Katy ouve claramente a última coisa que Edgar disse e sente que algo não está certo. Pela primeira vez, sente medo, mas ao ver aqueles caras só de cueca, além de ter notado quando trancaram a porta, seu instinto de mulher está fazendo ela perceber que esses caras vão comer ela ali mesmo, e parece que não vão ser nada gentis com ela depois que ela os culpou por obrigá-la, e com Roberto fingiu pureza vaginal e bucal enquanto entregava o cu. Pra qualquer um, ela já é bem comida mesmo, e a gente sabe que você adora mamar pica... Er. Hoje a gente vai mostrar pro nosso bom amigo Roberto como se deve dar pica pra uma putinha de merda como você. Katy leva um tapa que a faz cair sentada de novo. Os óculos quase caem, a bochecha fica vermelha e as lágrimas começam a escorrer dos seus lindos olhinhos cinzas. Nesse momento, Oscar se aproxima e dá outro tapa nela, que ecoa pela casa toda. Er. Essa puta gosta de ser tratada assim. E elas adoram ser comidas bem forte. Ed. Entende de uma vez como funcionam as coisas com as mulheres: quanto mais gentil você for com elas, mais vai ser manipulado, mas se tratar mal e mostrar quem manda, você é quem controla elas, e não o contrário. Er. Enquanto você se masturbava pensando na beleza dela, o Edgar comeu ela no mesmo dia que conheceu. Depois, o segurança do hotel comeu ela e deu até na boca, obrigando ela a engolir todo o esperma. E não satisfeita com isso, foi pra casa e comeu o corno do marido, se recusando a dar o cu porque segundo ela tava doendo, mas doía porque algumas horas antes, 3 peões da obra da esquina estavam curtindo ela à vontade. Imagina o quão puta ela é: tava com a barriga cheia de porra, e ainda foi buscar mais 3 picas pra estourar o cu dela, e até tenho certeza que ela engoliu a porra dos 3. Ed. Por isso você não comeu ela, Roberto, porque foi gentil com ela, mas agora pode se vingar e dar tanta pica quanto aguentar. Er. Não tenha pena dela, Roberto, come ela como se fosse uma puta de cantina. Roberto se aproxima da Katy, levanta ela com as duas mãos bem delicado, Katy sente uma proteção quando aquelas mãos tocam seus braços, mas de repente recebe outro tapa mais forte na outra bochecha vindo do Roberto, ele aproxima o rosto do dela e fala quase cuspindo na cara dela... R. Você me tratou como se eu fosse otário enquanto outros te comiam a pussy à vontade, pra mim você mostrava pureza. Hoje eu vou cobrar à vontade com seu corpo, desde o dia que te encontrei com eles transando na sua casa a gente planejou esse momento não pra eles, mas pra mim, pra eu cobrar cada vez que você me fazia querer gozar pensando na sua beleza angelical. Hoje você não sai da minha casa até a gente te estuprar todos juntos, sua puta... Katy recebe outro tapa, agora sim os óculos dela caem e por sorte não quebram, mas a segurança que Katy sentia perto do Roberto, essa sim se quebrou. Destruída moralmente e humilhada por esses caras, ela continua sentada naquele sofá com as pernas juntas e as mãos cobrindo o rosto. Katy parecia tão vulnerável e gostosa vestida com aquelas roupas mostrando as pernas por completo, já que sentada o short se ajustava mais nas pernas e na bunda dela. A vários quilômetros de distância, o marido dela flerta com uma cliente da empresa que chegou pra fechar um negócio, ele se mostra simpático e prestativo, o cara nota a atitude da cliente, mas como não é do tipo dele, só fica de zoação com ela. Ninguém obrigou a Katy a ir buscar o Roberto, ela só tinha que ir pagar o dinheiro da comida e nada mais, mas por causa da vontade dela de dar o cu, vestiu aquele short sem calcinha pra provocar o Roberto, mas o plano parece que não saiu como ela tinha planejado porque agora em vez de uma rola, ela vai ter 4.
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