Dona Inês com vodka

O bar quase sempre estava vazio, mas ela nunca abandonava o posto. Com a chegada de outros bares menos solenes e mais barulhentos, a situação só piorou. Vendia bebidas, mas não "atendia bêbado", como costumava dizer. Quer uma ou duas doses? Bem-vindo. Mas encher a cara e arrumar confusão? Tá no lugar errado.

Apesar de tudo, com o tempo sua clientela se reduziu aos meninos que vinham comprar linha pra pipa, balas de menta, doces de abóbora em formato de coração ou uma Coca-Booty de dois litros pro almoço de domingo. E esses meninos cresceram e viraram os melhores amigos de Dona Inês. Depois veio uma época em que ela era mais conhecida entre os adolescentes do que entre os vizinhos mais velhos, e como dizem, quem se mistura com a juventude acaba rejuvenesciendo. Não era radical o bastante pra abandonar o gosto pelos boleros que tocavam no toca-discos indestrutível ao lado dela no balcão, mas qualquer um que parasse pra observá-la com mais atenção notaria uma mudança sutil na sua roupa.

Os decotes ficaram mais generosos, a maquiagem menos carregada e, embora ninguém percebesse porque estavam sempre do outro lado do balcão, as saias até encurtaram um pouco, às vezes deixando à mostra só a pontinha do joelho.Dona Inês com vodkaOsvaldo era um dos mais tímidos, com um sorriso amigável, uma voz suave e um olhar sereno, como se visse algo que ninguém mais podia. Parecia estar constantemente em transe, com a mente em outro lugar. Mas nunca se assustava com nada, diferente das pessoas distraídas. Naquele dia, ele reparou no cabelo solto de Dona Inês e ficou olhando fixamente por um tempo sem dizer nada, apoiado no balcão, com a boca aberta em silêncio. Não havia mais ninguém no bar naquele momento. Só ele, Dona Inês e o balcão alto e escuro de madeira que os separava. Ela ficou impaciente com a demora e finalmente perguntou o que ele queria.

"Uma vodka, por favor."

"Vodka? Desculpa, mocinho, mas não sirvo bebida pra menor de idade, sem querer ofender."

"Eu não sou menor de idade, dona Inês. Completei 19 anos no mês passado."

"19? Sério? Pode me mostrar seu documento?"

"Claro. Toma."

Tudo parecia estar em ordem. Depois de tantos anos, ela sabia muito bem distinguir uma identidade verdadeira de uma falsa, e aquela era sem dúvida legítima.Quadrinho“Desculpa, é que eu preciso ter cuidado com essas coisas. Não quero ser responsável por infringir a lei, e você não aparenta ter 19 anos. O que você esperava?”

“Tranquilo, já estou acostumado. Onde quer que eu vá, tenho que mostrar minha identificação. Com dois cubinhos de gelo e suco de laranja, por favor.”

Já estava quase na hora de fechar e a Dona Inês não perderia a novela por nada desse mundo, então o Osvaldo teve que se apressar e pedir a vodka dele; pagou, agradeceu e foi embora, olhando para trás com aquele olhar de quem vê coisas.

Enquanto trancava as portas e arrumava tudo para fechar, Dona Inês observava o jovem.

Ela não estava acostumada com aquele tipo de comportamento. Fazia muito tempo que um homem não a olhava daquele jeito. Principalmente um tão novo. Talvez tenha sido um erro, mas mesmo assim, ainda que fosse só por um instante, sentiu um calor que a invadiu discretamente. Era um calor alheio ao tempo. Era uma reação à qual ela já não estava acostumada, nem lembrava mais, e de repente estava ali, como brasas sob as cinzas.contosNo dia seguinte, às oito em ponto, ouviu-se o som das pesadas portas de madeira se abrindo enquanto as pessoas passavam apressadas, sem prestar atenção ao ritual. Lá dentro, tudo estava arrumado, já que as portas abriram às oito, mas as tarefas tinham começado às seis. A cafeteria já estava ligada, exalando aquele aroma mágico e tentador, cercada de bolos em vitrines transparentes, como se fosse uma exposição. O rádio transmitia boletins policiais e de trânsito para quem queria ouvir e para quem não queria. O dia prometia ser quente. Ela estava usando um vestido mais decotado e curto do que o normal. Enquanto guardava as cadeiras, sentiu que alguém a observava por trás. Ela se virou e se deparou cara a cara com Osvaldo, com seu olhar distante de sempre, parado na soleira bem atrás dela. Dona Inês estava irritada, sem saber o que dizer. Ele, por sua vez, agiu com uma naturalidade quase perturbadora, olhando fixamente nos olhos dela. De vez em quando, dava uma olhada no decote dela e parava, sem nenhuma cerimônia, antes de voltar a encará-la diretamente nos olhos.AnalDona Inês achou que o melhor era não dar trégua. Saiu do seu torpor e retomou suas tarefas, falando de costas com o cliente recém-chegado, enquanto colocava a última cadeira no lugar.

