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Compêndio III65: EI, ETHAN (II)****Assunto: RE: Oi Ethan****
Terça-feira, 25 DE AGO, 2026 MEL 22:14 | GMT: 11:14
Oi, Ethan! Sou eu, Marco! Como você tem passado, parceiro? Você deve se sentir muito sortudo, cara. Acabei de saber que uma chuvarada enorme atingiu Leinster durante toda esta semana. Nossa, aposto que toda essa água te distrai do calor escaldante, embora eu só possa imaginar o estado das estradas agora.
Ainda lembro daqueles dias na obra em que eu me sentia um lixo, carregando aquelas botas de segurança pesadas com biqueira de aço e arrastando meu equipamento pela lama, sentindo a roupa encharcada e grudada na pele.Isso faz caminhar virar um puta sacrifício, né? Cada passo é uma batalha contra a sucção da terra, e quando você termina o turno, é mais lama do que homem.
Mas, sei lá, acho que essa é uma das poucas vantagens de fazer parte da diretoria agora: você pode curtir a tempestade da segurança de um escritório lá no alto, mesmo que as estradas estejam um desastre.
Mas voltando ao meu relatório diário, parceiro.
Enquanto você atravessa a lama de Leinster, o clima aqui em Melbourne tá jogando diferente.
Tava meio fresco essa manhã (aquele tipo de frio que dá vontade de ficar debaixo das cobertas), mas o sol apareceu com toda a força, transformando a cidade num paraíso quentinho de início de primavera.
Foi o tipo de dia que faz você sentir que tudo é fresco e novo, um contraste e tanto com a miséria cinzenta e encharcada que você deve estar aguentando agora.
Cheguei na sua mansão chique por volta das cinco e meia, bem quando a hora dourada começava a pintar a entrada com tons de mel e âmbar.
Entrei na sua casa e imagina minha surpresa, Ethan, ao encontrar a Clarissa ainda descansando com aquela camisola de seda branca.
Você sabe qual: a mesma que ela estava usando quando eu fui embora ontem.
É aquela coisinha ousada que você sempre mencionava que eraMuito safadapara que ela a usasse pela casa, mas lá estava ela, envolta nela como um fantasma brilhante no meio da tarde. Suponho que esse é o luxo de ser a devota esposa do chefe de logística da nossa empresa; pode passar o dia todo de pijama se quiser, vagando pelos quartos com um nível de ócio que a maioria de nós só pode sonhar. O caso é que ela não estava sozinha no seu ócio; estava mergulhada nos rigores de um jogo com seu cachorro. Entrei na sala e a peguei em flagrante, brincando rudemente com o Titan sobre o tapete luxuoso.
Agora, nós dois sabemos que Titã é um cachorro imponente (aquele husky branco tem um nível de intensidade que intimidaria a maioria dos homens), mas lá estava ele, praticamente lutando com Clarissa, se movendo pra frente e pra trás sobre ela.Deviam estar nisso há horas, porque a pobre besta estava ofegando intensamente, com a língua pendurada pra fora da boca como se tivesse acabado de correr uma maratona pelo mato.
Sua esposa, por outro lado, parecia absolutamente exausta.
Estava corada, com o peito agitando sob aquela seda fina, e o cabelo dela era um caos selvagem e emaranhado, como se tivessem a arrastado pra trás através de um campo.
Aquele camisão pelo qual você é tão cauteloso? Estava amassado e manchado até ficar irreconhecível, grudando nas curvas dela em todos os lugares errados (ou talvez, exatamente nos certos).O mais engraçado, Ethan, era que o Titan aparentemente tinha lambido praticamente cada centímetro dela; ela brilhava da cabeça aos pés, parecendo que tinha acabado de sobreviver a uma tempestade.
Apesar do caos, a Clarissa estava simplesmente radiante, com uma espécie de sorriso atordoado e feliz que sugeria que ela tinha curtido cada segundo daquela brincadeira.
No entanto, o Titan é um cão de guarda incrível, Ethan.
No segundo em que cruzei a soleira da sala e interrompi a sessãozinha dele, aquela fera branca entrou em ação.
Soltou um rosnado baixo e vibrante que sacudiu as tábuas do chão, mostrando aqueles caninos impressionantes de um jeito que deixava claro que ele não estava disposto a dividir o prêmio dele.
Não pisquei, é claro; simplesmente fechei o punho e lancei um olhar que lembrou a ele quem era o verdadeiro macho alfa na sala.Ficamos nos encarando por um instante, com uma tensão no ar espessa o suficiente para cortar com uma faca, até que o husky percebeu que eu não ia recuar.
