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chegamos em casa umas 4 da tarde... saí do consultório toda excitada, liguei pro meu namorado pra procurar abrigo e ele veio me visitar... nos trancamos no meu quarto e sem muita conversa começamos com os beijos... eu tava a mil, quase devorava ele... minha buceta tava molhadinha e pulsando... comecei a desabotoar a calça dele pra tirar o pau dele e...
- espera!! - o quê??[disse surpresa]- sua mãe pode entrar! - não me importo... vamos fazer hoje, não aguento mais!!! - já te disse que ainda não!! - mas por quê??? o que você quer??? - não quero ter o medo de que alguém entre no quarto e nos veja - isso não importa!!! já estamos grandinhos... ou então vamos pra sua casa - não, meus pais estão lá... - então um hotel.. ou a casa de um amigo... ou procuremos uma casa abandonada... o que for, mas não aguento mais... ou é que você não me ama???? - claro que te amo, mas vamos fazer direito... não vamos agir com pressa - se não fizermos hoje o love, então terminamos... não quero continuar esperando mais... quero fazer com você, mas se você não quer então vou ter que arrumar outro... - eu sim quero ficar com você, mas não assim... não sei o que você tem... e se você me coloca condições pra fazer algo tão importante assim, então é melhor que a gente não continue junto... - então vaza!!!! ele saiu do meu quarto e fiquei chorando de raiva... com mais frustração... liguei pra Laura mas ela só me visitou por pouco tempo, era sexta e ela ia transar com o sugar daddy dela... mesmo assim ela me levantou o astral, me prometeu que ia me arrumar um cara só pra mim, só pra matar minha vontade, eu disse pra ela que podia ser um gigolô ou algo assim, mas eu não tinha ideia de onde... ela disse que ia pensar em algo... ------------------------------------------------------ Depois de uns sorrisos, Laura me beijou e comecei a ficar com tesão de novo... ela enfiou a mão por baixo da minha calcinha e me achou toda molhada... - Marlén!![rindo baixinho]Você tá toda molhada!! Tão promíscua!!! ainda não tinha contado minha história com o dr... só ri e continuamos... depois de um tempo, o celular dela tocou, o sugar daddy dela tava lá embaixo esperando... já passava das 8 da noite... Laura foi embora e continuei minha faena com o dildo.. tava muito gostoso, quando de repente minha mãe bate na porta com força (eu tava com música no volume máximo) - Marlén???... já vou sair... vou sair com minhas amigas, volto bem tarde... seu avô tá jantando, por favor fica de olho pra ele comer tudo e faz o de sempre... - sim mãe... - mas desce de uma vez!!!! você já sabe que se a gente não fica em cima, o avô não come... - ARRGGGG!! já amadurece!!! me deixa em paz!!!! toda sexta minha mãe saía com as amigas, com certeza iam se acabar na putaria... todas divorciadas, com 3 namorados... mas eu as invejava... eu queria chupar os paus que elas chupavam... em troca eu tinha que ficar de olho no vovô... ----------------------------------- meu avô tinha uns 70 anos mas tava firme e forte, bonitão, fortão por causa do trabalho no campo... mas o problema era a bebida... desde que minha avó morreu ele bebia o dia todo, desde cedo de manhã já começava com aguardente e ao meio-dia já tava como demente, mas não era, era por causa da bebedeira, era muito estranho falar com ele, dizia incoerências, não coordenava bem, esquecia as pessoas... às vezes passava dias sóbrio e voltava a ficar lúcido, mas de muito mau humor, então era melhor quando tava bêbado... minha mãe se preocupava muito porque por causa da bebida às vezes nem comia... por isso me pediu pra ficar de olho... como toda sexta... era a mesma rotina, ver se ele comia tudo, ajudar ele a escovar os dentes, levar ele pra cama, fechar a porta, e checar durante a madrugada se ele ainda tava no quarto... às vezes ele levantava de madrugada pra continuar bebendo... era um caos... às vezes eu o detestava, mas sentia pena, era meu avô e a morte da vovó acabou com ele -------------------------------------- dessa vez ele comeu muito pouco... mas nem dei importância, eu queria terminar rápido porque estava pensando no dildo, no dr e no pai da Laura... Meu avô foi escovar os dentes e eu o ajudei... eram quase 9 da noite... - ai, minha filha, obrigado... mas e você, quem é? - vô... sou eu, Marlén... - qual Marlén? a enfermeira? - sim sim sim... essa[com afinco para fazê-lo dormir o mais rápido possível]Levei ele para o quarto dele e preparei o pijama na cama... ele se sentou com um pouco de dificuldade e eu o ajudei a tirar os sapatos, enquanto ele desabotoava a calça... nada novo, era a rotina de toda sexta-feira... tirei a calça dele e ele ficou de cueca... tirei a camisa e quando me inclinei para pegar o pijama, ele agarrou minha bunda!!!
