Capítulo I: Pare de me fazer bullying
Juan tinha dezoito anos e cursava o primeiro semestre da universidade. Era o típico garoto aplicado, meio nerd, de corpo magro e personalidade tímida. Naquela tarde, quase às seis, a universidade entregava as notas da primeira prova. Ele não estava preocupado com as notas —eram excelentes—, mas porque pela primeira vez sua mãe ia aparecer no campus.
O sinal de saída tocou. Juan saiu o mais rápido que pôde, ansioso para chegar em casa, mas sua paz foi quebrada de repente quando sentiu um empurrão nas costas. —Ei, imbecil —disse uma voz zombeteira— o que você tá pensando? Com qual pornô você vai bater punheta hoje? Hahahaha! Era Nelson. Dezenove anos, negro, atlético, alto e com aquele olhar de quem sabe que domina. Um ano mais velho que Juan, esperto, manipulador e convencido de que as mulheres não passavam de objetos para usar e descartar. —Você de novo… —murmurou Juan, sem olhar para ele—. Me deixa em paz. —Ah, não se rebele, cara. Só tô passando por aqui —Nelson riu e deu um tapa no ombro dele que quase o fez tropeçar—. Hoje eu e meus parceiros vamos pegar uma puta branquinha bem bunduda. Se quiser, te mando os vídeos pra você aprender alguma coisa, otário. Hahaha! Imbecil… pensou Juan, apertando os dentes. Enquanto isso, uma mulher de trinta e oito anos corria pelos corredores da universidade. Chamava-se Fabiola. Estava atrasada. Tinha encontrado um recado do filho sobre a assinatura dos boletins e saído às pressas do trabalho. Ser mãe jovem nunca tinha sido fácil. Trabalhava, cuidava da casa e, embora o marido os sustentasse financeiramente, ela sempre preferira ter seu próprio dinheiro. Além disso, com as viagens constantes dele, passava longas temporadas sozinha.
Sabia que o filho não era o mais popular. De fato, suspeitava que ele quase não tinha amigos. Por isso o enchia de carinho sempre que podia. De repente, o viu no fundo do corredor, conversando com um garoto alto e de aparência rude. "Talvez seja o único amigo dele", pensou com alívio. Fabiola tinha o corpo de uma mulher que se cuidava: pernas firmes, peitos fartos, quadris arredondados e empinados. O cabelo cacheado caía sobre os ombros e, normalmente, escondia seus olhos castanhos atrás de uns óculos de armação vermelha. Naquela tarde, usava um vestido cinza-claro de listras, gola redonda, mangas três quartos e saia em corte V. Por baixo, meia-calça do mesmo tom e botinhas marrons. —Oi, bebê. Como você está? —cumprimentou-o com um beijo no rosto—. Me apresenta ao seu amigo? —Mãe!! O que você tá fazendo aqui? Achei que não ia vir… Juan respondeu nervoso, a voz quase falhando. Nelson ficou de lado, fingindo seriedade, enquanto seus olhos percorriam o corpo da mulher de cima a baixo. vadia … que delícia essa vadia. Que corpão de vadia. Fácil deve ser uma dessas que se entregam. Ufff, que trepada vai rolar… —Vim buscar seus boletins, pequeno —disse Fabiola, dando outro beijo nele—. Por que não me avisou? Acaso reprovou? —Olhou Nelson dos pés à cabeça e sorriu—. Você é amigo do Juanito? —Estendeu a mão sem soltar o filho—. Meu nome é Fabiola, a mãe dele. Pode me chamar de Faby. —Fabiola? Faby? Que prazer —Nelson apertou a mão dela com firmeza—. Sou Nelson, da mesma turma do Juan. —Virou-se para o garoto e lhe deu um abraço exagerado—. Nossa, Juan, você nunca me falou da sua mãe. Você é um safadinho, amigo. O que há com esse cara? Por que de repente age como se fôssemos amigos? Que bully de merda… sempre me fode. Com certeza tá tramando alguma coisa. Juan pensou, mas entrou no jogo mais por medo do que por outra coisa. —Que bom te conhecer —Faby sorriu com ternura—. Fico feliz em saber que esse jovenzinho tem um amigo. —Bagunçou o cabelo de Juan—. Você sabe se esse garotão reprovou ou por que ele não me avisou sobre as boletas? —Mãe, não me trata assim… já tô na faculdade. —Não, o Juanito é um gênio —Nelson soltou uma gargalhada—. Um menino modelo. Nunca reprovaria. —(Na verdade é por isso que ele faz minhas lições… em troca de eu não encher tanto o saco, pensou). Seus olhos não paravam de percorrer o corpo da Faby, embora tentasse disfarçar—. Deve vir do trabalho, né? Com certeza tá cansada. —Que bom ouvir isso. Já vou premiar meu garotão —Faby continuou acariciando o Juan—. Um pouco sim, tô cansada. Vamos pra casa, meu love? Assim você descansa como merece. Além disso, posso falar com seu pai pra ele te trazer um presente da Suíça pelas suas boas notas. Você ia gostar? —Ela se virou para o Nelson—. Vão te buscar? Quer uma carona? Ouve… já tive uma ideia: vem em casa comer com a gente. Você também deve estar cansado. O que me diz? —Sério? Que demais! Sério, obrigado. Tô morrendo de vontade de comer na casa de vocês… com certeza cozinha delicioso com essas mãos. Deve ser toda uma expert. Por que isso tá acontecendo comigo, Deus…? pensou Juan, sentindo um nó no estômago. Um mau pressentimento percorreu sua espinha: algo ia mudar pra sempre. —Que coisas você diz… —Faby corou levemente com os comentários do Nelson e pegou a mão do filho—. Vamos. Você será bem-vindo na nossa casa. Todo amiguinho do meu bebê é bem-vindo. A caminho do carro —um Peugeot 208 azul-marinho— Faby não parava de dar beijinhos e carinhos no Juan. —Podem ir atrás juntos se quiserem —disse enquanto entrava no banco do motorista. Juan estava prestes a se sentar na frente quando Nelson se adiantou. —Ei, deixa eu sentar na frente, amigo. Não trata mal seu convidado —disse num tom meio zombeteiro. —Mas eu sempre vou na frente… —Isso é verdade —Faby olhou para Nelson com severidade, embora sorrisse depois—. Juanito sempre vai do meu lado. É assento reservado. Não se incomode. —Ah, já entendi. Claro, tá bem —Nelson trocou de lugar com um sorriso que não chegava aos olhos. De trás, não parava de olhar as pernas da Faby subindo no carro. Porra, que gostosa Olha a roupa desse imbecil…
—Hmm… a qual academia você vai, Faby? —Como você sabe que eu vou pra academia? —ela deu a partida no carro—. Vou em uma perto da faculdade… GymPlanet ou algo assim. Haha. —Eu adivinhei. Também vou lá, mas com certeza em outros horários. Dá pra notar a energia que você transmite. Que exercícios você gosta? —Cardio, corrida, um pouco de natação, ginástica e musculação básica. E você? —Só musculação. —Nelson esticou o braço e flexionou um músculo negro e grosso—. Dá pra ver o tamanho que tá, né? —Sim… já vi —Faby arregalou os olhos, surpresa, e riu pelo retrovisor—. Você devia levar o Juanito com você pra ele entrar em forma. Chegaram numa casa de dois andares. Faby estacionou. —Vão entrando. Eu fico aqui pra pedir uma pizza. —Não, imagina. Tô te convidando pra sua casa… no mínimo eu peço a comida. Quero que você coma gostoso. Que todo mundo coma gostoso. —Ai, você é um amor, Nelson. Bom, pede então. Fica à vontade. Desçam, eu vou pegar algo pra beber. Faby entrou na casa e deixou os dois sozinhos. Assim que ela desapareceu, Nelson pegou o celular e mandou pros amigos —uma galera igualmente de negros e valentões— várias fotos que tinha tirado da Faby sem ela perceber. Depois pediu a pizza. Quando ficou a sós com Juan, chegou perto e sussurrou: —Que corpo o da sua mãe… —O quê? Como você pode dizer isso? —Você não ouviu direito… ou talvez eu não tenha falado certo. Que corpo o da vadia da sua mãe. Hahaha! Deus, ela tá pedindo uma boa trepada. Sério. —Para de chamar ela assim. É minha mãe —Juan segurava a vontade de chorar. —Cala a boca e entra na brincadeira, idiota. Fácil eu te dou um irmãozinho —Nelson riu às gargalhadas. O entregador chegou. Nelson pagou com o dinheiro que cobrava do Juan pra não encher o saco dele na faculdade. Irônico. —Nossa, Juan… parece que você tá me ajudando a pegar sua mãe —riu de novo. Faby voltou com refrigerantes e salgadinhos. —Como vocês estão, meninos? A pizza já chegou? —Sim, aqui —gritou Nelson da sala de jantar, fazendo aspas com os dedos na frente do Juan—. Espero que ela goste da “linguiça”. —Yomi! —Faby sorriu—. Obrigada. Deve estar Deliciosa. Vai, Juan, traz pratos e copos. Senta, Nelson. —Sentou do lado dele—. Você tem namorada, Nelson?
