Oh doce mãe, deixa eu cheirar teu pelo. Este teu servo do prazer está com fome, deixa eu ser teu assento sobre o qual repousas tua carne. Deixa eu separar tuas dobras, vasculhar teus cantos, saborear tuas umidades, e respingar em tuas tetas. Deixa eu pegar teus tornozelos, levantar tuas coxas sobre meus ombros, encher o quarto de barulho, e que tua cama acabe molhada dos nossos fluidos. Deixa meus ovos baterem no teu umbigo, a cada estocada oh mãe submissa, quero ser teu carrasco. Não é capricho de moleque, quero mamar dos teus peitos, até passar mil invernos. Não tenho medo do castigo, se eu compartilho contigo, oh mãe divina, a glória do meu pau na tua buceta. Para minha doce mãe 🙌🏻
Oh doce mãe, deixa eu cheirar teu pelo. Este teu servo do prazer está com fome, deixa eu ser teu assento sobre o qual repousas tua carne. Deixa eu separar tuas dobras, vasculhar teus cantos, saborear tuas umidades, e respingar em tuas tetas. Deixa eu pegar teus tornozelos, levantar tuas coxas sobre meus ombros, encher o quarto de barulho, e que tua cama acabe molhada dos nossos fluidos. Deixa meus ovos baterem no teu umbigo, a cada estocada oh mãe submissa, quero ser teu carrasco. Não é capricho de moleque, quero mamar dos teus peitos, até passar mil invernos. Não tenho medo do castigo, se eu compartilho contigo, oh mãe divina, a glória do meu pau na tua buceta. Para minha doce mãe 🙌🏻
1 comentários - Poema para uma mãe