A quarentena rigorosa continuava em todo o país. Em alguns telejornais diziam que no Casa Rosada estavam falando sobre a possibilidade de flexibilizá-la em breve, já que a produção da vacina tinha sido muito mais rápida do que todos previam. No entanto, o COVID-25 tinha toda a cara de que ia nos manter trancados por mais alguns meses, e que a quarentena no seu nível mais rigoroso continuaria por pelo menos algumas semanas. No dia seguinte à orgia com aquelas duas, acordei cedo. Embora estivesse cansado por tudo o que tinha comido, queria aproveitar aquelas primeiras horas da manhã para ficar a sós com a mamãe, pois dava como certo que Luana e tia Mariana ficariam na cama por um bom tempo mais, já que deviam estar tão exaustas quanto eu. A mamãe estava na cozinha, preparando um café com leite. Não tínhamos tido um momento assim, a sós, desde que eu tinha lhe provocado um orgasmo na banheira. Sabia que tinha que continuar com o jogo que tínhamos estabelecido tacitamente. Tudo o que tinha acontecido enquanto ela estava supostamente dormindo ou desmaiada, era como se nunca tivesse acontecido. Embora algo me dissesse que para ela, tanto quanto para mim, aquele prazer que tínhamos nos provocado estava flutuando no ar. Tanto era assim que, quando parei no vão da cozinha, observando-a, pude ver como ela se tensionava levemente. Eu a via de perfil. Tinha um jeans e uma camiseta turquesa, bem justa ao corpo. Seu cabelo loiro estava preso num rabo de cavalo. Era um daqueles looks que pareciam mais comuns, mas que nela, com o corpo que tinha, ficava maravilhoso.
—Bom dia, mãezinha. Já tá se sentindo melhor?
Percebi que não devia ter falado aquilo, porque o fato de lembrar ela da sua indisposição, inevitavelmente lembraria do que aconteceu. Vi como ela se arrepiou, mas logo se conteve. Estava mexendo a xícara de café com porra, e parou de fazer isso para virar e me olhar.
—Bom dia, Lucio —disse ela—. Sim, tô bem melhor. Ontem descansei o dia todo. Acho que foi só o calor. Ainda bem que hoje a temperatura baixou bastante.
—É, ainda bem. Que pena que limpamos o quarto do fundo ontem e não hoje.
Entrei na cozinha, olhando ela de rabo de olho. Tinha soltado aquela frase de propósito. Agora me perguntava se ela também estava lembrando dos roçados dentro daquele quartinho. Lá ela não estava desmaiada, afinal. Imaginei que naquele jogo estranho que estávamos jogando, não passavam de toques acidentais, justificados em parte pela estreiteza do lugar.
—Bom, mas já foi feito —disse ela simplesmente.
Enquanto eu pegava uma xícara e uma colher, ela se sentava na mesa da cozinha, para dar o primeiro gole no café com porra. Preparei um pra mim, e sentei na frente dela.
Ela tava bem. O orgasmo do dia anterior tinha revitalizado ela. Isso me fazia pensar que ia ser difícil que naquele mesmo dia ela caísse aos próprios impulsos.
—Cada vez fica mais difícil se distrair, né? —perguntei.
—Nem me fala. Não sei pra que caralhos servem tantos dispositivos digitais, tantos serviços de streaming. Mas enfim, hoje tenho uma videochamada em grupo com minhas amigas da academia. Também converso às vezes com as senhoras do bairro. E às vezes entro em grupos de política, só pra passar o tempo.
Ela tomou outro gole, e olhou pra fora, pro nada.
—Com sorte só temos que aguentar mais algumas semanas —falei.
—Mas isso é uma eternidade. É como se a gente estivesse preso.
—E homens? —soltei de repente.
—O quê? —perguntou ela por sua vez.
—Você também conversa com homens? Ou só com suas amigas da academia?
Ela me observou com os olhos entreabertos e desenhou-se um sorriso em seus lábios carnudos. —Muitos homens me escrevem. Mas eu não respondo. Pelo menos até agora não respondo. Ela passou uma mecha rebelde atrás da orelha. De repente parecia uma adolescente que tivesse tido um romance descoberto. —E por que você não responde? —Porque nenhum me parece interessante. —Mas… como eles vão parecer interessantes se você não fala com eles? Ela riu. Eu não tinha certeza de onde aquela conversa ia parar, mas estava intrigado em saber como era a vida virtual da mamãe. —É verdade. É que de qualquer forma agora eu não poderia me encontrar com ninguém, então é melhor não começar algo que eu não possa concretizar. Eu já estava entendendo o que se passava com ela. Mamãe era muito respeitosa da quarentena, pois tinha muito medo do contágio. Por outro lado, ela se conhecia muito bem, e sabia que se se envolvesse com um cara, ia querer dar pra ele. Então se reprimia de propósito, certamente fazendo um esforço enorme até que a gente pudesse se vacinar. —Bom, então você não se encontraria com um cara escondido. Por mais que você goste. —Nem morta! —disse—. E expor vocês ao contágio? Era paradoxal, mas, afinal de contas, o mau humor repentino que a mamãe tinha por causa da abstinência era por aguentar os impulsos dela para nos proteger. Não teria custado nada que um cara entrasse sorrateiramente à noite e lhe desse prazer. Mas ela nem sequer se animava a responder uma mensagem, porque sabia que uma vez que o fizesse não conseguiria se conter. Em compensação, eu funcionava como um catalisador daquele tesão. Eu era o que lhe dava certo alívio quando os dias sem sexo a deixavam tão alterada que não dava mais. Por isso, naquele dia, enquanto tomávamos café da manhã, eu percebia a importância enorme que tinha a minha presença na casa. Podia me aproveitar disso ou simplesmente estar ali para quando ela precisasse. Suponho que se eu fosse um bom filho simplesmente esperaria que surgisse outro momento oportuno como o da tarde anterior. No entanto, animado pela festa sexual com as outras duas mulheres da minha família, decidi fazer todo o possível para que a mamãe caísse o quanto antes ao seu incontível apetite sexual.
