Naquela noite em que finalmente comi a buceta da minha irmã e ela chupou minha pica, dormi como nunca, pensando no que tinha acontecido e que ainda tínhamos uma semana inteira pela frente, sozinhos em casa.
No dia seguinte, acordei bem tarde. Devia ser umas 12 horas ou algo assim. Como já disse, estávamos em junho e fazia um calor danado em Madri. Levantei vestido como tinha dormido, com meu short de pijama sem cueca nem nada e sem camiseta. Saí meio sonolento, mas a imagem que vi ao chegar na cozinha me fez acordar de repente. Lá estava minha irmã se preparando o café da manhã vestida só com uma tanga e um sutiã pretos. A bunda dela ficava perfeita com aquela tanga tão fininha se metendo entre as nádegas. Queria começar a manhã seguindo aquela vibe boa que tínhamos à noite, então me aproximei sem dizer nada e, ao passar por ela, acariciei a bunda dela com a mão, dizendo:
- Bom dia, maninha.
- Oi, Raul.
Assim que ela disse isso, olhou pro meu pacote, que já marcava um volume considerável, e falou:
- Pô, como é que você já tá assim de manhã, hein?
- É que com o cenário que tenho logo ao acordar... Porque, nossa, como você tá.
- Com esse calor que faz e, como estamos sozinhos, pensei que assim fico mais confortável. Além disso, acho que não te incomoda.
- Incomodar? Pelo contrário. Eu adoro que você ande tão levinha de roupa.
- É, já dá pra perceber te vendo - e enquanto falava isso, esticou a mão e tocou minha pica por cima do short. Agarrou ela, e minha pica ficou dura na hora. - Reage na hora. Que despertar você tem!
- Moça, com esse modelito que você tá usando e ainda tocando, então...
Depois sentamos pra tomar café. Ela na minha frente. Eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela, como o sutiã os apertava. Parecia que ia estourar a qualquer momento. Eram enormes, juntos e bem redondos. Então não pude evitar perguntar:
- Ei, qual é o tamanho desse sutiã que você tá usando?
- Um 100. — Por quê?
— É que parece que te ficou pequeno. Parece que vão escapar por cima.
— Pois é. Nesse modelo eu tenho que usar 105, mas não tinha.
— Então ficou um luxo em você. Tá me deixando louco.
A gente riu e continuou tomando café. Era uma situação muito excitante, mas ao mesmo tempo os dois se sentiam super à vontade.
Durante a manhã inteira, não pararam de rolar situações quentes toda vez que a gente se cruzava pela casa. Ela, a todo momento, pegava na minha pica e ria das tesões que me dava sem parar. Eu ficava doido vendo ela andar pela casa, mexendo o corpo e olhando como os peitos dela balançavam a cada movimento, tentando escapar do sutiã apertado. Eu resolvi me soltar também e, numa vez que ela tava fazendo alguma coisa na sala, cheguei por trás e agarrei os peitos dela enquanto encostava meu volume na bunda dela. Adorava a sensação de sentir os peitos dela nas minhas mãos. Eram incríveis, enormes, vazavam das minhas mãos. A gente ria dessas brincadeiras. E também ficava excitado. Era uma situação foda.
Na hora do almoço, minha irmã falou que ia sair porque tinha encontro com uma amiga e que voltaria na hora do jantar. Disse que ia tomar banho. E enquanto falava, deixou o sutiã cair e tirou a calcinha fio dental, ficando pelada na minha frente. Virou-se e foi pro banheiro. O rebolado da bunda dela me hipnotizou, e eu segui ela até o banheiro. Ela não tinha fechado nem a porta nem a cortina do chuveiro. Fiquei besta olhando ela tomar banho, desejando ser a esponja que percorria o corpo todo dela. Tava tão vidrado vendo ela que nem percebi que minha pica tava dura pra caralho. O volume na minha calça de pijama era tão óbvio que minha irmã me olhou e, rindo, falou:
— Como você ficou, hein? Se já me viu pelada.
— Não importa. É que você tem um corpo incrível e uns peitos que não são normais, irmãzinha. Olha como me deixou — enquanto falei isso, peguei minha calça e puxei pra baixo. deixando meu pau no ar, totalmente duro
— Você vai ter razão — ela me disse — porque eu vejo esse pedaço de ferramenta que você tem e fico nervosinha também. Por mais que eu veja, ainda não acredito que você tem ele tão grande.
— Então estamos iguais.
Depois disso, ela falou a frase que me deixou com tesão o dia inteiro.
— Se você quiser, quando eu chegar hoje à noite, a gente faz uma sessão igual à de ontem.
— Por mim, topo. Já viu como você me deixa de pau duro a manhã toda, então... tô doido pra isso.
— A verdade é que eu também queria repetir, pra que vamos nos enganar.
— Beleza, Sandra, então te espero aqui, porque além disso não vou sair, e se tivesse algum compromisso, cancelava.
— Beleza, então chego lá pelas 10 ou por aí, ok?
— Ok, tô aqui.
Depois disso, ela entrou no chuveiro e eu fui um pouco jogar no computador, ela se vestiu e foi embora.
A tarde inteira não parei de pensar no que íamos fazer depois, ficava de pau duro toda vez que pensava na minha irmã, então decidi que queria dar uma boa gozada nela e, além disso, não conseguia evitar bater uma quando pensava nisso, então de vez em quando dava umas punhetas no meu pau, queria ir preparando ele pra depois, e quando fazia assim, conseguia que a gozada fosse espetacular. Ficar me masturbando por muito tempo, mas parando de vez em quando, fazia com que, na hora de descarregar, a quantidade de porra fosse incrível.
A tarde pareceu eterna. Não via a hora de minha irmã chegar. Meu pau tava estourando de tanto leite, então decidi me acalmar um pouco e esperar ela vendo um filme.
Já eram umas dez menos quinze, mais ou menos, naquela noite tava fazendo bastante calor, e decidi ficar pelado esperando ela pra dar uma surpresa quando ela entrasse pela porta e me visse. Lá estava eu esperando minha irmã no sofá, completamente nu e com o pau meia-bomba, ou como a gente diz, morcilhona. Nessa situação, meu pau devia estar por volta dos 17 ou 18 cm e já tava bem grosso também. Finalmente chegou, demorou um pouco mais do que o esperado, já que chegou lá pelas 10 e meia. Não vi como ela saiu de casa vestida e, quando a vi entrar na sala, fiquei besta olhando pra ela. Ela estava vestindo uma camisa listrada justa e aberta, deixando um bom decote, onde dava pra ver um sutiã verde, que valorizava pra caralho os peitos dela, um cinto largo branco e uma minissaia jeans bem curtinha. Ela parou na porta da sala, me olhou, sorriu e disse:
- Pô, que confortável você está, hein? Tava me esperando?
