-I- ??? - quer ir pra praia? Acordar com uma mensagem dessas não estava nos meus planos do dia, não só pela minha notória aversão à praia (até se pensaria que não sou a pessoa mais indicada pra esse tipo de convite), mas porque veio de alguém inesperado. Eu - Você vai pra praia? Claudia - Não, mas hoje me deu na telha. Eu - e... te deu na telha me convidar? A verdade é que Claudia sempre me atraiu, baixinha de rosto bonito, sua pequenez acentuava seus atributos mais proeminentes, gerando o que alguns chamariam de pacote completo. Claudia - Pensei que talvez você gostasse de me ver de maiô... e quem sabe? Capaz que eu precise de alguém pra passar o protetor... Pra aqueles que ainda não tinham pensado nisso, essa atitude deixava claro que efetivamente, sim, era o pacote completo. A mina sabia usar seu charme, e era difícil resistir. Eu - Não tenho dúvidas de que eu gostaria... não sei o quanto minha namorada vai gostar kkkkk Esse era o grande problema, por mais que eu quisesse me dar o prazer de ter um episódio de verão com essa gostosa dos meus sonhos, existia um impedimento um tanto maior... Claudia - só tem um jeito de descobrir. Eu - te entregando com essas mensagens? Claudia - Vai, bobão, não se faz de esperto Sabia que não era boa ideia, mas era impossível negar a intriga, a tentação de fazer pelo menos uma pequena travessura com alguém que sempre me cativou, afinal não foi um convite explícito, seriam simplesmente duas pessoas tomando sol na beira do rio. Numa tentativa de me autoconvencer decidi ser um pouco mais brincalhão. Eu - Não sei, você deveria tentar me convencer... capaz que consegue... Claudia - você já disse que gosta da ideia, não acho que eu tenha que te convencer mais... Eu não tinha pensado nisso, meio que me entreguei uns minutos atrás... me sentindo um pouquinho humilhado não tinha certeza do que responder, mas pra minha sorte, a mina não precisou de resposta alguma. Claudia - isso te ajuda? A mensagem ficou ali sem nada mais, gerando uma expectativa gigante, de aquelas que te aceleram o coração. Para minha sorte, antes de ter que falar, minha curiosidade foi acalmada. Claudia - A parte de baixo você vê pessoalmente. Anexa uma foto, uma selfie tirada de um ângulo alto, na qual se distinguia minha companheira de conversa modelando a parte de cima do biquíni, colocando a língua pra fora de forma brincalhona e… pra dar aquele toque final, revelando com a mão um dos seus mamilos. Wow. … Eu - nos vemos daqui a pouco. -II- Em algum momento um homem muito honesto disse estas palavras, “não gosto de areia, é áspera e irritante, e acaba em todo lugar”, me inclino a concordar com este indivíduo cada vez que toco na praia, mas nesta ocasião havia certo incentivo para o suplício. Ao chegar comecei o ritual ao qual a gente se submete quando alguém te espera num lugar assim, ou seja, olhar de um lado pro outro entre o mar de gente com pouca roupa até encontrar teu objetivo. Para minha sorte esse processo não foi mais que um minuto ou dois, não era tanto o acúmulo escaneável. Já uma vez sentado na toalha meticulosamente plantada pra mim, me encontrei com minha anfitriã, que não compartilhava a carência de vestimenta dos outros, optando no momento por usar uma camiseta folgada e shorts de jeans. Eu - Então… a praia… Ela estava olhando com calma as ondas, visivelmente tentando relaxar. Claudia - É, com esses temas da facul me ocorreu que poderia me fazer bem, além disso comprei cartas e não me saiu nenhuma linda, preciso desestressar. Eu - e que tal? Claudia - Me incomoda o barulho, e o vento… Eu - É, eu também. Ambos olhamos pro nada por um momento. Claudia - Mas enfim… tentar curtir um pouco - disse ao mesmo tempo que se livrava da camiseta, revelando o biquíni que tinha aparecido naquela foto, assim como um par de peitos ainda mais impressionante do que eu achava que iam ser. Depois de me ver estupefato um segundinho e me dar uma risadinha zombeteira, ela se virou pra tirar o short, deitando de bruços. Claudia - vai ficar aí ficar olhando pra minha bunda ou vai me ajudar