—Namorada? Não. A verdade é que acho todas umas meninas. Prefiro uma mulher de verdade… sensata, madura. Quase todas são egocêntricas e não sabem valorizar o que têm. —Bom… a certa vai chegar. Tem muita garota boa por aí —Faby mordeu um pedaço de pizza com calabresa e queijo, olhando pra ele sem maldade—. Serve pra você e o Juanito encontrarem uma linda. Que sejam amigas como vocês. Seria legal, né, amor? —Sei lá… sou muito maduro pra minha idade. Às vezes olho o Juan e gosto dele, como um irmão menor. Além disso, eu cubro as costas dele desses bullies da faculdade. Mas que otário! Ele é quem faz bullying comigo! Como esse negro de merda é falso… pensou Juan, comendo à força. Quando terminaram, Faby recolheu a mesa. —Que lindo… —se aproximou de Nelson e sorriu perto do rosto dele—. Você é um sol. Obrigada por cuidar do meu Juanito. —Plantou um beijo caloroso na bochecha dele—. Vocês são livres pra fazer o que quiserem. Se precisarem de algo, estarei no meu quarto. Nelson, quando quiser ir embora, me avisa que eu te levo. —Se aproximou dos dois e deu três beijos em Juan —testa e bochechas— e dois em Nelson —testa e bochecha—. Divirtam-se. Subiu as escadas e desapareceu. —Uff… que vista boa, né, Juan? —Mas que cara negro… o que você pensa que é pra falar assim da minha mãe na minha casa…? Nelson tapou a boca dele de repente. —Ei, cara de merda, não se faz de valentão comigo. Olha, o papo é esse: sua mãe me atrai. Eu quero comer ela. Entendeu? E você, se não vai ajudar, simplesmente não atrapalha. —Você quer comer a minha mãe? —Sim, imbecil. O quê, só percebeu agora? Deus, como você é lento… —Nelson riu e apertou o ombro dele. Lá em cima, Faby tirou a roupa, trancou a porta e ficou completamente nua sobre a cama. Finalmente ninguém pode entrar… pensou, olhando o teto. Ligou pro marido. Caixa postal. Que merda! jogou o celular. Enfim… acho que só vou dormir um pouco.
Lá embaixo, Nelson rondava pela sala e parou diante de uma foto de Faby de vestido de noiva. —Uff, caralho… que tesão. Que corpo o da sua mãe. Se mantém em forma. Fácil, fácil ela dá pra alguém na academia —riu olhando pra Juan. —Tá de brincadeira, né? Sério que você quer transar com a minha mãe? —Transar não, imbecil… só fazer ela de puta minha. Isso é tudo. —O quê? Sua puta? Naquele momento o telefone de Faby voltou a tocar. Era o marido dela, finalmente retornando a ligação. —Alô? —atendeu sonolenta—. Oi, amor… tô descansando um pouco. E você? —Ai, amor, desculpa. Tava numa reunião. Que foi? —Nada importante… só que tô com saudade. E você sabe… tô com tesão —sorriu sedutora ao telefone. —Ai, amor, você não sabe o tesão que eu também tô… mas não posso agora. Vou entrar em outra reunião. —Que decepção… Bom, então te deixo. Te amo. Me liga quando puder. Bom… mais um dia sem nada de nada. Nesse passo vou ser mais esposa do vibrador do que dele… riu pra si mesma e jogou o telefone de novo. Lá embaixo, a conversa continuava: —Sim. Vou fazer ela de puta minha —disse Nelson sem pudor. —Não. Você tá enganado. Minha mãe ama meu pai. Ela nunca seria puta de um negro como você. —Você fala isso porque não sabe o que uma mulher sente… e menos ainda uma cujo marido tá longe o tempo todo. Fácil, fácil ela se masturba com vibrador. Deve tá na seca. E que remédio melhor que um bom pau negro… —Não… não é verdade. Minha mãe não faria uma coisa dessas. —Tá muito certo disso, é? —Nelson tirou da carteira uns mil pesos e estendeu pra ele—. Olha, idiota. Sai e compra uns preservativos pra mim. Volta daqui a umas horas… e vamos ver se sua mãe é a puta que eu digo que é. —O quê? Pra quê? —Só faz, cara. —Empurrou ele pra porta. —Vou sair pra comprar… mas não é porque tenho medo de você —Juan respondeu tremendo, já na rua. Minha mãe não é assim… Ela nunca me trairia. Lá em cima, Faby continuava olhando o teto do quarto. —Faço? —se perguntou baixinho, esfregando de leve a buceta—. Não… embora sempre que eu termino quero mais. Me falta aquela vibração de sentir Pele a pele. Beto filho da puta… por que ele não pode trabalhar aqui como todo mundo? Chegar em casa e foder a esposa. — Cobriu-se com o lençol, irritada —. Enfim… acho que vou usar de novo e ver um pornô. Mas no mudo, pra os garotos não ouvirem. Pesquisou na internet, colocou um vídeo na tela e tirou da gaveta um dildo preto, grosso e duro. Começou a esfregá-lo pelo corpo. De algo a nada… suspirou, resignada. Lá embaixo, a sala ficou em silêncio. Nelson subiu as escadas na direção do quarto de Juan, mas de repente ouviu barulhos vindos de um quarto escuro. Aproximou-se, encostou o ouvido na porta e se excitou com o que ouvia: gemidos suaves. Eita… a Safada tá no tesão. Apagou todas as luzes do corredor e do segundo andar. A casa ficou no escuro. Ouviu os gemidos se intensificarem. Com cuidado, forçou um pouco a porta. Cedeu. Abriu devagar pra ver o espetáculo.
Vadia safada, não aguentou nem umas horas sem ter algo dentro. Fabiola estava sentada na beira da cama, enfiando e tirando o dildo com vontade, sem perder um detalhe do pornô: um negro que carregava uma mulher contra a parede e a fodia sem piedade. Sua buceta pulsava molhada, seus peitos duros, os mamilos eretos. Ela gemia sem parar. —Mais! Mais! Mais! Beto, mais! Até dentro, bebê! Fechou os olhos enquanto o dildo a penetrava por dentro. Então sentiu um cheiro. Um cheiro inconfundível, forte e intenso. Algo que não sentia há muito tempo e que despertava nela um instinto profundo, animal. Seu corpo reagiu por natureza. Abriu mais as pernas, levantou um pouco o quadril. Colocou a língua pra fora cheia de saliva. —Senti muita falta disso, amor… —deixou escorrer um jato de porra e deixou o dildo cair no chão, completamente molhado—. Me dá logo, amor… Sentiu algo entrando na sua boca. Grande. Quente. Negro. Pele. —Não se preocupe —sussurrou Nelson baixinho—. O que acontecer aqui não vai sair deste quarto… só se alivie como quiser.
Ele agarrou o cabelo dela e começou a meter e tirar o pau da boca de Faby, que só engolia mais e mais. Ela abriu os olhos. Estava mais excitada do que surpresa. Ao ouvir as palavras dele, só assentiu e continuou saboreando aquele pau venoso e grosso, muito maior que o do marido. Massageou as bolas enquanto se engasgava, cuspindo saliva com pequenos tossidos. —Assim… assim… pfff… —Nelson agarrava o cabelo dela com força, exatamente como no pornô. Notou o quão quente ela estava e isso facilitou para ele usá-la como gostava de usar as mulheres: como putas—. Assim você gosta, né? É seu… um pau negro inteirinho pra você. Com uma mão segurava o cabelo cacheado dela; com a outra esticava e apertava os peitos. —Mmmmm… Faby gemia com o pau na boca. Sentia os peitos duríssimos, pesados; o clitóris duro e saliente, vibrando; a buceta escorrendo de desejo. Olhava nos olhos de Nelson, completamente entregue. —Me fode, Nelson… —implorou sem parar de mamar—. Me fode como uma puta, por favor! Enfiou mais um dedo, depois dois. Nelson também meteu os dele. A buceta dela estava molhada e faminta. Nelson tirou o pau da boca de Faby —ela quis continuar mamando— e a agarrou com as duas mãos para virá-la e levantar o rabo dela. —Se você quer que eu te foda como puta… então vou te tratar como uma. —Deu um tapa forte na bunda que ecoou pelo quarto—. Então levanta essa raba, sua safada. Enfiou três dedos na buceta pra masturbá-la e, segurando o membro, apontou para a entrada molhada dela. Tirou os dedos e introduziu o pau de uma vez, deslizando até o útero. —¡AHHHHHHHH!