- Claro. Já pensei que não vinha, já que tá mais tarde.
- Não, cara, como vou perder isso. Que espetáculo! Olha só que pedaço de pica que você tem. E isso que ainda não tá duro. Eu alucino cada vez mais! - ela disse enquanto se aproximava do sofá e se posicionava bem na minha frente, olhando pra minha pica o tempo todo.
- Bom, então vou ficar confortável também. Tudo bem pra você?
- Claro.
Ela começou a desabotoar a camisa. Desabotoou toda e tirou, deixando do meu lado no sofá. O sutiã que ela usava ficava estupendo. Em seguida, tirou o cinto e desabotoou a saia. Ela caiu no tapete, ela levantou as pernas e pegou, deixando à mostra a calcinha fio-dental verde que combinava com o sutiã. Minha pica começou a reagir e a ficar cada vez mais dura. Minha irmã, ao ver, me olhou e, sorrindo, disse:
- Pô, minha amiguinha tá começando a reagir.
Enquanto dizia isso, levou as mãos às costas, desabotoou o sutiã e, diante de mim, apareceram de novo aqueles dois peitos maravilhosos, com os bicos já totalmente duros apontando pra cima. Isso fez com que meu pau ficasse totalmente duro. Minha irmã riu ao ver como minha pica pulou pra cima. Em seguida, pegou a calcinha fio-dental e puxou pra baixo até ela cair também no chão, deixando à mostra aquela buceta linda que eu tinha comido no dia anterior. Eu, de novo, fiquei besta, com minha pica apontando pra cima. Minha irmã foi quem começou. ele disse:
- Bom, irmãozinho, tô morrendo de vontade de chupar essa pica e tenho certeza que você também, então não vou esperar mais.
Assim que falou isso, se ajoelhou na minha frente, igual fez no dia anterior, e dessa vez não foi devagar não: de primeira já engoliu mais da metade do meu pau de uma vez. Eu tava morrendo de prazer. Ela começou a chupar com força, dava pra ver que tava com vontade. Ficou assim uns dois minutos, tirou da boca e falou:
- Hoje tô gostando ainda mais que ontem. Parece que você tá até maior. Essa pica é uma loucura. Nem sei como cabe na minha boca. E enquanto falava, já engoliu meu pau de novo.
Eu ri e falei que as melhores boquetas que já tinha recebido na vida eram as dela. Tava muito excitado. Queria chupar a buceta da minha irmã, então sugeri a gente fazer um 69. Ela adorou a ideia, e a gente se ajeitou no sofá. Eu deitei de barriga pra cima e minha irmã se posicionou de bruços. Ela pegou meu pau de novo e começou a chupar sem parar. Eu aproveitei a vista daquela buceta a centímetros do meu rosto. Passei a mão nela. Já tava bem molhada. E logo aproximei meu rosto pra meter minha boca nela e aproveitar por completo. Mais uma vez senti aquele gosto, aquela buceta macia enchendo minha boca. Que sensação ter a buceta da minha irmã na minha boca enquanto ela me chupava! Era uma enxurrada de sensações. Tava adorando, mas queria mais. Queria foder minha irmã, e as palavras saíram da minha boca quase sem pensar, acho que nem raciocinei no que tava dizendo, mas falei:
- Ei, Sandra, posso te foder?
Minha irmã tirou meu pau da boca, virou a cabeça, me olhou e disse:
- ¿¿¿¿¡¡¡¡Você quer que a gente foda!!!!????
- Sim, claro. Adoraria. Eu sei que somos irmãos, mas não acho que vá dar nada nem seja algo errado. Os dois querem fazer isso e acho que podia ser incrível. Então, o que me diz?
- Bom, verdade, acho que não fazemos mal a ninguém e além disso... adoraria ter esse pauzão dentro de mim porque não acho que vou encontrar outro igual nunca mais.
E pra reafirmar a decisão dela, ela se levantou do sofá e me mandou segui-la até o quarto dela. Eu fiquei uns segundos no sofá, com a pioca totalmente dura, molhada pela saliva da minha irmã e pensando no que ia rolar. Eu ia foder minha irmã. Não podia acreditar. Em instantes minha piroca estaria dentro da buceta da minha irmã. Tinha certeza que ia ser uma transa do caralho. Levantei e fui pro quarto. Quando cheguei, vi minha irmã de costas, inclinada, me dando uma visão da raba e da buceta dela por trás que era uma delícia. Tava brilhando, molhadinha. Ela tava procurando alguma coisa numa gaveta, então perguntei:
- O que cê tá procurando, Sandra?
- Ah, as camisinhas. Devia ter alguma por aqui porque agora não tô tomando pílula e é melhor a gente usar.
Eu ri. Minha irmã não entendeu porquê e perguntou:
- Mas do que cê tá rindo?
- Não precisa ficar procurando não. Já trouxe uma das minhas.
- Por quê? – ela perguntou.
- É que acho que as camisinhas que você tem não vão servir em mim. Eu uso as xxl da Durex porque as outras não cabem. E essas até apertam um pouco.
- Porra, é verdade! Nem tinha pensado que esse pedaço de pica não cabe numa camisinha normal. Nunca conheci ninguém que usasse esse tipo. Vai lá, pega uma que te espero aqui.
Não demorei nada e voltei com a camisinha, me deitei na cama e coloquei. Minha piroca tava dura pra caralho. Minha ereção não baixava nem um pouco. Minha irmã tava de joelhos do meu lado, olhando eu colocar a camisinha. Já tava pronto, então falei:
- Beleza, então quando você quiser. Como cê quer começar? Quer ficar por cima?
- Sim, adoro ficar por cima. Vai ser uma delícia ter esse pedaço de pau dentro de mim. Tô com a buceta encharcada, irmãozinho.
