
Esclarecimento: Repostado. A conta anterior que tinha esse relato, infelizmente, foi derrubada.
—Cheia de trabalho, meu amor. De que outra coisa seria, né? —respondeu ela com uma risadinha antes de beijar as costas dele e soltar o pau dele de repente—. Corre no banho, que tô atrasada.
—Nah, Flor, não dá pra me deixar assim; olha como eu tô —tentou se virar no chuveiro, mas Flor não deu bola.
—Vamo, meu amor, não tenho tempo agora pra te fazer uma punheta. Daqui a uma hora a Caro me busca e ainda tenho que me maquiar e ver o que vou vestir —comentou num tom levemente cansado—. Você não sabe, a Caro colocou silicone —soltou uma risadinha nervosa—. Ficaram lindas, ela fez do jeito que se faz hoje, que é um pouco mais caro e o pós-operatório é mais longo: colocam as próteses embaixo do músculo e ficam como se fossem naturais. Você morre se ver.
—Olha só a Carito: terminou o namoro, começou a sair e agora colocou peito. E aí? Você viu?
—Mandou fotos no grupo que a gente tem com as meninas e agora metade quer colocar silicone… eu inclusive —disse em tom de brincadeira—. Agora, quando eu sair do banho, te mostro.
—Os peitos da Caro? Mas Flor, como eu vou ver os peitos da sua amiga? Você tá louca. Tudo bem com a curiosidade e tal, mas vai que ela nem quer que eu veja, menos ainda o namorado da amiga dela. Sei lá.
—Não tem nada demais, gordo, não é como se você nunca tivesse visto peito antes. Além do mais, tenho certeza de que a Caro, com o decote que ela vai usar hoje à noite, a última coisa que ela quer é esconder. Ela sempre teve complexo com os peitos; agora ela só quer desculpa pra mostrar, que garota sexy —disse, rindo pra si como se estivesse lembrando de algo.
—E sei lá, é muita coisa. É tipo o Lucas e o Franco te olharem quando vêm comer churrasco em casa; não rola, nem fodendo —disse Martín com o membro na mão.
Produziu-se um silêncio tão breve que poderia facilmente ser confundido com dúvida; talvez nem tenha acontecido. Mas Martín percebeu como Flor levou um momento ínfimo antes de responder o seguinte:
—Vamo, Martín, você realmente acha que Lucas e Franco nunca deram uma olhada na minha bunda? Eles são homens. Sim, são seus amigos, mas são homens: todos dão uma olhada, você precisa relaxar. Além disso, olhar não é crime, você e eu já conversamos sobre isso antes — disse ela ao mesmo tempo em que começava a enxaguar a cabeça. —Eu gostaria de pensar que meus amigos não são tão otários. Se você me perguntar, sim, é natural até certo ponto; suponho que não me incomodaria se fizessem isso de vez em quando, francamente, mas não suportaria que fizessem na minha frente, seria uma falta de respeito total. No mínimo que disfarcem, que você também não perceba — disse Martín, acrescentando uma pausa longa. Flor decidiu não fazer nenhum comentário e continuou lavando o cabelo. A tensão começava a se acumular como água numa banheira e, apesar da particularidade de tomar banho no escuro, os dois podiam senti-la no ambiente. Uma tensão pouco comum: era uma mistura de sexo e tesão, com uma conversa que poderia terminar mal se as palavras escolhidas não fossem as certas. Antes que Martín fizesse qualquer comentário, Flor se aproximou de novo por trás dele e o abraçou firmemente, como se soubesse aonde aquilo ia dar. Com a mão esquerda envolveu o torso dele e com a direita, que parecia pequena pelo tamanho dele, envolveu firmemente o tronco do membro. Como se aquilo fosse algo cotidiano, como ordenhar uma vaca, o movimento maquinal e firme da namorada denotava que ela tinha muita experiência fazendo esse tipo de manobra. —Bom, talvez eu consiga te fazer gozar antes de ir, assim te deixo relaxado e você não me espera até tarde — mordeu de forma sexy nas costas dele —. Eu engoliria tudo, gordo, mas hoje estou cansada. Martín percebeu como de repente a namorada tinha mudado de ideia no momento em que trouxe o assunto dos amigos. Antes estava apressada e não ia chegar para sair com as amigas, e agora, do nada mesmo, queria fazer uma masturbação nele. Martín hesitou por longos segundos; Flor não era o tipo de mulher que geraria desconfiança, mas era inegável que ela não se sentia totalmente confortável com a situação. «Normalmente ela me contaria tudo», pensou.