com o protetor? Eu - Emmm… sim… digo, sim, eu te ajudo. Ela me deu o frasco e se deitou. Fiquei observando ela por um segundo, olhando suas costas, vendo como delineavam a forma do seu corpo, e obviamente, desviando às vezes o olhar um pouco mais pra baixo, pras suas nádegas. Claudia - Vai começar ou não? Ou quer isso também? Depois de dizer isso, desamarrou o nó do biquíni, terminando de despir suas costas, e terminando o processo de expansão que vinha se formando na minha virilha. Sem conseguir dizer muito, pus mãos à obra, espalhando um pouco do protetor solar nas costas da moça, espalhando, talvez um pouco desajeitadamente, por cada área que precisasse. Era gostoso sentir sua pele, obviamente não era a primeira vez que fazia algo assim, mas a clandestinidade do momento dava uma certa excitação extra, que se refletia no meu nervosismo ao mover as mãos. Claudia - Que gostoso que é - disse virando pra me olhar com um sorriso. - O que será que sua namorada vai dizer, hein? não acho que ela vai gostar de te ver assim… Eu - E será que ela vai gostar de me ver assim? Depois de dizer isso, dei um tapinha leve na bunda dela, que a fez dar um pulinho muito fofo de ver. Claudia - Que atrevidinho, neném… Eu - É que tinha areia, pra tirar… na verdade tem um pouco mais, quer que eu tire? Ela pensou um segundo. Claudia - Bom, vai lá… Encorajado pelo tapinha e pela atitude da dama, decidi arriscar um pouquinho mais. Quando Claudia voltou à posição inicial, estando fora do alcance da sua visão, num movimento ágil mas sorrateiro me aproximei e lambi a nádega arenosa, uma vez, duas vezes, pra terminar com um beijo nela. Claudia - Nenéééém, estamos em público, que atrevido, sério mesmo que você é! Nós dois rimos e nos olhamos fixamente. Eu - Passou protetor aí? Claudia - Mmm, agora me dá vontade de te lamber… - pausou pra ver minha ereção - e algo me diz que você também ia gostar… Olhei pras dunas, encontrando a poucos passos um cantinho isolado por arbustos e árvores. Sorridindo, peguei a menina pelo pulso e a fiz levantar. Eu - Vem, vamos ver se não sou o único atrevido - dito isso, dei o segundo tapa do dia e a fiz caminhar em direção aos arbustos. No caminho, curti a vista, o movimento da bunda dela, cada nádega rebotando a cada passo, enquanto ela voltava a amarrar a parte de cima do maiô. Nem um segundo se passou entre a gente se acomodar entre os galhos e ela se agachar na minha frente, passando as mãos pelo meu short de forma ansiosa. Eu - uau, quem é a atrevida no final? Claudia - cala a boca, neném - disse baixando minha roupa, sorrindo e mordendo o lábio ao ver meu pau - cala a boca e me curte. Pontuou suas palavras com uma lambida, da base até a cabeça, pra começar seu trabalho com maestria. Vendo ela de cima, deixei ela trabalhar uns minutos, curtindo o movimento constante e o calor da boca dela me dando prazer, fazendo carinho no cabelo dela pra ela saber que tava fazendo bem. Eu - Aaaah, que gostoso, nena, continua… Quase como resposta, a nena me deu um gemido gostoso, gerando uma vibração prazerosa dentro da boca dela. Depois ela tirou com um chupão forte e disse… Claudia - Tá gostando? Eu - Adoro… Mas não baixa tanto a guarda - disse enquanto pegava o cabelo dela, como fazendo um rabo de cavalo com a mão - porque aqui quem manda sou eu, sua puta… Com essas palavras comecei a liderar, trocando o movimento da cabeça dela por uma verdadeira foda na cara. Por um momento todo o som de fundo desapareceu na minha mente, dando lugar à sinfonia babada que a boca dela me proporcionava ao engasgar com meu pau, sinfonia que dava a trilha sonora pra bagunça em que tava a cara dela como receptora dessa foda, borrando a maquiagem e deixando cair fios de baba do queixo até os peitos. Até o momento ela acompanhava meu movimento com um próprio, tentando evitar meu completo domínio. Eu - quero fazer uma coisa, fica quieta… Em resposta, ela deixou cair os braços e parou o movimento da cabeça. Satisfeito com sua submissão, coloquei uma mão na nuca dela e comecei a me mover, dando estocadas