Novo programa de estudos

Devido às notas extremamente baixas em todas as instituições de ensino, o governo procurava uma solução, o nível educacional era muito fraco, estava em último lugar no ranking mundial de educação, era literalmente o país com a pior educação, as notas eram péssimas, cheias de 0, 1 e 2. No máximo, a nota mais alta era uma aprovação com a mínima. As reuniões duraram dias inteiros buscando a solução, os altos escalões do país procuraram formas de incentivar os alunos, lançaram vários planos, financiaram escolas, fizeram de tudo, mas não obtiveram bons resultados, na verdade os resultados foram ainda piores. Então se juntaram com muitos pesquisadores para ver onde estavam falhando e perceberam que o país estava com a população em declínio e que os jovens já não se interessavam tanto pelo ato sexual, então buscaram juntar todos os pontos em um só e assim chegaram ao novo Programa Educacional de Incentivos Institucional e Sexual, o que buscavam com ele era aumentar a taxa de crescimento populacional, elevar as notas, melhorar o capital humano do país e, acima de tudo, motivar os jovens, também queriam dar um jeito nos jovens mais vulneráveis que provavelmente acabariam dependendo de assistência social, para que pelo menos tivessem uma contribuição (como fonte de crescimento populacional). Esse novo plano foi desenvolvido e executado pelos profissionais mais capacitados do mundo, financiado pelo governo e grupos de investidores privados, fizeram testes em uma instituição por um período de 2 anos, dando resultados tão positivos que não hesitaram nem por um segundo em implementá-lo nas demais instituições. Na escola, a média das notas era 3.2, o número de alunos era 760, divididos em 24 salas com um total de 2 professores em cada uma delas. Cada professor era responsável por cerca de 16 alunos, com um investimento de $68.500 por cabeça para que apenas 21 pessoas passassem, depois desses 2 anos havia mais de 1000 alunos, a média era 7,5 e o investimento por aluno mal chegava a R$ 50.000, era lucrativo por todos os lados.
O programa era simples, iam pegar as 4 piores pessoas do grupo em questão de notas e essas 4 iam ser transformadas em mulheres, dependendo da quantidade de alunos, podia variar, mas no começo iam ser 4 por sala, as quais iam ficar disponíveis para os alunos que tirassem as maiores notas, esses caras que eram convertidos em mulheres e colocados à disposição para a satisfação, alívio de estresse e motivação do resto dos estudantes iam ser assistidos socialmente pelo estado, pra manter eles, incentivando com recompensas financeiras fortes assim que os colegas terminassem o ano, pra que procurassem parceira e tivessem filhos. Mínimo 2 por estudante. Com isso resolviam vários problemas de uma vez só.Novo programa de estudosNo instituto María del Carmen, eles realizaram isso. Sebastián, Ángel, Leandro e Gerônimo foram os 4 selecionados, todos com média 0.3. Foi um sorteio, já que havia mais 3 que tinham essa média. Os 4 foram levados para uma sala onde seriam transformados em mulher. Fizeram múltiplas cirurgias neles, deram hormônios para tomar e injetaram outros. Com as mudanças corporais que tiveram, ficaram lá por 2 semanas, entre cirurgias, descanso e toma de medicamentos, até que finalmente estavam prontas para começar suas novas tarefas.

Sara, Angela, Luna e Graciela seriam os nomes das novas 4 alunas encarregadas de motivar os homens da escola a serem os melhores e a subirem as médias.

Angela foi a primeira solicitada e coube a ela nada mais, nada menos que Nelson, um afrodescendente de um nigeriano, matriculado na escola. Como todos podem imaginar, já se sabia o que estava por vir.vadiaFoi algo constrangedor para ela, estar ali à vista de todos, chupando a pica enorme de um negão afrodescendente no recreio só por ter uma média alta, mas fazer o quê, era o que lhe cabia, não tinha outra opção, não podia recusar, foi difícil, não cabia na boca dela, era um pedaço de pica muito grande e grosso, lá estava a Angela fazendo um esforço sobre-humano pra engolir uma pica daquelas, enquanto ele segurava o cabelo dela e olhava com aquela cara de puta que ela tinha agora, se sentindo dominante, tendo um brinquedo ao alcance das mãos, que era obrigado a satisfazê-lo enquanto chupava e olhava nos olhos dele pra terminar com um sorrisinho de vagabunda por ter metido na boca um pauzão daqueles.

