espero que vocês curtam essa história
Com a Laura descobri o prazer que se sente sendo corno, existem muitos tipos de cornos, acho que eu cheguei a ser o corno número um, a posição que muito poucos alcançam, só os verdadeiros perdedores podem aspirar chegar, gozar se sentindo um fracassado não é pra qualquer um, isso eu jamais acreditei que pudesse me acontecer e tudo graças à minha amada Laura, uma mulher dominante que me conduziu ao fracasso até conseguir me fazer perder a pouca hombridade que apesar de tudo eu tinha, vamos começar pelo início, demorei demais pra conseguir uma namorada, meu relacionamento com a Laura aconteceu graças ao meu amigo José que já tinha se cansado de comer ela e me contava como era fácil comer ela
José olha pro Oscar, se você não pegar essa mina agora, não pega nunca mais, no bairro já comeram ela toda
Tão puta és
José, você vai ver, vem aqui em casa neste sábado, mas ó, me dá uma grana pra comprar o churrasco
claro que eu dei o dinheiro pra carne e o vinho e esperei ansioso a chegada do sábado, quando a vi me dei conta que era verdade o que o josé me dizia sobre ela, a laura é uma gordinha que a única coisa boa que tem são os peitos grandes, já quando ele me apresentou ela não saiu do meu lado, passei quase a noite toda conversando com ela e no máximo que cheguei foi beijá-la e no final da noite levei ela até em casa, onde combinei de me encontrar com ela pra o que tive que dar um dinheiro, cheguei em casa e fiquei pensando na pobre laura, todo mundo falava dela como se fosse uma puta mas pra mim não era, se era uma pobre moça que vivia as carências e sobrevivia como podia, nesse domingo a gente se deu muito bem e desde então nunca mais nos separamos, a tal ponto que quando ela se mudou pra minha casa a gente ainda não tinha tido relação sexual alguma, essa noite foi muito especial, ela me pegou como coelho pega, não paramos de transar, até os primeiros meses a coisa continuou igual, claro que tive que atualizar todo o guarda-roupa dela, vê-la exibindo suas roupas novas me deixava feliz, aquelas camisetas decotadas, aquelas leggings que grudavam na bunda, aquelas saiazinhas curtas, tudo nela me deixava louco, pra mim tudo ficava lindamente sexy, não me incomodava que outros homens olhassem pra ela com desejo mórbido nos olhos, pelo contrário, isso me encantava e nem se fala dos meus amigos quando alguma vez levava eles em casa, ver como a laura flertava com eles me deixava louco, mas mais louco ainda me deixava que meu velho e meus dois primos foram tão próximos dela e principalmente nas férias, aqueles biquínis que ela usava com certeza faziam eles ficarem de pau duro, a gordinha sabia como se fazer desejar e eu adorava me exibir com ela, eu achava que era o macho dela e eles só me invejavam, nunca pensei que na verdade, eu sou só o grande corno e minha amada a grande puta da minha família e dos meus amigos, sozinho eu tinha entrado nesse jogo perverso, me acostumei a ter benefícios dos meus primos e do meu velho como algo natural, o que não era verdade, muito tarde compreendi que esses benefícios eu obtinha graças a presentear minha namoradinha, pensando bem, incontáveis foram as vezes que a comeram pelas minhas costas, claro, laura é uma cutie que você sempre quer comer, ela sabe muito bem como provocar isso e mais, despertando o tesão na sua vítima, que ela espreme até deixar exausto, enquanto eu aproveitava os benefícios, férias pagas no litoral, reuniões e churrascos em família, reformas na casa e até as facilidades de montar nosso próprio negócio, sem perceber, minha vida tinha melhorado muito, graças à laura eu tinha até meu próprio carro, nossos fins de semana eram bem familiares, a única coisa que eu podia reclamar era o cansaço que carregava, trabalhava muito e isso fazia com que chegasse em casa exausto, com uma vontade enorme de descansar, o sexo com a laura era mais que escasso, pelo menos nossas conversas eram só sobre o negócio e os planos para melhorá-lo, os domingos tinham se tornado uma fuga para nós dois, fuga familiar, digamos assim, ou eram visitas à casa dos meus primos ou à dos meus velhos, raramente saíamos sozinhos para algum lugar e, quando saíamos, era para comer fora, onde, claro, a laura era quem se destacava, nada disso mudou até que um dia me perguntei por que demorávamos