suaves no começo, pra fazer ela acreditar que ia ser fácil pra ela, só pra logo em seguida começar a meter com tudo, com a intenção clara de abrir a garganta dela. Eu - Chupa, sua puta, relaxa… Continuei no mesmo movimento brusco, fazendo a saliva dela voar pra todo lado, e eventualmente consegui o que queria, forçando a cabeça do meu pau a entrar na garganta da garota. Eu - Isso, assim… deixa ele aí… Mantive a cara dela colada na minha pelvis enquanto curtia o aperto que a garganta dela me dava, dez segundos, 20 segundos, assim eu obriguei ela a ficar até que decidi tapar o nariz dela, pra adicionar à dominação. Os golpes na minha perna não demoraram, eu sabia que ela não respirava, mas isso me acendia, deixei ela bater duas ou três vezes e, finalmente, torcendo e espalhando muita saliva por todo o tronco do meu pau, soltei ela. Com um forte suspiro ela tirou ele da boca e me olhou com olhos marejados. Claudia - Que malvado que você é comigo - deu um chupão - mas como me excita - deu outro - chupo melhor que sua namorada? Eu - Mmmmmmm, não sei - disse eu colocando o olhar no céu pra gemer, enquanto voltava a elogiar a habilidade dela com carícias - pode ser… Claudia - Mmmm, e então por que você não deixa ela, assim você pode me dar isso todos os dias? As palavras dela me trouxeram de volta à realidade, voltei a ver a cara dela toda melecada e dessa vez fui eu quem tirou o pau da boca dela, pra dar um tapa e agarrar ela pelo pescoço. Eu - Você tem que saber o seu lugar… ela é minha namorada… e você é minha puta. Subindo minha mão do pescoço até a boca dela, abri com os dedos, pra penetrar ela de novo enquanto nossos olhos se conectavam fixamente, dando início ao processo novamente. Estocadas brutais e ânsias de vômito voltaram a culminar na minha glande entalada na garganta dela, me devolvendo àquele prazer lindo pelo qual tanto trabalhei. Embora eu pudesse ter repetido a humilhação de deixar ela sem ar, algo inesperado passou, mesmo com meu pau enfiado na garganta dela, a puta decidiu que queria ser fiel à sua profissão, e começou a mover a cabeça sem me privar do aperto que eu estava curtindo. Eu - Mmmmm. Você aprendeu bem, puta… pena que não tenho camisinha… Claudia continuou chupando por um segundo, mas como resposta às palavras do seu dono, se levantou, e me dando as costas apoiou uma mão numa árvore e com a outra apertou a bunda, empinando o cu pra mim. Claudia - As putas são fodidas. Eu realmente a tinha domado, e pra aproveitar a completa submissão em que ela se encontrava, dei a terceira palmada do dia, finalmente acertando sua bunda como merecia, deixando impressa minha mão na sua nádega esquerda e provocando um gritinho agudo extremamente gratificante. Sem querer dar a ela nenhum tipo de poder, já que ela deu a ordem inicial, encostei meu pau nos lábios dela. Eu - pede… Claudia - mete logo… Eu - pede direito, sua puta… Continuei fazendo círculos na entrada dela. Claudia - me fode, por favor! Eu - agora sim… Dito isso, enfiei. Nossos corpos se chocavam ritmicamente enquanto nós dois respirávamos ofegantes entre gemidos, os peitos dela, que até esse momento continuavam presos pela roupa, mesmo assim balançavam de um jeito delicioso, jeito que ficou ainda mais delicioso quando decidi libertá-los. Eu - você lembra que a gente tá em público, né? Qualquer um pode te ouvir, sua putinha Claudia - Tô cagando e andando - disse sem parar de gemer - me estupra, me parte no meio! Pra realizar o sonho dela, levantei a perna dela e mantive no ar, me dando espaço pra efetivamente, parti-la no meio. Claudia - Ai, isso!, mais, me dá mais! Continuamos assim vários minutos, completamente num transe sexual que nos tirava do risco de estar fodendo num lugar movimentado. Eu - puta… Claudia - Não para… por favor não para… Eu - Não vou parar, mas me diz, o que você é pra mim? Ela gemeu algumas vezes com as estocadas. Claudia - Sua p… sua puta… sou sua puta, sua gostosa, seu objeto, mas me fode! Eu - Então me promete uma coisa… Claudia - O que você quiser, mas não para de me foder… Eu - promete