—Você já os pegou olhando pro seu rabo?
Flor suspirou levemente, algo que teria passado despercebido entre o barulho do chuveiro e os vapores, mas cometeu o erro de fazer isso sobre as costas dele e depois aumentou a velocidade com que o masturbava, quase como tentando desviar do assunto com sexo. Para Martín isso já parecia algo mais óbvio, e estava tão excitado com o jeito que a namorada o ordenhava que só pôde se deixar levar um pouco; assim, sua pergunta perdeu autoridade e ganhou timidez.
—Mmm, você tem certeza de que quer saber isso? —disse Flor, começando a se agitar pelo esforço.
O tesão no ambiente aumentou: entre o chuveiro quente de Martín e os dois corpos, o sexo pareceu se tornar uma cena intensa. Flor estava concentrada em fazer Martín gozar, e ele tentava lutar para manter um pouco de seriedade e arrancar informação da loira peituda da namorada.
—Sim, Flor, você mesma disse que olhar não é crime.
—Eu sei, eu sei, mas daqui a duas semanas tem churrasco aqui e não quero que você cancele um dia seu —ainda mais no seu aniversário— porque descobriu que um amigo meu olhou pro meu rabo alguma vez; realmente não importa. Além disso, a gente vai estar na piscina, todo mundo com pouca roupa.
—Não tem problema, me conta.
—O que você quer saber? —disse Flor com o tom agitado.
A situação estava saindo do controle de Martín; ele estava confuso. Não conseguia entender como aquela situação de perguntas podia excitá-lo tanto. Estava se esforçando para aguentar quando normalmente não tem problemas com isso, especialmente nessa situação, onde estava em jogo a lealdade da mulher e do amigo. Isso o estava deixando nervoso e mais excitado. Flor notou algo.
—Se um dos caras olhou pro seu rabo ou não, Florencia; você entendeu bem, não fica rodeando.
—Faz tempo que não sinto ele tão duro, o que está acontecendo que você está Tão quente? E olha que você ainda não viu as tetas da Caro — disse ela, ofegante, soltando uma risada como se tivesse feito uma piada para si mesma, e rapidamente voltou a se concentrar na sua tarefa.
Ele conhecia a sua mulher: além de ter um corpo descomunal, feito para rebentar contra um móvel por qualquer um, no que diz respeito a sexo ela era um demônio. Não tinha problema em dizer e fazer coisas com o objetivo de deixar o Martín com tesão, desde que estivesse dentro dos limites do relacionamento deles.
Fez-se um silêncio. Martín contorcia as pernas para não gozar, embora a Florencia a essa altura soubesse muito bem que ela tinha todo o poder; então, baixando um pouco o ritmo, mas sem deixar que Martín parasse de se contorcer, disse:
— Lucas, você lembra do verão passado? Que a gente foi passar uns dias no Tigre, que o Lucas veio — ela bateu punheta mais forte depois de soltar esse nome —, também estava o Mariano, a namorada dele, a Cande da matured e o Marcos. Bom, quando todo mundo foi de lancha buscar mercadoria, o Lucas e eu ficamos conversando na cabana e bom, sim…
— E bom, sim o quê, Flor?… Ele te pegou pelo rabo?
— Nada, é isso, a gente estava jogando truco, conversando, tomando umas cervejas, fazia muito calor naquele dia, você lembra que você entrou no rio e viu uma cobra d'água. Bom, eu estava com a parte de cima do biquíni, o azul-celeste que são dois triângulos bem pequenos — e é culpa sua também — ele se masturbou mais forte enquanto dizia isso num tom falsamente manhoso, rebolando
— Você me comprou o biquíni azul-celeste… e bom, foi ali que eu fisguei ele, olhando bem na cara das duas peitcholas num momento. Fazia um calor naquela cabana, eu estava suando e as gotas de suor escorriam por cima das tetas, no meio; para piorar, com os cremes que eu passo, o suor ficou com um aspecto mais leitoso, terrível, pobre garoto — disse num tom falsamente sério e brincalhão
Martin não podia acreditar no que a namorada estava lhe dizendo, ao mesmo tempo que isso era o mais quente que ele tinha vivido em muito tempo.
