Depois da primeira vez que o pai dela teve que ajudar a masturbar-se, aquilo foi se tornando mais uma tarefa de rotina, como ajudar no banho ou trocar a roupa dela. Toda terça e todo sábado, Martín ajudava a Valentina a se aliviar. Ele entrava no quarto lá pelas 7 da noite, ela, sem dizer nada, se deitava de bruços, levantando a bunda, ele colocava a mão e ela se esfregava. Ele foi aprendendo como tocá-la quando ela custava a chegar lá. Isso aliviou um pouco a rotina da Valen, mas não foi suficiente pra tirá-la de vez da tristeza e do desconforto de ter os dois braços totalmente engessados. E pra piorar, o médico disse que pra sarar de vez ela precisava usar aquele gesso por vários meses, num tratamento experimental. Isso afetou muito a Valentina, e logo ela acabou tomando antidepressivos. Essa medicação ajudou, mas também tinha um efeito colateral bem inoportuno: o de dificultar o orgasmo. A rotina se instalou com a naturalidade silenciosa dos hábitos que nascem da necessidade. O ritual se repetia, agora, com uma frustração crescente da parte dela. Martín podia sentir como os quadris da filha se mexiam com mais desespero, como os gemidos viravam sons de impotência, até que ela finalmente desistia, com o corpo suado, um nó na garganta e a respiração ofegante pelo esforço em vão. Numa tarde, depois de outra tentativa fracassada, Valentina quebrou o silêncio que marcava os encontros deles. "Pai", disse, com a voz rouca pelo esforço, "não tá funcionando mais". Martín parou, a mão ainda suspensa sobre as costas suadas dela. "Sinto... sinto como se eu tivesse quase lá, mas nunca chego. É como se tivesse uma parede que eu não consigo atravessar." Martín sentou na beira da cama e afastou uma mecha molhada da testa dela. "É... é normal com a medicação", disse. E depois de um silêncio pensativo, ele se animou a contar uma coisa: "Sua mãe tomou algo parecido numa época, passou pela mesma coisa, e... bom, conseguimos superar isso." Valentina virou a cabeça para olhar pra ele, os olhos brilhando na penumbra. "Como?" perguntou, com uma urgência que cortou o ar pesado do quarto. Martín ficou vermelho. "Me dá vergonha, Vale. São coisas... íntimas do casal." A frustração de Valentina se manifestou num estalo de língua, quase um chilique: "Mas se eu tô aqui, com a bunda de fora, dependendo de você pra mijar e até pra gozar, que vergonha maior pode ter!" Martín suspirou. "Bom" disse finalmente, com a voz baixa. "Tua mãe era muito ajudada pela estimulação na... bunda. Mais direta do que o que eu vinha fazendo com você." Fez outra pausa, engolindo seco. "E bom, principalmente ela era ajudada por falar. E eu falar com ela. Falar... coisas sujas, digamos, você me entende." Valentina ficou em silêncio por um momento, processando. Martín continuou: "E também... também funcionava outra coisa com ela. Os tapas e os puxões de cabelo." O quarto ficou em silêncio total. Então Valentina disse, com uma determinação que até ela se surpreendeu, "Bom, pai, vamos tentar, se não te incomoda, né". Martín sentiu uma resposta involuntária e traiçoeira do corpo diante da perspectiva de fazer isso com a enteada. Temia que ela notasse que o pau tinha endurecido. "Eu não tenho problema, filha. Depende de você, não me incomoda nada, se te ajuda você sabe que eu faço." "Pode fazer tranquilo," disse ela, e completou "E pode falar tranquilo também, não sou tão delicada quanto pode parecer por você ser meu pai". Martín viu como a calcinha preta de algodão grudava nas formas da bunda dela, o tecido fino marcando a divisão perfeita das nádegas. O suor do esforço anterior fazia o