E aí, como vocês estão? Sou o "JacK", moro em Tamaulipas, México, tenho 19 anos, sou branquelo, alto e tenho um corpo legal graças ao tempo que passo na academia todo dia pra me manter em forma e ficar mais atraente. Enfim, o que vou contar agora é totalmente verdade e aconteceu comigo há uns dois anos e meio, durante umas férias numa cidade do Texas, EUA.
Era verão de 99 e fui visitar os EUA com meus pais. Era minha primeira vez no país, então fiquei maravilhado com a quantidade de homens gatos que tinha por lá. De vez em quando, eu dava uma flertada discreta com algum só pra "deixar minha marca", como dizem por aí. Nos primeiros dias não consegui nada, então desisti e me resignei a não ter nenhuma aventura durante minha estadia.
Eu tenho insônia, então ficava vendo TV até tarde. Numa dessas, achei uma estação de rádio que não lembro o nome, mas que lá pelas 00:00 passava um programa de sexo onde as pessoas falavam e contavam experiências de todo tipo ou tiravam dúvidas com o especialista que estava na cabine. No final, sempre liam uma carta erótica (ou até pornográfica) onde o escritor detalhava e explicava cada coisa que acontecia durante a sessão quente descrita na carta. Todo dia eu ouvia o programa (considerando que minhas férias duraram uns 3 meses) e não ia dormir sem escutar o final e dar uma boa punheta no banheiro. O apartamento onde ficamos só tinha um quarto com cama de casal, onde meus pais dormiam. Eu estendia uns cobertores no chão da sala e dormia super de boa.
Um dia, nós três estávamos vendo TV na sala e minha mãe acabou dormindo no chão. Eu fui ouvir meu programa no walkman que tinha levado (por motivos óbvios não dava pra escutar no estéreo) e meu pai foi para o quarto dormir, porque entrava bem cedo no trabalho. No rádio, ouvia um homem contando uma aventura que teve com uma mulher bem mais nova, sendo casado. A história estava ficando muito boa e eu já estava com o pau duríssimo (tenho uma ferramenta muito boa, 19 cm de comprimento e 4 de grossura) e tinha vontade de ir ao banheiro para uma boa sessão de prazer, mas esperei o programa acabar. Quando terminou, eu já não aguentava mais, sentia que só de me tocar teria um megaorgasmo. Entrei no quarto e, antes de ir ao banheiro, por alguma razão olhei para a cama onde meu pai estava. Ele dormia com uma cueca boxer que, pessoalmente, eu gostava muito. Era de seda e dava para ver muito bem o volume dele, que não estava duro, dava para ver que estava em repouso, mas não pude evitar ficar ainda mais excitado com aquela imagem. Meu pai tem 48 anos, é alto e, embora tenha um corpo bem cuidado, a barriga aparece um pouco, mas mesmo assim senti uma grande atração por ele. Naquele momento, imaginei mil coisas, mas era uma ideia totalmente maluca tentar seduzir meu pai, ou pelo menos foi o que pensei no começo. Não resisti mais e comecei a me aproximar devagar, coloquei meu rosto na altura do pau dele e respirei seu cheiro, mmmm... que delícia, cheirava fresco, ele tinha acabado de tomar banho antes de dormir, e naquele cheiro se misturava seu odor característico de macho. Depois comecei a roçar meus lábios na cueca dele e senti a temperatura do pau, que ainda não mostrava sinais de excitação. Eu continuava com meu pau no limite. Depois comecei a tocar seu pênis com as mãos para sentir (pela primeira vez) um pau que não era o meu, e novamente com a boca percorri ele por cima da cueca, abri a boca e coloquei dentro, depois me afastei e comecei a tirá-lo pela abertura da cueca. Estava lindo, mesmo enrugado era