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Passaram umas duas semanas; com a Clara não voltamos a falar sobre o que aconteceu nem a ter situações parecidas. Eu já imaginava que tudo tinha morrido naquele dia. Por outro lado, com a minha mulher o sexo tinha reativado e estávamos mais conectados. Era domingo e tínhamos combinado de ir almoçar na casa dos meus sogros. Eu estava saindo do banho e minha mulher estava terminando de preparar tudo. —Por favor, fala pra Clara se levantar e ficar pronta; não quero que fique muito tarde pra gente. Vou comprar umas coisas que estão faltando. —Tá, amor, pode deixar. —respondi enquanto vestia uma cueca. Minha cunhada tinha ido jantar na casa de uma amiga de longa data, e tinha voltado meio tarde. Bati na porta do quarto dela e falei atrás da porta algumas vezes sem ter resposta; resolvi entrar. —Clari, bom dia, acorda que hoje a gente almoça na casa dos seus pais e a Moni não quer que a gente se atrase.
—Bom dia, Ale. Que chata. Vai, agora eu levanto.
Não parecia estar assustada com a minha presença, muito menos por eu ficar olhando pra ela com cara de desejo.
Notei o olhar cúmplice dela enquanto se acariciava por baixo do lençol.
Entendi o jogo e fui tirando o lençol devagar.


Ela estava completamente nua, uma gostosa.
Não pensei duas vezes e mergulhei de cabeça pra chupar a buceta dela.
Na hora ela abriu as pernas pra me dar espaço.
Uma delícia como ela começava a ficar molhada, eu lambia sem controle.
O cheiro era tão doce e intenso, o mesmo daquela calcinha fio-dental que ela tinha me dado.


Mergulhei nos lábios da buceta dela.
Passava a língua pelo contorno e por dentro.
Procurei o clitóris e chupei com toda a força.
Enfiava a língua o mais fundo que conseguia.


Estava acabando, suas costas se arqueavam e seus gemidos eram intensos.
Me empapei a boca com os fluidos dela com um último grito que coroou o orgasmo.

Não parei enquanto sentia as pernas dela tremendo.
Ela continuava gemendo e bem baixinho dava pra ouvir ela sussurrar: —Continua, continua, por favor.
Obviamente, não desobedeci e intensifiquei mais o movimento da minha língua enquanto apertava as coxas e a bunda dela, enquanto ela chegava de novo a outro orgasmo.

Eu estava disposto a comer ela naquele instante, era agora ou nunca, quando escutei o som do carro.
Nos assustamos, mas ela me disse:
—Ai, que pena, faltou tempo.
—Bom, na próxima eu te acordo antes; agora vamos correr, que a Moni mata nós dois.
Começamos a viagem até a casa dos meus sogros, enquanto as irmãs conversavam e riam com total normalidade, eu continuava pensando se isso abriria outra janela de oportunidade com minha sister in law.
Almoço tranquilo, sobremesa normal... chegava a hora do mate e minha sister in law propôs ir comprar algo pra acompanhar.
Me pediu se eu podia levar ela até uma padaria que era um clássico da infância dela.
Sem hesitar, aceitei e, por compromisso, perguntei pra minha mulher se ela queria vir, mas ela nos disse que não, já que era bem longe.
Entramos no carro e colocamos o endereço; sim, era bem longe, mas arrancamos.
No meio do caminho Clara me diz:
—Espero que agora sim dê tempo.
Eu fiz cara de bundão, mas ela sorriu; me ordenou que virasse na próxima esquina e que estacionasse.
Estava claro que ela conhecia a área porque o lugar era quase um descampado.
Não disse nada, tirou meu pau do calção e começou a chupar.

Ele a beijava suavemente e, mudando o ritmo, engolia até onde conseguia. Não deixou nenhum centímetro sem explorar. O que não cabia, ela compensava passando a língua e me masturbando.




Não foi um boquete magistral, mas considerando o contexto, foi fulminante.
Eu estava gozando, avisei e ela aumentou a velocidade. Explodi a boca dela de porra, e ela engoliu tudo o que pôde.


