Férias fora do comum 6

Dia 20. Quinta-feira. Por sorte o Ale já tinha levantado quando eu acordei. Não tinha falado com ele sobre o que aconteceu, então um mal-estar tremendo me envolvia. Tentei me convencer de que o garoto não diria nada, pois também não me via com coragem de encarar uma nova conversa com ele. É que eu tinha feito um boquete nele! Não podia acreditar. Atormentada, deixei o tempo passar, levantando mais tarde que o de costume. Quando saí para a sala, dei de cara com o Jorge, que estava vendo TV. Os dois pequenos brincavam na água da piscina. Me joguei ao lado do vinte e poucos anos, desmoronada, em completo silêncio. — Bom dia — me cumprimentou sem tirar os olhos da televisão. — Bom dia — respondi com certo desânimo. — O que há com a rainha da casa? Sorri de leve, sem muita vontade. — Jorge… você acha que eu agi bem esses últimos dias? Agora foi ele quem sorriu, mas não disse nada. — Tenho que te confessar uma coisa… — prossegui, precisando tirar de cima o mal-estar que me corroía por dentro. — Vamos ver se eu adivinho… Fiquei expectante, incapaz de acreditar que ele pudesse saber o que me causava aquele peso. — Você fez uma masturbação no pequeno e um boquete no Ale. Fiquei surpresa. Meu rosto devia refletir o espanto ao descobrir que provavelmente meus primos tinham contado tudo para o irmão mais velho. — Eles te contaram? — quis me certificar. — Você os deixou impressionados — riu —. Falam maravilhas de você e da sua boca. — Ai, minha nossa, Jorge, mas o que eu fiz! — Meus lamentos provocaram gargalhadas do vinte e poucos anos. — Ué, se divertir. E, principalmente, fazer eles passarem um bom momento. Eles adoraram ter aquele momento com você, o Ale está louco, queria meter em você. Essa era a única ideia a que eu podia me agarrar para aceitar o que tinha acontecido. Me reconfortava falar com o mais velho dos meus primos, então aproveitei para explicar os motivos que me tinham levado a fazer o que fiz. Já tinha confessado ao Jorge que meu marido não me satisfazia as expectativas sexuais, Então não estranhei que ele me dissesse que eu estava há vários dias mais saída do que de costume. Entre isso e a testosterona fogosa da qual eu estava cercada o dia todo, eu tinha me deixado levar, cometendo as loucuras das quais claramente me arrependia. —E me diz, como você está com... o tesão? —ele me perguntou sem nenhum pudor. —Jorge! —reclamei, dando um tapa brincalhão no ombro dele, pois já me sentia muito mais animada. —Vamos ver, eles se aliviaram, mas você... —Eu não —suspirei—. Ainda estou esperando o Jesus me pagar o que é meu —sorri, começando a agir com certa malícia. —E o que acontece se ele não cumprir? —Uf! —bufei—. Acho que eu teria um troço —fiz uma careta divertida, tentando tirar o peso da situação. —Bom, se isso acontecer, a gente ainda pode fazer algo juntos. Quê?! Meu primo tinha acabado de se insinuar descaradamente? Não soube como reagir e simplesmente sorri como uma idiota. Refleti por uns instantes e... sim, a ideia me deixava com tesão. Então tratei de apagar esses pensamentos malucos e desejei que no dia seguinte meu marido estivesse à altura. —Ele vai cumprir —concluí finalmente, tentando aparentar uma segurança que não era real. Jorge riu. —Se você achar que a espera está se prolongando, a gente vai conversando —ele piscou pra mim antes de se levantar e sair pra fora com os dois menores. Ele me deixou de pedra. Uma pedra pela qual corria um riacho que me molhava a calcinha. As insinuações do Jorge tinham me deixado a mil uma vez mais, e não sei quantas já tinham sido durante o verão. Bufei e me levantei, me colocando a fazer tarefas domésticas pra me distrair. Não queria sair pra piscina. À tarde voltamos a ir à praia. Lá estava o quarentão com quem tínhamos coincidido na segunda-feira de manhã. O muito adorável tinha mudado o horário só pra me ver de novo. Depois de implorar pro Jorge se comportar, dissuadindo-o da ideia de mandá-lo pra casa na base do soco, aproveitei a presença do desconhecido pra evitar entrar na água com meus primos, ficando na areia conversando com ele. O homem me falou de vários assuntos, mas ele fez questão de deixar claro o quanto o casamento dele estava arruinado. Não quis entrar