Enquanto falava isso, ela se posicionou em cima de mim. A ponta da minha piroca tava a centímetros da entrada da buceta dela. Olhou nos meus olhos e começou a descer até que minha cabeça roçou na buceta dela. Um arrepio percorreu meu corpo. Em segundos, eu estaria fodendo minha irmã. Minha irmã sentiu meu pau na buceta dela e começou a descer devagar, bem lentamente. Eu olhava a cara de prazer dela e via como aquela buceta linda se abria pra receber meu pauzão. Ela continuou descendo. A buceta dela já tinha engolido toda minha cabeça, mas ainda tinha muito pau pra entrar. Ela foi descendo aos poucos. Já tinha metade do meu pau dentro. Minha irmã já se contorcia de tesão e dizia:
- Ai, meu Deeeeeus, que grosso que é! Parece que tão me partindo no meio. Só entrei com metade do teu pau e já é incrível. Quero ele todo!
Ela continuou descendo, até que em instantes meu pau inteiro estava enterrado dentro da minha irmã. Olhei pra ela. Ela estava com os olhos semi-cerrados e o corpo começou a tremer. Ela tava gozando. Ia gozar só de meter meu pau! E foi isso mesmo, porque ela disse:
- Caralho, Raúl, tô gozando, tô gozandooooo. Você fez eu gozar só de meter esse pedaço de pau. Deus, que loucura!
Ela ficou uns segundos parada com meu pauzão todo dentro. Levou as mãos ao cabelo, com os olhos semi-cerrados. Mordia o lábio e sorria. Eu ri também e falei:
- Isso é só o começo. Ainda vem o melhor, irmãzinha.
Estiquei as mãos e levei elas até a bunda dela. Agarrei com força e levantei ela devagar até a metade do meu pau, e devagar de novo desci ela. Que delícia sentir a buceta da minha irmã apertando meu pau! Minha irmã suspirava e eu, aos poucos, comecei a acelerar o ritmo, subindo e descendo minha irmã com as mãos na bunda dela. Os peitos dela começaram a balançar no ritmo que ela quicava em cima de mim. Ela cada vez dava mais ritmo e subia mais. Quase até a ponta do meu pau. Essa é a vantagem de ser tão comprido. As minas adoram porque têm muita liberdade de movimento. Podem quicar à vontade que o pau não sai da buceta. Minha irmã cada vez quicava com mais força. Os gemidos dela tavam cada vez mais altos e eu ficava muito mais tarado. Ela apoiava as mãos no meu peito e levantava o corpo até a ponta do meu pau pra depois cair de novo de uma vez e engolir ele todo. O movimento dos peitos dela me hipnotizava, e a cara de prazer dela também. Soltei uma mão da bunda dela e levei até um dos peitos, e amassei ele com as minhas mãos. Amo os peitos dela. São enormes e lindos. Com uns bicos escuros, bem duros, que apontam pra cima. Levei a mão até o mamilo dela e apertei ele de leve. Eu também tava suspirando. Tava me dando muito tesão do jeito que ela me montava. Ela fazia com força, quicando até a ponta do meu pau e caindo de novo em cima dele. Era foda. Ela gemia alto e falava umas frases tipo:
- Caralho, Raúl, você vai me arrebentar com esse pedaço de pau. Parece que vai sair pela minha boca.
Esses comentários me deixavam ainda mais tarado e eu metia mais forte. Eu também fazia comentários sobre como ela transava bem ou sobre os peitos dela, porque sabia que isso também deixava ela com tesão. Ficamos assim uns minutos e resolvi fazer uma coisa que geralmente todas gostavam. Pra dar uma agitada no corpo dela e ela descansar de tanto quicar, agarrei minha irmã pelas costas e puxei ela pra mim, inclinada pra frente com o meu pau todo dentro, e falei pra ela me deixar fazer. Inclinada nessa posição, ela levantou um pouco a bunda, deixando meu pau sair até mais da metade, então abracei ela forte e comecei a meter com força. A cara da minha irmã tava a poucos centímetros da minha e quando eu dei a primeira enfiada, ela soltou um gemido do caralho e continuou gemendo a cada metida que eu dava. Eu metia forte. Tirava o pau e enfiava bem rápido e forte até minhas bolas baterem na buceta dela, fazendo aquele barulho tão peculiar que excita pra caralho. Minha irmã começou a falar:
- Deus, maninho, que loucura! Não para, por favor, não para. Me fode forte, me fode sem parar.
Isso me deixou a mil por hora e Sem parar de meter pirocada, falei pra ela:
- Não vou parar não, irmãzinha. Adoro te foder. Você tem uma buceta do caralho e manda muito bem. Fode como uma deusa, Sandra.
Continuei fodendo ela assim por uns minutos, quando de repente senti ela me abraçar mais forte e falar:
- Mete forte, Raul, por favor. Não para que eu vou gozar de novo.
Acelerei um pouco mais o ritmo. Eu ainda tava de boa. Já falei que costumo aguentar muito e sabia que ainda tinha lenha pra queimar, então acelerei pra ela gozar de novo. Dei umas estocadas mais rápidas e fortes e senti ela gozando de novo.
- Ahhhh Ahhh simmm siiiim tô gozando Raul tô gozandooooooooo.
Senti a buceta dela se contraindo e fui diminuindo o ritmo aos poucos pra ela aproveitar o orgasmo. Minha irmã se levantou de novo e jogou a cabeça pra trás soltando um baita suspiro. Depois olhou pra mim. Eu ri. Minha irmã tava suando e a buceta dela tava encharcada. Olhei pra ela e falei:
- E aí? Como é que tá?
- Como é que tá o quê?! Tá ótimo, ué! Como é que ia tá?! Nossa, que jeito de foder. E ainda mais com esse pauzão que parecia que ia me partir no meio.
Nós dois rimos com esse comentário e eu falei:
- Ainda tem mais. Quer continuar?
- Claro. Mas preciso descansar um pouco, que minhas pernas já tão doendo de tanto pular.