macio e muito peludo, do jeito que eu gosto. Foi quando saiu por completo que começou a reagir, notei uma mudança no tamanho, mas ela continuava mole, e sem pensar eu lambi ela inteira devagar para não acordá-lo, e a cada vez ela ficava maior e mais dura, até que chegou ao seu comprimento máximo que era cerca de 22 cm. (eu calculei porque era maior que a minha). Eu já não sabia o que fazer, porque não queria que ele acordasse, então preferi colocá-la de volta na cueca e ir me masturbar como sempre fazia no banheiro e justo quando eu estava colocando ela de volta, senti sua mão pegar a minha, nisso virei para vê-lo e ele me disse em voz baixa - Já cansou? Ou não gostou? Naquele momento eu não sabia o que fazer, estava nerviosíssimo e além de assustado, nisso ele me pegou pela cabeça e me direcionou para o pau dele que estava meio para fora, eu só roçava meus lábios suavemente nele. Depois de um momento ele me ordenou que trancasse a porta para que minha mãe não entrasse, eu fui e tranquei a porta, enquanto ele se sentava na cama para ficar mais confortável, eu me aproximei e fui direto para o pau dele, coloquei na minha boca e chupei como se minha vida dependesse disso, dava para ver que ele estava curtindo muito a julgar pela cara dele, às vezes seus olhos ficavam em branco, era minha primeira vez chupando um pau, mas nessas seções de relatos a gente aprende muito e era minha oportunidade de colocar em prática, levei uns 10 minutos chupando ele, quando de repente ele me disse para parar, porque não queria gozar ainda, que ainda tinha mais coisas preparadas para mim. Ele desceu no chão e me disse para ficar de quatro, eu já imaginava o que vinha a seguir e embora estivesse um pouco inseguro, pelo tamanho do pau do meu pai e a dor que eu tinha certeza que ia sentir, aceitei e fiquei nessa posição, senti como ele começou a brincar com o dedo indicador em volta do meu cu, enfiava um pouco e depois tirava para enfiar dois depois, então senti sua língua quente dentro de mim, eu me sentia nas nuvens com o que ele estava fazendo, continuou com sua jogo dos dedos, meteu um, dois, três, quatro dedos!! Quando viu que meu cu estava bem dilatado, ele disse:
- Que bem você aguenta, hein!
Ele me dizia essas palavras com a respiração curta e ofegante, dava pra ver que estava curtindo muito.
- Faz tempo que eu tinha reparado em você, eu ficava duro só de te ver de maiô na piscina da casa. Seu pau nota-se que herdou de mim, você o tem muito bom e suculento.
Nisso senti uma pressão no meu cu diferente da que sentia com os dedos, virei um pouco pra ver e percebi que era a cabeça do pau dele que já estava entrando, pouco a pouco. A dor que senti no início se transformou num prazer que nunca tinha experimentado. Ele empurrava devagar para não me machucar, afinal eu era seu filho caçula. Lentamente ia sentindo como aquele pedaço imenso de carne dura entrava em mim, meu cu ia devorando devagarzinho até que senti o impacto dos ovos enormes dele contra minhas nádegas duras. Ele me cavalgou por cerca de 20 minutos, tinha muita resistência. Quando sentia que já ia gozar, diminuía a velocidade para curtir ainda mais, até que num momento não resistiu mais e começou a me dar mais forte e mais forte e mais forte, até que senti como ele inundava minhas entranhas de porra quente que parecia queimar meu intestino, mas era delicioso sentir. Meu pai, tinha me enchido do mesmo sêmen do qual eu tinha nascido, era delicioso sentir como seu pau imponente perdia potência dentro do meu cu que não era mais virgem.