tanto para nos firmarmos como casal e ter um filho, então descobri que a laura se cuidava tomando umas pílulas para não engravidar, o clássico em qualquer slut, só que eu não sabia e, quando descobri, encarei como algo normal, ela me fez entender as consequências que um filho nos traria, de certa forma ela tinha razão, era ter um filho e continuar crescendo com meu negócio, além disso, como poderia engravidá-la se quase não transávamos, isso deixou de ser um problema para mim, já que no sexo quase nem pensava, rapidamente me acostumei a viver assim, com o único objetivo de manter meu negócio, sem perceber o que estava perdendo, já tinham passado três anos, o negócio estava muito estável e num domingo na casa dos meus velhos, minha mãe me pediu um neto, conversamos muito e percebi que ela tinha razão, já era hora disso, custou bastante convencer a Laura mas no final ela aceitou parar de tomar as pílulas, vê-la com a barriga era agora minha ilusão embora eu devesse transar com ela, coisa que eu tinha esquecido como era, mas de repente tudo mudou, num sábado à noite, o único momento que eu tinha para ela, Laura começou a me lembrar como a gente transava bem quando éramos namorados, antes de eu ter o negócio, do quão fogosa ela era na cama, essas coisas despertaram em mim o sexo que tinha adormecido por completo, transamos como dois coelhos, embora eu tenha custado muito pra conseguir, foi então que me veio à cabeça começar a pensar nisso, naquele momento eu não dava importância ao tamanho do meu pau ou se ela realmente gozava na cama do meu lado, custou bastante eu assumir que na cama sou um grande fracasso, mas apesar disso em pouco tempo Laura ficou grávida, as reuniões de família ficaram mais intensas, Laura e sua barriga desapareciam nos sábados e nos domingos eu a encontrava na casa dos meus velhos ou de algum dos meus primos e até a convidaram pra passar umas férias na praia sem que eu pudesse acompanhá-la, meus chifres continuavam crescendo e eu não percebia, com os anos nosso filho foi crescendo e a verdade é que eu curtia muito, o fundamental, o médio e até a faculdade, claro que também conhecia embora pouco os amigos dele, que Laura super conhecia e até os incentivava pra estudar em casa quando eu não estava, coisa que claro não me incomodava como também não me incomodava que a admirassem tanto, incrivelmente Laura começou a se incomodar com essas reuniões embora não pudesse evitá-las, ela me pedia que eu interviesse, coisa que não fiz, pelo contrário, até me ocorreu homenageá-los fazendo um churrasco pra todos eles e assim limar as asperezas que Laura tinha com todos eles, coisa que não deu resultado, essa foi minha primeira suspeita de que algo estava acontecendo, ver como minha mulher ficou depois daquele churrasco foi quase revelador, algo que me induziu a repetir com a cumplicidade do nosso filho, mas dessa vez não foi em casa já que todos tinham se formado, foi num camping onde me ocorreu comemorar com eles o triunfo alcançado, depois disso confirmei minhas suspeitas, eu era o rei dos cornos sem saber, é claro, algo que despertou em mim a luxúria mais mórbida de saber tudo sobre cada traição que a Laura tinha cometido, poderiam achar que eu estaria com raiva, mas não era assim, eu estava muito excitado e só de pensar nisso ficava de pau duro, isso acabou aos poucos com meu machismo e até com minha hombridade, apesar de ser um vencedor, já que meu negócio era muito importante, no meu íntimo me sentia um derrotado, segundo meu filho minha mulher era uma puta irrecuperável e eu um corno muito otário, talvez por isso ela conseguiu trabalho e saiu de casa, completamente resignado me entreguei por completo ao fetiche de querer ver a Laura transando com outros caras, já dava como certo que qualquer um que tinha se aproximado dela tinha comido ela, desde meu velho e meus primos até o cara do gás ou o encanador que alguma vez tivesse vindo trabalhar em casa e nem se fala dos frequentadores da academia onde ela ia e até talvez algum dos meus amigos, tudo me parecia possível, mas eu não me animava a perguntar, tinha minhas dúvidas sobre o que aconteceria se eu fizesse, a verdade é que eu estava muito confortável assim, com nosso relacionamento, não há melhor corno que o que não vê mas no meu caso eu não sabia se de verdade agora não