Na quarentena com a mamãe 11

Depois daquele momento erótico com a mamãe, e de ficar tanto tempo conversando com a tia Mariana sobre os peitos dela, fiquei um tempo no meu quarto, jogando videogame, conversando com os caras, que me contavam como estavam passando a quarentena. Mas eu não podia contar pra eles como eu estava passando a minha, óbvio. Duvidava que algum deles tivesse comido a própria mãe e a própria tia, como eu. Além disso, eu queria me distrair um pouco disso, porque justamente eu estava com o pau duro o tempo todo por viver com essas três gostosas que pareciam saídas de um filme pornô feito sob medida. Toda vez que eu fechava os olhos via a buceta da mamãe engolindo meu pau na noite anterior, ou os peitos da Mariana quicando enquanto eu metia nela no banheiro. Tentava me concentrar no jogo, mas era impossível: a cabeça voava pra outro lado.
De repente, bateram na porta. Duas batidinhas secas. Era minha irmã. Nem esperou resposta. Abriu e entrou direto, fechando com o pé. Se jogou na minha cama de um salto, de barriga pra cima, com as pernas abertas como se o quarto fosse dela. Estava usando uma camisetinha velha minha, curtinha, que mal cobria os peitos e subia até mostrar a barriga lisa. Embaixo, um daqueles shortinhos de jeans típicos que ela tinha aos montes. O cabelo castanho estava solto. Me pareceu que os lábios estavam inchados. Os olhos azuis iguais aos da mamãe só serviam pra lembrar da foda que eu tinha dado nela. Os peitos, esses peitos perfeitos de adolescente, firmes, grandes mas não exagerados como os da Mariana, se mexiam a cada respiração e os mamilos duros ficavam marcados contra o tecido fininho.Na quarentena com a mamãe 11Deixei o joystick de lado. Quando minha irmã aparecia assim, do nada, era por algum motivo, e eu já imaginava por onde a coisa ia. — O que aconteceu, Luana? — perguntei. Ela fez um gesto de irritação, mordeu o lábio inferior e cruzou os braços embaixo das tetas, empurrando-as pra cima. — Nada… — disse, mas a voz saiu tensa, como quando ela fica puta mas tenta disfarçar —. Só queria ver o que você tava fazendo. Você sabe que com essa pandemia de merda não tem muito o que fazer. Mentira. Eu conhecia ela. Tava chateada. E eu já sabia por quê: sabia que eu comi a tia Mariana e ela tava com ciúmes. Olhei fixo pra ela. Ela sustentou meu olhar, mas os olhos brilhavam diferente: ciúmes, raiva, tesão? — Luana, por que você não fala logo o que tem pra falar e pronto? — mandei, já meio de saco cheio do joguinho. Ela levantou uma sobrancelha, fingindo surpresa total. — E o que eu supostamente tenho que te falar? Fiquei puto. Não gostava tanto suspense. — Aposto que você ficou sabendo que eu comi a Mariana. Não vem com essa de "ver o que você tá fazendo". Luana soltou uma risadinha curta, como se não desse a mínima, mas os olhos a traíam. Se ajeitou melhor na cama, dobrando uma perna, apoiando a cabeça numa mão, como uma imperatriz egípcia. O shortinho jeans subiu tanto que marcava o contorno da buceta contra o tecido. — Você comeu a Mariana? — perguntou, fingindo que soltava a pergunta com toda a tranquilidade, embora a voz tenha tremido um pouco. — Sim, comi. Te incomoda? Fala logo de uma vez. Você riu quando te perguntei se tava apaixonada, então… Ela ficou calada dois segundos, me olhando fixo, depois deu de ombros e passou a língua pelos lábios devagar, como se estivesse saboreando algo. — Não é que eu seja ciumenta, Lucio. Sei que com a Mariana foi algo… passageiro. Ela sempre foi assim. Gosta de jogar. Senti um alívio estranho, mas continuei tenso. Me perguntei de novo se ela saberia sobre a mamãe. Se teria nos visto ontem à noite, se teria escutado os gemidos. Era difícil que nenhuma tivesse notado minha ausência durante tanto tempo naquela noite. Só o álcool que corria nas veias delas poderia tê-las distraído o suficiente. Isso, e o tesão que sentiam uma pela outra. De qualquer forma, preferia que não perguntassem sobre isso. Eu tinha muita vergonha. Transar com minha tia gostosa era estranho, sim. Mas ainda era algo que eu podia me gabar com certas pessoas. Mas transar com minha mãe…

—Então… tá tudo bem entre a gente? —perguntei, porque precisava ouvir isso.