Percebi que tinha que concretizar de novo com ela o quanto antes, porque, se chegássemos a nos vacinar, aí sim poderia se decidir a ter encontros com homens.
Quando a mamãe terminou de tomar café, levantou-se para lavar a xícara. Vi como caminhava até a pia pequena da bancada, rebolando os quadris suavemente. A calça jeans azul tinha umas costuras douradas, tanto nos bolsos traseiros como no meio. Isso fazia com que suas nádegas maciças se marcassem perfeitamente, dando-lhe um aspecto incrivelmente sensual. Esse rabo maravilhoso fez com que eu fosse atrás dele, como atraído por um ímã. Dei um longo gole para terminar meu café da manhã, e me encaminhei para ela.
Me coloquei atrás dela, e pus minha xícara e minha colher na pia, enquanto ela terminava de passar a esponja na dela. Claro que não era necessário me colocar atrás. Bem poderia ter me aproximado de lado. Mas nesse jogo perverso que eu tinha com ela, essas aproximações eram normais.
—Deixa, lavo eu —falei para a mamãe, apoiando as mãos na cintura dela, sem nenhuma necessidade.
—Não, se você tá vendo que eu que tô fazendo — disse ela. Fiquei ali, com as mãos na cintura dela. Ela estava levemente inclinada, agora enxaguando o copinho, com uma perna levemente flexionada, a outra rígida, empinando essa bunda espetacular. Apertei um pouco mais com a mão, e me aproximei o suficiente pra que minha pelve fizesse contato com essa bunda linda daquela mulher que tinha me parido. Mamãe deixou de lado o copinho que tinha acabado de enxaguar, sem mudar a posição do corpo, e depois pegou o copinho que eu tinha deixado. Não tinha dúvida de que cada coisa que ela fazia era pra se esticar o máximo possível. Fechou a torneira e começou a passar a esponja cheia de detergente dentro do copinho. Eu me apertei mais contra ela, enquanto ela continuava passando a esponja com força, como se estivesse tão suja que precisasse de muito mais passadas que o normal. Minhas mãos desceram da cintura de vespa da mamãe pras suas ancas sinuosas, sentindo a mudança contundente do corpo dela nessa área. Acariciava com as pontas dos dedos. Recuei a pelve um pouco, só pra depois empurrar de novo. Pra completar, agora meu pau já estava inchado, e não tinha dúvida de que ela sentia. Minha boca se enchia d'água. Entendi que estávamos de novo imersos nesse jogo que a gente tinha inventado. A única diferença era que provavelmente esse era o momento em que ela estava mais consciente. Talvez o fato de não me ver ajudasse ela a ficar assim. Mamãe começou a enxaguar meu copinho, mais uma vez fazendo tudo o mais devagar que podia. Agora meu pau estava se erguendo, e ficou apertado entre as duas nádegas túrgidas dela. Agarrei forte a cintura dela, e empurrei mais uma vez. Olhei pra baixo, como esse volume duro da minha virilha tinha ficado bem paralelo àquela costura dourada que estava na parte de trás da calça. Mamãe se endireitou pra voltar a pôr o copinho de lado na bancada. Entendi que se não pensasse rápido, esse pequeno jogo erótico chegaria ao seu final. Por sorte, a cabeça se iluminou pra mim. Me movi um pouco pra direita, o que fez meu pau esfregar na bunda inteira dela. Peguei um pano de prato que estava dobrado de lado, e voltei pra minha posição original.
—Toma —falei, entregando pra ela.
—Valeu —murmurou mamãe.
Ela pegou o pano e começou a secar um dos copos. Enfiou o pano dentro e começou a fazer movimentos circulares lentos enquanto eu me apertava mais contra ela. Era impossível que ela não notasse que eu estava esfregando meu pau duro na bunda dela. Mas eu não podia falar nada. Não podia quebrar a magia do momento. Aquele tempo que a gente ficaria ali, colados, esfregando nossas partes íntimas quase como se estivéssemos transando com a roupa, era um tempo fora da realidade do dia a dia. Era algo que acontecia numa dimensão paralela. O que rolasse ali seria à parte do que rolasse no resto do dia, quando mamãe voltaria a ser mamãe, ou pelo menos tentaria ser.
Abaixei uma mão, levando até uma das bundas dela. Era tão grande que mesmo com a mão bem aberta eu não conseguia abarcar inteira. Acariciei de leve, enquanto continuava enfiando o pau.
Aí escutei um som leve. Quase algo imperceptível que mamãe não chegou a ouvir. Lembrei de repente da existência de Luana e Mariana, porque quando eu estava viciado na bunda da mamãe o universo inteiro parecia desaparecer. Virei a cabeça pra esquerda e, de fato, vi que Luana estava no vão da cozinha, vendo o que eu estava fazendo com a nossa mãe.
Vi como a imbecil tapava a boca, pra abafar a gargalhada que quase soltou. Por um instante, morri de medo. Mas aí ela tirou a mão do rosto e fez um gesto com o dedo indicador apoiado nos lábios. O gesto inconfundível do silêncio.
Não entendia o que ela queria. Mas ela se afastou um pouco mais, até se esconder da minha vista, embora eu soubesse que estava bem perto.
