E aí galera, mais uma vez por aqui, sobrevivendo à vida de desempregado, mas beleza, essas coisas não importam pra vocês, vamos ao que interessa. Recentemente eu tava na minha busca por trampo, mas me avisaram que tinha um problema com meu CPF, aí lá vou eu feito otário pro Poupatempo resolver, coisa que não consegui, então fiquei do lado de fora do lugar pensando como fazer, já quase sem dinheiro (na real ainda tô sem, socorro doem!! brincadeira mas se quiserem é sério), enfim, tava nessa quando levanto o olhar e vejo uma ex-colega de trabalho chegando, nos reconhecemos na hora, ela, sinceramente de rosto meio feinho, não sou quem pra reclamar mas tenho que contar os detalhes, mas isso sim, de um bundão tremendo, que ela adorava exibir, loirinha e não mais de 1,60 de altura, dessas que a gente vê e fala "com um saco na cabeça eu como". Nos cumprimentamos normal, ela me contou que também tinha pedido demissão e precisava de um papel, eu, que já tinha feito o processo, expliquei, mas pela hora, já não chegava no trabalho no horário permitido, então falei pra ela não se preocupar, que poderia ir na mesma hora na próxima semana, aí ela se conformou e suspirou, pensei que ficaria por isso mesmo, até que ela me disse: e agora, o que eu faço? - Pô, volta pra sua casa, nem a pau você chega já - falei, na real eu só tinha cabeça pros meus problemas -Não, é que meu marido só chega às 6 e não tenho chave- disse preocupada, eram 10:30 da manhã ainda. Eu meio que comecei a sacar a situação mas, voltando ao mesmo, tava sem dinheiro, mal dava pra voltar pra casa então falei: - Na real eu até te convidaria pra tomar uma breja pra passar o tempo mas não tenho nem pra comer hoje- Ela sorriu e disse que tava quase igual, se afastou um momento e ligou, eu por dentro dei a situação como perdida, já ia embora quando ela me diz: - Ei, falei com uma amiga, ela nos convida pra tomar café da manhã, como é que é?, a gente vai andando pra não gastar em passagens- Pra vocês terem uma ideia, eram quase 8 quilômetros pra subir um morro, mas algo me disse que era uma boa ideia fazer o sacrifício, e café da manhã de graça na minha situação era excelente.
Pegamos o caminho, e, enquanto íamos, começamos a conversar, como a gente tava, o que tinha de novo:
- Já não vou mais na academia, já até sinto o cu bem mole- disse enquanto dava um tapa na própria bunda, coisa que me deixou louco quase na hora.
-Você continua igualzinha de quando a gente trabalhava junto, mano - falei enquanto esticava discretamente a mão, ia me arriscar, se tocasse a bunda dela e ela não falasse nada já era, se não, não perdia tempo com a caminhada enorme.
Apertei uma nádega e falei que ela continuava muito gostosa, ela só riu e não disse nada, pronto, tinha luz verde, então continuei tocando e dando uns tapas, enfim mudamos de assunto e seguimos andando, eu por mim jogava ela no mato ali mesmo mas tive que resistir.
Quase meia hora andando e finalmente chegamos, uma mina que não vale a pena comentar nos cumprimentou, uma conversa rápida, do nada ela disse que ia trabalhar, coisa que achei suspeita, mas beleza, nos deixou sozinhos, e não demorei pra aproveitar, uns beijos, um amasso, e, de um momento pro outro, já tava com a mão dentro da calcinha dela, sentindo o quanto ela ficava molhada, a safada gemia desesperada com o roçar dos meus dedos, enquanto ajudava ela a levantar a blusa, aí foi quando percebi que ela tinha uns chupões nos peitos:
-O cara do seu marido achou que toda marcada assim você não ia fazer nada né?, pois é, tô pouco me fodendo - falei enquanto começava a chupar os mamilos rosados dela, uma delícia fazê-la gemer até que ela começou a implorar por pau. Normalmente eu gosto que me chupem antes de começar, mas a real é que tava bem excitado e de uma vez abaixei a calcinha dela e comecei a esfregar a ponta do meu pau na entrada daquela bucetinha, pelos comentários vocês já devem imaginar a delícia rosada que ela tinha entre as pernas, ela já tava escorrendo, soltando gemidos desesperados até que, com um movimento dela, meu pau entrou de uma vez sem nada que o impedisse, fazendo ela soltar um gemido forte, ali mesmo eu a coloquei contra o sofá, levantei as pernas dela e fodi cada vez mais forte, dizendo o quanto ela era puta e infiel, que estava dando pra um cara com quem só tinha falado algumas vezes de passagem, ela não podia fazer nada além de gemer e gritar, segurando as pernas pra me deixar entrar sem problema.
