Eu o levei caminhando rapidamente até a porta da minha casa, parei no umbral como uma mãe brava, dando bronca no filho por ter feito alguma travessura. Parei e o fiz passar primeiro quase trotando, ele olhou com olhos arregalados para seus dois amigos que ficaram do lado de fora, eu os cumprimentei com um sorriso e acenando com a mão alegremente para depois virar mudando a cara para uma cara séria, fechei a porta e ficamos na sala.
Eu: Qual é o seu problema?
Chico: Qual é o problema?
Eu: Você tá sempre reclamando de alguma coisa, quer os outros dois fazendo o que você manda.
Chico: É que eu tive umas ideias pra fazer umas coisas com você.
Eu: Você se engana, eu quis ficar com eles. Mesmo que você tivesse mil ideias, se eu não quisesse, não ficava com nenhum.
Chico: É verdade.
Eu: E se eu quisesse ficar com os outros e com você não, o que ia acontecer? Você ia parar de falar com eles?
Chico: Não, você tem razão.
Eu: Então do que você tanto reclama?
Chico: É que eu fico com vontade, quero te comer e não te compartilhar nunca.
Eu: Você reclama e depois não aguenta nada, pra que faz tanto escândalo?
Não respondeu, acho que pela raiva me deixei levar e machuquei algum sentimento, toquei na masculinidade dele.
Chico: É que eu tenho que te compartilhar e além disso a situação em que a gente tá todo mundo me deixa excitado, por isso eu gozo rápido.
Eu: Ah é? Você acha que consegue fazer melhor?
Quando chamei só ele, minha intenção era só conversar, eu estava cansada, mas parece que algo mudou.
Chico: Acho que sim.
Cheguei perto dele quase colados, ele era meio palmo mais alto que eu.
Eu: Então me mostra, aqui estou.
Levo 2 ou 3 segundos pra reagir, mas quando ele reagiu, me agarrou forte pela bunda, levantando desesperadamente a camiseta que eu tinha pra tocar minha pele, chupou meu pescoço e me beijava de língua profundamente, eu podia sentir o pau dele crescendo e ficando duro na hora, e bom, são facilidades dessa idade.
Eu: Vai logo, cara, para de enrolar e me come de uma vez.
O pavio estava aceso e quando eu disse aquelas palavras, a bomba explodiu. Ele me levou até o sofá e me jogou de costas, enquanto eu tirava a camiseta ele arrancava minha fio-dental, ele nem se despiu, só tirou o pau e quis molhar a ponta, mas eu não deixei.
Eu: Mete ela assim, a seco, que eu quero sentir dor.
E sim, de fato doeu, mas foi tão prazeroso sentir esse pau assim dentro de mim que, se tivesse a oportunidade, pediria pra repetir do mesmo jeito. Curte como ele se movia colado em mim por um tempo, quase me abraçando, esfregando o corpo dele no meu.
Eu: Me dá mais forte, me dá mais forte.
Levantei as pernas e ele ficou de joelhos, segurava elas no ar enquanto me comia, eu pedia mais e mais, enquanto sozinha massageava meus peitos.
Chico: É assim que você gosta?
Eu: Isso, me dá assim, mais forte, mais.
Chico: Mais forte, você quer?
Eu: Isso, isso, mais forte.
Ele colocou minhas pernas retas pra cima, apoiando elas no torso dele, os pés ficavam um pouco mais acima que a cabeça dele, colocou o pau dele na minha entrada e abraçou minhas pernas, meu quadril ficava um pouco no ar e aí ele começou de novo, a me foder gostoso, forte, com cada estocada parecia que entrava um pouco mais.
Chico: É assim? É assim que você quer que eu te foda?
Eu: Sim, assim. Dá, dá
Chico: Você vai aprender a não fuder comigo.
Eu: Ainda não aprendi, então me dá mais.
