deixando minha mina excitada

aqui deixo uma história tão morbosa quanto real


espero que curtam muito

se for assim, logo subo a segunda parte

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E DEIXEM ALGUNS PONTOS





Naquela noite eu já não aguentava mais, tinha me cansado de ver como meu grande amigo Alejandro ficava com os olhos vidrados olhando as tetas da Laura, minha mulher, e como ela descaradamente flertava com ele toda vez que nos visitava, talvez por causa das coisas que eu tinha contado pra ela sobre ele e o potencial sexual dele com as mulheres, por isso depois de transar com ela fui puxar conversa

Acontece alguma coisa com o Ale?

Laura cê tá louco?

Você percebeu como ele te devora as tetas com o olhar, sabe a vontade que ele tem de você

Laura sim, claro que sei, mas não acho que ele queira saber de uma gorda dessas

E se ele quisesse, o que você faria?

Laura nada, o que você quer que eu faça?

Bom, sei lá, talvez você tirasse a vontade dele

Laura não, amor, ele é seu amigo, não vou dar pra ele, não vou mentir, eu gosto de deixar ele excitado, mas só isso

Eu pensei que talvez você quisesse ter um orgasmo de vez em quando

Laura e quem te disse que eu não tenho?

Comigo eu tenho certeza que você não tem

Laura mas isso seria te fazer de corno, você quer que eu te faça de corno, amor?

Eu tenho certeza que já sou

Laura e você não se importa?

Pelo contrário, me excita, gostosa, só de pensar em rolar algo com o Ale já fico de pau duro

Laura mas me diz uma coisa, é verdade o que você me contou sobre ele

23 centímetros de pica o filho da puta, com isso não se brinca, tenho certeza que ele te arranca um orgasmo atrás do outro

Laura mas aí ele me parte ao meio, bebê

Não me nega que você não ia adorar gozar com essa pica

Laura ah, sei lá, me dá um certo receio essa coisa de te trair, mas se é isso que você quer, juro que vou pensar, e se eu gostar?

Se você gostar do quê?

Laura se eu gostar de te trair, você vai aceitar?

Contanto que te façam gozar, claro que sim, amor

Laura sei lá, vou pensar

A excitação tomou conta da gente e eu comi ela de novo, e com força, mostrando todo o tesão que eu tinha naquele momento e quando terminamos, a Laura me disse que se eu ficava tão excitado e queria comer ela de novo daquele jeito, ela ia comer o Alejandro e ia me contar, se eu queria tanto que ela fosse uma puta, ela ia ser a maior puta, eu só falei que era assim que eu queria ela e que isso me fazia amá-la como nunca amei ninguém.

Dois dias depois fui buscar o Ale, queria convidar ele pra jantar no sábado seguinte.

Ale: E aí, maluco, adoraria, mas sexta tenho que ir pra Córdoba a negócio e volto domingo.

E você vai sozinho?

Ale: É, maluco, uma merda, mas fazer o quê, não tenho outra opção.

E se você levar a Laura? Ela pode te acompanhar, tenho certeza que ela vai adorar, você sabe que com ela você vai se divertir pra caralho.

Ale: Sério mesmo?

Fala sério, porra, se você tá com tanta vontade de comer ela, quem sabe você não resolve isso.

Ale: Olha que eu te devolvo ela arrebentada, maluco.

Eu sei, você vai destruir ela, pensa bem, você não vai se entediar nem um pouco.

Ale: Olha que eu realmente passo pra buscar a gordinha.

Ela vai estar te esperando, chego e aviso ela, agora eu não me responsabilizo por nada.

Ale: Se responsabiliza, porra, como qualquer corno que se preze.

Cheguei em casa e conversei com a Laura.

Laura: Então o Ale vai pra Córdoba, que sorte que ele tem.

Você gostaria de ir com ele?

Laura: Se você me deixar, você já sabe o que vai acontecer.

Sim, amor, claro que eu sei, prepara a mala que sexta ele passa te buscar.

Laura: Você não faz ideia de como eu vou comer ele, quando eu voltar te conto tudo.

