Cap 5: festa, gostosa e sem controle

O próximo fim de semana estava se formando como algo grandioso. Era o aniversário da minha sogra e, claro, a casa inteira ia estar em festa. Como novo namorado da Jessie, eu estava convidado e não ia perder por nada nesse mundo. Minha sogra era uma mina não muito grande para a quantidade de filhos que já tinha e que se mantinha bem, apesar da passagem do tempo. Não tinha envelhecido mal como várias das vizinhas do bairro, pelo contrário, mantinha uma figura só um pouquinho acima do peso, mas não tanto, com peitos bem grandes que ela adorava exibir com decotes generosos e uma bunda digamos razoável. Não sei se entrava na categoria de milf, mas que deveria deixar muito cara de pau duro, com certeza. Além disso, tinha a atitude, sempre teve esse jeito tão safado de se portar. Por exemplo, deixando as minas à própria sorte enquanto ela ia dar uma trepada com o macho dela. Cheguei relativamente cedo naquela noite, bem vestido com uma calça jeans e uma camisa preta bem aberta. Uma correntinha de ouro no pescoço e um presentinho para a sogra na mão direita. A primeira a vir me cumprimentar foi, obviamente, a Jessie, que já estava me esperando. Elas tinham colocado um daqueles vestidinhos de zíper que me deixavam louco. Estavam muito na moda e davam muito tesão. Era vermelho com o zíper cinza metálico bem grande. Ela tinha puxado o zíper bem pra baixo, de modo que os peitos ficavam quase quase de fora. Como se fosse uma espécie de decote em V. Claro, sem sutiã. Era super curto, ficando justo na beirada da bunda e, só de andar, ia subindo. Ficamos um bom tempo nos beijando apoiados no capô do Fiat 147. Eu sentia o calor dela e o roçar daquilo entre as pernas contra o meu volume me deixava de pau duro. Não demorei muito pra descobrir a cor da calcinha fio-dental dela. Branquinha minúscula. Mesmo chegando cedo, já tinha bastante gente na casa. Caras e minas por todo lado. Minha cunhada, a mesma que tinha estado nos ouvindo fuck, há poucos dias, seguindo os passos da irmã, também decidiu optar por um vestidinho de zíper. Preto, exibindo seus peitinhos tipo limão, também com o zíper bem lá embaixo. Curtíssimo, como manda o figurino, ela se rebolava pela casinha, atraindo os olhares de vários. Minha sogra tinha se preparado especialmente para a ocasião. Tinha colocado uma saia jeans branca bem curtinha, exibindo suas pernas interessantes, e uma blusinha que, embora não fosse curta, mostrava um decote tremendo. Apertava tanto na parte dos peitos e eles eram tão grandes que quase saíam da blusinha. Além disso, também estava sem sutiã. O que deixava transparente e marcava seus enormes e belos mamilos negros. Uma hora depois, a casinha estava lotada de gente. Tinham trazido um alto-falante que quase tocava o teto da casinha. No momento, tocavam as cúmbias de Daniel Agostini que retumbavam como loucas. Os Cheetos nunca poderiam se divertir assim. Latas de cerveja, copos de vinho, garrafas cortadas para o fernet, jarras com frisé azul, o que você pudesse imaginar tinha. Também vi minha sogra sair do banheiro com uma amiga dela com um pouquinho de farinha no nariz. (Imagino que a referência seja entendida). A Jesi dançava colada em mim, apoiando toda a bunda daquele vestido lindo bem rebolando no meu volume duro e ereto. Nos damos uns beijos gostosos e continuávamos dançando. As amigas da minha mina chegaram um tempo depois com mais bebida. Como se realmente fosse necessário. Quando começaram a tocar os reggaetons da época, o perreo apareceu no centro da sala. Minha sogra perreava com o cara, minha cunhada, bem atrevida, perreava com um garoto do bairro, e a Jesi, é claro, perreava comigo. Rapidamente outras minas se juntaram ao perreo e a casinha tinha virado uma putaria com roupa. Juro que não exagero nem uma palavra. Um dos movimentos do perreo era a mina se colocar tipo um L invertido e vibrar toda a bunda no volume que você dava movimentos de fuck obviamente com a roupa. Minha girl e a irmãzinha estavam nos deixando louco, eu e o moleque de viseira preta. A gente tava bonner demais. "Vamo lá fora que tô me mijando" me disse a Jessie sem soltar o copo de freeze. Minha sister in law e uma das amigas dela decidiram nos acompanhar. Entre risadas e frases bêbadas a Jesi se agachou no meio do pátio apontando pra parede de cimento da irmã do fundo. Nem precisou levantar o vestido porque já tava na metade da Booty, só baixou a thong fio dental e deixou sair um jato de mijo daqueles que te esquentam. Batia contra a parede e formava uma poça grande no chão. A Jessi me olhava