De repente ouvi o que desejava ouvir desde o início:
- Agora é sua vez de curtir
Ele me ordenou que deitasse na cama de barriga para cima, e ele começou a chupar meu pau, que disse ter um sabor esquisito. Ele fazia com uma maestria que eu nunca teria imaginado dele, percorria a cabeça com a língua e depois descia até os ovos e os colocava na boca e sugava forte, selvagem e delicioso. Eu não aguentei tanto quanto ele, e quando senti que já não... dava pra mais
eu fiz ele perceber e ele parou a tempo, foi então que ele subiu à altura
do meu rosto e depositou na minha boca um beijo tão ardente que até pude
sentir o gosto dos meus líquidos pré-ejaculatórios na língua dele (soube
porque quando me masturbava às vezes gostava de provar minha própria
porra).
Depois ele se levantou de novo e sentou no meu pau, sem nem mesmo
lubrificar o cu, disse que o boquete que tinha acabado de fazer seria
suficiente, então começou a enfiar o pau pouco a pouco no cu, era
fantástico sentir aquele cu quente abraçando toda a minha carne e
apertando com força, os movimentos dele me deixavam louco, até o momento em
que eu disse que ia gozar, avisei e ele começou a se mover mais rápido e
mais forte até que, num grito abafado, comecei a jorrar jatos de porra e
depositá-los no cu dele, jato atrás de jato, nunca tinha gozado dessa
forma, foi o orgasmo maior e mais prazeroso que já tive, depois
quando meu pau ficou mole, tirei do cu dele e os dois caímos
exaustos na cama, eu deitado no peito dele.
No dia seguinte ele se levantou bem cedo para ir trabalhar, mas não antes de eu
dar uma boa mamada rápida para melhorar seu desempenho no trabalho,
depois conversamos sobre o que aconteceu naquela noite e combinamos de repetir sempre
que tivéssemos oportunidade e manter a boca fechada sobre tudo isso.
Espero que meu relato tenha sido do agrado de vocês, gostaria de contar outras
experiências muito boas que tive depois com amigos, mas acho
que é melhor fazer em outra ocasião, se quiserem me conhecer de alguma
forma, podem me escrever no meu e-mail:
e_jack9@hotmail.com
uso o serviço do messenger, caso queiram me adicionar na lista, eu
vou adorar bater um papo com vocês, muito obrigado pelo tempo de vocês e continuem
aproveitando essa página incrível que nos dá a oportunidade de ter tudo ao nosso
alcance. fim
Era verão de 99 e fui visitar os EUA com meus pais. Era minha primeira vez no país, então fiquei maravilhado com a quantidade de homens gatos que tinha por lá. De vez em quando, eu dava uma flertada discreta com algum só pra "deixar minha marca", como dizem por aí. Nos primeiros dias não consegui nada, então desisti e me resignei a não ter nenhuma aventura durante minha estadia.
Eu tenho insônia, então ficava vendo TV até tarde. Numa dessas, achei uma estação de rádio que não lembro o nome, mas que lá pelas 00:00 passava um programa de sexo onde as pessoas falavam e contavam experiências de todo tipo ou tiravam dúvidas com o especialista que estava na cabine. No final, sempre liam uma carta erótica (ou até pornográfica) onde o escritor detalhava e explicava cada coisa que acontecia durante a sessão quente descrita na carta. Todo dia eu ouvia o programa (considerando que minhas férias duraram uns 3 meses) e não ia dormir sem escutar o final e dar uma boa punheta no banheiro. O apartamento onde ficamos só tinha um quarto com cama de casal, onde meus pais dormiam. Eu estendia uns cobertores no chão da sala e dormia super de boa.