Mas, apesar da inesperada aparição da minha irmã mais velha, meu pau seguia dura como pedra e minha mão continuava apalpando aquele maravilhoso rabo que a mamãe tinha. Vi que ela terminou de secar o segundo copinho, e agora o deixava de lado. Finalmente secou a colher. Infelizmente, com esse utensílio ela não pôde se estender por muito mais tempo. Esticou a mão para abrir a gaveta onde ficavam guardadas todas as colheres, deixou-a ali e fechou. Era o fim. Não havia motivo lógico para continuarmos assim. Embora, visto de outra forma, também não era lógico aquele contato obsceno que tivemos enquanto ela lavava as coisas. Então simplesmente fiquei um tempo assim. Aí, aconteceu algo que eu não esperava. Mamãe, que até o momento tinha tido um papel passivo, como quase sempre, começou a mover suavemente os quadris, de um lado para o outro, como se estivesse dançando, embora com movimentos mais lentos e curtos. A questão é que com esse simples movimento, ela começava a esfregar o rabo em mim com uma intensidade que até o momento não tinha existido. Sentia em todo o meu pau como essas nádegas se apertavam nela, e quando o movimento fazia com que eu me encontrasse outra vez com o centro mesmo dessas nádegas, ela ficava um tempo ali, para depois voltar a se mover. Aí aconteceu o impensável. Senti no meu próprio corpo como o corpo da mamãe ficou tenso. Depois começou a esfregar o rabo no meu pau com muito mais força, até que sua respiração já agitada virou um gemido de prazer. Mamãe estava tendo um orgasmo, e isso que dessa vez eu nem estimulei a buceta dela. Ficou agitada, recuperando a respiração normal aos poucos. Eu, ainda com o pau duro, me afastei dela. Aí ela caminhou em direção à porta que dava para o quintal dos fundos. —Guarda os copinhos —disse, sem se virar para me olhar. Assim fiz. Fiquei atordoado com o que acabara de acontecer. Era a primeira vez que ela tinha uma atitude assim, tão ativa. Me perguntei se isso significava uma nova etapa na nossa relação. Me perguntei se talvez isso implicasse que, mais cedo ou mais tarde, poderíamos fazer sexo sem ter que fazer toda essa pantomima. Então lembrei da Luana… Fui pra sala de estar. Ela estava sozinha. Tinha ligado a TV. Estava usando um short de algodão branco e uma regata. O cabelo castanho estava solto. Ela olhou pra mim, com um sorriso de deboche. Os olhos azuis me pareceram cheios de lascívia. —Quê? —perguntei. —Nada —disse ela. —Vai, não se faz de burra. Vamos falar sério uma vez —falei, sentando do lado dela. —Sei lá. Sabia que a mamãe ama cock, mas não imaginei que ela ia chegar a ter algo com você. Bom, de qualquer forma, te parabenizo. —Ela não é como a gente —expliquei—. Não é incestuosa. —Claro —disse ela, soltando uma gargalhada odiosa. —É verdade, burra. Só que o vício dela por sexo… Não consegui terminar a frase, porque percebi que isso me deixava mal na fita, mas a espertinha da minha irmã entendeu na hora. —Ah, então você se aproveita da fraqueza dela por cock, né? —Bom… É —admiti. Ela soltou uma gargalhada que me deu vontade de dar um tapa na cara dela. —Como você é otário, Lucio. A mamãe é uma mulher adulta, não uma menininha boba como você. Você acha que ela não sabe o que tá fazendo? Você é só um fantoche dela. Não esperava esse comentário. Mas fazia sentido. O tempo todo eu tinha assumido que estava me aproveitando da fraqueza da mamãe, mas será que ela não estava se aproveitando de mim também? Ela era a adulta, era minha mãe, afinal de contas. —Bom, mas, por mim, que ela se aproveite —falei. —Típico de homem. Você é tão básico. Olha como ela te deixou —disse Luana, apontando com o olhar pro cock ainda ereto—. Gozou e te deixou mais duro que pedra. Na real, ela é uma gênia. A garota de merda tinha razão. A mamãe tinha se satisfeito e me deixado com a ejaculação contida, esperando o momento certo pra explodir. —Você ouviu ela gozar? —perguntei, caindo de repente nesse detalhe. —Ouvi e vi —disse Luana. Com uma agilidade felina, ela ficou de quatro no sofá, e começou a rebolar o rabo na minha narizes, imitando exageradamente os movimentos que a mamãe tinha acabado de fazer.
—Para com isso, sua burra —eu disse—. Não tá vendo que ele pode voltar a qualquer momento?
Mas a garota continuava rebolando a bunda, morrendo de rir. Não pude fazer nada além de admirar aquele rabo gostoso. Lembrei que na noite anterior tinha penetrado nele. Só um pouco e por uns instantes, mas tinha enfiado o pau naquele buraquinho que ela tinha.
Dei um tapa na bunda dela.
—Para com isso. Assim você deixa tudo mais difícil pra mim —falei.
Ela se ajeitou no sofá, ainda rindo.
—E ainda por cima, quando a ejaculação é interrompida, depois demora pra baixar, né? —comentou.
—Vejo que você entende bastante de rola.
—E você sabe muito pouco sobre mulheres —disse ela.
—Você vai me ajudar ou não? —perguntei.
—Ajudar com o quê? A gozar? Nem fodendo. Você já teve o suficiente ontem. E isso você tem que agradecer à tia. Mas não fica sonhando que vai poder ficar com a gente quando der na telha. Aliás, já falei com ela e proibi que fizesse qualquer coisa sozinha com você.
—Me parece que a tia é grandinha o suficiente pra escolher —desafiei.
—Claro. Por isso ela me escolhe, seu bobo. Você só foi um brinquedinho com o qual decidimos nos divertir uma noite —esclareceu, ecoando meus próprios pensamentos naquele momento—. Melhor se concentrar na mamãe. Come ela direito pra ela parar de encher o saco. Fica insuportável quando não tem uma rola dentro.
—Não é tão fácil —eu disse—. Então… Você não vai me ajudar.
—Não. Mas se quiser, bate uma. Não me incomoda.
—Como é que eu vou bater uma aqui? A mamãe pode entrar a qualquer momento.
—É só uma sugestão. Faz o que quiser.
—Vai, me ajuda —falei, me aproximando um pouco dela.
—Não.
—Vai, só um pouquinho —insisti, pegando a mão dela, puxando.
—Para com isso, Lucio. Já te disse. Você é minha putinha. Vou te comer quando eu quiser.
—Mas agora eu não tô pedindo pra gente transar —disse, quase suplicante, coisa da qual me arrependeria depois, levando a mão dela de dedos delicados à minha virilha, obrigando-a a sentir minha ereção, na esperança de que aquilo a tentasse.