"Bom dia, o que você vai tomar? Espero que não seja vodka a esta hora, mocinho."

"Não, dona Inês. Senti o cheiro do café. Bom dia."

Ela notou o hábito dele de responder às coisas na ordem inversa e achou engraçado.

Osvaldo devorou o bolo com um apetite tranquilo, sem pressa, dando goles ocasionais na sua xícara fumegante de café. Dona Inês, do outro lado do balcão, repondo os potes de doces, tentando agir com naturalidade, olhava o garoto de vez em quando, e cada vez esbarrava no olhar dele, que vagava entre o decote dela e o rosto dela.

Uma garrafa escapou da mão dela e caiu no chão, fazendo um barulho que denunciava seu estado de espírito. Osvaldo tomou o último gole de café, limpou a boca com um guardanapo de papel e ajustou a mochila no ombro. Ao se aproximar do balcão, parou bem na frente de Dona Inês e estendeu a mão, entregando o dinheiro. Ela, normalmente tão segura de si, agia quase como uma espectadora, pegando o dinheiro mecanicamente.

Osvaldo voltou a mergulhar o olhar naquele mar de peitos, para depois erguê-lo até o olhar confuso da mulher intimidada.boqueteO jovem se distraiu mais do que o normal enquanto ela retomava a rotina no bar. Sentia o olhar dele passeando por ela por todos os lados, então, sempre que podia, virava as costas, evitando o contato visual. O movimento estava fraco, como era de costume naquela hora, mas todas as portas e janelas estavam abertas. Para uma mulher "da velha guarda", como às vezes se definia, aquela situação era extremamente perturbadora.

Mesmo assim, começou a gostar do jogo e passou a fazer movimentos propositalmente ousados, sabendo que Osvaldo a seguia o tempo todo com o olhar. Respirou fundo o bastante para retomar o controle de si mesma. Ela olhou por cima do ombro e se certificou de que o rapaz estava ali, olhando. Então, finalmente decidiu pegar a garrafa do chão. Enquanto Dona Inês se abaixava lentamente para recolher os cacos de vidro, Osvaldo vislumbrou o paraíso.masturbacaoOsvaldo não conseguiu segurar um palavrão, embora tenha saído abafado junto com um gemido. Dona Inês ouviu um "Merda!" reprimido do rapaz bem no momento em que ela se inclinou e seu vestido curto deixou tudo à mostra diante do admirador. Em outra ocasião, ela o teria repreendido, mas naquele instante, soou como um elogio. Sentiu de novo aquele calor intenso e repentino percorrendo todo o seu corpo. Estava despertando o desejo num homem outra vez. E ainda por cima, num bem novinho. Quando terminou de juntar os cacos de vidro e secar o chão, virou-se lentamente e viu, com os olhos bem arregalados, que Osvaldo estava se masturbando, escondido atrás da toalha de mesa. Isso já era demais. As portas estavam abertas, gente passava na rua. Ela tinha se deixado levar pela situação, tinha provocado uma situação completamente inesperada, fora do seu comportamento habitual.

Precisava dar um fim naquilo. Cadê a sua cabeça? Mas...peitoes grandesEla se aproximou do rapaz, que imediatamente parou o que estava fazendo. Então, inclinou-se sobre a mesa, deixando à mostra seu generoso decote, quase esfregando-o na cara dele.

“O que você acha que tá fazendo, rapaz?”

Osvaldo permaneceu imóvel, congelado, sem dizer uma palavra. Sua mão segurava firmemente seu membro ereto, parcialmente escondido pela toalha da mesa. Dona Inês olhou para a ereção. Depois para o jovem, e de novo para a ereção. Tentou parecer calma, no controle da situação.

