As aventuras eróticas de Cammy e Chun Li continuam, agora buscando apoio em outro personagem que entra pra essa saga excitante.
Num enclave no norte da Tailândia, perto da fronteira com a China.
Num afluente caudaloso do rio Chao Phraya, encontramos Ryu.
Talvez o mais poderoso dos Street Fighters. Ocupado com a única coisa que obceca sua mente: o treinamento.
Uma queda d'água de uns 10 metros de altura é o cenário da prática de Ryu. Parado na frente da cascata, usando seu ki poderoso, Ryu divide a parede de água em duas correntes.
A concentração intensa de Ryu aguça sua percepção, e enquanto executa os movimentos pra repetir o exercício bizarro, como uma flecha de luz, uma presença atravessa a mente do guerreiro. A concentração de Ryu é interrompida ao sentir uma presença meio confusa.
— Será um inimigo?
— Esse ki não é claro.
Foram os únicos pensamentos que passaram pela mente de Ryu, quase por reflexo, nosso lutador segue na direção que sua intuição mandar.
Com a velocidade e leveza do vento, Ryu segue a corrente do rio esperando encontrar a fonte da sua perturbação, e não se decepciona.
Numa parte encachoeirada do rio, rodeada por água espumosa, tem uma grande laje de pedra, e nela está deitada Chun Li. Ryu se esconde atrás de uns arbustos, mas Chun Li parece estar distraída; a garota está nua e molhada, isso chama poderosamente a atenção de Ryu.
O sol forte da manhã e a umidade dão um brilho especial na pele de Chun Li. A garota tem os braços sobre a cabeça, mostrando seu torso lindo, seus peitos bronzeados e brilhantes pareciam duas cúpulas coroadas com botões deliciosos apontando pro céu.
Da posição de Ryu, dava pra ver só o torso e parte das coxas gostosas de Chun Li.
— Será que tá dormindo?
— Por que minha intuição alertou?
Ryu se perguntava, enquanto achava muito difícil tirar os olhos da cena erótica.
Chun Li se mexeu um pouco, o suficiente para revelar a razão oculta do seu prazer sobre aquela pedra. Enfiada entre as pernas de Chun Li, com a metade inferior do corpo submersa nas águas correntes, estava Cammy.
A cena atingiu Ryu de repente, ele realmente não esperava algo assim, seu interesse no que via aumentou. Ele só conseguia ver as costas e parte de um lado de Cammy, mas Ryu tinha certeza de que era ela. A água dava um tom bronzeado estranho aos seus cabelos loiros, as nádegas esculturais de Cammy estavam meio cobertas pela espuma da água e o brilho de um seio molhado e um mamilo vermelho escapava da agora muito dinâmica cena.
Ryu observava atentamente como Cammy lambia com força quase selvagem a buceta de Chun Li e como esta última se contorcia de prazer sobre a laje de pedra. Chun Li parecia ofegar com a boca entreaberta e segurava a própria cabeça sentindo cada pulsação de prazer que Cammy lhe provocava.
A intensidade do momento e as imagens não demoraram a afetar Ryu, que já há um tempo sentia seu pau endurecer ao calor da chama lésbica que presenciava.
Guile ou Ken teriam pulado imediatamente em cima das garotas para se juntar ao festim, mas Ryu era diferente. Ryu estava naquele fim de mundo para treinar e aprimorar suas artes, qualquer distração o afastaria do seu objetivo real. Além disso, muito provavelmente aquelas garotas queriam privacidade e teriam rejeitado qualquer intervenção do jovem lutador, que no fim das contas era recatado demais para interromper aquele momento.
Momentos depois, encontramos nosso amigo Ryu numa clareira entre um bosque de tecas, no que parecia o quintal de uma cabana bem simples que com certeza servia de refúgio para o jovem lutador. Ryu estava sentado no chão em posição de lótus, meditando ou tentando fazer isso.
A imagem de Chun Li e Cammy no rio não saía da sua mente, perturbando qualquer Tentativa de meditação.
A pele brilhosa e molhada das duas amazonas, as convulsões de prazer que Chun-Li dava e o deleite evidente de Cammy enquanto chupava a buceta da amante, tudo isso rodopiava na mente de Ryu. A excitação dele não tinha baixado desde que voltou do rio. Nosso amigo se convenceu de que o único jeito de recuperar a calma era bater uma punheta, ou duas, e seguir em frente.
Ali mesmo sentado, Ryu puxou o pau pra fora pra começar quando, do nada, as figuras de duas caminhantes apareceram entre as árvores.
— O desejo tá me dando alucinação, ver aquelas duas putas se comendo me faz vê-las em todo canto.
Mas aquilo não era truque da mente do lutador. Eram mesmo Cammy e Chun-Li saindo do bosque, ainda peladas e conversando entre si.
— Viu, Cammy? Te falei que ele estaria por aqui.
— Esse é o campo de treino favorito dele.
Chun-Li comenta pra Cammy, que sorri com satisfação.
Ryu fica parado, feito um idiota, com o pau na mão. A única coisa que consegue dizer é:
— O que vocês tão fazendo aqui?
— Posso ajudar em alguma coisa?
As garotas riem. Chun-Li arruma o cabelo e responde:
— Querido Ryu, eu tinha contado pra minha amiga Cammy como seu pau é grande e como você usa ele bem, e ela queria experimentar. Além disso, falta mais um pra formar um trio que há um tempão eu tô afim de fazer.
— Olha, eu sei que você é um cara recatado, mas você toparia fazer companhia pra mim e pra Cammy?
— Vi que você ia começar uma coisa... não quer que a gente te ajude com isso?
Os olhos de Ryu pareceram saltar por um momento, mas ele se acalmou e lembrou o quanto sua amiga Chun-Li era safada e que, mais de uma vez, ele tinha comido ela de mil jeitos a pedido dela mesma. Num tom mais calmo, Ryu respondeu pras duas:
— Bom, se vocês acham que posso ajudar com isso, então venham.
As duas garotas se jogaram em cima de Ryu. Cammy fala pela primeira vez.
- Você tava certa, Chun Li, a pica do Ryu é bem grande.
- Parabéns, Ryu, instrumento grande e lindo.
Comentário ao qual Ryu só respondeu com um sorriso safado e um olhar lascivo.
Rapidamente, Ryu se livrou do kimono de treino, ficando pelado como suas acompanhantes. Chun Li mandou ele deitar no chão, e Ryu obedeceu, enquanto Cammy começou a chupar a pica dele como se estivesse esperando por aquele momento.
Chun Li diz:
- Ei, me deixa participar também.
A mulher mais poderosa do mundo se inclina e pega a parte da pica do Ryu que não está na boca da Cammy, começando a lamber e beijar. Cammy passava a língua e os lábios pela cabeça da pica do Ryu, enquanto Chun Li fazia o mesmo com o tronco da agora maior espada do jovem lutador.
Essa era a comida de pica mais extraordinária que Ryu já tinha experimentado: duas garotas se deliciando saboreando a pica dele. Ryu via e sentia com prazer como as bocas e línguas das suas acompanhantes safadas disputavam o falo dele, agora no auge da ereção.
