Choque idiota. Tava vindo pela avenida quando o próprio trânsito foi me parando... antes de frear, olho pelo espelho e vejo que a pessoa que vinha dirigindo atrás de mim tava falando no celular e aos gritos. Só consegui segurar firme o volante do carro e, porra... ela me deu uma traseira. "Como é que você freia assim?" foi a primeira coisa que a mina que dirigia o 307 que bateu em mim falou. Contei até 100 e, antes de responder o comentário sem noção dela, fui na parte de trás do meu carro e vi que o impacto só tinha assustado, mas não tinha quebrado nada. O carro dela sim, porque era mais baixo que o meu e, além da grade, tinha que trocar o farol.
A semana inteira vou de trem, moro na Província, mas trabalho na Capital. Tenho 34 anos e sou portuário. O carro, só uso nos fins de semana. "Não se preocupa, não fica nervosa, foi só um acidente", pedi os documentos do carro, a carteira de motorista dela (duvidava que tivesse, ela tinha 20 anos) e o cartão do seguro. Aí ela finalmente pediu desculpas e foi no carro pegar os papéis. Também não queria passar por mal-educado, já que a gata era gostosa, muito bem vestida, toda filhinha de papai. Trouxe a carteira, o seguro e o documento do carro. Mas esse último não tava no nome dela, então, assustando ela, falei que não dava pra continuar com o trâmite porque ela não tinha a autorização. Na hora, fingi que chamava uma viatura por causa da batida, pra ser sincero, só queria tirar uma grana, já que tava tudo encaminhado pra isso.
"Para, por favor, não liga!!" ela me perguntou quanto sairia o conserto, que ela me pagaria na hora, já que o carro era do pai, que trabalhava na embaixada. Ela tinha pegado sem permissão, aproveitando que o pai tava viajando. "Mil e quinhentos, dois mil", falei. Ela disse que era um roubo, e eu respondi que não se preocupasse, porque o seguro cobria.
"Não, não, espera aí". Ela procurou na bolsa, só tinha 200 reais, longe dos 1.500 / 2.000 que eu tinha sugerido. Vamos a um caixa eletrônico e eu completo pra você". Fomos, ela conhecia o lugar, porque morava no bairro, mas não conseguiu sacar mais de R$800 por segurança. Nessa altura, a gente ia os dois carros juntos, rumo à casa dela... até eu dava passagem pra ela. Quando chegamos no duplex dela (morava com uma amiga), ela pediu pra eu esperar, que ia entrar pra pegar o dinheiro e voltava. De nervoso que tava, não conseguia abrir a fechadura, então desci e ajudei. Ela me convidou pra entrar.
Tudo muito normal, me deu a grana e ficou repetindo que agradecia por eu não ter feito o BO, porque o pai dela podia ter tido problema no trabalho. Com os dois mil no bolso, falei que a história do BO era outra coisa. Que não tinha nada a ver com a grana, a grana era pelo acordo, mas o mau momento que passei e a possibilidade de fazer a denúncia ainda tava de pé.
Os olhos dela encheram de lágrima, porque ela confessou que tava falando no celular com o ex-namorado na época, porque tinha pegado ele com a chefe dela saindo de um hotel (depois de um misterioso telefonema na hora certa com essa info). E que tava num dia horrível, já que era o primeiro namorado e o primeiro homem dela.
Então, abracei ela e falei que também tinha passado por uma situação de merda com tudo que rolou. A gente tava junto, de mãos dadas (ela não sacava minhas intenções), segurei ela firme pela cintura, e quando, recostado no sofá, ela sentiu o bagulho armado, falou "que que cê tá fazendo, idiota, me solta"! Se eu soltar, aproveito o tempo que me resta e vou até a delegacia, cê não tem condições de me xingar, puxei as alças da regata dela e ela, chorando, não falava nada.
Comecei a beijar os peitos dela, ela toda hora pedia pra eu não fazer mais nada, que já bastava, mas era mais o pânico do pai descobrir o acidente do que me ter na frente dela.
Tava desesperado, com uma mão pegava as tetas dela e mordia, e com a outra, brigando com o nó da calça de moletom. Consegui desamarrá-los e, como se entendessem tudo, só se abaixaram. Eu tava com medo de que ela chupasse minha pika, sei lá por quê, então virei ela no sofá e comecei a meter.
Do êxtase da situação, não conseguia gozar. Ela também não, mas gemia o tempo todo até que conseguiu gozar. Virei ela, ela abriu minhas pernas de novo e comecei a chupar a buceta dela.. bem rosado e tudo irritado de tanto meter e meter. Com o dedo mindinho tentava preparar o cu, mas ela resistia. Ela falava pra eu acabar logo. Que ela também tava curtindo, pensando no mal que o ex-namorado tinha feito. Então, comecei a dar bombadas na bucetinha dela, ela segurava minha pika e tirava, devagarzinho ia lubrificando o buraco do cu.
Meu espírito animal me dominou e de um só impulso, enfiei tudo, tudo!! Não tirei, ela chorava, mas tinha ficado dura, eu sentia como se, de tanto esforço, tivesse cortado a cabeça da pika. Ela disse, chorando, por que eu tinha feito aquilo, que o namorado dela há 3 anos pedia e nunca conseguia. Isso me deixou mais tesudo!! Suando pra caralho, só dei mais umas estocadas e toda a porra começou a jorrar.. senti uma queimação única, por dentro e por fora.. depois que ela se levantou, com o cu escorrendo.. uma mistura de sangue e fluidos.. percebi que tinha me machucado naquela entrada violenta!