No entanto, Clarissa, sempre diplomática, interveio para mediar.
Sei lá, cara!
Ela simplesmente estendeu a mão com um sorriso suave e consciente, e usou essa boca dela para acalmar a fera.
Eu observei como ela o acalmava com perícia, seus lábios fazendo uma espécie de magia que transformava aquele rosnado feroz em uma série de gemidos patéticos e carentes. É realmente impressionante, Ethan; sua esposa tem um jeito de silenciar o barulho mais alto do quarto, domando até os instintos mais selvagens. Mas, tão cordial como sempre, sua esposa me convidou para entrar na brincadeira dela. Ela olhou pra mim, com os olhos brilhando com uma espécie de faísca brincalhona, e me fez um gesto pra eu chegar mais perto. Pra ser sincero, os dois estavam se divertindo tanto que não consegui resistir; o ar no quarto praticamente vibrava com uma energia crua e elétrica que exigia que eu fizesse parte daquilo. Dei um passo à frente e tomei meu lugar na confusão, e deixa eu te contar, Ethan, que foi um espetáculo digno de se ver. Além disso, pra ser justo, o Titan estava travando uma batalha perdida contra sua esposa, e achei que o coitado precisava de uma ajudinha contra ela. O husky praticamente vibrava de esforço, as patas lutando pra encontrar apoio no tapete enquanto tentava acompanhar as exigências da Clarissa.
Como eu disse, é um animal que é uma potência, mas até ele tinha seus limites.Entrei na refrega, oferecendo o tipo de apoio que uma besta da altura dele simplesmente não conseguia sustentar sozinha.
A gente trabalhava numa espécie de equipe rítmica: a energia crua e animal do cachorro combinada com a força motriz e calculada de um homem, e, por um tempo, a sala virou um santuário de respirações pesadas e movimentos frenéticos.
Mas a Clarissa, ela é simplesmente um personagem, Ethan.
Em um dado momento, te juro, Ethan, parecia que o husky e eu estávamos simplesmente nos aproveitando da sua esposinha safada, dando a ela muito mais do que ela conseguia aguentar.
Éramos como dois predadores rodeando um único e brilhante prêmio.Mas a realidade era muito mais caótica; Clarissa era quem comandava a sinfonia, sua voz uma série de ordens ofegantes, nos instigando aos dois a pressionar mais forte, ir mais rápido e dar mais daqueladiversãoque tão claramente ansiava. Era um turbilhão de cabelo platinado e pele pálida, absorvendo tudo o que tínhamos para oferecer com uma voracidade que deixaria um lobo faminto com vergonha. Eventualmente, seu pobre cachorro ficou sem energia, Ethan. Titan simplesmente desabou sobre o tapete, com os flancos agitando enquanto soltava um último e longo suspiro de derrota. Mas você e eu sabemos que quando um homem (ou uma besta) está na sua zona, o impulso não para simplesmente porque um jogador está cansado. Clarissa e eu já estávamos presos no nosso próprio ritmo, um jogo privado que tinha evoluído muito além da participação do husky. Ela praticamente me implorava para manter o ritmo, com os olhos nublados por uma espécie de fome desesperada que só um homem do meu...*altura*... poderia saciar de verdade.
Então, depois que eu finalmente terminei de brincar com a sua esposa, gozando em cima dela me sentindo vitorioso e deixando ela sem fôlego naquele tapete, a Clarissa me olhou com aqueles olhos brilhantes e me pediu pra levar o cachorro de volta pra casinha dele.
Ela afirmava estar totalmente exausta (embora o brilho no rosto sugerisse o contrário) e que precisava desesperadamente de um banho pra tirar aexcitaçãoda tarde.
O bom do Titan quase voltou rastejando pro curral, Ethan.
A pobre besta estava exausta, arrastando as patas pelo chão enquanto recuava, derrotada pela pura resistência da tarde.
Dei um tapinha na cabeça dele pelos esforços e voltei pra dentro da sua casa.
Mas adivinha o que aconteceu depois?
Mulheres! É isso mesmo! Mulheres!
Imagina isso, Ethan: sua linda esposa, seminu, saindo do banheiro enrolada em uma das toalhas brancas mais escassas que você poderia encontrar.
Você sabe de quais eu tô falando: aquelas coisas fofinhas e gigantes que são enganosamente absorventes, mas praticamente inúteis pra cobrir o corpo.