Faby levantou a bunda, com o rosto contra a cama, olhando como ele enfiava. Sentia como aquele enorme pau preto a abria. —Isso, Nelson! Me fode como uma puta! Quero ser sua puta! Sua puta! MEU DEUS!!! QUE PAUZAÇO VOCÊ TEM!!! Nunca tinham me enfiado algo assim… empurra, Nelson, empurra tudo. Me faz gemer como puta! Gritar como puta pra você! Uffff! O corpo dela tremia. A buceta brilhava de molhada. O clitóris nunca tinha ficado tão duro e saltado pra fora. Os peitos hipersensíveis roçavam na cama a cada investida, excitando ela ainda mais. Sentiu como o aríete penetrava e abria os lábios externos e internos, como ia se abrindo e queimando ao mesmo tempo. O atrito a quebrava cada vez mais. Chegou até a metade… e então Nelson recuou pra enfiar de uma vez completa. —Assim, puta… assim você quer um bom pau preto dentro da sua boceta. Com uma mão na bunda dela e a outra agarrando o cabelo, começou a montar como se ela fosse uma puta. Era uma imagem brutal: um negro de dezenove anos fodendo uma branquinha madura de trinta e oito anos.
—VOCÊ É UMA DEUSA! … Você é minha deusa, Faby. Minha e só minha, entendeu? De agora em diante você é minha. Sua puta! E EU SOU SEU DONO! Começou a dar tapas na bunda dela enquanto o pau penetrava a buceta molhada. —AAHHHHHHHHH! Faby, completamente de quatro e nua sobre a cama, recebia com prazer a penetração forte. Soltava suspiros e gemidos de prazer, olhando ele empurrar aquele pau enorme dentro dela, fazendo ela de puta a cada estocada. Até ela empurrava a bunda contra ele de forma rítmica. —Mais!!! Mais!!! Mais!!! Nelson, mais!!! —tremia, suada, o corpo emanando feromônios—. Sim, meu amor!!! Deus!!! Sou sua, toda sua… sua puta, sua safada, sua vadia… o que você quiser, mas sua!!! Só não para de me foder com esse pauzão tão gostoso que você tem… enfia tudo!!! AHHHHHHHHHHHHHHH! —Então você vai ser minha puta… de agora em diante —disse Nelson entre risadas, excitado—. Porque vou te marcar como puta. —Segurou ela pelos cabelos cacheados e empurrou o rosto dela contra a cama pra ela levantar mais a bunda—. Você é só uma puta agora e pra sempre… você é minha propriedade. Algo que eu posso usar e abusar conforme meu prazer e conveniência. Você é escrava do meu pau! … E vai engolir ele todas as vezes que eu quiser, onde e com quem eu quiser. Aumentou a velocidade. Fabiola sentia o pau de Nelson entrando e saindo mais rápido, a ponto de seus peitos balançarem e se ouvir o choque da pelve contra a bunda dela. —SIIIIIIIIIIII! —gritou de prazer, entregue—. Vou ser o que você me pedir, amor!!! Me usa e me trata como quiser!!! Essa safada é só sua!!!! —Isso que eu gosto de ouvir. Agora, puta… —Nelson tirou o pau da buceta, que jorrava fluidos viscosos e quentes, e se jogou do lado da cama—. Monta, puta. Agora é sua vez de montar no meu pau… e quero uns bons sentões com essa bunda gostosa. Quero ver como ela se mexe.
Ai, Juanito… você me dá tanta pena. Aquele grandessíssimo idiota me deixou entrar na casa dele e, mais idiota ainda, me deixou sozinha com a mãe dele… Hahaha. Ai, Juan, se você estivesse aqui… SUA MÃE FOI TÃO FÁCIL. TÃO FÁCIL. Faby, excitada, subiu em cima dele, dando a bunda na cara dele, se segurando nas pernas dele. Se moveu com a ponta do pau do Nelson na buceta, esfregou sem enfiar, deixou a buceta molhada lubrificar e se moveu em círculos sobre ele. Ao sentir o clitóris saindo, esfregou na cabeça do pau. Era uma sensação tão deliciosa que ela tremeu de prazer. Aos poucos foi enfiando o pau, sentindo sua buceta molhada e quente se abrir. Quando enfiou tudo, ficou parada um instante, sorrindo pra ele, e começou um sobe e desce suave, acelerando aos poucos, deixando os peitos balançarem com o vaivém. —Assim, safada… assim eu adoro você, amor… quero te ver assim, solta, desejosa, gulosa… Comigo você não precisa usar essa fantasia de mãe puritana. Só se deixa levar. Deixa eu te ensinar todos os prazeres que seu corpo pode te dar… cada centímetro do seu corpo é uma bênção. Esse cheiro vai ficar marcado pra sempre também no seu corpo… como sinal do seu novo dono, Fabiola. —¡Ahhhhhh issooo issooo! —Faby se movia com vontade, enfiando o pauzão. O corpo suado tremia; a língua saía escorrendo saliva. Apertava os peitos entre os braços enquanto se segurava nos joelhos do Nelson—. ¡Mete mais pau em mim! ¡¡¡Nelson, mete mais!!! ¡¡¡Que prazer!!! ¡¡¡Que safada você me deixa!!!! —Isso, assim, bebê… eu gosto que você seja safada. Com certeza você também gosta. Não tem nada de errado em ser, sério… se uma mulher decide, ela pode ser. Na verdade, EU NÃO TE PROÍBO NADA! Hahaha… safada burra… hahahaha. —¡Ahhhhh issooo issooo! ¡Quero ser sua safada, Nelson! ¡¡¡Sua safada tarada!!! —gritou extasiada, subindo e descendo com mais vontade. Dava pra ouvir a bunda dela batendo nas bolas duras do Nelson. Os peitos balançavam duros e excitados—. ¡¡¡Eu amo!!! ¡¡¡Amo ser sua safada!!! !!!Caralho!!!! —Bem, sua puta… assim que eu gosto. Assim, caralho… !!!porra!!! !!!Quero gozar na minha nova puta!!! !!!Quero te estrear!!! —ele a agarrou, sentou com ela por cima e sussurrou no ouvido dela—. Me diz, Faby… você já engoliu antes? —Aaahhhh! —ela o beijou, ofegante—. Sim, mas… vou adorar provar seu gozo, Nelson. —!!!ISSO, sua puta!!! … Desce. Quero que você chupe… quero ver meu gozo escorrendo pela sua garganta. E faz gostoso. Quero ver minha puta trabalhar direitinho.
Hmmm… agora que penso nisso… fácil ela pode trabalhar com isso. Uma milf madura sem marido, livre em casa a todas as horas… hahahaha. Não acho que tenha nada de errado em ela ser uma empreendedora e dar tudo de si pra vencer na vida… trabalhando bem duro. Fabiola tirou o pau do Nelson, encostou ele na parede da cama e ficou de quatro. Começou a meter devagar e gostoso o pau duro e preto, saboreando, olhando pra ele enquanto fazia, fazendo ele sentir a língua e os lábios dela por todo o comprimento quente. —ISSO! ISSO, sua safada! Que safada boa que eu tenho… masturba ele assim… ISSO!!! Aaahhhh!!! Aaahhh!!! Deus, que delícia você é!!! Porra!!! Nelson acariciava o cabelo dela enquanto olhava nos olhos dela. Aqueles olhos de vício que já não pareciam de mãe, mas de uma safada viciada. Enquanto isso, Juan voltava pra casa. No caminho, encontrou uns conhecidos da faculdade: Víctor e Carlos, amigos do Nelson. Os dois de dezenove anos, negros, fortões e da mesma altura que Juan, mas bem mais viris. —Ei, Juan! Que que você tá fazendo? Anda indo comprar camisinha pro Nelson? — soltou Víctor com uma gargalhada, cutucando o companheiro com o cotovelo. —Ei, Juan… sem querer incomodar, você sabe quem é essa garota? — Carlos mostrou uma foto de uma madura bem gostosa —. O Nelson diz que é uma safada nova… é que eu quero esvaziar o saco.
Juan ficou mudo. Porra… essa foto era da minha mãe quando ele a viu no carro. Deus, que cara… Entrou em pânico. —Não tenho tempo pra essas coisas. Tenho que ir. Saiu correndo pra casa dele enquanto Víctor e Carlos ficavam cochichando entre eles. Será que o Nelson contou pra eles que é minha mãe? Se tivesse contado já estariam tirando sarro de mim… então ainda não contou. Enquanto isso, no quarto da Fabiola: —Mmmmm… —ela não parava de mamar o pau negro e duro do Nelson, olhando pra ele como uma safada no cio esperando sua recompensa—. Me dá porra, amor… me dá tudo… Continuava mamando com vontade e até enfiava dois dedos na buceta pra se molhar ao mesmo tempo. —¡¡Aahh!! Ok, safada… —Nelson pegou a cabeça dela e apontou o pau pra boca dela—. Assim… assim… ¡¡aaahh!! Começou a jorrar esperma que caía na cara da Fabiola e dentro da garganta dela. Enquanto gozava nela, não conseguia parar de pensar no Juan. Sinto pena pelo que vou te fazer, Fabiola… —¡¡Aaaaaahhhh!! ¡¡Aaaaaahhhh!! Deus… vai, safada, quero ver meu esperma na sua garganta antes de você engolir.