Naquela noite eu quis comer ela, mas a Laura não quis, me mandou bater uma, queria chegar cheia de tesão na sexta, e foi assim que chegou. Na sexta o Ale passou em casa, a Laura me deu um beijo e disse que hoje eu me formava corno. Só de ver como ela tava vestida e subindo na caminhonete do Ale, minha rola ficou dura. Uma camiseta super apertada que fazia os peitos dela explodirem e um shortinho que mal cobria a bunda. O Ale colocou ela na caminhonete e foram pra Córdoba enquanto eu entrei em casa e bati uma. O que aconteceu naquele fim de semana, a Laura me contou assim: de jeito, assim que chegou domingo à noite
Laura, bom, meu anjo, no caminho não paramos de falar de você, o Ale não podia acreditar que eu tava indo com ele e aí começou a me perguntar sobre nossa relação, então eu falei a verdade, que na hora do sexo você é um fracasso, não conhece outra posição além do papai-e-mamãe e também que você é muito masturbador, o Ale me perguntou se alguma vez eu te fiz de corno e claro que eu disse que não, mas eu teria adorado, chegamos num posto de gasolina e descemos pra beliscar alguma coisa, aí continuei dando mole pra ele e já percebi que a qualquer momento o tesão ia explodir, já tinha escurecido e o Ale me falou pra parar um pouco, entramos num posto que já tava fechado, estacionamos e ele me disse pra deitarmos um pouco, fomos pra parte de trás da caminhonete e nos deitamos, eu me virei de ladinho e o Ale se encostou em mim, apoiou o volume dele na minha bunda e pegou nas minhas tetas, você tinha razão, essa pica é uma coisa séria, muito séria, não consegui evitar e também não quis, comecei a gemer, já queria ser dele, diante disso o Ale abaixou meu shortinho, tirou a pica dele da calça e me disse que ia me comer, então eu falei
Me come de uma vez, faz de corno o teu amigo, ele merece muito, enfia tua pica, quero sentir ela
E assim de conchinha ele enfiou tudo pra dentro, você não sabe como ele me fez sentir, tava rasgando minha buceta, era muito doloroso e mal consegui ouvir alguma coisa do que ele dizia, ele me elogiava por eu ser tão puta enquanto me acabava de pica, você não sabe o orgasmo que o filho da puta me tirou, ele encheu minha buceta de porra e me disse que tinha que continuar dirigindo, nesse trajeto o Ale fez isso com a pica dele pra fora da calça, então aproveitou pra me pedir que fosse chupando ele, coisa que fiz com gosto, assim chegamos no hotel onde descansamos, já era muito tarde, não tínhamos jantado, então saímos pra procurar um lugar pra comer, só achamos um boteco, como estávamos com fome entramos, o Ale pediu uma parrilhada, o garçom que nos atendeu só Ele teve olhos para as minhas tetas, claro, eu tinha vestido aquele vestidinho preto bem decotado, isso me deixou com tesão, fiquei imaginando como seria aquele moreno na cama. Ele trouxe a parrilhada e eu disse pra Ale que ia ao banheiro, ele não falou nada, só continuou comendo o churrasco dele. Tinha que passar por um corredor que dava pra cozinha também, pude ver o cozinheiro e o lavador de pratos, os dois me olharam com luxúria.

O banheiro fica por aqui?
Cozinheiro: Sim, gostosa, se quiser eu te acompanho.
Mas como não, muito obrigada, senhor.
O cozinheiro abriu a porta e me ofereceu entrar, quando tentei passar, ele me abraçou e tentou me beijar ao mesmo tempo em que colocava as mãos na minha bunda pequena, minha resposta foi um gemido suave e quente, então ele me empurrou pra dentro do banheiro e começou a apalpar minhas tetas enquanto eu descia os braços e procurava o pau dele. Consegui tirar pra fora e imediatamente ele fez eu me ajoelhar, ali tinha um pau bem bonito, meti na boca sem perceber que o lavador de pratos tinha entrado e estava atrás de mim, senti ele levantar minha saia e abrir minhas pernas, não fiz nada pra impedir ou evitar a enfiada, senti uma porrada forte de pau e assim ele começou a me comer, o prazer era absurdo, em menos de cinco minutos o cara encheu minha buceta de porra, ele se levantou e tirou o cozinheiro dizendo que ele tinha que limpar o pau dele, ele meteu na minha boca enquanto o cozinheiro me arrebentava a buceta, tudo tinha ido pro caralho, quando finalmente terminaram, eu já tinha tido outro orgasmo, me levantei, enxuguei a boca, arrumei o cabelo e voltei pra mesa, cheguei e o Ale ainda tava comendo.