enquanto fazia isso, me comia com o olhar. Me esquentava mais que tudo. A cena só tava começando. Ela subiu a thong e ficou parada tomando freeze. Enquanto caminhava de volta pra mim pra apoiar a Booty no meu volume, minha sister in law, a piriguete, baixou a thong fio dental vermelha. Isso me surpreendeu ainda mais. Tinha escolhido um fio dental vermelho, mais que interessante. Com a thong vermelha na altura dos joelhos e a um metro do mijão da Jesi, soltou o próprio jato. Esse saiu com uma força mais que interessante, batendo na parede e respingando pra todo lado. Deixou uma boa poça no chão. As duas soltaram uma risadinha cúmplice como se soubessem que estavam mijando tudo na irmã delas, a patricinha. Um pequeno esclarecimento: quando falamos da minha sister in law, a patricinha, quer dizer a do fundo. Não é que ela seja necessariamente patricinha em quantidade de coisas materiais. Sim, têm coisas melhores que a gente, mas também não são milionários. É patricinha de alma. Gostava de ter o pátio limpo com plantinhas e essas bobagens. Pra elas era como uma espécie de bicho estranho e chato. É aqui que a coisa ficou ainda mais quente e é que essa noite foi tão quente que vou ter que dividir a história em duas. Na frente da minha sister in law e da melhor amiga da Jessie, minha girl cravou A mão dela apertando meu pau e completamente bêbada falou pras duas: "bom vão pra lá que eu quero fazer um boquete da porra no meu macho". Se eu tivesse gozado só de ouvir ela falar isso acho que também não teria sido ruim. Juro pra vocês que senti que a porra tava quase escapando. Nem eu sei como consegui me segurar. Uma coisa é você estar se transformando num safado e outra são essas jogadas que continuam te surpreendendo. Cheguei a pensar que em parte ela tava falando zoando, mas não era. O mais interessante é que nenhuma das duas foi embora. Ficaram ali. Como se fossem parte da decoração ou da cena. A Jesi me olhou nos olhos enquanto se ajoelhava no chão e me disse de novo: "e aí, parece que elas querem ver o pau que eu como". Tirou meu pau do short de academia abaixando um pouco e deixando completamente de fora meu caralho durasso cabeçudo na frente de todo mundo. Começou então a me chupar na frente da minha cunhada e da melhor amiga dela. Mamava com vontade, engasgando até o final e me enchendo de baba o pau. Minha cunhada e a amiga riam bêbadas e curtindo a cena. Eu não sabia o que olhar primeiro, se os olhos da minha mina me chupando e me provocando com o olhar, ou minha cunhada e a amiga curtindo ter um boquete a um metro delas. Por sorte pra mim não durou muito e rapidamente a Jessi se levantou de novo e me disse: "vamo fuder que tô muito excitada". Como o barraco era um mar de gente, ela me pegou pela mão e me levou pro outro lado do quintal. O dos entulhos, ferro-velho e lixo. Mas tinha um corredorzinho que sobrou entre a construção do nosso barraco e os paletes de madeira que naquela época ficavam no terreno do lado. Andamos excitados desviando de porcarias e a mina se apoiou nas madeiras do barraco empinando a bunda pequena pra mim. Eu levantei um pouco o vestido dela e abaixei a fio-dental até a altura dos joelhos. Sem camisinha, pele com pele como bom safado, mandei o pau até o fundo dela use a palavra: buceta. Minha garota deu uns gritos de prazer mais que interessantes. Comecei a bombear meu pau pra dentro enquanto ela dava pequenas batidas nas madeiras da casinha. Eu estava como louco com toda a cena anterior de modo que tentava segurar um pouco a vontade de encher ela de porra no primeiro minuto. Minha garota não facilitava porque tinha começado a gritar como loba no cio. O mais bonito de tudo é que do outro lado dos paletes estava na casinha dos vizinhos que seguramente deveriam estar escutando absolutamente tudo. Eu agarrei com minhas mãos a cinturinha dela e dava bombadas de pau medidas controladas. Mas rapidamente tê-la naquela posição fazia minha cabeça explodir. "Me dá a porra amor me dá toda" me repetia umas duas vezes minha garota. Não pude resistir mais me deixei levar e enchi ela completamente de porra. "Ai papi que gostosoooooo" me disse a jesii antes de me beijar de língua num bom beijo. Ela subiu a fio-dental se ajeitou mais ou menos o vestido e saímos de novo pra continuar a festa. Enquanto a gente voltava pelo corredor dos escombros e do lixo ela me disse: "daqui a pouco eu te fodo de volta". Gente vendemos fotos e vídeos da Jessie nua fodendo mijando o que quiserem Mandem as mensagensCap 5: festa, gostosa e sem controle

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