em detalhes sobre a minha vida pessoal. Não sei por que caralho tinha intuído que Jorge não sairia naquela noite, mas me enganei. Fiquei levemente decepcionada. Talvez tivesse dado como certo que, faltando um dia para a chegada de Jorge, o garoto se esforçaria mais pra me seduzir. Não é que eu quisesse que ele fizesse isso, mas por algum motivo estranho eu já tinha me acostumado com a ideia. O bom é que aproveitei a ausência do mais velho pra ter uma conversa com os dois menores. Sem entrar em muitos detalhes, tentei explicar pra eles os motivos pelos quais tinha rolado o das duas últimas noites. Centrei meu argumento nas necessidades deles e na minha boa fé em fazer um favor pra eles. Logicamente omiti tudo referente ao meu prazer pessoal. Os garotos pareceram entender, então só me faltava uma coisa, a mais importante talvez. Ninguém, absolutamente ninguém mais devia saber o que tinha acontecido. O menor replicou, mas eu o convenci argumentando que, caso Jorge descobrisse, não poderíamos fazer mais nada parecido. Não é que eu pensasse em fazer, claro, mas servia pra manter a boca deles fechada. Pelo visto, eu tinha resolvido uma crise. Meus dois primos dormiam no quarto duplo e Jorge ainda demoraria pra chegar. Eu estava cansada, mais mentalmente do que qualquer outra coisa, então fui pra cama. Pensei que era melhor evitar qualquer tipo de tentação com o cara de vinte e poucos anos. —Vero… Estava meio dormindo quando ouvi a voz do mais velho dos meus primos enquanto ele entrava no quarto. —Ann, tá acordada? —Não… bom… agora já tô… O garoto se deitou do meu lado. —Sabe que…? Tô muito excitado… Senti como ele se aproximava do meu corpo. —Jorge… —reclamei, afastando ele de mim sem muito empenho. —Vamos, Ann, se a gente tá os dois na necessidade… além do mais, com esse shorts dá pra ver que teu rabo tá muito gostoso, dá pra ver as nádegas e com esse tesão você me deixa louco Não soube se ele tava brincando, mas me fez rir. O garoto começou a me acariciar o quadril, ao que parece, sem maiores pretensões. —Mas você não vê que não pode ser? —Deixa rolar… você não precisa fazer nada —ele sorriu pra mim, me mostrando um rosto tremendamente sedutor, eu faço pra você. —E o que você pretende? —sorri. —Hoje à noite eu te faço o favor, pra você se aliviar de uma vez e baixar essa tesão. Ele me fez rir. —Você tá louco. —Você não precisa nem me tocar. Ele estava me convencendo. Com meus outros dois primos eu tinha sido muito proativa e isso tinha me atormentado, me sentindo completamente culpada pelo que aconteceu. Mas Jorge me propunha outra coisa. Eu podia me fazer de morta enquanto ele… —Mas o que você quer fazer comigo? —Quero comer sua buceta e seu cu —ele soltou enquanto passava a acariciar a parte interna das minhas coxas. Uhm! Abafei o gemido. Só de ouvir a proposta lúbrica do meu primo fez com que eu começasse a lubrificar. Hesitei um instante e meu silêncio momentâneo ele deve ter tomado como um sim, pois Jorge agarrou meu short e puxou, me deixando de calcinha fio-dental. —O que você tá fazendo?! —reclamei. Era o momento chave. Ou eu parava ele agora ou não teria volta. Logicamente eu ia detê-lo quando de repente ele me agarrou pela cintura, me virando. Sem possibilidade de reação, fiquei de bruços, completamente escancarada, com meu primo entre minhas pernas. O garoto baixou minha calcinha, deixando a peça na altura dos meus joelhos e enfiou a cabeça entre minhas nádegas. Ai, Deus! Quanto tempo fazia que não me faziam um cunilíngua? Jorge tinha feito em raras ocasiões e somente no nosso começo. Senti a língua do meu primo entrando entre as dobras da minha buceta e me provocando uma prazerosa sensação de submissão. O ritmo das lambidas era bom. Talvez até demais. Em apenas alguns segundos ele me tinha à beira do orgasmo e achei que ia gozar quando ele me comeu o ânus, enfiando a língua no meu cu, não consegui evitar gemer e ele obviamente percebeu porque enquanto chupava meu cu apertava minhas bundas e eu abria mais as pernas pra que ele ia entrar mais. Mas que filho da puta! Ele me tinha na mão. Naquele momento eu teria feito qualquer coisa que ele pedisse. E ele sabia disso. Por isso parou.

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