A cena foi impactante pra todo mundo, ver uma aluna mamando no meio do recreio, as mulheres (poucas) sentiram um pouco de nojo, já os homens sentiram desejo, eles queriam estar no lugar dele, que era exatamente o que o programa buscava, grosseiro mas eficaz, o desejo inconsciente do homem de se sentir dominante e poderoso, era a receita de sucesso que não podia falhar.escolaA segunda "sortuda" ia ser a Graciela, que não iam pedir, mas sim interceptar. No chuveiro, enquanto ela tava prestes a entrar pra se lavar, apareceu um cara que não devia estar ali, encurralou ela e começou a passar a mão. Ela tentou se defender, mas não conseguia contra a força do opressor. Não tentou gritar, porque aquilo não era muito diferente do que ela teria que fazer todo dia a partir de agora: satisfazer homens meio contra a vontade. Então ela ficou ali, encostada no vidro, enquanto um aleatório empurrava nela, embaixo do chuveiro, gemendo que nem uma putinha. A Graciela tava se acostumando com a vida nova de cortesã de colégio, no puteiro chamado escola.colegialSara seria a primeira a experimentar o novo programa. Um cara, que tinha tirado 9.5 num trabalho de pesquisa sobre o aquecimento global, causas e consequências, além de umas ideias inovadoras pra frear isso, pediu uma mina pra comemorar, na frente da sala toda, até do professor, que ele expulsou da mesa. Levantou a saia e a fio dental da Sara e meteu nela ali mesmo, com uma perna em cima da mesa pra abrir melhor. Começou a socar com força, enquanto ela gemia que nem uma puta. As outras minas da sala olhavam, não chocadas, mas curiosas, enquanto os caras estavam todos de pau duro, até o próprio professor vendo a Sarita sendo macetada. 25 minutos de puro sexo, até ele chegar no limite e gozar ali, despejando toda a porra em cima da mesa, deixando tudo bagunçado. Terminou, subiu o zíper e olhou pra todo mundo com cara de vencedor absoluto, enquanto o resto morria de inveja do que tinha acabado de rolar, e a Sara tava no chão, de cócoras, com as pernas tremendo, recuperando as forças da surra de transa que tinham dado nela na frente da sala inteira.
Luna, a mais gostosa das 4, seria a última a virar mulherzinha, mas não ia ser por um aluno. Ao vê-la tão pequena e inocente, o próprio diretor chamou ela no escritório pra conversar sobre o programa.vadiaLuna foi por uma coisa e acabou encontrando outra: o diretor, abusando do poder dele, ia estrear a jovem Luna, que ficou surpresa com a situação. Ela até gritou, mas era inútil — ninguém estava acima do diretor, então não podiam salvá-la. Ele a colocou de quatro em cima da mesa dele, levantou a saia dela, puxou a calcinha fio dental pra baixo e começou a meter nela. Luna resistiu, tentou impedir, mas o diretor era um cinquentão, mais forte e maior que ela. Ele segurou as mãos dela e a pegou pelo pescoço enquanto começava a penetrá-la. Ali estava Luna reclamando da dor, com gemidos, choramingos e alguns gritinhos, enquanto o diretor entrava devagar nela e tirava a virgindade dela.

Ela ia sair daquele quarto com a buceta cheia de porra, sem virgindade e com lágrimas nos olhos, pensando que aquele programa era nojento, mas depois ia acabar mudando de ideia, mesmo sendo um programa onde as mulheres não tinham nenhum poder de decisão.vadia colegialEmbora isso não fosse o pior, já que as garotas nem sempre eram chamadas para um mano a mano, às vezes eram duas, três ou até mais, por exemplo, a Sara foi chamada para um trabalho em grupo, e acabou sendo comida por 3 homens, enquanto chupava um, outro estourava a buceta dela, tinha outro segurando ela pelo cabelo esperando que ela virasse para enfiar o pau na boca dela, ali ela foi comida por 3, era algo que elas teriam que se acostumar.de homemFoi um ano difícil e longo para essas jovens, ter que se ajoelhar pra mamar era algo bem comum e habitual, não importa se a sala tá cheia e todas tão vendo. Pra recompensar um aluno com média excelente ou depois de um trabalho pesado, ele podia pedir os serviços de uma aluna do programa, e ali mesmo ela tinha que usar o corpo pra satisfazer eles, o mais comum era umas boquetes.

Mas tinha outros que queriam transar, elas não podiam negar, então tinham que ficar à disposição do que quer que eles quisessem. Assim foi o ano universitário, todo dia elas eram usadas por um aluno com boa média, o que incentivava os estudantes a melhorarem as notas, e foi assim que os resultados foram extremamente bem-sucedidos. A média naquele ano subiu de 2,6 pra 7,9, virando a escola com os melhores resultados do país, e os alunos e professores aumentaram muito, passando de 640 alunos pra mais de 1300, reduzindo o orçamento por cabeça e com notas melhores, todo mundo ganhou. Mas a tarefa das minas não terminou aí. Porque faltava o encerramento do ano, que era o mais pesado, já que a turma tinha que fazer uma prova dificílima que ia ajudar eles a continuar os estudos superiores. Então, no último dia, o dia da prova da turma, elas iam estar mais na correria do que nunca.troca de corpoA prova durava duas horas, então para os da média mais alta, de quem se esperava os melhores resultados, escalaram as garotas, para que no meio da prova chupassem a rola deles pra aliviar o estresse. Foi um método questionado, mas extremamente eficaz: os que tiveram a rola chupada enquanto faziam a prova acertaram entre 10 e 15 questões a mais das 100 que a prova tinha, comparado aos que não chegaram a chupar, já que a prova durava só duas horas no relógio.

Lá estavam as minas, Graciela, Luna, Sara e Angela, mamando sentadas embaixo das carteiras, enquanto os sortudos se concentravam, soltando a tensão pra render melhor.mudanca de generoMas a verdadeira festa veio depois, já que as que não conseguiram a mamada pra aliviar o estresse pediram em grupos pra soltar a tensão pós-prova, então na sala, até com os professores presentes e depois de chupar um monte de pica, terminaram num gang bang já exaustas e com a boca cheia de porra continuavam chupando, enquanto dessa vez recebiam pica de todos os lados, com pussy, culo e boca cheios, todo mundo queria usar elas, porque queriam aproveitar o último dia de aula e o último dia do programa, então encheram elas de pica e porra na despedida. Fim.

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