—Lucio… Isso é abuso sexual —disse ela, mas não fez nada para se afastar. Abaixei o zíper da calça e libertei meu pau. Como era de se esperar, tinha vazado muito líquido pré-ejaculatório. Então peguei a mão dela de novo e levei até o meu membro. —Tá bem quente —ela disse—. Você deve estar com febre —acrescentou depois, soltando uma risadinha. Então começou a massagear. —Isso, assim —eu disse, ofegante. —Olha como você fica pela mamãe —ela disse—. Que tarado. —Como todo mundo na família —eu disse, soltando um suspiro—. Isso, um pouco mais forte, vai. —Tá toda melecada, seu porco —ela disse—. Vamos deixar ela mais escorregadia. Ela se inclinou levemente. O cabelo cobriu seu rosto lindo. De repente vi um fio grosso de baba descendo da boca dela. O líquido caiu na glande e logo começou a se espalhar pelo tronco. Mas depois ela cuspiu de novo. Começou a massagear o pau de novo e, depois de alguns segundos, soltou um terceiro fio de baba.
—Assim está muito melhor —disse ela.
Eu sabia o que a vadia estava fazendo. Tinha aceitado fazer ali, na sala de estar, enquanto a mamãe estava lá fora, fazendo sei lá o quê, só porque esperava que a qualquer momento ela nos interrompesse, e aí eu passaria por um momento vergonhoso. Mas era tão tentador receber uma masturbação da minha irmã, que eu fiquei ali, com os olhos bem abertos e a respiração ofegante, deixando a mão dela, que envolvia meu pau, subir e descer lentamente, me proporcionando um prazer imenso.
—Chupa —murmurei—. Chupa um pouquinho.
Ela só negou com a cabeça. Como estava sentada ao meu lado, era difícil me aproveitar daquele corpinho gostoso que ela tinha. Mas, mesmo assim, deslizei a mão pela cintura dela, e desci até a bunda, enfiando entre esta e o sofá, então não estava realmente acariciando, mas ela ficava sentada sobre a mão.
Luana continuou me punhetando. Eu afastei o cabelo dela para o lado, pra ver aquela carinha linda que ela tinha. Os lábios estavam entreabertos, e os olhinhos de céu dela tinham o brilho da luxúria. Mas a safadinha não ia chupar, por mais excitada que estivesse.
De repente ela me soltou, e se afastou do sofá de três lugares que a gente estava dividindo, pra sentar num dos sofás individuais.
—Que que tá fazendo —falei, embora na real não estivesse surpreso.
—Nada. Quero ver como você faz.
Vi meu próprio pau, inchado, todo vermelho, com as veias marcadas, e banhado por uma camada de saliva da minha irmã. A vadia cruzou as pernas e apoiou as costas no encosto do sofá, como se estivesse se acomodando pra ver um filme.
Agucei o ouvido. Parecia que a mamãe não estava por aí.
—Pelo menos me traz papel. Se você me obriga a dar um show, colabora.
Ela se levantou e foi até a mesa da sala de jantar, onde estava o rolo de papel toalha já preparado. Vi como ela mexia a bunda de propósito, pra me provocar. A fio-dental marcava no short. Não demorei pra começar a me masturbar procurando gozar o mais rápido possível. Minha irmã voltou e me entregou o papel. —Só um? Que burra você é —reclamei, pegando. Era apenas um quadradinho fino. Mesmo quando a gente comia era preciso usar dois. Ela só sentou e riu. Continuei com o meu. Mas logo escutei que a mamãe voltava do quintal. Ficava me perguntando o que ela pensaria se me encontrasse naquela situação. Estava quase guardando meu pau todo melado e babado, mas Luana me indicou que não fizesse isso, com um gesto de cabeça, e depois sussurrou: —Ela tá na cozinha. Neguei com a cabeça. Não podia correr o risco de a mamãe ver aquilo. O dela era totalmente diferente do que eu tinha com a Luana e a tia Mariana. Com elas era algo que acontecia casualmente. Uma ida e volta proibida e mórbida, mas que rolava de forma natural. O da mamãe devia acontecer sempre num plano paralelo ao da nossa vida cotidiana. Estava quase escondendo meu pau, mas a Luana se mexeu rapidinho. Levantou do assento e com uns passos largos e velozes, ficou na minha frente. Então se agachou, e, sem mais preâmbulo, meteu o pau na boca. A sensação foi tão potente que tive que me esforçar muito pra conseguir escutar se a mamãe se aproximava, pois todos os meus sentidos se eclipsavam, menos o do tato, na zona do meu pau, onde minha querida irmã mais velha estava me devorando, me dando o que tinha me negado uns minutos atrás. Por uns instantes escutei a mamãe abrindo e fechando gavetas. Quem sabia o que ela estava fazendo. Mas logo escutei os passos em direção à sala de estar. —Lucio… —disse. Eu estava de costas pra ela, então ela só podia ver minha cabeça e ombros sobressaindo do sofá. A Luana, por sua vez, estava completamente escondida da vista dela. E a filha da puta estava grudada no meu pau com uma vontade que nunca tinha mostrado. —Que… mãe? —falei, e quase pude ouvir minha irmã rindo ao mesmo tempo que passava a língua na glande. —Já tinha te falado que tinha que cortar os galhos da árvore do vizinho, né? Você sabe como é. Ele não vai fazer por conta própria. Mas os galhos que atravessam o muro você pode cortar. Eu nem lembrava que ela tinha me mencionado isso, mas era compreensível tendo a língua de cobra da Luana se movendo sobre o freio do meu pau.
—É, mãe, hoje eu faço, ah…
O orgasmo veio de repente. O esperma saltou e entrou na boca da Luana. Achei que ela estava engolindo tudo, mas aí a filha da puta fez uma das suas maldades. Cuspiu tudo sobre o pau, junto com a saliva dela, me sujando todo. Com aquele papel que ela tinha me dado eu não podia fazer muita coisa.
—O que você tem? —perguntou a mãe.
—É que…
Aí a Luana se levantou. Meu coração parou por um instante.
—Luana? —perguntou a mãe, estranhando—. O que você estava fazendo?
Minha irmã foi até onde a mãe estava.
—Nada. Tava procurando uma nota que perdi. Achei que tinha caído embaixo do sofá. Mas não importa, não era tanto.
Entendi que ela estava ganhando tempo pra mim. Fechei o zíper, tentando mexer os braços o mínimo possível. Guardei o papel no bolso. Virei a cabeça pra olhar a mãe.