que pra fechar o acordo você vai engolir toda a porra… aí sim você vai ser minha puta … Claudia - Sim… sim… SIM! - disse num grito que se misturou com os gemidos do seu clímax, deixando seu corpo cair nos meus braços satisfeita. Mas claro, eu ainda não estava satisfeito, então a levantei puxando pelo cabelo, continuando as estocadas. Eu - Agora você vai provar seus sucos, da ponta do meu pau, nem responde, só acena com a cabeça… Ela me deu o prazer e balançou a cabeça, deixando claro que eu a tinha feito minha. Num movimento me desprendi do seu corpo e ela soube o que fazer, apoiando os joelhos na areia enfiou meu pau na boca de novo, dessa vez lambuzada com uma mistura da própria saliva e fluidos. Com suas últimas forças pegou minha mão e colocou de novo na sua nuca, e entendendo perfeitamente sua intenção, lhe dei uma fodida de boca parecida com as anteriores. Sem perder a brutalidade do começo, fiz daquela boca uma use the word: buceta a mais, um buraco perfeito pra me vingar, até que com um último movimento pélvico comecei a descarregar na entrada da sua garganta, provocando ânsias com cada jato de sêmen que a obrigava a engolir. Ao tirar observei minha obra de arte, sua cara feita um completo desastre de baba e porra, e nos seus lábios, um sorriso. Claudia - agora sim sou sua puta . Eu também sorri com sua tirada. Eu -lambe pra mim - eu disse aproximando de novo meu membro da sua cara. E assim ela fez, com carinho. -III- Depois de uma foda dessas, levei pela mão minha puta até o carro. Ao entrar, cada um sentado no seu respectivo lugar, ver o desastre que ficou sua cara me gerou um sentimento de orgulho, tinha feito meu trabalho bem. Eu - não tá tão ruim a praia né… Claudia - Não, a verdade me ajudou muito hoje, me desestressou bastante… - me olhou enquanto dirigia pela orla, e depois acrescentou - embora tenha me deixado com um pouco de fome… E depois de dizer isso voltou ao seu posição natural, tirando meu pau pra fora e dando uma última chupada no caminho.
-I- ??? - quer ir pra praia? Acordar com uma mensagem dessas não estava nos meus planos do dia, não só pela minha notória aversão à praia (até se pensaria que não sou a pessoa mais indicada pra esse tipo de convite), mas porque veio de alguém inesperado. Eu - Você vai pra praia? Claudia - Não, mas hoje me deu na telha. Eu - e... te deu na telha me convidar? A verdade é que Claudia sempre me atraiu, baixinha de rosto bonito, sua pequenez acentuava seus atributos mais proeminentes, gerando o que alguns chamariam de pacote completo. Claudia - Pensei que talvez você gostasse de me ver de maiô... e quem sabe? Capaz que eu precise de alguém pra passar o protetor... Pra aqueles que ainda não tinham pensado nisso, essa atitude deixava claro que efetivamente, sim, era o pacote completo. A mina sabia usar seu charme, e era difícil resistir. Eu - Não tenho dúvidas de que eu gostaria... não sei o quanto minha namorada vai gostar kkkkk Esse era o grande problema, por mais que eu quisesse me dar o prazer de ter um episódio de verão com essa gostosa dos meus sonhos, existia um impedimento um tanto maior... Claudia - só tem um jeito de descobrir. Eu - te entregando com essas mensagens? Claudia - Vai, bobão, não se faz de esperto Sabia que não era boa ideia, mas era impossível negar a intriga, a tentação de fazer pelo menos uma pequena travessura com alguém que sempre me cativou, afinal não foi um convite explícito, seriam simplesmente duas pessoas tomando sol na beira do rio. Numa tentativa de me autoconvencer decidi ser um pouco mais brincalhão. Eu - Não sei, você deveria tentar me convencer... capaz que consegue... Claudia - você já disse que gosta da ideia, não acho que eu tenha que te convencer mais... Eu não tinha pensado nisso, meio que me entreguei uns minutos atrás... me sentindo um pouquinho humilhado não tinha certeza do que responder, mas pra minha sorte, a mina não precisou de resposta alguma. Claudia - isso te ajuda? A mensagem ficou ali sem nada mais, gerando uma expectativa gigante, de aquelas que te aceleram o