- Ahh! Caralho, vocês duas são boas chupando, continuem, continuem assim. Ohh!
Dizia Ryu, enquanto Cammy e Chun Li só respondiam com olhares deliciosos e meios sorrisos, sem tirar as bocas da importante tarefa.
Enquanto as garotas lambiam e chupavam a pica do Ryu, trocavam beijos únicos, roçando os lábios e línguas, sempre com a pica no meio.
Cammy percorria o comprimento da espada do Ryu com a língua, de cima pra baixo, até chegar nos ovos dele, onde dava beijos, linguadas safadas e chupadas em cada testículo, enquanto Chun Li parecia querer sugar a essência do Ryu através da cabeça da pica. Ryu estremecia e quase enfiava os dedos na terra com cada presente de prazer que as street fighters davam com suas bocas e línguas.
Ambas as mulheres subiam e desciam pela pica do jovem lutador. O duplo boquete chegou ao resultado lógico: com um grito abafado, Ryu declarou que não aguentava mais e que estava prestes a gozar. Ao ouvir isso, as garotas quase uniram suas bocas sobre a glande e deram carícias suaves com as pontas das línguas, o que acelerou ainda mais a ejaculação de Ryu.
Ao primeiro gemido de Ryu, Chun Li e Cammy se posicionaram ambas sobre o pau dele e o pegaram como duas jogadoras de beisebol disputando um taco.
Na verdade, é difícil determinar qual das garotas levou o primeiro jato de esperma ou se ambas receberam sua parte, mas o resto das generosas esguichadas de Ryu foi banquete para Cammy e Chun Li. O sêmen lambuzava os rostos das moças e, com grande ansiedade, elas foram catar ou lamber a porra que estava sobre o pau ainda duro e acumulada sobre os ovos.
O orgasmo de Ryu o deixou meio atordoado; quando reagiu, só viu as garotas lambendo os restos do sêmen em seus respectivos rostos.
— UAU! Isso sim foi uma chupada.
— Chun Li, seus boquetes são sempre de primeira.
— Cammy, língua safada, puta chupada, viu só.
Dizia Ryu com cara de bobo, mas as garotas estavam absortas explorando suas gargantas com as respectivas línguas e se apalpavam; na verdade, Ryu pôde ver como Cammy enfiou a mão inteira na buceta de Chun Li e esta cravou um dedo no cu da amiga.
Cammy se atirou sobre Chun Li; ambas as mulheres pareciam querer devorar uma à outra. Com muito cuidado, a loira começou a esfregar seus seios e mamilos contra os de Chun Li, que se deliciava com a safadeza da companheira; Cammy pediu que Chun Li se levantasse um pouco, ela o fez, e a inglesa separou ligeiramente suas nádegas e enfiou o polegar no cu dela sem cerimônia, e com os outros quatro dedos dessa mão começou a roçar e cutucar a xereca.
As duas lutadoras estavam tão absortas em suas brincadeiras que não perceberam que Ryu ainda estava sentado ali perto e que o pau que instantes antes lhes dera uma máscara facial de sêmen e que abandonaram menos duro e mais Flácida, agora graças a esse espetáculo ela tava de novo imponente, dura e pronta pra mais ação.
Chun Li percebeu aquilo, mesmo continuando a curtir os dedos de Cammy no cu e na buceta dela.
— Cammy, olha, o Ryu já tá duro de novo, te falei que ele se recupera rápido.
— Vamo, vem, é hora de você provar a pica dele.
Disse Chun Li, dando gemidos entrecortados, olhando pro Ryu e a espada dele em posição de guarda.
— OK, Chun Li, é hora de foder.
— Vamo contigo, Ryu, não se desespera.
Disse Cammy, olhando fixo pro Ryu e pro pau dele.
— Venham, amigos, se preparem. Ryu, fica no chão. Cammy, vem cá, você me disse que queria que o Ryu metesse a pica toda em você.
— Então vem e monta no meu querido amigo.
Falou Chun Li com um tom imperativo, e Cammy e Ryu assentiram e partiram pra ação.
Ryu já tava deitado no chão e Cammy foi se colocando em cima dele de um jeito bem delicado e sensual.
— Quero sentir sua pica até o fundo, Ryu.
— Sabe, quando eu tenho orgasmos muito fortes, eu solto muito fluxo. Você se importa se eu molhar suas bolas?
Perguntou Cammy enquanto se inclinava sobre o quadril do Ryu.
— Claro que não. Se possível, eu adoraria fazer você gozar várias vezes pra te retribuir o favor.
— Sentir seus líquidos em mim vai ser um verdadeiro prazer.
Respondeu Ryu com um tom quase solene.
A pica do Ryu já tava bem dura e Cammy roçava a vulva contra a cabeça do imponente cacete. Depois dessa brincadeira, Cammy se decidiu e começou a descer a bacia, fazendo a pica do Ryu penetrar as entranhas dela.
Cammy adorava prolongar aquele momento em que uma pica entrava nela. Assim, a loira inglesa deslizava lentamente a buceta, aproveitando cada centímetro de pau que ia entrando. Naquela hora, Cammy desejou que a pica do Ryu tivesse vários metros pra ela curtir muito mais tempo.
Quando Cammy teve a pica toda do Ryu dentro dela, não conseguia acreditar no tamanho e na grossura que era. mas, sem se deixar absorver pelo momento, Cammy começou a subir e descer devagar. No começo, a cada movimento, ela sentia a espada dura do Ryu roçando por dentro da buceta dela, e o atrito batia no clitóris, dando uma sensação de prazer total em toda a boceta dela.
Enquanto isso, Chun Li era uma testemunha muda da cena, fascinada com a expressão de Cammy, que mostrava o prazer mais brutal e avassalador consumindo ela. Chun Li andava ao redor de Cammy e Ryu, olhando com muita avidez. Ryu percebia a grande excitação da amiga. Chun Li passava a mão na boceta claramente molhada, mas não queria interromper os amigos no serviço deles.
— Chun Li, você gostaria de se juntar a gente?
— Se quiser, pode se ajeitar, e eu poderia te dar uma daquelas comidas de boceta que você tanto gosta.
Entre respirações longas, Ryu falou isso pra Chun Li, com o tom amável e cheio de paz budista que era a cara dele. Aí Chun Li respondeu:
— Nossa! Achei que você nunca fosse me chamar, Ryu.
— Claro que quero. Vou lá pra você devorar minha bucetinha.
— É por isso que adoro foder com você.
Chun Li se agachou na cara de Ryu, numa posição exótica, olhando pra Cammy, apoiando as mãos no abdômen duro do jovem e deixando a boceta e o cu à mercê da língua dele.
Cammy estava com os olhos virados pra cima, tão absorta que quase não percebeu que agora estava cara a cara com a companheira de treinos e que as duas estavam aproveitando selvagemente o Ryu todo satisfeito.
Até aquele momento, as mãos de Ryu se deliciavam com as coxas e as nádegas de Cammy. Com Chun Li na cara dele, Ryu teve que usar uma das mãos pra facilitar o trabalho de cunilíngua que fazia na amiga.