“Esse não é o banheiro da sua casa, entendeu? Termina isso e vai embora”

Osvaldo fixou imediatamente o olhar no decote dela e retomou o movimento rítmico da mão. Ela estava prestes a se endireitar, mas percebeu o desejo do jovem e permaneceu inclinada diante dele. Na verdade, até se aproximou um pouco mais, facilitando as coisas pra ele. Ela podia sentir a respiração quente e ofegante do rapaz entre os seios, como se fossem dedos quentes e invisíveis roçando sua pele. Dona Inês ficou com a pele arrepiada da cabeça aos pés.milfOsvaldo acelerou o ritmo, e a fricção no seu membro fez com que um líquido espesso e transparente escorresse da cabeça avermelhada, misturando-se na mão do rapaz e produzindo um som úmido e pegajoso. Dona Inês não via uma rola ereta na frente dela há muito tempo, e a visão daquele membro jovem e poderoso a hipnotizou. E quando pensou que a ereção era por causa dela, ficou ainda mais enfeitiçada.

Enquanto se masturbava freneticamente, o rapaz esticou o pescoço, como se tentasse alcançar o interior do decote dela, como se estivesse prestes a mergulhar. Sem pedir permissão, roçou suavemente a borda e, com um gesto fluido mas direto, puxou o decote para baixo, deixando à mostra aqueles seios magníficos e esplêndidos.

Dona Inês não sabia o que dizer nem o que fazer, então ficou em silêncio, deixando-se admirar.

Não conseguiu conter um gemido prolongado quando Osvaldo pegou um dos mamilos dela com a boca e começou a chupar com força, a língua dele tentando abranger todo o contorno daqueles seios suculentos e ainda firmes. Mas foi impossível.

Não cabia na boca dele todo aquele peito. O prazer residia justamente em tentar com persistência.

Sons de carros na rua, vozes passando na calçada. Alguns lentos, outros apressados. Dona Inês gemia baixinho. Osvaldo gozou com entusiasmo. O primeiro jato disparou como um foguete e desceu, espalhando-se pela pele exposta da coxa de Dona Inês. Ela sentiu um prazer inimaginável ao saborear o contato daquela gota quente e pegajosa na sua pele. Pouco depois, vieram mais e mais. O membro do jovem parecia agora um vulcão cuspindo lava ardente para cima, até que a erupção finalmente cessou.Dona Inês com vodkaOs dois se olharam sem dizer uma palavra. Osvaldo guardou a pica na calça, enquanto Dona Inês limpava a perna e o vestido com o mesmo pano que tinha usado para tirar o pó do balcão. Ela se afastou e voltou ao seu lugar de sempre atrás do balcão, organizando os pensamentos e percebendo a imprudência do que acabara de fazer, assim como a sorte que tivera de ninguém ter entrado no bar.

Osvaldo ajustou a mochila no ombro bem devagar, como se ainda quisesse algo mais, mas não soubesse exatamente o quê.

Os dois se olharam mais uma vez, mas permaneceram em silêncio. Depois ele se virou e foi embora, bem na hora em que dois homens entravam conversando e rindo, passando por ele sem notar nada de estranho, sem desconfiar do que acabara de acontecer.

Atravessou a rua e seguiu andando com seu passo característico, mas antes de sumir ao virar a esquina, girou e olhou mais uma vez para dentro do bar. Esperava outro olhar cúmplice dela, talvez. Um sinal de aprovação ou simplesmente um "até logo"; mas nada.

Dona Inês continuou com suas tarefas dentro do bar, atendendo os dois clientes recém-chegados.

Enquanto servia café, suco de laranja e sanduíches para os dois homens que seguiam rindo e conversando entre si, pensou consigo mesma: "Que porra esse gatinho tá fazendo comigo?QuadrinhoNos dias seguintes, com a mesma pontualidade com que Dona Inês abria e fechava o bar religiosamente, Osvaldo aparecia de manhã pra tomar café e à noite pra tomar vodka. Nunca mais de uma xícara, nunca mais de um copo. Sem perceber, ela se acostumou com a presença do jovem de costumes estranhos e, mais ainda, começou a se vestir pensando na reação que a roupa dela provocaria no cliente especial. Vestidos, penteados e decotes. Principalmente decotes. Ele fazia questão de deixar bem claro o quanto apreciava a visão daqueles peitões enormes apertados num decote que era ao mesmo tempo aberto e justo.