Faby levantou o rosto e mostrou com a boca aberta o esperma transbordando, prestes a engolir, esperando que Nelson permitisse. —Que bom, sua puta… assim que eu gosto —Nelson acariciou o cabelo e a bochecha dela com ternura, como a uma menina boazinha que come todo o café da manhã—. Engole, amor. —Mmmm… Ela engoliu olhando pra ele agradecida e se deitou ao lado dele, masturbando-o com as mãos pra continuar sentindo aquela rola preta dura. —Ufff… que delícia, né, Fabiola? —Nelson continuava acariciando ela—. Como foi, amor? Se libertar… se soltar depois de tanto tempo… Seu corpo tava implorando. Dava pra ver que não te davam atenção, querida. Ele a abraçou. Já sentia que ela era a mulher dele e ia tratá-la como tal. —Foi bom demais… —Faby não largava a rola e beijava ele de língua, com muito desejo—. Queria mais… Ela se abaixou pra chupar de novo, olhando pra ele com vontade de mais. —Haha… assim que eu gosto, sua puta. Mas isso fica pra depois. —Nelson se recompôs. Ela já era a puta dele; agora só precisava discipliná-la—. Bom, Faby… enquanto seu filho estiver presente você vai ser uma mãe exemplar como sempre, devota dele… mas quando EU DISSER OU QUISER, você vai ser minha puta PARTICULAR. Certo, amor? Isso significa que vou poder fazer com você o que eu quiser, quando, como e com QUEM EU BEM ENTENDER. Entendeu, amor?
Eu dizia tudo isso enquanto acariciava o cabelo dela com doçura. Ela concordava com a cabeça, olhando pra ele e ainda chupando o pau duro. —Como você quiser, Nelson… —respondeu Fabiola, saboreando o pau inteiro e descendo pra lamber as bolas—. vadia sozinha e mamãe boazinha com o Juanito. —vadia quando eu mandar… e o Juan vai continuar sendo seu bebê. —ordenou Nelson com firmeza. (Por enquanto… até eu deixar de ser útil.) Pensou, sorrindo, formando um plano cada vez mais depravado na mente—. Na verdade, amor… se veste. Seu filho não vai demorar a chegar. Ele morreria se visse que o amigo preto comeu a mãe dele. Hahaha. Ela, numa última tentativa, fez uma garganta profunda na esperança de que ele gozasse de novo, fazendo um gesto com o dedo pra pedir mais porra na boca. —Nossa, como você é safada… —exclamou Nelson olhando pra ela—. Mas agora quero que você se vista, vadia. Anda, obedece seu papai. Ele a pegou pelo cabelo, deu um beijo molhado na boca dela, brincando com as línguas, e saiu da cama pra se vestir. —Nossa, que foda, amor… ufff. Isso não é nada. Você vai ter mais sexo do que jamais teve na vida. —Oki, amor… Ela se levantou com ele e se vestiu ao lado dele, enfiando a calcinha no bolso da calça do Nelson enquanto o beijava de língua com vontade. —Era exatamente isso que eu ia te pedir, vadia. Como você é intuitiva. Essa calcinha agora é minha. Nelson foi ao banheiro do quarto lavar o rosto. Enquanto fazia isso, os dois ouviram a porta da rua se abrir. —Hahaha, caralho… seu filho já chegou, Faby. Corre. —Já estou indo, buceta. Corre, sai daqui. Ela o tirou do quarto e fechou a porta, pensando em como se arrumar de um jeito sexy mas discreto pra ele… talvez como um ato de gratidão. Nelson desceu vitorioso pra sala, com a calcinha da Faby no bolso, e viu Juan, que parecia muito irritado. —Nelson! Você postou as fotos da minha mãe no grupo da sala —reclamou Juan sem hesitar. —Não se faz… por acaso ela não tá super gostosa? Ufff… imagina umas fotos dela montando num pau preto… —respondeu Nelson debochando, rindo e lembrando que poderia tê-las pegado assim se quisesse. —Não tem graça —resmungou Juan. De repente percebeu que Nelson descia do quarto da mãe. Engoliu em seco de medo e ficou pálido —. Nelson…? O que aconteceu? —O que aconteceu do quê? Ora, nada… você tinha razão. Sua mãe é uma puritana, devota do filhinho dela —respondeu Nelson fingindo decepção. —Sé… sé… sério… espera? Você realmente tentou ficar com a minha mãe? —Sim, mas ela é muito certinha. O que posso dizer… você tem razão. E não vou te encher o saco conforme o combinado… bom, nem tanto. —Nelson pegou-o pelo ombro e riu divertido, tentando esconder a vitória. Faby desceu vestida com um vestido branco com estampas azuladas na frente, uma tiara azul e branca segurando o cabelo cacheado, um par de botas brancas e um sorriso de orelha a orelha. —Do que vocês estão falando, meninos? —perguntou aos dois enquanto beijava Juanito na testa—. Comprou alguma coisa pra mim na loja, tesouro? —Mãe! Não me trata assim… tenho dezoito —Juan não conseguiu evitar ficar vermelho. A mãe estava vestida de branco, algo que só fazia quando estava alegre e cheia de energia. Fazia tempo que não a via tão contente e, além disso, estava toda arrumada, bem bonita—. Nossa, mãe… você tá linda. Bom, sempre é, mas agora tá mais. —Eita, é, Faby… tá bem linda… e parece que tá feliz… deve ser por algum motivo —disse Nelson sarcástico, sabendo exatamente o que a deixava de tão bom humor. —Obrigada, meu amor —respondeu Fabiola ao elogio do filho, beijando-lhe a bochecha e deixando o batom vermelho marcado—. E obrigada, Nelson, você é muito gentil. A verdade é que dormi bem… e seu pai e eu tivemos uma longa conversa, amor —disse olhando para Juanito, que sorriu, enquanto piscava disfarçadamente para Nelson—. Me diz, Nelson… quer que eu te leve pra casa? —Não, não se preocupe. Na verdade… eu já vou. Uns amigos estão lá fora me esperando pra ir jogar bola. Bom… se cuida, Juan… e você também, Faby. A gente se vê depois. —Ok. Bom, antes de você ir embora me passa seu número. Quero te ligar e saber que você tá bem, tá? Quer ir com ele, Juanito? —Claro. —Nelson escreveu o número num papelzinho e entregou pra ela. Depois olhou pro Juan e bagunçou o cabelo dele—. Não, Faby… melhor deixar seu filhinho descansar. Ele vai ter um dia difícil daqui pra frente. —Riu como um menino travesso, deu um último sorriso pra ela e saiu de casa mais do que feliz. —Se cuida, Nelson —respondeu ela. Pegou o braço dele, aproximou dos lábios e beijou a bochecha, deixando também o batom. —Umm… mãe, você tá bem? —Juan titubeou ao perguntar. Fazia tempo que não a via tão linda e contente—. Tô te achando muito alegre. —Sim, meu amor, tudo bem. É que eu precisava descansar… e como te falei, seu pai e eu tivemos uma boa conversa —mentiu Fabiola pro filho, lembrando quando ela sentava em cima do Nelson e quando ele fez ela engolir o gozo dele. A cara dela se iluminava, mas obviamente Juanito não podia saber disso. Além do mais, ele sabia que toda vez que a mãe conversava com o pai ela ficava de bom humor—. Enfim… o que você quer de jantar? —Ah, nada não… acho que tô cansado —respondeu o jovem, que ainda tava com as camisinhas que Nelson fez ele comprar e pensava em jogar no lixo assim que visse um—. E… como tá indo no seu trabalho, mãe? Você tava muito estressada com isso. —Tá bom então, neném, vai dormir. Se não se importar vou fazer um café e ver um filme. —Ficou pensativa—. Acho que vou pedir demissão, amor. É trabalho demais, salário de menos… assim não dá. Depois vejo o que faço. —Chegou perto do filho, arrumou a roupa dele e deu um beijo em cada bochecha e na testa pra mandar ele dormir—. Descansa. E foi pra cozinha preparar o café. Juan foi pra cama. Jogou as camisinhas no lixo do quarto e ficou pensando em como a mãe ficava alegre quando conversava com o pai. Com certeza, agora que ela ia largar aquele trabalho tão estressante, eles poderiam passar mais tempo juntos. Além disso, no dia seguinte era fim de semana… seriam dias só deles, sem a intervenção de Nelson. Ou pelo menos era o que ele achava. — Fim do Capítulo I —
Juan tinha dezoito anos e cursava o primeiro semestre da universidade. Era o típico garoto aplicado, meio nerd, de corpo magro e personalidade tímida. Naquela tarde, quase às seis, a universidade entregava as notas da primeira prova. Ele não estava preocupado com as notas —eram excelentes—, mas porque pela primeira vez sua mãe ia aparecer no campus.