Falei pra ela deitar de lado. Adoro essa posição também. Me coloquei atrás dela e enfiei meu pau. A visão da bunda dela daquela posição era foda. A gente tava bem colado. Comecei a meter e tirar meu pau num ritmo não muito rápido. Queria que ela sentisse ele entrando até o fundo em cada estocada. Passei minha mão em volta dela e levei até os peitos dela e comecei a apalpar. Ia de um pro outro sem parar. Num momento, levei minha mão até a boca dela e enfiei dois dedos. Minha irmã chupava eles. Depois voltei pros peitos dela e com os dedos molhados de saliva comecei a acariciar os bicos. Ela adorou. Os gemidos dela agora eram mais suaves, mas dava pra ver que ela tava gozando. Parecia que tava em outro mundo, e pra ser sincero, eu também. Tava sendo uma foda incrível. A gente ficou quase 10 minutos naquela posição. Era relaxante. Os dois tavam confortáveis e a gente tinha pegado um ritmo onde os dois curtiam pra caralho. Foi foda porque a gente tava se conectando muito bem. Foram uns 10 minutos de mete e sai constante, sem parar. Depois eu propus mudar de posição. Queria comer ela de quatro. Ela topou na hora. Já tinha recuperado as forças e eu queria terminar a foda metendo pressão. Tirei meu pau, que tava encharcado com os sucos da buceta dela. Minha irmã se ajeitou de quatro na cama. Fiquei uns segundos olhando ela naquela posição. O corpo dela me deixava hipnotizado. A bunda dela tava incrível, a cintura fina e aquele parzão de peitos balançando daquela posição. Era foda. Minha irmã virou a cabeça e falou:
- Vamos, irmãozinho, que tô doida pra ter esse pauzão dentro de novo.
Saí da minha nuvem e me posicionei atrás dela. Toquei a buceta dela. Tava encharcada, brilhante e suculenta, e decidi lamber. Abaixei a cabeça e enfiei minha língua nela. Adorei o gosto. Minha irmã gemia de prazer. Foi só uns segundos. Depois parei e, sem falar nada, de uma só vez, enfiei todo o meu pau até o fundo. Minha irmã gritou de tesão. Não esperava aquela porrada. Aí comecei de novo um mete e sai frenético. Agarrei a bunda dela e comecei a meter. Minha irmã se movia pra frente e pra trás pra receber meu pau com força. Cada estocada me dava um prazer imenso. E ainda mais ouvir ela gemer e gritar sem parar e fazer comentários sobre o tamanho do meu pau ou coisas assim. Isso me deixava com muito tesão e cada vez eu metia mais forte. Os peitos dela balançavam pra caralho com cada estocada. Era foda. Aquele balanço me hipnotizava. Então estiquei as mãos e agarrei eles com força por trás. Era impossível pegar tudo. Sobrava peito pra cada uma das minhas mãos. Eu apertava elas com força, beliscava os biquinhos dela e não parava de meter rápido e forte. Ficamos assim por vários minutos. Minha irmã me pediu pra acelerar de novo, que ia gozar outra vez. E foi o que aconteceu. Os gemidos dela aumentaram e eu senti de novo aquele formigamento no meu pau quando a buceta dela se contraiu. Era incrível. Os fluidos da minha irmã deviam estar por todo lado. A buceta dela tava encharcada, mas dessa vez eu não diminui o ritmo porque comecei a sentir um formigamento no meu pau. Eu ia gozar. Mas não queria que fosse dentro da camisinha. Passei a tarde toda me tocando pra ser uma gozada violenta e soltar muito leite, e queria que minha irmã recebesse, tinha certeza que ela ia adorar, então falei:
- Sandra, vou gozar, mas quero gozar na sua boca, por favor.
- Claro que sim, irmãozinho. Você mereceu pelas vezes que eu gozei.
Dito isso, minha irmã tirou meu pau da buceta molhada dela, tirou a camisinha, se colocou na minha frente e começou a bater uma pra mim, e de vez em quando aproximava a boca do meu pau pra chupar e dar umas boas lambidas. Tentei segurar, queria encharcar minha irmã e encher ela de leite. Ela batia uma, chupava e me olhava nos olhos. Sabia que tava me dando muito prazer e adorava ver minha cara de tesão. De repente, senti que não aguentava mais. Ia explodir, ia gozar:
- Vou gozar, Sandra, vou gozaaaaaaar, é tudo pra você, irmãzinha. Meu Deus, vou gozaaaar.
Enquanto eu falava isso, jatos de leite começaram a sair do meu pau. Minha irmã tinha a boca na frente pra receber, e foi assim. Era incrível a quantidade que tava saindo. Mas claro, eu tava muito carregado. Passei quase a tarde toda batendo uma, e depois uma transa de mais de meia hora com minha irmã, minhas bolas estavam cheias de leite. A boca da minha irmã recebeu três jatos fortes. Ela engoliu o que deu, mas teve que cuspir um pouco que escorreu pelo queixo e pescoço. Outro O jato foi parar na bochecha dela e em cima do olho. Outro no cabelo e depois uns mais fracos que foram parar no pescoço e nos peitos. Eu tinha encharcado ela. Nunca tinha gozado assim. Até eu fiquei impressionado. Minha irmã continuou batendo uma pra mim e me olhou e disse:
- Nossa, isso foi incrível, Raúl. Como você consegue gozar tanto assim?. Você me deixou toda suja. Se eu tentar engolir tudo, eu me afogo hahahaha
- Hahahaha. É verdade, saiu pra caralho, mas foi incrível, irmãzinha, a melhor foda da minha vida, sem dúvida
- E você acha que pra mim não?. A pica que você tem não é normal, Raúl, e ainda por cima você sabe usar ela maravilhosamente. Eu terminei destruída. A gente passou mais de meia hora de mete-saca sem parar. Ninguém nunca tinha aguentado tanto comigo.
- Eu costumo aguentar bastante, mas nem sei como consegui com o tesão e a sacanagem que você tava me dando. Que puta foda gostosa!. Porra, como eu te deixei, hein?.
- Uffff,. Pois é. Tô toda melada; o cabelo, o rosto, a boca e, porra!, olha meus peitos.
Enquanto dizia isso, ela espalhava minha porra pelo corpo e ria. Tinha sido foda. Nós dois estávamos sentados na cama comentando a transa que a gente tinha tido. Minha irmã estava toda melada de porra e com a buceta encharcada. A gente continuou conversando mais um pouco na cama. Depois minha irmã foi tomar banho. Eu fiquei deitado na cama pensando no que tinha acontecido. Minha pica ainda estava melada e molhada pelos restos da minha gozada e da saliva da minha irmã. Tinha sido a melhor foda da minha vida e ainda por cima tinha sido com a minha irmã. Tinha sido a primeira vez que a gente transava, mas eu tinha esperança de poder repetir durante a semana que ainda íamos ficar sozinhos.