Ele continuou e continuou, parecia que não ia gozar mais, não sei de onde ele tirava tanta energia, parecia que nem parava pra respirar. De repente, diminuiu o ritmo, tirava devagar pra meter forte de uma vez, eu queria que ele gozasse logo se fosse possível, já tinha tido sexo suficiente e estava começando a doer. Achei que provocando ele e falando coisas que o deixassem com tesão ou irritado, ele se acabaria por mais um tempinho e conseguiria gozar.
Eu: É só isso que você tem?
Chico: Não gosta?
Eu: Ai. Falei quando ele entrou. Sim, mas eu queria mais.
Chico: Tô tomando um ar.
Eu: Aposto que você já tá pensando onde gozar né?
Chico: Pode ser.
Eu: Ai. Falei de novo. Onde?
Chico: Não sei, mas vou te sujar toda, sua puta.
Ele começou a me foder forte de novo, minha tática pareceu funcionar e eu só pensava em aguentar só mais um pouquinho, ele já chegaria.
Chico: Aaahh, isso, toma, sua safada.
Eu: Ahh ahhh isso, isso. Fingi mais um pouco o meu gemido pra ajudar ele.
Chico: Você gosta?
Eu: Sim, você já vai me dar a gozada?
Chico: Sim, vou te sujar toda, sua puta.
Eu: Te falei..
Chico: O quê?
Eu: Você não aguenta nada.
Freio de repente, me olhou com raiva. "Ah é? Agora você vai ver". Não sei como fez, mas me agarrou pelo cabelo e em um segundo me deixou de quatro no sofá, aprontando o pau pra meter até o fundo. Metia rápido, forte, minhas nádegas batiam contra o corpo dele e, com os tapas que me dava, agora quem estava perto de gozar era eu.
Eu: Ahh ahhh aaah
Chico: Não era que não durava nada?
Eu: Ahh ahh
Chico: Vou te arrebentar toda, sua safada
Eu: Vou gozar, não para, não para.
Chico: Acaba com todo o meu pau, senti ele bem lá no fundo.
Eu: Ahhh
Chico: Tá dura pra você, tá doendo?
Eu: Sssiii aahh ahh…..Ahhhhh. Gozei.
Ele notou, meu corpo queria cair exausto contra o sofá, queria relaxar mas ele não me deixava, pelo contrário, continuava me fodendo me segurando pelo cabelo no ar.
Chico: Não fala nada agora?
…
Chico: Vai, fala, sua puta…
…
Chico: Falei de novo que não duro nada..
Eu: Acaba, por favor, acaba.
Chico: Pedi desculpas e gozei.
Eu: Me perdoa, mas goza logo por favor. Não aguento mais.
Chico: Pede mais alto. Grita e me dá umas palmadas na bunda.
Eu: Goza na minha boca, por favor.
Chico: Que os vizinhos te escutem, sua safada.
Eu: ME DÁ A gozada, ME DÁ A gozada POR FAVOR..
Com certeza me ouviram, mas eu não ligava, queria que aquilo acabasse logo, não aguentava mais. Virei de costas e me deitei de barriga pra cima no sofá, e ele veio rápido na minha cara, me encheu de porra como tinha falado, a barriga, os peitos, a cara e até o cabelo, não sei de onde ele tirou tanta.
Chico: Esfrega com a mão, se suja.
Com dois dedos passei um pouco de porra pelos peitos.
Chico: Assim não, assim.
Ele pegou minha mão e fez com que eu acariciasse o rosto dele, o cabelo e todo o resto, me sujando. Vi ele se vestir e ajeitar a roupa, se aproximou de mim.
Chico: Agora toda vez que você escutar meu nome ou me chamar de Ale, você vai lembrar dessa foda que eu te dei, sua puta, e não vai mais me dizer que durou pouco, olha como você ficou.
Eu: Vamos ver, se for assim.
Ale: Não ficou claro pra você?
Eu: Da próxima vez, que seus amigos não te ajudem a me deixar assim e a gente vê.
Ale: Eu amo o quanto você é puta, quando eu tiver vontade de provar, eu vou vir.
Não respondi, apenas sorri, dando a entender que aprovava a resposta dela e que essa batalha não decidia nada, só que agora, eu queria a guerra.
