Oi, podem me chamar de "Mel" pra ser rápido, e essa é a história de como eu entrei pra trabalhar num lugar onde eu fazia de "tudo" (realmente de tudo) menos trabalhar. Entrei pra trabalhar de atendimento ao público (ou autosserviço, como vocês conhecem) e tenho quase certeza de que desde o primeiro minuto fui contratada pelo meu pequeno pêssego (sou magrinha e tenho só 1,45 de altura). Meu chefe direto sempre era muito gentil, mas me apresentou a um senhor mais velho (pra não dizer um velho tarado) que sempre que podia me devorava com o olhar, e até soube por uns colegas que ele me olhava pelas câmeras e até tirava fotos de mim. Ele era uma espécie de supervisor de várias lojas e fazia vários trabalhos, como viajar entre cidades pra visitar e revisar coisas das lojas, então podia fazer muita coisa e tinha certo poder. Eu tentava manter minha distância e evitá-lo a todo custo, mas ele sempre dava um jeito de ficar atrás de mim sem ser muito óbvio, então, mesmo que vários soubessem, ninguém tinha provas reais do que ele queria fazer. A história começa quando, por movimentos da empresa (claramente foi ele que fez), acabei viajando com o "time de trabalho" dele pra outro estado, mais especificamente ele me levou pra praia. Assim que chegamos, fomos direto trabalhar durante quase o dia todo; trabalhar sem descanso não era um grande problema pra mim, mas também não é como se eu gostasse tanto assim. Já de noite fomos pro nosso hotel, cheguei e me disseram que eu ia ficar num quarto sozinha (o normal era supostamente dividir o quarto e a gente devia ser 2 por quarto); como éramos número ímpar, acabei ficando com o quarto inteiro só pra mim. Aqui abro um parêntese: o velho convenceu o da recepção a ter uma cópia da chave do meu quarto, além de dar um jeito em tudo pra que eu ficasse com esse quarto sozinha. Eu, toda confiante e depois de um dia tão cansativo, decidi me trancar no quarto e tomar um banho longo; já relaxada, saí do banheiro sem toalha (supostamente eu estava sozinha) e o vejo de frente deitado na cama. Meu primeiro impulso foi correr de volta ao banheiro e fechar a porta. Esperei um bom tempo, mas quando saí de novo ele ainda estava lá esperando; na segunda vez já saí coberta e só peguei minhas coisas e me tranquei de novo. Quando saí pela terceira vez já não o vi e decidi ir me deitar; antes disso, revisei bem a porta e tranquei com a chave novamente (naquela época eu não sabia que ele tinha uma cópia). Na minha falsa segurança, decidi me deitar para descansar. (Devo dizer que costumo dormir com pouca roupa ou, se estiver muito calor, sem nada). Então, estando num hotel na praia e achando que estava completamente sozinha, simplesmente tirei tudo e entrei na cama para dormir. Estava tão cansada que apaguei completamente; depois de várias horas dormindo tranquilamente, acordei (devo dizer que bem na hora certa) com a sensação de estar sendo penetrada. Ainda estava meio dormindo, então não reagi de imediato de forma lógica. Simplesmente me deixei levar; estava muito escuro e, além disso, quando acordei eu estava de lado na beirada da cama enquanto ele estava de pé me metendo o amiguinho dele (um amiguinho nem muito grande nem muito pequeno), então obviamente não o via e não sabia quem estava fazendo aquilo. Eu simplesmente me deixava foder e é que realmente estava me fazendo falta ter esse tipo de encontro; durante um bom tempo eu tinha estado solteira e, embora não fosse como se mais de um não tivesse insinuado que queria fazer "coisinhas" comigo, nunca conseguia concretizar nada. Então estava aproveitando muito aquele momento e, pelo prazer constante, nem pensava em quem seria o que estava me dando. Eu, sabendo que o quarto estava sem companhia, evidentemente não evitava gemer e me deixar levar pelo prazer com alguns gritinhos sexys. Depois de um tempo senti como ele me pegou pela cintura e me levantou um pouco, como me dando a entender que eu devia levantar o traseiro; evidentemente obedeci e acabei de quatro na minha cama recebendo as investidas dele. Com o passar dos minutos o movimento foi ficando mais lento até que finalmente ele parou. Assim que senti como ele se descarregava em mim e me soltava da cintura, eu desabei e meu corpo relaxou demais na cama. Durante o esgotamento não virei pra ver quem estava atrás de mim, só quando ouvi a porta do quarto fechar de novo é que me levantei e fui direto ao banheiro pra me "enxaguar". Tive que tomar outro banho rápido e depois de me secar pela metade voltei a me deitar pra dormir (embora primeiro tenha checado de novo se a porta estava bem fechada). Claramente, como não dormi direto, acordei super tarde e ia chegar atrasada no trabalho, me vesti rapidamente e decidi ir pro trabalho sem tomar café nem nada. Quando cheguei na entrada do trabalho, o gerente daquela loja me parou e disse que por que eu estava ali se tinham me dado o dia. Eu, sem saber o que responder, fiquei olhando pra ele um momento e depois só agradeci, me virei e caminhei de volta pro hotel. Já no quarto, peguei meu celular e vi várias mensagens de um número desconhecido. 1. Tira o dia de hoje, descansa um pouco e recupera as forças pra continuar trabalhando duro. 2. Seu pagamento foi depositado pra você poder fazer compras e sair pra conhecer. Assim que li essas primeiras mensagens, soube de quem eram, mas continuei lendo e comecei a conectar tudo o que estava acontecendo. 3. Se quiser continuar descansando tranquilamente e ganhar um pouco mais, tenho uma proposta pra você. 4. Sei que você gostou e curtiu o de ontem, podemos continuar assim e você terá o que quiser. 5. Não me responda ainda, daqui a pouco passo e então falamos sobre isso. Apesar de não ter gostado da ideia de que um velho tarado tinha me comido, eu realmente tinha curtido e ele acabou de me pagar por isso. Fiquei na dúvida sobre o assunto sem saber o que fazer, podia deixar ele continuar me comendo e tirar proveito ou recusar e esperar que ele não acabasse me expulsando. Era uma terça-feira e ficaríamos ali durante toda a semana, talvez até duas se, como tinham dito no começo, "o trabalho achasse necessário", então podia ser uma situação complicada. Peguei minha bolsa e saí do hotel com uma ideia e comecei a planejar minha contraproposta. Mas isso eu conto pra vocês em outro lugar, fiquem ligados nisso.
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