pano colar na pele rosada. Ele engoliu seco. As mãos tremiam levemente. A ereção não passava. —Já volto —disse Martín, e a voz saiu um pouco rouca. A porta fechou com um estalo suave e Sofía ficou sozinha no silêncio do quarto, só quebrado pela própria respiração. agitada. Estava de bruços, o rosto afundado no travesseiro que já guardava o cheiro do suor e do cabelo dele. O gesso dos braços, pesado e rígido, a mantinha presa naquela posição de absoluta indefesa, no meio dos lençóis bagunçados. Só vestia a calcinha preta de algodão, úmida de suor, e um sutiã combinando. A pele das suas costas ardia com uma mistura de vergonha e antecipação. A ideia de experimentar algo novo revirou levemente seu estômago, numa espécie de náusea prazerosa, e a incerteza se transformou numa ansiedade elétrica que desceu pelas pernas. Fechou os olhos e a imaginação disparou. Viu o pai como um homem, com aquela força bruta nos braços. Imaginou o que aconteceria se ele não só a tocasse por cima do tecido, mas a montasse de verdade, a apertasse contra o colchão e a comesse com fúria, a enchesse de porra enquanto com uma mão tampasse forte sua boquinha. Sentiu um calor subindo às bochechas; era sujo, era errado pensar aquilo. O rangido da dobradiça a sobressaltou. A luz do corredor cortou a penumbra por um segundo antes de Martín entrar e fechar a porta atrás de si. Veio com algo na mão, o olhar baixo, evitando encontrar os olhos dela por um momento. — Tá pronta, boneca? — perguntou. O apelido "boneca", que ele usava desde que ela era uma garotinha, agora a fez estremecer. Valentina assentiu, incapaz de falar, e levantou um pouco mais a bunda, se oferecendo, um sinal silencioso de que a porta estava aberta. Martín ainda estava com o pau duro, não tinha conseguido abaixar. Mas tinha ajeitado pra não aparecer. Não importava a reação do corpo dele, pensou consigo, e sim cumprir os deveres com a filha. Aproximou-se da cama. Ficou de pé ao lado dela, observando o relevo do corpo dela sob a luz fraca do abajur. Sofia podia sentir o peso do olhar dele nas nádegas, na tela fina da calcinha que se enfiava na bunda dela. "Pai, antes de empezar, você tira meu sutiã? Tá calor". "Sim, claro" disse Martín, e com delicadeza desabotoou o sutiã preto de algodão e o tirou suavemente, vendo de canto como os peitos dela, não muito grandes mas bem formados, se espalhavam livres contra o lençol. No começo foi igual às vezes anteriores: a palma estendida sobre a pussy, pressionando o tecido molhado contra a pele quente. Mas dessa vez o movimento foi mais lento, deliberado, deslizando com uma pressão firme que a fez arquear as costas. —Mmm... —o primeiro gemido escapou dos lábios de Valentina. Depois a outra mão dele subiu até as nádegas, tocando a bunda dela por cima da renda. A sensação de ser manipulada assim, passiva, submetida à vontade dele, a fazia se sentir pequena e protegida ao mesmo tempo. —Vamos um pouquinho mais, boneca? —a voz dele era suave, paternal, mas com um fio de autoridade que a desarmou. —Sim —sussurrou ela, com a voz embargada. Tudo continuou igual por quase um minuto, até que ela sentiu os dedos do pai dela se engancharem na tira da calcinha e puxarem com brusquidão até o meio das coxas. O ar fresco bateu na pele exposta, deixando-a vulnerável. Martín separou as nádegas dela e Valentina sentiu o cu dela ao ar, indefeso, à vista do pai dela, e depois o contato de algo frio e viscoso. Um polegar, lubrificado, começou a desenhar círculos lentos ao redor da entrada, pressionando suavemente o anel de músculos fechados. —Nada do que eu te disser é