A boceta de Chun Li já era, há um tempão, a grande delícia de Ryu. A pele morena dela, a racha carnuda e funda, e a sensação do tapete de pelos escuros encantavam Ryu. Pra ele, comer a boceta de Chun Li era demais. Era um puta prazer, e fazer isso enquanto uma gostosa como a Cammy White montava na pica, isso sim que era sensacional.
Cammy e Chun Li trocam olhares no meio do tesão, a língua do Ryu já tinha começado o trabalho na buceta da Chun Li, as duas minas estavam presas no mais puro gozo genital. Quase por reflexo, as duas lutadoras se aproximaram uma da outra e juntaram suas bocas no beijo lésbico mais erótico possível, as línguas de cada mulher eram como extensões do pau e da língua do Ryu que cada uma tinha enfiada nas suas respectivas bucetas, parecia que essas minas queriam lamber as almas uma da outra.
Cammy, que apoiava as mãos no abdômen do Ryu, se abraçou na Chun Li pra compensar o sobe e desce que dava no pau do jovem lutador. Chun Li correspondeu ao abraço e as duas mulheres se juntaram como uma só em cima do Ryu, que se deliciava até o limite com a sensação de duas bucetas, uma devorada pela boca dele e a outra enfiada na pica dele.
Chun Li queria dar pra amiga loira um momento foda. Como conseguiu, se encolheu e se preparou pra chupar os peitos da Cammy. A inglesa já se sentia explodir com a sensação da pica enorme do Ryu ocupando a buceta dela até o fundo, as mãos da Chun Li na pele dela e a língua primeiro na boca, mas agora a Cammy tinha aquela língua nos peitos sensíveis dela. Chun Li sabia o prazer que dava pra Cammy quando chupavam as tetas dela, e por isso fazia com muita habilidade e tesão.
Ryu podia sentir o aumento no ritmo do sobe e desce da Cammy no pau dele. Isso, por sua vez, aumentou a excitação dele e ele refletiu com a língua na buceta da Chun Li. O jovem se agarrou com os dois braços nas coxas da Chun Li, com uma mão se dedicou a massagear a bunda dela enquanto as lambidas, chupadas e beijos na buceta dela ficavam mais fortes e rápidos. Chun Li se sentia a ponto de gozar a qualquer momento, e os peitos da Cammy recebiam o impulso de prazer brutal, era como um circuito sexual que não não dava pra saber onde começava ou terminava a putaria e o tesão.
No meio da selva tropical, um barulho completamente estranho causou um baita alvoroço entre os pássaros e as raposas voadoras, os gemidos e gritos de prazer misturados e rasgados dados pelos três amigos, nada realmente compreensível, — VOU GOZAR! —, — AH, SIM! ASSIM! —, coisas desse tipo, dava pra ouvir de longe.
De volta à clareira, a cena com Chun Li e Cammy gemendo, se apalpando trêmulas em cima do Ryu; entre cada grito e ofegada, elas roçavam os rostos com as línguas e arranhavam as costas umas das outras de um jeito quase selvagem. Ryu soltava gemidos guturais enquanto gozava dentro da Cammy e chupava a buceta da Chun Li como se a vida dele dependesse disso.
Cammy achou que as convulsões e as ondas elétricas de prazer nunca fossem sair do corpo dela, mas a paz depois de um orgasmo daqueles — que na verdade ela não conseguia definir se foi uma série de orgasmos múltiplos ou o maior e mais intenso orgasmo da vida dela — foi tomando conta dela, e ela viu Chun Li também desabar no chão depois de ter gozado.
Cammy, Chun Li e a pica do Ryu estavam deitados, as minas em cima da grama fresca da clareira, Cammy levemente em cima da Chun Li, lambendo o pescoço dela e passando as mãos sobre o corpo suado da amiga asiática. Chun Li segurava a mão do Ryu, e ele só ficava olhando as agora boas amigas dele. Ryu conseguia ver a buceta vermelha da Cammy ainda escorrendo porra da descarga que tinha acabado de soltar.
— Montando no Ryu e com suas mãos e língua, tive a gozada mais selvagem da minha vida, isso foi inesquecível, temos que repetir. Se a gente se mudasse pra Inglaterra, dava pra casar os três. Não é à toa que esse cara é invencível nas lutas, mas agora é melhor a gente lutar assim, é mais divertido e todo mundo ganha. —
Cammy falava no ouvido de Chun Li enquanto olhava Ryu, absorto, mirando o céu.
— Chun Li, o que o Ryu tanto olha no céu? Vai chover ou algo assim? —
Perguntou Cammy pra Chun Li. — Aprecia a natureza ou algo assim, quem sabe, eu só sei que o Ryu fode pra caralho, o resto é problema dele.
Ryu reage, vira um pouco e fala pras amigas:
— Vocês gostaram de ficar comigo?
— Fico feliz em ter sido útil pra vocês.
Cammy solta uma gargalhada com a declaração estranha do Ryu, mas Chun Li encara ele e pergunta:
— Ah, não! Meu querido Ryu, espero que suas forças não tenham te abandonado, eu fiquei com vontade de sentir seu pau dentro de mim, então ainda tem trabalho pra fazer, meu garanhão.
Ryu se surpreende e sorri, dando uma olhada no próprio pau mole, descansando mansinho em cima das bolas.
Cammy percebe e, enquanto se aproxima de Ryu, vai falando:
— Acho que o Ryu precisa de uma ajudinha dessa vez.
— Vem cá, Ryu, vou levantar essa vara na base de chupadas e beijinhos.
— Não se preocupa, Chun Li, o pau do Ryu vai ficar duro e pronto pra você.
Cammy pega o pênis mole do Ryu e enfia na boca, começando a chupar e lamber como se fosse um doce. Ryu faz caretas de prazer e sente a espada dele recuperando a firmeza graças à boca habilidosa da Cammy White.
— Essa língua é uma delícia, né, Ryu?
— Faz maravilhas no meu clitóris.
— Só relaxa e aproveita o passeio.
Dizia Chun Li, sorrindo, deitada de lado perto do Ryu e da Cammy, observando os amigos.
Ryu e Chun Li batiam um papo qualquer enquanto Cammy continuava devorando o pau cada vez maior do rapaz.
Ryu parou a conversa pra pedir pra Cammy parar o boquete, que já se sentia pronto pra mais ação. Cammy riu de novo quando Ryu agradeceu pra caralho por ela ter revivido o pinto dele.
— Beleza, Ryu, agora é minha vez. Você sabe, do jeito que eu gosto: forte e até o fundo.
Enquanto falava isso, Chun Li ficou de quatro na grama, oferecendo a bunda e a buceta pro Ryu. Cammy sentou na grama um pouco afastada, queria ver. a ação antes de decidir de que jeito interviria. Ryu se posicionou atrás da Chun Li e com a mão esquerda começou a estimular a buceta da garota asiática, Cammy olhava muito satisfeita e ela mesma passava os dedos na própria buceta.
