Na quarentena com a mamãe 15

Depois de descansar um pouco, fui me lavar, e as meninas me imitaram logo depois. Continuamos deitados na cama, totalmente pelados. Pensei na mamãe. Devia estar dormindo ou pensando no que tinha acontecido entre a gente. Era bem tarde da noite, mas como tinha descansado desde cedo, talvez estivesse acordada. Fiquei me perguntando o que aconteceria se ela resolvesse subir e entrar no quarto da Luana. Ia encontrar a irmã e os dois filhos dela pelados, obviamente tendo transado fazia pouco. O cenário me dava um arrepio, mas mesmo assim, não pensava em sair dali ainda.
Não conseguia terminar de processar. No final, tudo saiu melhor do que eu imaginava. A Luana não só não conseguiu impedir que eu comesse a tia, como participou muito ativamente do ménage, deixou que eu a comesse, e ainda por cima curtiu pra caralho.
E a coisa não tinha acabado ali, óbvio.
A Mariana levantou a cabeça primeiro, com um sorriso safado nos lábios. A Luana, do meu outro lado, respirava ofegante, o peito subia e descia num ritmo irregular, e os olhos azuis dela me olharam com uma mistura de ciúme e tesão. O quarto continuava carregado daquele cheiro denso de sexo, de suor e de fluidos que se misturavam no ar quente da noite. Eu estava deitado ali, exausto mas com o corpo ainda vibrando, com a pele grudenta pelo esforço anterior. Senti meu pulso latejar nas têmporas, e um calor residual percorreu minha espinha.
A tia Mariana se levantou com graça, os peitos enormes balançaram pesados com o movimento, e estendeu a mão pra Luana. Minha irmã pegou sem hesitar, e as duas se olharam com aquela cumplicidade que sempre me deixava com os nervos à flor da pele.
—Não vamos deixar esfriar —murmurou a tia, com a voz rouca e baixa, como se planejasse algo mais perverso.Na quarentena com a mamãe 15Luana assentiu, mordendo o lábio inferior, e se levantou da cama por um segundo. Caminhou até a gaveta da mesinha de cabeceira, onde guardava suas coisas pessoais, e tirou um frasquinho de lubrificante que brilhava sob a luz fraca. Deixou-o sobre o lençol amassado e voltou para o meu lado com uma lentidão deliberada, como se quisesse que eu admirasse cada curva do seu corpo nu: a barriga lisa, os quadris sinuosos que se moviam com um vaivém hipnótico, e essa buceta depilada que ainda reluzia pela umidade.
Eu fiquei parado, observando-a, com o pau que começava a se recuperar aos poucos, um pulso fraco mas insistente que crescia na base. Mariana olhou direto nos meus olhos, suas pupilas dilatadas pelo desejo, e disse:
—Agora é sua vez de receber, sobrinho. Vamos ver quanto você aguenta.relatosSeu tom tinha um toque brincalhão, mas por baixo dava pra notar uma ordem implícita. Luana riu baixinho, um som que reverberou no meu peito, e se posicionou montada sobre meus quadris, mas não sentou de vez. Em vez disso, esfregou sua buceta contra minha coxa, deixando um rastro molhado e quente que me fez gemer. Senti a maciez dos seus lábios maiores, inchados e escorregadios, deslizando sobre minha pele, e o clitóris que roçava com uma pressão leve mas intencional. Mariana não esperou mais. Se moveu com decisão, engatinhou sobre a cama até se colocar sobre meu peito, de joelhos de cada lado dos meus ombros. Seu cuzão generoso ficou bem em cima da minha cara, as nádegas redondas e firmes que tremiam levemente pelo esforço. Desceu devagar, bem devagar, até que sua pele tocou meus lábios. O aroma me invadiu de repente: uma mistura intensa da sua excitação, suor e aquele perfume sutil que ela sempre usava. Esfregou seu cuzinho nu contra minha boca e nariz, um movimento circular que me obrigou a inalar fundo, a saborear a maciez da sua carne. Abri a boca por instinto, coloquei a língua pra fora e lambi a pele entre suas nádegas, roçando o ânus apertado que se contraía ao contato. Ela suspirou fundo, um som gutural que vibrou no seu corpo, e pressionou mais forte, me sufocando com seu peso, tornando impossível continuar lambendo, mas de um jeito que me excitava até o limite. Escutei minha irmã rir perversamente. Talvez a imagem que eu estava dando fosse patética. Eu, jogado na cama, sem poder fazer nada, enquanto minha tia esfregava na minha cara sua bunda linda e enorme. Sentia tudo no meu rosto, como ela movia a bunda pra frente e pra trás, como se estivesse amassando