O sinal de saída tocou. Juan saiu o mais rápido que pôde, ansioso para chegar em casa, mas sua paz foi quebrada de repente quando sentiu um empurrão nas costas. —Ei, imbecil —disse uma voz zombeteira— o que você tá pensando? Com qual pornô você vai bater punheta hoje? Hahahaha! Era Nelson. Dezenove anos, negro, atlético, alto e com aquele olhar de quem sabe que domina. Um ano mais velho que Juan, esperto, manipulador e convencido de que as mulheres não passavam de objetos para usar e descartar. —Você de novo… —murmurou Juan, sem olhar para ele—. Me deixa em paz. —Ah, não se rebele, cara. Só tô passando por aqui —Nelson riu e deu um tapa no ombro dele que quase o fez tropeçar—. Hoje eu e meus parceiros vamos pegar uma puta branquinha bem bunduda. Se quiser, te mando os vídeos pra você aprender alguma coisa, otário. Hahaha! Imbecil… pensou Juan, apertando os dentes. Enquanto isso, uma mulher de trinta e oito anos corria pelos corredores da universidade. Chamava-se Fabiola. Estava atrasada. Tinha encontrado um recado do filho sobre a assinatura dos boletins e saído às pressas do trabalho. Ser mãe jovem nunca tinha sido fácil. Trabalhava, cuidava da casa e, embora o marido os sustentasse financeiramente, ela sempre preferira ter seu próprio dinheiro. Além disso, com as viagens constantes dele, passava longas temporadas sozinha.
Sabia que o filho não era o mais popular. De fato, suspeitava que ele quase não tinha amigos. Por isso o enchia de carinho sempre que podia. De repente, o viu no fundo do corredor, conversando com um garoto alto e de aparência rude. "Talvez seja o único amigo dele", pensou com alívio. Fabiola tinha o corpo de uma mulher que se cuidava: pernas firmes, peitos fartos, quadris arredondados e empinados. O cabelo cacheado caía sobre os ombros e, normalmente, escondia seus olhos castanhos atrás de uns óculos de armação vermelha. Naquela tarde, usava um vestido cinza-claro de listras, gola redonda, mangas três quartos e saia em corte V. Por baixo, meia-calça do mesmo tom e botinhas marrons. —Oi, bebê. Como você está? —cumprimentou-o com um beijo no rosto—. Me apresenta ao seu amigo? —Mãe!! O que você tá fazendo aqui? Achei que não ia vir… Juan respondeu nervoso, a voz quase falhando. Nelson ficou de lado, fingindo seriedade, enquanto seus olhos percorriam o corpo da mulher de cima a baixo. vadia … que delícia essa vadia. Que corpão de vadia. Fácil deve ser uma dessas que se entregam. Ufff, que trepada vai rolar… —Vim buscar seus boletins, pequeno —disse Fabiola, dando outro beijo nele—. Por que não me avisou? Acaso reprovou? —Olhou Nelson dos pés à cabeça e sorriu—. Você é amigo do Juanito? —Estendeu a mão sem soltar o filho—. Meu nome é Fabiola, a mãe dele. Pode me chamar de Faby. —Fabiola? Faby? Que prazer —Nelson apertou a mão dela com firmeza—. Sou Nelson, da mesma turma do Juan. —Virou-se para o garoto e lhe deu um abraço exagerado—. Nossa, Juan, você nunca me falou da sua mãe. Você é um safadinho, amigo. O que há com esse cara? Por que de repente age como se fôssemos amigos? Que bully de merda… sempre me fode. Com certeza tá tramando alguma coisa. Juan pensou, mas entrou no jogo mais por medo do que por outra coisa. —Que bom te conhecer —Faby sorriu com ternura—. Fico feliz em saber que esse jovenzinho tem um amigo. —Bagunçou o cabelo de Juan—. Você sabe se esse garotão reprovou ou por que ele não me avisou sobre as boletas? —Mãe, não me trata assim… já tô na faculdade. —Não, o Juanito é um gênio —Nelson soltou uma gargalhada—. Um menino modelo. Nunca reprovaria. —(Na verdade é por isso que ele faz minhas lições… em troca de eu não encher tanto o saco, pensou). Seus olhos não paravam de percorrer o corpo da Faby, embora tentasse disfarçar—. Deve vir do trabalho, né? Com certeza tá cansada. —Que bom ouvir isso. Já vou premiar meu garotão —Faby continuou acariciando o Juan—. Um pouco sim, tô cansada. Vamos pra casa, meu love? Assim você descansa como merece. Além disso, posso falar com seu pai pra ele te trazer um presente da Suíça pelas suas boas notas. Você ia gostar? —Ela se virou para o Nelson—. Vão te buscar? Quer uma carona? Ouve… já tive uma ideia: vem em casa comer com a gente. Você também deve estar cansado. O que me diz? —Sério? Que demais! Sério, obrigado. Tô morrendo de vontade de comer na casa de vocês… com certeza cozinha delicioso com essas mãos. Deve ser toda uma expert. Por que isso tá acontecendo comigo, Deus…? pensou Juan, sentindo um nó no estômago. Um mau pressentimento percorreu sua espinha: algo ia mudar pra sempre. —Que coisas você diz… —Faby corou levemente com os comentários do Nelson e pegou a mão do filho—. Vamos. Você será bem-vindo na nossa casa. Todo amiguinho do meu bebê é bem-vindo. A caminho do carro —um Peugeot 208 azul-marinho— Faby não parava de dar beijinhos e carinhos no Juan. —Podem ir atrás juntos se quiserem —disse enquanto entrava no banco do motorista. Juan estava prestes a se sentar na frente quando Nelson se adiantou. —Ei, deixa eu sentar na frente, amigo. Não trata mal seu convidado —disse num tom meio zombeteiro. —Mas eu sempre vou na frente… —Isso é verdade —Faby olhou para Nelson com severidade, embora sorrisse depois—. Juanito sempre vai do meu lado. É assento reservado. Não se incomode. —Ah, já entendi. Claro, tá bem —Nelson trocou de lugar com um sorriso que não chegava aos olhos. De trás, não parava de olhar as pernas da Faby subindo no carro. Porra, que gostosa Olha a roupa desse imbecil…
—Hmm… a qual academia você vai, Faby? —Como você sabe que eu vou pra academia? —ela deu a partida no carro—. Vou em uma perto da faculdade… GymPlanet ou algo assim. Haha. —Eu adivinhei. Também vou lá, mas com certeza em outros horários. Dá pra notar a energia que você transmite. Que exercícios você gosta? —Cardio, corrida, um pouco de natação, ginástica e musculação básica. E você? —Só musculação. —Nelson esticou o braço e flexionou um músculo negro e grosso—. Dá pra ver o tamanho que tá, né? —Sim… já vi —Faby arregalou os olhos, surpresa, e riu pelo retrovisor—. Você devia levar o Juanito com você pra ele entrar em forma. Chegaram numa casa de dois andares. Faby estacionou. —Vão entrando. Eu fico aqui pra pedir uma pizza. —Não, imagina. Tô te convidando pra sua casa… no mínimo eu peço a comida. Quero que você coma gostoso. Que todo mundo coma gostoso. —Ai, você é um amor, Nelson. Bom, pede então. Fica à vontade. Desçam, eu vou pegar algo pra beber. Faby entrou na casa e deixou os dois sozinhos. Assim que ela desapareceu, Nelson pegou o celular e mandou pros amigos —uma galera igualmente de negros e valentões— várias fotos que tinha tirado da Faby sem ela perceber. Depois pediu a pizza. Quando ficou a sós com Juan, chegou perto e sussurrou: —Que corpo o da sua mãe… —O quê? Como você pode dizer isso? —Você não ouviu direito… ou talvez eu não tenha falado certo. Que corpo o da vadia da sua mãe. Hahaha! Deus, ela tá pedindo uma boa trepada. Sério. —Para de chamar ela assim. É minha mãe —Juan segurava a vontade de chorar. —Cala a boca e entra na brincadeira, idiota. Fácil eu te dou um irmãozinho —Nelson riu às gargalhadas. O entregador chegou. Nelson pagou com o dinheiro que cobrava do Juan pra não encher o saco dele na faculdade. Irônico. —Nossa, Juan… parece que você tá me ajudando a pegar sua mãe —riu de novo. Faby voltou com refrigerantes e salgadinhos. —Como vocês estão, meninos? A pizza já chegou? —Sim, aqui —gritou Nelson da sala de jantar, fazendo aspas com os dedos na frente do Juan—. Espero que ela goste da “linguiça”. —Yomi! —Faby sorriu—. Obrigada. Deve estar Deliciosa. Vai, Juan, traz pratos e copos. Senta, Nelson. —Sentou do lado dele—. Você tem namorada, Nelson?