me levantei na hora e olhei pra ele sem dizer nada...
ele estava com os olhos fechados e sorria, parecia feliz, mas como se estivesse dormindo... eu ainda estava chocada e sem dizer nada... aí ele me agarrou pelas coxas e com força me puxou pra ele, me sentando no colo dele... eu estava em choque, não conseguia reagir
começou a acariciar minhas pernas e meus peitos enquanto beijava meus ombros...
me levantei de repente e me arrepiei... tentei sair do quarto mas na porta eu parei e fechei... comigo dentro
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fechei a porta e um calor tomou conta do meu corpo... não sabia por que fiz aquilo, não estava pensando, foi como instinto
- sr José, o senhor sabe quem eu sou?[intencionalmente não disse "vovô"]- não, mija...[ele dizia isso sem abrir os olhos, mas com seu sorriso confiante e tranquilo]- sou a enfermeira... a que o senhor gosta muito
- perdão, filha, mas esse velho já não lembra mais
- claro que sim, sr. José... o senhor tem uma coisa que eu gosto muito[com a voz trêmula]- aahh, gata... se eu não lembro dela, imagina se vou lembrar o que devo pra ela kkkkkk
- relaxa, sr. José... é fácil... só me mostra sua rola, é pra um check-up médico[o coração ia sair pela boca]- hahahaha sério?!?
- siiim, tem que dar uma olhada [eu umedecia os lábios]
- bom, filha, mas não se assuste
ele tirou o boxer sem problemas, parecia recuperar a vitalidade... estava completamente nu, ainda tinha uma figura chamativa de homem forte... o pau dele era cabeçudo, ainda mole, mas grosso com a glande exposta... ele mantinha o sorriso
- muito bem sr José[minha voz estava tremendo]tem um pau muito viril... agora quero que ele fique duro - kkkk minha filha, faz anos que não uso... você tem que me ajudar... vem, chega mais perto, sem medo... cheguei perto olhando pro outro lado, pra não ver a cara dele, sentia vergonha mas nada me segurava... a primeira coisa que ele fez foi apertar minhas tetas com força enquanto cheirava meu pescoço.... eu fechei os olhos, não queria olhar pra ele, mas já estava excitada fazia minutos... sentia minha buceta pulsando... naquele instante ele agarrou minha buceta com suas mãos calejadas... as pernas bambearam e me segurei nos ombros dele... muito fortes ainda... eu olhava de vez em quando pra baixo pra ver o pau dele mas ainda estava mole... começou a lamber meu pescoço de um jeito bem selvagem enquanto me dedava com força por cima da calcinha... meus quadris se moviam automaticamente no ritmo da mão dele... depois ele colocou a mão na minha bunda e fazia círculos na entrada do meu cu... eu empurrava minha bunda pra trás procurando a penetração, mas a calcinha impedia -[me saiu um suspiro e eu disse:]ai, sr José, que delícia... mmmmmm me tirou a blusa e o sutiã de um jeito brutal que meus peitos pularam... e começou a chupar eles... o pau dele começou a pular, e a cada pulo ia ficando maior e eu não resisti... peguei o pau dele e ficava batendo... apertei as bolas dele, eram grandes e ficavam penduradas... ele tava que nem um touro - sr José... que pau tão gostoso mmmmmm[enquanto sentia que saía um líquido dele]na sua fúria, ele me baixou a calcinha e enfiou um dedo na minha buceta, sem anestesia... o dedo dele era grosso, duro, grande...
- ohhhhhh isso, isso, sr José, assim.... mmmm aahhhhhh[enquanto suspirava e gemia e abraçava forte o peito dele]enquanto estamos nisso, ele me agarrou pelos ombros e me empurrou pra baixo, me colocou de joelhos e botou o pau na minha boca... eu não resisti
comecei a chupar com vontade, com força...
- cuidado com os dentes, mija
tentei relaxar e continuei chupando com mais cuidado... depois de alguns minutos, ele tirou o pau e me jogou na cama... se ajoelhou na minha frente, abriu minhas pernas e começou a me dedar, mas bem forte e rápido...