Ela sorriu, com aquele sorriso meio safado que me deixava louco desde sempre.

—Óbvio, idiota. Somos irmãos. Ninguém vai nos separar por uma transada.

Fez uma pausa longa, mordeu o lábio com mais força e se inclinou um pouco pra frente. Os peitos se apertaram contra a camisetinha e os mamilos duros como pedrinhas ficaram marcados perfeitamente.

—Conta pra mim… como foi transar pela primeira vez?

Não esperava essa pergunta, mas também não me surpreendi muito, digamos. Minha irmã mais velha era assim. Muito sexual, muito safada. Igual a mim, só que sem aquela timidez que às vezes me reprimia.

—Incrível —disse, sem filtro—. Foi… sei lá. Foi muito rápido, muito intenso. Foi tão incrível quanto deveria ser.

Luana engoliu em seco. Vi o peito dela subir e descer mais rápido.

—E… como você comeu ela? —perguntou baixinho, com a voz rouca.

Fiquei super excitado contando. Olhava fixo pra ela enquanto falava.

—No banheiro lá embaixo. Ela estava de costas, apoiada na pia, com aquele vestido que abre nas laterais. Nem abaixei a calça, só tirei o pau e enfiei de uma vez. Entrou inteiro, Luana. Minhas bolas batiam na bunda dela cada vez que eu empurrava.

Luana apertou as pernas com força, como se doesse de tanto tesão. Um suspiro curtinho escapou dela.