queria ver o quanto puta minha mulher é, também é verdade que a Laura é uma gostosa deliciosa, eu a conheci assim, talvez isso do tamanho sim que importa e embora a minha seja normalzinha, ela precisava que a usassem o mais frequentemente possível, reconheço que nisso falhei, como homem não mas como macho sim e isso me excitava demais, a única coisa que me faltava era me transformar num viadinho, não podia parar de pensar em quão bem se sente um pau, deveria ser maravilhoso a ponto de arriscar tudo o que se tem por ele, era o que acontecia com laura, ela sabia que podia não só me perder mas também acabar na rua e tudo por sentir como um pau lhe dava prazer? Mas como podia dominar seu macho e não se tornar sua escrava? Talvez isso tenha dado certo até que seu filho a fez sua escrava e digo seu filho já que agora tinha a certeza de que eu não tinha nada a ver com ele, me excitava que até esse cara tenha me colocado chifres, seguramente eu merecia, merecia não só ser corno mas também algo mais que isso, um corno que merecia ser submetido, coisa que me conquistava demais, submetido e até humilhado, esse sentimento foi crescendo dentro de mim a tal ponto de desejar me tornar a mulher de alguns dos machos da laura, não só eu merecia como até eu mesmo tinha procurado isso, depois de vários meses me atrevi a trazer à tona, precisava de umas férias e o que melhor que o Brasil onde sobram negões enormes, machos sinistros para os branquinhos beta como eu, estava convencido de que definitivamente seria um cara totalmente diferente que voltaria, dessa vez só queria entregá-la de bandeja e principalmente viver as consequências então fomos ao Brasil, laura estava num sonho embora não me dissesse, o sonho de estar na cama com um negro, esse é o sonho de toda puta e talvez também fosse meu sonho, aluguei uma casinha a metros da praia onde passávamos grande parte do dia, apesar da sua idade, laura se mantinha muito bem e claro que se esforçava para mostrar a todos o quão apetitosa estava com seu biquíni azul-celeste me tendo ao seu lado como um cachorrinho de colo, sempre tentando passar despercebido, já no primeiro dia senti como os lobos famintos estavam à espreita, os vendedores que se aproximavam só falavam com ela oferecendo bebidas e outras coisas, um deles me chamou a atenção já que foi o único que também me ofereceu que comprasse umas bolachas a amiga, claro que não só comprei como também comecei a conversar com ele, ele me disse que se chamava Edmundo, apesar de não ter um físico grandioso por ser magrelo, me dava um tesão do caralho, um negão da favela que ganhava a vida vendendo biscoitos, ele me caiu tão bem que o convidei pra jantar, isso surpreendeu a Laura
Laura Love, sério que você convidou o Edmundo pra jantar? Não acredito nisso, ele mora numa favela pelo que eu soube, é como se você convidasse um favelado pra jantar em casa
me pareceu um cara legal, você não gostou? Vi como você olhava pra ele, bebê
laura bom, no fim das contas ele é um negro, a gente nunca sabe o que pode acontecer com eles
Isso é pura conversa, bebê, eu não acredito nisso
Laura, eu tenho muita certeza que é verdade
Tá falando sério que você acha que o Edmundo pode ser como você imagina?
Laura, mesmo sendo magrinho, eu ainda imagino ele potente
Aposto o que você quiser que ele não me supera
Laura, tô super certa de que ele te supera, amor, é melhor você nem tentar porque vai perder
Olha, sério, você acha mesmo que eu vou perder? E se eu perder, e daí?
Laura, se você se perder, vai ser a mulher dele.
E se quem ganha for eu?
Laura, vou contar pra todo mundo que você ganhou de um preto e foi o melhor
Então a aposta tá feita
Eu sabia muito bem que não tinha chance de ganhar daquele negão, meu pau de 14 centímetros não era rival pra ninguém e muito menos pra um negro por mais magrelo que fosse, a Laura ficou de biquíni e assim recebeu o Edmundo que chegou na hora, a comida tava servida, o negão se dedicou a comer e beber do melhor e quando terminamos de jantar começamos a conversar
Laura, você sabe da rivalidade entre você e meu marido
Edmundo, a verdade é que não
Laura, é que a gente tem a ideia de que o homem negro é mais potente que o branco e tem uma ferramenta melhor
E apostamos que isso é um mito
Edmundo, eu tô convencido de que não é mito. O que vocês apostaram?
