Enquanto me fodo, proponho um ménage pro marido da minha amiga

Enquanto ele me fode, proponho um ménage ao marido da minha amiga. Oi. Como vocês sabem, eu gosto de transar, gosto de sexo, de dupla penetração, de ménage com homens, amo rolas, em resumo, e sempre que tem oportunidade, não hesito em aproveitar. E como sempre, tento celebrar algumas datas especiais transando com alguém que não seja meu marido. Depois do meu pós-aniversário eu não tinha feito nada com ninguém, só com meu marido, até chegar quase o 10 de maio daquele 2023, "Dia das Mães". Estava com muita vontade de provar outra rola fora do comum, e não é que eu não goste da rola do meu marido, é quase do mesmo tamanho que a do professor, ele sabe como e por onde eu gosto, me deixa satisfeita, mas sempre se busca um pouco de adrenalina. Porém não tinha conseguido fazer absolutamente nada até aquele Dia das Mães, 2 meses depois do meu aniversário e pouco antes do meu pós-aniversário daquele 2023. Vocês sabem que encontrei a maneira perfeita de transar sem levantar suspeitas, como sempre, minhas consultas com a psicóloga, o temazcal, as saídas com minhas amigas, reuniões dos meus filhos, enfim… compromissos onde na verdade não vou ou não ia, ou bom, se eu tinha que ir, porém não com a regularidade que eu dizia, eram as coberturas perfeitas pra poder escapar. Foi numa dessas "consultas" com minha psicóloga que não fiquei com vontade de transar de novo com o Fidel. Chegando o dia, só avisei pro meu marido que tinha consulta, me despedi com um beijo apaixonado, peguei minha caminhonete, saí de casa e fui. Naquela ocasião, como meu marido estava em casa, não podia sair com o que habitualmente sempre levo, que é um par de conjuntos sexys, uns saltos, meus brinquedos e preservativos. Fui normalzinha de roupa, uns leggings, uma blusinha e meus tênis. Tínhamos combinado de nos ver num estacionamento do centro. Quando cheguei, o Fidel ainda não estava lá, saí do estacionamento, liguei pra ele e ele me atendeu dizendo que já estava indo, mas perguntou se eu queria esperar no jardim ou no outro lugar, dei uma resposta negativa porque muita gente conhece meu marido pelo sobrenome, então voltei ao estacionamento, entrei na caminhonete, esperei até que ele chegou, foi quando rapidamente troquei de carro, entrei no dele e fomos embora, pensei que iríamos a um motel, mas ele me levou de novo para a casa dele! Falei que não, que não estava certo, porque era durante a semana e à tarde, ele insistiu que queria me comer de novo na cama onde ele come a esposa dele, ou seja, minha melhor amiga, falei que era muito perigoso, mas ele disse que ela não estava, que tinha ido a Toluca com as amigas comprar Price Shoes (aqui no México é uma marca de venda de sapatos por catálogo) e que tinha deixado os filhos com a sogra. Ele estava sozinho em casa desde que saiu do trabalho (também é professor), eu excitada com a ideia de transar de novo na cama da minha amiga, de dar para o marido dela e amigo do meu marido, então aceitei, mas não sem antes colocar um pouco de resistência, então fomos, ao chegar ele abriu a garagem, colocou o carro para dentro e entramos. Ao entrar na casa dele, abriu a porta do carro, me deu a mão, me ajudou a descer e entramos, estava muito nervosa, apesar de já ter transado na casa do Fidel. Na sala começamos a nos beijar apaixonadamente, as mãos dele me pegavam pela cintura e pelos quadris enquanto os lábios percorriam meu pescoço. Molhada e excitada falei que queria fazer o love, que ele me fizesse sua, já calientes os dois de tantos beijos, subimos para o quarto dele, já lá ele me deu uma baby doll vermelha, no começo não sabia se era nova ou da minha amiga, ele disse para eu vestir que queria me ver com ela, falei que sim, então saí para o corredor e entrei no banheiro. Tirei