—Vou fazer agora mesmo —falei—. Só vou vestir algo mais confortável e vou.
Fiquei de pé, sentindo o líquido grosso começar a escorrer pelo meu púbis e pelas bolas. Se demorasse muito, ia começar a atravessar a perna toda e acabar no tênis, e talvez a mãe notasse a umidade na roupa, ou o cheiro inconfundível de esperma.
—Você já tomou café? —ouvi a Luana perguntar.
Andei rápido pras escadas, enquanto ouvia elas conversando. Quando cheguei na porta do meu quarto, vi a tia Mariana, que tinha acabado de acordar.
—O que aconteceu com você? —ela me perguntou.
Não soube se era sobre a minha cara ou se ela tinha notado a umidade da calça.
—Nada, a chata da Luana —falei—. Depois a gente se vê.
Entrei no quarto, pensando que essas mulheres iam me deixar louco.
—Bom dia, mãezinha. Já tá se sentindo melhor?Percebi que não devia ter falado aquilo, porque o fato de lembrar ela da sua indisposição, inevitavelmente lembraria do que aconteceu. Vi como ela se arrepiou, mas logo se conteve. Estava mexendo a xícara de café com porra, e parou de fazer isso para virar e me olhar.
—Bom dia, Lucio —disse ela—. Sim, tô bem melhor. Ontem descansei o dia todo. Acho que foi só o calor. Ainda bem que hoje a temperatura baixou bastante.
—É, ainda bem. Que pena que limpamos o quarto do fundo ontem e não hoje.
Entrei na cozinha, olhando ela de rabo de olho. Tinha soltado aquela frase de propósito. Agora me perguntava se ela também estava lembrando dos roçados dentro daquele quartinho. Lá ela não estava desmaiada, afinal. Imaginei que naquele jogo estranho que estávamos jogando, não passavam de toques acidentais, justificados em parte pela estreiteza do lugar.
—Bom, mas já foi feito —disse ela simplesmente.
Enquanto eu pegava uma xícara e uma colher, ela se sentava na mesa da cozinha, para dar o primeiro gole no café com porra. Preparei um pra mim, e sentei na frente dela.
Ela tava bem. O orgasmo do dia anterior tinha revitalizado ela. Isso me fazia pensar que ia ser difícil que naquele mesmo dia ela caísse aos próprios impulsos.
—Cada vez fica mais difícil se distrair, né? —perguntei.
—Nem me fala. Não sei pra que caralhos servem tantos dispositivos digitais, tantos serviços de streaming. Mas enfim, hoje tenho uma videochamada em grupo com minhas amigas da academia. Também converso às vezes com as senhoras do bairro. E às vezes entro em grupos de política, só pra passar o tempo.
Ela tomou outro gole, e olhou pra fora, pro nada.
—Com sorte só temos que aguentar mais algumas semanas —falei.
—Mas isso é uma eternidade. É como se a gente estivesse preso.
—E homens? —soltei de repente.
—O quê? —perguntou ela por sua vez.
—Você também conversa com homens? Ou só com suas amigas da academia?
Ela me observou com os olhos entreabertos e desenhou-se um sorriso em seus lábios carnudos. —Muitos homens me escrevem. Mas eu não respondo. Pelo menos até agora não respondo. Ela passou uma mecha rebelde atrás da orelha. De repente parecia uma adolescente que tivesse tido um romance descoberto. —E por que você não responde? —Porque nenhum me parece interessante. —Mas… como eles vão parecer interessantes se você não fala com eles? Ela riu. Eu não tinha certeza de onde aquela conversa ia parar, mas estava intrigado em saber como era a vida virtual da mamãe. —É verdade. É que de qualquer forma agora eu não poderia me encontrar com ninguém, então é melhor não começar algo que eu não possa concretizar. Eu já estava entendendo o que se passava com ela. Mamãe era muito respeitosa da quarentena, pois tinha muito medo do contágio. Por outro lado, ela se conhecia muito bem, e sabia que se se envolvesse com um cara, ia querer dar pra ele. Então se reprimia de propósito, certamente fazendo um esforço enorme até que a gente pudesse se vacinar. —Bom, então você não se encontraria com um cara escondido. Por mais que você goste. —Nem morta! —disse—. E expor vocês ao contágio? Era paradoxal, mas, afinal de contas, o mau humor repentino que a mamãe tinha por causa da abstinência era por aguentar os impulsos dela para nos proteger. Não teria custado nada que um cara entrasse sorrateiramente à noite e lhe desse prazer. Mas ela nem sequer se animava a responder uma mensagem, porque sabia que uma vez que o fizesse não conseguiria se conter. Em compensação, eu funcionava como um catalisador daquele tesão. Eu era o que lhe dava certo alívio quando os dias sem sexo a deixavam tão alterada que não dava mais. Por isso, naquele dia, enquanto tomávamos café da manhã, eu percebia a importância enorme que tinha a minha presença na casa. Podia me aproveitar disso ou simplesmente estar ali para quando ela precisasse. Suponho que se eu fosse um bom filho simplesmente esperaria que surgisse outro momento oportuno como o da tarde anterior. No entanto, animado pela festa sexual com as outras duas mulheres da minha família, decidi fazer todo o possível para que a mamãe caísse o quanto antes ao seu incontível apetite sexual.
Percebi que tinha que concretizar de novo com ela o quanto antes, porque, se chegássemos a nos vacinar, aí sim poderia se decidir a ter encontros com homens.
Quando a mamãe terminou de tomar café, levantou-se para lavar a xícara. Vi como caminhava até a pia pequena da bancada, rebolando os quadris suavemente. A calça jeans azul tinha umas costuras douradas, tanto nos bolsos traseiros como no meio. Isso fazia com que suas nádegas maciças se marcassem perfeitamente, dando-lhe um aspecto incrivelmente sensual. Esse rabo maravilhoso fez com que eu fosse atrás dele, como atraído por um ímã. Dei um longo gole para terminar meu café da manhã, e me encaminhei para ela.
Me coloquei atrás dela, e pus minha xícara e minha colher na pia, enquanto ela terminava de passar a esponja na dela. Claro que não era necessário me colocar atrás. Bem poderia ter me aproximado de lado. Mas nesse jogo perverso que eu tinha com ela, essas aproximações eram normais.