verdade, boneca, sabe? —avisou ele. É só pra gente conseguir o que a gente quer, só isso. Não leva nada do que eu falar pro pessoal, não é o que eu penso de você. —Sim —respondeu ela, confusa mas disposta a aceitar qualquer coisa pra não parar aquela sensação. Houve um silêncio, um momento de tensão onde só se ouvia a respiração dos dois. Depois, a voz de Martín mudou drasticamente, perdendo a ternura, ficando rouca e suja. —Cê é uma puta? —perguntou ele. perguntou, deixando-a desconcertada e com tesão ao mesmo tempo. Ela hesitou um segundo. Depois, baixinho, respondeu "Sim". — Eu imaginava, porque eu toco na sua bunda e você levanta essa bundinha. — soltou, e o impacto das palavras foi quase físico. Valentina gemeu, sentindo o dedo pressionar mais forte, entrando um centímetro, abrindo caminho. O impacto de ouvi-lo falar assim com ela, de ser chamada de "vadia" pelo próprio pai, disparou uma onda de calor que percorreu todo o corpo dela. Ele notou a reação, como os músculos dela relaxavam para aceitar o dedo, como a respiração dela acelerava. — Sim... Eu sou muito vadia — admitiu ela, sem conseguir negar. Martín bateu nela então, um tapa forte e seco na bunda direita com a mão livre, enquanto o polegar afundava um pouco mais no cu dela. — Ai! — gritou ela, não de dor, mas de um prazer brusco que nublou a visão dela. — Esse tapa foi por ser vadia, por se deixar tocar assim na bunda. Me diz, algum garoto já tocou na sua bunda alguma vez? Valentina disse que sim, contou que um colega de escola tinha apalpado bem a bunda dela num acampamento do colégio três meses atrás. Não podia acreditar no que estava contando pro próprio pai. Ele agarrou o cabelo dela na nuca com força, puxando a cabeça dela pra trás, obrigando-a a expor o pescoço, uma postura de submissão total. Os tapas continuavam, alternando com os movimentos do dedo no cu dela, e a mistura de dor e prazer a deixava à beira das lágrimas. — Fala, fala o que você quer — apressou ele, dando outro tapa. A vergonha se desmoronou, arrastada pela urgência do prazer. — Ai... como eu queria sentir uma rola dentro... — balbuciou ela, perdida na fantasia que ele ditava —. Que gozem dentro de mim, papai, que me encham toda. — Sem camisinha, vadia? Então você quer leite? — Sim, papai, sem camisinha, o leite dentro — murmurou ela, sem acreditar nas coisas que a própria boca dizia. — Me conta que outras coisas você quer, vadia. — Ai, papai, que me chupem, que me deem língua. E chupar eu, uma rola grande. Ele interrompeu as confissões dela com Dois tapas a mais que deixaram a bunda dela tremendo e vermelha. —Ai, papai, abaixa minha calcinha e me dá dedo aí — pediu ela, desesperada, fervendo, precisando de contato direto, pele com pele. Martín não hesitou. Com um movimento brusco, puxou a calcinha dela de uma vez até os joelhos e seus dedos encontraram a pussy dela nua, transbordando. Estava encharcada, quente e inchada. O dedo maior deslizou pra dentro sem resistência, afundando nela como numa fruta madura, até o fundo. Valen gritou, arqueando as costas o máximo que o gesso permitia, enquanto ele a dedava, abalando todo o sistema nervoso dela. Com a outra mão, continuava dando tapas na bunda dela, marcando, possuindo. — Isso, assim, assim, papai... — ela gemia, sentindo o orgasmo se construir como uma maré imparável, arrastando a culpa, a moral, tudo. Martín estava tomado por uma excitação enorme, não aguentava mais ver a filha assim, entregue, bancando a putinha, confessando todos os desejos dela. Notou que ela estava com o rosto enterrado no travesseiro e não conseguia ver nada. Sem conseguir evitar, num