coração. Para minha sorte, antes de ter que falar, minha curiosidade foi acalmada. Claudia - A parte de baixo você vê pessoalmente. Anexa uma foto, uma selfie tirada de um ângulo alto, na qual se distinguia minha companheira de conversa modelando a parte de cima do biquíni, colocando a língua pra fora de forma brincalhona e… pra dar aquele toque final, revelando com a mão um dos seus mamilos. Wow. … Eu - nos vemos daqui a pouco. -II- Em algum momento um homem muito honesto disse estas palavras, “não gosto de areia, é áspera e irritante, e acaba em todo lugar”, me inclino a concordar com este indivíduo cada vez que toco na praia, mas nesta ocasião havia certo incentivo para o suplício. Ao chegar comecei o ritual ao qual a gente se submete quando alguém te espera num lugar assim, ou seja, olhar de um lado pro outro entre o mar de gente com pouca roupa até encontrar teu objetivo. Para minha sorte esse processo não foi mais que um minuto ou dois, não era tanto o acúmulo escaneável. Já uma vez sentado na toalha meticulosamente plantada pra mim, me encontrei com minha anfitriã, que não compartilhava a carência de vestimenta dos outros, optando no momento por usar uma camiseta folgada e shorts de jeans. Eu - Então… a praia… Ela estava olhando com calma as ondas, visivelmente tentando relaxar. Claudia - É, com esses temas da facul me ocorreu que poderia me fazer bem, além disso comprei cartas e não me saiu nenhuma linda, preciso desestressar. Eu - e que tal? Claudia - Me incomoda o barulho, e o vento… Eu - É, eu também. Ambos olhamos pro nada por um momento. Claudia - Mas enfim… tentar curtir um pouco - disse ao mesmo tempo que se livrava da camiseta, revelando o biquíni que tinha aparecido naquela foto, assim como um par de peitos ainda mais impressionante do que eu achava que iam ser. Depois de me ver estupefato um segundinho e me dar uma risadinha zombeteira, ela se virou pra tirar o short, deitando de bruços. Claudia - vai ficar aí ficar olhando pra minha bunda ou vai me ajudar com o protetor? Eu - Emmm… sim… digo, sim, eu te ajudo. Ela me deu o frasco e se deitou. Fiquei observando ela por um segundo, olhando suas costas, vendo como delineavam a forma do seu corpo, e obviamente, desviando às vezes o olhar um pouco mais pra baixo, pras suas nádegas. Claudia - Vai começar ou não? Ou quer isso também? Depois de dizer isso, desamarrou o nó do biquíni, terminando de despir suas costas, e terminando o processo de expansão que vinha se formando na minha virilha. Sem conseguir dizer muito, pus mãos à obra, espalhando um pouco do protetor solar nas costas da moça, espalhando, talvez um pouco desajeitadamente, por cada área que precisasse. Era gostoso sentir sua pele, obviamente não era a primeira vez que fazia algo assim, mas a clandestinidade do momento dava uma certa excitação extra, que se refletia no meu nervosismo ao mover as mãos. Claudia - Que gostoso que é - disse virando pra me olhar com um sorriso. - O que será que sua namorada vai dizer, hein? não acho que ela vai gostar de te ver assim… Eu - E será que ela vai gostar de me ver assim? Depois de dizer isso, dei um tapinha leve na bunda dela, que a fez dar um pulinho muito fofo de ver. Claudia - Que atrevidinho, neném… Eu - É que tinha areia, pra tirar… na verdade tem um pouco mais, quer que eu tire? Ela pensou um segundo. Claudia - Bom, vai lá… Encorajado pelo tapinha e pela atitude da dama, decidi arriscar um pouquinho mais. Quando Claudia voltou à posição inicial, estando fora do alcance da sua visão, num movimento ágil mas sorrateiro me aproximei e lambi a nádega arenosa, uma vez, duas vezes, pra terminar com um beijo nela. Claudia - Nenéééém, estamos em público, que atrevido, sério mesmo que você é! Nós dois rimos e nos olhamos fixamente. Eu - Passou protetor aí? Claudia - Mmm, agora me dá vontade de te lamber… - pausou pra ver minha ereção - e algo me diz que você também ia gostar… Olhei pras dunas, encontrando a poucos passos um cantinho isolado por arbustos e árvores. Sorridindo, peguei a menina pelo pulso e a fiz levantar. Eu - Vem, vamos ver se não sou o único atrevido - dito isso, dei o segundo tapa do dia e a fiz caminhar em direção aos arbustos. No caminho, curti a vista, o movimento da bunda dela, cada nádega rebotando a cada passo, enquanto ela voltava a amarrar a parte de cima do maiô. Nem um segundo se passou entre a gente se acomodar entre os galhos e ela se agachar na minha frente, passando as mãos pelo meu short de forma ansiosa. Eu - uau, quem é a atrevida no final? Claudia - cala a boca, neném - disse baixando minha roupa, sorrindo e mordendo o lábio ao ver meu pau - cala a boca e me curte. Pontuou suas palavras com uma lambida, da base até a cabeça, pra começar seu trabalho com maestria. Vendo ela de cima, deixei ela trabalhar uns minutos, curtindo o movimento constante e o calor da boca dela me dando prazer, fazendo carinho no cabelo dela pra ela saber que tava fazendo bem. Eu - Aaaah, que gostoso, nena, continua… Quase como resposta, a nena me deu um gemido gostoso, gerando uma vibração prazerosa dentro da boca dela. Depois ela tirou com um chupão forte e disse… Claudia - Tá gostando? Eu - Adoro… Mas não baixa tanto a guarda - disse enquanto pegava o cabelo dela, como fazendo um rabo de cavalo com a mão - porque aqui quem manda sou eu, sua puta… Com essas palavras comecei a liderar, trocando o movimento da cabeça dela por uma verdadeira foda na cara. Por um momento todo o som de fundo desapareceu na minha mente, dando lugar à sinfonia babada que a boca dela me proporcionava ao engasgar com meu pau, sinfonia que dava a trilha sonora pra bagunça em que tava a cara dela como receptora dessa foda, borrando a maquiagem e deixando cair fios de baba do queixo até os peitos. Até o momento ela acompanhava meu movimento com um próprio, tentando evitar meu completo domínio. Eu - quero fazer uma coisa, fica quieta… Em resposta, ela deixou cair os braços e parou o movimento da cabeça. Satisfeito com sua submissão, coloquei uma mão na nuca dela e comecei a me mover, dando estocadas suaves no começo, pra fazer ela acreditar que ia ser fácil pra ela, só pra logo em seguida começar a meter com tudo, com a intenção clara de abrir a garganta dela. Eu - Chupa, sua puta, relaxa… Continuei no mesmo movimento brusco, fazendo a saliva dela voar pra todo lado, e eventualmente consegui o que queria, forçando a cabeça do meu pau a entrar na garganta da garota. Eu - Isso, assim… deixa ele aí… Mantive a cara dela colada na minha pelvis enquanto curtia o aperto que a garganta dela me dava, dez segundos, 20 segundos, assim eu obriguei ela a ficar até que decidi tapar o nariz dela, pra adicionar à dominação. Os golpes na minha perna não demoraram, eu sabia que ela não respirava, mas isso me acendia, deixei ela bater duas ou três vezes e, finalmente, torcendo e espalhando muita saliva por todo o tronco do meu pau, soltei ela. Com um forte suspiro ela tirou ele da boca e me olhou com olhos marejados. Claudia - Que malvado que você é comigo - deu um chupão - mas como me excita - deu outro - chupo melhor que sua namorada? Eu - Mmmmmmm, não sei - disse eu colocando o olhar no céu pra gemer, enquanto voltava a elogiar a habilidade dela com carícias - pode ser… Claudia - Mmmm, e então por que você não deixa ela, assim você pode me dar isso todos os dias? As palavras dela me trouxeram de volta à realidade, voltei a ver a cara dela toda melecada e dessa vez fui eu quem tirou o pau da boca dela, pra dar um tapa e agarrar ela pelo pescoço. Eu - Você tem que saber o seu lugar… ela é minha namorada… e você é minha puta. Subindo minha mão do pescoço até a boca dela, abri com os dedos, pra penetrar ela de novo enquanto nossos olhos se conectavam fixamente, dando início ao processo novamente. Estocadas brutais e ânsias de vômito voltaram a culminar na minha glande entalada na garganta dela, me devolvendo àquele prazer lindo pelo qual tanto trabalhei. Embora eu pudesse ter repetido a humilhação de deixar ela sem ar, algo inesperado passou, mesmo com meu pau enfiado na garganta dela, a puta decidiu que queria ser fiel à sua profissão, e