a legging e a blusa, vesti a baby doll que ele me deu, bem justa nos peitos mas ficou bem, ao ver o tamanho percebi que era mesmo da minha amiga, além disso não tinha cheiro de nova, mas de amaciante. Deixei minha roupa no banheiro, entrei no quarto, quando entrei, ele já estava embaixo de As cobertas sem roupa, subi na cama e fui me aproximando aos poucos, ele me disse pra modelar o baby doll, então percorri o quarto dele com ele, dei algumas voltas ao redor da cama. Ele me pediu pra chegar mais perto, aí eu fiz, deitei do lado dele, começamos a nos beijar, ele enfiou as mãos dentro do baby doll e começou a apertar minhas tetas, com a outra mão desceu até minha buceta e começou a enfiar os dedos, puxando o fio-dental pro lado. Comecei a me deixar levar pelas minhas paixões mais baixas, disse pra ele me chupar, que queria sentir a língua dele no meu clitóris, não precisei falar duas vezes, ele desceu, abriu minhas pernas, começou a lamber e chupar. Enquanto ele me fazia um oral delicioso, pedi pra ele não parar, que estava fazendo muito gostoso, mas ele parou, se levantou, colocou uma das minhas pernas no ombro dele e me penetrou, enfiou tudo, segurando meus gemidos, sentindo as metidas de rola que ele estava me dando, ele disse pra eu não me segurar, que gritasse se quisesse, aí eu fiz, não me segurei, comecei a gemer, a pedir mais, quando percebi já tinha minhas duas pernas nos ombros dele, e as mãos dele nas minhas tetas, enquanto eu só olhava pra ele com um olhar perverso, pedindo pra ele não parar, que queria que ele me partisse ao meio. Pedi pra ele me comer bem safada, então ele tirou o pau de mim, me coloquei de quatro, apoiando as tetas no colchão e levantando minha bundinha pra ele me dar, ele me penetrou. Enquanto me comia, me dava palmadas na bunda, dizia que aquela cor ficava bem em mim por causa do meu tom de pele, eu disse que bom que ele gostava, obviamente perguntei se na minha amiga não ficava bem, ele respondeu que por isso tinha me dado pra mim, isso nos excitou bastante, ele me disse que minha amiga era uma ótima esposa, mas na cama nunca vai se comparar a mim, que não fazia o que eu faço e não se deixava fazer o que eu me deixo. Ele me disse que eu era uma puta na cama, que era muito complacente e que isso tinha feito ele ficar obcecado por mim, mencionou que nas reuniões que tínhamos com os outros amigos em comum não parava de me imaginar nua, fazendo o love. Mencionei que tinha sentido muito a minha falta, que não sabia por que se a gente se dava tão bem não transávamos desde dezembro, falei obviamente que era pela amizade que tínhamos e pelas suspeitas nossos encontros não podem ser tão seguidos. Além disso, mencionei que em cada reunião que a gente tinha o olhar dele o entregava mesmo que eu nem sequer olhasse pra ele, respondi que já estávamos ali, na casa dele, na cama dele, que me comesse se era isso que queria e que era pra isso que tinha me levado, que não me deixasse ir com vontade, ele me pegou pelo cabelo e eu gritei, falei pra ele não parar que eu queria mais, no entanto ele tirou. Começou a brincar com o pau dele na entrada da minha buceta, não colocava inteira, só a cabecinha roçava meus lábios vaginais, depois colocava só a pontinha e de repente deixava ir toda, tirava de novo e repetia o mesmo procedimento, isso estava me deixando muito ainda mais excitada, mais do que eu já estava. Chegou um momento em que falei que queria toda no entanto ele não me deu bola, falei que se ele queria brincar eu também sabia fazer, numa dessas tiradas de cock, me inclinei pra frente, me virei enquanto ele estava ajoelhado e estando eu de 4 na frente dele chupei ele. Comecei a chupar a cabecinha dele e depois todo o tronco, (não usamos camisinha, já que a ideia de meter em mim o cock que metem na minha amiga me excita