Férias fora do comum 5

Dia 18. Terça-feira. —O que vocês estão fazendo acordados? —me surpreendi ao sair para a sala e encontrar meus três primos acordados. —A gente vai pra praia nudista, né? —soltou Jorge, me deixando surpresa. —A gente não tinha combinado nada —confirmei. —Bom, então a gente decidiu agora —insistiu. —Além disso, não. Não pode ser —me fechei na minha opinião. Na tarde anterior eu já tinha chegado à conclusão de que era melhor evitar passar um dia na praia todos pelados, mas meus primos insistiram. —Primeiro —argumentei—, não tenho a menor ideia de onde tem uma praia nudista. E segundo, não podemos ir porque vocês ficam com o pau duro—reclamei com os dois menores. —A gente podia ir na praia que a gente foi com o Jesus —soltou Ale—. Hoje é terça, suponho que vai ter menos gente que no fim de semana. —Verdade. Provavelmente não vai ter ninguém —acrescentou Jorge—, aí a gente pode ficar pelado. E se aparecer alguém a gente se veste e pronto. Meus primos estavam me dando dor de cabeça. Por sorte a gente não tinha carro próprio, então a proposta deles também não era viável. —Desculpa, gente, mas acho que sem carro isso é impossível —sorri, satisfeita. —Isso eu resolvo —soltou o cara de vinte e poucos anos antes de sair correndo, sem chance de eu replicar. Jorge não demorou pra voltar e voltou dirigindo um Ford Focus azul. De onde ele teria tirado aquilo? A verdade é que, por causa da insistência, comecei a me sentir mal por não dar o capricho pra eles. Pensei que provavelmente teria alguém na praia e me agarrei a essa ideia pra não acabar pelada junto com meus priminhos do jeito que minha tia os trouxe ao mundo, ou seja, peladões. —Tá bom —aceitei finalmente—, mas eu dirijo —fiz valer minha condição de adulta e responsável pelos meninos. Depois de carregar o carro com tudo o que era necessário pra passar o dia na praia, me sentei no banco do motorista. Estranhamente meu primo tinha deixado o motor ligado, mas logo descobri o motivo. Não tinha chave. O pequeno delinquente tinha roubado fazendo ligação direta! Instantaneamente me invadiu uma sensação de rejeição pela ação, mas rapidamente se transformou em um formigamento gostoso no estômago, provocado pela adrenalina de saber que, sem querer, estava sendo cúmplice de um crime. Minhas mãos tremiam. —Melhor você levar —ofereci a Jorge de má vontade, sem querer descobrir isso na frente dos irmãos dele. O safado me respondeu com um sorriso debochado. Sem dúvida não era a primeira vez que ele fazia algo parecido. —Não se preocupa —sussurrou pra mim em segredo ao passar do meu lado, sem parar de sorrir—, que quando a gente voltar eu devolvo. Não aliviou meu mal-estar irremediável. No entanto, me senti tranquila ao perceber a segurança com que o delinquente agia. Começava a descobrir uma parte do novo Jorge que estranhamente me agradava e eu não queria que se perdesse. A mistura de bondade do passado e de crueza do presente era explosiva. Sua inocência tinha ficado pra trás e a verdade é que eu já não sentia falta dela. Fizemos o trajeto de carro, atravessamos a trilha do bosque e descemos o barranco pra chegar à praia. Ao descobrir que estávamos completamente sozinhos, me invadiu uma sensação de aflição. Eu tinha aceitado chegar até ali com o que agora já não podia voltar atrás. Tive que assumir o que ia acontecer. Raúl e Ale correram pra escolher lugar e começar a se despir. —Meninos, lembrem de passar creme nas suas coisinhas! —gritei, observando o contraste da pele morena dos meninos com a cor esbranquiçada que predominava nas virilhas deles. Os dois pequenos me obedeceram enquanto o irmão deles e eu