Ela pediu pra eu ir embora, que já era o suficiente, que por favor não fizesse nada com o acidente... e foi assim..
Ah, antes de ir, peguei o Iphone dela, que tinha deixado em cima da mesa.
A semana inteira vou de trem, moro na Província, mas trabalho na Capital. Tenho 34 anos e sou portuário. O carro, só uso nos fins de semana. "Não se preocupa, não fica nervosa, foi só um acidente", pedi os documentos do carro, a carteira de motorista dela (duvidava que tivesse, ela tinha 20 anos) e o cartão do seguro. Aí ela finalmente pediu desculpas e foi no carro pegar os papéis. Também não queria passar por mal-educado, já que a gata era gostosa, muito bem vestida, toda filhinha de papai. Trouxe a carteira, o seguro e o documento do carro. Mas esse último não tava no nome dela, então, assustando ela, falei que não dava pra continuar com o trâmite porque ela não tinha a autorização. Na hora, fingi que chamava uma viatura por causa da batida, pra ser sincero, só queria tirar uma grana, já que tava tudo encaminhado pra isso.
"Para, por favor, não liga!!" ela me perguntou quanto sairia o conserto, que ela me pagaria na hora, já que o carro era do pai, que trabalhava na embaixada. Ela tinha pegado sem permissão, aproveitando que o pai tava viajando. "Mil e quinhentos, dois mil", falei. Ela disse que era um roubo, e eu respondi que não se preocupasse, porque o seguro cobria.
"Não, não, espera aí". Ela procurou na bolsa, só tinha 200 reais, longe dos 1.500 / 2.000 que eu tinha sugerido. Vamos a um caixa eletrônico e eu completo pra você". Fomos, ela conhecia o lugar, porque morava no bairro, mas não conseguiu sacar mais de R$800 por segurança. Nessa altura, a gente ia os dois carros juntos, rumo à casa dela... até eu dava passagem pra ela. Quando chegamos no duplex dela (morava com uma amiga), ela pediu pra eu esperar, que ia entrar pra pegar o dinheiro e voltava. De nervoso que tava, não conseguia abrir a fechadura, então desci e ajudei. Ela me convidou pra entrar.
Tudo muito normal, me deu a grana e ficou repetindo que agradecia por eu não ter feito o BO, porque o pai dela podia ter tido problema no trabalho. Com os dois mil no bolso, falei que a história do BO era outra coisa. Que não tinha nada a ver com a grana, a grana era pelo acordo, mas o mau momento que passei e a possibilidade de fazer a denúncia ainda tava de pé.
Os olhos dela encheram de lágrima, porque ela confessou que tava falando no celular com o ex-namorado na época, porque tinha pegado ele com a chefe dela saindo de um hotel (depois de um misterioso telefonema na hora certa com essa info). E que tava num dia horrível, já que era o primeiro namorado e o primeiro homem dela.
Então, abracei ela e falei que também tinha passado por uma situação de merda com tudo que rolou. A gente tava junto, de mãos dadas (ela não sacava minhas intenções), segurei ela firme pela cintura, e quando, recostado no sofá, ela sentiu o bagulho armado, falou "que que cê tá fazendo, idiota, me solta"! Se eu soltar, aproveito o tempo que me resta e vou até a delegacia, cê não tem condições de me xingar, puxei as alças da regata dela e ela, chorando, não falava nada.
Comecei a beijar os peitos dela, ela toda hora pedia pra eu não fazer mais nada, que já bastava, mas era mais o pânico do pai descobrir o acidente do que me ter na frente dela.
Tava desesperado, com uma mão pegava as tetas dela e mordia, e com a outra, brigando com o nó da calça de moletom. Consegui desamarrá-los e, como se entendessem tudo, só se abaixaram. Eu tava com medo de que ela chupasse minha pika, sei lá por quê, então virei ela no sofá e comecei a meter.
Do êxtase da situação, não conseguia gozar. Ela também não, mas gemia o tempo todo até que conseguiu gozar. Virei ela, ela abriu minhas pernas de novo e comecei a chupar a buceta dela.. bem rosado e tudo irritado de tanto meter e meter. Com o dedo mindinho tentava preparar o cu, mas ela resistia. Ela falava pra eu acabar logo. Que ela também tava curtindo, pensando no mal que o ex-namorado tinha feito. Então, comecei a dar bombadas na bucetinha dela, ela segurava minha pika e tirava, devagarzinho ia lubrificando o buraco do cu.
Meu espírito animal me dominou e de um só impulso, enfiei tudo, tudo!! Não tirei, ela chorava, mas tinha ficado dura, eu sentia como se, de tanto esforço, tivesse cortado a cabeça da pika. Ela disse, chorando, por que eu tinha feito aquilo, que o namorado dela há 3 anos pedia e nunca conseguia. Isso me deixou mais tesudo!! Suando pra caralho, só dei mais umas estocadas e toda a porra começou a jorrar.. senti uma queimação única, por dentro e por fora.. depois que ela se levantou, com o cu escorrendo.. uma mistura de sangue e fluidos.. percebi que tinha me machucado naquela entrada violenta!
Ela pediu pra eu ir embora, que já era o suficiente, que por favor não fizesse nada com o acidente... e foi assim..
Ah, antes de ir, peguei o Iphone dela, que tinha deixado em cima da mesa.
8 comentários - Accidente con el auto .. solo meterial ( y carnal .. )
un capo, un capo