movimento instintivo, desabotoou a calça com gestos atrapalhados e puxou a cock pra fora, dura e pulsante, molhada com umas gotas de líquido pré-seminal. Enquanto enfiava dois dedos na pussy da Sofía com força, começou a se masturbar com a mão livre, esfregando a glande rapidinho, buscando o próprio alívio no meio do caos dos gemidos dela. Os dedos dele dentro dela, as nádegas abertas, o estiramento do cu, os tapas, as palavras sujas... — Ai, papai, sim, tô chegando, tô chegando, me toca na bunda e eu gozo... Ele demorou um segundo pra reagir, ocupado como estava em masturbar ela com uma mão e se masturbar com a outra. Quando soltou a mão esquerda e levou até a bunda dela, Valentina, sem dizer mas deixando claro que tinha percebido, como se tivesse visto de canto de olho, disse: "Ai não, papai, não, a bunda não, vamos continuar assim, vamos continuar assim". enquanto ela aumentava os gemidos. Ele entendeu que ela realmente ficava excitada por ele também estar gostando, e no meio da excitação sentiu o peito se encher de amor pela filha. "Vai, papai, vai, papai, vamos nós dois", ela o incentivou. Ele continuou penetrando-a com os dedos, até que Valen disse "sou muito puta, papai, muito puta, quero ser comida" e isso o desarmou: começou a gozar em jatos, banhando a bunda, as costas e o interior da calcinha da sua menina, que agora estava enrolada nas coxas dela. E enquanto o pau dele ainda estava cuspindo porra, decidiu agir rápido para que a menina não perdesse a oportunidade. Soltou o membro, agarrou-a pelos cabelos, sem parar de dedar, puxou a cabeça dela para trás, disse "você é muito puta, boneca", deu um bom tapa, e agarrou forte um peito, o esquerdo. Sentiu aquele objeto infinitamente macio, coroado com um mamilo durinho, e apertou. Soltou, e deu outro grande tapa e sussurrou "vou te comer". E aí tudo convergiu num ponto cegante de luz. Valentina gritou, um som gutural e prolongado, enquanto o corpo dela se sacudia em convulsões incontroláveis, o orgasmo percorrendo da ponta dos pés até a raiz do cabelo, finalmente liberando toda a tensão acumulada de duas semanas. O pai dela dizendo que ia comê-la (mesmo que não fosse verdade) foi prazeroso demais para ela. Martín sentiu a buceta molhada da filha se contraindo ao redor dos dedos. Valentina ficou parada, ofegante, com o coração batendo forte no peito, o rosto contra o travesseiro, suada e corada, incapaz de mover um músculo, enquanto ele retirava os dedos viscosos de dentro dela. O silêncio voltou ao quarto. Martín se recompôs rapidamente, um pouco envergonhado, subindo o zíper e limpando o suor da testa. Pegou os lenços umedecidos da mesinha de cabeceira e se apressou em limpá-la com suavidade, removendo os vestígios do sêmen da pele e da roupa com movimentos cuidadosos, quase rituais. Ele a tinha deixado toda gozada, o corpo dela brilhava de suor, marcas de porra e umidade de buceta. Ele subiu a calcinha dela, mas notou que estava manchada, então procurou uma calcinha nova e limpa na gaveta e vestiu nela, ajudando-a a levantar o quadril com ternura. Deixou-a impecável, com cheiro de lavanda. Quando terminou, deu um beijo suave na bochecha dela, um beijo de boa noite, de pai para filha, como se nada tivesse acontecido. Valentina, com os olhos fechados e o corpo ainda vibrando, sussurrou com um pudor renovado: — Obrigada, papai. Martín acariciou o cabelo bagunçado dela, afastando-o do rosto. — De nada, boneca. Antes de sair, ele olhou para a bunda dela. A calcinha lilás, limpa, ficava marcada. Sentiu um lampejo de desejo, e apagou a luz antes de sair.