— Embora eu Me surpreendeu que ele olhasse tanto e, como me pareceu que ele não notou que eu tinha fisgado ele me olhando, fiz um comentário idiota. Ele riu e ficou um pouco nervoso.
—O que você falou pra ele? —disse Martín com uma voz muito baixa, mal audível sobre o barulho do chuveiro.
—Nada, uma bobagem —riu como se lembrasse de algo—. Que se ele queria que eu emprestasse meu biquíni, que me pedisse, e ele… me disse que eu tinha mais pra segurar do que ele. Depois, pelo visto pra desviar do assunto e ser mais cavalheiro, me perguntou por que nós mulheres escolhemos os biquínis. Aí eu falei que esse não fui eu que escolhi, que foi você que escolheu, que você errou o tamanho pedindo da China e chegou pequenininho. Eu disse que gostava igual, mesmo que cubra pouco; depois ele perguntou de que tecido era, mostrei e aí ficou por isso. Não aconteceu nada estranho.
—Você mostrou o tecido? E como? —tentou virar pra falar de frente, mais sério com a Flor, mas ela não deixou.
—Nada, eu estava de short, aquele curtinho, mas estava aberto na parte da frente, sem zíper e um pouco baixo; dava pra ver o biquíni azul-claro embaixo e, pra não fazer ele tocar o tecido fininho e pequenininho da parte de cima —porque te repito, são dois triângulos que seguram, depois é elástico—, falei pra ele tocar a parte de baixo, que ali tinha mais tecido.
—Mas ele tocou, Florencia? —tentou trazer seriedade, mas a Flor o tinha dominado desde o cock
—Mmm, sim… Cheguei do outro lado da mesa, me inclinei um pouco pra frente levantando os quadris e tirei um dos lados do biquíni, e com a mão direita ele sentiu o calor do tecido entre os dedos e um pouco da minha pele, mas nada sério.
Martín mordeu o lábio inferior entre raiva e tesão, sua imaginação seguia a cena que Flor descrevia na cabeça dele. Até se desvirtuar
—Martín, eu te conto essas coisas porque confio em você e não quero começar a te esconder segredos, você não precisa ficar bravo, tá? Também não é como se ele tivesse agarrado minha buceta ou me enchido a word: buceta de gozo.
—Uf, mas bem que eu queria —disse Martín, sussurrando para si mesmo, prestes a entrar em êxtase, viajando na sua imaginação.
Florencia, um pouco confusa e sentindo como Martín estava chegando ao clímax, arriscou sem saber com clareza se tinha ouvido bem; decidiu apostar, fiel à sua natureza e aproveitando que seu namorado estava excitado.
—Olha como você tá duro, faz tempo que não te sinto assim, e olha que ainda não te contei a outra, essa é pior —disse ela com uma voz baixa, pausada e quente, mal audível para Martín.
Flor notou como isso tinha deixado o pau do Martín feito um porrete; achou algo tão novo e fascinante como seu namorado podia ficar excitado com uma situação dessas, sabendo que tinha tantas histórias parecidas.
—Eu te contaria, mas me parece que se você mal aguenta que eu te conte a do Lucas e olha como você fica, menos vai aguentar quando eu te contar a outra, meu amor.
—Me conta —foi a única coisa que ele conseguiu dizer.
—Vamos ver se você aguenta o gozo dentro quando eu te contar o que seu amigo Franco fez quando faltou luz uns anos atrás —disse rindo, um pouco nervosa pelo arriscado das suas palavras, mas sabendo com certeza que aquela situação estava excitando Martín acima do normal.
—A do Franco? —repetiu, sentindo que a água quente já não o aquecia nada e o peito se contraía.
—Mmm-hmm —respondeu ela com aquela voz pausada e brincalhona que acendia qualquer um e ao mesmo tempo o destruía—. Você tem certeza de que quer saber o que seu amigo eletricista fez quando ficamos sem luz, uns anos atrás?
—Nah, Flor, não dá pra me deixar assim; olha como eu tô —tentou se virar no chuveiro, mas Flor não deu bola.