No dia seguinte, acordei bem tarde. Devia ser umas 12 horas ou algo assim. Como já disse, estávamos em junho e fazia um calor danado em Madri. Levantei vestido como tinha dormido, com meu short de pijama sem cueca nem nada e sem camiseta. Saí meio sonolento, mas a imagem que vi ao chegar na cozinha me fez acordar de repente. Lá estava minha irmã se preparando o café da manhã vestida só com uma tanga e um sutiã pretos. A bunda dela ficava perfeita com aquela tanga tão fininha se metendo entre as nádegas. Queria começar a manhã seguindo aquela vibe boa que tínhamos à noite, então me aproximei sem dizer nada e, ao passar por ela, acariciei a bunda dela com a mão, dizendo:
- Bom dia, maninha.
- Oi, Raul.
Assim que ela disse isso, olhou pro meu pacote, que já marcava um volume considerável, e falou:
- Pô, como é que você já tá assim de manhã, hein?
- É que com o cenário que tenho logo ao acordar... Porque, nossa, como você tá.
- Com esse calor que faz e, como estamos sozinhos, pensei que assim fico mais confortável. Além disso, acho que não te incomoda.
- Incomodar? Pelo contrário. Eu adoro que você ande tão levinha de roupa.
- É, já dá pra perceber te vendo - e enquanto falava isso, esticou a mão e tocou minha pica por cima do short. Agarrou ela, e minha pica ficou dura na hora. - Reage na hora. Que despertar você tem!
- Moça, com esse modelito que você tá usando e ainda tocando, então...
Depois sentamos pra tomar café. Ela na minha frente. Eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela, como o sutiã os apertava. Parecia que ia estourar a qualquer momento. Eram enormes, juntos e bem redondos. Então não pude evitar perguntar:
- Ei, qual é o tamanho desse sutiã que você tá usando?
- Um 100. — Por quê?
— É que parece que te ficou pequeno. Parece que vão escapar por cima.
— Pois é. Nesse modelo eu tenho que usar 105, mas não tinha.
— Então ficou um luxo em você. Tá me deixando louco.
A gente riu e continuou tomando café. Era uma situação muito excitante, mas ao mesmo tempo os dois se sentiam super à vontade.
Durante a manhã inteira, não pararam de rolar situações quentes toda vez que a gente se cruzava pela casa. Ela, a todo momento, pegava na minha pica e ria das tesões que me dava sem parar. Eu ficava doido vendo ela andar pela casa, mexendo o corpo e olhando como os peitos dela balançavam a cada movimento, tentando escapar do sutiã apertado. Eu resolvi me soltar também e, numa vez que ela tava fazendo alguma coisa na sala, cheguei por trás e agarrei os peitos dela enquanto encostava meu volume na bunda dela. Adorava a sensação de sentir os peitos dela nas minhas mãos. Eram incríveis, enormes, vazavam das minhas mãos. A gente ria dessas brincadeiras. E também ficava excitado. Era uma situação foda.
Na hora do almoço, minha irmã falou que ia sair porque tinha encontro com uma amiga e que voltaria na hora do jantar. Disse que ia tomar banho. E enquanto falava, deixou o sutiã cair e tirou a calcinha fio dental, ficando pelada na minha frente. Virou-se e foi pro banheiro. O rebolado da bunda dela me hipnotizou, e eu segui ela até o banheiro. Ela não tinha fechado nem a porta nem a cortina do chuveiro. Fiquei besta olhando ela tomar banho, desejando ser a esponja que percorria o corpo todo dela. Tava tão vidrado vendo ela que nem percebi que minha pica tava dura pra caralho. O volume na minha calça de pijama era tão óbvio que minha irmã me olhou e, rindo, falou:
— Como você ficou, hein? Se já me viu pelada.
— Não importa. É que você tem um corpo incrível e uns peitos que não são normais, irmãzinha. Olha como me deixou — enquanto falei isso, peguei minha calça e puxei pra baixo. deixando meu pau no ar, totalmente duro
— Você vai ter razão — ela me disse — porque eu vejo esse pedaço de ferramenta que você tem e fico nervosinha também. Por mais que eu veja, ainda não acredito que você tem ele tão grande.
— Então estamos iguais.
Depois disso, ela falou a frase que me deixou com tesão o dia inteiro.
— Se você quiser, quando eu chegar hoje à noite, a gente faz uma sessão igual à de ontem.
— Por mim, topo. Já viu como você me deixa de pau duro a manhã toda, então... tô doido pra isso.
— A verdade é que eu também queria repetir, pra que vamos nos enganar.
— Beleza, Sandra, então te espero aqui, porque além disso não vou sair, e se tivesse algum compromisso, cancelava.
— Beleza, então chego lá pelas 10 ou por aí, ok?
— Ok, tô aqui.
Depois disso, ela entrou no chuveiro e eu fui um pouco jogar no computador, ela se vestiu e foi embora.
A tarde inteira não parei de pensar no que íamos fazer depois, ficava de pau duro toda vez que pensava na minha irmã, então decidi que queria dar uma boa gozada nela e, além disso, não conseguia evitar bater uma quando pensava nisso, então de vez em quando dava umas punhetas no meu pau, queria ir preparando ele pra depois, e quando fazia assim, conseguia que a gozada fosse espetacular. Ficar me masturbando por muito tempo, mas parando de vez em quando, fazia com que, na hora de descarregar, a quantidade de porra fosse incrível.
A tarde pareceu eterna. Não via a hora de minha irmã chegar. Meu pau tava estourando de tanto leite, então decidi me acalmar um pouco e esperar ela vendo um filme.
Já eram umas dez menos quinze, mais ou menos, naquela noite tava fazendo bastante calor, e decidi ficar pelado esperando ela pra dar uma surpresa quando ela entrasse pela porta e me visse. Lá estava eu esperando minha irmã no sofá, completamente nu e com o pau meia-bomba, ou como a gente diz, morcilhona. Nessa situação, meu pau devia estar por volta dos 17 ou 18 cm e já tava bem grosso também. Finalmente chegou, demorou um pouco mais do que o esperado, já que chegou lá pelas 10 e meia. Não vi como ela saiu de casa vestida e, quando a vi entrar na sala, fiquei besta olhando pra ela. Ela estava vestindo uma camisa listrada justa e aberta, deixando um bom decote, onde dava pra ver um sutiã verde, que valorizava pra caralho os peitos dela, um cinto largo branco e uma minissaia jeans bem curtinha. Ela parou na porta da sala, me olhou, sorriu e disse:
- Pô, que confortável você está, hein? Tava me esperando?