Um dia, nós três estávamos vendo TV na sala e minha mãe acabou dormindo no chão. Eu fui ouvir meu programa no walkman que tinha levado (por motivos óbvios não dava pra escutar no estéreo) e meu pai foi para o quarto dormir, porque entrava bem cedo no trabalho. No rádio, ouvia um homem contando uma aventura que teve com uma mulher bem mais nova, sendo casado. A história estava ficando muito boa e eu já estava com o pau duríssimo (tenho uma ferramenta muito boa, 19 cm de comprimento e 4 de grossura) e tinha vontade de ir ao banheiro para uma boa sessão de prazer, mas esperei o programa acabar. Quando terminou, eu já não aguentava mais, sentia que só de me tocar teria um megaorgasmo. Entrei no quarto e, antes de ir ao banheiro, por alguma razão olhei para a cama onde meu pai estava. Ele dormia com uma cueca boxer que, pessoalmente, eu gostava muito. Era de seda e dava para ver muito bem o volume dele, que não estava duro, dava para ver que estava em repouso, mas não pude evitar ficar ainda mais excitado com aquela imagem. Meu pai tem 48 anos, é alto e, embora tenha um corpo bem cuidado, a barriga aparece um pouco, mas mesmo assim senti uma grande atração por ele. Naquele momento, imaginei mil coisas, mas era uma ideia totalmente maluca tentar seduzir meu pai, ou pelo menos foi o que pensei no começo. Não resisti mais e comecei a me aproximar devagar, coloquei meu rosto na altura do pau dele e respirei seu cheiro, mmmm... que delícia, cheirava fresco, ele tinha acabado de tomar banho antes de dormir, e naquele cheiro se misturava seu odor característico de macho. Depois comecei a roçar meus lábios na cueca dele e senti a temperatura do pau, que ainda não mostrava sinais de excitação. Eu continuava com meu pau no limite. Depois comecei a tocar seu pênis com as mãos para sentir (pela primeira vez) um pau que não era o meu, e novamente com a boca percorri ele por cima da cueca, abri a boca e coloquei dentro, depois me afastei e comecei a tirá-lo pela abertura da cueca. Estava lindo, mesmo enrugado era macio e muito peludo, do jeito que eu gosto. Foi quando saiu por completo que começou a reagir, notei uma mudança no tamanho, mas ela continuava mole, e sem pensar eu lambi ela inteira devagar para não acordá-lo, e a cada vez ela ficava maior e mais dura, até que chegou ao seu comprimento máximo que era cerca de 22 cm. (eu calculei porque era maior que a minha). Eu já não sabia o que fazer, porque não queria que ele acordasse, então preferi colocá-la de volta na cueca e ir me masturbar como sempre fazia no banheiro e justo quando eu estava colocando ela de volta, senti sua mão pegar a minha, nisso virei para vê-lo e ele me disse em voz baixa - Já cansou? Ou não gostou? Naquele momento eu não sabia o que fazer, estava nerviosíssimo e além de assustado, nisso ele me pegou pela cabeça e me direcionou para o pau dele que estava meio para fora, eu só roçava meus lábios suavemente nele. Depois de um momento ele me ordenou que trancasse a porta para que minha mãe não entrasse, eu fui e tranquei a porta, enquanto ele se sentava na cama para ficar mais confortável, eu me aproximei e fui direto para o pau dele, coloquei na minha boca e chupei como se minha vida dependesse disso, dava para ver que ele estava curtindo muito a julgar pela cara dele, às vezes seus olhos ficavam em branco, era minha primeira vez chupando um pau, mas nessas seções de relatos a gente aprende muito e era minha oportunidade de colocar em prática, levei uns 10 minutos chupando ele, quando de repente ele me disse para parar, porque não queria gozar ainda, que ainda tinha mais coisas preparadas para mim. Ele desceu no chão e me disse para ficar de quatro, eu já imaginava o que vinha a seguir e embora estivesse um pouco inseguro, pelo tamanho do pau do meu pai e a dor que eu tinha certeza que ia sentir, aceitei e fiquei nessa posição, senti como ele começou a brincar com o dedo indicador em volta do meu cu, enfiava um pouco e depois tirava para enfiar dois depois, então senti sua língua quente dentro de mim, eu me sentia nas nuvens com o que ele estava fazendo, continuou com sua jogo dos dedos, meteu um, dois, três, quatro dedos!! Quando viu que meu cu estava bem dilatado, ele disse:
- Que bem você aguenta, hein!