Estava apoiada precariamente sobre ela, ameaçando deixar escapar esses peitos pesados ao menor movimento, e estava amarrada tão frouxamente que, se apenas deslocasse o peso, tudo escorregaria e a deixaria completamente exposta.Você tem essa imagem na cabeça? Ótimo!
Pois bem, apesar de parecer uma visão de perfeição sexy platina, Clarissa teve a audácia de reclamar de uma torneira pingando.
Exato, Ethan! Ela esperou até o momento exato em que eu estava prestes a entrar no chuveiro para me informar que o encanamento estava com problema.
Quer dizer, olha pra ela: parada ali, reluzente, enrolada numa toalha que fazia mais pra destacar as curvas dela do que pra cobrir, e a única coisa em que ela consegue pensar é numa torneira pingando.
Agora, eu sei o que você está pensando.
Você está pensando: "Marco, você é o cara responsável pela minha casa enquanto eu não estou, confio em você, mano!".
Mas cara, alguém tem que colocar um limite em algum lugar!
Sou um Gerente Regional, não um zelador em tempo integral pros seus perrengues domésticos.
No entanto, senti uma pontada repentina de simpatia pela Clarissa.
Perguntei pra sua esposa onde diabos você guardava as ferramentas, e ela me lançou aquele olharzinho (aquele sorriso compreensivo e levemente compassivo) e compartilhou a pequena informação de que, na verdade, você não tem nenhuma.
Mano do céu! Sério?
Como você pode se chamar de marido, Ethan?
Sério! Quer dizer, eu sei que você está subindo a escada corporativa na lama de Leinster, e que as notas grandes não caem do céu, mas a casa de um homem é seu castelo... e um castelo é tão bom quanto seu encanamento.
É um fardo pesado, mano, uma verdadeira tragédia, ser uma mulher tão gostosa quanto a Clarissa e perceber que o homem que proporciona o luxo nem sequer possui uma chave de fenda básica ou um kit com abridor.
É quase criminoso.
E o que é pior: você não consegue estar à altura das necessidades da sua esposa.
Então, mais uma vez, dê um passo à frente pra preencher esse papel por você, amigo! Não podia simplesmente deixar sua esposa num estado de angústia doméstica, mesmo que essa "angústia" envolvesse um tipo bem específico de transbordamento. Pedi pra Clarissa me mostrar exatamente onde estava o vazamento, escolhi minha ferramenta, e ela não hesitou nem um segundo, me guiando direto pra aquele banheiro fumegante com um olhar de antecipação que era praticamente palpável. Na verdade, estava transbordando, Ethan. Um verdadeiro desastre. Toquei com o dedo uma vez, depois duas, só pra calibrar a profundidade do dano, mas o buraco parecia ter um apetite insaciável, me absorvendo mais e mais conforme eu sondava.
Tinha que ser minucioso, Ethan; você não pode consertar um vazamento se não entende a origem.Me inclinei, usando a língua pra provar um botão de válvula que sobressaía e vibrava, só pra ter certeza de que não estávamos lidando com algum refluxo nojento de água residual.
Tinha um certo amargor, um sabor salgado e penetrante, mas mesmo assim era surpreendentemente gostoso.
Como as pernas da sua esposa tremiam por todo lado (estremecendo, segundo ela, por causa da corrente de ar frio do banheiro), eu disse à Clarissa que a única solução lógica era tapar o vazamento imediatamente.Ela não pareceu discordar; na verdade, se apoiou contra a parede de azulejos com um gemido, seus olhos verdes se arregalando ao ver a ferramenta que eu tinha escolhido para o trabalho.
Era uma peça de equipamento pesado, uma espécie de desentupidor de pressão, fabricado para as obstruções mais teimosas.
Pude vê-la engolir em seco, com o olhar fixo na escala do objeto, como se se perguntasse se um instrumento tão massivo poderia caber num espaço tão delicado.
Então comecei a meter fundo, Ethan.
Não me limitei a fazer tentativas superficiais; me comprometi.
Introduzi minha ferramenta pesada com uma força rítmica e implacável, sentindo que a resistência do vazamento cedia à medida que eu aprofundava cada vez mais na brecha.
No começo, Clarissa opôs um pouco de resistência, Ethan.
Ela olhou o equipamento que eu tinha desdobrado diante dela e soltou um gemido, afirmando que minha ferramenta era simplesmente grande demais para o trabalho.