Ale: O que houve, demorou tanto?
O banheiro é um nojo, a gente come e vai embora?
Ale: Prova a carne, tá muito boa.

Terminamos de jantar e quando estávamos indo embora, o garçom veio e nos deu um pudim com creme e doce de porra. Chegamos no hotel e deitamos, claro que o Ale me comeu de novo, mas dessa vez com tudo, ele me deixava tão excitada do jeito que fazia que eu não queria que ele parasse, assim a gente dormiu. Quando acordamos, o Ale me disse que tinha uma reunião muito importante e que voltaria um pouco tarde, me deixou dinheiro pra eu ir almoçar. Me passou pela cabeça voltar praquele tugúrio, queria provar o garçom e olha se eu provei. De novo fui ao banheiro, o problema é que o garçom era meio violento e bem tarado, até quis me arrombar o cu, coisa que consegui impedir, mas só por aquele momento. O filho da puta se aproveitou de mim quando eu tava tendo um orgasmo e me encheu o cu. Ai, amor, você não sabe como doeu. Ele se cagava de rir, me dizia que eu tinha perdido e que isso me acontecia por ser puta, que contasse pro meu namorado. O idiota achou que o Ale era meu namorado. Tentei me arrumar antes de sair do banheiro, mas ele não me deixou. Então voltei pro hotel rezando pro Ale não ter chegado. Imagina como aquele arrombado tinha me deixado. Cheguei e tomei um bom banho, o cu ainda doía. Por isso me deitei esperando o Ale, que voltou bem tarde. Eu ainda tava na cama e ele não me deixou levantar, se deitou comigo e me comeu como se eu fosse a putinha particular dele. Até me fez ficar de quatro em cima da cama e disse que queria fazer a minha bundinha. Falei que o pau dele ia doer muito em mim, mas entreguei. Ele ficou doido quando eu disse que nunca tinha dado pra você. Naquele mesmo dia me arrombaram o cu duas vezes, amor, você não sabe como doeu, mas me senti toda uma puta. Depois disso tomamos algo e fomos jantar, mas já não naquele tugúrio. Voltamos pro hotel, pelo visto tudo tinha dado certo pro Ale. Dormimos um pouco e quando acordamos iniciamos a viagem de volta pra casa. Imagina como eu tava, nunca tinha tido tantos orgasmos em apenas dois dias. Fomos conversando sobre como a gente tinha se divertido.
A verdade é que sim, a gente se divertiu pra caralho. Acho que a gente deveria repetir, afinal, é isso que o Oscar quer.
Ale, o que eu não consigo entender é o que aconteceu naquela churrascaria, porque eu tô convencido de que alguma coisa aconteceu quando você sumiu.
Não, sério, não aconteceu nada.
Ale, pro Oscar... Pode mentir, mas pra mim não, você comeu os três, não é verdade?
Não, os três não, só o cozinheiro e o ajudante dele, mas não foi minha intenção.
Ale, então o garçom você comeu ao meio-dia?
Ai, como você sabe?
Ale, porque eu sei que tipo de puta você é.
Bom, tá certo, assim puta o Oscar me quer, e eu sei que faço ele feliz sendo assim.
Ale, de agora em diante você vai ser minha puta e vai transar com quem eu deixar você transar, senão tudo isso acabou, não quero que o Oscar ande com uma placa de corno na testa.
Bom, tá certo, mas foi em Córdoba, só ele vai saber, ele e agora você.
Paramos num posto de gasolina, tava com vontade de mijar, então fui ao banheiro, pelo visto era eu quem tava com uma placa de puta na testa, não percebi que um caminhoneiro me seguiu por trás, quando fui abrir a porta ele se colocou atrás de mim, me assustei como nunca, encostou o pau dele na minha bunda e perguntou quanto eu cobrava, falei 1000 por um boquete, entramos no banheiro e ele disse que 1000 era muito por só um boquete, puxou o pau dele e por dentro comecei a xingar, um pau daqueles eu ia ter que chupar, tava certa de que ia sentir, me ajoelhei e chupei ele, foi uma delícia, mas quando ele tava quase gozando, me levantou, me virou, levantou minha saia e meteu com força na minha buceta que já tava encharcada, cinco pirocadas fundas e gozou dentro de mim o filho da puta, eu queria mais mas só consegui limpar o pau dele, me deu os mil conto e foi embora, me arrumei como deu e saí, procurei o Ale e achei ele no minimercado, tinha comprado uns sanduíches e uns refrigerantes, subimos na caminhonete e não paramos mais, assim cheguei em casa, ele foi pra dele, antes de ir embora me disse que sexta passava lá em casa.
A verdade é que deu muito certo a ideia de ir com o Ale pra Córdoba, você se formou em puta e descobriu que só assim vai gozar, agora toma um banho que eu tô muito excitado e quero te comer.
Laura, ai não, amor, se você realmente quer me comer vai ter que me esquentar.
E como queres que lo faça?
Laura que você chupe bem a minha pussy, cuck, quero que você deixe ela bem limpinha e de quebra ainda chupa meu cu
Pelo tesão que tava, eu fiz, chupei a pussy suja de semen e o cu dela também enquanto a Laura ria e me dizia