caminhávamos pela areia quente em direção ao lugar onde tinham deixado as toalhas. —Como você tem coragem de roubar um carro?! —reclamei, agora me dirigindo a Jorge, aproveitando que os outros não nos ouviam. —Aposto que você não sabe de quem é? —E o que importava isso!, pensei, me exasperando—. Da minha amiguinha —confessou com um gesto malicioso, me surpreendendo e provocando um sorriso idiota que, muito a meu pesar, não pude evitar. —Ele merece —concluí. Os dois menores, com os paus pulando em estado mole, já riam e brincavam, zoando sobre a nudez deles, quando Jorge e eu chegamos perto das toalhas. O vinte e poucos anos começou a se despir. —É uma sorte que estamos sozinhos —iniciou uma nova conversa. —Vai, não esquece de passar creme —ignorei, aproximando o frasco. —Por que você não me ajuda a passar? —me propôs, sorridente, recusando o pote que eu estendia. Dei uma olhada rápida no sexo do meu primo, que estava em completo repouso. Lembrei brevemente da noite que toquei nele e um pequeno impulso me empurrou a fazer o que ele pedia. De qualquer forma, já tinha assumido que certos roces iam ser inevitáveis. Virei o rosto rapidamente e, depositando um pouco de creme sobre os dedos da minha mão, enquanto controlava com o olhar os dois irmãos dele, passei o protetor solar sobre o púbis masculino. Sem dizer nada, abaixei a mão, espalhando o creme ao longo do pau de Jorge, acariciando-o. Basicamente estava masturbando ele. Era um toque mais que prazeroso. Notei o leve levantamento do membro carnudo ao mesmo tempo que escutava o aumento da intensidade na respiração do meu primo. Observei os dois pequenos se dirigindo para nós e soltei rapidamente o pau. —Termina de passar você mesmo —insisti, dando uma nova olhada para conferir que tinha ficado levemente duro. —Ann, você não se despe? —Claro —sorri, com umas vontades inusitadas de deixar eles boquiabertos. Ao sentir como todos os olhares se cravaram em mim, fui invadida por uma tremenda e inesperada sensação de regozijo. Comecei a me despir. Me livrei da camiseta, mostrando a parte de cima do biquíni de cor preta especialmente escolhido para tal ocasião. Tirei o pareô, descobrindo a parte de baixo combinando, em forma de fio-dental, deixando à vista grande parte da minha bunda. Assim ia esse diaFérias fora do comum 5Dei uma olhada nos meus primos, que me admiravam absortos, sem dizer uma palavra. Verifiquei que já tinham levantado as cocks do Raúl e do Ale, enquanto a do Jorge continuava a meia asta. —Você me ajuda com isso? —dirigi-me ao Ale, o único em quem eu confiava, me virando para permitir que ele desabotoasse a parte de cima como desculpa para oferecer a eles um primeiro vislumbre do meu cuzinho empinado. Ouvi os cochichos dos garotos enquanto, de rabo de olho, observava meu primo, tímido como sempre, dando um passo inseguro à frente. Sem falar e com o rosto pintado de vermelho, ele se aproximou de mim. Antes que suas mãos trêmulas alcançassem meu biquíni, teve outra parte do corpo dele que chegou antes. A cock dele me bateu numa das bundas kkkk. —Ale! —reclamei, rindo. —Desculpa… —Controla essa coisa tão grande, macho… —repreendi ele de brincadeira, pois tinha certeza de que tinha sido sem querer, mas a cock dele estava muito perto do meu rabo. O adolescente puxou o nó do biquíni, fazendo com que ele escorregasse pelo meu corpo até cair na areia. Me virei, ficando novamente de frente para os garotos para mostrar a eles a ostensiva liberdade das minhas tetas. —Posso tirar a parte de baixo? —soltou o Raúl com voz de dó, me fazendo rir às gargalhadas, o que fez meus seios dançarem sob o olhar atento dos meus primos, que