Laura diz que é falso e eu digo que é verdade, se ele ganhar eu falo pro mundo que meu marido ganhou de um negro, agora se ele perder vai ter que me entregar e ser sua mulher
Edmundo, eu adoro esse jogo. E como a gente faz?
Fácil, a gente deixa os dois mostrar as ferramentas e ela é quem decide
Edmundo, então ela é a juíza?
Sim, sim, claro, ela é a responsável por fazer nosso pau ficar duro, vai, vamos
Ao mesmo tempo que a gente se livrou dos nossos shorts, a Laura se livrou do biquíni dela, e claro que teve um vencedor, eu realmente não conseguia acreditar que um magrelo como o Edmundo carregasse um pedaço de pau daquele tamanho, a olho nu é três vezes maior que a minha
Laura, amor, acho que você perdeu, então vem, como uma boa mulher você tem que chupar
Edmundo, mas você não vai se salvar
Laura, quem foi que disse que eu quero me salvar
Nós dois de joelhos na frente do cara negro começamos a chupar o pau dele, uma sensação divina, eu engolia tudo
Edmundo, como o cuck chupa bem, vou arrebentar o cu do branquinho e depois roubo a esposa dele
Laura, primeiro eu quero ser sua, depois fode esse corno até acabar com ele
Laura o puxou para um canto e levou ele pra cama, eu fui atrás deles, queria ver eles em ação, ela subiu em cima dele e o negro penetrou ela, não conseguia parar de me masturbar, o tesão comia minha cabeça ouvindo os gritos e os gemidos da minha mulher sendo fodida por um negro gostoso, meu sonho estava se realizando, o negro não parou de foder ela até encher ela toda e quando ele gozou ela me disse pra limpar a pussy dela e quando eu fiz ela me disse
Laura, sim, corna, engole toda a porra do macho que te venceu e prepara o cu porque ele vai te arrebentar, segura essa promíscua, você já vai comer ela
Para o meu cu, naquele momento eu queria ser partido ao meio por aquele negro, e ele me partiu de verdade, o que aquela cock fez com o meu cu foi muito sofrido, senti com muita dor cada centímetro daquela cock destruindo não só o meu cu mas também a minha hombridade, estava feliz embora estivesse morrendo de dor e quando ele começou a me cavalgar eu me sentia a mulher mais puta do mundo e gozava ainda mais ouvindo as coisas que a minha mulher e o macho que me submetia me diziam, meu corpo já não me respondia, minhas pernas tremiam ao mesmo tempo que sentia as fortes pijadas que o meu cu aguentava, ele me comeu muito mais do que comeu a minha mulher ou pelo menos foi o que me pareceu e não parou até me encher de cum, tirou a cock e colocou na minha boca a sua cock suja que eu tive que limpar, depois, com desprezo me empurraram para o lado e continuaram a transar, era incrível o prazer que eu sentia vendo a minha amada sendo comida tão forte ao mesmo tempo que a dor no cu me havia invadido, me sentia uma puta e me comportava como se fosse, Edmundo e Laura me desprezavam e eu só aproveitava, ele a encheu de cum de novo e fui obrigado a limpá-la outra vez, assim chegou a manhã, Edmundo foi embora prometendo voltar, claro que antes de ir embora eu tive que pagar-lhe pelos serviços prestados, nesse dia não fomos à praia, eu custava a me sentar e andava com as pernas abertas
Laura promíscua, você acha que essa noite o Edmundo volta?