Depois de alguns momentos, Cammy tomou a iniciativa e se deitou, colocando o rosto na altura dos peitos da Chun Li, e com muita delicadeza começou a chupar e lamber os duros mamilos da amiga íntima. Isso deu um bom resultado, já que a buceta da Chun Li ficou mais molhada e mais rápido, Ryu aproveitou isso, molhou os dedos da mão direita e começou a estimular o cu da Chun Li. Cammy não perdia nenhum detalhe da ação e redobrou os esforços nos peitos de uma Chun Li cada vez mais excitada, que no final, com quase um gemido, disse que já estava pronta, que enfiassem nela, por favor.
Ryu não se fez de rogado e com muita lentidão e suavidade foi enfiando o pau na buceta da sua querida companheira de lutas, Cammy continuava se deliciando com os peitos da Chun Li, e esta só curtia o momento.
Quando Ryu teve o pau todo dentro da Chun Li, começou umas idas e vindas lentas que fizeram a alegria dela, mas o ritmo foi aumentando e Chun Li gemia como uma possessa. Ryu não tinha terminado o trabalho, com a mesma umidade da buceta da Chun Li lubrificou a entrada do cu dela e de uma só vez enfiou dois dedos da mão direita, ele sabia que o rabo da Chun Li dava conta, então segundos depois adicionou um terceiro dedo aos que já tinha dentro da poderosa lutadora.
Agora sim, Chun Li se sentia estourando, os dedos de Ryu eram grossos e nodosos e ela tinha três dentro do reto, e o pau dele, que já era bastante, perfurava a boceta dela.
A intensidade do momento dominou a Chun Li, que começou a rebolar, no início, de forma descoordenada com o ritmo que Ryu levava, mas, em segundos, ela se ajustou à cadência da penetração do lutador, para frente, para trás, para frente de novo, e leves rebolados. Dos lados, fizeram a alegria de Ryu, que em um momento reduziu a intensidade das suas investidas para sentir o delicioso vai e vem dos quadris de Chun Li.
Cammy, por sua vez, já estava muito excitada, se masturbando enquanto chupava os dois peitos de Chun Li, e já queria sentir um pouco de ação.
— OK, darling, minha buceta é sua, come ela que tá suculenta. — Dizia Cammy, enquanto se virava ágilmente para colocar sua vulva ao alcance da boca entreaberta de Chun Li.
Chun Li abaixou o tronco para chegar na buceta de Cammy, que não estava brincando quando disse que estava muito suculenta. Chun Li sentiu o cheiro e o gosto do sêmen de Ryu, a sensação a incentivou ainda mais a devorar o sexo de Cammy.
Sem mais delongas, Chun Li lambia a buceta da loira seguindo o ritmo que agora ela controlava. Ryu quase não se mexia mais; era a própria Chun Li quem se empalava na pica dele, e ele só brincava com os dedos dentro do cu dela. Cammy já sentia o poder das lambidas e chupões de Chun Li na sua buceta. Em um momento de ardor extremo, Chun Li morde um dos lábios de Cammy, fazendo-a sangrar de fato.
Cammy estava tão excitada que a dor se misturou com o prazer e a fez dar uma espécie de grito misturado com um excitante gemido do mais puro prazer. O sal do seu suor e a acidez dos seus fluidos faziam arder o pequeno ferimento, mas Chun Li a enchia de prazer selvagem, e ambos, dor e prazer, transportavam Cammy para o perigoso limite do gozo masoquista.
Sêmen, fluidos vaginais e agora sangue se misturavam na boca de Chun Li, que estava fora de si. Seus movimentos eram mais intensos; nas brincadeiras, Ryu já tinha enfiado os quatro dedos no cu dela. Ele temia machucá-la, mas Chun Li se mexia mais rápido e mais intensamente.
Como uma puta, foi o que Ryu pensou ao ver a força e a quase desesperação com que Chun Li devorava a buceta avermelhada de Cammy. Chun Li, fazendo uso da sua força portentosa, apoiando-se em com o chão com uma mão, usou a outra pra levantar de leve os quadris de Cammy e lamber melhor a buceta dela, babando e prestes a explodir de novo.
Os gemidos selvagens de Cammy e os olhos quase virados avisaram Ryu que a loira tava gozando, como se a vida dela dependesse disso, Cammy segurou a cabeça de Chun Li com as duas mãos e, pra surpresa de Ryu, cravou as unhas na nuca da asiática. Na sequência, Chun Li deixou o rosto cair na buceta da amiga, só respirando pesado e gemendo na xota loira de Cammy. Chun Li tava tendo um orgasmo, tremia e vibrava da cabeça aos pés. Ryu quis aumentar a sensação de Chun Li, então voltou a meter e, quase com violência, tirou os quatro dedos que tinha enfiado no cu dela. Chun Li soltou um gemido forte e desabou, dominada pelo prazer brutal que a deixou rendida, com o nariz na racha gostosa de Cammy.
Ryu, ainda de pé, não quis pedir mais da buceta da amiga, então com o pau na mão se aproximou das duas mulheres e se masturbou usando a umidade ainda fresca da xota de Chun Li.
— Ryu, dá tudo pra gente, solta em cima de nós duas, vem. — disse Cammy, vendo as intenções do guerreiro com a espada na mão. Ryu não hesitou, soltou o autocontrole e se derramou sobre as duas garotas. Chun Li mal conseguiu se virar pra receber parte do banho no rosto, boa parte caiu na nuca dela e sobre os arranhões que Cammy tinha feito. E ela, por sua vez, recebeu uns 2 ou 3 jatos na cara, que Ryu apontou de propósito.
Chun Li se arrastou sobre o corpo de Cammy na grama pra beijá-la e se esfregar nela. Cammy recebeu satisfeita, e as duas mulheres se fundiram mais uma vez na paixão mulher com mulher, ficaram um tempão assim, aproveitando uma da outra sem vergonha nem pudor, como animais da selva que as cercava.
— Cadê o Ryu? — perguntou Cammy, recuperando um pouco de energia e se levantando.
— Ai! Não sei. Provavelmente foi se lavar, coisa que não cairia nada mal pra gente também.
— Se eu conheço ele, aposto que vai voltar pra treinar.
Responde Chun-Li, ainda no chão, percebendo que ela e Cammy estavam cobertas de terra, folhas secas, suor, porra e outras marcas do momento que acabaram de compartilhar.
— Vamos pro rio, tomar banho juntas?
— Você lembra onde a gente deixou nossas roupas?
— Foi perto da beira do rio, né?
Fala Cammy, enquanto Chun-Li dá uma risada, se levanta e limpa a bunda e as pernas.
— Não se preocupa com isso, Cammy. O Ryu deve ter algum uniforme extra pra emprestar. Essa selva é quente, então a gente pode ficar pelada se preferir, ou dividir a roupa que ele vai nos dar. Você usa a parte de cima e eu a de baixo, até porque não vamos precisar de mais nada.
— Ele é meio obcecado com treino, mas é foda no sexo. Se quiser, a gente fica uns dias por aqui e faz companhia pra ele. Vale a pena.
E Cammy diz:
— Ufa! Depois disso? Claro que vamos ficar uns dias, peladas, de topless ou do jeito que você quiser. Mas eu quero me esfregar muito mais no Ryu e em você, meu amor.
