O que vou contar pra vocês é algo bem recente que aconteceu com um grupo de amigos. A gente tinha organizado de ir a um festival na nossa cidade. Éramos uns 7 amigos e amigas, todos prontos pra ir, aí a gente descobriu que por causa do tempo ruim ia ser suspenso. Vocês podem imaginar minha raiva, porque eu tinha me preparado e esperado pra sair por muito tempo, não queria ficar em casa de jeito nenhum. Insisti com uma amiga pra ver outro plano, mas por causa do tempo não tinha quase nada pra fazer. Até que outro amigo propôs ir na casa dele beber. A gente tinha cooler, gelo, bebidas e petiscos pro festival e não queria desperdiçar. Foi assim que a gente foi pra casa do Marcelo. A casa dele não é muito grande, mas ele mora sozinho, então a gente podia fazer o que quisesse. Chegamos todos: Marcelo, mais 3 amigos e duas amigas (já vou apresentando eles). No começo foi tudo ótimo, música no volume máximo, dança e drinks. Até que, passando as horas, os caras foram aos poucos se acomodando pra jogar no videogame. As meninas também estavam se sentindo tontas. Eu, por minha parte, ainda tava com vontade de continuar ou pelo menos de não ir dormir. A primeira que vazou foi a Cristina, o namorado passou pra buscar ela. Depois de meia hora, a Carmen pediu pro Leandro se ele podia levar ela. Ele tava jogando uma partida, mas disse que sim. A gente ficou a uns metros deles conversando: "Você não quer ir com a gente ou vai ficar?" — Carmen. "Não, ainda não, quero beber um pouco mais, depois eu peço pro Joel me levar, a casa dele é perto da minha" — respondi. "Mas você vai se entediar. Eles tão jogando joguinhos." "Sim, mas eu tenho fernet e morro de rir vendo eles se xingando hahah." A gente conversou por mais alguns minutos até o Leandro se desocupar e levar ela. Ficamos com o Marcelo, o Joel e o gordo. De dois em dois eles se revezavam pra jogar enquanto o outro bebia comigo. Eu me divertia muito ouvindo eles, mas infelizmente isso não durou a noite toda. Quando decidiram fazer uma competição ou algo assim, ficaram sérios, até tentaram me convencer a jogar porque falta um. neguei até o último porque a verdade não me interessava, além disso também não entendia. começaram a ficar muito intensos com isso até que finalmente me deixaram em paz. armaram o jogo deles e começaram a me ignorar, falavam entre os 3 me deixando de lado. no começo não me importei já que tinha meu copo e meu celular. mas depois de alguns poucos minutos o wi-fi do marcelo caiu. ele disse que costumava ser normal quando a tempestade era muito forte que depois de pouco tempo voltava a funcionar. passaram 5, 10, 15, 20 minutos e mais, não voltou a funcionar, aí já estava puta da vida. marcelo termina de jogar e se levanta cedendo o lugar pro gordo. pra depois sentar do meu lado e pegar do copo. a verdade é que de tanta chatice que eu estava precisava de atenção e me recostei no braço dele. vale esclarecer que com nenhum deles nunca aconteceu nada nem houve intenções, tínhamos uma confiança de anos. quando ele me devolve o copo tomo um gole e recosto minha mão sobre a perna dele, ele nem se incomodou e continuava falando com os outros. não demorou muito quando ele dirigiu a mão como pra pegar o copo, o que levantei levemente pra aproximá-lo, mas ele levou a mão pra se ajeitar na calça, isso me fez olhar pra virilha dele, o que notei que ficou dura. movi levemente minha mão e rosei o membro dele com o copo e deixei ali, ele se vira pra me olhar mas eu faço como se nada tivesse acontecido. segundos depois ele pega o copo e deixa cair minha mão sobre o volume dele, quando toma um gole começo a apertá-lo. massageei e apertei um bom tempo por cima da calça dele, até que me animei a meter a mão. desabotoei o jeans dele e meti a mão entre a cueca boxer e segurei ele na mão. bati uma punheta lenta roçando as bolas com a ponta dos meus dedos. até que ele mesmo não aguentou mais e tirou tudo pra fora. ele se relaxou no sofá com o pau duro e levantado, só tapado nos testículos pela roupa enquanto eu o masturbava. fazia devagar enquanto olhava pros outros. quando o gordo fez um gol