Eu o vi fechar a porta e ir embora, eu tentei mas não consegui me mexer, nem pra me limpar nem pra ir pra cama, me encolhi e dormi algumas horas.
Eu: Qual é o seu problema?
Chico: Qual é o problema?
Eu: Você tá sempre reclamando de alguma coisa, quer os outros dois fazendo o que você manda.
Chico: É que eu tive umas ideias pra fazer umas coisas com você.
Eu: Você se engana, eu quis ficar com eles. Mesmo que você tivesse mil ideias, se eu não quisesse, não ficava com nenhum.
Chico: É verdade.
Eu: E se eu quisesse ficar com os outros e com você não, o que ia acontecer? Você ia parar de falar com eles?
Chico: Não, você tem razão.
Eu: Então do que você tanto reclama?
Chico: É que eu fico com vontade, quero te comer e não te compartilhar nunca.
Eu: Você reclama e depois não aguenta nada, pra que faz tanto escândalo?
Não respondeu, acho que pela raiva me deixei levar e machuquei algum sentimento, toquei na masculinidade dele.
Chico: É que eu tenho que te compartilhar e além disso a situação em que a gente tá todo mundo me deixa excitado, por isso eu gozo rápido.
Eu: Ah é? Você acha que consegue fazer melhor?
Quando chamei só ele, minha intenção era só conversar, eu estava cansada, mas parece que algo mudou.
Chico: Acho que sim.
Cheguei perto dele quase colados, ele era meio palmo mais alto que eu.
Eu: Então me mostra, aqui estou.
Levo 2 ou 3 segundos pra reagir, mas quando ele reagiu, me agarrou forte pela bunda, levantando desesperadamente a camiseta que eu tinha pra tocar minha pele, chupou meu pescoço e me beijava de língua profundamente, eu podia sentir o pau dele crescendo e ficando duro na hora, e bom, são facilidades dessa idade.
Eu: Vai logo, cara, para de enrolar e me come de uma vez.
O pavio estava aceso e quando eu disse aquelas palavras, a bomba explodiu. Ele me levou até o sofá e me jogou de costas, enquanto eu tirava a camiseta ele arrancava minha fio-dental, ele nem se despiu, só tirou o pau e quis molhar a ponta, mas eu não deixei.
Eu: Mete ela assim, a seco, que eu quero sentir dor.
E sim, de fato doeu, mas foi tão prazeroso sentir esse pau assim dentro de mim que, se tivesse a oportunidade, pediria pra repetir do mesmo jeito. Curte como ele se movia colado em mim por um tempo, quase me abraçando, esfregando o corpo dele no meu.
Eu: Me dá mais forte, me dá mais forte.
Levantei as pernas e ele ficou de joelhos, segurava elas no ar enquanto me comia, eu pedia mais e mais, enquanto sozinha massageava meus peitos.
Chico: É assim que você gosta?
Eu: Isso, me dá assim, mais forte, mais.
Chico: Mais forte, você quer?
Eu: Isso, isso, mais forte.
Ele colocou minhas pernas retas pra cima, apoiando elas no torso dele, os pés ficavam um pouco mais acima que a cabeça dele, colocou o pau dele na minha entrada e abraçou minhas pernas, meu quadril ficava um pouco no ar e aí ele começou de novo, a me foder gostoso, forte, com cada estocada parecia que entrava um pouco mais.
Chico: É assim? É assim que você quer que eu te foda?
Eu: Sim, assim. Dá, dá
Chico: Você vai aprender a não fuder comigo.
Eu: Ainda não aprendi, então me dá mais.
Ele continuou e continuou, parecia que não ia gozar mais, não sei de onde ele tirava tanta energia, parecia que nem parava pra respirar. De repente, diminuiu o ritmo, tirava devagar pra meter forte de uma vez, eu queria que ele gozasse logo se fosse possível, já tinha tido sexo suficiente e estava começando a doer. Achei que provocando ele e falando coisas que o deixassem com tesão ou irritado, ele se acabaria por mais um tempinho e conseguiria gozar.
Eu: É só isso que você tem?
Chico: Não gosta?