Num enclave no norte da Tailândia, perto da fronteira com a China.
Num afluente caudaloso do rio Chao Phraya, encontramos Ryu.
Talvez o mais poderoso dos Street Fighters. Ocupado com a única coisa que obceca sua mente: o treinamento.
Uma queda d'água de uns 10 metros de altura é o cenário da prática de Ryu. Parado na frente da cascata, usando seu ki poderoso, Ryu divide a parede de água em duas correntes.
A concentração intensa de Ryu aguça sua percepção, e enquanto executa os movimentos pra repetir o exercício bizarro, como uma flecha de luz, uma presença atravessa a mente do guerreiro. A concentração de Ryu é interrompida ao sentir uma presença meio confusa.
— Será um inimigo?
— Esse ki não é claro.
Foram os únicos pensamentos que passaram pela mente de Ryu, quase por reflexo, nosso lutador segue na direção que sua intuição mandar.
Com a velocidade e leveza do vento, Ryu segue a corrente do rio esperando encontrar a fonte da sua perturbação, e não se decepciona.
Numa parte encachoeirada do rio, rodeada por água espumosa, tem uma grande laje de pedra, e nela está deitada Chun Li. Ryu se esconde atrás de uns arbustos, mas Chun Li parece estar distraída; a garota está nua e molhada, isso chama poderosamente a atenção de Ryu.
O sol forte da manhã e a umidade dão um brilho especial na pele de Chun Li. A garota tem os braços sobre a cabeça, mostrando seu torso lindo, seus peitos bronzeados e brilhantes pareciam duas cúpulas coroadas com botões deliciosos apontando pro céu.
Da posição de Ryu, dava pra ver só o torso e parte das coxas gostosas de Chun Li.
— Será que tá dormindo?
— Por que minha intuição alertou?
Ryu se perguntava, enquanto achava muito difícil tirar os olhos da cena erótica.
Chun Li se mexeu um pouco, o suficiente para revelar a razão oculta do seu prazer sobre aquela pedra. Enfiada entre as pernas de Chun Li, com a metade inferior do corpo submersa nas águas correntes, estava Cammy.
A cena atingiu Ryu de repente, ele realmente não esperava algo assim, seu interesse no que via aumentou. Ele só conseguia ver as costas e parte de um lado de Cammy, mas Ryu tinha certeza de que era ela. A água dava um tom bronzeado estranho aos seus cabelos loiros, as nádegas esculturais de Cammy estavam meio cobertas pela espuma da água e o brilho de um seio molhado e um mamilo vermelho escapava da agora muito dinâmica cena.
Ryu observava atentamente como Cammy lambia com força quase selvagem a buceta de Chun Li e como esta última se contorcia de prazer sobre a laje de pedra. Chun Li parecia ofegar com a boca entreaberta e segurava a própria cabeça sentindo cada pulsação de prazer que Cammy lhe provocava.
A intensidade do momento e as imagens não demoraram a afetar Ryu, que já há um tempo sentia seu pau endurecer ao calor da chama lésbica que presenciava.
Guile ou Ken teriam pulado imediatamente em cima das garotas para se juntar ao festim, mas Ryu era diferente. Ryu estava naquele fim de mundo para treinar e aprimorar suas artes, qualquer distração o afastaria do seu objetivo real. Além disso, muito provavelmente aquelas garotas queriam privacidade e teriam rejeitado qualquer intervenção do jovem lutador, que no fim das contas era recatado demais para interromper aquele momento.
Momentos depois, encontramos nosso amigo Ryu numa clareira entre um bosque de tecas, no que parecia o quintal de uma cabana bem simples que com certeza servia de refúgio para o jovem lutador. Ryu estava sentado no chão em posição de lótus, meditando ou tentando fazer isso.
A imagem de Chun Li e Cammy no rio não saía da sua mente, perturbando qualquer Tentativa de meditação.
A pele brilhosa e molhada das duas amazonas, as convulsões de prazer que Chun-Li dava e o deleite evidente de Cammy enquanto chupava a buceta da amante, tudo isso rodopiava na mente de Ryu. A excitação dele não tinha baixado desde que voltou do rio. Nosso amigo se convenceu de que o único jeito de recuperar a calma era bater uma punheta, ou duas, e seguir em frente.
Ali mesmo sentado, Ryu puxou o pau pra fora pra começar quando, do nada, as figuras de duas caminhantes apareceram entre as árvores.
— O desejo tá me dando alucinação, ver aquelas duas putas se comendo me faz vê-las em todo canto.
Mas aquilo não era truque da mente do lutador. Eram mesmo Cammy e Chun-Li saindo do bosque, ainda peladas e conversando entre si.
— Viu, Cammy? Te falei que ele estaria por aqui.
— Esse é o campo de treino favorito dele.
Chun-Li comenta pra Cammy, que sorri com satisfação.
Ryu fica parado, feito um idiota, com o pau na mão. A única coisa que consegue dizer é:
— O que vocês tão fazendo aqui?
— Posso ajudar em alguma coisa?
As garotas riem. Chun-Li arruma o cabelo e responde:
— Querido Ryu, eu tinha contado pra minha amiga Cammy como seu pau é grande e como você usa ele bem, e ela queria experimentar. Além disso, falta mais um pra formar um trio que há um tempão eu tô afim de fazer.
— Olha, eu sei que você é um cara recatado, mas você toparia fazer companhia pra mim e pra Cammy?
— Vi que você ia começar uma coisa... não quer que a gente te ajude com isso?
Os olhos de Ryu pareceram saltar por um momento, mas ele se acalmou e lembrou o quanto sua amiga Chun-Li era safada e que, mais de uma vez, ele tinha comido ela de mil jeitos a pedido dela mesma. Num tom mais calmo, Ryu respondeu pras duas:
— Bom, se vocês acham que posso ajudar com isso, então venham.
As duas garotas se jogaram em cima de Ryu. Cammy fala pela primeira vez.
- Você tava certa, Chun Li, a pica do Ryu é bem grande.
- Parabéns, Ryu, instrumento grande e lindo.
Comentário ao qual Ryu só respondeu com um sorriso safado e um olhar lascivo.
Rapidamente, Ryu se livrou do kimono de treino, ficando pelado como suas acompanhantes. Chun Li mandou ele deitar no chão, e Ryu obedeceu, enquanto Cammy começou a chupar a pica dele como se estivesse esperando por aquele momento.
Chun Li diz:
- Ei, me deixa participar também.
A mulher mais poderosa do mundo se inclina e pega a parte da pica do Ryu que não está na boca da Cammy, começando a lamber e beijar. Cammy passava a língua e os lábios pela cabeça da pica do Ryu, enquanto Chun Li fazia o mesmo com o tronco da agora maior espada do jovem lutador.
Essa era a comida de pica mais extraordinária que Ryu já tinha experimentado: duas garotas se deliciando saboreando a pica dele. Ryu via e sentia com prazer como as bocas e línguas das suas acompanhantes safadas disputavam o falo dele, agora no auge da ereção.