não tiravam os olhos de mim. Depois de recusar a proposta do pequeno, com todo cuidado para não mostrar mais do que devia, me livrei da única peça que me restava, me agachando com o rabo inclinado para abaixar a calcinha até meus tornozelos. Se alguém estivesse atrás de mim teria curtido o espetáculo que eu estava dando, bom, o Ale já tinha tido a sorte de me ver toda kkkk, um belo close da minha buceta levemente molhada.bumbuns— Se quiser, posso passar creme aí — me surpreendeu Ale, com o rosto em chamas olhando na direção do meu baixo ventre. — Obrigada, é melhor eu mesma passar — sorri docemente para ele. Já estávamos os quatro nus. A manhã transcorreu cheia de olhares indiscretos, insinuações divertidas e alguma mãozinha aqui e ali durante o tempo que ficamos na água. Eu curtia tanto a visão dos meus primos jovens quanto os roces intencionais que a gente se dava mutuamente. Mas o que mais me surpreendeu foi descobrir que eu gostava muito mais do que imaginava de me sentir observada. Durante o almoço, sentamos formando um círculo ao redor dos potes que tínhamos preparado antes de sair. Eu, imitando a pose de uma sereia, sentada meio de lado com as pernas levemente esticadas e completamente seladas para não mostrar mais do que devia, já estava começando a me acostumar com a paisagem e não me incomodava comer enquanto observava os caralhos dos meus primos, que eram bem grandes. O do Jorge estava descansado sobre uma das coxas e, de vez em quando, conforme ele se mexia, o piercing refletia os raios do sol, me deslumbrando. O caralhão do Ale, que estava na minha frente, se encontrava em estado meio mole, mas de vez em quando ganhava certo volume, coincidindo com os olhares luxuriosos que ele me lançava disfarçadamente. O pequeno continuava de pau duro e, com as pernas completamente abertas, tinha as bolas enormes incrustadas no chão ardente. Eu me admirava que ele não se queimasse e ria por dentro pensando que talvez ele devesse ter as bolas mais quentes que a própria areia. Incomodada com a postura, me remexi, reparando no pequeno sobressalto que o caralho do Ale deu. Percebi que o motivo tinha sido o mínimo instante em que eu tinha separado levemente as pernas. Pensei que era impossível que o garoto tivesse visto alguma coisa e intuí que a imaginação tarada dele estava à mil. Travessa, me mexi de novo, repetindo o gesto, com idêntico resultado. A enorme rola do Ale voltou a cambalear. Sorri, mudando de posição. Me coloquei reta na frente do meu primo tímido, que contemplava minhas manobras com expectativa. Continuava sentada com as pernas completamente fechadas, mas agora as tinha recolhidas com os joelhos mais ou menos na altura dos meus peitos. Dissimuladamente, bem devagar, comecei a separar os pés. A rola do garoto crescia ao mesmo tempo que minhas coxas se distanciavam. Passados uns longos segundos, comecei a sentir a leve brisa refrescando meus lábios vaginais, sinal de que minha buceta lubrificada devia estar à vista do meu primo, que já tinha o pauzão a ponto de explodir. Juntei os joelhos de repente, impedindo a visão dele e contemplando o susto estampado no rosto do Ale. Estava me divertindo demais. À tarde decidi ficar tomando sol enquanto os garotos tomavam banho. Foi nesse momento, deitada de costas, que comecei a remoer tudo o que estava acontecendo. Tinha consciência de que meu comportamento não era o mais adequado, mas o formigamento constante que sentia no estômago me dizia o contrário. Estava voltando a experimentar sensações vividas nos meus primeiros anos de puberdade, quando comecei a descobrir o sexo. Me virei, ficando de bruços, enquanto minha