—Vamo, meu amor, não tenho tempo agora pra te fazer uma punheta. Daqui a uma hora a Caro me busca e ainda tenho que me maquiar e ver o que vou vestir —comentou num tom levemente cansado—. Você não sabe, a Caro colocou silicone —soltou uma risadinha nervosa—. Ficaram lindas, ela fez do jeito que se faz hoje, que é um pouco mais caro e o pós-operatório é mais longo: colocam as próteses embaixo do músculo e ficam como se fossem naturais. Você morre se ver.
—Olha só a Carito: terminou o namoro, começou a sair e agora colocou peito. E aí? Você viu?
—Mandou fotos no grupo que a gente tem com as meninas e agora metade quer colocar silicone… eu inclusive —disse em tom de brincadeira—. Agora, quando eu sair do banho, te mostro.
—Os peitos da Caro? Mas Flor, como eu vou ver os peitos da sua amiga? Você tá louca. Tudo bem com a curiosidade e tal, mas vai que ela nem quer que eu veja, menos ainda o namorado da amiga dela. Sei lá.
—Não tem nada demais, gordo, não é como se você nunca tivesse visto peito antes. Além do mais, tenho certeza de que a Caro, com o decote que ela vai usar hoje à noite, a última coisa que ela quer é esconder. Ela sempre teve complexo com os peitos; agora ela só quer desculpa pra mostrar, que garota sexy —disse, rindo pra si como se estivesse lembrando de algo.
—E sei lá, é muita coisa. É tipo o Lucas e o Franco te olharem quando vêm comer churrasco em casa; não rola, nem fodendo —disse Martín com o membro na mão.
Produziu-se um silêncio tão breve que poderia facilmente ser confundido com dúvida; talvez nem tenha acontecido. Mas Martín percebeu como Flor levou um momento ínfimo antes de responder o seguinte:
—Vamo, Martín, você realmente acha que Lucas e Franco nunca deram uma olhada na minha bunda? Eles são homens. Sim, são seus amigos, mas são homens: todos dão uma olhada, você precisa relaxar. Além disso, olhar não é crime, você e eu já conversamos sobre isso antes — disse ela ao mesmo tempo em que começava a enxaguar a cabeça. —Eu gostaria de pensar que meus amigos não são tão otários. Se você me perguntar, sim, é natural até certo ponto; suponho que não me incomodaria se fizessem isso de vez em quando, francamente, mas não suportaria que fizessem na minha frente, seria uma falta de respeito total. No mínimo que disfarcem, que você também não perceba — disse Martín, acrescentando uma pausa longa. Flor decidiu não fazer nenhum comentário e continuou lavando o cabelo. A tensão começava a se acumular como água numa banheira e, apesar da particularidade de tomar banho no escuro, os dois podiam senti-la no ambiente. Uma tensão pouco comum: era uma mistura de sexo e tesão, com uma conversa que poderia terminar mal se as palavras escolhidas não fossem as certas. Antes que Martín fizesse qualquer comentário, Flor se aproximou de novo por trás dele e o abraçou firmemente, como se soubesse aonde aquilo ia dar. Com a mão esquerda envolveu o torso dele e com a direita, que parecia pequena pelo tamanho dele, envolveu firmemente o tronco do membro. Como se aquilo fosse algo cotidiano, como ordenhar uma vaca, o movimento maquinal e firme da namorada denotava que ela tinha muita experiência fazendo esse tipo de manobra. —Bom, talvez eu consiga te fazer gozar antes de ir, assim te deixo relaxado e você não me espera até tarde — mordeu de forma sexy nas costas dele —. Eu engoliria tudo, gordo, mas hoje estou cansada. Martín percebeu como de repente a namorada tinha mudado de ideia no momento em que trouxe o assunto dos amigos. Antes estava apressada e não ia chegar para sair com as amigas, e agora, do nada mesmo, queria fazer uma masturbação nele. Martín hesitou por longos segundos; Flor não era o tipo de mulher que geraria desconfiança, mas era inegável que ela não se sentia totalmente confortável com a situação. «Normalmente ela me contaria tudo», pensou.
—Você já os pegou olhando pro seu rabo?