—Deixa, lavo eu —falei para a mamãe, apoiando as mãos na cintura dela, sem nenhuma necessidade.
—Não, se você tá vendo que eu que tô fazendo — disse ela. Fiquei ali, com as mãos na cintura dela. Ela estava levemente inclinada, agora enxaguando o copinho, com uma perna levemente flexionada, a outra rígida, empinando essa bunda espetacular. Apertei um pouco mais com a mão, e me aproximei o suficiente pra que minha pelve fizesse contato com essa bunda linda daquela mulher que tinha me parido. Mamãe deixou de lado o copinho que tinha acabado de enxaguar, sem mudar a posição do corpo, e depois pegou o copinho que eu tinha deixado. Não tinha dúvida de que cada coisa que ela fazia era pra se esticar o máximo possível. Fechou a torneira e começou a passar a esponja cheia de detergente dentro do copinho. Eu me apertei mais contra ela, enquanto ela continuava passando a esponja com força, como se estivesse tão suja que precisasse de muito mais passadas que o normal. Minhas mãos desceram da cintura de vespa da mamãe pras suas ancas sinuosas, sentindo a mudança contundente do corpo dela nessa área. Acariciava com as pontas dos dedos. Recuei a pelve um pouco, só pra depois empurrar de novo. Pra completar, agora meu pau já estava inchado, e não tinha dúvida de que ela sentia. Minha boca se enchia d'água. Entendi que estávamos de novo imersos nesse jogo que a gente tinha inventado. A única diferença era que provavelmente esse era o momento em que ela estava mais consciente. Talvez o fato de não me ver ajudasse ela a ficar assim. Mamãe começou a enxaguar meu copinho, mais uma vez fazendo tudo o mais devagar que podia. Agora meu pau estava se erguendo, e ficou apertado entre as duas nádegas túrgidas dela. Agarrei forte a cintura dela, e empurrei mais uma vez. Olhei pra baixo, como esse volume duro da minha virilha tinha ficado bem paralelo àquela costura dourada que estava na parte de trás da calça. Mamãe se endireitou pra voltar a pôr o copinho de lado na bancada. Entendi que se não pensasse rápido, esse pequeno jogo erótico chegaria ao seu final. Por sorte, a cabeça se iluminou pra mim. Me movi um pouco pra direita, o que fez meu pau esfregar na bunda inteira dela. Peguei um pano de prato que estava dobrado de lado, e voltei pra minha posição original.—Toma —falei, entregando pra ela.
—Valeu —murmurou mamãe.
Ela pegou o pano e começou a secar um dos copos. Enfiou o pano dentro e começou a fazer movimentos circulares lentos enquanto eu me apertava mais contra ela. Era impossível que ela não notasse que eu estava esfregando meu pau duro na bunda dela. Mas eu não podia falar nada. Não podia quebrar a magia do momento. Aquele tempo que a gente ficaria ali, colados, esfregando nossas partes íntimas quase como se estivéssemos transando com a roupa, era um tempo fora da realidade do dia a dia. Era algo que acontecia numa dimensão paralela. O que rolasse ali seria à parte do que rolasse no resto do dia, quando mamãe voltaria a ser mamãe, ou pelo menos tentaria ser.
Abaixei uma mão, levando até uma das bundas dela. Era tão grande que mesmo com a mão bem aberta eu não conseguia abarcar inteira. Acariciei de leve, enquanto continuava enfiando o pau.
Aí escutei um som leve. Quase algo imperceptível que mamãe não chegou a ouvir. Lembrei de repente da existência de Luana e Mariana, porque quando eu estava viciado na bunda da mamãe o universo inteiro parecia desaparecer. Virei a cabeça pra esquerda e, de fato, vi que Luana estava no vão da cozinha, vendo o que eu estava fazendo com a nossa mãe.
Vi como a imbecil tapava a boca, pra abafar a gargalhada que quase soltou. Por um instante, morri de medo. Mas aí ela tirou a mão do rosto e fez um gesto com o dedo indicador apoiado nos lábios. O gesto inconfundível do silêncio.
Não entendia o que ela queria. Mas ela se afastou um pouco mais, até se esconder da minha vista, embora eu soubesse que estava bem perto.
Mas, apesar da inesperada aparição da minha irmã mais velha, meu pau seguia dura como pedra e minha mão continuava apalpando aquele maravilhoso rabo que a mamãe tinha. Vi que ela terminou de secar o segundo copinho, e agora o deixava de lado. Finalmente secou a colher. Infelizmente, com esse utensílio ela não pôde se estender por muito mais tempo. Esticou a mão para abrir a gaveta onde ficavam guardadas todas as colheres, deixou-a ali e fechou. Era o fim. Não havia motivo lógico para continuarmos assim. Embora, visto de outra forma, também não era lógico aquele contato obsceno que tivemos enquanto ela lavava as coisas. Então simplesmente fiquei um tempo assim. Aí, aconteceu algo que eu não esperava. Mamãe, que até o momento tinha tido um papel passivo, como quase sempre, começou a mover suavemente os quadris, de um lado para o outro, como se estivesse dançando, embora com movimentos mais lentos e curtos. A questão é que com esse simples movimento, ela começava a esfregar o rabo em mim com uma intensidade que até o momento não tinha existido. Sentia em todo o meu pau como essas nádegas se apertavam nela, e quando o movimento fazia com que eu me encontrasse outra vez com o centro mesmo dessas nádegas, ela ficava um tempo ali, para depois voltar a se mover. Aí aconteceu o impensável. Senti no meu próprio corpo como o corpo da mamãe ficou tenso. Depois começou a esfregar o rabo no meu pau com muito mais força, até que sua respiração já agitada virou um gemido de prazer. Mamãe estava tendo um orgasmo, e isso que dessa vez eu nem estimulei a buceta dela. Ficou agitada, recuperando