- Claro. Já pensei que não vinha, já que tá mais tarde.
- Não, cara, como vou perder isso. Que espetáculo! Olha só que pedaço de pica que você tem. E isso que ainda não tá duro. Eu alucino cada vez mais! - ela disse enquanto se aproximava do sofá e se posicionava bem na minha frente, olhando pra minha pica o tempo todo.
- Bom, então vou ficar confortável também. Tudo bem pra você?
- Claro.
Ela começou a desabotoar a camisa. Desabotoou toda e tirou, deixando do meu lado no sofá. O sutiã que ela usava ficava estupendo. Em seguida, tirou o cinto e desabotoou a saia. Ela caiu no tapete, ela levantou as pernas e pegou, deixando à mostra a calcinha fio-dental verde que combinava com o sutiã. Minha pica começou a reagir e a ficar cada vez mais dura. Minha irmã, ao ver, me olhou e, sorrindo, disse:
- Pô, minha amiguinha tá começando a reagir.
Enquanto dizia isso, levou as mãos às costas, desabotoou o sutiã e, diante de mim, apareceram de novo aqueles dois peitos maravilhosos, com os bicos já totalmente duros apontando pra cima. Isso fez com que meu pau ficasse totalmente duro. Minha irmã riu ao ver como minha pica pulou pra cima. Em seguida, pegou a calcinha fio-dental e puxou pra baixo até ela cair também no chão, deixando à mostra aquela buceta linda que eu tinha comido no dia anterior. Eu, de novo, fiquei besta, com minha pica apontando pra cima. Minha irmã foi quem começou. ele disse:
- Bom, irmãozinho, tô morrendo de vontade de chupar essa pica e tenho certeza que você também, então não vou esperar mais.
Assim que falou isso, se ajoelhou na minha frente, igual fez no dia anterior, e dessa vez não foi devagar não: de primeira já engoliu mais da metade do meu pau de uma vez. Eu tava morrendo de prazer. Ela começou a chupar com força, dava pra ver que tava com vontade. Ficou assim uns dois minutos, tirou da boca e falou:
- Hoje tô gostando ainda mais que ontem. Parece que você tá até maior. Essa pica é uma loucura. Nem sei como cabe na minha boca. E enquanto falava, já engoliu meu pau de novo.
Eu ri e falei que as melhores boquetas que já tinha recebido na vida eram as dela. Tava muito excitado. Queria chupar a buceta da minha irmã, então sugeri a gente fazer um 69. Ela adorou a ideia, e a gente se ajeitou no sofá. Eu deitei de barriga pra cima e minha irmã se posicionou de bruços. Ela pegou meu pau de novo e começou a chupar sem parar. Eu aproveitei a vista daquela buceta a centímetros do meu rosto. Passei a mão nela. Já tava bem molhada. E logo aproximei meu rosto pra meter minha boca nela e aproveitar por completo. Mais uma vez senti aquele gosto, aquela buceta macia enchendo minha boca. Que sensação ter a buceta da minha irmã na minha boca enquanto ela me chupava! Era uma enxurrada de sensações. Tava adorando, mas queria mais. Queria foder minha irmã, e as palavras saíram da minha boca quase sem pensar, acho que nem raciocinei no que tava dizendo, mas falei:
- Ei, Sandra, posso te foder?
Minha irmã tirou meu pau da boca, virou a cabeça, me olhou e disse:
- ¿¿¿¿¡¡¡¡Você quer que a gente foda!!!!????
- Sim, claro. Adoraria. Eu sei que somos irmãos, mas não acho que vá dar nada nem seja algo errado. Os dois querem fazer isso e acho que podia ser incrível. Então, o que me diz?
- Bom, verdade, acho que não fazemos mal a ninguém e além disso... adoraria ter esse pauzão dentro de mim porque não acho que vou encontrar outro igual nunca mais.
E pra reafirmar a decisão dela, ela se levantou do sofá e me mandou segui-la até o quarto dela. Eu fiquei uns segundos no sofá, com a pioca totalmente dura, molhada pela saliva da minha irmã e pensando no que ia rolar. Eu ia foder minha irmã. Não podia acreditar. Em instantes minha piroca estaria dentro da buceta da minha irmã. Tinha certeza que ia ser uma transa do caralho. Levantei e fui pro quarto. Quando cheguei, vi minha irmã de costas, inclinada, me dando uma visão da raba e da buceta dela por trás que era uma delícia. Tava brilhando, molhadinha. Ela tava procurando alguma coisa numa gaveta, então perguntei:
- O que cê tá procurando, Sandra?
- Ah, as camisinhas. Devia ter alguma por aqui porque agora não tô tomando pílula e é melhor a gente usar.
Eu ri. Minha irmã não entendeu porquê e perguntou:
- Mas do que cê tá rindo?
- Não precisa ficar procurando não. Já trouxe uma das minhas.
- Por quê? – ela perguntou.
- É que acho que as camisinhas que você tem não vão servir em mim. Eu uso as xxl da Durex porque as outras não cabem. E essas até apertam um pouco.
- Porra, é verdade! Nem tinha pensado que esse pedaço de pica não cabe numa camisinha normal. Nunca conheci ninguém que usasse esse tipo. Vai lá, pega uma que te espero aqui.
Não demorei nada e voltei com a camisinha, me deitei na cama e coloquei. Minha piroca tava dura pra caralho. Minha ereção não baixava nem um pouco. Minha irmã tava de joelhos do meu lado, olhando eu colocar a camisinha. Já tava pronto, então falei:
- Beleza, então quando você quiser. Como cê quer começar? Quer ficar por cima?
- Sim, adoro ficar por cima. Vai ser uma delícia ter esse pedaço de pau dentro de mim. Tô com a buceta encharcada, irmãozinho.
Enquanto falava isso, ela se posicionou em cima de mim. A ponta da minha piroca tava a centímetros da entrada da buceta dela. Olhou nos meus olhos e começou a descer até que minha cabeça roçou na buceta dela. Um arrepio percorreu meu corpo. Em segundos, eu estaria fodendo minha irmã. Minha irmã sentiu meu pau na buceta dela e começou a descer devagar, bem lentamente. Eu olhava a cara de prazer dela e via como aquela buceta linda se abria pra receber meu pauzão. Ela continuou descendo. A buceta dela já tinha engolido toda minha cabeça, mas ainda tinha muito pau pra entrar. Ela foi descendo aos poucos. Já tinha metade do meu pau dentro. Minha irmã já se contorcia de tesão e dizia:
- Ai, meu Deeeeeus, que grosso que é! Parece que tão me partindo no meio. Só entrei com metade do teu pau e já é incrível. Quero ele todo!