Não podia acreditar que estava falando disso com ela, como se fosse um amigo homem. Mas, por outro lado, era a única pessoa no mundo com quem eu podia falar disso abertamente. Era meu irmã, e também se comia a nossa tia, então… —Claro… —murmurou, mas sorrindo—. Finalmente você conseguiu tirar o desejo, né? —Em… Sim, a verdade é que sim. Luana ficou me olhando por um bom tempo, com essa respiração que tinha acelerado enquanto eu contava como tinha comido a Mariana no banheiro. Dava pra ver que ela estava excitada: tinha as bochechas coradas, os lábios entreabertos, e de vez em quando passava a língua por baixo como se tivesse sede de algo mais grosso. Eu continuava com o pau duro como uma barra de ferro contra a calça, e o silêncio do quarto tinha ficado pesado, carregado. De repente ela sorriu, aquele sorriso lento e perigoso que sempre fazia quando estava tramando algo. —Quer ver outro vídeo? —perguntou, baixinho, quase sussurrando. Meu coração deu um salto. Imediatamente pensei que era outro da mamãe. Que a Luana tinha mais material guardado da dona Alicia, daquelas noites que ela gravava tudo com o papai ou com quem fosse. A ideia me deu um reviravolta no estômago: ver de novo a mamãe pelada, gemendo, chupando pau ou abrindo as pernas… Já imaginava a buceta depilada brilhando de suco, os peitos balançando, aquela cara de puta que ela fazia quando metiam nela. Hesitei. Hesitei muito. Porque sabia que se visse aquilo com a Luana do lado, na mesma cama, ia ficar muito na cara o meu tesão. Mas a curiosidade e a vontade me venceram. Assenti devagar, sem dizer nada. Luana riu baixinho. —Vem, tá no celular —disse, me chamando como se fosse uma sereia. Levantei da cadeira, esperando que ela não notasse minha ereção, e me joguei do lado dela. Nossos corpos ficaram colados: meu ombro contra o ombro dela, minha perna roçando a dela. Senti o calor que a pele dela soltava, o cheiro de mulher excitada que saía de entre as pernas dela. Me ajeitei de lado pra olhar de perto, e ela virou o celular pra que os dois víssemos bem a tela. Apertou play, mas não era a mamãe… Era a tia Mariana. A imagem começou instável, como se o que ele estava se ajeitando o pau com uma mão enquanto segurava o celular com a outra. Dava pra ver o teto de um quarto que não reconheci. E de repente, a câmera desceu e focou o peito da Mariana em primeiríssimo plano. As tetas dela. Meu Deus, aquelas tetas enormes, pesadas, perfeitas. Estavam brilhando de suor e saliva, os mamilos rosados grandes e duros como balas. A câmera tremia um pouco porque o cara (eu sabia que era um cara porque dava pra ouvir a respiração pesada masculina) estava se ajeitando em cima dela, sentando a cavalo sobre a barriga. A Mariana tinha os braços apertando as próprias tetas pelas laterais, juntando elas, formando um canal perfeito, profundo, quente.
—Vai, enfia aqui… —ouviu-se a voz dela, rouca, tarada, como se estivesse implorando.
O cara não disse nada, só grunhiu. E de repente apareceu o pau no enquadramento: grosso, venoso, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Não dava pra ver o rosto do cara nem nada mais, só essa porra monstruosa que começou a deslizar entre as tetas da Mariana. Ele estava fazendo a famosa espanhola.
O movimento era lento no começo, como se quisessem prolongar a tortura. O pau entrava e saía do canal que aquelas tetas gigantes formavam, apertadas uma contra a outra. Cada investida fazia as tetas sacudirem, quicarem, a pele esticar. Dava pra ouvir o som molhado, aquele "chap chap" do pau deslizando lubrificado por saliva e suor. A Mariana soltava gemidinhos cada vez que a cabeça do pau aparecia por cima e roçava o queixo dela.
Eu olhava o vídeo como hipnotizado. Sentia o pau pulsar tanto que pensei que ia explodir sem me tocar. Olhei de rabo de olho pra Luana: ela tinha os olhos cravados na tela, a boca entreaberta, respirava pelo nariz forte. Uma mão ela tinha apoiada na própria coxa, os dedos apertando o tecido do shortinho como se quisesse enfiar eles lá dentro mas estivesse se segurando.
No vídeo, o cara acelerou. Agora sim ele estava fudendo ela pra valer entre os peitos. As investidas eram mais fortes, mais rápidas. Os peitos da Mariana balançavam como loucos, quicavam um contra o outro, se separavam e voltavam a se juntar em volta da rola. O canal estava todo babado, brilhava. Cada vez que o pau saía até a cabeça, Mariana botava a língua pra fora rápido e dava uma lambida, como uma puta no cio.
—Assim… olha como eu te fodo entre os peitos… —dizia o cara—. Que lindos que são.
