Irmã na night

Sempre tive vontade na minha irmã, cada vez ela ficava bem gostosa. Passaram-se os anos, eu tinha que fazer com minha irmã, eu a espiava, não sabia como comer ela, só aproveitava quando ela voltava bêbada pra tocar nela, mas se eu tentava algo mais, tipo tirar a calcinha, ela se mexia e eu ficava com medo de ela acordar.
Assim os anos passaram, eu já estava na faculdade, e ela também já estava entrando na faculdade.


Uma noite decidi visitá-la no quarto dela lá pelas 11 ou 12 da noite, ela normalmente não fechava a porta, dessa vez decidi tocá-la sem que estivesse bêbada, só dormindo, no começo comecei só a levantar o cobertor e tocar a perna dela, acariciava, e ela se mexia. aí eu me assustava e saía de lá. Depois decidi fazer de novo uns dois dias depois, e o mesmo, tocava a perna dela, acariciava o corpo dela, e o mesmo, ela se mexia de novo, e assim se repetiu muitas vezes, às vezes eu ia quando me sentia com muita confiança pra tentar de novo, passaram os meses e assim avançava aos poucos, minhas visitas noturnas se tornavam frequentes, tocava as pernas dela, acariciava todo o corpo dela (esclareço que às vezes ela dormia de pijama e às vezes não), até que um dia comecei a acariciar a bunda deliciosa dela, e ela não se mexia, e até aí, até que vários dias depois me animei a baixar o pijama dela e comecei a meter minha mão por baixo da calcinha e comecei a dedá-la nos lábios deliciosos e aí ela se mexia, assim passavam semanas. e daí de novo eu a visitava e o mesmo, chegava, dedava ela, nessa época comecei a levantar a perna dela e me deitava ao lado dela e colocava a perna dela sobre mim e ela deitada de barriga pra cima, era muito complicado, eu não parava de tremer, porque ela podia acordar ou se mexer, mas não acordava, depois com minha mão colocava a calcinha de lado e tentava roçar meu pau nos lábios vaginais dela, e eu conseguia mesmo, depois ela se mexia e nessa hora eu não queria sair de lá, se não eu ficava parado, passava uns 5 ou 10 minutos, começava com meus roces na buceta dela, era tão delicioso até naquele momento, depois de terminar eu batia uma e assim acabava o assunto, voltava vários dias depois, o mesmo, até que um dia me veio à cabeça baixar a calcinha, era muito complicado, mas de alguma forma eu tirei, agora era mais fácil roçar meu pau nela, com uma das pernas dela em cima de mim e eu de lado, ela já não se mexia, nem nada disso, dormia profundamente, entre roça e roça meu pau começou a entrar dentro da buceta, era tão delicioso, como não se podia tão facilmente, só entrava a metade do meu pau, mas já era alguma coisa, assim passava um par de horas dentro dela, e a gente fica viciado, cada vez que eu a visitava sempre chegava a penetrá-la embora não totalmente mas sim, assim passou meses, e ela parecia já não se incomodar ou já não se mexia como antes como se acordasse, até que um dia já não gostei de penetrá-la dessa forma, então abri completamente as duas pernas dela completamente nua e óbvio já tinha esquentado a buceta dela e ter colocado pelo menos a metade do meu pau, decidi ir além, aí subo em cima dela, outro tempo peguei meu pau e passei na entrada dela estando em cima dela e sentia como aquela buceta estava muito quente, e já não aguentei e coloquei quase toda, e aí senti como ela deu um suspiro profundo e aos poucos coloquei toda, assim fiquei uns 30 segundos ou mais, parecia o paraíso, foi tão incrivelmente delicioso, o melhor que existe, nem com minha namorada sentia isso, e bom comecei a bombear (tira e põe), assim fiquei comendo ela por uns 40 minutos ou talvez mais não medi o tempo, já não parava de comer ela era tão delicioso, só quem já fez sabe do que estou falando, depois pensei em gozar dentro, mas decidi tirar fora na carinha dela, minhas visitas foram mais constantes e sempre acabava comendo ela, eu acho que ela sentia a muito puta. Até aqui meu relato, na próxima conto pra vocês se quiserem saber como ela e eu um dia comemos estando acordada, mas isso é outra história e depois. E desculpa por enrolar mas tinha que contar como foi exatamente, como sabem a paciência compensa.

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