cabeça continuava a mil. Me coloquei no lugar dos meus primos e, fazendo minhas as palavras do Jesus, pensei que eles nunca tinham vivido uma situação assim, pelo menos os dois menores. Não acreditava que para eles nada do que levassem daquele verão fosse algo exatamente ruim, muito pelo contrário. Essa ideia me reconfortava. Eu me divertia e eles curtiam a melhor experiência de suas vidas. Envolvida nos meus pensamentos, não percebi que os garotos tinham voltado e, sentados em suas toalhas, contemplavam minha nudez. — A água estava boa? — perguntei, virando o rosto para dar uma olhada para trás, onde estavam meus primos. — Não tanto quanto você —me cantou Raúl, me provocando um sorriso sincero. —Bobo… —Foi um dia fabuloso —afirmou Ale. —Mas ainda não acabou… —me surpreendi com a minha própria resposta. Fez-se silêncio. Virei o rosto de novo, recuperando a posição natural. Mesmo sem vê-los, sentia os olhares dos meninos cravados no meu rabo. Por um instante me retraí, pois até aquele momento eles não tinham tido uma visão tão direta da minha anatomia feminina. Mas em poucos segundos comecei a sentir um up de autoestima, provocado pela sensação de me sentir tão desejada. Comecei a brincar com os pés, enterrando-os na areia antes de dobrar os joelhos, levantando-os. Dissimuladamente, afastei um pouco as pernas, deixando que os pequenos começassem a intuir o que havia ali no meio. Abri ainda mais, sem exagerar na promiscuidade, mas o suficiente para que pudessem ver meu rabo e a buceta, que já babava de excitação. Os supostos olhares maliciosos dos meus primos me deixavam a mil. Fiquei um tempo naquela posição, sem parar de brincar com os pés no ar para disfarçar, quando um som curioso quebrou o silêncio que acompanhava o barulho do mar ao fundo. Me concentrei no ruído, começando a intuir que provavelmente um dos meus primos estava se masturbando. Virei na hora. —¡Raúl! —reclamei ao ver o pequeno se masturbando. Levantei rápido, confusa e levemente irritada. —Já era hora. A gente vai embora! —me irritei. Antes de pegar as coisas para me vestir, observei que meus outros dois primos estavam de pau duro. O do Ale era normal, mas me deu um quentinho no coração saber que o Jorge tinha gostado do belo espetáculo que eu tinha dado e de me ver a buceta, onde parece que eles adorariam estar dentro e eu adoraria que eles estivessem dentro. —¡Vamos! —apressei eles. —Ann, agora não vem se fazer de mártir —me respondeu o vinteão, levantando com desânimo. Ia responder, mas não tive coragem. A verdade é que ele tinha razão. Eu tinha provocado eles e isso tinha feito com que o pequeno começou a se masturbar. Mesmo assim, eu tinha que manter as aparências. Então, continuei me fazendo de ofendida, pois para eles eu precisava parecer uma dama. Ri com essa ideia. A verdade é que eu estava sendo meio puta. Uma vez no apartamento, à noite, antes de entrar no chuveiro, mandei cada um dos meus primos de volta para suas respectivas camas, pois pretendia dormir sozinha de novo. No entanto, ao sair do banheiro do quarto do casal, encontrei o pequeno deitado no lugar de Jesús. —Posso saber o que você está fazendo? —reclamei. —Não consigo dormir… —E o que você quer que eu faça? Anda, volta pra outra sala. O garoto, que estava de lado, me olhando, se mexeu, ficando de barriga pra cima. —Minha nossa, pequeno! Embora tivesse visto ele nu o dia todo, me surpreendi ao notar a ereção que se destacava claramente sob o lençol fino. Será que não tinha baixado em nenhum momento? Quantas horas seguidas ele estaria de pau duro? Comecei a me preocupar um pouco. —Posso ficar? —insistiu. Pensei em pedir pra ele