com o traseiro. Poderia ser algo incômodo, se não fosse porque tinha a pele macia e era bem carnudo. As nádegas se apertavam na minha cara uma e outra vez, fazendo com que fosse difícil respirar, mas, mesmo assim, eu me sentia no céu. Enquanto isso, Luana se inclinou pra frente, seu cabelo O castanho caiu como uma cascata sobre meu abdômen, e pegou meu pau com a mão. Envolveu-o num punho quente, apertou com uma força certa que me fez arquear as costas. Baixou a cabeça e lambeu a glande inchada, uma lambida plana e lenta que fez meu pau terminar de endurecer. Senti o calor da boca dela, a saliva que se misturava com meu pré-sêmen fresco. Ela chupou a ponta com delicadeza, seus lábios se fecharam ao redor como um anel macio, e moveu a língua em círculos internos, explorando cada sulco. Mariana, em cima do meu rosto, girou os quadris num ritmo pausado, esfregando o cu de um lado para o outro, deixando minha boca livre o suficiente por um momento, então pude lamber com avidez. Afundei a língua na dobra entre as nádegas dela, saboreei o gosto salgado e proibido do cu dela que me enchia a boca. O tempo se esticou naquele momento. Cada movimento de Mariana parecia durar uma eternidade: descia um pouco mais, pressionava o ânus contra meus lábios, e eu beijava, lambia com traços longos e molhados. Luana, por sua vez, descia a boca mais fundo no meu pau, engolia metade do comprimento com um som molhado, e subia devagar, deixando um fio de saliva que pingava nas minhas bolas. Senti como meu tesão crescia em ondas lentas, o prazer se acumulava na base da minha espinha, e gemi contra o cu da tia, o ar escasso mas carregado da essência dela. Elas se coordenaram sem palavras: quando Mariana se levantou um pouco para me dar respiro, Luana acelerou o ritmo do boquete, chupou com mais força, e eu gemi alto, o som abafado pela carne que voltava a cobrir meu rosto. Depois do que pareceram minutos intermináveis, Mariana se levantou por completo, suas coxas tremeram ao fazer isso, e se virou para olhar Luana. —Vamos trocar, gatinha —disse com uma voz entrecortada, e minha irmã concordou com um sorriso malicioso. Luana se moveu para cima, subiu sobre meu peito com agilidade, e posicionou seu cu menor mas igualmente tentadora bem na minha cara. Esfregou a bunda contra minhas bochechas, e eu senti a suavidade impecável da pele depilada. O cheiro era diferente: mais fresco, com um toque doce da excitação recente. Pra minha surpresa, ela não deixou todo o peso do corpo cair sobre mim, o que me permitia brincar com aquela bunda gostosa. Abri a boca e lambi a dobra, roçei o ânus com a ponta da língua, e ela gemeu agudo, um som que me atravessou como uma corrente elétrica. Pressionou pra baixo, esfregou a bunda em círculos amplos, e eu inspirei fundo, saboreei cada centímetro, afundei a língua mais pra dentro pra explorar aquele buraco apertado que se abria levemente ao contato. Mariana, agora entre minhas pernas, assumiu o comando no meu pau. Suas mãos, maiores e experientes, o envolveram com uma pressão firme, e ela baixou a cabeça pra lamber o tronco inteiro, da base até a ponta, com lambidas longas e preguiçosas. Chupou a cabeça com uma sucção profunda, os lábios carnudos se esticaram ao redor, e moveu a boca pra cima e pra baixo num ritmo constante mas lento, como se quisesse prolongar cada sensação. Senti seus peitos pesados roçando minhas coxas internas, os mamilos duros que pinicavam a pele, e o prazer se intensificou, se espalhou por todo o meu corpo em ondas pausadas. Luana, por cima, girava os quadris com mais ousadia, esfregava a bunda contra meu nariz e boca, e eu lambia com devoção, alternava entre o ânus e os lábios da buceta que apareciam por baixo, saboreava o suco que escorria e se misturava com minha saliva. A cena se prolongou assim, com um ritmo que convidava à lentidão. Cada esfregada de Luana durava segundos eternos: descia, pressionava, girava, e eu respondia com lambidas meticulosas, explorava cada textura, cada dobra. Mariana acelerava um pouco o boquete, engolia todo o comprimento até o nariz tocar meu púbis, e depois subia devagar, pra em seguida chupar com força na ponta pra extrair mas precisamos. Jadeé contra o cu do meu irmã, o ar ficou escasso de novo, mas o prazer compensava tudo. Elas gemiam em tandem: Luana com sons