- Ahh! Caralho, vocês duas são boas chupando, continuem, continuem assim. Ohh!
Dizia Ryu, enquanto Cammy e Chun Li só respondiam com olhares deliciosos e meios sorrisos, sem tirar as bocas da importante tarefa.
Enquanto as garotas lambiam e chupavam a pica do Ryu, trocavam beijos únicos, roçando os lábios e línguas, sempre com a pica no meio.
Cammy percorria o comprimento da espada do Ryu com a língua, de cima pra baixo, até chegar nos ovos dele, onde dava beijos, linguadas safadas e chupadas em cada testículo, enquanto Chun Li parecia querer sugar a essência do Ryu através da cabeça da pica. Ryu estremecia e quase enfiava os dedos na terra com cada presente de prazer que as street fighters davam com suas bocas e línguas.
Ambas as mulheres subiam e desciam pela pica do jovem lutador. O duplo boquete chegou ao resultado lógico: com um grito abafado, Ryu declarou que não aguentava mais e que estava prestes a gozar. Ao ouvir isso, as garotas quase uniram suas bocas sobre a glande e deram carícias suaves com as pontas das línguas, o que acelerou ainda mais a ejaculação de Ryu.
Ao primeiro gemido de Ryu, Chun Li e Cammy se posicionaram ambas sobre o pau dele e o pegaram como duas jogadoras de beisebol disputando um taco.
Na verdade, é difícil determinar qual das garotas levou o primeiro jato de esperma ou se ambas receberam sua parte, mas o resto das generosas esguichadas de Ryu foi banquete para Cammy e Chun Li. O sêmen lambuzava os rostos das moças e, com grande ansiedade, elas foram catar ou lamber a porra que estava sobre o pau ainda duro e acumulada sobre os ovos.
O orgasmo de Ryu o deixou meio atordoado; quando reagiu, só viu as garotas lambendo os restos do sêmen em seus respectivos rostos.
— UAU! Isso sim foi uma chupada.
— Chun Li, seus boquetes são sempre de primeira.
— Cammy, língua safada, puta chupada, viu só.
Dizia Ryu com cara de bobo, mas as garotas estavam absortas explorando suas gargantas com as respectivas línguas e se apalpavam; na verdade, Ryu pôde ver como Cammy enfiou a mão inteira na buceta de Chun Li e esta cravou um dedo no cu da amiga.
Cammy se atirou sobre Chun Li; ambas as mulheres pareciam querer devorar uma à outra. Com muito cuidado, a loira começou a esfregar seus seios e mamilos contra os de Chun Li, que se deliciava com a safadeza da companheira; Cammy pediu que Chun Li se levantasse um pouco, ela o fez, e a inglesa separou ligeiramente suas nádegas e enfiou o polegar no cu dela sem cerimônia, e com os outros quatro dedos dessa mão começou a roçar e cutucar a xereca.
As duas lutadoras estavam tão absortas em suas brincadeiras que não perceberam que Ryu ainda estava sentado ali perto e que o pau que instantes antes lhes dera uma máscara facial de sêmen e que abandonaram menos duro e mais Flácida, agora graças a esse espetáculo ela tava de novo imponente, dura e pronta pra mais ação.
Chun Li percebeu aquilo, mesmo continuando a curtir os dedos de Cammy no cu e na buceta dela.
— Cammy, olha, o Ryu já tá duro de novo, te falei que ele se recupera rápido.
— Vamo, vem, é hora de você provar a pica dele.
Disse Chun Li, dando gemidos entrecortados, olhando pro Ryu e a espada dele em posição de guarda.
— OK, Chun Li, é hora de foder.
— Vamo contigo, Ryu, não se desespera.
Disse Cammy, olhando fixo pro Ryu e pro pau dele.
— Venham, amigos, se preparem. Ryu, fica no chão. Cammy, vem cá, você me disse que queria que o Ryu metesse a pica toda em você.
— Então vem e monta no meu querido amigo.
Falou Chun Li com um tom imperativo, e Cammy e Ryu assentiram e partiram pra ação.
Ryu já tava deitado no chão e Cammy foi se colocando em cima dele de um jeito bem delicado e sensual.
— Quero sentir sua pica até o fundo, Ryu.
— Sabe, quando eu tenho orgasmos muito fortes, eu solto muito fluxo. Você se importa se eu molhar suas bolas?
Perguntou Cammy enquanto se inclinava sobre o quadril do Ryu.
— Claro que não. Se possível, eu adoraria fazer você gozar várias vezes pra te retribuir o favor.
— Sentir seus líquidos em mim vai ser um verdadeiro prazer.
Respondeu Ryu com um tom quase solene.
A pica do Ryu já tava bem dura e Cammy roçava a vulva contra a cabeça do imponente cacete. Depois dessa brincadeira, Cammy se decidiu e começou a descer a bacia, fazendo a pica do Ryu penetrar as entranhas dela.
Cammy adorava prolongar aquele momento em que uma pica entrava nela. Assim, a loira inglesa deslizava lentamente a buceta, aproveitando cada centímetro de pau que ia entrando. Naquela hora, Cammy desejou que a pica do Ryu tivesse vários metros pra ela curtir muito mais tempo.
Quando Cammy teve a pica toda do Ryu dentro dela, não conseguia acreditar no tamanho e na grossura que era. mas, sem se deixar absorver pelo momento, Cammy começou a subir e descer devagar. No começo, a cada movimento, ela sentia a espada dura do Ryu roçando por dentro da buceta dela, e o atrito batia no clitóris, dando uma sensação de prazer total em toda a boceta dela.
Enquanto isso, Chun Li era uma testemunha muda da cena, fascinada com a expressão de Cammy, que mostrava o prazer mais brutal e avassalador consumindo ela. Chun Li andava ao redor de Cammy e Ryu, olhando com muita avidez. Ryu percebia a grande excitação da amiga. Chun Li passava a mão na boceta claramente molhada, mas não queria interromper os amigos no serviço deles.
— Chun Li, você gostaria de se juntar a gente?
— Se quiser, pode se ajeitar, e eu poderia te dar uma daquelas comidas de boceta que você tanto gosta.
Entre respirações longas, Ryu falou isso pra Chun Li, com o tom amável e cheio de paz budista que era a cara dele. Aí Chun Li respondeu:
— Nossa! Achei que você nunca fosse me chamar, Ryu.
— Claro que quero. Vou lá pra você devorar minha bucetinha.
— É por isso que adoro foder com você.
Chun Li se agachou na cara de Ryu, numa posição exótica, olhando pra Cammy, apoiando as mãos no abdômen duro do jovem e deixando a boceta e o cu à mercê da língua dele.
Cammy estava com os olhos virados pra cima, tão absorta que quase não percebeu que agora estava cara a cara com a companheira de treinos e que as duas estavam aproveitando selvagemente o Ryu todo satisfeito.
Até aquele momento, as mãos de Ryu se deliciavam com as coxas e as nádegas de Cammy. Com Chun Li na cara dele, Ryu teve que usar uma das mãos pra facilitar o trabalho de cunilíngua que fazia na amiga.