Numa noite de sábado, o bar estava completamente vazio porque a seleção nacional estava jogando e todos os clientes estavam bebendo e conversando aos gritos em outros bares que tinham televisão, diferente do bar da Dona Inês. Faltavam cinco minutos pra fechar. Ela olhou ao redor, procurando sem admitir, mas sentindo a falta dele. Quando começou a fechar a porta de madeira, viu o rosto de Osvaldo aparecer, iluminado pelo raio de luz que escapava pela fresta pra rua. Ele não disse nada. Ela também não; só deu uma olhada ao redor. Não tinha ninguém por perto. Abriu a porta um pouco mais, o suficiente pra ele entrar, e depois fechou de vez, ficando os dois trancados. Osvaldo foi direto pra mesa de sempre, mas quando estava prestes a sentar, Dona Inês interferiu:

"Com licença, mocinho, mas como pode ver, o bar já fechou. Sem exceções. Se quiser beber alguma coisa, vai ter que subir." Osvaldo, como se fosse a coisa mais normal do mundo, jogou a mochila no ombro e passou por Dona Inês em direção à escada que levava pra casa de cima.contosSinta-se em casa. Já volto", disse Dona Inês, apontando para o sofá confortável no canto do quarto.

Osvaldo sentou-se sem timidez, mas também sem intimidade. Ele era um mestre nessas coisas. Sempre parecia observar de fora, mesmo quando as coisas aconteciam com ele. Ao examinar o quarto, ficou absorto na decoração e nos móveis. Parecia o cenário de um filme de época. Não conseguia imaginar que alguém pudesse ter um quarto assim. Tudo era tão... "antiquado". E ao mesmo tempo, tão limpo e arrumado. Perdido na observação, não percebeu quando Dona Inês voltou ao quarto com dois copos de vodka. Ela lhe deu um sorriso leve, bem leve, aprovando sua roupa. Ela estava simplesmente deslumbrante. Combinava perfeitamente com o quarto.

Ela tinha trocado seu vestido curto já sugestivo por um espartilho e uma liga. Sem dúvida, era uma vestimenta que as mulheres de hoje em dia quase nunca usam. O jovem ficou realmente impressionado, mas não foi a visão desse conjunto que lhe provocou uma ereção violenta. Ele já estava com ela desde que entrou no bar minutos antes. Ela tinha notado desde o primeiro momento e estava nervosa, meio indecisa, mas não o suficiente para recuar. Tinha decidido ir além. Ver até onde podia chegar.AnalOs dois se sentaram lado a lado no sofá, conversando como se ela não estivesse vestida daquele jeito e como se ele não tivesse uma ereção inconfundível. Osvaldo ficou calmo e sereno o tempo todo, exceto quando ela se mexia de um jeito que fazia os peitos dela se destacarem ainda mais. Nesses momentos, o rapaz ficava parado, admirando-os, e ela sorria, percebendo o efeito que causava nele. Depois, tudo voltava ao normal e eles voltavam a beber.

"Não sabia que a senhora também gostava de vodka, dona Inês."

"Nunca tinha provado. Mas depois que te servi da primeira vez, fiquei curiosa e experimentei. Desde então, gostei e tomo de vez em quando." Naquele momento, ouviram-se fogos de artifício. O jogo da seleção nacional estava prestes a começar.

"Quer que eu ligue a televisão?"

"Não precisa. Gosto de futebol, mas só do meu time. Não ligo pra seleção nacional."

"Você é um garoto estranho."

"Pois é, ouço isso o tempo todo."

Ambos levantaram suas taças e beberam ao mesmo tempo, enquanto Dona Inês acariciava com firmeza a ereção dele. Não fazia sentido enrolar mais. Se ia seguir em frente, tinha que ser de uma vez, sem rodeios.boqueteDona Inês estava de quatro, bem entre as pernas dele, com quase todo o pau na boca. Não lembrava da última vez que tinha feito aquilo, mas lembrava sim que o pau do marido não era tão grande quanto o daquele jovem. Nem tão grosso. Nem tão duro. Osvaldo, como um bêbado, às vezes olhava para ela enquanto chupava o pau, às vezes olhava para trás, o que lhe dava uma vista perfeita daquela mulher magnífica. Aquela bunda! Era como um sonho. Uma cena impossível, mas que estava acontecendo de verdade. E aquela roupa, aquelas elegantes meias pretas, presas na cintura pela liga. Aquela mulher tinha sem dúvida um dom para se disfarçar na vida cotidiana. Como pôde tudo aquilo passar despercebido para todos?