demais e vice-versa ele adora a ideia de meter o pau dele onde meu marido mete), já que ele enfiava até onde cabia, tirava de novo, brincava com ele com minha língua e meus lábios, enquanto continuava chupando gostosamente. Me virei de novo, me inclinando pra trás fui metendo o tronco dele na minha foxy, os dois sabíamos que estávamos nos provocando, repetimos a brincadeira vários minutos até que não aguentei mais, me inclinei pra frente e falei que se ele queria brincar desse jeito, se era isso que desejava eu também podia fazer. Saí andando do quarto, quase correndo, ele correu atrás de mim até chegar na sala, ele completamente nu enquanto eu trazia a tanga do baby doll numa nádega e os peitos de fora, me encosto no encosto da poltrona dele, levantei uma perna, ele pegou com a mão esquerda e me penetrou, me deixou ir toda. Eu só curtia, gemia, pedia pra ele não parar que me desse mais, muito mais, ele me pegou pelo cabelo e me fodendo não sei, não largava dele, sentia como o pau dele entrava e saía da minha buceta quente, até que tirei, peguei ele pela mão, sentei ele na poltrona e de costas fui sentando aos poucos no pau dele, entre os sentões e meus movimentos circulares eu ouvia ele pedir pra não parar, no entanto eu parei. Desci dele e voltei a descer pra mamar, ele me dizia que estava muito sensível que eu fizesse com cuidado, no entanto eu enfiava na boca, mamava da ponta até as bolas, cuspia, masturbava, enfiava de novo na boca, levantei e abri minhas pernas, peguei o pau dele com a mão pra ir introduzindo na minha buceta e sentei de frente pra ele. Comecei a me mexer, enquanto ele chupava meus peitos, eu só me concentrava nos meus movimentos, com as mãos dele nos meus peitos e a boca também neles eu só continuava montando até que ele levantou da poltrona me deitou nela, abriu minhas pernas e começou a fazer de novo o oral. Enquanto eu gemia pedia mais, ele me olhava com um olhar tão pecaminoso que até vergonha me dava, a língua dele raspava meu clitóris me dando uma sensação de prazer excitante, os dedos dele brincavam na entrada da minha buceta enquanto eu não parava de gemer e de pegar ele pela nuca pra deixar meus sucos brotarem. Levantou, se colocou do lado da poltrona me dando pra provar de novo a ereção dele, enquanto eu mamava eu olhava, os olhos dele revirados e os meus observando faziam o momento excitante, mágico, parei de mamar; ele me deu a mão, me levou de novo pro quarto dele me deitando na cama, de conchinha e ele atrás de mim me penetrou, com a mão direita pegava meus peitos enquanto com a mão esquerda ele abria minhas nádegas pra ver como o pau dele entrava e saía da minha buceta. Pedi pra ele não parar, outro orgasmo estava prestes a chegar, ele me deu muito mais forte, eu pedia pra ele não parar, pra continuar, pra me dar mais, pra me foder como o que eu era naquele momento, a puta dele, pra fazer comigo o que minha amiga não deixava. Começaram minhas contrações na vagina, senti como eu gozava enquanto mordia um dos travesseiros dele, ele tirou o travesseiro e me disse pra gritar, pra gemer, que queria ouvir o que eu causava nele, que queria ouvir como eu gemia, que queria ouvir os mesmos barulhos que eu fazia quando ele me comia na frente do meu marido. Do jeito que eu estava de lado, ele se deitou atrás de mim, abriu minhas nádegas e me penetrou de novo, com a mão esquerda ele me pegava pelo cabelo enquanto com a direita agarrava minha calcinha fio-dental e puxava até o momento de tê-la dentro dos meus lábios vaginais e roçar o pau dele junto com ela, ele me perguntava se eu gostava, eu obviamente dizia que sim, inclusive chegou o momento em que ele parou de se mover. Naquele momento eu não queria deixar de senti-lo, então com a mão me apoiei no colchão e comecei eu a fodê-lo assim, estando os dois