Tô certo que ela vai voltar, acho que assim ela ganha mais grana do que vendendo bolacha
Laura, olha, essa noite eu quero ele só pra mim, se você se comportar direitinho talvez eu deixe você chupar o pau dele, mas só uma vez
Isso é o melhor pra mim, minha buceta tá doendo muito, não acho que aguento ela me arrebentar de novo
Para nossa surpresa, Edmundo veio com o irmão dele naquela noite, do começo ao fim tudo foi uma loucura, ver como a Laura engolia dois paus negros foi uma maravilha, transavam, comiam, bebiam e voltavam a transar de novo, a tal ponto que a Laura já não queria mais pau e pediu que eles me dessem pra mim, essa foi a noite que mais gozei na vida, meu cu já não aguentava mais esticar, assim passou a semana de férias no Brasil, onde me transformaram numa bicha, ao chegar em casa pedi pra Laura que me contasse todas as vezes que me colocou chifres, isso ela fazia toda vez que me comia com um dildo parecido com o pau do Edmundo, que ela queria trazer pra morar com a gente
Com a Laura descobri o prazer que se sente sendo corno, existem muitos tipos de cornos, acho que eu cheguei a ser o corno número um, a posição que muito poucos alcançam, só os verdadeiros perdedores podem aspirar chegar, gozar se sentindo um fracassado não é pra qualquer um, isso eu jamais acreditei que pudesse me acontecer e tudo graças à minha amada Laura, uma mulher dominante que me conduziu ao fracasso até conseguir me fazer perder a pouca hombridade que apesar de tudo eu tinha, vamos começar pelo início, demorei demais pra conseguir uma namorada, meu relacionamento com a Laura aconteceu graças ao meu amigo José que já tinha se cansado de comer ela e me contava como era fácil comer ela
José olha pro Oscar, se você não pegar essa mina agora, não pega nunca mais, no bairro já comeram ela toda
Tão puta és
José, você vai ver, vem aqui em casa neste sábado, mas ó, me dá uma grana pra comprar o churrasco
claro que eu dei o dinheiro pra carne e o vinho e esperei ansioso a chegada do sábado, quando a vi me dei conta que era verdade o que o josé me dizia sobre ela, a laura é uma gordinha que a única coisa boa que tem são os peitos grandes, já quando ele me apresentou ela não saiu do meu lado, passei quase a noite toda conversando com ela e no máximo que cheguei foi beijá-la e no final da noite levei ela até em casa, onde combinei de me encontrar com ela pra o que tive que dar um dinheiro, cheguei em casa e fiquei pensando na pobre laura, todo mundo falava dela como se fosse uma puta mas pra mim não era, se era uma pobre moça que vivia as carências e sobrevivia como podia, nesse domingo a gente se deu muito bem e desde então nunca mais nos separamos, a tal ponto que quando ela se mudou pra minha casa a gente ainda não tinha tido relação sexual alguma, essa noite foi muito especial, ela me pegou como coelho pega, não paramos de transar, até os primeiros meses a coisa continuou igual, claro que tive que atualizar todo o guarda-roupa dela, vê-la exibindo suas roupas novas me deixava feliz, aquelas camisetas decotadas, aquelas leggings que grudavam na bunda, aquelas saiazinhas curtas, tudo nela me deixava louco, pra mim tudo ficava lindamente sexy, não me incomodava que outros homens olhassem pra ela com desejo mórbido nos olhos, pelo contrário, isso me encantava e nem se fala dos meus amigos quando alguma vez levava eles em casa, ver como a laura flertava com eles me deixava louco, mas mais louco ainda me deixava que meu velho e meus dois primos foram tão próximos dela e principalmente nas férias, aqueles biquínis que ela usava com certeza faziam eles ficarem de pau duro, a gordinha sabia como se fazer desejar e eu adorava me exibir com ela, eu achava que era o macho dela e eles só me invejavam, nunca pensei que na verdade, eu sou só o grande corno e minha amada a grande puta da minha família e dos meus amigos, sozinho eu tinha entrado nesse jogo perverso, me acostumei a ter benefícios dos meus primos e do meu velho como algo natural, o que não era verdade, muito tarde compreendi que esses benefícios eu obtinha graças a presentear minha namoradinha, pensando bem, incontáveis foram as vezes que a comeram pelas minhas costas, claro, laura é uma cutie que você sempre quer comer, ela sabe muito bem como provocar isso e mais, despertando o tesão na sua vítima, que ela espreme até deixar exausto, enquanto eu aproveitava os benefícios, férias pagas no litoral, reuniões e churrascos em família, reformas na casa e até as facilidades de montar nosso próprio negócio, sem perceber, minha vida tinha melhorado muito, graças à laura eu tinha até meu próprio carro, nossos fins de semana eram bem familiares, a única coisa que eu podia reclamar era o cansaço que