Eu: Ai. Falei quando ele entrou. Sim, mas eu queria mais.
Chico: Tô tomando um ar.
Eu: Aposto que você já tá pensando onde gozar né?
Chico: Pode ser.
Eu: Ai. Falei de novo. Onde?
Chico: Não sei, mas vou te sujar toda, sua puta.
Ele começou a me foder forte de novo, minha tática pareceu funcionar e eu só pensava em aguentar só mais um pouquinho, ele já chegaria.
Chico: Aaahh, isso, toma, sua safada.
Eu: Ahh ahhh isso, isso. Fingi mais um pouco o meu gemido pra ajudar ele.
Chico: Você gosta?
Eu: Sim, você já vai me dar a gozada?
Chico: Sim, vou te sujar toda, sua puta.
Eu: Te falei..
Chico: O quê?
Eu: Você não aguenta nada.
Freio de repente, me olhou com raiva. "Ah é? Agora você vai ver". Não sei como fez, mas me agarrou pelo cabelo e em um segundo me deixou de quatro no sofá, aprontando o pau pra meter até o fundo. Metia rápido, forte, minhas nádegas batiam contra o corpo dele e, com os tapas que me dava, agora quem estava perto de gozar era eu.
Eu: Ahh ahhh aaah
Chico: Não era que não durava nada?
Eu: Ahh ahh
Chico: Vou te arrebentar toda, sua safada
Eu: Vou gozar, não para, não para.
Chico: Acaba com todo o meu pau, senti ele bem lá no fundo.
Eu: Ahhh
Chico: Tá dura pra você, tá doendo?
Eu: Sssiii aahh ahh…..Ahhhhh. Gozei.
Ele notou, meu corpo queria cair exausto contra o sofá, queria relaxar mas ele não me deixava, pelo contrário, continuava me fodendo me segurando pelo cabelo no ar.
Chico: Não fala nada agora?
…
Chico: Vai, fala, sua puta…
…
Chico: Falei de novo que não duro nada..
Eu: Acaba, por favor, acaba.
Chico: Pedi desculpas e gozei.
Eu: Me perdoa, mas goza logo por favor. Não aguento mais.
Chico: Pede mais alto. Grita e me dá umas palmadas na bunda.
Eu: Goza na minha boca, por favor.
Chico: Que os vizinhos te escutem, sua safada.
Eu: ME DÁ A gozada, ME DÁ A gozada POR FAVOR..
Com certeza me ouviram, mas eu não ligava, queria que aquilo acabasse logo, não aguentava mais. Virei de costas e me deitei de barriga pra cima no sofá, e ele veio rápido na minha cara, me encheu de porra como tinha falado, a barriga, os peitos, a cara e até o cabelo, não sei de onde ele tirou tanta.
Chico: Esfrega com a mão, se suja.
Com dois dedos passei um pouco de porra pelos peitos.
Chico: Assim não, assim.
Ele pegou minha mão e fez com que eu acariciasse o rosto dele, o cabelo e todo o resto, me sujando. Vi ele se vestir e ajeitar a roupa, se aproximou de mim.
Chico: Agora toda vez que você escutar meu nome ou me chamar de Ale, você vai lembrar dessa foda que eu te dei, sua puta, e não vai mais me dizer que durou pouco, olha como você ficou.
Eu: Vamos ver, se for assim.
Ale: Não ficou claro pra você?
Eu: Da próxima vez, que seus amigos não te ajudem a me deixar assim e a gente vê.
Ale: Eu amo o quanto você é puta, quando eu tiver vontade de provar, eu vou vir.
Não respondi, apenas sorri, dando a entender que aprovava a resposta dela e que essa batalha não decidia nada, só que agora, eu queria a guerra.
Eu o vi fechar a porta e ir embora, eu tentei mas não consegui me mexer, nem pra me limpar nem pra ir pra cama, me encolhi e dormi algumas horas.
Comentários em Destaque
13 comentários - Vizinha gostosa 24
Pero no puede ser que deje sin atender personalmente a un amigo…
No es justo….jajajajaja