Tentou se fazer de cética, negando com a cabeça e me dizendo que não havia como uma peça de ferramenta tão massiva caber numa abertura tão estreita e delicada sem provocar algum tipo de falha catastrófica.
Mas como qualquer profissional experiente sabe, a única maneira de lidar com um encaixe rebelde é aplicar um pouco de pressão.
Não deixei que as objeções dela me parassem; simplesmente me inclinei e comecei a introduzir com estocadas, fundo e forte, cravando essa ferramenta na brecha com uma persistência rítmica que finalmente silenciou todas as suas queixas.
Quando eu estava na metade do trabalho, ela já não lutava contra mim; se agarrava a mim me dando ânimo, com a respiração ofegante naqueles pequenos gemidos rítmicos que dizem a um homem que finalmente encontrou o ponto exato... do vazamento.Mas como eu queria ter certeza de que não brotaria um novo vazamento, não parei simplesmente quando a ferramenta esteve no lugar, Ethan.
Não, um profissional sabe que a única maneira de garantir um selo permanente é aplicar uma quantidade generosa de vedante diretamente na fenda.
Empurrei uma última vez, fundo e forte, e soltei uma carga pesada de selante bem na fonte, enchendo o buraco até a borda.Clarissa deixou escapar um gemido longo e arrepiante de aprovação, com o corpo tremendo contra os azulejos enquanto me agradecia por ser tão minucioso.
Ela realmente agradeceu o esforço extra; parecia absolutamente saturada de gratidão.
Depois que terminei de brincar de encanador, saí daquele santuário cheio de vapor, sentindo um nível de satisfação que só vem de um trabalho bem feito e um vazamento minuciosamente selado, deixando sua esposa sozinha para que ela pudesse tomar banho em paz.
Enquanto eu alisava a camisa e as calças, encontrei sua filha encantadora, Katherine, me esperando no corredor.
Ela me olhou com aqueles olhos grandes e curiosos, e por um momento pude ver a semelhança de família: essa mesma veia teimosa de beleza loiro-platinado que percorre a sua linhagem.
Katherine não se limitou a me cumprimentar; ela praticamente se jogou em cima de mim, e seu corpo pequeno e firme bateu contra o meu peito num turbilhão de perfume e juventude.
Ela se inclinou, pressionando um beijo caloroso e prolongado na minha bochecha que durou um segundo a mais do que o puramente platônico, sussurrando um agradecimento suave porajudá-lacom aquela tarefa de criação de animais ontem.
(Você sabe a qual me refiro, Ethan: quando ela me pediu umademonstração práticasobre como os garanhões acasalam com suas éguas. Digamos que, quando terminamos aquela lição, ela tinha uma compreensão bem profunda do impulso biológico).
Mas depois que sua esposa finalmente saiu do banheiro, enrolada em um roupão e cantarolando uma musiquinha enquanto secava o cabelo, Kat olhou pra nós dois com um brilho safado nos olhos.
Notou o jeito que Clarissa estava radiante (não só pelo vapor, mas por uma satisfação interna e profunda) e logo perguntou o que estava acontecendo.
Agora, sua filha é uma garota esperta, Ethan, tem uma mente realmente afiada. Ela nem precisou de uma dica antes de adivinhar imediatamente que eu tinha consertado aquela torneira que pingava. No entanto, Kat ainda estava um pouco cética, Ethan. Ela cruzou os braços, apoiando-se contra o batente da porta com um biquinho brincalhão, olhando alternadamente para o rosto corado da mãe e para a minha própria expressão de convencimento.
Ela apontou que afugatinha sido considerável (um verdadeiro caminhão de problema) e ela olhou pra mim, depois pra ferramenta que eu já tinha guardado, se perguntando como uma única reparação podia ser tão definitiva.Clarissa simplesmente riu, um som gostoso e sensual que pareceu vibrar no corredorzinho, e se aproximou pra sussurrar pra filha que o segredo estava no equipamento.
Ela disse pra Kat que eu não tinha me limitado a tapar o buraco; tinha usado uma ferramenta tão massiva que não deixou espaço pra nada mais vazar.
Mesmo assim, sem acreditar nasespecificações técnicasdo meu reparo, Kat não ficou só na nossa palavra, Ethan.
Ela agarrou minha mão com uma firmeza surpreendente para alguém tão pequena e me arrastou de volta praquele banheiro vaporoso, exigindo uma demonstração ao vivo de como o vedamento tinha sido feito.