Me limpo com a língua o que não consigo segurar.
—Que gostoso, não foi café da manhã, mas foi um lanche. Você estava bem carregado. Agora vamos.
Liguei o carro, retomando nosso rumo, fizemos as compras e voltamos.
—Muita gente, por que demoraram tanto? —perguntou minha mulher.
—Estava cheio! —adiantou-se Clara a responder e me olhou cúmplice.
Naquela noite eu estava com muita vontade de transar com minha mulher, mas assim que nos deitamos, ela dormiu rápido. Acabei com o pau duro e muita vontade de ir para o quarto da minha cunhada.
Continua…
Passaram umas duas semanas; com a Clara não voltamos a falar sobre o que aconteceu nem a ter situações parecidas. Eu já imaginava que tudo tinha morrido naquele dia. Por outro lado, com a minha mulher o sexo tinha reativado e estávamos mais conectados. Era domingo e tínhamos combinado de ir almoçar na casa dos meus sogros. Eu estava saindo do banho e minha mulher estava terminando de preparar tudo. —Por favor, fala pra Clara se levantar e ficar pronta; não quero que fique muito tarde pra gente. Vou comprar umas coisas que estão faltando. —Tá, amor, pode deixar. —respondi enquanto vestia uma cueca. Minha cunhada tinha ido jantar na casa de uma amiga de longa data, e tinha voltado meio tarde. Bati na porta do quarto dela e falei atrás da porta algumas vezes sem ter resposta; resolvi entrar. —Clari, bom dia, acorda que hoje a gente almoça na casa dos seus pais e a Moni não quer que a gente se atrase.
—Bom dia, Ale. Que chata. Vai, agora eu levanto.Não parecia estar assustada com a minha presença, muito menos por eu ficar olhando pra ela com cara de desejo.
Notei o olhar cúmplice dela enquanto se acariciava por baixo do lençol.
Entendi o jogo e fui tirando o lençol devagar.



Ela estava completamente nua, uma gostosa.Não pensei duas vezes e mergulhei de cabeça pra chupar a buceta dela.
Na hora ela abriu as pernas pra me dar espaço.
Uma delícia como ela começava a ficar molhada, eu lambia sem controle.
O cheiro era tão doce e intenso, o mesmo daquela calcinha fio-dental que ela tinha me dado.



Mergulhei nos lábios da buceta dela.Passava a língua pelo contorno e por dentro.
Procurei o clitóris e chupei com toda a força.
Enfiava a língua o mais fundo que conseguia.



Estava acabando, suas costas se arqueavam e seus gemidos eram intensos.Me empapei a boca com os fluidos dela com um último grito que coroou o orgasmo.


Não parei enquanto sentia as pernas dela tremendo.Ela continuava gemendo e bem baixinho dava pra ouvir ela sussurrar: —Continua, continua, por favor.
Obviamente, não desobedeci e intensifiquei mais o movimento da minha língua enquanto apertava as coxas e a bunda dela, enquanto ela chegava de novo a outro orgasmo.


Eu estava disposto a comer ela naquele instante, era agora ou nunca, quando escutei o som do carro.
Nos assustamos, mas ela me disse:
—Ai, que pena, faltou tempo.
—Bom, na próxima eu te acordo antes; agora vamos correr, que a Moni mata nós dois.
Começamos a viagem até a casa dos meus sogros, enquanto as irmãs conversavam e riam com total normalidade, eu continuava pensando se isso abriria outra janela de oportunidade com minha sister in law.
Almoço tranquilo, sobremesa normal... chegava a hora do mate e minha sister in law propôs ir comprar algo pra acompanhar.
Me pediu se eu podia levar ela até uma padaria que era um clássico da infância dela.
Sem hesitar, aceitei e, por compromisso, perguntei pra minha mulher se ela queria vir, mas ela nos disse que não, já que era bem longe.
Entramos no carro e colocamos o endereço; sim, era bem longe, mas arrancamos.
No meio do caminho Clara me diz:
—Espero que agora sim dê tempo.
Eu fiz cara de bundão, mas ela sorriu; me ordenou que virasse na próxima esquina e que estacionasse.
Estava claro que ela conhecia a área porque o lugar era quase um descampado.
Não disse nada, tirou meu pau do calção e começou a chupar.

Ele a beijava suavemente e, mudando o ritmo, engolia até onde conseguia. Não deixou nenhum centímetro sem explorar. O que não cabia, ela compensava passando a língua e me masturbando.




Não foi um boquete magistral, mas considerando o contexto, foi fulminante.
Eu estava gozando, avisei e ela aumentou a velocidade. Explodi a boca dela de porra, e ela engoliu tudo o que pôde.


Me limpo com a língua o que não consigo segurar.—Que gostoso, não foi café da manhã, mas foi um lanche. Você estava bem carregado. Agora vamos.
Liguei o carro, retomando nosso rumo, fizemos as compras e voltamos.
—Muita gente, por que demoraram tanto? —perguntou minha mulher.
—Estava cheio! —adiantou-se Clara a responder e me olhou cúmplice.
Naquela noite eu estava com muita vontade de transar com minha mulher, mas assim que nos deitamos, ela dormiu rápido. Acabei com o pau duro e muita vontade de ir para o quarto da minha cunhada.
Continua…
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