A boceta de Chun Li já era, há um tempão, a grande delícia de Ryu. A pele morena dela, a racha carnuda e funda, e a sensação do tapete de pelos escuros encantavam Ryu. Pra ele, comer a boceta de Chun Li era demais. Era um puta prazer, e fazer isso enquanto uma gostosa como a Cammy White montava na pica, isso sim que era sensacional.
Cammy e Chun Li trocam olhares no meio do tesão, a língua do Ryu já tinha começado o trabalho na buceta da Chun Li, as duas minas estavam presas no mais puro gozo genital. Quase por reflexo, as duas lutadoras se aproximaram uma da outra e juntaram suas bocas no beijo lésbico mais erótico possível, as línguas de cada mulher eram como extensões do pau e da língua do Ryu que cada uma tinha enfiada nas suas respectivas bucetas, parecia que essas minas queriam lamber as almas uma da outra.
Cammy, que apoiava as mãos no abdômen do Ryu, se abraçou na Chun Li pra compensar o sobe e desce que dava no pau do jovem lutador. Chun Li correspondeu ao abraço e as duas mulheres se juntaram como uma só em cima do Ryu, que se deliciava até o limite com a sensação de duas bucetas, uma devorada pela boca dele e a outra enfiada na pica dele.
Chun Li queria dar pra amiga loira um momento foda. Como conseguiu, se encolheu e se preparou pra chupar os peitos da Cammy. A inglesa já se sentia explodir com a sensação da pica enorme do Ryu ocupando a buceta dela até o fundo, as mãos da Chun Li na pele dela e a língua primeiro na boca, mas agora a Cammy tinha aquela língua nos peitos sensíveis dela. Chun Li sabia o prazer que dava pra Cammy quando chupavam as tetas dela, e por isso fazia com muita habilidade e tesão.
Ryu podia sentir o aumento no ritmo do sobe e desce da Cammy no pau dele. Isso, por sua vez, aumentou a excitação dele e ele refletiu com a língua na buceta da Chun Li. O jovem se agarrou com os dois braços nas coxas da Chun Li, com uma mão se dedicou a massagear a bunda dela enquanto as lambidas, chupadas e beijos na buceta dela ficavam mais fortes e rápidos. Chun Li se sentia a ponto de gozar a qualquer momento, e os peitos da Cammy recebiam o impulso de prazer brutal, era como um circuito sexual que não não dava pra saber onde começava ou terminava a putaria e o tesão.
No meio da selva tropical, um barulho completamente estranho causou um baita alvoroço entre os pássaros e as raposas voadoras, os gemidos e gritos de prazer misturados e rasgados dados pelos três amigos, nada realmente compreensível, — VOU GOZAR! —, — AH, SIM! ASSIM! —, coisas desse tipo, dava pra ouvir de longe.
De volta à clareira, a cena com Chun Li e Cammy gemendo, se apalpando trêmulas em cima do Ryu; entre cada grito e ofegada, elas roçavam os rostos com as línguas e arranhavam as costas umas das outras de um jeito quase selvagem. Ryu soltava gemidos guturais enquanto gozava dentro da Cammy e chupava a buceta da Chun Li como se a vida dele dependesse disso.
Cammy achou que as convulsões e as ondas elétricas de prazer nunca fossem sair do corpo dela, mas a paz depois de um orgasmo daqueles — que na verdade ela não conseguia definir se foi uma série de orgasmos múltiplos ou o maior e mais intenso orgasmo da vida dela — foi tomando conta dela, e ela viu Chun Li também desabar no chão depois de ter gozado.
Cammy, Chun Li e a pica do Ryu estavam deitados, as minas em cima da grama fresca da clareira, Cammy levemente em cima da Chun Li, lambendo o pescoço dela e passando as mãos sobre o corpo suado da amiga asiática. Chun Li segurava a mão do Ryu, e ele só ficava olhando as agora boas amigas dele. Ryu conseguia ver a buceta vermelha da Cammy ainda escorrendo porra da descarga que tinha acabado de soltar.
— Montando no Ryu e com suas mãos e língua, tive a gozada mais selvagem da minha vida, isso foi inesquecível, temos que repetir. Se a gente se mudasse pra Inglaterra, dava pra casar os três. Não é à toa que esse cara é invencível nas lutas, mas agora é melhor a gente lutar assim, é mais divertido e todo mundo ganha. —
Cammy falava no ouvido de Chun Li enquanto olhava Ryu, absorto, mirando o céu.
— Chun Li, o que o Ryu tanto olha no céu? Vai chover ou algo assim? —
Perguntou Cammy pra Chun Li. — Aprecia a natureza ou algo assim, quem sabe, eu só sei que o Ryu fode pra caralho, o resto é problema dele.
Ryu reage, vira um pouco e fala pras amigas:
— Vocês gostaram de ficar comigo?
— Fico feliz em ter sido útil pra vocês.
Cammy solta uma gargalhada com a declaração estranha do Ryu, mas Chun Li encara ele e pergunta:
— Ah, não! Meu querido Ryu, espero que suas forças não tenham te abandonado, eu fiquei com vontade de sentir seu pau dentro de mim, então ainda tem trabalho pra fazer, meu garanhão.
Ryu se surpreende e sorri, dando uma olhada no próprio pau mole, descansando mansinho em cima das bolas.
Cammy percebe e, enquanto se aproxima de Ryu, vai falando:
— Acho que o Ryu precisa de uma ajudinha dessa vez.
— Vem cá, Ryu, vou levantar essa vara na base de chupadas e beijinhos.
— Não se preocupa, Chun Li, o pau do Ryu vai ficar duro e pronto pra você.
Cammy pega o pênis mole do Ryu e enfia na boca, começando a chupar e lamber como se fosse um doce. Ryu faz caretas de prazer e sente a espada dele recuperando a firmeza graças à boca habilidosa da Cammy White.
— Essa língua é uma delícia, né, Ryu?
— Faz maravilhas no meu clitóris.
— Só relaxa e aproveita o passeio.
Dizia Chun Li, sorrindo, deitada de lado perto do Ryu e da Cammy, observando os amigos.
Ryu e Chun Li batiam um papo qualquer enquanto Cammy continuava devorando o pau cada vez maior do rapaz.
Ryu parou a conversa pra pedir pra Cammy parar o boquete, que já se sentia pronto pra mais ação. Cammy riu de novo quando Ryu agradeceu pra caralho por ela ter revivido o pinto dele.
— Beleza, Ryu, agora é minha vez. Você sabe, do jeito que eu gosto: forte e até o fundo.
Enquanto falava isso, Chun Li ficou de quatro na grama, oferecendo a bunda e a buceta pro Ryu. Cammy sentou na grama um pouco afastada, queria ver. a ação antes de decidir de que jeito interviria. Ryu se posicionou atrás da Chun Li e com a mão esquerda começou a estimular a buceta da garota asiática, Cammy olhava muito satisfeita e ela mesma passava os dedos na própria buceta.