ir se aliviar, mas suspeitei que se ainda não tinha feito, é porque não queria. Deitei na cama, ao lado dele. —Se você prometer fechar os olhos e tentar relaxar. Você vai ver como passa… —Tá. —Tá. Apaguei a luz, me virando pra ficar de lado, de costas pra ele. —Ann… —O quê? —Não consigo relaxar. —É cedo. Não pense em nada. Deixe a mente em branco. Você vai ver… — fui baixando o tom de voz aos poucos. —Ann… Não respondi. E, depois de uns cinco minutos de silêncio, pensei que Raúl finalmente teria se acalmado. —Ann… Estava me deixando nervosa. Continuei sem responder. —Annete… —Pequeno, dorme —reagi imperativamente. —Não consigo dormir… —Ai, Deus! Cansada, acendi a luz, me virei pro meu primo e tirei o lençol que o cobria. Peguei o calça de moletom pela cintura e puxei, revelando o falo ereto do pequeno. Soltei a peça e, impulsionada pela atitude insistente dele, envolvi o tronco do pau com a mão, começando a masturbar ele pra aliviar de vez. Mas como ela tava grossa! Quase não conseguia abraçar ela inteira. Os olhos do meu primo viraram enquanto eu tava masturbando ele.praiaCertamente, se tivesse pensado por um instante, não teria feito. Mas já não havia como voltar atrás. Ele tinha conseguido me enlouquecer e a única coisa que eu queria era que o pequeno se calasse e dormisse. O pau do Raúl estava tão duro quanto na primeira vez que toquei nele no chuveiro. A diferença é que desta vez pude me deliciar com o toque, embora não tanto quanto eu gostaria. Em apenas alguns segundos, o garoto começou a tremer. —Xiu… calma —tentei acalmá-lo, parando de tocar o pênis dele, que se contorcia descontroladamente enquanto eu massageava com delicadeza as bolas desproporcionais. Mas o garoto inexperiente não aguentou mais. Não conseguiu controlar o prazer que eu tinha provocado e começou a ejacular sobre o próprio corpo. Fiquei absorta vendo o pequeno gozar, soltando quantidades enormes de porra, condizentes com o tamanho das bolas gigantes dele. Quando meu primo começou a recuperar a respiração compassada, levantei da cama, me retirando para o banheiro.praia nudistaVoltei com uma caixa de lenços umedecidos. Sentei ao lado do pequeno e comecei a limpar o sêmen da barriga dele. A maior parte do esperma aguado tinha se acumulado no baixo-ventre, então com uma mão afastei o pau, já meio murcho, colocando-o para o lado natural, e com a outra limpei toda a área. — Já está mais relaxado? — Sim. Obrigado, Ann. — Isso foi só pra você conseguir dormir. Está claro? — Raul assentiu com a cabeça. Mas agora quem não conseguia dormir era eu. Dez minutos depois eu estava deitada ao lado do meu primo, com os olhos arregalados na escuridão da noite de verão. — Pequeno… Mas o menino já dormia. Dia 19. Quarta-feira. — O que você tá fazendo, meu amor? — Ora, o que eu vou fazer, trabalhar — respondeu Jesús com claros sinais de desânimo. — E quando você vem? — Você já sabe. Sexta, quando sair do trabalho. — Ah, caramba! E não pode ser antes? — reclamei, forçando um tom de pena. — Quem dera eu pudesse — imitou minha entonação. — Você sabe o quanto eu te amo, né? — Claro, amor. — Tô com saudade… — E eu de você. Mesmo sem poder vê-lo, imaginei ele sorrindo. Isso me deu uma certa paz interior. Ainda não acreditava que na noite anterior tinha feito uma punheta pro menor dos meus primos. Mas é que o garoto tinha ficado muito insistente. Ou pelo menos era isso que eu repetia pra mim mesma, uma e outra vez. A conversa telefônica no começo da manhã, enquanto Ale ajudava o Raul com a lição de casa, me fez bem. Eu precisava falar com meu marido pra dizer o quanto o amava. Obviamente isso não tinha mudado, por mais