O cara grunhia mais forte. A câmera tremia mais porque claramente ele estava segurando na mão enquanto empurrava. Dava pra ver perfeitamente como a pele dos peitos esticava, como os mamilos se roçavam entre si pela pressão, como o pau desaparecia inteiro naquele vale de carne quente e voltava a sair encharcado.
Luana se mexeu de leve do meu lado. Senti que ela abria um pouco mais as pernas. Olhei rápido: ela tinha a mão enfiada logo abaixo da cintura do short, os dedos se movendo devagar. Ela estava se tocando vendo como fodiam a tia dela entre os peitos. Os olhos brilhavam, a respiração agitada, um gemidinho quase inaudível escapou.
Na tela, Mariana apertou mais forte os peitos, formando um túnel mais estreito.
—Vai, mais forte… quero sentir como você vai me encher de porra…
O cara obedeceu. Agora ele estava bombando como louco. Os peitos balançavam violentamente, quicavam, pareciam prestes a explodir. O barulho era puro sexo: pele contra pele, saliva, presemen. A cabeça do pau aparecia vermelha, inchada, cada vez mais rápido. Mariana estava com a boca aberta, a língua pra fora, esperando.
E de repente o cara grunhiu forte, como um animal.
O primeiro jato saiu disparado, grosso, branco, direto no pescoço da Mariana e um pouco na cara. O segundo bateu bem no peito, cobrindo os peitos de cima a baixo. O terceiro, quarto… era uma fonte. A porra escorria pelos lados dos peitos, pingava pela barriga, se juntava no canal onde tinha estado o pau. Mariana gemia de prazer, passava os dedos pela porra e levava à boca, chupando como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. O vídeo terminou com a câmera se aproximando do desastre: as tetas da tia Mariana escorrendo porra, brilhando, os mamilos duros cobertos de branco. Ela olhou direto pra câmera, sorriu com a cara cheia de porra e disse baixinho:
—Para de me filmar, otário.
No entanto, ria. No vídeo parecia ter cinco anos a menos, e com certeza estava com alguém de muita confiança.
Luana parou o vídeo. O silêncio do quarto era ensurdecedor. Nós dois respirávamos ofegantes.
Ela virou a cabeça devagar e olhou pra mim. Seus olhos azuis estavam vidrados, as pupilas dilatadas, e tinha as bochechas vermelhas como se tivesse dado febre de repente. Baixou o olhar devagar até meu meio, onde a barraca era obscena, impossível de disfarçar.
—Olha como você ficou… —disse baixinho, com um risinho que soou mais tesão que deboche. Mordeu o lábio de novo, mas dessa vez mais forte, como se estivesse segurando alguma coisa.
Ri nervoso, mas a voz saiu rouca.
—Claro que eu ia ficar excitado, sua idiota. Viu o que foi aquele vídeo? As tetas da Mariana escorrendo porra… como não vou ficar assim. Além disso… —olhei fixo, desafiando— você também tá com tesão. Não vem com essa que não.
Luana não negou. Pelo contrário, sorriu mais acentuadamente, como se eu tivesse pegado ela numa coisa que ela queria ser pega. Se mexeu um pouco na cama e senti o roçar da coxa dela contra a minha, quente, macia. A mão que ela tinha dentro do short se moveu de leve, um movimento pequeno mas óbvio, como se estivesse esfregando a buceta sem conseguir evitar.
—Quer ver de novo? —perguntou.
Engoli em seco. Claro que queria, mas minha irmã me dava um pouco de medo. Nunca se sabia com o que ela ia me surpreender. Além disso, não me escapava que a transa com a Mariana tinha sim afetado ela.
—Ah, sim… Vai —disse finalmente.
Luana soltou uma risadinha triunfal, como se tivesse ganhado uma aposta. Ela se ajeitou melhor, apoiando as costas na cabeceira da cama, e abriu um pouco mais as pernas. Colocou o vídeo de novo desde o começo, mas dessa vez não olhou pra tela. Olhou pra mim. —E se… a gente se masturbar enquanto assiste?— soltou de repente, como se estivesse pensando nisso faz um tempão.relatosFiquei gelado. Olhei fixo pra ela, procurando se era brincadeira, mas não: ela tava com os olhos cravados nos meus, a respiração ofegante, esperando minha resposta como se estivesse apostando tudo.
—Quê? —gaguejei, embora já soubesse perfeitamente o que ela tinha dito.
—Que a gente se toque enquanto vemos de novo. Tô com vontade, mas não vou fazer se você não fizer também.
Hesitei uns segundos. Só uns segundos, nada mais. Porque a imagem da minha irmã se tocando do meu lado, gemendo baixinho enquanto a gente via a tia cheia de porra… era uma tentação impossível de recusar. Assenti devagar, como em transe.
—Vai… —falei.
Luana sorriu como uma diabla e apertou o play de novo. O quarto se encheu do som dos gemidos da nossa tia, daquele chap chap molhado do pau deslizando entre os peitos. Eu abaixei o short e a cueca de um puxão só, libertando o pau que saltou pra cima, duro como nunca, a cabeça vermelha brilhando de presemen. Tava tão inchado que doía, venoso, pulsando no ritmo do meu coração acelerado.