Depois de alguns momentos, Cammy tomou a iniciativa e se deitou, colocando o rosto na altura dos peitos da Chun Li, e com muita delicadeza começou a chupar e lamber os duros mamilos da amiga íntima. Isso deu um bom resultado, já que a buceta da Chun Li ficou mais molhada e mais rápido, Ryu aproveitou isso, molhou os dedos da mão direita e começou a estimular o cu da Chun Li. Cammy não perdia nenhum detalhe da ação e redobrou os esforços nos peitos de uma Chun Li cada vez mais excitada, que no final, com quase um gemido, disse que já estava pronta, que enfiassem nela, por favor.
Ryu não se fez de rogado e com muita lentidão e suavidade foi enfiando o pau na buceta da sua querida companheira de lutas, Cammy continuava se deliciando com os peitos da Chun Li, e esta só curtia o momento.
Quando Ryu teve o pau todo dentro da Chun Li, começou umas idas e vindas lentas que fizeram a alegria dela, mas o ritmo foi aumentando e Chun Li gemia como uma possessa. Ryu não tinha terminado o trabalho, com a mesma umidade da buceta da Chun Li lubrificou a entrada do cu dela e de uma só vez enfiou dois dedos da mão direita, ele sabia que o rabo da Chun Li dava conta, então segundos depois adicionou um terceiro dedo aos que já tinha dentro da poderosa lutadora.
Agora sim, Chun Li se sentia estourando, os dedos de Ryu eram grossos e nodosos e ela tinha três dentro do reto, e o pau dele, que já era bastante, perfurava a boceta dela.
A intensidade do momento dominou a Chun Li, que começou a rebolar, no início, de forma descoordenada com o ritmo que Ryu levava, mas, em segundos, ela se ajustou à cadência da penetração do lutador, para frente, para trás, para frente de novo, e leves rebolados. Dos lados, fizeram a alegria de Ryu, que em um momento reduziu a intensidade das suas investidas para sentir o delicioso vai e vem dos quadris de Chun Li.
Cammy, por sua vez, já estava muito excitada, se masturbando enquanto chupava os dois peitos de Chun Li, e já queria sentir um pouco de ação.
— OK, darling, minha buceta é sua, come ela que tá suculenta. — Dizia Cammy, enquanto se virava ágilmente para colocar sua vulva ao alcance da boca entreaberta de Chun Li.
Chun Li abaixou o tronco para chegar na buceta de Cammy, que não estava brincando quando disse que estava muito suculenta. Chun Li sentiu o cheiro e o gosto do sêmen de Ryu, a sensação a incentivou ainda mais a devorar o sexo de Cammy.
Sem mais delongas, Chun Li lambia a buceta da loira seguindo o ritmo que agora ela controlava. Ryu quase não se mexia mais; era a própria Chun Li quem se empalava na pica dele, e ele só brincava com os dedos dentro do cu dela. Cammy já sentia o poder das lambidas e chupões de Chun Li na sua buceta. Em um momento de ardor extremo, Chun Li morde um dos lábios de Cammy, fazendo-a sangrar de fato.
Cammy estava tão excitada que a dor se misturou com o prazer e a fez dar uma espécie de grito misturado com um excitante gemido do mais puro prazer. O sal do seu suor e a acidez dos seus fluidos faziam arder o pequeno ferimento, mas Chun Li a enchia de prazer selvagem, e ambos, dor e prazer, transportavam Cammy para o perigoso limite do gozo masoquista.
Sêmen, fluidos vaginais e agora sangue se misturavam na boca de Chun Li, que estava fora de si. Seus movimentos eram mais intensos; nas brincadeiras, Ryu já tinha enfiado os quatro dedos no cu dela. Ele temia machucá-la, mas Chun Li se mexia mais rápido e mais intensamente.
Como uma puta, foi o que Ryu pensou ao ver a força e a quase desesperação com que Chun Li devorava a buceta avermelhada de Cammy. Chun Li, fazendo uso da sua força portentosa, apoiando-se em com o chão com uma mão, usou a outra pra levantar de leve os quadris de Cammy e lamber melhor a buceta dela, babando e prestes a explodir de novo.
Os gemidos selvagens de Cammy e os olhos quase virados avisaram Ryu que a loira tava gozando, como se a vida dela dependesse disso, Cammy segurou a cabeça de Chun Li com as duas mãos e, pra surpresa de Ryu, cravou as unhas na nuca da asiática. Na sequência, Chun Li deixou o rosto cair na buceta da amiga, só respirando pesado e gemendo na xota loira de Cammy. Chun Li tava tendo um orgasmo, tremia e vibrava da cabeça aos pés. Ryu quis aumentar a sensação de Chun Li, então voltou a meter e, quase com violência, tirou os quatro dedos que tinha enfiado no cu dela. Chun Li soltou um gemido forte e desabou, dominada pelo prazer brutal que a deixou rendida, com o nariz na racha gostosa de Cammy.
Ryu, ainda de pé, não quis pedir mais da buceta da amiga, então com o pau na mão se aproximou das duas mulheres e se masturbou usando a umidade ainda fresca da xota de Chun Li.
— Ryu, dá tudo pra gente, solta em cima de nós duas, vem. — disse Cammy, vendo as intenções do guerreiro com a espada na mão. Ryu não hesitou, soltou o autocontrole e se derramou sobre as duas garotas. Chun Li mal conseguiu se virar pra receber parte do banho no rosto, boa parte caiu na nuca dela e sobre os arranhões que Cammy tinha feito. E ela, por sua vez, recebeu uns 2 ou 3 jatos na cara, que Ryu apontou de propósito.
Chun Li se arrastou sobre o corpo de Cammy na grama pra beijá-la e se esfregar nela. Cammy recebeu satisfeita, e as duas mulheres se fundiram mais uma vez na paixão mulher com mulher, ficaram um tempão assim, aproveitando uma da outra sem vergonha nem pudor, como animais da selva que as cercava.
— Cadê o Ryu? — perguntou Cammy, recuperando um pouco de energia e se levantando.
— Ai! Não sei. Provavelmente foi se lavar, coisa que não cairia nada mal pra gente também.
— Se eu conheço ele, aposto que vai voltar pra treinar.
Responde Chun-Li, ainda no chão, percebendo que ela e Cammy estavam cobertas de terra, folhas secas, suor, porra e outras marcas do momento que acabaram de compartilhar.
— Vamos pro rio, tomar banho juntas?
— Você lembra onde a gente deixou nossas roupas?
— Foi perto da beira do rio, né?
Fala Cammy, enquanto Chun-Li dá uma risada, se levanta e limpa a bunda e as pernas.
— Não se preocupa com isso, Cammy. O Ryu deve ter algum uniforme extra pra emprestar. Essa selva é quente, então a gente pode ficar pelada se preferir, ou dividir a roupa que ele vai nos dar. Você usa a parte de cima e eu a de baixo, até porque não vamos precisar de mais nada.
— Ele é meio obcecado com treino, mas é foda no sexo. Se quiser, a gente fica uns dias por aqui e faz companhia pra ele. Vale a pena.
E Cammy diz:
— Ufa! Depois disso? Claro que vamos ficar uns dias, peladas, de topless ou do jeito que você quiser. Mas eu quero me esfregar muito mais no Ryu e em você, meu amor.

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