que eu tivesse curtido vários amassos com os garotos. Por sorte minha, apesar de tudo que aconteceu, meus primos agiam com naturalidade. Parecia que a gente nunca tinha se visto pelados, e isso me reconfortava. Também não tínhamos perdido a cumplicidade e a confiança que tínhamos conquistado. Tudo isso ajudava a considerar que o que rolou com o pequeno não tinha sido nada mais que um deslize ao qual eu não devia dar maior importância. Decidi que era preciso voltar à normalidade, então passamos a manhã na piscina e à tarde fomos à praia. No entanto, embora Jorge tivesse saído de novo, dessa vez eu não pretendia esperá-lo acordada e, assim como nos últimos dias, minha intenção era não dormir acompanhada. —Hoje é a minha vez de dormir com você —avisou Ale. —Desculpa, mas hoje durmo sozinha, que ontem à noite o pequeno já se enfiou na minha cama de surpresa —sorri, tentando não dar importância. —Pois não acho justo —reclamou o garoto. —Ale, querido —tentei ser carinhosa para que ele não ficasse bravo—, não existe nenhuma regra escrita dizendo que vocês precisam dormir comigo —tentei dar meu melhor sorriso. —Mas eu quero! —emburrou-se, corando e fazendo com que eu finalmente cedesse. Embora tivesse medo de dormir de novo com algum dos meus primos pelo que pudesse acontecer, por sorte Ale era muito mais acanhado que o pequeno e, uma vez na cama, não abriu a boca nem se mexeu um milímetro até dormir. Fiquei tranquila. Devia ser de madrugada quando acordei. Estava de lado, de costas para meu primo, estava com um shorts bem curto tipo cueca e um top, meu primo dormia com a mão apoiada no meu quadril. Sorri, imaginando com o que Ale poderia estar sonhando. Ia afastá-lo quando, de repente, o pequeno se mexeu, roçando sutilmente em mim. O gesto inesperado me fez duvidar se ele realmente estava dormindo. O carinho não parou e decidi esperar para ver o que acontecia. A mão do meu primo subiu bem devagar pelo meu lado, até encontrar meu braço, bem perto da minha axila. O garoto mudou a direção e foi em direção ao meu peito. Não podia acreditar! Ele ia me apalpar enquanto dormia? E como fez. O pirralho amassou com delicadeza uma das minhas tetas que estava debaixo do meu top de alcinha sem sutiã.infielFiquei em choque. Embora seja verdade que eu mesma tinha permitido que ele fizesse isso com a desculpa de passar creme em mim, de jeito nenhum esperava que ele fizesse às escondidas enquanto eu dormia. Os alarmes acenderam na minha mente quando pensei se ele teria feito isso outras vezes durante as duas semanas em que estávamos dividindo a cama de forma intermitente. Fui invadida pela estranha sensação de não saber se me sentir violada na intimidade me incomodava ou o contrário. O garoto enfiou a mão por baixo do meu top, me trazendo de volta à realidade do que estava acontecendo e entrando em contato direto com meus peitos. Ele roçou a pele sensível das aréolas, fazendo com que as carícias começassem a surtir efeito. Senti como os mamilos ficavam duros. De repente, Ale se afastou com certa pressa, não sei se alertado por algo. O certo é que meu coração batia tão acelerado que fui incapaz de perceber se tinha acontecido algo além das passadas incestuosas. Passaram alguns minutos de tranquilidade quando pensei que tudo tinha acabado. —Ann… —sussurrou de forma quase imperceptível. Senti a mão que se acomodou sobre minha bunda, massageando-a suavemente. Parece que a sessão ainda não tinha terminado. Ouvi meu primo murmurar, mas não entendi o que ele dizia. E de repente, notei um dedo roçando minha virilha. Reprimi o grito repentino devido ao susto, pois não esperava por isso. —Quero ver