Olhei pra Luana. Ela tava abaixando o shortinho jeans devagar, rebolando, levantando o quadril pra tirar pelas pernas. Depois a calcinha fio-dental vermelha, que ela deixou sobre a cama.
Não podia acreditar que aquilo tava mesmo acontecendo.
Ficou com as pernas bem abertas, a buceta depilada perfeita, rosada, brilhando de suco. Os lábios inchados, o clitóris aparecendo de leve, tudo molhado. Ela passou um dedo devagar pela racha, separando os lábios, e gemeu baixinho quando se roçou no buraquinho.
Eu peguei meu pau com a mão e comecei a mexer devagar, olhando pra tela onde Mariana gemia enquanto apertavam os peitos dela, mas olhando mais pra Luana do que pro vídeo. Ela mordia o lábio olhando pro meu pau, a mão já entre as pernas, dedos deslizando pela buceta empapada.
Mas bem antes de ela começar a se tocar de verdade, parou. Olhou fixo pra mim, os olhos carregados de lascívia.
—Me fala a verdade, Lucio… você Você gostaria de comer todas as mulheres da família? Fiquei com a mão parada no pau. Não consegui responder. A garganta fechou. Era direto demais, real demais.
Ela continuou, baixando a voz até um sussurro quente.
— Aposto que sim. Aposto que você morre de vontade de que eu chupe seu pau agora mesmo.
E sem esperar resposta, ela se inclinou devagar na minha direção. A mão quente, macia, envolveu meu pau desde a base, apertando o suficiente pra ele dar um pulo. Senti o polegar dela roçando a cabeça, espalhando o pré-gozo, e quase gozei ali mesmo.
— Sim — admiti, atônito —. Sim, chupa.
Luana sorriu, vitoriosa, e abaixou a cabeça devagar. Senti a respiração fresca dela, mentolada da bala que ela estava chupando, soprando direto na cabeça do meu pau. Estremeci inteiro, as bolas se contraíram, as costas arquearam sozinhas. Estava a milímetros, a boca aberta, a língua aparecendo de leve…
Vai acontecer de verdade, pensei. Minha irmã ia me fazer um boquete, e com isso, todas as mulheres da família teriam transado comigo, de um jeito ou de outro.
Mas no último momento ela parou. Levantou a cabeça, me olhou com olhos brilhando de malícia e tesão, e apertou meu pau mais uma vez antes de soltar.
— Não somos um harém à sua disposição, irmãozinho — disse.
Fiquei olhando pra cara da Luana, a centímetros da minha, com o pau latejando no ar depois que ela soltou.
Ela se ajeitou de novo do meu lado, e sorriu como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse acabado de me deixar à beira do abismo.
Senti uma raiva que subiu das bolas até a garganta. Ela tinha me provocado como uma vadia, tinha colocado a boca ali, tinha apertado bem no ponto onde não tem mais volta… e depois… nada. Me deixou na mão, com o tesão explodindo por dentro. E naquele momento entendi tudo clarinho: não era só brincadeira. Ela estava com ciúmes de verdade. Por isso tinha vindo, por isso o vídeo da Mariana, por isso a provocação. Ela não Porra, eu queria muito que ele me comesse junto com a nossa tia, que enfiasse o pau até o fundo na mulher com quem ela vinha transando escondido há meses. E agora ela me castigava me deixando assim, excitado e frustrado. Luana nem olhou pra mim. Voltou a prestar atenção no celular, que continuava com o vídeo pausado na cena onde as tetas da Mariana escorriam porra. Apertou play de novo, como se eu não estivesse ali morrendo. E enfiou a mão entre as pernas outra vez. Devagar, sem pressa, abriu os lábios da buceta com dois dedos e começou a esfregar o clitóris em círculos lentos. A buceta estava encharcada, brilhava, fazia barulho de chupada cada vez que os dedos deslizavam. Eu olhei fixo pra ela, com raiva e tesão misturados. Queria dizer alguma coisa, xingar ela, mas o pau doía tanto que eu não conseguia pensar. Peguei meu pau de novo, forte, e comecei a bater a mão rápido, quase com raiva. Pensei que se ela ia me deixar na vontade de um boquete, uma masturbação conjunta não era um mau prêmio de consolação. De certa forma, eu estava transando com a minha irmã, afinal de contas. Me masturbei olhando como ela se tocava, como mordia o lábio olhando pra tela, mas de rabo de olho me olhava pra mim, pro meu pau inchado, pra como eu me mexia. O vídeo continuava: os gemidos da Mariana enchiam o quarto, aquele chap chap molhado do pau deslizando entre as tetas, a respiração pesada do cara. Era como ter ela aqui, mas não: eu tinha a Luana, nua da cintura pra baixo, com as pernas abertas, a buceta aberta, os dedos afundando cada vez mais fundo. Enfiou dois dedos de uma vez, até o fundo, e soltou um gemido baixinho que se misturou com o da Mariana no