia. Chegando lá, peguei o quarto e subimos.
Já dentro, nos beijamos de novo, devagar. Agora sim, com confiança, comecei a acariciar e apertar a bunda dela. Porra, com aquela calça jeans, as nádegas dela quase estouravam o tecido, então sentia a bunda dela muito macia ao toque, mas ao mesmo tempo bem firme. Eu também levantava e deixava cair, e sentia como elas quicavam de tão justa que a calça era.
Ela, por sua vez, voltou a esfregar meu pau, até que já tava bem duro. Depois, ela se abaixou, puxou minha calça pra baixo e começou a me chupar, e fazia isso com muito gosto, já que começou com chupões; depois, quando tinha ele todo dentro da boca, mexia a língua e, quando tirava, fazia isso mordendo de leve. E tudo isso com aquele barulho molhado.
Eu já sentia que ia gozar, então parei ela e levantei ela de novo, peguei ela pelas nádegas e deitei ela num sofá, de um jeito que a bunda dela ficou bem empinada. Ainda não tinha tirado a calça dela, então acariciei a bunda dela enfiando a mão na altura da buceta. Ela gemia, mas era normal, nada daquelas coisas de filme pornô.
Depois, puxei a calça dela pra baixo, e o que eu já imaginava: uma calcinha brilhosa, tipo seda, azul. Que delícia! Que gostoso que tava!
Comecei a lamber e esfregar a calcinha dela bem na altura da buceta de novo. Aí ela começou a gemer mais alto, até que quase virou um grito, até que ela me deu um tapa na mão pra eu parar. Mas só deixei ela descansar um pouco, porque tirei toda a roupa dela, apertei os peitos dela e agora sim comecei a chupar a buceta dela, e do mesmo jeito, só que ela também me chupou de volta. novamente a pica (69). Lembro que enquanto chupava a buceta dela, via o cu dela, e minha vontade de meter naquele rabo já era mais forte.
Antes de eu gozar, virei ela de novo e de uma só vez meti no cu dela, que até ela sentiu forte, mas foi só aquela sensação, porque ela mesma começou a se mexer, e eu também comecei a tirar e meter minha pica. Primeiro devagar, porque queria sentir bem o cu dela.
Depois só via como ela tava comendo minha pica com o cu dela, e ao mesmo tempo apertava as bundonas dela, me inclinei chegando perto do pescoço dela pra beijar. May ela pedia pra eu falar coisas gostosas, então eu dizia que ia foder ela até encher o cu dela e coisas assim. Ela enquanto isso também falava baixinho "gostoso, papai, gostoso!!!".
Assim ficamos um tempo, tirei e demos uma relaxada. Mas depois falei "Você é uma delícia, mas quero que você coma com seu cu". Ela não topou, mas como um bom tarado, deitei em cima dela e comecei a esfregar o cu dela, depois subi a mão e comecei a querer enfiar o dedo no cu dela enquanto sussurrava baixinho, dizendo que ela ia gostar muito. Ela enquanto isso pegava minha pica com uma mão e com a outra tirava meu dedo do cu dela, como se a gente tivesse brincando.
Mas insisti tanto que finalmente ela parou de tirar meu dedo e deixou eu enfiar o dedo. Então comecei a cutucar e aos poucos até ela esquentar, e aí sim comecei a tentar meter minha pica no cu dela. No começo não conseguia, porque tava bem fechado, então enfiei o dedo de novo até abrir um pouco mais, e depois minha pica.
Agora sim ia comer ela como uma putinha, porque minha fantasia com ela era como já tinha descrito: apertar os peitos dela com as mãos enquanto metia minha pica e beijar o pescoço dela. Ela começou a gemer dizendo que doía, mas que aguentava, continuava gemendo e eu apertando os peitos dela. Que gostoso, depois de um tempo, o cu dela já tava mais molinho, mas ainda apertava minha pica quando eu tirava. Comecei a meter mais forte, sentia como ela ficava cada vez mais quente e molhada por dentro, às vezes deixava um tempinho dentro e apertava a pica. Foi uma delícia, quando já sentia que ia gozar, ela já tava falando putaria (tipo "Ah! Ah! No meu cu, porra!!", "Goza dentro!") e gemendo que nem uma puta, a cama rangia cada vez mais e os peitos dela já estavam duros e vermelhos de tanto beliscão que eu tava dando.
Quando senti que ia gozar, virei ela de barriga pra baixo rápido pra ficar totalmente por cima, ela aguentava meu peso e eu com a pica no cu dela. Peguei ela pelo cabelo, levantei a cabeça dela um pouquinho e comecei a tirar e meter mais rápido até sentir minha porra começar a jorrar dentro do cu dela, tava tudo viscoso, quente, dava pra ouvir o barulho do melado escorrendo.
Quando tirei, ela tava ensopada da minha própria porra e do suco dela. Ela virou e pegou minha pica, não chupou, só começou a bombear pra sair tudo. E aí ela só falou que eu devia ter guardado um pouco pra boca dela.
Assim termina meu relato, embora umas duas semanas depois eu comi ela de novo, só que dessa vez fiz ela engolir tudo. Desde então procuro relações onde ela aceite ser penetrada pelo cu. E é que é uma coisa deliciosa mesmo.
Essas milf são gostosas pra caralho 🤤 🤤
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