começou a mover a cabeça sem me privar do aperto que eu estava curtindo. Eu - Mmmmm. Você aprendeu bem, puta… pena que não tenho camisinha… Claudia continuou chupando por um segundo, mas como resposta às palavras do seu dono, se levantou, e me dando as costas apoiou uma mão numa árvore e com a outra apertou a bunda, empinando o cu pra mim. Claudia - As putas são fodidas. Eu realmente a tinha domado, e pra aproveitar a completa submissão em que ela se encontrava, dei a terceira palmada do dia, finalmente acertando sua bunda como merecia, deixando impressa minha mão na sua nádega esquerda e provocando um gritinho agudo extremamente gratificante. Sem querer dar a ela nenhum tipo de poder, já que ela deu a ordem inicial, encostei meu pau nos lábios dela. Eu - pede… Claudia - mete logo… Eu - pede direito, sua puta… Continuei fazendo círculos na entrada dela. Claudia - me fode, por favor! Eu - agora sim… Dito isso, enfiei. Nossos corpos se chocavam ritmicamente enquanto nós dois respirávamos ofegantes entre gemidos, os peitos dela, que até esse momento continuavam presos pela roupa, mesmo assim balançavam de um jeito delicioso, jeito que ficou ainda mais delicioso quando decidi libertá-los. Eu - você lembra que a gente tá em público, né? Qualquer um pode te ouvir, sua putinha Claudia - Tô cagando e andando - disse sem parar de gemer - me estupra, me parte no meio! Pra realizar o sonho dela, levantei a perna dela e mantive no ar, me dando espaço pra efetivamente, parti-la no meio. Claudia - Ai, isso!, mais, me dá mais! Continuamos assim vários minutos, completamente num transe sexual que nos tirava do risco de estar fodendo num lugar movimentado. Eu - puta… Claudia - Não para… por favor não para… Eu - Não vou parar, mas me diz, o que você é pra mim? Ela gemeu algumas vezes com as estocadas. Claudia - Sua p… sua puta… sou sua puta, sua gostosa, seu objeto, mas me fode! Eu - Então me promete uma coisa… Claudia - O que você quiser, mas não para de me foder… Eu - promete que pra fechar o acordo você vai engolir toda a porra… aí sim você vai ser minha puta … Claudia - Sim… sim… SIM! - disse num grito que se misturou com os gemidos do seu clímax, deixando seu corpo cair nos meus braços satisfeita. Mas claro, eu ainda não estava satisfeito, então a levantei puxando pelo cabelo, continuando as estocadas. Eu - Agora você vai provar seus sucos, da ponta do meu pau, nem responde, só acena com a cabeça… Ela me deu o prazer e balançou a cabeça, deixando claro que eu a tinha feito minha. Num movimento me desprendi do seu corpo e ela soube o que fazer, apoiando os joelhos na areia enfiou meu pau na boca de novo, dessa vez lambuzada com uma mistura da própria saliva e fluidos. Com suas últimas forças pegou minha mão e colocou de novo na sua nuca, e entendendo perfeitamente sua intenção, lhe dei uma fodida de boca parecida com as anteriores. Sem perder a brutalidade do começo, fiz daquela boca uma use the word: buceta a mais, um buraco perfeito pra me vingar, até que com um último movimento pélvico comecei a descarregar na entrada da sua garganta, provocando ânsias com cada jato de sêmen que a obrigava a engolir. Ao tirar observei minha obra de arte, sua cara feita um completo desastre de baba e porra, e nos seus lábios, um sorriso. Claudia - agora sim sou sua puta . Eu também sorri com sua tirada. Eu -lambe pra mim - eu disse aproximando de novo meu membro da sua cara. E assim ela fez, com carinho. -III- Depois de uma foda dessas, levei pela mão minha puta até o carro. Ao entrar, cada um sentado no seu respectivo lugar, ver o desastre que ficou sua cara me gerou um sentimento de orgulho, tinha feito meu trabalho bem. Eu - não tá tão ruim a praia né… Claudia - Não, a verdade me ajudou muito hoje, me desestressou bastante… - me olhou enquanto dirigia pela orla, e depois acrescentou - embora tenha me deixado com um pouco de fome… E depois de dizer isso voltou ao seu posição natural, tirando meu pau pra fora e dando uma última chupada no caminho.
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