—Namorada? Não. A verdade é que acho todas umas meninas. Prefiro uma mulher de verdade… sensata, madura. Quase todas são egocêntricas e não sabem valorizar o que têm. —Bom… a certa vai chegar. Tem muita garota boa por aí —Faby mordeu um pedaço de pizza com calabresa e queijo, olhando pra ele sem maldade—. Serve pra você e o Juanito encontrarem uma linda. Que sejam amigas como vocês. Seria legal, né, amor? —Sei lá… sou muito maduro pra minha idade. Às vezes olho o Juan e gosto dele, como um irmão menor. Além disso, eu cubro as costas dele desses bullies da faculdade. Mas que otário! Ele é quem faz bullying comigo! Como esse negro de merda é falso… pensou Juan, comendo à força. Quando terminaram, Faby recolheu a mesa. —Que lindo… —se aproximou de Nelson e sorriu perto do rosto dele—. Você é um sol. Obrigada por cuidar do meu Juanito. —Plantou um beijo caloroso na bochecha dele—. Vocês são livres pra fazer o que quiserem. Se precisarem de algo, estarei no meu quarto. Nelson, quando quiser ir embora, me avisa que eu te levo. —Se aproximou dos dois e deu três beijos em Juan —testa e bochechas— e dois em Nelson —testa e bochecha—. Divirtam-se. Subiu as escadas e desapareceu. —Uff… que vista boa, né, Juan? —Mas que cara negro… o que você pensa que é pra falar assim da minha mãe na minha casa…? Nelson tapou a boca dele de repente. —Ei, cara de merda, não se faz de valentão comigo. Olha, o papo é esse: sua mãe me atrai. Eu quero comer ela. Entendeu? E você, se não vai ajudar, simplesmente não atrapalha. —Você quer comer a minha mãe? —Sim, imbecil. O quê, só percebeu agora? Deus, como você é lento… —Nelson riu e apertou o ombro dele. Lá em cima, Faby tirou a roupa, trancou a porta e ficou completamente nua sobre a cama. Finalmente ninguém pode entrar… pensou, olhando o teto. Ligou pro marido. Caixa postal. Que merda! jogou o celular. Enfim… acho que só vou dormir um pouco.
Lá embaixo, Nelson rondava pela sala e parou diante de uma foto de Faby de vestido de noiva. —Uff, caralho… que tesão. Que corpo o da sua mãe. Se mantém em forma. Fácil, fácil ela dá pra alguém na academia —riu olhando pra Juan. —Tá de brincadeira, né? Sério que você quer transar com a minha mãe? —Transar não, imbecil… só fazer ela de puta minha. Isso é tudo. —O quê? Sua puta? Naquele momento o telefone de Faby voltou a tocar. Era o marido dela, finalmente retornando a ligação. —Alô? —atendeu sonolenta—. Oi, amor… tô descansando um pouco. E você? —Ai, amor, desculpa. Tava numa reunião. Que foi? —Nada importante… só que tô com saudade. E você sabe… tô com tesão —sorriu sedutora ao telefone. —Ai, amor, você não sabe o tesão que eu também tô… mas não posso agora. Vou entrar em outra reunião. —Que decepção… Bom, então te deixo. Te amo. Me liga quando puder. Bom… mais um dia sem nada de nada. Nesse passo vou ser mais esposa do vibrador do que dele… riu pra si mesma e jogou o telefone de novo. Lá embaixo, a conversa continuava: —Sim. Vou fazer ela de puta minha —disse Nelson sem pudor. —Não. Você tá enganado. Minha mãe ama meu pai. Ela nunca seria puta de um negro como você. —Você fala isso porque não sabe o que uma mulher sente… e menos ainda uma cujo marido tá longe o tempo todo. Fácil, fácil ela se masturba com vibrador. Deve tá na seca. E que remédio melhor que um bom pau negro… —Não… não é verdade. Minha mãe não faria uma coisa dessas. —Tá muito certo disso, é? —Nelson tirou da carteira uns mil pesos e estendeu pra ele—. Olha, idiota. Sai e compra uns preservativos pra mim. Volta daqui a umas horas… e vamos ver se sua mãe é a puta que eu digo que é. —O quê? Pra quê? —Só faz, cara. —Empurrou ele pra porta. —Vou sair pra comprar… mas não é porque tenho medo de você —Juan respondeu tremendo, já na rua. Minha mãe não é assim… Ela nunca me trairia. Lá em cima, Faby continuava olhando o teto do quarto. —Faço? —se perguntou baixinho, esfregando de leve a buceta—. Não… embora sempre que eu termino quero mais. Me falta aquela vibração de sentir Pele a pele. Beto filho da puta… por que ele não pode trabalhar aqui como todo mundo? Chegar em casa e foder a esposa. — Cobriu-se com o lençol, irritada —. Enfim… acho que vou usar de novo e ver um pornô. Mas no mudo, pra os garotos não ouvirem. Pesquisou na internet, colocou um vídeo na tela e tirou da gaveta um dildo preto, grosso e duro. Começou a esfregá-lo pelo corpo. De algo a nada… suspirou, resignada. Lá embaixo, a sala ficou em silêncio. Nelson subiu as escadas na direção do quarto de Juan, mas de repente ouviu barulhos vindos de um quarto escuro. Aproximou-se, encostou o ouvido na porta e se excitou com o que ouvia: gemidos suaves. Eita… a Safada tá no tesão. Apagou todas as luzes do corredor e do segundo andar. A casa ficou no escuro. Ouviu os gemidos se intensificarem. Com cuidado, forçou um pouco a porta. Cedeu. Abriu devagar pra ver o espetáculo.
Vadia safada, não aguentou nem umas horas sem ter algo dentro. Fabiola estava sentada na beira da cama, enfiando e tirando o dildo com vontade, sem perder um detalhe do pornô: um negro que carregava uma mulher contra a parede e a fodia sem piedade. Sua buceta pulsava molhada, seus peitos duros, os mamilos eretos. Ela gemia sem parar. —Mais! Mais! Mais! Beto, mais! Até dentro, bebê! Fechou os olhos enquanto o dildo a penetrava por dentro. Então sentiu um cheiro. Um cheiro inconfundível, forte e intenso. Algo que não sentia há muito tempo e que despertava nela um instinto profundo, animal. Seu corpo reagiu por natureza. Abriu mais as pernas, levantou um pouco o quadril. Colocou a língua pra fora cheia de saliva. —Senti muita falta disso, amor… —deixou escorrer um jato de porra e deixou o dildo cair no chão, completamente molhado—. Me dá logo, amor… Sentiu algo entrando na sua boca. Grande. Quente. Negro. Pele. —Não se preocupe —sussurrou Nelson baixinho—. O que acontecer aqui não vai sair deste quarto… só se alivie como quiser.
Ele agarrou o cabelo dela e começou a meter e tirar o pau da boca de Faby, que só engolia mais e mais. Ela abriu os olhos. Estava mais excitada do que surpresa. Ao ouvir as palavras dele, só assentiu e continuou saboreando aquele pau venoso e grosso, muito maior que o do marido. Massageou as bolas enquanto se engasgava, cuspindo saliva com pequenos tossidos. —Assim… assim… pfff… —Nelson agarrava o cabelo dela com força, exatamente como no pornô. Notou o quão quente ela estava e isso facilitou para ele usá-la como gostava de usar as mulheres: como putas—. Assim você gosta, né? É seu… um pau negro inteirinho pra você. Com uma mão segurava o cabelo cacheado dela; com a outra esticava e apertava os peitos. —Mmmmm… Faby gemia com o pau na boca. Sentia os peitos duríssimos, pesados; o clitóris duro e saliente, vibrando; a buceta escorrendo de desejo. Olhava nos olhos de Nelson, completamente entregue. —Me fode, Nelson… —implorou sem parar de mamar—. Me fode como uma puta, por favor! Enfiou mais um dedo, depois dois. Nelson também meteu os dele. A buceta dela estava molhada e faminta. Nelson tirou o pau da boca de Faby —ela quis continuar mamando— e a agarrou com as duas mãos para virá-la e levantar o rabo dela. —Se você quer que eu te foda como puta… então vou te tratar como uma. —Deu um tapa forte na bunda que ecoou pelo quarto—. Então levanta essa raba, sua safada. Enfiou três dedos na buceta pra masturbá-la e, segurando o membro, apontou para a entrada molhada dela. Tirou os dedos e introduziu o pau de uma vez, deslizando até o útero. —¡AHHHHHHHH!
