Oi, gente

Oi, gente
incestomeu nome é José Luis, 20 anos. Faz tempo que venho guardando isso, mas aqui vai: sinto uma atração intensa, genuína e profunda pela minha mãe e por mulheres mais velhas em geral. Mas sendo honesto, o epicentro de tudo é ela — minha mãe. É algo que cresceu dentro de mim com os anos, enquanto eu a via se movimentar pela casa, ouvia sua voz, notava como ela me olhava quando achava que eu não estava percebendo. Não é só físico, embora com certeza seja — é o jeito que ela mistura essa ternura protetora com uma feminilidade madura que me deixa louco. Eu a conheço melhor que ninguém, sei seus gestos, seus perfumes, o jeito que ela arruma o cabelo quando está nervosa. E essa intimidade compartilhada, esse conhecer tão de perto, faz dela a minha fantasia mais recorrente, a que mais me excita, a que ocupa meus pensamentos quando estou sozinho no meu quarto. Eu imagino cenários onde essa barreira se rompe, onde o olhar maternal se transforma em algo mais, onde a proximidade que já temos fica elétrica, carregada de uma tensão que os dois sentem mas ninguém nomeia. É o meu desejo mais forte, o que mais me consome. Procuro um espaço onde eu possa falar disso sem filtro, sem vergonha, sem ter que justificar o que sinto. Quero me conectar com pessoas que entendam essa dinâmica específica — essa atração pela própria mãe, pela figura que te criou, que te conhece melhor que ninguém e que de alguma forma representa o proibido e o desejado ao mesmo tempo. Pessoas que tenham vivido algo parecido ou que simplesmente estejam abertas a conversar sobre temas que a maioria prefere manter em silêncio. Me interessa compartilhar experiências, trocar conselhos sobre como lidar com esses sentimentos, ou simplesmente me sentir ouvido e compreendido por alguém que não julgue. Se tem alguém por aí que sinta curiosidade, que tenha passado por algo parecido, ou que simplesmente queira conversar abertamente sobre isso, estou completamente aberto. Sem pretensão, sem pressão — só uma conversa honesta entre adultos sobre desejos que a gente não pediu, mas que nos definem

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