Minha professora colombiana 5

Tente ficar o mais tranquilo possível, achei que ao abrir a porta da sala tinha visto algo entre a Jessica e eu, estava completamente decidido a negar tudo até as últimas consequências.

D: Alexis, tive uma conversa muito séria com a professora, sobre o que vocês dois estão fazendo.

Engoli em seco e fiquei quieto.

D: Alguns professores me disseram que você pediu pra me tirar das aulas algumas vezes pra eu ir na sala onde eles estavam. É verdade?

Olhei para o meu lado e respondi "Sim".

D: Você tem algum problema com isso?
Eu: Com o quê? Não tinha ficado claro pra mim.
D : Foi com o que eu o tirei de alguma aula pra ir pro salão dela.
Eu: Não, de jeito nenhum.
D : A professora tinha ficado me procurando pra me contar o que vocês faziam na sala.

Não respondi, não entendia aonde tudo isso ia dar.

D: Ela me perguntou se era possível dispensá-lo das aulas para ajudá-la, me explicou que é de grande utilidade para organizar o evento de fim de ano.
J: Muito útil, senhor, você nem imagina. Ele bateu na minha perna 2 ou 3 vezes, perto do joelho, sorrindo pra mim.

Era tudo muito estranho, eu não conseguia entender o que estava acontecendo.

D: Então, com base no pedido da sua professora, eu me dei o trabalho de falar com os outros professores, avaliar seu desempenho e ver suas notas. Como diretor, tenho a autoridade de te dispensar do que resta do semestre, desde que sua professora precise de você. Tá de acordo?

Eu: Sim, mas o que eu teria que fazer? Não entendi.
D: Ajudá-la no que ela precisar, nos dias em que a professora dela não estiver, não precisa vir ao colégio, mas com a condição de que, se ela precisar fora do horário escolar, venha ajudá-la.

Os ratos dançaram na minha cabeça ao ouvir essa última frase.

J: Então, o que ela diz?
Eu: Claro, óbvio, não tenho problema.
D: Espetacular, obrigado pela sua colaboração. Agora mesmo vou ligar para a sua mãe para informar sobre isso e, se você não tem mais nada a fazer com a sua professora, pode ir para casa.
J: Na real, até preciso de uma ajudinha a mais e deixo ele em paz. Você me acompanha?
Eu: Claro.

Cumprimentamos o diretor, ele apertou minha mão e eu fui com a Jessica pro salão onde tudo acontecia. Ela ia olhando pros lados pra ninguém ver e se virava pra sorrir, balançando a bunda de um lado pro outro numa clara tentativa de me deixar com tesão, sob o risco que aquilo tudo implicava.

Chegamos ao salão e não demoramos pra continuar com o beijo que tinham nos interrompido antes, vários minutos de amasso e eu com meu pau que não aguentava mais até que o interfone tocou de novo, troca de horário e ela tinha que ir dar uma aula.

J: Eu ficaria aqui o tempo todo que pudesse, mas tenho que ir.
Eu: Tá bom, eu entendo.
J: Espero que não te incomode o que eu falei com o diretor por você.
Eu: Que nada, além do mais…
J: O quê?
Eu: Sei que vou ter meus benefícios por ajudá-la.
J: Ah é? Tipo quais? E ainda tenho que pagar pra ela, veja só você.
Eu: Tipo, cuidar disso, por exemplo. Aperto a bunda dela bem forte.
J: Mas isso não é um benefício, agora é obrigação dela. Logo em seguida, ela dobrou a aposta, piscando um olho. Mais uma coisa, eu gostaria de conhecer a... eu diria minha sogra, mas por enquanto, vamos deixar como a mãe dela.
Eu: Sem problema, quando você quiser.
J: Ok, hoje à tarde então.

Ele me beijou pela última vez e foi para a aula dele, por outro lado eu juntei minhas coisas da sala e fiz o mesmo, mas indo pra minha casa. Expliquei mais ou menos o que tinha acontecido no colégio, acrescentando que talvez hoje viesse a professora responsável pelo meu benefício. Mais tarde naquele dia, a Jessica me avisou que ela viria, eu estava nervoso e não sei por quê, na verdade não tinha nada de estranho nem eu estava mentindo no que disse.

Chegou, desceu do carro com um vestido lindo, branco com flores bem verão, solto, embora vocês já saibam, tem coisas que mesmo tentando, não dá pra esconder muito. Minha mãe saiu comigo e se apresentou, de imediato se deram um beijo carinhoso entre sorrisos.

A gente conversava na mesa dividindo um mate, na real eu não tava contribuindo muito pro papo e também não vou entediar vocês contando. Passaram algumas horas e eles não paravam de falar, rir, minha mãe convidou ela pra ficar pra comer e ela aceitou.

Meu pai estava no sofá sem se meter muito na conversa, estava prestes a ir trabalhar e não ficaria pra comer. Enquanto minha mãe terminava de cozinhar, ela começou a pôr a mesa e quando se aproximou pra colocar um prato, coloquei minha mão direita na perna esquerda dela do lado de dentro, perto do joelho, ela se arrepiou e ficou parada, surpresa, olhando pro lado onde minha mãe poderia aparecer e pro meu pai de costas pra gente no sofá.

Continuou subindo até que senti o tecido da calcinha fio-dental minúscula dela e, enquanto meu dedo indicador roçava os lábios dela sobre a calcinha, o dedão se enfiava entre as nádegas duras e grandes dela, seguindo um fio que ficaria lindo nela. Ela suspirou e de repente ouvimos uns passos perto. Tirei a mão rapidamente. Era minha mãe, que passou direto para acompanhar meu pai até a porta, já que ele ia trabalhar. Ela nos cumprimentou e os dois ficaram conversando do lado de fora de casa com a porta entreaberta.