ele gritou e virou pra nos ver a nós com um sorriso, mas ele mudou totalmente de cara quando viu a cena, olhou para o Joel como querendo dizer algo, mas ficou calado. continuou jogando, mas em silêncio, como se tivesse visto um fantasma. de vez em quando se virava para nos olhar, tentando entender. Marcelo e eu não nos abalamos, como se não estivéssemos fazendo nada de errado. quando vi que aquela partida terminou, exclamei: - agora é a vez do Marcelo de novo? - exclamei - não, joguem vocês mesmo - respondeu Marcelo. O único que se virou para nós foi o gordo. fiz gestos para ele se levantar, Marcelo não teve outra opção a não ser ir jogar, tentando ajeitar o pau dentro da calça. quando o gordo se sentou do meu lado, não perdi tempo e coloquei minha mão dentro da calça dele. quando tirei, notei que estava muito molhada e era bem menor que a do Marcelo, mas isso não importava. Com o gordo eu tinha que ser mais rápido, já que o tamanho dele não me dava muito para percorrer. Tudo estava indo às mil maravilhas até que ele cruza o braço por trás de mim. e em um momento tenta empurrar minha cabeça para baixo. nesse momento paro de repente e digo bem baixinho: - se você fizer isso de novo, eu paro de te bater punheta, gordo - não falei com raiva, mas não queria chupar o pau de todo mundo. Ele imediatamente tirou o braço e se ajeitou, só para curtir. Os fluidos do pênis dele saíam de vez em quando, o que molhava toda a minha mão, por isso decidi fazer mais rápido até que finalmente ele ejaculou. ele deu um suspiro e o pouco de esperma eu limpei na roupa dele. ele se levantou e foi ao banheiro. - falta muito para terminar essa partida, gente? - perguntei - já estamos no 2º tempo - respondeu Joel - pausa e vem - eu - não, porque o - Marcelo - avisa que eu já te bati punheta - respondi. Nesse momento Joel se virou rapidamente para mim com um olhar incrédulo - vai, vem - eu disse - tá falando sério? - Joel - vai, otário - exigi. Ele olhou para o Marcelo, que ria. pausou o jogo, se levantou e caminhou até mim - para de besteira, sua idiota, se eu até levan....- Antes que terminasse de falar, peguei na beirada da calça dele e trouxe ele pra perto de mim. Quando ele tava na minha frente, enfiei a mão e tirei pra fora. Ainda tava mole, mas com umas massagens começou a crescer. Quando tava totalmente duro, comecei a masturbar ele enquanto o Marcelo olhava. Não demorou pra levantar e querer chegar perto, eu me concentrei no Joel. Era quase do mesmo tamanho que o do Marcelo. Eu batia pra cima enquanto ele soltava uns gemidos baixinhos. O Marcelo chegou do outro lado meu já com o pau na mão. Peguei e comecei a bater nos dois, fazia devagar e fora de ritmo porque era difícil sincronizar os dois braços, mas pelo jeito eles não se importavam. Tinha os dois na minha frente e sei que esperavam que eu chupasse, mas não ia fazer isso... o que percebi é que com o pau do gordo era mais fácil por causa dos fluidos, lubrificava mais. Cheguei perto do pau do Joel e cuspi várias vezes, a partir daí consegui fazer muito melhor. Quando ia fazer o mesmo com o Marcelo, sai o gordo do banheiro. O Marcelo chama ele e ele chega perto, mas não tirou o pau, só se tocava por cima da calça. Chego perto pra cuspir no pau do Marcelo e continuo massageando os dois. Eram umas picas muito lindas. Quando sentia que já tavam secas, tirava a mão, cuspia e voltava a bater... o que mais gostei é que nenhum dos dois tentava que eu chupasse, só ficavam curtindo e me falando coisinhas bonitas... O primeiro que terminou foi o Joel. Saiu bastante porra que respingou no chão e escorria pela minha mão, continuei massageando enquanto terminava com o Marcelo. Que fez um pouco de tempo depois, ele sim jorrou muita, quase alcançando o Joel que tava na frente dele... eu fiquei com as mãos encharcadas de porra deles e fui no banheiro lavar. Quando saio, tavam de novo jogando. O Joel me perguntou se eu queria tomar mais, mas falei que não. Só me deitei no sofá e vi que o wify já tinha voltado, aí fiquei esperando eles terminarem de jogar....
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