Flor suspirou levemente, algo que teria passado despercebido entre o barulho do chuveiro e os vapores, mas cometeu o erro de fazer isso sobre as costas dele e depois aumentou a velocidade com que o masturbava, quase como tentando desviar do assunto com sexo. Para Martín isso já parecia algo mais óbvio, e estava tão excitado com o jeito que a namorada o ordenhava que só pôde se deixar levar um pouco; assim, sua pergunta perdeu autoridade e ganhou timidez.
—Mmm, você tem certeza de que quer saber isso? —disse Flor, começando a se agitar pelo esforço.
O tesão no ambiente aumentou: entre o chuveiro quente de Martín e os dois corpos, o sexo pareceu se tornar uma cena intensa. Flor estava concentrada em fazer Martín gozar, e ele tentava lutar para manter um pouco de seriedade e arrancar informação da loira peituda da namorada.
—Sim, Flor, você mesma disse que olhar não é crime.
—Eu sei, eu sei, mas daqui a duas semanas tem churrasco aqui e não quero que você cancele um dia seu —ainda mais no seu aniversário— porque descobriu que um amigo meu olhou pro meu rabo alguma vez; realmente não importa. Além disso, a gente vai estar na piscina, todo mundo com pouca roupa.
—Não tem problema, me conta.
—O que você quer saber? —disse Flor com o tom agitado.
A situação estava saindo do controle de Martín; ele estava confuso. Não conseguia entender como aquela situação de perguntas podia excitá-lo tanto. Estava se esforçando para aguentar quando normalmente não tem problemas com isso, especialmente nessa situação, onde estava em jogo a lealdade da mulher e do amigo. Isso o estava deixando nervoso e mais excitado. Flor notou algo.
—Se um dos caras olhou pro seu rabo ou não, Florencia; você entendeu bem, não fica rodeando.
—Faz tempo que não sinto ele tão duro, o que está acontecendo que você está Tão quente? E olha que você ainda não viu as tetas da Caro — disse ela, ofegante, soltando uma risada como se tivesse feito uma piada para si mesma, e rapidamente voltou a se concentrar na sua tarefa.
Ele conhecia a sua mulher: além de ter um corpo descomunal, feito para rebentar contra um móvel por qualquer um, no que diz respeito a sexo ela era um demônio. Não tinha problema em dizer e fazer coisas com o objetivo de deixar o Martín com tesão, desde que estivesse dentro dos limites do relacionamento deles.
Fez-se um silêncio. Martín contorcia as pernas para não gozar, embora a Florencia a essa altura soubesse muito bem que ela tinha todo o poder; então, baixando um pouco o ritmo, mas sem deixar que Martín parasse de se contorcer, disse:
— Lucas, você lembra do verão passado? Que a gente foi passar uns dias no Tigre, que o Lucas veio — ela bateu punheta mais forte depois de soltar esse nome —, também estava o Mariano, a namorada dele, a Cande da matured e o Marcos. Bom, quando todo mundo foi de lancha buscar mercadoria, o Lucas e eu ficamos conversando na cabana e bom, sim…
— E bom, sim o quê, Flor?… Ele te pegou pelo rabo?
— Nada, é isso, a gente estava jogando truco, conversando, tomando umas cervejas, fazia muito calor naquele dia, você lembra que você entrou no rio e viu uma cobra d'água. Bom, eu estava com a parte de cima do biquíni, o azul-celeste que são dois triângulos bem pequenos — e é culpa sua também — ele se masturbou mais forte enquanto dizia isso num tom falsamente manhoso, rebolando
— Você me comprou o biquíni azul-celeste… e bom, foi ali que eu fisguei ele, olhando bem na cara das duas peitcholas num momento. Fazia um calor naquela cabana, eu estava suando e as gotas de suor escorriam por cima das tetas, no meio; para piorar, com os cremes que eu passo, o suor ficou com um aspecto mais leitoso, terrível, pobre garoto — disse num tom falsamente sério e brincalhão
Martin não podia acreditar no que a namorada estava lhe dizendo, ao mesmo tempo que isso era o mais quente que ele tinha vivido em muito tempo.
— Embora eu Me surpreendeu que ele olhasse tanto e, como me pareceu que ele não notou que eu tinha fisgado ele me olhando, fiz um comentário idiota. Ele riu e ficou um pouco nervoso.