a respiração normal aos poucos. Eu, ainda com o pau duro, me afastei dela. Aí ela caminhou em direção à porta que dava para o quintal dos fundos. —Guarda os copinhos —disse, sem se virar para me olhar. Assim fiz. Fiquei atordoado com o que acabara de acontecer. Era a primeira vez que ela tinha uma atitude assim, tão ativa. Me perguntei se isso significava uma nova etapa na nossa relação. Me perguntei se talvez isso implicasse que, mais cedo ou mais tarde, poderíamos fazer sexo sem ter que fazer toda essa pantomima. Então lembrei da Luana… Fui pra sala de estar. Ela estava sozinha. Tinha ligado a TV. Estava usando um short de algodão branco e uma regata. O cabelo castanho estava solto. Ela olhou pra mim, com um sorriso de deboche. Os olhos azuis me pareceram cheios de lascívia. —Quê? —perguntei. —Nada —disse ela. —Vai, não se faz de burra. Vamos falar sério uma vez —falei, sentando do lado dela. —Sei lá. Sabia que a mamãe ama cock, mas não imaginei que ela ia chegar a ter algo com você. Bom, de qualquer forma, te parabenizo. —Ela não é como a gente —expliquei—. Não é incestuosa. —Claro —disse ela, soltando uma gargalhada odiosa. —É verdade, burra. Só que o vício dela por sexo… Não consegui terminar a frase, porque percebi que isso me deixava mal na fita, mas a espertinha da minha irmã entendeu na hora. —Ah, então você se aproveita da fraqueza dela por cock, né? —Bom… É —admiti. Ela soltou uma gargalhada que me deu vontade de dar um tapa na cara dela. —Como você é otário, Lucio. A mamãe é uma mulher adulta, não uma menininha boba como você. Você acha que ela não sabe o que tá fazendo? Você é só um fantoche dela. Não esperava esse comentário. Mas fazia sentido. O tempo todo eu tinha assumido que estava me aproveitando da fraqueza da mamãe, mas será que ela não estava se aproveitando de mim também? Ela era a adulta, era minha mãe, afinal de contas. —Bom, mas, por mim, que ela se aproveite —falei. —Típico de homem. Você é tão básico. Olha como ela te deixou —disse Luana, apontando com o olhar pro cock ainda ereto—. Gozou e te deixou mais duro que pedra. Na real, ela é uma gênia. A garota de merda tinha razão. A mamãe tinha se satisfeito e me deixado com a ejaculação contida, esperando o momento certo pra explodir. —Você ouviu ela gozar? —perguntei, caindo de repente nesse detalhe. —Ouvi e vi —disse Luana. Com uma agilidade felina, ela ficou de quatro no sofá, e começou a rebolar o rabo na minha narizes, imitando exageradamente os movimentos que a mamãe tinha acabado de fazer.
—Para com isso, sua burra —eu disse—. Não tá vendo que ele pode voltar a qualquer momento?Mas a garota continuava rebolando a bunda, morrendo de rir. Não pude fazer nada além de admirar aquele rabo gostoso. Lembrei que na noite anterior tinha penetrado nele. Só um pouco e por uns instantes, mas tinha enfiado o pau naquele buraquinho que ela tinha.
Dei um tapa na bunda dela.
—Para com isso. Assim você deixa tudo mais difícil pra mim —falei.
Ela se ajeitou no sofá, ainda rindo.
—E ainda por cima, quando a ejaculação é interrompida, depois demora pra baixar, né? —comentou.
—Vejo que você entende bastante de rola.
—E você sabe muito pouco sobre mulheres —disse ela.
—Você vai me ajudar ou não? —perguntei.
—Ajudar com o quê? A gozar? Nem fodendo. Você já teve o suficiente ontem. E isso você tem que agradecer à tia. Mas não fica sonhando que vai poder ficar com a gente quando der na telha. Aliás, já falei com ela e proibi que fizesse qualquer coisa sozinha com você.
—Me parece que a tia é grandinha o suficiente pra escolher —desafiei.
—Claro. Por isso ela me escolhe, seu bobo. Você só foi um brinquedinho com o qual decidimos nos divertir uma noite —esclareceu, ecoando meus próprios pensamentos naquele momento—. Melhor se concentrar na mamãe. Come ela direito pra ela parar de encher o saco. Fica insuportável quando não tem uma rola dentro.
—Não é tão fácil —eu disse—. Então… Você não vai me ajudar.
—Não. Mas se quiser, bate uma. Não me incomoda.
—Como é que eu vou bater uma aqui? A mamãe pode entrar a qualquer momento.
—É só uma sugestão. Faz o que quiser.
—Vai, me ajuda —falei, me aproximando um pouco dela.
—Não.
—Vai, só um pouquinho —insisti, pegando a mão dela, puxando.
—Para com isso, Lucio. Já te disse. Você é minha putinha. Vou te comer quando eu quiser.
—Mas agora eu não tô pedindo pra gente transar —disse, quase suplicante, coisa da qual me arrependeria depois, levando a mão dela de dedos delicados à minha virilha, obrigando-a a sentir minha ereção, na esperança de que aquilo a tentasse.
—Lucio… Isso é abuso sexual —disse ela, mas não fez nada para se afastar. Abaixei o zíper da calça e libertei meu pau. Como era de se esperar, tinha vazado muito líquido pré-ejaculatório. Então peguei a mão dela de novo e levei até o meu membro. —Tá bem quente —ela disse—. Você deve estar com febre —acrescentou depois, soltando uma risadinha. Então começou a massagear. —Isso, assim —eu disse, ofegante. —Olha como você fica pela mamãe —ela disse—. Que tarado. —Como todo mundo na família —eu disse, soltando um suspiro—. Isso, um pouco mais forte, vai. —Tá toda melecada, seu porco —ela disse—. Vamos deixar ela mais escorregadia. Ela se inclinou levemente. O cabelo cobriu seu rosto lindo. De repente vi um fio grosso de baba descendo da boca dela. O líquido caiu na glande e logo começou a se espalhar pelo tronco. Mas depois ela cuspiu de novo. Começou a massagear o pau de novo e, depois de alguns segundos, soltou um terceiro fio de baba.