agudos e curtos, Mariana com roncos graves que vibravam no meu pau. O colchão rangeu sob o peso combinado, e o suor nos cobriu a todos, fez os corpos escorregarem com mais facilidade. Finalmente, Luana se levantou, as pernas tremeram ao fazer isso, e Mariana deixou meu pau com um pop molhado. As duas se olharam, ofegantes, e decidiram mudar a dinâmica. —Vamos colocar ele de lado —sugeriu a tia, e me giraram com mãos firmes até eu ficar deitado de lado na cama. —Tá vendo, maninho? Você é nossa puta. —Não seja má, Lu —repreendeu a tia Mariana. A verdade é que, de alguma forma, minha irmã tinha adivinhado meus próprios pensamentos. Não usaria a palavra puta, mas sim que eu estava me sentindo um objeto com o qual as duas estavam brincando. Como se eu fosse pouco mais que um consolo. Mas a verdade era que não me incomodava. Se ela pensava que estava me humilhando sentando na minha cara, a coitada estava muito confusa. Luana se colocou na minha frente, de costas, e levantou uma perna para que eu acessasse a buceta dela por trás. Senti o calor antes de tocá-la: os lábios inchados e escorregadios que se abriram ao roçar do meu pau. Penetrei devagar, centímetro por centímetro, e ela suspirou, seu interior me apertou como uma luva quente. Bombeei com movimentos lentos, saí quase por completo e entrei de novo, saboreei cada fricção. —Bom, agora você vai ser minha puta, maninha —falei, ofegante. —Típico de homens. Pensam que quem penetra é quem domina —disse ela, também ofegante, enquanto eu afundava mais o pau—. Coitadinho, não entende nada. Sabia a que ela se referia. Ela tinha me dito claramente, só ia transar quando ela quisesse, e era isso que estava acontecendo. Mas eu não ia ficar calado. —Cala a boca e recebe o pau do seu mano, sua —eu disse, enfiando com mais força —. Olha só como eu te monto, sua putona. Mariana soltou uma risadinha divertida. Era compreensível, pois estávamos nos insultando como quando éramos crianças e brigávamos por qualquer coisa, só que agora eu estava em cima dela, enfiando meu pau uma e outra vez, enquanto ela, furiosa, gemia quando eu metia até o fundo. Então a tia se posicionou atrás de mim, seu corpo colou no meu como uma segunda pele. Sentiu minha bunda contra o púbis dela, e deslizou uma mão entre minhas nádegas, passou lubrificante com dedos hábeis. Eu não esperava de jeito nenhum o que ela ia fazer. Introduziu um dedo no meu ânus, devagar. —Quê? Não! —eu disse. Luana soltou uma risadinha, e eu enfiei mais forte. —Shhh, calma. Não seja preconceituoso —disse a tia —. Isso não é coisa de gay. A maioria dos homens gosta, só que alguns não admitem. —Mas… —murmurei, mas ela enfiou mais o dedo e me fez estremecer. —Não se guie por preconceitos. Só me diga se não está gostoso. Se realmente não gostar, eu paro. Mas se relaxar, você vai ver. —Isso, Lucio, relaxa e deixa a tia te tocar —disse Luana, o que só fez com que eu enfiasse o pau inteiro com violência, coisa que, de fato, ela adorou. Mariana explorou o interior com giros suaves que me fizeram gemer. O prazer foi novo e intenso: a penetração em Luana na frente, e essa invasão atrás que me estimulava em pontos que eu não conhecia. Não podia negar, era espetacular. E eu tinha certeza de que gostava de mulheres. Minha masculinidade estava intacta. Só que me dava raiva o sorriso irritante de Luana. —Garota de merda —eu disse, dando um tapa leve na bunda dela. Depois levei as duas mãos ao pescoço e apertei de leve. Outra coisa que a louca da minha irmã pareceu adorar. —Isso, agora me come, sua promíscua. Acaba comigo toda, vai —disse a garota. Então eu fiz, óbvio. Comecei a meter com tudo, enquanto a tia não tirava o dedo do interior. A posição nos permitiu uma intimidade pausada. Cada investida em Luana durava: saía devagar, entrava fundo, sentia como sua buceta se contraía ao redor do meu pau. Mariana coordenava: quando eu empurrava pra frente, ela enfiava o dedo mais fundo, roçava essa próstata que mandava faíscas de prazer pelo meu corpo. Luana esticou a cabeça pra me beijar, seus lábios encontraram os meus num beijo desordenado, línguas que se enroscaram com gosto de sexo. Mariana beijou meu pescoço por trás, mordiscou a pele com dentes macios, e seus peitos se espremeram contra minhas costas, os mamilos duros cutucando como lembretes constantes. Mudamos