carregava, trabalhava muito e isso fazia com que chegasse em casa exausto, com uma vontade enorme de descansar, o sexo com a laura era mais que escasso, pelo menos nossas conversas eram só sobre o negócio e os planos para melhorá-lo, os domingos tinham se tornado uma fuga para nós dois, fuga familiar, digamos assim, ou eram visitas à casa dos meus primos ou à dos meus velhos, raramente saíamos sozinhos para algum lugar e, quando saíamos, era para comer fora, onde, claro, a laura era quem se destacava, nada disso mudou até que um dia me perguntei por que demorávamos tanto para nos firmarmos como casal e ter um filho, então descobri que a laura se cuidava tomando umas pílulas para não engravidar, o clássico em qualquer slut, só que eu não sabia e, quando descobri, encarei como algo normal, ela me fez entender as consequências que um filho nos traria, de certa forma ela tinha razão, era ter um filho e continuar crescendo com meu negócio, além disso, como poderia engravidá-la se quase não transávamos, isso deixou de ser um problema para mim, já que no sexo quase nem pensava, rapidamente me acostumei a viver assim, com o único objetivo de manter meu negócio, sem perceber o que estava perdendo, já tinham passado três anos, o negócio estava muito estável e num domingo na casa dos meus velhos, minha mãe me pediu um neto, conversamos muito e percebi que ela tinha razão, já era hora disso, custou bastante convencer a Laura mas no final ela aceitou parar de tomar as pílulas, vê-la com a barriga era agora minha ilusão embora eu devesse transar com ela, coisa que eu tinha esquecido como era, mas de repente tudo mudou, num sábado à noite, o único momento que eu tinha para ela, Laura começou a me lembrar como a gente transava bem quando éramos namorados, antes de eu ter o negócio, do quão fogosa ela era na cama, essas coisas despertaram em mim o sexo que tinha adormecido por completo, transamos como dois coelhos, embora eu tenha custado muito pra conseguir, foi então que me veio à cabeça começar a pensar nisso, naquele momento eu não dava importância ao tamanho do meu pau ou se ela realmente gozava na cama do meu lado, custou bastante eu assumir que na cama sou um grande fracasso, mas apesar disso em pouco tempo Laura ficou grávida, as reuniões de família ficaram mais intensas, Laura e sua barriga desapareciam nos sábados e nos domingos eu a encontrava na casa dos meus velhos ou de algum dos meus primos e até a convidaram pra passar umas férias na praia sem que eu pudesse acompanhá-la, meus chifres continuavam crescendo e eu não percebia, com os anos nosso filho foi crescendo e a verdade é que eu curtia muito, o fundamental, o médio e até a faculdade, claro que também conhecia embora pouco os amigos dele, que Laura super conhecia e até os incentivava pra estudar em casa quando eu não estava, coisa que claro não me incomodava como também não me incomodava que a admirassem tanto, incrivelmente Laura começou a se incomodar com essas reuniões embora não pudesse evitá-las, ela me pedia que eu interviesse, coisa que não fiz, pelo contrário, até me ocorreu homenageá-los fazendo um churrasco pra todos eles e assim limar as asperezas que Laura tinha com todos eles, coisa que não deu resultado, essa foi minha primeira suspeita de que algo estava acontecendo, ver como minha mulher ficou depois daquele churrasco foi quase revelador, algo que me induziu a repetir com a cumplicidade do nosso filho, mas dessa vez não foi em casa já que todos tinham se formado, foi num camping onde me ocorreu comemorar com eles o triunfo alcançado, depois disso confirmei minhas suspeitas, eu era o rei dos cornos sem saber, é claro, algo que despertou em mim a luxúria mais mórbida de saber tudo sobre cada traição que a Laura tinha cometido, poderiam achar que eu estaria com raiva, mas não era assim, eu estava muito excitado e só de pensar nisso ficava de pau duro, isso acabou aos poucos com meu machismo e até com minha hombridade, apesar de ser um vencedor, já que meu negócio era muito importante, no meu íntimo me sentia um derrotado, segundo meu filho minha mulher era uma puta irrecuperável e eu um corno muito otário, talvez por isso ela conseguiu trabalho e saiu de casa, completamente resignado me entreguei por completo ao fetiche de querer ver a Laura transando com outros caras, já dava como certo que qualquer um que tinha se aproximado dela tinha comido ela, desde meu velho e meus primos até o cara do gás ou o encanador que alguma vez tivesse vindo trabalhar em casa e nem se fala dos frequentadores da academia onde ela ia e até talvez algum dos meus amigos, tudo me parecia possível, mas eu não me animava a perguntar, tinha minhas dúvidas sobre o que aconteceria se eu