A puta da Universidade - Cap. 2

O amanhecer chegou com uma crueldade silenciosa, filtrando-se entre as cortinas do quarto de Oxana como um lembrete de que a noite anterior não tinha sido um pesadelo. Cada movimento lhe provocava uma dor aguda, uma queimação interna que lhe recordava as investidas brutais do bibliotecário entre as sombras da biblioteca. Mas mais do que a dor física, era a humilhação o que lhe corroía por dentro.  "Eu gostei. Meu Deus, eu gostei."  Essa verdade a atormentava. Podia mentir para si mesma, dizer que apenas tinha suportado, mas seu corpo tinha traído cada um de seus princípios. Os gemidos que tinham escapado de seus lábios, a forma como seus músculos tinham se tensionado em prazer… não havia como negar. Esfregou os olhos com fúria, como se pudesse apagar a memória de suas próprias reações.  —Chega —murmurou em voz alta, cravando as unhas nas palmas—. Hoje começo a mudar isso.  Com determinação, levantou-se, ignorando a ardência entre suas pernas e a rigidez em seus músculos. Tomou banho com água quase fervendo, esfregando a pele como se pudesse lavar a sensação daquelas mãos gordurosas sobre ela. Vestiu-se com cuidado—um suéter folgado, jeans justos—, buscando algo que a fizesse se sentir menos exposta.  "Vou subir minhas notas. Vou estudar dia e noite. E então, esses velhos nojentos nunca mais vão me tocar."  Mas o universo parecia decidido a lhe recordar sua nova realidade. Justo quando recolhia seus livros, o telefone vibrou. Uma mensagem do decano.  —Antes de entrar nas aulas, venha ao meu escritório. Temos que fazer a cun.  Oxana apertou o punho com tanta força que as unhas lhe marcaram meias-luas vermelhas na palma.  "Sério? De novo? Nem sequer um dia de descanso?"  Mas sabia que não tinha opção. Se se negasse, a bolsa desapareceria. Respirou fundo, contando até dez, antes de responder com um simples:  —Vou.  O caminho até o escritório do decano foi uma via-crúcis. Cada passo lhe recordava o que estava prestes a fazer, o que já tinha feito. Mas o mais perturbador era o calor que começava a se acumular em seu ventre, essa reação traiçoeira do seu corpo que já parecia antecipar o prazer misturado com a vergonha.  —Entra —disse o decano ao vê-la na porta, como se ela estivesse ali por vontade própria.  Não houve preâmbulo. Não eram necessários. Ele já estava sentado em sua poltrona, o cinto desabotoado, o olhar faminto.  —Ajoelha —ordenou, apontando o espaço entre suas pernas.  Oxana obedeceu, sentindo as lágrimas arderem atrás de suas pálpebras, mas sem deixá-las cair. Não desta vez. Não lhe daria esse prazer.  —Essa é minha boa menina —murmurou ele enquanto suas mãos se enredavam em seu cabelo, guiando-a para si.  O sabor era familiar agora—salgado, invasivo—, mas sua boca já sabia como se mover, como evitar que a sufocasse. Cada sucção, cada movimento de língua, era uma humilhação calculada, uma prova de que seu corpo já tinha aprendido a obedecer mesmo quando sua mente se rebelava.  O decano não demorou a terminar, e Oxana engoliu com os olhos fechados, contendo as ânsias de vômito.  —Pode ir —disse ele, se arrumando como se nada tivesse acontecido—. Mas fica atenta ao telefone.  Ela saiu sem olhar para trás, limpando os lábios com as costas da mão. As aulas eram seu refúgio, o único lugar onde podia fingir que tudo era normal. Mas mesmo ali, entre equações e teorias, sua mente não conseguia se concentrar.  "Quanto tempo mais vou aguentar isso?"  Ao meio-dia, quando acreditava que pelo menos teria um respiro, outra mensagem chegou.  —Vai ao estacionamento.  Oxana sentiu um arrepio. O estacionamento da universidade estava sempre semivazio àquela hora, um lugar perfeito para coisas que não deviam ser vistas. Com passos lentos, se dirigiu para lá, se perguntando que novo horror a esperava.  Mas o que viu a deixou paralisada.  Não era o decano. Não era o bibliotecário.  Era Milton.  O garoto magrelo de óculos grandes, o que sempre a olhava com olhos de cachorrinho machucado, o que tinha tentado convidá-la para sair uma e outra vez, só para ser rejeitado com risadas zombeteiras.  "Não… ele também?"  