- oohh oh oh oh sr José!!! isso!!!
eu apertava o cu e a buceta... era muito gostoso... o ritmo que ele tava me deixando quase chegando lá
depois de um tempo ele tirou os dedos e começou a lamber meu rosto, mas eu já tava em transe que não me importei, comecei a chupar a língua dele e olhava pra ele, olhava pra cara de tesão dele...
aí ele se levantou e cuspiu no pau... abriu minhas pernas, e sem muita conversa me penetrou...
- oohhh oohhhh ohhh
não foi algo romântico nem delicado... foi mais brusco, animal...
bang bang bang as bolas dele batiam e os líquidos na minha pele
- isso!!! sr José!!! assim!!! oohhh ooohhh mmmmmm[não sabia de onde vinham as palavras... talvez porque sabia que meu avô "não estava lá"]estava me metendo muito forte, muito gostoso!!! fazia sons como de animal... eu tentava abrir as pernas o máximo que podia pra que entrasse mais!!
em poucos minutos meu avô acabou e se deitou do meu lado respirando muito agitadamente... eu esperava que ele não fosse ter um infarto...
limpei a bagunça do quarto, coloquei o pijama nele como pude e corri pra tomar banho... toda a transa não durou nem 20min.. ainda era muito cedo... me tranquei no meu quarto pra chorar e escrever tudo o que tinha acontecido... desci pra pegar a garrafa de aguardente e me certifiquei de que o vô continuava dormindo
depois de beber e escrever eu adormeci
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lá pelas 2 da manhã levantei pra mijar... vi que saiu esperma, muito esperma e me assustei, eu não tinha pensado nisso... a calcinha tinha esperma, minha cama cheirava a esperma... aí lembrei da "pílula do dia seguinte", tinha que comprar cedo de manhã pra evitar problemas... troquei os lençóis e voltei a me deitar...
depois de alguns minutos tentando esvaziar a mente, tive uma ideia louca "se amanhã vou tomar a pílula, deveria aproveitar e foder de novo"... meu rosto ficou vermelho de novo e corri pro quarto do vô...
fui nua... o vô estava de barriga pra cima... comecei a apertar o pau dele por cima do pijama mas ele não acordava, nem ele nem o pau... abaixei a calça dele o máximo que pude e comecei a manusear o pau dele... percebi que estava babado, o pijama dele também mas não dei muita importância...
peguei a mão dele e coloquei na minha buceta enquanto eu estava de pé... peguei um dos dedos dele e enfiei, eu estava muito molhada, entrou fácil... e assim eu fodia o dedo dele... já estava cansando das pernas então me deitei do lado dele numa posição muito desconfortável me esfregava no corpo dele e com o dedo dele dentro da minha buceta... era excitante mas ao mesmo tempo sombrio... enquanto isso apertava o pau dele, mas não funcionava
lembrei que uma vez Laura me disse que o sugar daddy dela às vezes tinha problemas de perder a ereção, ou tinha dificuldade pra ter uma, e ela o que fazia era chupar muito forte o pau... então eu me ajoelhei na frente do pau dele e comecei a chupar pra caralho... em questão de segundos começou a ficar durinho, tipo a ganhar forma... eu fiquei mais excitada... continuei chupando e chupando... o vovô continuava dormindo... quando o pau já estava de pé, apertei com uma mão e comecei a enfiar na minha pussy... eu não tinha experiência cavalgando, mas sentia como o pau dele abria caminho na minha barriga... coloquei as mãos dele sobre minhas coxas e me mexia como dava... num momento meu avô acordou e me agarrou forte pelos quadris e começou a me meter forte, como eu queria... então parei de me mexer... o vovô me dava forte e eu acariciava o rosto dele... ele estava com os olhos fechados mas concentrado... e senti uma necessidade de beijá-lo, o nojo e o pudor já não existiam... me entreguei e chupava a língua dele, ele também... eu estava com o rosto molhado... enquanto me metia, ele abriu minhas nádegas com as mãos e senti como cócegas no ânus... peguei uma das mãos dele e levei ao meu rosto... cuspi no dedo dele, enchi de bastante saliva e levei de novo às minhas nádegas... ele de forma intuitiva começou a enfiar o dedo no meu ânus... eu tentava jogar a bunda pra trás, pra que o dedo entrasse... até que ele enfiou com força... eu senti como se fosse cagar e tirei o dedo dele do meu cu... ele enfiou de novo mas poucos cm... era melhor... o vovô continuou me dando forte até gozar... dessa vez não teve palavras, não teve jogos, não teve armadilhas... me enfiei na cama dele pra que ele me comesse... e dessa vez não foi improvisado, dessa vez foi com intenção e eu sabia o que estava fazendo...
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