fizesse, a verdade é que eu estava muito confortável assim, com nosso relacionamento, não há melhor corno que o que não vê mas no meu caso eu não sabia se de verdade agora não queria ver o quanto puta minha mulher é, também é verdade que a Laura é uma gostosa deliciosa, eu a conheci assim, talvez isso do tamanho sim que importa e embora a minha seja normalzinha, ela precisava que a usassem o mais frequentemente possível, reconheço que nisso falhei, como homem não mas como macho sim e isso me excitava demais, a única coisa que me faltava era me transformar num viadinho, não podia parar de pensar em quão bem se sente um pau, deveria ser maravilhoso a ponto de arriscar tudo o que se tem por ele, era o que acontecia com laura, ela sabia que podia não só me perder mas também acabar na rua e tudo por sentir como um pau lhe dava prazer? Mas como podia dominar seu macho e não se tornar sua escrava? Talvez isso tenha dado certo até que seu filho a fez sua escrava e digo seu filho já que agora tinha a certeza de que eu não tinha nada a ver com ele, me excitava que até esse cara tenha me colocado chifres, seguramente eu merecia, merecia não só ser corno mas também algo mais que isso, um corno que merecia ser submetido, coisa que me conquistava demais, submetido e até humilhado, esse sentimento foi crescendo dentro de mim a tal ponto de desejar me tornar a mulher de alguns dos machos da laura, não só eu merecia como até eu mesmo tinha procurado isso, depois de vários meses me atrevi a trazer à tona, precisava de umas férias e o que melhor que o Brasil onde sobram negões enormes, machos sinistros para os branquinhos beta como eu, estava convencido de que definitivamente seria um cara totalmente diferente que voltaria, dessa vez só queria entregá-la de bandeja e principalmente viver as consequências então fomos ao Brasil, laura estava num sonho embora não me dissesse, o sonho de estar na cama com um negro, esse é o sonho de toda puta e talvez também fosse meu sonho, aluguei uma casinha a metros da praia onde passávamos grande parte do dia, apesar da sua idade, laura se mantinha muito bem e claro que se esforçava para mostrar a todos o quão apetitosa estava com seu biquíni azul-celeste me tendo ao seu lado como um cachorrinho de colo, sempre tentando passar despercebido, já no primeiro dia senti como os lobos famintos estavam à espreita, os vendedores que se aproximavam só falavam com ela oferecendo bebidas e outras coisas, um deles me chamou a atenção já que foi o único que também me ofereceu que comprasse umas bolachas a amiga, claro que não só comprei como também comecei a conversar com ele, ele me disse que se chamava Edmundo, apesar de não ter um físico grandioso por ser magrelo, me dava um tesão do caralho, um negão da favela que ganhava a vida vendendo biscoitos, ele me caiu tão bem que o convidei pra jantar, isso surpreendeu a Laura
Laura Love, sério que você convidou o Edmundo pra jantar? Não acredito nisso, ele mora numa favela pelo que eu soube, é como se você convidasse um favelado pra jantar em casa
me pareceu um cara legal, você não gostou? Vi como você olhava pra ele, bebê
laura bom, no fim das contas ele é um negro, a gente nunca sabe o que pode acontecer com eles
Isso é pura conversa, bebê, eu não acredito nisso
Laura, eu tenho muita certeza que é verdade
Tá falando sério que você acha que o Edmundo pode ser como você imagina?
Laura, mesmo sendo magrinho, eu ainda imagino ele potente
Aposto o que você quiser que ele não me supera
Laura, tô super certa de que ele te supera, amor, é melhor você nem tentar porque vai perder
Olha, sério, você acha mesmo que eu vou perder? E se eu perder, e daí?
Laura, se você se perder, vai ser a mulher dele.
E se quem ganha for eu?
Laura, vou contar pra todo mundo que você ganhou de um preto e foi o melhor
Então a aposta tá feita
Eu sabia muito bem que não tinha chance de ganhar daquele negão, meu pau de 14 centímetros não era rival pra ninguém e muito menos pra um negro por mais magrelo que fosse, a Laura ficou de biquíni e assim recebeu o Edmundo que chegou na hora, a comida tava servida, o negão se dedicou a comer e beber do melhor e quando terminamos de jantar começamos a conversar
Laura, você sabe da rivalidade entre você e meu marido
Edmundo, a verdade é que não
Laura, é que a gente tem a ideia de que o homem negro é mais potente que o branco e tem uma ferramenta melhor
E apostamos que isso é um mito
Edmundo, eu tô convencido de que não é mito. O que vocês apostaram?
Laura diz que é falso e eu digo que é verdade, se ele ganhar eu falo pro mundo que meu marido ganhou de um negro, agora se ele perder vai ter que me entregar e ser sua mulher
Edmundo, eu adoro esse jogo. E como a gente faz?