Ela, por sua vez, chupou com deleite. Sem pressa. Quase como se estivesse reaprendendo os movimentos certos para agradar um homem. Observou as reações do rapaz enquanto sua língua explorava o pau ereto, notando como ele reagia quando ela lambia os bagos. O prazer que ele mostrava, especialmente naquele momento, refletia nela, e ela intensificou seus esforços, levando-o ao êxtase.masturbacaoQuando ela se levantou pra tirar a calcinha, a buceta da Dona Inês ficou na altura do rosto dele, e ele não conseguiu se segurar. Puxou a calcinha dela pra baixo com as duas mãos e afundou a cara entre as coxas dela. Era a primeira vez que ele fazia sexo oral numa mulher. Mas não parecia.

Os fluidos que ela exalava, o cheiro, o gosto, a textura... tudo era tão inebriante, tão sedutor. Impossível não gostar. Era como se ele tivesse feito aquilo a vida toda. Apertou as coxas dela com as duas mãos e a puxou pra perto, enterrando o rosto ainda mais fundo, quase entrando no corpo dela. Dona Inês tremeu e sentiu cada centímetro da língua dele invadir sua intimidade, abrindo as pernas e se arqueando pra facilitar. Depois de um tempo, o jovem percebeu onde devia lamber com mais intensidade, e aí ficou ainda mais gostoso. Ela pensou consigo mesma que o marido nunca tinha chupado ela com tanto desejo. Na real, pensando bem, ele nunca tinha chupado, e como ela nunca tinha tido essa experiência com outro homem, aquela era a primeira vez. Sem saber naquele momento, os dois estavam experimentando aquilo pela primeira vez na vida.

Uma sequência barulhenta de explosões de fogos de artifício ecoou do lado de fora do quarto. Isso sugeria que alguém tinha marcado um gol. Naquele instante exato, Dona Inês se entregou por completo. A língua do rapaz, grudada nela como uma ventosa, explorou cada cantinho da buceta pulsante dela.peitoes grandesOsvaldo já tinha visto mulheres terem orgasmo antes, mas só em filmes. Nas duas vezes anteriores em que tinha transado com garotas, só ele tinha gozado. Foram experiências rápidas e desconfortáveis. Uma vez no bosque atrás da escola e outra na escada de um prédio.

Mas agora estava acontecendo bem ali, diante dos seus olhos, ao redor da sua língua. Então ele tentou aproveitar ao máximo. Assim que ela terminou de chegar ao clímax, ele a levantou e a girou pela cintura, de modo que ela ficou de bruços. Ele enterrou o rosto na carne dela de novo, mas dessa vez entre as nádegas voluptuosas. Tinha pensado nisso o dia inteiro. Tanto quanto os peitos de Dona Inês, a bunda dela também o enlouquecia. Ele percorreu com a língua cada cantinho, deixando a mulher maluca. Quando a ponta da língua encontrou a entrada do buraquinho, ele se esticou ainda mais e entrou até onde deu. Ela soltou um gemido forte. Estava chocada. Sinceramente, ela achou que, quando algo rolasse entre eles, teria que explicar tudo ao rapaz. Não esperava muito para uma primeira vez, mas tinha se enganado. Mesmo sem experiência, Osvaldo a surpreendeu com um entusiasmo avassalador, se deixando guiar apenas pelo instinto.

"Esse filho da puta... tá me matando", pensou consigo mesma, enquanto a língua de Osvaldo continuava castigando ela freneticamente.milfCom certo esforço, Dona Inês conseguiu que o jovem voltasse a se sentar no sofá. Ela estava com as pernas pesadas e fracas. Era exaustivo chegar ao clímax em pé. No caso dela, era ainda pior porque não estava acostumada.

Osvaldo se sentou e o pau dele apontou pra cima, duro como uma rocha, contra o qual ela começou a se apoiar lentamente.

O primeiro encontro sexual entre os dois provocou arrepios neles. Embora ela tivesse acabado de chegar ao clímax, sentiu um prazer imenso durante o ato, enquanto ele não moveu nem os braços nem as pernas. Simplesmente observou como o pau dele desaparecia lentamente entre a pele daquela mulher incrível.

Apesar de toda a lubrificação, Dona Inês teve algumas dificuldades para cobrir a totalidade do membro do jovem, porque além de não ter sido penetrada há muito tempo, ainda tinha o problema do tamanho e da grossura.