Em um momento eu a virei e pude ver aquele bundão enorme na minha frente, bem treinado pela academia, dava pra ver o esforço dela, dei um tapa enorme na bunda sem me importar se doía ou não e de novo enfiei, assim de quatro enquanto metia, comecei a brincar com a entrada do cu dela que me chamava aos gritos, mas ela não deixou mais, fazer o quê, tive que descontar ainda mais a raiva na buceta molhada dela, fazendo ela gozar uma e outra vez, ela implorava por pau, se enfiava sozinha e, quando gozava, só tremia e gritava. Finalmente virei ela e gozei nos peitos dela, respingando um pouco na cara, então passei o dedo e ela chupou com fome.
Já mais calmo estávamos nos vestindo e pedi o número dela, óbvio que eu queria repetir, mas ela não quis me dar, bom, eu já ia perguntar o que a gente preparava pra comer quando, sem mais, ela me dispensou de leve com a mão, e eu não pude fazer nada além de me vestir, lavar o rosto e pegar o caminho, o longo caminho de volta.
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Bom, espero que tenham gostado, sinto que a história saiu um pouco atrapalhada, mas acho que dá pra curtir, espero que curtam, batam uma boa, etc. eu vou continuar lutando pra não morrer de fome esses dias haha.
Pegamos o caminho, e, enquanto íamos, começamos a conversar, como a gente tava, o que tinha de novo:
- Já não vou mais na academia, já até sinto o cu bem mole- disse enquanto dava um tapa na própria bunda, coisa que me deixou louco quase na hora.
-Você continua igualzinha de quando a gente trabalhava junto, mano - falei enquanto esticava discretamente a mão, ia me arriscar, se tocasse a bunda dela e ela não falasse nada já era, se não, não perdia tempo com a caminhada enorme.
Apertei uma nádega e falei que ela continuava muito gostosa, ela só riu e não disse nada, pronto, tinha luz verde, então continuei tocando e dando uns tapas, enfim mudamos de assunto e seguimos andando, eu por mim jogava ela no mato ali mesmo mas tive que resistir.
Quase meia hora andando e finalmente chegamos, uma mina que não vale a pena comentar nos cumprimentou, uma conversa rápida, do nada ela disse que ia trabalhar, coisa que achei suspeita, mas beleza, nos deixou sozinhos, e não demorei pra aproveitar, uns beijos, um amasso, e, de um momento pro outro, já tava com a mão dentro da calcinha dela, sentindo o quanto ela ficava molhada, a safada gemia desesperada com o roçar dos meus dedos, enquanto ajudava ela a levantar a blusa, aí foi quando percebi que ela tinha uns chupões nos peitos:
-O cara do seu marido achou que toda marcada assim você não ia fazer nada né?, pois é, tô pouco me fodendo - falei enquanto começava a chupar os mamilos rosados dela, uma delícia fazê-la gemer até que ela começou a implorar por pau. Normalmente eu gosto que me chupem antes de começar, mas a real é que tava bem excitado e de uma vez abaixei a calcinha dela e comecei a esfregar a ponta do meu pau na entrada daquela bucetinha, pelos comentários vocês já devem imaginar a delícia rosada que ela tinha entre as pernas, ela já tava escorrendo, soltando gemidos desesperados até que, com um movimento dela, meu pau entrou de uma vez sem nada que o impedisse, fazendo ela soltar um gemido forte, ali mesmo eu a coloquei contra o sofá, levantei as pernas dela e fodi cada vez mais forte, dizendo o quanto ela era puta e infiel, que estava dando pra um cara com quem só tinha falado algumas vezes de passagem, ela não podia fazer nada além de gemer e gritar, segurando as pernas pra me deixar entrar sem problema.
Em um momento eu a virei e pude ver aquele bundão enorme na minha frente, bem treinado pela academia, dava pra ver o esforço dela, dei um tapa enorme na bunda sem me importar se doía ou não e de novo enfiei, assim de quatro enquanto metia, comecei a brincar com a entrada do cu dela que me chamava aos gritos, mas ela não deixou mais, fazer o quê, tive que descontar ainda mais a raiva na buceta molhada dela, fazendo ela gozar uma e outra vez, ela implorava por pau, se enfiava sozinha e, quando gozava, só tremia e gritava. Finalmente virei ela e gozei nos peitos dela, respingando um pouco na cara, então passei o dedo e ela chupou com fome.
Já mais calmo estávamos nos vestindo e pedi o número dela, óbvio que eu queria repetir, mas ela não quis me dar, bom, eu já ia perguntar o que a gente preparava pra comer quando, sem mais, ela me dispensou de leve com a mão, e eu não pude fazer nada além de me vestir, lavar o rosto e pegar o caminho, o longo caminho de volta.
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Bom, espero que tenham gostado, sinto que a história saiu um pouco atrapalhada, mas acho que dá pra curtir, espero que curtam, batam uma boa, etc. eu vou continuar lutando pra não morrer de fome esses dias haha.
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