Agora, como cavalheiro, tentei resistir, mas quando uma mulher como Katherine tem tanta curiosidade sobre manutenção doméstica, quem sou eu pra negar o conhecimento?
Não tive outra opção a não ser desempacotar minha ferramenta mais uma vez.
Assim como a mãe dela antes, Ethan, Kat pensou que podia bancar a cética, mas curiosidade é um motivador poderoso em alguém de vinte e dois anos.
Ela não se contentava com uma explicação verbal; queria ver com os próprios olhos.
Praticamente me arrastou de volta praquele santuário úmido e revestido de azulejos, com os olhos arregalados por uma mistura de dúvida e expectativa.
Não quis ser grosseiro, então acedi, desempacotando meu equipamento pesado mais uma vez.
No momento em que a ferramenta foi revelada, a expressão de Kat passou do ceticismo pra um alarme genuíno.
Olhei para o tamanho do instrumento, depois me olhei e sussurrei (bem alto) que o plugue era simplesmente grande demais para um buraco tão pequeno e delicado.Na verdade, ela parecia preocupada com a integridade estrutural do encanamento, temendo que algo daquele tamanho provocasse um colapso total.
Por isso eu disse pra Kat que o único jeito de lidar com um acessório tão superdimensionado era aplicando uma força constante e implacável, emeter com força, até que coubesse tudo e selasse o vazamento.
Resumindo, Ethan, não dei só uma lição sobre manutenção doméstica; fiz uma demonstração em escala real.Tirei aquele plugue de alta resistência e mostrei pra Kat, em primeira pessoa, exatamente como eu tinha fechado aquele buraco na base da pressão.
A expressão no rosto dela quando a ferramenta fez contato pela primeira vez não teve preço: uma mistura de choque e a repentina e ofegante compreensão de que a "integridade estrutural" com que ela estava preocupada era mais do que capaz de aguentar a pressão.
E eu também não me segurei.
Metei com a mesma força rítmica e implacável que usei na Clarissa, garantindo que cada centímetro daquele lacre ficasse bem apertado e seguro.
Me preocupa que Kat esteja levando as aulas da faculdade muito a sério, Ethan, porque a pobrezinha estava absolutamente exausta. Depois que eu terminei de mostrar pra ela exatamente como um profissional veda um vazamento (metendo aquele plugue de alta resistência até ela ficar sem ar e tremendo contra os azulejos), ela mal conseguia encontrar forças pra andar direito. Ela olhou pra mim com aqueles olhos verdes, arregalados e atordoados, com as pernas tremendo feito as de uma cervinha recém-nascida, como se ademonstração técnicateria drenado cada gota de energia daquela corpinho pequeno dela.
É uma carga pesada ser mentor da juventude, mas alguém tem que garantir que a próxima geração compreenda a fundo o valor de um trabalho bem feito.Mas como estava ficando tarde, me pediram para acompanhá-los no jantar.
Agora, sendo um homem de certo apetite, eu já tinha gastado minha energia no encanamento e na tutoria, então não estava particularmente com fome.
Mal provei um bocado da comida de verdade, preferindo me recostar e curtir a vista. Suas garotas, no entanto, estavam vorazes.
Não se cansavam de comer aquele pedaço de carne grande e suculento, e compartilhavam com uma espécie de fome frenética e sincronizada que deixava claro que ainda desejavam mais daquelaproteínaque tanto gostavam e precisavam.
No entanto, como se sentiam sozinhas sem um homem em casa, sua esposa e sua filha praticamente me imploraram para acompanhá-las um pouco para ver um filme. Agora, Ethan, você já sabe como são as mulheres: não conseguem simplesmente sentar e relaxar; precisam de uma presença, um certo*peso*na sala para se sentirem seguras.
Então deixei que me guiassem até a sala, onde já tinham se aconchegado no enorme sofá de veludo, deixando exatamente o espaço suficiente pra eu me esgueirar entre elas.
As duas escolheram algum tipo de filme típico de meninas, Ethan, embora o enredo fosse um pouco mais...*especializada*... do que a média das comédias românticas. Era um daqueles pequenos dramas distorcidos refletidos em um triângulo amoroso onde a mãe e a filha se encontram irremediavelmente apaixonadas pelo mesmo homem. Naturalmente, o roteiro se concentrava menos nos diálogos e mais nacoreografiaSinceramente, meu amigo, nada a ver com o cinema da minha juventude.
Lembro que quando eu era criança, esse tipo de filme era discreto com essas coisas; deixava o trabalho pesado pra imaginação, cortava pro preto bem na hora que as coisas ficavam interessantes antes de pular pra uma cena do casal tomando café da manhã na manhã seguinte.