Depois da primeira vez que o pai dela teve que ajudar a masturbar-se, aquilo foi se tornando mais uma tarefa de rotina, como ajudar no banho ou trocar a roupa dela. Toda terça e todo sábado, Martín ajudava a Valentina a se aliviar. Ele entrava no quarto lá pelas 7 da noite, ela, sem dizer nada, se deitava de bruços, levantando a bunda, ele colocava a mão e ela se esfregava. Ele foi aprendendo como tocá-la quando ela custava a chegar lá. Isso aliviou um pouco a rotina da Valen, mas não foi suficiente pra tirá-la de vez da tristeza e do desconforto de ter os dois braços totalmente engessados. E pra piorar, o médico disse que pra sarar de vez ela precisava usar aquele gesso por vários meses, num tratamento experimental. Isso afetou muito a Valentina, e logo ela acabou tomando antidepressivos. Essa medicação ajudou, mas também tinha um efeito colateral bem inoportuno: o de dificultar o orgasmo. A rotina se instalou com a naturalidade silenciosa dos hábitos que nascem da necessidade. O ritual se repetia, agora, com uma frustração crescente da parte dela. Martín podia sentir como os quadris da filha se mexiam com mais desespero, como os gemidos viravam sons de impotência, até que ela finalmente desistia, com o corpo suado, um nó na garganta e a respiração ofegante pelo esforço em vão. Numa tarde, depois de outra tentativa fracassada, Valentina quebrou o silêncio que marcava os encontros deles. "Pai", disse, com a voz rouca pelo esforço, "não tá funcionando mais". Martín parou, a mão ainda suspensa sobre as costas suadas dela. "Sinto... sinto como se eu tivesse quase lá, mas nunca chego. É como se tivesse uma parede que eu não consigo atravessar." Martín sentou na beira da cama e afastou uma mecha molhada da testa dela. "É... é normal com a medicação", disse. E depois de um silêncio pensativo, ele se animou a contar uma coisa: "Sua mãe tomou algo parecido numa época, passou pela mesma coisa, e... bom, conseguimos superar isso." Valentina virou a cabeça para olhar pra ele, os olhos brilhando na penumbra. "Como?" perguntou, com uma urgência que cortou o ar pesado do quarto. Martín ficou vermelho. "Me dá vergonha, Vale. São coisas... íntimas do casal." A frustração de Valentina se manifestou num estalo de língua, quase um chilique: "Mas se eu tô aqui, com a bunda de fora, dependendo de você pra mijar e até pra gozar, que vergonha maior pode ter!" Martín suspirou. "Bom" disse finalmente, com a voz baixa. "Tua mãe era muito ajudada pela estimulação na... bunda. Mais direta do que o que eu vinha fazendo com você." Fez outra pausa, engolindo seco. "E bom, principalmente ela era ajudada por falar. E eu falar com ela. Falar... coisas sujas, digamos, você me entende." Valentina ficou em silêncio por um momento, processando. Martín continuou: "E também... também funcionava outra coisa com ela. Os tapas e os puxões de cabelo." O quarto ficou em silêncio total. Então Valentina disse, com uma determinação que até ela se surpreendeu, "Bom, pai, vamos tentar, se não te incomoda, né". Martín sentiu uma resposta involuntária e traiçoeira do corpo diante da perspectiva de fazer isso com a enteada. Temia que ela notasse que o pau tinha endurecido. "Eu não tenho problema, filha. Depende de você, não me incomoda nada, se te ajuda você sabe que eu faço." "Pode fazer tranquilo," disse ela, e completou "E pode falar tranquilo também, não sou tão delicada quanto pode parecer por você ser meu pai". Martín viu como a calcinha preta de algodão grudava nas formas da bunda dela, o tecido fino marcando a divisão perfeita das nádegas. O suor do esforço anterior fazia o pano colar na pele rosada. Ele