Faby levantou a bunda, com o rosto contra a cama, olhando como ele enfiava. Sentia como aquele enorme pau preto a abria. —Isso, Nelson! Me fode como uma puta! Quero ser sua puta! Sua puta! MEU DEUS!!! QUE PAUZAÇO VOCÊ TEM!!! Nunca tinham me enfiado algo assim… empurra, Nelson, empurra tudo. Me faz gemer como puta! Gritar como puta pra você! Uffff! O corpo dela tremia. A buceta brilhava de molhada. O clitóris nunca tinha ficado tão duro e saltado pra fora. Os peitos hipersensíveis roçavam na cama a cada investida, excitando ela ainda mais. Sentiu como o aríete penetrava e abria os lábios externos e internos, como ia se abrindo e queimando ao mesmo tempo. O atrito a quebrava cada vez mais. Chegou até a metade… e então Nelson recuou pra enfiar de uma vez completa. —Assim, puta… assim você quer um bom pau preto dentro da sua boceta. Com uma mão na bunda dela e a outra agarrando o cabelo, começou a montar como se ela fosse uma puta. Era uma imagem brutal: um negro de dezenove anos fodendo uma branquinha madura de trinta e oito anos.
—VOCÊ É UMA DEUSA! … Você é minha deusa, Faby. Minha e só minha, entendeu? De agora em diante você é minha. Sua puta! E EU SOU SEU DONO! Começou a dar tapas na bunda dela enquanto o pau penetrava a buceta molhada. —AAHHHHHHHHH! Faby, completamente de quatro e nua sobre a cama, recebia com prazer a penetração forte. Soltava suspiros e gemidos de prazer, olhando ele empurrar aquele pau enorme dentro dela, fazendo ela de puta a cada estocada. Até ela empurrava a bunda contra ele de forma rítmica. —Mais!!! Mais!!! Mais!!! Nelson, mais!!! —tremia, suada, o corpo emanando feromônios—. Sim, meu amor!!! Deus!!! Sou sua, toda sua… sua puta, sua safada, sua vadia… o que você quiser, mas sua!!! Só não para de me foder com esse pauzão tão gostoso que você tem… enfia tudo!!! AHHHHHHHHHHHHHHH! —Então você vai ser minha puta… de agora em diante —disse Nelson entre risadas, excitado—. Porque vou te marcar como puta. —Segurou ela pelos cabelos cacheados e empurrou o rosto dela contra a cama pra ela levantar mais a bunda—. Você é só uma puta agora e pra sempre… você é minha propriedade. Algo que eu posso usar e abusar conforme meu prazer e conveniência. Você é escrava do meu pau! … E vai engolir ele todas as vezes que eu quiser, onde e com quem eu quiser. Aumentou a velocidade. Fabiola sentia o pau de Nelson entrando e saindo mais rápido, a ponto de seus peitos balançarem e se ouvir o choque da pelve contra a bunda dela. —SIIIIIIIIIIII! —gritou de prazer, entregue—. Vou ser o que você me pedir, amor!!! Me usa e me trata como quiser!!! Essa safada é só sua!!!! —Isso que eu gosto de ouvir. Agora, puta… —Nelson tirou o pau da buceta, que jorrava fluidos viscosos e quentes, e se jogou do lado da cama—. Monta, puta. Agora é sua vez de montar no meu pau… e quero uns bons sentões com essa bunda gostosa. Quero ver como ela se mexe.
Ai, Juanito… você me dá tanta pena. Aquele grandessíssimo idiota me deixou entrar na casa dele e, mais idiota ainda, me deixou sozinha com a mãe dele… Hahaha. Ai, Juan, se você estivesse aqui… SUA MÃE FOI TÃO FÁCIL. TÃO FÁCIL. Faby, excitada, subiu em cima dele, dando a bunda na cara dele, se segurando nas pernas dele. Se moveu com a ponta do pau do Nelson na buceta, esfregou sem enfiar, deixou a buceta molhada lubrificar e se moveu em círculos sobre ele. Ao sentir o clitóris saindo, esfregou na cabeça do pau. Era uma sensação tão deliciosa que ela tremeu de prazer. Aos poucos foi enfiando o pau, sentindo sua buceta molhada e quente se abrir. Quando enfiou tudo, ficou parada um instante, sorrindo pra ele, e começou um sobe e desce suave, acelerando aos poucos, deixando os peitos balançarem com o vaivém. —Assim, safada… assim eu adoro você, amor… quero te ver assim, solta, desejosa, gulosa… Comigo você não precisa usar essa fantasia de mãe puritana. Só se deixa levar. Deixa eu te ensinar todos os prazeres que seu corpo pode te dar… cada centímetro do seu corpo é uma bênção. Esse cheiro vai ficar marcado pra sempre também no seu corpo… como sinal do seu novo dono, Fabiola. —¡Ahhhhhh issooo issooo! —Faby se movia com vontade, enfiando o pauzão. O corpo suado tremia; a língua saía escorrendo saliva. Apertava os peitos entre os braços enquanto se segurava nos joelhos do Nelson—. ¡Mete mais pau em mim! ¡¡¡Nelson, mete mais!!! ¡¡¡Que prazer!!! ¡¡¡Que safada você me deixa!!!! —Isso, assim, bebê… eu gosto que você seja safada. Com certeza você também gosta. Não tem nada de errado em ser, sério… se uma mulher decide, ela pode ser. Na verdade, EU NÃO TE PROÍBO NADA! Hahaha… safada burra… hahahaha. —¡Ahhhhh issooo issooo! ¡Quero ser sua safada, Nelson! ¡¡¡Sua safada tarada!!! —gritou extasiada, subindo e descendo com mais vontade. Dava pra ouvir a bunda dela batendo nas bolas duras do Nelson. Os peitos balançavam duros e excitados—. ¡¡¡Eu amo!!! ¡¡¡Amo ser sua safada!!! !!!Caralho!!!! —Bem, sua puta… assim que eu gosto. Assim, caralho… !!!porra!!! !!!Quero gozar na minha nova puta!!! !!!Quero te estrear!!! —ele a agarrou, sentou com ela por cima e sussurrou no ouvido dela—. Me diz, Faby… você já engoliu antes? —Aaahhhh! —ela o beijou, ofegante—. Sim, mas… vou adorar provar seu gozo, Nelson. —!!!ISSO, sua puta!!! … Desce. Quero que você chupe… quero ver meu gozo escorrendo pela sua garganta. E faz gostoso. Quero ver minha puta trabalhar direitinho.
Hmmm… agora que penso nisso… fácil ela pode trabalhar com isso. Uma milf madura sem marido, livre em casa a todas as horas… hahahaha. Não acho que tenha nada de errado em ela ser uma empreendedora e dar tudo de si pra vencer na vida… trabalhando bem duro. Fabiola tirou o pau do Nelson, encostou ele na parede da cama e ficou de quatro. Começou a meter devagar e gostoso o pau duro e preto, saboreando, olhando pra ele enquanto fazia, fazendo ele sentir a língua e os lábios dela por todo o comprimento quente. —ISSO! ISSO, sua safada! Que safada boa que eu tenho… masturba ele assim… ISSO!!! Aaahhhh!!! Aaahhh!!! Deus, que delícia você é!!! Porra!!! Nelson acariciava o cabelo dela enquanto olhava nos olhos dela. Aqueles olhos de vício que já não pareciam de mãe, mas de uma safada viciada. Enquanto isso, Juan voltava pra casa. No caminho, encontrou uns conhecidos da faculdade: Víctor e Carlos, amigos do Nelson. Os dois de dezenove anos, negros, fortões e da mesma altura que Juan, mas bem mais viris. —Ei, Juan! Que que você tá fazendo? Anda indo comprar camisinha pro Nelson? — soltou Víctor com uma gargalhada, cutucando o companheiro com o cotovelo. —Ei, Juan… sem querer incomodar, você sabe quem é essa garota? — Carlos mostrou uma foto de uma madura bem gostosa —. O Nelson diz que é uma safada nova… é que eu quero esvaziar o saco.
Juan ficou mudo. Porra… essa foto era da minha mãe quando ele a viu no carro. Deus, que cara… Entrou em pânico. —Não tenho tempo pra essas coisas. Tenho que ir. Saiu correndo pra casa dele enquanto Víctor e Carlos ficavam cochichando entre eles. Será que o Nelson contou pra eles que é minha mãe? Se tivesse contado já estariam tirando sarro de mim… então ainda não contou. Enquanto isso, no quarto da Fabiola: —Mmmmm… —ela não parava de mamar o pau negro e duro do Nelson, olhando pra ele como uma safada no cio esperando sua recompensa—. Me dá porra, amor… me dá tudo… Continuava mamando com vontade e até enfiava dois dedos na buceta pra se molhar ao mesmo tempo. —¡¡Aahh!! Ok, safada… —Nelson pegou a cabeça dela e apontou o pau pra boca dela—. Assim… assim… ¡¡aaahh!! Começou a jorrar esperma que caía na cara da Fabiola e dentro da garganta dela. Enquanto gozava nela, não conseguia parar de pensar no Juan. Sinto pena pelo que vou te fazer, Fabiola… —¡¡Aaaaaahhhh!! ¡¡Aaaaaahhhh!! Deus… vai, safada, quero ver meu esperma na sua garganta antes de você engolir.