depois de um bom tempo. Luana se virou pra ficar de frente pra mim, cara a cara, e levantou a perna de novo. Penetrei assim, nos olhando nos olhos, e senti uma conexão proibida que me deixou mais excitado. Seus olhos azuis se cravaram nos meus, brilharam com tesão, e ela gemeu contra minha boca a cada investida. Mariana, atrás, tirou os dedos e passou mais lubrificante na mão. Pegou meu pau quando saí de Luana por um momento, guiou ele pro ânus da minha irmã, mas Luana negou com a cabeça, rindo. e eu voltei pra sua buceta. Mariana então se moveu pra se colocar por cima da gente, montada sobre meus quadris enquanto eu continuava dentro de Luana. Desceu devagar, esfregou sua buceta contra a base do meu pau exposta, e o contato criou uma fricção tripla: eu em Luana, Mariana se roçando contra mim. Gememos os três em uníssono, o prazer se multiplicou nessa união obscena. Ela girou os quadris em círculos lentos, espalhou sua umidade sobre a gente, e eu empurrei pra cima pra penetrar Luana mais fundo, senti como os lábios de Mariana se abriam contra minha pele. A lentidão nos consumiu. Cada movimento se estendeu: Mariana descia, roçava, subia; eu investia, saía, entrava. Luana gemia embaixo, seus peitos se pressionavam contra meu peito, e beijava meu pescoço com mordidinhas macias. O suor nos uniu ainda mais, os corpos escorregaram numa dança pausada que durou minutos, talvez mais. Senti o orgasmo de Luana primeiro: suas paredes se contraíram ao redor do meu pau, pulsaram em ondas que me apertaram, e ela gritou contra meu ombro, o corpo tremeu em espasmos. Mariana se levantou então, ofegante, e nos reorganizou.
—De joelhos, os dois —ordenou com aquela voz autoritária que sempre deixava meu pau mais duro, um tom grave e dominante que ressoava no quarto como uma promessa de prazeres intensos.
Luana e eu obedecemos na hora. Nos ajoelhamos na cama, um ao lado do outro. A tia abriu as pernas e as flexionou, expondo sua buceta de um jeito que era impossível não entender o que ela queria que a gente fizesse.
Primeiro, ela nos fez beijá-la alternadamente. Eu comecei pela buceta dela por baixo. Inclinei a cabeça devagar, aproximei a boca dos lábios maiores inchados pela excitação acumulada e lambi com traços amplos e pausados. Saboreei a textura escorregadia, o suco salgado que se espalhava pela minha língua, e depois me concentrei no clitóris que latejava sob meus lábios. Chupei com delicadeza e senti como pulsava contra a minha boca.
Enquanto isso, Luana beijou os peitos dela com devoção. Abriu os lábios carnudos, capturou um dos mamilos duros entre eles e chupou com uma pressão constante que fez Mariana arquear as costas. A tia gemia alto, sons roucos que enchiam o ar, e suas mãos pousaram nas nossas cabeças. Guiaram o ritmo lento com toques firmes, como se dirigisse uma sinfonia erótica onde cada carícia se prolongava no tempo.
Depois de vários minutos nessa posição, Mariana nos fez trocar de papel. Luana desceu com graça até a buceta da tia. Afundou a língua fundo entre as dobras molhadas, explorou cada canto com movimentos circulares que extraíam mais sucos, e lambeu com uma avidez que deixava visível o brilho no queixo dela. Eu, em mudei, me levantei um pouco para chupar as tetas dela. Peguei um dos mamilos escuros entre os lábios, mordisquei com dentes macios que mal roçavam a pele sensível, e saboreei o gosto salgado misturado com o suor da noite. O prazer se construiu em camadas graduais. Cada lambida de Luana durava vários segundos, se estendia como uma onda pausada, e cada sucção minha se prolongava até que Mariana gemia com mais intensidade. Finalmente, a tia tremeu da cabeça aos pés. As pernas dela fraquejaram sob o peso do orgasmo iminente, e ela gozou na boca de Luana com um grito abafado. O suco quente escorreu pelo queixo da minha irmã, deslizou em fios viscosos que caíram sobre o lençol, e deixou um aroma mais denso no quarto. No entanto, não paramos por aí. Luana se deitou de barriga para cima com uma lentidão deliberada. Abriu as pernas, expondo sua buceta depilada que brilhava pela umidade fresca, e eu me posicionei sobre ela na posição missionário. Penetrei devagar, centímetro a centímetro, e senti cada detalhe do interior quente e apertado dela que me envolvia como uma luva perfeita. Mariana, enquanto isso, sentou na