Mas esse filme? Isso era tipo um sonho febril, depravado e em alta definição.
Por exemplo, numa cena, a filha chupa o pau do cara com um fervor que faria um aspirador parecer preguiçoso, enquanto o cara beija a mãe e enfia os dedos no cu dela com uma precisão rítmica que combinava com a trilha sonora, enquanto os três estão sentados num enorme sofá de veludo.
Foi um verdadeiro banquete de carne, Ethan.Depois, numa mudança vertiginosa de coreografia, o cara tá comendo a buceta da filha enquanto ela se esfrega na cara dele, tudo isso enquanto a mãe depravada monta no pau dele, cavalgando como se tentasse bater um recorde mundial de resistência.
O ato final foi o que realmente me deixou de queixo caído: a mãe e a filha simplesmente trocaram de lugar, seus corpos se entrelaçando em um emaranhado de cabelo platinado e pele pálida enquanto começavam a se beijar, explorando sualado lésbicoou como você quiser chamar.
Foi uma sinfonia de luxúria caótica e em alta definição que fez a sala parecer menor e o ar mais denso.Não sei, mano!
Já tinha tido o suficiente do filme quando o cara finalmente se levanta, com seu enorme pau ainda meio duro (de um tamanho com o qual estou surpreendentemente familiarizado), enquanto as duas mulheres loiras platinadas e de olhos verdes olham pra ele com fome.
Ajustei as calças (sou só humano, mano!) e fiz uma última ronda pelo perímetro, garantindo que a casa estivesse tão segura quanto um cofre. Revisei cada fecho das janelas e conferi duas vezes as trancas das portas da frente e dos fundos. Sou um pouco meticuloso com segurança; não posso deixar um intruso qualquer entrar e perturbar a paz de um lar tão bem cuidado. Afinal, alguém precisa garantir que ainfraestruturatá protegida enquanto o dono de verdade tá fora trabalhando na lama.
Antes de eu ir, parei do lado da porta pra dar uma última olhada nelas, só pra ser minucioso, sabe?
Perguntei pra Clarissa e pra Katherine se tinha mais alguma coisa que eu precisavamanutençãoou qualquer outro vazamento que exigisse minha marca específica de atenção.
As duas me olharam com aquelas expressões vidradas e pálpebras pesadas, com vozes que soavam como se tivessem sido arrastadas pela lama.
Me disseram, numa espécie de sussurro sincronizado, que estavam completamente satisfeitas e que não precisavam de mais nada de mim.
Então, sem nem olhar pra trás, praticamente correram pro seu quarto, de mãos dadas com uma urgência frenética, como se precisassem compartilhar algum relatório secreto e ofegante sobre tudo o que tinha acabado de acontecer.
Embora eu não tenha captado a trama do filme (a maior parte do diálogo era só respiração pesada e sons molhados), suspeito que serviu como uma experiência profunda de conexão pra Clarissa e Kat.
Tinha um certo parentesco nos olhos deles quando se olhavam.Mas é isso aí, mano!
Agora tô em casa, encolhido nas minhas próprias cobertas.
Minha esposa, Marisol, tá me esperando o dia todo.
Ela diz que a bunda gostosa delaestá pendente de uma inspeção minuciosa, então vamos compartilhar algumas rodadas antes de eu finalmente ir dormir. Marisol sabe que não consigo dormir bem a menos que a gente foda umas duas vezes. Mas você tem trabalhado demais, Ethan. Sério. Enquanto você tá lá fora lutando contra os elementos e brincando na lama, você tem sorte de ter um cara como eu pra manter suas garotas felizes e fazer os engrenagens da sua casa funcionarem sem problemas. A maioria dos homens cobraria uma taxa considerável por esse tipo de manutenção completa, mas pra você, amigo, tudo faz parte da amizade. Amanhã também vou dar mais uma passada nas garotas pra garantir que tudo continue funcionando direitinho.
É uma responsabilidade pesada, Ethan, mas alguém tem que fazer isso.Espero que você, por outro lado, não se molhe demais amanhã, Ethan.
Faça o possível pra evitar as poças, amigo; elas podem ser muito enganosas.
Num minuto você tá andando sobre chão firme e no seguinte tá com a lama gelada até a cintura, grudando nas suas botas como uma ex desesperada.
Tenho que ir, mano! A Marisol já tá rebolando a raba!
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