Ela continuou descendo, até que em instantes meu pau inteiro estava enterrado dentro da minha irmã. Olhei pra ela. Ela estava com os olhos semi-cerrados e o corpo começou a tremer. Ela tava gozando. Ia gozar só de meter meu pau! E foi isso mesmo, porque ela disse:
- Caralho, Raúl, tô gozando, tô gozandooooo. Você fez eu gozar só de meter esse pedaço de pau. Deus, que loucura!
Ela ficou uns segundos parada com meu pauzão todo dentro. Levou as mãos ao cabelo, com os olhos semi-cerrados. Mordia o lábio e sorria. Eu ri também e falei:
- Isso é só o começo. Ainda vem o melhor, irmãzinha.
Estiquei as mãos e levei elas até a bunda dela. Agarrei com força e levantei ela devagar até a metade do meu pau, e devagar de novo desci ela. Que delícia sentir a buceta da minha irmã apertando meu pau! Minha irmã suspirava e eu, aos poucos, comecei a acelerar o ritmo, subindo e descendo minha irmã com as mãos na bunda dela. Os peitos dela começaram a balançar no ritmo que ela quicava em cima de mim. Ela cada vez dava mais ritmo e subia mais. Quase até a ponta do meu pau. Essa é a vantagem de ser tão comprido. As minas adoram porque têm muita liberdade de movimento. Podem quicar à vontade que o pau não sai da buceta. Minha irmã cada vez quicava com mais força. Os gemidos dela tavam cada vez mais altos e eu ficava muito mais tarado. Ela apoiava as mãos no meu peito e levantava o corpo até a ponta do meu pau pra depois cair de novo de uma vez e engolir ele todo. O movimento dos peitos dela me hipnotizava, e a cara de prazer dela também. Soltei uma mão da bunda dela e levei até um dos peitos, e amassei ele com as minhas mãos. Amo os peitos dela. São enormes e lindos. Com uns bicos escuros, bem duros, que apontam pra cima. Levei a mão até o mamilo dela e apertei ele de leve. Eu também tava suspirando. Tava me dando muito tesão do jeito que ela me montava. Ela fazia com força, quicando até a ponta do meu pau e caindo de novo em cima dele. Era foda. Ela gemia alto e falava umas frases tipo:
- Caralho, Raúl, você vai me arrebentar com esse pedaço de pau. Parece que vai sair pela minha boca.
Esses comentários me deixavam ainda mais tarado e eu metia mais forte. Eu também fazia comentários sobre como ela transava bem ou sobre os peitos dela, porque sabia que isso também deixava ela com tesão. Ficamos assim uns minutos e resolvi fazer uma coisa que geralmente todas gostavam. Pra dar uma agitada no corpo dela e ela descansar de tanto quicar, agarrei minha irmã pelas costas e puxei ela pra mim, inclinada pra frente com o meu pau todo dentro, e falei pra ela me deixar fazer. Inclinada nessa posição, ela levantou um pouco a bunda, deixando meu pau sair até mais da metade, então abracei ela forte e comecei a meter com força. A cara da minha irmã tava a poucos centímetros da minha e quando eu dei a primeira enfiada, ela soltou um gemido do caralho e continuou gemendo a cada metida que eu dava. Eu metia forte. Tirava o pau e enfiava bem rápido e forte até minhas bolas baterem na buceta dela, fazendo aquele barulho tão peculiar que excita pra caralho. Minha irmã começou a falar:
- Deus, maninho, que loucura! Não para, por favor, não para. Me fode forte, me fode sem parar.
Isso me deixou a mil por hora e Sem parar de meter pirocada, falei pra ela:
- Não vou parar não, irmãzinha. Adoro te foder. Você tem uma buceta do caralho e manda muito bem. Fode como uma deusa, Sandra.
Continuei fodendo ela assim por uns minutos, quando de repente senti ela me abraçar mais forte e falar:
- Mete forte, Raul, por favor. Não para que eu vou gozar de novo.
Acelerei um pouco mais o ritmo. Eu ainda tava de boa. Já falei que costumo aguentar muito e sabia que ainda tinha lenha pra queimar, então acelerei pra ela gozar de novo. Dei umas estocadas mais rápidas e fortes e senti ela gozando de novo.
- Ahhhh Ahhh simmm siiiim tô gozando Raul tô gozandooooooooo.
Senti a buceta dela se contraindo e fui diminuindo o ritmo aos poucos pra ela aproveitar o orgasmo. Minha irmã se levantou de novo e jogou a cabeça pra trás soltando um baita suspiro. Depois olhou pra mim. Eu ri. Minha irmã tava suando e a buceta dela tava encharcada. Olhei pra ela e falei:
- E aí? Como é que tá?
- Como é que tá o quê?! Tá ótimo, ué! Como é que ia tá?! Nossa, que jeito de foder. E ainda mais com esse pauzão que parecia que ia me partir no meio.
Nós dois rimos com esse comentário e eu falei:
- Ainda tem mais. Quer continuar?
- Claro. Mas preciso descansar um pouco, que minhas pernas já tão doendo de tanto pular.