deitados comecei a me mover enquanto ele curtia a vista e me dava palmadas na bunda até que chegou o momento em que ele me disse que o orgasmo dele já vinha, que se eu queria que ele me enchesse de porra, obviamente eu disse que sim. Começou a se mover mais e mais rápido, as estocadas dele eram com mais violência, com mais força, com mais ímpeto, eu estava num êxtase de prazer, ele gozou dentro de mim, me encheu completamente de porra, enquanto o membro dele ficou ali dentro da minha buceta até ficar completamente vazio. Ele se deitou completamente e colocou o braço esquerdo debaixo da minha nuca, enquanto com a mão direita me cobria, os dois deitados continuamos conversando, ele me disse que algumas vezes quando transa com minha amiga ele imagina que sou eu, que ele a fode com mais vontade do que faz imaginando a mim. Eu comentei com ele que meu marido e eu tínhamos fantasiado um par de Às vezes com ele, eu disse o que tinha acontecido no meu aniversário de casamento, aquela fantasia que eu tinha de comer ele e meu marido ao mesmo tempo, ele me disse que não gostaria de me compartilhar com ninguém. Quando ouvi a resposta dele, tentei não tocar mais no assunto, só comentei que meu marido sabia que eu tinha ido com a psicóloga e que minha consulta durava mais ou menos duas horas, mas que desta vez talvez pudesse durar três, que era bom que nossos horários tivessem coincidido de novo. A dúvida não o deixou, ele me perguntou o que tinha acontecido com meu esposo, eu tinha plantado a dúvida nele, de novo contei o que aconteceu no meu aniversário de casamento, fiz ele saber que enquanto meu esposo me comia com meu dildo e o pau dele, eu imaginava que o dildo que me penetrava ao mesmo tempo era ele, que inclusive fantasiamos naquele momento e eu disse o nome dele. Comentei que meu esposo e eu tínhamos apelidado o brinquedo de Fidel, disse que gostaria de fazer um ménage com os dois, porém sabia que meu marido jamais ia aceitar, não levamos nem 5 minutos conversando e fantasiando sobre isso, nos beijando apaixonadamente enquanto tocávamos no assunto. Coberta com os lençóis, o cobertor, segundo eu com muita vergonha, quando ele e eu já fizemos de tudo, passaram poucos minutos quando ele começou a se masturbar, começou a tocar primeiro a cabecinha, depois pegou com a mão inteira o pau dele até deixá-lo ereto de novo. Quando vi que aquele pau estava duro outra vez, com minhas mãos eu também peguei aquele pedaço de carne grosso, suculento, cheio de veias e coloquei de novo na boca, ainda tinha vestígios do sêmen dele, ele me dizia que estava muito, muito sensível, que eu tivesse muito cuidado, eu disse que ele já tinha me falado, que não se preocupasse, que não ia arrancar nada, e ele respondeu que com aquelas mamadas que eu estava dando parecia que sim. Foi então que da mesinha de cabeceira ele pegou um vibrador, me disse para ligar, a cabecinha daquele aparelho magnífico começou a girar e ele me disse para colocar enquanto chupava ele, que agora o brinquedo da sua mulher seria meu marido, me recostei no encosto da cama, abri as pernas e enfiei o vibrador na minha buceta, liguei e ele começou a fazer sua mágica, ele se levantou e, em pé ao meu lado, me deu o pau pra mamar. Eu mamava e sozinha me fodendo ao mesmo tempo, ele me dizia pra eu foder meu marido enquanto mamava ele, que ele também queria fantasiar me fodendo junto com meu esposo, era delicioso me imaginar de novo os dois me fodendo ao mesmo tempo, mas esse momento não durou muito. Ele me colocou de quatro, tirou o vibrador da minha amiga de dentro de mim e enfiou todo o pau dele, de novo começou a me dar palmadas na bunda, a puxar meu cabelo, era muito bruto, pedi pra ele continuar que era delicioso demais, que era assim que eu gostava de ser tratada, enquanto ele me fodía eu curtia, chegou