Eu: Você também tá assim? — eu disse olhando pros meus pais, voltando a apoiar minha mão na parte interna da perna dela, perto do joelho.
J: Como?
Eu: Me despedindo na porta quando eu sair pra trabalhar.
J: Óbvio, mas primeiro eu me despeço dele na cama.

Continuei subindo minha mão até o ponto de tocar de novo no fio-dental dela, dessa vez estava meio molhada, tinha as duas mãos apoiadas na mesa segurando um pouco a bunda, de repente a porta fechou e minha mãe voltou.

Enquanto comíamos, elas falavam sobre qual era minha nova tarefa na escola e o quanto eu a ajudava, minha mãe escutava atenta e sorridente. Por outro lado, eu senti um pé por baixo da mesa acariciando minha perna, subindo e descendo devagar até chegar à minha coxa. E agora, na rola, ela apertou contra minha pelve enquanto terminava de ficar dura que, sendo realista, não demorou tanto, doeu um pouco e fiz uma careta de dor. Tanto minha mãe quanto ela me perguntaram se eu estava bem, embora ela tenha feito isso com um sorriso safado.

Ainda sigo sem entender como eu me masturbava com o pé com tanta facilidade sem que desse pra notar um mínimo movimento estranho sobre a mesa, mas eu curtia. Elas vinham tomando algumas taças de vinho, se divertindo pra caralho até que a Jessica soltou umas palavras que deixou nós dois atônitos. A é minha mãe.

J: Sabe o que eu gostaria, senhora?
A: Que linda?
J: Em algumas semanas eu vou tirar férias na Colômbia.
A: Que bom, te parabenizo. Mas o que é que você gostaria?
J: Que me dê permissão pra levar a Alexis comigo.

Minha mãe ficou no mínimo confusa.

A: Não sei o que te responder, nunca ninguém tinha feito um convite assim pra mim. Mas é Colômbia, muito longe, muita grana.
J: Se você me der permissão, a única coisa que preciso é que assine os papéis pra que eu possa sair do país.
A: Mas e a grana, o lugar, a comida?
J: Não se preocupa, tá tudo coberto por mim.
A: Por que ele? Disse olhando pra ela. Você sabia disso? Disse olhando pra mim.
Eu: Pra falar a verdade, não, mano. Olhei pra J e continuei. Mas eu adoraria.

As mães têm esse algo que sacam as intenções na hora, com certeza.

A: Vou conversar com o pai e te aviso, até quando eu tenho tempo?
J: Essa semana, pense bem, mas é uma oportunidade única pro seu filho e pra mim seria bom ter um pouco de companhia lá, não tem nada de errado.

Terminaram a taça de vinho, embora o clima tenha mudado um pouco, antes de ir embora ela foi ao banheiro, depois se despediu e todos nós fomos nos deitar. Uma mensagem chegou pra mim.

J: Meu amor, cheguei bem em casa. Como você passou? Gostei muito da sua mãe.
Eu: Muito bem, mas fiquei com uma vontade… queria te ter aqui.
J: Olha, me fez lembrar de uma coisa. Vai no banheiro, vi um cesto de roupa e tinha o que eu usei hoje na escola.
Eu: Sim, o que aconteceu?
J: No bolso, deixei um presente pra você sentir que eu tô aí com você.

Fui correndo pro banheiro e procurei, no primeiro bolso nada, no segundo estava o presente, a calcinha fio-dental dela e pelo jeito era a que ela tinha usado fazia um tempinho porque ainda estava molhada. Não consigo explicar a punheta que eu bati com ela, mais que um presente pra mim era um troféu e dos bons. Depois de vários minutos o celular voltou a tocar.

J: Espero que você tenha gostado e conseguido lembrar bem. Acho que fiz o mesmo que você, lembrando das suas carícias e do que aconteceu hoje na sala.

O fim de semana passou de novo, a gente se escrevendo e ela, por sua vez, me mandando alguma foto pra, segundo ela, "não esquecer dela". Algumas eram de um tempo atrás, talvez de quando ela tinha ido à Colômbia uns meses antes pra visitar a família, e uma ou outra mostrando a bunda pra eu não esquecer dela.

A semana começou e a gente não se viu, tínhamos combinado que talvez ela me convidaria pra casa dela, mas por certas coisas da vida dela não rolou, na quinta ela me escreveu, bem contente.

J: Viu que o sábado à noite é o evento?
Eu: Sim.
J: Bom, você viu que eu tenho o poder de persuadir o diretor?
Eu: Sim, é um masturbador. Não para de te olhar.
J: Não tem problema olhar, mas tocar sim, e o único que toca é você.
Eu: É melhor você continuar assim.
J: Assim que eu gosto, que meu homem ponha limites.
Eu: Você é minha, mas vai, me conta o que aconteceu.
J: Consegui as chaves da escola pra amanhã à tarde. Vamos estar só eu e você, temos a escola inteira pra gente. Te espero lá?
Eu: Óbvio, vou estar lá.
J: Te espero às 14h. Antes de chegar, me avisa porque me surgiu uma brincadeirinha, e também tenho outra coisa pra te contar, mas isso amanhã.
Eu: Ficamos assim então.

De novo eu a veria, ela já tinha deixado claro que eu tinha que ir com os ovos cheios e ela se encarregaria, a única coisa que me corroía a cabeça era saber do jogo dela. Mas falta muito pouco pra eu descobrir.

A única coisa que eu quero avisar pra vocês é: vocês não fazem ideia do que tá por vir.

6 comentários - Minha professora colombiana 5

Muy buen relato. Se la jugó todo hablar con el director ir a tu casa. Espero el próximo para saber que pasó en el colegio por su propuesta