engoliu seco. As mãos tremiam levemente. A ereção não passava. —Já volto —disse Martín, e a voz saiu um pouco rouca. A porta fechou com um estalo suave e Sofía ficou sozinha no silêncio do quarto, só quebrado pela própria respiração. agitada. Estava de bruços, o rosto afundado no travesseiro que já guardava o cheiro do suor e do cabelo dele. O gesso dos braços, pesado e rígido, a mantinha presa naquela posição de absoluta indefesa, no meio dos lençóis bagunçados. Só vestia a calcinha preta de algodão, úmida de suor, e um sutiã combinando. A pele das suas costas ardia com uma mistura de vergonha e antecipação. A ideia de experimentar algo novo revirou levemente seu estômago, numa espécie de náusea prazerosa, e a incerteza se transformou numa ansiedade elétrica que desceu pelas pernas. Fechou os olhos e a imaginação disparou. Viu o pai como um homem, com aquela força bruta nos braços. Imaginou o que aconteceria se ele não só a tocasse por cima do tecido, mas a montasse de verdade, a apertasse contra o colchão e a comesse com fúria, a enchesse de porra enquanto com uma mão tampasse forte sua boquinha. Sentiu um calor subindo às bochechas; era sujo, era errado pensar aquilo. O rangido da dobradiça a sobressaltou. A luz do corredor cortou a penumbra por um segundo antes de Martín entrar e fechar a porta atrás de si. Veio com algo na mão, o olhar baixo, evitando encontrar os olhos dela por um momento. — Tá pronta, boneca? — perguntou. O apelido "boneca", que ele usava desde que ela era uma garotinha, agora a fez estremecer. Valentina assentiu, incapaz de falar, e levantou um pouco mais a bunda, se oferecendo, um sinal silencioso de que a porta estava aberta. Martín ainda estava com o pau duro, não tinha conseguido abaixar. Mas tinha ajeitado pra não aparecer. Não importava a reação do corpo dele, pensou consigo, e sim cumprir os deveres com a filha. Aproximou-se da cama. Ficou de pé ao lado dela, observando o relevo do corpo dela sob a luz fraca do abajur. Sofia podia sentir o peso do olhar dele nas nádegas, na tela fina da calcinha que se enfiava na bunda dela. "Pai, antes de empezar, você tira meu sutiã? Tá calor". "Sim, claro" disse Martín, e com delicadeza desabotoou o sutiã preto de algodão e o tirou suavemente, vendo de canto como os peitos dela, não muito grandes mas bem formados, se espalhavam livres contra o lençol. No começo foi igual às vezes anteriores: a palma estendida sobre a pussy, pressionando o tecido molhado contra a pele quente. Mas dessa vez o movimento foi mais lento, deliberado, deslizando com uma pressão firme que a fez arquear as costas. —Mmm... —o primeiro gemido escapou dos lábios de Valentina. Depois a outra mão dele subiu até as nádegas, tocando a bunda dela por cima da renda. A sensação de ser manipulada assim, passiva, submetida à vontade dele, a fazia se sentir pequena e protegida ao mesmo tempo. —Vamos um pouquinho mais, boneca? —a voz dele era suave, paternal, mas com um fio de autoridade que a desarmou. —Sim —sussurrou ela, com a voz embargada. Tudo continuou igual por quase um minuto, até que ela sentiu os dedos do pai dela se engancharem na tira da calcinha e puxarem com brusquidão até o meio das coxas. O ar fresco bateu na pele exposta, deixando-a vulnerável. Martín separou as nádegas dela e Valentina sentiu o cu dela ao ar, indefeso, à vista do pai dela, e depois o contato de algo frio e viscoso. Um polegar, lubrificado, começou a desenhar círculos lentos ao redor da entrada, pressionando suavemente o anel de músculos fechados. —Nada do que eu te disser é verdade, boneca, sabe? —avisou ele. É só