Falei pra ela deitar de lado. Adoro essa posição também. Me coloquei atrás dela e enfiei meu pau. A visão da bunda dela daquela posição era foda. A gente tava bem colado. Comecei a meter e tirar meu pau num ritmo não muito rápido. Queria que ela sentisse ele entrando até o fundo em cada estocada. Passei minha mão em volta dela e levei até os peitos dela e comecei a apalpar. Ia de um pro outro sem parar. Num momento, levei minha mão até a boca dela e enfiei dois dedos. Minha irmã chupava eles. Depois voltei pros peitos dela e com os dedos molhados de saliva comecei a acariciar os bicos. Ela adorou. Os gemidos dela agora eram mais suaves, mas dava pra ver que ela tava gozando. Parecia que tava em outro mundo, e pra ser sincero, eu também. Tava sendo uma foda incrível. A gente ficou quase 10 minutos naquela posição. Era relaxante. Os dois tavam confortáveis e a gente tinha pegado um ritmo onde os dois curtiam pra caralho. Foi foda porque a gente tava se conectando muito bem. Foram uns 10 minutos de mete e sai constante, sem parar. Depois eu propus mudar de posição. Queria comer ela de quatro. Ela topou na hora. Já tinha recuperado as forças e eu queria terminar a foda metendo pressão. Tirei meu pau, que tava encharcado com os sucos da buceta dela. Minha irmã se ajeitou de quatro na cama. Fiquei uns segundos olhando ela naquela posição. O corpo dela me deixava hipnotizado. A bunda dela tava incrível, a cintura fina e aquele parzão de peitos balançando daquela posição. Era foda. Minha irmã virou a cabeça e falou:
- Vamos, irmãozinho, que tô doida pra ter esse pauzão dentro de novo.
Saí da minha nuvem e me posicionei atrás dela. Toquei a buceta dela. Tava encharcada, brilhante e suculenta, e decidi lamber. Abaixei a cabeça e enfiei minha língua nela. Adorei o gosto. Minha irmã gemia de prazer. Foi só uns segundos. Depois parei e, sem falar nada, de uma só vez, enfiei todo o meu pau até o fundo. Minha irmã gritou de tesão. Não esperava aquela porrada. Aí comecei de novo um mete e sai frenético. Agarrei a bunda dela e comecei a meter. Minha irmã se movia pra frente e pra trás pra receber meu pau com força. Cada estocada me dava um prazer imenso. E ainda mais ouvir ela gemer e gritar sem parar e fazer comentários sobre o tamanho do meu pau ou coisas assim. Isso me deixava com muito tesão e cada vez eu metia mais forte. Os peitos dela balançavam pra caralho com cada estocada. Era foda. Aquele balanço me hipnotizava. Então estiquei as mãos e agarrei eles com força por trás. Era impossível pegar tudo. Sobrava peito pra cada uma das minhas mãos. Eu apertava elas com força, beliscava os biquinhos dela e não parava de meter rápido e forte. Ficamos assim por vários minutos. Minha irmã me pediu pra acelerar de novo, que ia gozar outra vez. E foi o que aconteceu. Os gemidos dela aumentaram e eu senti de novo aquele formigamento no meu pau quando a buceta dela se contraiu. Era incrível. Os fluidos da minha irmã deviam estar por todo lado. A buceta dela tava encharcada, mas dessa vez eu não diminui o ritmo porque comecei a sentir um formigamento no meu pau. Eu ia gozar. Mas não queria que fosse dentro da camisinha. Passei a tarde toda me tocando pra ser uma gozada violenta e soltar muito leite, e queria que minha irmã recebesse, tinha certeza que ela ia adorar, então falei:
- Sandra, vou gozar, mas quero gozar na sua boca, por favor.
- Claro que sim, irmãozinho. Você mereceu pelas vezes que eu gozei.
Dito isso, minha irmã tirou meu pau da buceta molhada dela, tirou a camisinha, se colocou na minha frente e começou a bater uma pra mim, e de vez em quando aproximava a boca do meu pau pra chupar e dar umas boas lambidas. Tentei segurar, queria encharcar minha irmã e encher ela de leite. Ela batia uma, chupava e me olhava nos olhos. Sabia que tava me dando muito prazer e adorava ver minha cara de tesão. De repente, senti que não aguentava mais. Ia explodir, ia gozar:
- Vou gozar, Sandra, vou gozaaaaaaar, é tudo pra você, irmãzinha. Meu Deus, vou gozaaaar.
Enquanto eu falava isso, jatos de leite começaram a sair do meu pau. Minha irmã tinha a boca na frente pra receber, e foi assim. Era incrível a quantidade que tava saindo. Mas claro, eu tava muito carregado. Passei quase a tarde toda batendo uma, e depois uma transa de mais de meia hora com minha irmã, minhas bolas estavam cheias de leite. A boca da minha irmã recebeu três jatos fortes. Ela engoliu o que deu, mas teve que cuspir um pouco que escorreu pelo queixo e pescoço. Outro O jato foi parar na bochecha dela e em cima do olho. Outro no cabelo e depois uns mais fracos que foram parar no pescoço e nos peitos. Eu tinha encharcado ela. Nunca tinha gozado assim. Até eu fiquei impressionado. Minha irmã continuou batendo uma pra mim e me olhou e disse:
- Nossa, isso foi incrível, Raúl. Como você consegue gozar tanto assim?. Você me deixou toda suja. Se eu tentar engolir tudo, eu me afogo hahahaha
- Hahahaha. É verdade, saiu pra caralho, mas foi incrível, irmãzinha, a melhor foda da minha vida, sem dúvida
- E você acha que pra mim não?. A pica que você tem não é normal, Raúl, e ainda por cima você sabe usar ela maravilhosamente. Eu terminei destruída. A gente passou mais de meia hora de mete-saca sem parar. Ninguém nunca tinha aguentado tanto comigo.
- Eu costumo aguentar bastante, mas nem sei como consegui com o tesão e a sacanagem que você tava me dando. Que puta foda gostosa!. Porra, como eu te deixei, hein?.
- Uffff,. Pois é. Tô toda melada; o cabelo, o rosto, a boca e, porra!, olha meus peitos.
Enquanto dizia isso, ela espalhava minha porra pelo corpo e ria. Tinha sido foda. Nós dois estávamos sentados na cama comentando a transa que a gente tinha tido. Minha irmã estava toda melada de porra e com a buceta encharcada. A gente continuou conversando mais um pouco na cama. Depois minha irmã foi tomar banho. Eu fiquei deitado na cama pensando no que tinha acontecido. Minha pica ainda estava melada e molhada pelos restos da minha gozada e da saliva da minha irmã. Tinha sido a melhor foda da minha vida e ainda por cima tinha sido com a minha irmã. Tinha sido a primeira vez que a gente transava, mas eu tinha esperança de poder repetir durante a semana que ainda íamos ficar sozinhos.
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PARTE 1 DA HISTÓRIA
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
PARTE 2 DA HISTÓRIA
7 comentários - Entre irmãos, o jogo rola (3 e final)
te doy +10, y espero massss. me imagino cuando le haga el orto.... mámmma mia!!!
Espero poder disfrutarlo pronto, saludos!!!
quede al palo