A MILF gostosa da tecnologia

O ano era 2010, ou talvez tenha sido antes, naquela época eu tinha uns 25 anos e trabalhava como gerente comercial de uma rede de lojas de tecnologia, entre elas celulares.
Numa manhã bem cedo, eu acabava de abrir a loja e estava fazendo controle de estoque quando entra uma mulher bem puta da vida. Como comentei no post anterior, eu sempre mantive minha aparência, sempre gostei de me vestir bem, ir bem perfumado, sempre gostei de ser sedutor, embora, apesar dos meus posts, eu não ache que tenha sido a aparência que me deu sorte na vida.
A mulher entra brava, e por causa da raiva dela não consegui prestar muita atenção na figura dela. Ela vai direto pro balcão e, quando vejo essa cena, eu a sigo por trás.
A gente percebe uma mulher nervosa, né? Bom, ela comenta que tinha encomendado há mais de 10 dias, com sinal pago, um BlackBerry 8520, que na época era a febre do momento. O pessoal encomendava pra ter, deixava dinheiro pra guardarem.
Nesses dias entravam pouquíssimas unidades. Quando vejo a raiva dela, e com toda razão, eu falo com ela, dou meu número de telefone, explico que eu era o gerente e que ela me desse uns dias que eu conseguia o aparelho.
Quando decidi dar meu número foi porque observei que essa mulher, na época com uns 44 anos, tinha umas tetas enormes. Não eram naturais, mas eram das mais lindas e grandes que eu já tinha visto.
Uma das meninas da loja, com quem eu na época tinha uns rolos, apesar de estar namorando, ficou com muito ciúme ao perceber meu olhar kkkkk, e eu adorei aquilo.
No dia seguinte, essa mulher — vamos chamá-la de (Ro) — me escreve e pergunta se eu tinha alguma novidade.
Eu movi todos os contatos que pude e consegui o telefone pra ela.
Eu escrevo:
Eu: Bom dia, Ro, sim, você tá com muita sorte, tá aqui na loja.
Ro: tô indo pra aí.
Quando ela chega, eu entrego o aparelho e, naquele momento, era muito difícil de configurar, então me ofereci pra fazer isso e ficou perfeito. Ela foi embora muito satisfeita.
Fiquei uns dias pensando na vontade que tinha de escrever pra ela, até que... animei uns dias depois.
Eu: Oi Ro, como tá funcionando o telefone, tudo certo?
Ro: Oi, como você tá? Sim, na real tá perfeito, só falta configurar umas coisas e pronto.
Eu: o que você precisar, me avisa, (me animei, fui com tudo) a gente toma um café e te ajudo sem problema.
Ro: hahaha até poderia, mas um café não me parece possível, sou casada e não seria conveniente.
Eu: se ficar complicado, você vem até o local ou eu moro no centro, pode passar uns minutos.
Ro: isso pode ser.
E ficou por aí.

Passaram os dias e eu não tinha nenhuma mensagem dela, insisti um dia que criei coragem e escrevo pra ela, já pensando que o telefone não era mais desculpa.
Eu: oi Ro, como vai?
Ro: Oi, como você tá? Bem, e você?
Eu: bem, fiquei pensando se você poderia tomar um café.
Ro: olha, fica bem complicado, não moro tão perto, tenho família e não é tão simples.
Eu: bom, num sábado de compras, se você estiver pela região, passa pra dar um oi.

Passaram umas semanas, já tava dando a batalha por perdida, e numa sexta à tarde ela me escreve.
Ro: Oi, como você tá? Amanhã vou estar pelo centro, se quiser posso passar pra um café.
Eu: Oi Ro, sim claro, vou estar em casa, te passo meu endereço.
Ro: te aviso que vai ser bem cedo, não tenho outro horário.
Eu: sem problema.
Naquela sexta eu tinha programado uma saída com amigos, que cancelei um pouco por nervosismo e outro pouco porque queria estar bem na manhã de sábado.
No sábado, umas 8h30 da manhã, ela me escreve que tava embaixo.
Desço, e quando olho com mais atenção, ela tava com um vestido bem apertado, é uma imagem que muitos anos depois não sai da minha cabeça, era uma deusa, uma vedete, uma mulher dos sonhos pra um moleque de 25 anos, demais pra qualquer um que visse aquele momento.
Eu, apesar de ser atrevido, também sou muito tímido.
Subimos, ofereci um café (que inocente que eu era).
Tomamos o café, batemos um papo rapidinho, até que pedi um beijo e a gente começou a se beijar, eu já tava voando de tesão.
Naquele momento, os dois de pé, ela me diz:
Ro: posso ir ao banheiro?
Eu: sim, claro, é por ali. corredor ao lado do quarto.
Ela vai pro banheiro, quando sai me chama e eu vou pro corredor, ela tinha tirado o vestido e estava numa lingerie vermelha linda..
Fiquei olhando sem acreditar, caminhando até ela, segurei a mão dela, levei ela pro quarto e comecei a beijar ela na cama, desci até as duas tetas lindas dela, curti bastante, fui descendo, e encontrei uma buceta linda bem depilada, me apaixonei, juro, sabia que tinha que fazer um bom trabalho ali pra caso minha excitação me fizesse gozar rápido na hora de penetrar.
Chupei a buceta dela com muita vontade, ela gemia de prazer, naquele momento decidi ir mais longe, não podia ficar só como um adolescente, então enfiei dois dedos enquanto beijava a buceta dela e ela adorava, depois fui além e beijei o cu dela até o fundo, enfiei um dedo, ela gemia muito gostoso, me pegou pela cabeça e me puxou pra cima, aí não aguentei mais, abaixei minha calça, minha cueca na hora, tava com uma ereção linda, ela pegou com a mão meu pau e sem perder tempo enfiou na buceta dela, foi maravilhoso, a gente transou até onde eu aguentei, suamos os dois, gozei dentro da buceta dela sem pensar em nada..
Ficamos jogados de prazer, e essa foi a primeira vez, por sorte não a última, as visitas de sábado viraram rotina, eu pude aproveitar muito pra penetrar ela e dar prazer, até fazer o que eu tinha vontade, gozar naquele rabo lindo dela, muito trabalhado na academia.

Depois de mais ou menos um ano, o marido dela descobriu.

A gente parou de se ver.... até hoje, mesmo ela já tendo seus anos, lembro que foi um sonho comer uma MILF de verdade, com um corpo incrível e que acho que em alguns momentos não foi só sexo, teve mensagens com muito carinho..

mas é assim que essa história também, tudo tem um fim.

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