pra gente conseguir o que a gente quer, só isso. Não leva nada do que eu falar pro pessoal, não é o que eu penso de você. —Sim —respondeu ela, confusa mas disposta a aceitar qualquer coisa pra não parar aquela sensação. Houve um silêncio, um momento de tensão onde só se ouvia a respiração dos dois. Depois, a voz de Martín mudou drasticamente, perdendo a ternura, ficando rouca e suja. —Cê é uma puta? —perguntou ele. perguntou, deixando-a desconcertada e com tesão ao mesmo tempo. Ela hesitou um segundo. Depois, baixinho, respondeu "Sim". — Eu imaginava, porque eu toco na sua bunda e você levanta essa bundinha. — soltou, e o impacto das palavras foi quase físico. Valentina gemeu, sentindo o dedo pressionar mais forte, entrando um centímetro, abrindo caminho. O impacto de ouvi-lo falar assim com ela, de ser chamada de "vadia" pelo próprio pai, disparou uma onda de calor que percorreu todo o corpo dela. Ele notou a reação, como os músculos dela relaxavam para aceitar o dedo, como a respiração dela acelerava. — Sim... Eu sou muito vadia — admitiu ela, sem conseguir negar. Martín bateu nela então, um tapa forte e seco na bunda direita com a mão livre, enquanto o polegar afundava um pouco mais no cu dela. — Ai! — gritou ela, não de dor, mas de um prazer brusco que nublou a visão dela. — Esse tapa foi por ser vadia, por se deixar tocar assim na bunda. Me diz, algum garoto já tocou na sua bunda alguma vez? Valentina disse que sim, contou que um colega de escola tinha apalpado bem a bunda dela num acampamento do colégio três meses atrás. Não podia acreditar no que estava contando pro próprio pai. Ele agarrou o cabelo dela na nuca com força, puxando a cabeça dela pra trás, obrigando-a a expor o pescoço, uma postura de submissão total. Os tapas continuavam, alternando com os movimentos do dedo no cu dela, e a mistura de dor e prazer a deixava à beira das lágrimas. — Fala, fala o que você quer — apressou ele, dando outro tapa. A vergonha se desmoronou, arrastada pela urgência do prazer. — Ai... como eu queria sentir uma rola dentro... — balbuciou ela, perdida na fantasia que ele ditava —. Que gozem dentro de mim, papai, que me encham toda. — Sem camisinha, vadia? Então você quer leite? — Sim, papai, sem camisinha, o leite dentro — murmurou ela, sem acreditar nas coisas que a própria boca dizia. — Me conta que outras coisas você quer, vadia. — Ai, papai, que me chupem, que me deem língua. E chupar eu, uma rola grande. Ele interrompeu as confissões dela com Dois tapas a mais que deixaram a bunda dela tremendo e vermelha. —Ai, papai, abaixa minha calcinha e me dá dedo aí — pediu ela, desesperada, fervendo, precisando de contato direto, pele com pele. Martín não hesitou. Com um movimento brusco, puxou a calcinha dela de uma vez até os joelhos e seus dedos encontraram a pussy dela nua, transbordando. Estava encharcada, quente e inchada. O dedo maior deslizou pra dentro sem resistência, afundando nela como numa fruta madura, até o fundo. Valen gritou, arqueando as costas o máximo que o gesso permitia, enquanto ele a dedava, abalando todo o sistema nervoso dela. Com a outra mão, continuava dando tapas na bunda dela, marcando, possuindo. — Isso, assim, assim, papai... — ela gemia, sentindo o orgasmo se construir como uma maré imparável, arrastando a culpa, a moral, tudo. Martín estava tomado por uma excitação enorme, não aguentava mais ver a filha assim, entregue, bancando a putinha, confessando todos os desejos dela. Notou que ela estava com o rosto enterrado no travesseiro e não conseguia ver nada. Sem conseguir evitar, num movimento instintivo, desabotoou