Milton se aproximou, mas não com a timidez de sempre. Havia algo diferente no olhar dele, uma segurança que Oxana nunca tinha visto.  —Oi, Oxana —disse ele, ajustando os óculos—. O decano me disse que por uma hora… você é minha puta.  Oxana sentiu o chão se abrir sob seus pés.  "Isso não está acontecendo."  Mas Milton já estendia a mão, tocando sua bochecha com uma familiaridade que a fez estremecer.  —Sempre quis te fazer minha —sussurrou—. E agora, finalmente, é a minha vez.  Oxana não conseguiu se mover. Não conseguiu protestar. Só fechou os olhos, sabendo que, pela primeira vez, a humilhação seria ainda pior.  Porque Milton não era um velho repugnante.  Era alguém que ela tinha desprezado.  E agora, ele teria sua vingança.  Oxana estava com a bochecha colada na janela do carro de Milton, o vidro úmido pelo seu hálito entrecortado. Cada investida desajeitada do garoto de óculos a sacudia contra o vidro, fazendo seu corpo balançar como um boneco quebrado.  —Você se fazia de difícil —ofegava Milton, suas mãos suadas agarrando seus quadris com mais força do que o necessário—, mas no final você é igual a todas.  Oxana fechou os olhos com força, sentindo as lágrimas arderem sob suas pálpebras. A dor não era o pior. Nem mesmo o cheiro de colônia barata que emanava de Milton, misturado com o suor nervoso de suas costas. O pior eram suas palavras. Cada sílaba era um alfinete cravando-se em seu orgulho, lembrando-a do quão baixo ela havia caído.  —O decano te usa como seu trapo —continuou Milton, acelerando o ritmo com movimentos bruscos, quase espasmódicos—. Você gosta disso? Que toda a universidade saiba que você é a puta dele?  "Cala a boca, por favor, cala a boca…"  Mas Milton não se calava. Ao contrário, parecia se embebedar com sua própria crueldade, com o poder que pela primeira vez na vida exercia sobre alguém.  —Pensei que você fosse especial —murmurou, inclinando-se para morder o ombro dela—. Mas você é só mais uma foxy.  Oxana sentiu um gemido escapar de seus lábios, não de prazer, mas de vergonha. Porque apesar de tudo, seu corpo reagia. O roçar de seu jeans ainda subido até as coxas, a pressão de Milton dentro dela, até mesmo a humilhação em si… tudo conspirava para acender um fogo em seu ventre que a horrorizava.  —Ah, gostou? —zombou Milton, notando como sua respiração ficava mais rápida—. Claro que sim. As putas como você só vivem pra isso.  De repente, Milton a virou bruscamente, levantando-a como se ela não pesasse nada e sentando-a sobre o capô do carro. O metal frio queimou sua pele nua, mas ela não teve tempo de protestar. Ele já estava entre suas pernas, abrindo-as com os joelhos, expondo-a por completo sob as luzes amareladas do estacionamento.  —Assim —rosnou—. Quero te ver bem.  Oxana tentou se cobrir, mas Milton agarrou seus pulsos, cravando-os contra o capô.  —Não, não —disse com um sorriso que a Oxana pareceu monstruoso—. As cachorras não se cobrem.  E então voltou a empurrar dentro dela, desta vez com mais força. Oxana arqueou as costas, um arquejo escapando de seus lábios. O contraste era grotesco: o frio do metal contra suas costas, o calor de Milton dentro dela, as palavras cruéis se misturando com o som úmido de seus corpos.  —Olha o que você é —arquejou Milton, apontando como seu corpo a recebia—. Nem preciso me esforçar. Você foi feita pra isso.  Oxana queria odiá-lo. Queria odiar cada segundo, cada toque, cada sussurro venenoso. Mas seu corpo, traiçoeiro, se aproximava perigosamente do limite.  "Não, por favor não… não na frente dele…"  Mas Milton, como se tivesse lido sua mente, parou bruscamente.  —Uh, vou gozar —anunciou, como se fosse uma conversa casual—. Não se preocupa, também não é minha trabalho fazer gozar nas putas. E com três empurrões finais, ele fez. Oxana sentiu o líquido quente dentro de si, e algo nela se quebrou. Não só pelo ato em si, mas porque naquele momento, olhando os olhos vidrados de Milton por trás daqueles óculos que sempre lhe davam um ar de fraqueza, entendeu uma verdade devastadora: Para ele, ela já não era Oxana, a estudante brilhante. Era só mais uma vagabunda. Milton se afastou, arrumando as calças com uma satisfação obscena. —Obrigado —disse, ajustando os óculos—. Sempre quis comer