—Assim está muito melhor —disse ela.Eu sabia o que a vadia estava fazendo. Tinha aceitado fazer ali, na sala de estar, enquanto a mamãe estava lá fora, fazendo sei lá o quê, só porque esperava que a qualquer momento ela nos interrompesse, e aí eu passaria por um momento vergonhoso. Mas era tão tentador receber uma masturbação da minha irmã, que eu fiquei ali, com os olhos bem abertos e a respiração ofegante, deixando a mão dela, que envolvia meu pau, subir e descer lentamente, me proporcionando um prazer imenso.
—Chupa —murmurei—. Chupa um pouquinho.
Ela só negou com a cabeça. Como estava sentada ao meu lado, era difícil me aproveitar daquele corpinho gostoso que ela tinha. Mas, mesmo assim, deslizei a mão pela cintura dela, e desci até a bunda, enfiando entre esta e o sofá, então não estava realmente acariciando, mas ela ficava sentada sobre a mão.
Luana continuou me punhetando. Eu afastei o cabelo dela para o lado, pra ver aquela carinha linda que ela tinha. Os lábios estavam entreabertos, e os olhinhos de céu dela tinham o brilho da luxúria. Mas a safadinha não ia chupar, por mais excitada que estivesse.
De repente ela me soltou, e se afastou do sofá de três lugares que a gente estava dividindo, pra sentar num dos sofás individuais.
—Que que tá fazendo —falei, embora na real não estivesse surpreso.
—Nada. Quero ver como você faz.
Vi meu próprio pau, inchado, todo vermelho, com as veias marcadas, e banhado por uma camada de saliva da minha irmã. A vadia cruzou as pernas e apoiou as costas no encosto do sofá, como se estivesse se acomodando pra ver um filme.
Agucei o ouvido. Parecia que a mamãe não estava por aí.
—Pelo menos me traz papel. Se você me obriga a dar um show, colabora.
Ela se levantou e foi até a mesa da sala de jantar, onde estava o rolo de papel toalha já preparado. Vi como ela mexia a bunda de propósito, pra me provocar. A fio-dental marcava no short. Não demorei pra começar a me masturbar procurando gozar o mais rápido possível. Minha irmã voltou e me entregou o papel. —Só um? Que burra você é —reclamei, pegando. Era apenas um quadradinho fino. Mesmo quando a gente comia era preciso usar dois. Ela só sentou e riu. Continuei com o meu. Mas logo escutei que a mamãe voltava do quintal. Ficava me perguntando o que ela pensaria se me encontrasse naquela situação. Estava quase guardando meu pau todo melado e babado, mas Luana me indicou que não fizesse isso, com um gesto de cabeça, e depois sussurrou: —Ela tá na cozinha. Neguei com a cabeça. Não podia correr o risco de a mamãe ver aquilo. O dela era totalmente diferente do que eu tinha com a Luana e a tia Mariana. Com elas era algo que acontecia casualmente. Uma ida e volta proibida e mórbida, mas que rolava de forma natural. O da mamãe devia acontecer sempre num plano paralelo ao da nossa vida cotidiana. Estava quase escondendo meu pau, mas a Luana se mexeu rapidinho. Levantou do assento e com uns passos largos e velozes, ficou na minha frente. Então se agachou, e, sem mais preâmbulo, meteu o pau na boca. A sensação foi tão potente que tive que me esforçar muito pra conseguir escutar se a mamãe se aproximava, pois todos os meus sentidos se eclipsavam, menos o do tato, na zona do meu pau, onde minha querida irmã mais velha estava me devorando, me dando o que tinha me negado uns minutos atrás. Por uns instantes escutei a mamãe abrindo e fechando gavetas. Quem sabia o que ela estava fazendo. Mas logo escutei os passos em direção à sala de estar. —Lucio… —disse. Eu estava de costas pra ela, então ela só podia ver minha cabeça e ombros sobressaindo do sofá. A Luana, por sua vez, estava completamente escondida da vista dela. E a filha da puta estava grudada no meu pau com uma vontade que nunca tinha mostrado. —Que… mãe? —falei, e quase pude ouvir minha irmã rindo ao mesmo tempo que passava a língua na glande. —Já tinha te falado que tinha que cortar os galhos da árvore do vizinho, né? Você sabe como é. Ele não vai fazer por conta própria. Mas os galhos que atravessam o muro você pode cortar. Eu nem lembrava que ela tinha me mencionado isso, mas era compreensível tendo a língua de cobra da Luana se movendo sobre o freio do meu pau.
—É, mãe, hoje eu faço, ah…
O orgasmo veio de repente. O esperma saltou e entrou na boca da Luana. Achei que ela estava engolindo tudo, mas aí a filha da puta fez uma das suas maldades. Cuspiu tudo sobre o pau, junto com a saliva dela, me sujando todo. Com aquele papel que ela tinha me dado eu não podia fazer muita coisa.
—O que você tem? —perguntou a mãe.
—É que…
Aí a Luana se levantou. Meu coração parou por um instante.
—Luana? —perguntou a mãe, estranhando—. O que você estava fazendo?
Minha irmã foi até onde a mãe estava.
—Nada. Tava procurando uma nota que perdi. Achei que tinha caído embaixo do sofá. Mas não importa, não era tanto.
Entendi que ela estava ganhando tempo pra mim. Fechei o zíper, tentando mexer os braços o mínimo possível. Guardei o papel no bolso. Virei a cabeça pra olhar a mãe.
—Vou fazer agora mesmo —falei—. Só vou vestir algo mais confortável e vou.
Fiquei de pé, sentindo o líquido grosso começar a escorrer pelo meu púbis e pelas bolas. Se demorasse muito, ia começar a atravessar a perna toda e acabar no tênis, e talvez a mãe notasse a umidade na roupa, ou o cheiro inconfundível de esperma.
—Você já tomou café? —ouvi a Luana perguntar.
Andei rápido pras escadas, enquanto ouvia elas conversando. Quando cheguei na porta do meu quarto, vi a tia Mariana, que tinha acabado de acordar.
—O que aconteceu com você? —ela me perguntou.
Não soube se era sobre a minha cara ou se ela tinha notado a umidade da calça.
—Nada, a chata da Luana —falei—. Depois a gente se vê.
Entrei no quarto, pensando que essas mulheres iam me deixar louco.
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