celular. Eu acelerei. A mão subia e descia rápido, apertando a base, roçando a cabeça com o polegar cada vez que já estava toda babada. Olhava a buceta da minha irmã abrir e fechar em volta dos dedos, como os sucos escorriam pelo cu até molhar o lençol. Cheirava a sexo puro, a buceta quente, a presemen. O calor do quarto era insuportável, mas já não importava nada. Luana começou a se mover mais rápido. Os dedos entravam e saíam com barulho, chap chap chap, igual ao vídeo. A outra mão foi para um peito, apertou forte por cima da camisetinha, e beliscou o mamilo. Tinha os olhos cravados no meu pau, em como eu me masturbava como um louco, e a boca aberta, ofegante. —Olha o que fazem com a Mariana… —sussurrou, mas a voz saiu quebrada—. Olha como enchem os peitos dela de porra… Isso me matou. Acelerei mais, as bolas se contraíram, senti que ia gozar, mas me segurei porque queria ver ela gozar primeiro. Queria ver como minha irmã gozava olhando pro meu pau. E chegou. Foi real, sujo, lindo. De repente parou de mover os dedos, enfiou até o fundo e ficou quieta, tensa como um arco. A barriga se contraiu, as pernas se abriram mais, as coxas tremeram forte. Soltou um gemido longo, abafado, mas não gritou. Foi como um suspiro que escapou em pedaços, o rosto vermelho, os olhos fechados, a boca aberta. A buceta se contraiu ao redor dos dedos, vi perfeitamente como pulsava, como os sucos saíam mais grossos, como molhava toda a mão. Tremeram por alguns segundos, os peitos subindo e descendo rápido, e depois relaxou de repente, como se tivessem cortado os fios. Tirou os dedos devagar, brilhando, e os chupou sem me olhar, como se estivesse saboreando o próprio orgasmo. Isso foi demais. Senti a gozada subindo das bolas como um trem. Apressei a mão, apertei forte, e soltei tudo na minha própria palma. Jatos grossos, quentes, que respingaram nos meus dedos, na barriga, até no lençol. Gemi baixinho, a cabeça rodou, a visão ficou branca por um segundo. Senti cada contração, cada gota saindo, até que fiquei vazio, tremendo. Ficamos os dois jogados na cama, ofegantes, suados, com o cheiro de sexo inundando tudo. O vídeo tinha acabado de novo, mas o silêncio agora era diferente: pesado, desconfortável, mas também íntimo. Luana estava com os olhos fechados, a respiração ainda acelerada, a mão apoiada na barriga. Eu olhava pro teto, a mão cheia de porra esfriando, o pau amolecendo devagar. Nenhum dos dois disse nada. Nem uma palavra. Só a batida do meu coração nos ouvidos. Depois de um tempo, quando a respiração se acalmou e o teto parou de girar, Luana virou a cabeça e me olhou com aquela cara de garota satisfeita que ela faz quando sabe que ganhou. Ainda tinha os dedos brilhando dos sucos dela, grudentos, e sem nenhum aviso passou a mão aberta pela minha cara: pela bochecha, o nariz, a boca. Deixou minha cara toda molhada com cheiro de buceta, quente, doce, forte.
—Que que tá fazendo, sua louca? —falei, meio rindo meio puto, me limpando com as costas da mão mas sem vontade real de tirar nada.
Ela riu com aquela risada de merda que eu amo e odeio ao mesmo tempo, e passou de novo, agora enfiando dois dedos na minha boca por um segundo, me obrigando a chupar os fluidos dela.
Não fiquei atrás. Peguei minha mão, que ainda escorria porra grossa, e passei devagar pela cara dela: pela testa, as bochechas, os lábios perfeitos. Lambuzei ela inteira. Luana gritou como uma louca, mas não se afastou.
—A buceta da sua mãe, Lucio! —gritou entre gargalhadas, mas já estava subindo em cima de mim, nos rolando na cama como dois moleques numa briga de lama mas com porra e fluidos vaginais em vez de terra. Nos enroscamos, nos lambuzamos, nos sujamos pior. Eu passava meu pau mole pela cara dela e deixava rastros brancos no cabelo. Ela enfiava os dedos na minha boca, no meu nariz, rabiscava meu pescoço com os sucos dela. Era uma bagunça linda, grudenta, obscena, dessas que te dão vergonha e vontade de continuar ao mesmo tempo. Cheirava a sexo puro, a gozo e buceta fresca, a suor de maninhos que acabaram de gozar olhando pra tia deles cheia de porra.tiaA gente se revirou até a barriga doer de tanto rir, até os lençóis ficarem um nojo e nós dois parecermos saídos de uma orgia.
No final tivemos que parar, ofegantes, nos olhando no espelho da porta: dois palhaços pornográficos, cara brilhando de fluidos alheios.
—A gente vai ter que se lavar agora mesmo —falei, ainda rindo—. Se a mamãe nos vê assim, vira maior quebra-pau.
—É, vamos —disse ela.
O que eu não sabia era que a diversão com a minha irmãzinha ainda não tinha acabado.

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