cara de Luana. Esfregou seu cuzão generoso contra a boca da minha irmã com movimentos circulares e pausados, e Luana lambeu com avidez imediata. Alternou entre o ânus apertado e a buceta inchada, saboreou os gostos misturados com lambidas longas que faziam a tia gemer. Eu meti devagar, com empurrões profundos que se espaçavam no tempo, e olhei a cena com fascinação. O cuzão da tia se pressionou com firmeza contra o rosto de Luana, abafou os gemidos amortecidos que vibravam através do corpo dela, e criou uma imagem obscena que me excitava mais a cada segundo. Depois, trocamos os papéis para equilibrar o prazer. Mariana se deitou na cama com a mesma tranquilidade. Esticou as pernas grossas, convidou à penetração com um olhar carregado de luxúria, e eu a penetrei no missionário com A mesma lentidão de antes. Senti a profundidade do seu interior, suas paredes que me apertavam com uma força madura e molhada, e cada investida se prolongou como se o tempo parasse. Luana, por sua vez, sentou na cara da tia. Esfregou o cuzinho com círculos lentos e amplos, roçou a pele macia contra os lábios de Mariana, e gemeu alto a cada toque. Olhei como Luana girava os quadris com deliberação, como seu cabelo castanho caía em cascata sobre as costas, como seus olhos claros irradiavam lascívia, e como os gemidos da tia abafavam sob aquele peso delicioso. Mais adiante, inovamos mais para explorar novos ângulos. Luana se colocou de quatro na cama. Levantou o cuzinho empinado e firme, separou as pernas o suficiente para expor sua buceta rosada, e eu a penetrei por trás com um empurrão inicial suave. Investi com ritmo lento, saí quase por completo e entrei de novo, e senti como suas paredes se contraíam ao redor do meu pau. —Tá vendo quem fode quem? —falei, como provocação, mas só conseguia deixá-la mais excitada. Mariana se deitou embaixo dela com agilidade. Posicionou a cabeça bem embaixo da união dos nossos corpos, lambeu o clitóris de Luana com lambidas precisas e lentas, e o contato da sua língua roçou meu pau de vez em quando. Aquele toque elétrico me fez gemer baixo, enviou ondas de prazer pela minha espinha, e intensificou cada movimento. Depois disso, Mariana tomou a vez de quatro. Se ajoelhou com graça, apresentou seu cuzão generoso que se estendia diante de mim como uma tentação irresistível, e eu a fodi devagar por trás. Senti como ela batia contra meus quadris a cada investida, como a carne tremia com um rebote suave, e Luana se colocou embaixo da mesma forma. Lambeu o clitóris da tia com dedicação, chupou minhas bolas com uma boca quente e molhada que envolvia uma a uma, e criou uma corrente de sensações que nos unia aos três num ritmo compartilhado. Num momento, Mariana pegou o frasco de lubrificante com a mão firme, passou no meu pau uma camada generosa e escorregadia que brilhava sob a luz fraca, e me guiou até o ânus da Luana com precisão. Não esqueci que na primeira vez que tentamos ela tinha se negado.
—Só um pouco —murmurou minha irmã na hora.
Empurrei, e a glande foi abrindo caminho por aquele anelzinho de couro. A tia apertava meu pau, como se temesse que eu enfiasse até o fundo e machucasse ela.
—Calma, não vou meter tudo —falei pra Luana, tirando uns centímetros só pra depois enfiar de novo—. Já vi que você gosta de levar no cu. Só precisa se acostumar.
—Ai! Cala a boca, otário. E tira isso daí agora —reclamou ela.
Eu tirei, tentando memorizar cada detalhe dessa curta mas excitante invasão no rabo da minha irmã mais velha.
Não lembro quantas vezes gozamos, mas todos nós fizemos pelo menos três vezes. Depois dessa maratona sexual, fiquei completamente acabado, mal conseguia me mexer. Nem percebi em que momento peguei no sono. Acordei de madrugada. Acendi a luz, e vi as duas, totalmente peladas, dormindo tranquilamente. A tia Mariana estava de barriga pra cima, com os peitos enormes caindo suavemente pros lados. Luana estava de lado, abraçada nela, numa pose quase fetal. Estavam uma fofura.tiaPensei de novo na mamãe, em como ela se sentiria se entrasse no quarto e nos visse todos. A pobre ficaria louca. Mas, por outro lado, talvez fosse o empurrãozinho que ela precisava para aceitar que desejava que eu comesse ela.

Prometi a mim mesmo que no dia seguinte eu ia comer ela de novo.

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