Faby levantou o rosto e mostrou com a boca aberta o esperma transbordando, prestes a engolir, esperando que Nelson permitisse. —Que bom, sua puta… assim que eu gosto —Nelson acariciou o cabelo e a bochecha dela com ternura, como a uma menina boazinha que come todo o café da manhã—. Engole, amor. —Mmmm… Ela engoliu olhando pra ele agradecida e se deitou ao lado dele, masturbando-o com as mãos pra continuar sentindo aquela rola preta dura. —Ufff… que delícia, né, Fabiola? —Nelson continuava acariciando ela—. Como foi, amor? Se libertar… se soltar depois de tanto tempo… Seu corpo tava implorando. Dava pra ver que não te davam atenção, querida. Ele a abraçou. Já sentia que ela era a mulher dele e ia tratá-la como tal. —Foi bom demais… —Faby não largava a rola e beijava ele de língua, com muito desejo—. Queria mais… Ela se abaixou pra chupar de novo, olhando pra ele com vontade de mais. —Haha… assim que eu gosto, sua puta. Mas isso fica pra depois. —Nelson se recompôs. Ela já era a puta dele; agora só precisava discipliná-la—. Bom, Faby… enquanto seu filho estiver presente você vai ser uma mãe exemplar como sempre, devota dele… mas quando EU DISSER OU QUISER, você vai ser minha puta PARTICULAR. Certo, amor? Isso significa que vou poder fazer com você o que eu quiser, quando, como e com QUEM EU BEM ENTENDER. Entendeu, amor?
Eu dizia tudo isso enquanto acariciava o cabelo dela com doçura. Ela concordava com a cabeça, olhando pra ele e ainda chupando o pau duro. —Como você quiser, Nelson… —respondeu Fabiola, saboreando o pau inteiro e descendo pra lamber as bolas—. vadia sozinha e mamãe boazinha com o Juanito. —vadia quando eu mandar… e o Juan vai continuar sendo seu bebê. —ordenou Nelson com firmeza. (Por enquanto… até eu deixar de ser útil.) Pensou, sorrindo, formando um plano cada vez mais depravado na mente—. Na verdade, amor… se veste. Seu filho não vai demorar a chegar. Ele morreria se visse que o amigo preto comeu a mãe dele. Hahaha. Ela, numa última tentativa, fez uma garganta profunda na esperança de que ele gozasse de novo, fazendo um gesto com o dedo pra pedir mais porra na boca. —Nossa, como você é safada… —exclamou Nelson olhando pra ela—. Mas agora quero que você se vista, vadia. Anda, obedece seu papai. Ele a pegou pelo cabelo, deu um beijo molhado na boca dela, brincando com as línguas, e saiu da cama pra se vestir. —Nossa, que foda, amor… ufff. Isso não é nada. Você vai ter mais sexo do que jamais teve na vida. —Oki, amor… Ela se levantou com ele e se vestiu ao lado dele, enfiando a calcinha no bolso da calça do Nelson enquanto o beijava de língua com vontade. —Era exatamente isso que eu ia te pedir, vadia. Como você é intuitiva. Essa calcinha agora é minha. Nelson foi ao banheiro do quarto lavar o rosto. Enquanto fazia isso, os dois ouviram a porta da rua se abrir. —Hahaha, caralho… seu filho já chegou, Faby. Corre. —Já estou indo, buceta. Corre, sai daqui. Ela o tirou do quarto e fechou a porta, pensando em como se arrumar de um jeito sexy mas discreto pra ele… talvez como um ato de gratidão. Nelson desceu vitorioso pra sala, com a calcinha da Faby no bolso, e viu Juan, que parecia muito irritado. —Nelson! Você postou as fotos da minha mãe no grupo da sala —reclamou Juan sem hesitar. —Não se faz… por acaso ela não tá super gostosa? Ufff… imagina umas fotos dela montando num pau preto… —respondeu Nelson debochando, rindo e lembrando que poderia tê-las pegado assim se quisesse. —Não tem graça —resmungou Juan. De repente percebeu que Nelson descia do quarto da mãe. Engoliu em seco de medo e ficou pálido —. Nelson…? O que aconteceu? —O que aconteceu do quê? Ora, nada… você tinha razão. Sua mãe é uma puritana, devota do filhinho dela —respondeu Nelson fingindo decepção. —Sé… sé… sério… espera? Você realmente tentou ficar com a minha mãe? —Sim, mas ela é muito certinha. O que posso dizer… você tem razão. E não vou te encher o saco conforme o combinado… bom, nem tanto. —Nelson pegou-o pelo ombro e riu divertido, tentando esconder a vitória. Faby desceu vestida com um vestido branco com estampas azuladas na frente, uma tiara azul e branca segurando o cabelo cacheado, um par de botas brancas e um sorriso de orelha a orelha. —Do que vocês estão falando, meninos? —perguntou aos dois enquanto beijava Juanito na testa—. Comprou alguma coisa pra mim na loja, tesouro? —Mãe! Não me trata assim… tenho dezoito —Juan não conseguiu evitar ficar vermelho. A mãe estava vestida de branco, algo que só fazia quando estava alegre e cheia de energia. Fazia tempo que não a via tão contente e, além disso, estava toda arrumada, bem bonita—. Nossa, mãe… você tá linda. Bom, sempre é, mas agora tá mais. —Eita, é, Faby… tá bem linda… e parece que tá feliz… deve ser por algum motivo —disse Nelson sarcástico, sabendo exatamente o que a deixava de tão bom humor. —Obrigada, meu amor —respondeu Fabiola ao elogio do filho, beijando-lhe a bochecha e deixando o batom vermelho marcado—. E obrigada, Nelson, você é muito gentil. A verdade é que dormi bem… e seu pai e eu tivemos uma longa conversa, amor —disse olhando para Juanito, que sorriu, enquanto piscava disfarçadamente para Nelson—. Me diz, Nelson… quer que eu te leve pra casa? —Não, não se preocupe. Na verdade… eu já vou. Uns amigos estão lá fora me esperando pra ir jogar bola. Bom… se cuida, Juan… e você também, Faby. A gente se vê depois. —Ok. Bom, antes de você ir embora me passa seu número. Quero te ligar e saber que você tá bem, tá? Quer ir com ele, Juanito? —Claro. —Nelson escreveu o número num papelzinho e entregou pra ela. Depois olhou pro Juan e bagunçou o cabelo dele—. Não, Faby… melhor deixar seu filhinho descansar. Ele vai ter um dia difícil daqui pra frente. —Riu como um menino travesso, deu um último sorriso pra ela e saiu de casa mais do que feliz. —Se cuida, Nelson —respondeu ela. Pegou o braço dele, aproximou dos lábios e beijou a bochecha, deixando também o batom. —Umm… mãe, você tá bem? —Juan titubeou ao perguntar. Fazia tempo que não a via tão linda e contente—. Tô te achando muito alegre. —Sim, meu amor, tudo bem. É que eu precisava descansar… e como te falei, seu pai e eu tivemos uma boa conversa —mentiu Fabiola pro filho, lembrando quando ela sentava em cima do Nelson e quando ele fez ela engolir o gozo dele. A cara dela se iluminava, mas obviamente Juanito não podia saber disso. Além do mais, ele sabia que toda vez que a mãe conversava com o pai ela ficava de bom humor—. Enfim… o que você quer de jantar? —Ah, nada não… acho que tô cansado —respondeu o jovem, que ainda tava com as camisinhas que Nelson fez ele comprar e pensava em jogar no lixo assim que visse um—. E… como tá indo no seu trabalho, mãe? Você tava muito estressada com isso. —Tá bom então, neném, vai dormir. Se não se importar vou fazer um café e ver um filme. —Ficou pensativa—. Acho que vou pedir demissão, amor. É trabalho demais, salário de menos… assim não dá. Depois vejo o que faço. —Chegou perto do filho, arrumou a roupa dele e deu um beijo em cada bochecha e na testa pra mandar ele dormir—. Descansa. E foi pra cozinha preparar o café. Juan foi pra cama. Jogou as camisinhas no lixo do quarto e ficou pensando em como a mãe ficava alegre quando conversava com o pai. Com certeza, agora que ela ia largar aquele trabalho tão estressante, eles poderiam passar mais tempo juntos. Além disso, no dia seguinte era fim de semana… seriam dias só deles, sem a intervenção de Nelson. Ou pelo menos era o que ele achava. — Fim do Capítulo I —
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