Ele me dizia essas palavras com a respiração curta e ofegante, dava pra ver que estava curtindo muito.
- Faz tempo que eu tinha reparado em você, eu ficava duro só de te ver de maiô na piscina da casa. Seu pau nota-se que herdou de mim, você o tem muito bom e suculento.
Nisso senti uma pressão no meu cu diferente da que sentia com os dedos, virei um pouco pra ver e percebi que era a cabeça do pau dele que já estava entrando, pouco a pouco. A dor que senti no início se transformou num prazer que nunca tinha experimentado. Ele empurrava devagar para não me machucar, afinal eu era seu filho caçula. Lentamente ia sentindo como aquele pedaço imenso de carne dura entrava em mim, meu cu ia devorando devagarzinho até que senti o impacto dos ovos enormes dele contra minhas nádegas duras. Ele me cavalgou por cerca de 20 minutos, tinha muita resistência. Quando sentia que já ia gozar, diminuía a velocidade para curtir ainda mais, até que num momento não resistiu mais e começou a me dar mais forte e mais forte e mais forte, até que senti como ele inundava minhas entranhas de porra quente que parecia queimar meu intestino, mas era delicioso sentir. Meu pai, tinha me enchido do mesmo sêmen do qual eu tinha nascido, era delicioso sentir como seu pau imponente perdia potência dentro do meu cu que não era mais virgem.
De repente ouvi o que desejava ouvir desde o início:
- Agora é sua vez de curtir
Ele me ordenou que deitasse na cama de barriga para cima, e ele começou a chupar meu pau, que disse ter um sabor esquisito. Ele fazia com uma maestria que eu nunca teria imaginado dele, percorria a cabeça com a língua e depois descia até os ovos e os colocava na boca e sugava forte, selvagem e delicioso. Eu não aguentei tanto quanto ele, e quando senti que já não... dava pra mais
eu fiz ele perceber e ele parou a tempo, foi então que ele subiu à altura
do meu rosto e depositou na minha boca um beijo tão ardente que até pude
sentir o gosto dos meus líquidos pré-ejaculatórios na língua dele (soube
porque quando me masturbava às vezes gostava de provar minha própria
porra).
Depois ele se levantou de novo e sentou no meu pau, sem nem mesmo
lubrificar o cu, disse que o boquete que tinha acabado de fazer seria
suficiente, então começou a enfiar o pau pouco a pouco no cu, era
fantástico sentir aquele cu quente abraçando toda a minha carne e
apertando com força, os movimentos dele me deixavam louco, até o momento em
que eu disse que ia gozar, avisei e ele começou a se mover mais rápido e
mais forte até que, num grito abafado, comecei a jorrar jatos de porra e
depositá-los no cu dele, jato atrás de jato, nunca tinha gozado dessa
forma, foi o orgasmo maior e mais prazeroso que já tive, depois
quando meu pau ficou mole, tirei do cu dele e os dois caímos
exaustos na cama, eu deitado no peito dele.
No dia seguinte ele se levantou bem cedo para ir trabalhar, mas não antes de eu
dar uma boa mamada rápida para melhorar seu desempenho no trabalho,
depois conversamos sobre o que aconteceu naquela noite e combinamos de repetir sempre
que tivéssemos oportunidade e manter a boca fechada sobre tudo isso.
Espero que meu relato tenha sido do agrado de vocês, gostaria de contar outras
experiências muito boas que tive depois com amigos, mas acho
que é melhor fazer em outra ocasião, se quiserem me conhecer de alguma
forma, podem me escrever no meu e-mail:
e_jack9@hotmail.com
uso o serviço do messenger, caso queiram me adicionar na lista, eu
vou adorar bater um papo com vocês, muito obrigado pelo tempo de vocês e continuem
aproveitando essa página incrível que nos dá a oportunidade de ter tudo ao nosso
alcance. fim
2 comentários - Programa de Rádio Erótico Pai e Filho