Fácil, a gente deixa os dois mostrar as ferramentas e ela é quem decide
Edmundo, então ela é a juíza?
Sim, sim, claro, ela é a responsável por fazer nosso pau ficar duro, vai, vamos
Ao mesmo tempo que a gente se livrou dos nossos shorts, a Laura se livrou do biquíni dela, e claro que teve um vencedor, eu realmente não conseguia acreditar que um magrelo como o Edmundo carregasse um pedaço de pau daquele tamanho, a olho nu é três vezes maior que a minha
Laura, amor, acho que você perdeu, então vem, como uma boa mulher você tem que chupar
Edmundo, mas você não vai se salvar
Laura, quem foi que disse que eu quero me salvar
Nós dois de joelhos na frente do cara negro começamos a chupar o pau dele, uma sensação divina, eu engolia tudo
Edmundo, como o cuck chupa bem, vou arrebentar o cu do branquinho e depois roubo a esposa dele
Laura, primeiro eu quero ser sua, depois fode esse corno até acabar com ele
Laura o puxou para um canto e levou ele pra cama, eu fui atrás deles, queria ver eles em ação, ela subiu em cima dele e o negro penetrou ela, não conseguia parar de me masturbar, o tesão comia minha cabeça ouvindo os gritos e os gemidos da minha mulher sendo fodida por um negro gostoso, meu sonho estava se realizando, o negro não parou de foder ela até encher ela toda e quando ele gozou ela me disse pra limpar a pussy dela e quando eu fiz ela me disse
Laura, sim, corna, engole toda a porra do macho que te venceu e prepara o cu porque ele vai te arrebentar, segura essa promíscua, você já vai comer ela
Para o meu cu, naquele momento eu queria ser partido ao meio por aquele negro, e ele me partiu de verdade, o que aquela cock fez com o meu cu foi muito sofrido, senti com muita dor cada centímetro daquela cock destruindo não só o meu cu mas também a minha hombridade, estava feliz embora estivesse morrendo de dor e quando ele começou a me cavalgar eu me sentia a mulher mais puta do mundo e gozava ainda mais ouvindo as coisas que a minha mulher e o macho que me submetia me diziam, meu corpo já não me respondia, minhas pernas tremiam ao mesmo tempo que sentia as fortes pijadas que o meu cu aguentava, ele me comeu muito mais do que comeu a minha mulher ou pelo menos foi o que me pareceu e não parou até me encher de cum, tirou a cock e colocou na minha boca a sua cock suja que eu tive que limpar, depois, com desprezo me empurraram para o lado e continuaram a transar, era incrível o prazer que eu sentia vendo a minha amada sendo comida tão forte ao mesmo tempo que a dor no cu me havia invadido, me sentia uma puta e me comportava como se fosse, Edmundo e Laura me desprezavam e eu só aproveitava, ele a encheu de cum de novo e fui obrigado a limpá-la outra vez, assim chegou a manhã, Edmundo foi embora prometendo voltar, claro que antes de ir embora eu tive que pagar-lhe pelos serviços prestados, nesse dia não fomos à praia, eu custava a me sentar e andava com as pernas abertas
Laura promíscua, você acha que essa noite o Edmundo volta?
Tô certo que ela vai voltar, acho que assim ela ganha mais grana do que vendendo bolacha
Laura, olha, essa noite eu quero ele só pra mim, se você se comportar direitinho talvez eu deixe você chupar o pau dele, mas só uma vez
Isso é o melhor pra mim, minha buceta tá doendo muito, não acho que aguento ela me arrebentar de novo
Para nossa surpresa, Edmundo veio com o irmão dele naquela noite, do começo ao fim tudo foi uma loucura, ver como a Laura engolia dois paus negros foi uma maravilha, transavam, comiam, bebiam e voltavam a transar de novo, a tal ponto que a Laura já não queria mais pau e pediu que eles me dessem pra mim, essa foi a noite que mais gozei na vida, meu cu já não aguentava mais esticar, assim passou a semana de férias no Brasil, onde me transformaram numa bicha, ao chegar em casa pedi pra Laura que me contasse todas as vezes que me colocou chifres, isso ela fazia toda vez que me comia com um dildo parecido com o pau do Edmundo, que ela queria trazer pra morar com a gente
1 comentários - Oscar e a puta do bairro