sua bucetinha de novo… consegui ouvir. Agora sim entendi e de jeito nenhum esperava o comentário obsceno inaudito do meu primo tímido, mas o certo é que o tom grotesco me incendiou. Lembrei como abri as pernas para ele na praia e imaginei Ale com o rosto desfigurado como naquela vez. Gemi levemente pela excitação, sem poder evitar. O garoto parou instantaneamente, intuí que assustado pelo meu soluço. —Você gosta do que eu faço com você, prima? —murmurou após longos segundos de silêncio, se introduzindo pela abertura da perna do meu short folgado—. Você é muito gostosa. Não tive tempo de me sentir mal pela forma como ele tinha me chamado quando notei o dedo de Ale remexendo nas minhas partes íntimas, até que ele conseguiu enganchar meu shorts e puxar de leve. Pensei que ele devia estar excitado demais, porque já estava se arriscando mais do que devia. Com tanto roçar, minha vontade também não ficava atrás, então decidi ajudá-lo antes que ele puxasse com muita força minha calcinha, tornando impossível continuar me fingindo de dormindo. Movi a perna de leve, deixando ele finalmente alcançar o objetivo. O garoto tinha afastado meu shortinho e a calcinha, deixando à vista minha buceta depilada. Ouvi ele inspirar. —Caralho… —balbuciou mais alto do que devia—. Uhm… como tua buceta cheira! Fiquei vermelha, sentindo minha buceta ficar molhada. Meu primo se remexeu de um jeito suspeito, então, com medo do que ele pensava em fazer, decidi pará-lo de vez, não sabia se o plano dele era me penetrar ou o que planejava. Mas antes de fazer isso, notei que algo se esfregava contra meu cuzinho entre as nádegas. Aquilo era o pauzão do meu primo? Me assustei bastante, pois tinha minha buceta lubrificada relativamente à disposição dele, se ele quisesse, o pau dele entraria com muita facilidade. Assustada e nervosa, com o clitóris pulsando no ritmo das batidas do meu coração, deixei cair um braço disfarçadamente, me interpondo nas possíveis intenções dele e fazendo minha mão entrar em contato com o pau adolescente. Fiquei quieta, expectante, ainda me fingindo de dormindo. Ale ficou imóvel, suspeitei que novamente assustado com meu gesto, mas não demorou a aceitar meu convite sutil. Ele pegou meu braço e, com muita delicadeza, o aproximou da virilha dele. Eu deixei a mão morta, sentindo ele esfregá-la no pau duríssimo dele. A tentação era tão grande quanto o pau dele, então, depois de alguns roces, não aguentei mais. Peguei ele. Ale gemeu. —Ah… me bate uma punheta —ele sussurrou no meu ouvido. Duvidei se ele já tinha consciência de que eu estava acordada, então que fiquei novamente parada, sem saber muito bem como agir. Foi ele quem começou a se mover, fazendo seu enorme falo deslizar entre meus dedos, que aos poucos foram acompanhando seu ritmo, seguindo suas investidas. Não demorei a me soltar, acariciando o pauzão já com total descaramento. Me virei, ficando de frente para meu primo, que tinha uma expressão desfigurada. Quase dava medo. Sorri para ele, tentando transmitir confiança, e comecei a masturbá-lo. Senti como as enormes veias do tronco se achatavam devido à pressão dos meus dedos. Estiquei a pele, revelando a glande. Ale começou a gemer alto demais e não tive outra opção a não ser tapar sua boca enquanto fazia "shhh". —Se você não se acalmar, não vou conseguir continuar — avisei, parando a masturbação. Você gosta? Se acalma, podem nos ouvir. O garoto confirmou com a cabeça. Tirei a mão da boca dele e prossegui a masturbação, fazendo o menino voltar a soluçar efusivamente. Parei novamente, olhando para ele com cara de circunstância. —É que… eu gosto demais —ele me fez sorrir. Fui