o momento em que ele me disse sobe. Ele se deitou, me apoiei no peito dele e comecei a montar, ele começou a bater na porra que tinha deixado do primeiro round, peguei meus peitos e apertei sozinha, peguei eles, passei a língua nos dois mamilos, eu sozinha estava chupando meus peitos, abaixei as mãos pra me apoiar no peito dele e com os antebraços apertava meus peitos enquanto com as mãos ele me pegava pelos quadris, me dizia pra não parar que meus peitos estavam enormes e lindos, eu disse que não ia parar. Me apoiei no encosto da cama dele e comecei a foder ele como sei que minha amiga nunca fodeu, continuei me movendo até ele dizer pra não parar, mas eu parei, desci de cima dele e comecei de novo a mamar o pau enorme dele, ele me pegou pela nuca e enfiou tudo na minha boca, eu mamava como uma louca desesperada, queria que ele gozasse na minha boca, comecei a bater o pau dele na minha língua. Olhando pra ele e vendo como o olhar dele se perdia no que eu estava fazendo, coloquei ele na frente do meu rosto e comecei a bater ele nas minhas bochechas, perguntei se ele estava gostando e ele me disse que obviamente sim, coloquei de novo na boca, ele gritava e me dizia pra fazer devagar já que estava sensível demais até que ele me disse para eu montar nele de novo. Decidi mudar de posição, virei de costas, fui me sentando aos poucos nele, comecei a me mexer, a meter gostoso enquanto ele só observava, de vez em quando me dava uma palmada na bunda e eu me acabava no meu ritmo até que de novo o orgasmo dele estava quase chegando, falei que o meu também. Nessa posição de vaqueira invertida, enquanto eu me mexia ele também começou a fazer o mesmo, parei de me mexer e só me apoiei sobre as pernas dele deixando que ele com o pau me penetrasse e me fizesse o amor, ele disse que já estava vindo, que eu ajudasse, e foi aí que apoiada nas pernas dele comecei a rebolar até que os dois nos fundimos num único orgasmo que nos encheu de prazer até não poder mais. Quando terminamos ele me perguntou se eu tinha gostado, falei que sim, que sempre com ele eu me dava muito bem, perguntei se ele tinha pensado naquilo do ménage, ele respondeu que precisava meditar, mas que possivelmente aceitaria, disse que o baby doll tinha ficado muito bem em mim, falei que sim; que ficou um pouco apertado mas ele disse que era porque a esposa dele tinha peitos menores. A dúvida não me deixou, na minha ingenuidade, perguntei se por acaso o vibrador e o baby doll eram da esposa dele, ele respondeu obviamente que sim e que toda vez que ela colocasse aquele baby doll ele ia pensar que era eu, não sabia o que dizer, só ri, tirei e entreguei pra ele. Entrei no banheiro de novo pra me trocar, quando saí ele já também tinha se vestido, eram aproximadamente 8 da noite quando saímos da casa dele, ele me levou ao estacionamento que fecha às 9 da noite, viu quando eu subi na minha caminhonete e fui embora. Quando cheguei em casa, entrei pra tomar banho, obviamente meu marido já tinha dado o lanche pros meninos e só estava me esperando, me perguntando o que ele faz sempre que vou à terapia: se tinha corrido bem, o que a psicóloga tinha dito, se eu já ia parar de ir, respondi que ia continuar indo mas só uma vez por mês Como até agora, ele me disse que estava bem. Entrei pra tomar banho, não depois de ter dado um beijo enorme no meu marido, ainda com gosto de rola do Fidel, saí e a única coisa que fiz foi tomar um chá, pra poder dormir ainda mais gostosa. Espero que continuem me lendo, isso vai progressivamente, quero que vocês vão vendo como eu fui me consagrando numa verdadeira puta. Respondo seus comentários, um abraço pro Ricardo, da Argentina, grande amigo meu e que nunca perde nenhuma das minhas safadezas por escrito. Saudações.

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