a calça com gestos atrapalhados e puxou a cock pra fora, dura e pulsante, molhada com umas gotas de líquido pré-seminal. Enquanto enfiava dois dedos na pussy da Sofía com força, começou a se masturbar com a mão livre, esfregando a glande rapidinho, buscando o próprio alívio no meio do caos dos gemidos dela. Os dedos dele dentro dela, as nádegas abertas, o estiramento do cu, os tapas, as palavras sujas... — Ai, papai, sim, tô chegando, tô chegando, me toca na bunda e eu gozo... Ele demorou um segundo pra reagir, ocupado como estava em masturbar ela com uma mão e se masturbar com a outra. Quando soltou a mão esquerda e levou até a bunda dela, Valentina, sem dizer mas deixando claro que tinha percebido, como se tivesse visto de canto de olho, disse: "Ai não, papai, não, a bunda não, vamos continuar assim, vamos continuar assim". enquanto ela aumentava os gemidos. Ele entendeu que ela realmente ficava excitada por ele também estar gostando, e no meio da excitação sentiu o peito se encher de amor pela filha. "Vai, papai, vai, papai, vamos nós dois", ela o incentivou. Ele continuou penetrando-a com os dedos, até que Valen disse "sou muito puta, papai, muito puta, quero ser comida" e isso o desarmou: começou a gozar em jatos, banhando a bunda, as costas e o interior da calcinha da sua menina, que agora estava enrolada nas coxas dela. E enquanto o pau dele ainda estava cuspindo porra, decidiu agir rápido para que a menina não perdesse a oportunidade. Soltou o membro, agarrou-a pelos cabelos, sem parar de dedar, puxou a cabeça dela para trás, disse "você é muito puta, boneca", deu um bom tapa, e agarrou forte um peito, o esquerdo. Sentiu aquele objeto infinitamente macio, coroado com um mamilo durinho, e apertou. Soltou, e deu outro grande tapa e sussurrou "vou te comer". E aí tudo convergiu num ponto cegante de luz. Valentina gritou, um som gutural e prolongado, enquanto o corpo dela se sacudia em convulsões incontroláveis, o orgasmo percorrendo da ponta dos pés até a raiz do cabelo, finalmente liberando toda a tensão acumulada de duas semanas. O pai dela dizendo que ia comê-la (mesmo que não fosse verdade) foi prazeroso demais para ela. Martín sentiu a buceta molhada da filha se contraindo ao redor dos dedos. Valentina ficou parada, ofegante, com o coração batendo forte no peito, o rosto contra o travesseiro, suada e corada, incapaz de mover um músculo, enquanto ele retirava os dedos viscosos de dentro dela. O silêncio voltou ao quarto. Martín se recompôs rapidamente, um pouco envergonhado, subindo o zíper e limpando o suor da testa. Pegou os lenços umedecidos da mesinha de cabeceira e se apressou em limpá-la com suavidade, removendo os vestígios do sêmen da pele e da roupa com movimentos cuidadosos, quase rituais. Ele a tinha deixado toda gozada, o corpo dela brilhava de suor, marcas de porra e umidade de buceta. Ele subiu a calcinha dela, mas notou que estava manchada, então procurou uma calcinha nova e limpa na gaveta e vestiu nela, ajudando-a a levantar o quadril com ternura. Deixou-a impecável, com cheiro de lavanda. Quando terminou, deu um beijo suave na bochecha dela, um beijo de boa noite, de pai para filha, como se nada tivesse acontecido. Valentina, com os olhos fechados e o corpo ainda vibrando, sussurrou com um pudor renovado: — Obrigada, papai. Martín acariciou o cabelo bagunçado dela, afastando-o do rosto. — De nada, boneca. Antes de sair, ele olhou para a bunda dela. A calcinha lilás, limpa, ficava marcada. Sentiu um lampejo de desejo, e apagou a luz antes de sair.
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