invadida por um sentimento de ternura que, misturado com o cheiro sujo de pau que começava a chegar ao meu nariz, me impulsionou a lhe dar algo que ele nunca esqueceria. —Então, se isso te agradou, agora você vai curtir mais isto —avisei. Tapando sua boca novamente, me agachei em direção à virilha do menor de idade. O aroma de masculinidade do meu priminho chegava às minhas narinas com mais intensidade à medida que eu me aproximava. Coloquei a língua para fora e dei a primeira lambida. —¡Oh! —o gemido descontrolado de Ale se perdeu entre meus dedos. —Shhh… —tentei acalmá-lo, antes de dar uma segunda lambida. O falo tinha um gosto tão bom quanto o cheiro. E era tão grande! Meu primo se contorcia de prazer, babando na minha mão. E eu adorava que ele curtisse tanto graças ao meu bom desempenho. Sem dúvida, isso me animava a continuar. Fechei os olhos, abri a boca e comi tudo. Os centímetros de pau iam passando pelos meus lábios em direção à minha garganta. Eu amo garganta profunda, então busquei meu limite. Quando a glande roçou minha campainha, me dando ânsia de vômito, ainda devia faltar uns três dedos de rola aproximadamente. Pigarreei. Aguentei naquela posição, passeando minha língua pelo tronco pra brincar com as veias enormes que se mexiam de um lado pro outro enquanto alguns dos pelos pubianos safadinhos do garoto me faziam cócegas no canto dos lábios.primosAle se retorceu, me atingindo no fundo da garganta com o pau e me provocando um colapso respiratório. Abri a boca, asfixiada, buscando um mínimo de ar, quando senti o calor que começava a inundar minha cavidade bucal. O copioso esperma do menor me fez tossir, fazendo o líquido leitoso transbordar, saindo da minha boca junto com minha baba, alguns pelos e o enorme pau que não parava de jorrar esperma, me respingando na cara. A bagunça não foi pequena. Além do par de jatos de porra escorrendo pelo meu rosto, manchamos a cama e o corpo de Ale ficou completamente cheio de esperma. Enquanto ele estava deitado, eu estava limpando o esperma do corpo e do pau dele com a boca, enquanto fazia isso ele fez algo mais atrevido, eu estava com as nádegas pra cima, enquanto eu continuava chupando o pau dele, com a mão ele começou a acariciar minhas nádegas, eu também comecei a gemer a tal ponto que ele começou a enfiar os dedos na minha buceta pra depois levar à boca. - Que delícia você tá, Ann, que sorte a do Jesus de poder te comer. Ao terminar de mamar o pau dele, subi e beijei meu primo com paixão com restos do esperma dele, estava em cima dele, sentia o enorme pau dele bater na minha buceta, enquanto nos beijávamos comecei a sentir como Ale apoiava o pau na entrada da minha buceta buscando me penetrar e enfiar o pau e justo quando ele ia meter, agarrei o pau dele com a mão e desmontei. - Não, Ale, isso já é demais, suficiente chupar ele. - Vai, Ann, deixa eu te penetrar, seria minha primeira vez e você tá gostosa demais - não, isso já é muito - tá bom, já que... O garoto teve que tomar um banho. Enquanto isso, eu me encarreguei de trocar os lençóis. Também aproveitei pra colocar uma calcinha limpa, porque a que eu estava tinha ficado encharcada. Quando meu primo saiu do banheiro, eu já estava me fingindo de dormindo. Sentindo na boca o gosto agridoce da gozada, meu rosto queimava de vergonha pelo que eu tinha feito. Na verdade, eu não sabia se conseguiria olhar pra ele de novo. no espelho. No entanto, ao notar a presença masculina se deitando ao meu lado, as pulsações dispararam e voltei a sentir as reclamações do meu clitóris. Queria foder. Me perguntei o que Jesus estaria fazendo.

2 comentários - Férias fora do comum 5