Laura cê gosta da porra que o caminhoneiro deixou, amorzinho? Eu sei que você gosta, cuck, continua assim que eu vou te fazer meu puto

Depois da viagem pra Córdoba com meu amigo Alejandro, a Laura tava muito mais atrevida do que nunca, o jeito dela se vestir dizia tudo e aquela mania de andar sorrindo o dia todo, puta gostosa, claro que ela sabia como me deixava louco ver ela paquerando, mas naquela semana ela não me deixou tocar nela, só ficava repetindo as fodas que tinha dado naquele fim de semana em Córdoba enquanto ia me masturbando, percebi que o que mais tinha deixado ela com tesão foi o que rolou com o caminhoneiro, tava certo de que além de se sentir uma puta barata, o que realmente deixava ela doida era ter sido obrigada a transar, a gorda safada parecia gostar daquele fetiche, embora na real quem ficava louco era eu, só de pensar em estar no lugar dela já me dava tesão e muito mais imaginando ser forçado a chupar uma rola, só de imaginar eu sentia minha pika perdendo o controle e molhando minha mão ou minha cueca será que eu queria ser estuprado por um macho? Não sabia a resposta praquela pergunta e tinha muito medo que fosse um sim, só via o que tinha a favor, pelo menos a Laura tinha curtido muito e segundo ela me dizia, aquilo era uma coisa que não tinha volta

Laura ah céu, você tem que aceitar, amor, não é só que você gosta de ser cuck, você ama ser porque no fundo você sabe que não é macho, que como homem você fracassou e que é um perdedor

E quem te disse que eu gosto disso?

Laura sua pika me diz isso, bebê, você melhor do que ninguém sabe, eu só quero te ajudar a ser feliz como você me ajudou, sexta vem o Ale e eu quero que você realize sua fantasia De que fantasia você tá me falando?
Laura, de você se colocar no meu lugar
E como eu faço isso?
Laura, começa pelo mais simples, chupando a pica do meu lado, total, o gostinho de porra você já conhece ou não?
Deixa eu pensar
Laura, é exatamente isso que você não pode fazer
O que é que eu não posso fazer?
Laura, pensar, bebê. Você só tem que se deixar levar pelo tesão, amor. Me obedece, você vai conhecer o que é gozar de verdade
Essa conversa foi ficando cada dia mais comum. A Laura me contava como ela gozava sendo dominada por um macho. Isso me deixava de pau duro na hora, mesmo eu tentando resistir. Eu não queria virar um viado, já bastava meus chifres, aqueles chifres que eu mesmo tinha provocado

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