—O que você falou pra ele? —disse Martín com uma voz muito baixa, mal audível sobre o barulho do chuveiro.
—Nada, uma bobagem —riu como se lembrasse de algo—. Que se ele queria que eu emprestasse meu biquíni, que me pedisse, e ele… me disse que eu tinha mais pra segurar do que ele. Depois, pelo visto pra desviar do assunto e ser mais cavalheiro, me perguntou por que nós mulheres escolhemos os biquínis. Aí eu falei que esse não fui eu que escolhi, que foi você que escolheu, que você errou o tamanho pedindo da China e chegou pequenininho. Eu disse que gostava igual, mesmo que cubra pouco; depois ele perguntou de que tecido era, mostrei e aí ficou por isso. Não aconteceu nada estranho.
—Você mostrou o tecido? E como? —tentou virar pra falar de frente, mais sério com a Flor, mas ela não deixou.
—Nada, eu estava de short, aquele curtinho, mas estava aberto na parte da frente, sem zíper e um pouco baixo; dava pra ver o biquíni azul-claro embaixo e, pra não fazer ele tocar o tecido fininho e pequenininho da parte de cima —porque te repito, são dois triângulos que seguram, depois é elástico—, falei pra ele tocar a parte de baixo, que ali tinha mais tecido.
—Mas ele tocou, Florencia? —tentou trazer seriedade, mas a Flor o tinha dominado desde o cock
—Mmm, sim… Cheguei do outro lado da mesa, me inclinei um pouco pra frente levantando os quadris e tirei um dos lados do biquíni, e com a mão direita ele sentiu o calor do tecido entre os dedos e um pouco da minha pele, mas nada sério.
Martín mordeu o lábio inferior entre raiva e tesão, sua imaginação seguia a cena que Flor descrevia na cabeça dele. Até se desvirtuar
—Martín, eu te conto essas coisas porque confio em você e não quero começar a te esconder segredos, você não precisa ficar bravo, tá? Também não é como se ele tivesse agarrado minha buceta ou me enchido a word: buceta de gozo.
—Uf, mas bem que eu queria —disse Martín, sussurrando para si mesmo, prestes a entrar em êxtase, viajando na sua imaginação.
Florencia, um pouco confusa e sentindo como Martín estava chegando ao clímax, arriscou sem saber com clareza se tinha ouvido bem; decidiu apostar, fiel à sua natureza e aproveitando que seu namorado estava excitado.
—Olha como você tá duro, faz tempo que não te sinto assim, e olha que ainda não te contei a outra, essa é pior —disse ela com uma voz baixa, pausada e quente, mal audível para Martín.
Flor notou como isso tinha deixado o pau do Martín feito um porrete; achou algo tão novo e fascinante como seu namorado podia ficar excitado com uma situação dessas, sabendo que tinha tantas histórias parecidas.
—Eu te contaria, mas me parece que se você mal aguenta que eu te conte a do Lucas e olha como você fica, menos vai aguentar quando eu te contar a outra, meu amor.
—Me conta —foi a única coisa que ele conseguiu dizer.
—Vamos ver se você aguenta o gozo dentro quando eu te contar o que seu amigo Franco fez quando faltou luz uns anos atrás —disse rindo, um pouco nervosa pelo arriscado das suas palavras, mas sabendo com certeza que aquela situação estava excitando Martín acima do normal.
—A do Franco? —repetiu, sentindo que a água quente já não o aquecia nada e o peito se contraía.
—Mmm-hmm —respondeu ela com aquela voz pausada e brincalhona que acendia qualquer um e ao mesmo tempo o destruía—. Você tem certeza de que quer saber o que seu amigo eletricista fez quando ficamos sem luz, uns anos atrás?
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Escrito por Tatiana Herrera.
Hotwife e Escritora em tempo integral.💋
Ps: Minha conta anterior foi derrubada, vou postar nesta.
Escrito por Tatiana Herrera.
Hotwife e Escritora em tempo integral.💋
Ps: Minha conta anterior foi derrubada, vou postar nesta.
Agradeço muito se deixarem seus pontos
e comentários se gostaram; me ajuda a continuar escrevendo.
Ficou com vontade de saber como continua a tensão dessa história? ♠️
Todo o arquivo completo das minhas sagas e os capítulos adiantados sem censura te esperam.
💋

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