Toda semana eu vou à academia que tem uma piscina incluída. Eu tinha feito amizades na academia, então combinamos de ir todos no mesmo dia à natação durante a semana. No começo era tudo normal, embora estivesse o Norberto, um cara bem pentelho, desses que procuram você distraído pra te sacanear. Era um pouco mais velho que todos nós, chegando aos 50, de corpo grande, pele morena, aquele tipo de gente que vai à academia direto mas não faz dieta, de braços e pernas grandes, e embora parecesse raspado ou depilado o corpo todo, nos chuveiros dava pra notar que a virilha era sempre peluda. Os chuveiros são compartilhados e não faltava o dia em que você tá tomando banho e vem o Norberto e te dá uma palmada na bunda, ou te agarra o pau na menor distração. Ou te belisca um mamilo. Ou tudo ao mesmo tempo. Mas como eu era um dos que mais se irritavam, era o que ele mais enchia o saco. Aos sábados quase não ia ninguém, nem mesmo esse Norberto. Mas nesse dia ele apareceu, provavelmente porque no dia anterior eu comentei que viria nesse horário. Depois da minha rotina, fui pros chuveiros, não tinha ninguém no vestiário. Depois de um tempo que eu tô me lavando, sinto uma palmada fortíssima na bunda que me faz me contorcer e que ao mesmo tempo mete a mão e me colocou na ponta dos pés me levantando com dois dedos desde o ânus. Eu com a cabeça cheia de sabão. Quase caí, tiro a mão dele e solto um insulto aos gritos. Ele tira a mão e me agarra o pau e as bolas que eu tinha mole, mas pelo tamanho da mão, dava pra ele me agarrar tudo e meio que me masturbar com dois dedos. Tento tirar a mão dele mas ele me agarra a bunda de novo sem soltar meu pau e as bolas. Tudo entre risadas e minhas reclamações quase aos gritos, metade raiva metade irritação, já que eu tinha os olhos cheios de sabão porque não terminei de enxaguar. Na disputa, entre a gargalhada, ele solta meu pau e as bolas, agarra minha mão e leva até o pau dele, fazendo com que eu segure o pau dele. Que ele tinha semi duro e começa a se masturbar com a minha mão. No forcejo de tentar me soltar a mão ou tirar a mão do meu cu, noto que eu tava com o pau durasso e ele também notou e fazia mais e mais pressão até que o dedo maior começou a entrar no meu cu e comenta Norberto: você se faz de difícil mas adora. Com um tom meio agitado e meio perverso no meio do forsejeo. Eu: não nada a ver... Solta logo cara já foi.... Norberto: certeza que você quer que eu tire. Com tom cúmplice e fazendo mais e mais pressão no dedo que já começava a entrar e sair do meu cu O pau dele endurecia mais e mais. Eu não sabia nem o que pensar. Quando o dedo dele entrava até o fundo e saía meio leve e o pau dele tava bonner total e eu não gritava mais, continha um gemido mistura de dor e excitação. Repetindo "não, não, não" e ele só acrescentava " ...pode ser que você goste tanto..." Como se complementasse minha frase Me soltou a mão com a ordem que eu continuasse sozinho. Me agarrou pela cabeça e me colocou na posição L e sem tirar o dedo do meu cu começou a esfregar o pau na minha cara enquanto eu o masturbava. E comentava Norberto: você adora né putinho, você morria de vontade por isso né? Chupa vai abre a boca!!! e começa a chupar O pau não era tão grande mas sim bem grosso, entrava bem na minha boca e mesmo que eu me engasgasse ainda conseguia chupar apesar de como ele me agarrava pela nuca e mandava até o fundo, os pelos dos ovos molhavam toda a minha cara apesar de quão molhados estávamos. Já com o pau na boca começou a enfiar um segundo dedo. E eram dois dedos entrando e saindo do cu. Em um momento algo tocava dentro do meu cu, que me fazia estremecer e gozava como se eu tivesse fodido. E ele comenta Norberto: Epa olha o que eu encontrei, seu ponto G. Com tom de satisfação. Enquanto pressionava mais a nuca pra mandar mais pro fundo. Tirava só pra eu chupar os ovos e me enfiava de novo na boca. Continuava apalpando dentro do meu cu e me fazia gozar de novo, tantas vezes que em um momento só me estremecia mas não gozava nada e as pernas tremiam. Eu não conseguia entender como cheguei naquela situação do nada, como se sempre tivesse feito aquilo. Mas sem que eu pudesse pensar, ele só diz "vamos pros bancos" e sem tirar os dedos da minha bunda, me levanta e começa a me beijar desesperadamente, enquanto a gente ia pros bancos quase se arrastando, com a ordem em tom super excitado ele me diz "se apoia no banco e levanta a bunda que assim bem submissa eu adoro". Quase sem negar, obedeço. E assim que me apoio, ele tira os dedos e manda a rola a pelo, e apesar da minha negativa, já estava metendo e me fazendo gritar com um "ahhhhhh", ao que ele comenta: "geme, não grita, porra". E comecei a gemer de dor como podia. Enquanto ele bombeava mais e mais forte. Como me custava me segurar, ele me move pro poço, me deixando em posição de pirâmide com a bunda pra cima, e sobe em cima e me bombeava muito forte e rápido. Entrava um ou outro no vestiário que, pelo dia e horário, eram poucos; alguns faziam de conta que não existia, outros comentavam, mas era como se fosse normal. Num momento entra um dos técnicos e começa a dar esporro no Norberto, que não era a primeira vez que ele pegava ele transando com alguém ali. Mas ele não diminuía o ritmo e só se justificava entre gemidos: Norberto: que que tu quer... Eles me pedem e faz um mês que eu não como ninguém. Técnico: não posso te cobrir sempre, vão me mandar pra merda no meu lugar. Norberto: vai, já tá acabando. Falando todo picotado porque já estava pra gozar. Sinto como a rola dele fica dura como pedra e ele me enche a bunda de porra. Norberto: aí está! Ele tira a rola da minha bunda e me levanta, e me senta no banco, eu tremia toda. O técnico vai embora e ele agarra minha cabeça e me diz: Norberto: vem cá que tu não terminou, agora chupa ela até deixar ela limpinha, limpinha. E mete na minha boca, onde eu termino de chupar entre arcadas e engasgos. E aí eu terminei quase sem conseguir me levantar, com a bunda pingando e um gosto de rola no corpo todo. E ele comenta: Norberto: bom, pelo menos tenho um bum fixo. agora Continuará...
3 comentários - De nadar a gozar (Relato Gay) parte 1
EMBORA EU NÃO GOSTE DE VIOLÊNCIA, SUA EXPERIÊNCIA É EXCITANTE...