Quando finalmente conseguiu se sentar completamente sobre ele, começou a se mover lentamente pra cima e pra baixo, provocando suspiros e gemidos prolongados. Ela estava devorando o safado do jovem e tirando um prazer especial daquilo.

Tempo depois, já acostumada ao tamanho e à forma, começou a cavalgar com mais facilidade, enquanto Osvaldo só conseguia gemer e morder os lábios. À medida que a sincronia entre os dois aumentava, ele também mexia o quadril, facilitando a penetração por baixo. Às vezes fazia isso com tanta força que levantava o corpo pesado da mulher, só pra deixá-lo cair de novo.Dona Inês com vodkaOsvaldo chegou ao orgasmo gritando e, a pedido de Dona Inês, abafou seus gritos, porque dessa vez não vinham acompanhados de fogos de artifício. Em sua posição, os jatos de porra subiam com força e desciam devagar, como se a gravidade se invertesse. Dona Inês observava tudo com espanto.

Era inacreditável como, até pouco tempo atrás, ela nem pensava em sexo, muito menos em ter uma experiência com outro homem, mas agora estava ali. Aquele jovem sem-vergonha estava gozando ali mesmo no sofá da sala dela, com aquele pau desproporcional pra magreza dele, fazendo ela curtir tanto vendo quanto sentindo ele dentro dela. O jovem terminou de gozar, mas o desejo dele era tão forte que a ereção continuou de pé. Ele agiu como se o mundo fosse acabar e, sem perder mais tempo, virou ela, deu umas carícias suaves com a cabeça do pau e penetrou ela de novo. Dessa vez, por trás. Dona Inês tinha alguma experiência com sexo anal com o marido, mas fazia muito tempo. Quando Osvaldo entrou sem avisar, ela mal podia acreditar. No começo ardeu bastante, mas a dor sumiu muito mais rápido do que ela imaginava. Talvez pela intensidade, pela excitação dos dois, quem sabe pela quantidade de lubrificação. Seja qual for o motivo, a verdade é que a penetração anal estava sendo prazerosa. Muito mais do que ela imaginava. O pau duro invadiu ela com desejo e sem hesitação, e tudo que ela pôde fazer naquele momento foi se preparar pra receber ele da melhor maneira possível.QuadrinhoOsvaldo montou nela. Literalmente. A penetração era tão intensa que as bolas dele batiam na carne macia de Dona Inês. Ele investia com tanta fúria que a carne suada dele estalava no impacto. Dona Inês tinha pedido pra ele diminuir o ritmo, mas ele só cedeu depois que ela pediu várias vezes. O jovem estava em transe. Era um homem penetrando uma mulher. Naquele momento, nada mais existia. O normalmente calmo Osvaldo estava possuído. Acelerou os movimentos e cravou os dedos nas nádegas dela, indicando que estava prestes a gozar de novo. E não demorou muito. Depois de mais algumas investidas mais fortes, voltou a ejacular, dessa vez dentro do cu da mulher. Ela rugiu, ele rugiu... e dessa vez os fogos de artifício estouraram no momento exato. Após o orgasmo, os dois desabaram no tapete da sala, onde ficaram por um bom tempo.

Dona Inês foi a primeira a se levantar e olhou o relógio de parede. Já era bem tarde.

"Acorda. Você não vai pra sua casa?"

"Eu falei pra minha tia que ia dormir fora de casa essa noite. Se você não se importar."

"Não, não me importo. Pode dormir aqui."

Dona Inês sorriu e levou o rapaz pra cama dela. O que mais ela podia fazer? Não estava acostumada a receber visitas. Naquela casa só tinha uma cama. No dia seguinte era domingo. Como sempre, o bar fechava ao amanhecer. O silêncio só era quebrado ao meio-dia com o som da vitrola.

Quem passava pela rua podia, como sempre, ouvir os sons dos velhos boleros.

Se alguém percebeu que ela cantava a música pela primeira vez, não disse nada. Afinal, lá estava Dona Inês, como sempre. Ninguém notou, exceto aquele jovem, que tinha o olhar de quem vê tudo.contosEla se virou devagar, os olhos brilhando com uma mistura de desafio e desejo. "Você acha que aguenta, gostoso?" sussurrou, passando a língua pelos lábios. Ele sentiu o calor subir, o corpo respondendo antes mesmo da mente processar. "Aguento sim, e você vai ver até onde eu vou." Ela sorriu, um sorriso lento e provocante, e se aproximou, o perfume tomando conta do ar. "Então vem, me mostra o que você tem.

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