a garota dos meus sonhos. E então, sem sequer olhar para ela, virou-se e foi embora, deixando-a jogada sobre o capô do carro, as pernas ainda abertas, o corpo marcado pelo uso. Oxana não se moveu de imediato. Não podia. As lágrimas agora corriam livremente pelo seu rosto, mas ela nem sequer tinha forças para limpá-las. "No que me transformei?" Mas o pior era que, em algum lugar profundo do seu ser, uma parte dela já sabia a resposta. A água quente caía sobre o corpo de Oxana em cascatas ardentes, mas nem mesmo o vapor conseguia limpar a sujeira que ela sentia incrustada sob sua pele. Tinha se esfregado até avermelhar a carne, como se pudesse apagar com sabão as marcas de Milton, do bibliotecário, do reitor. Mas o verdadeiro tormento não estava na sua pele, mas no fato de que seu corpo, traiçoeiro, tinha respondido a cada estupro com uma excitação humilhante. "Nunca mais. Não vou deixar que isso aconteça de novo." Mas o universo parecia rir das suas promessas. O som da porta do vestiário se abrindo a fez sobressaltar. Pensou que estaria sozinha a essa hora, depois das aulas, mas os passos pesados que ressoaram nas lajes molhadas lhe fizeram entender seu erro. —Que vista linda —roncou uma voz áspera, carregada de anos de tabaco e álcool. Oxana se virou de repente, cobrindo-se instintivamente com as mãos, embora já soubesse que era inútil. Dom Emilio, o zelador da universidade, estava lá, sua figura curvada e barriguda recortando-se contra a luz fraca do vestiário. Tinha 58 anos, o cabelo grisalho e ensebado colado ao crânio, e um sorriso que mostrava dentes amarelados e tortos.  "Não... ele também não."  Mas Dom Emilio não era um homem que pedia permissão. Já estava tirando a camisa imunda, deixando à mostra um torso coberto de pelos grisalhos e manchas da idade.  —O decano me disse que hoje eu era o da vez —disse, enquanto seus dedos desajeitados desabotoavam o cinto—. No começo não acreditei, mas olhando pra você agora... vejo que é verdade.  Oxana quis fugir, mas suas pernas não responderam. Não era só medo. Era algo pior: resignação.  —Por favor —murmurou, mas sua voz soou tão fraca que nem ela mesma se convenceu.  Dom Emilio riu, um som gutural que ecoou nas paredes de azulejo.  —Puta não diz "por favor" —cuspiu, avançando na direção dela—. Puta abre as pernas e cala a boca.  Oxana fechou os olhos quando ele a agarrou pelas ancas e a empurrou contra a parede fria do chuveiro. O contraste entre a água quente e os azulejos gelados arrepiou sua pele.  —Assim que eu gosto —rosnou Dom Emilio, apertando-a com suas mãos calejadas—. Quietinha e obediente.  Ela sentiu seu hálito fétido na nuca antes de sentir algo mais: a ponta de seu membro, já ereto, roçando suas nádegas.  "Deus, não... não aí de novo."  Mas Dom Emilio não era homem de contemplações. Com um movimento brusco, separou suas nádegas com uma mão enquanto com a outra guiava seu membro em direção ao seu ânus, ainda dolorido pelo encontro com o bibliotecário.  —Relaxa, sua vadia —murmurou, cuspindo na mão para se lubrificar um pouco—. Isso já deve ser familiar pra você.  Oxana gritou quando ele entrou de um só empurrão, sem preâmbulos, sem cuidado. A dor foi como uma facada, branca e brilhante, mas Dom Emilio não parou.  —Isso, grita —ofegou, começando a mover com investidas curtas e brutais—. Eu amo ouvir como as putas como você choram.  Cada movimento era uma tortura. Oxana sentia como seu corpo se rasgava, como as lágrimas se misturavam com a água do chuveiro. Mas o pior era que, em meio à dor, uma parte dela começava a se adaptar, a aceitar a invasão.  —Olhe para você —zombou Don Emilio, agarrando-a pelo cabelo para forçá-la a olhar para baixo, onde seus corpos se uniam—. Você nasceu para isso. Para que homens como eu te usem.  Oxana quis negar, mas as palavras morreram em sua garganta quando ele mudou o ângulo, roçando algo dentro dela que fez um espasmo de prazer se misturar com a dor.  —Aham —riu ele, notando sua reação—. Até a puta mais dolorida acaba gostando.  E então acelerou, seus quadris batendo contra suas nádegas com um ritmo selvagem. O som de suas peles molhadas se chocando se misturava com os gemidos dele e os soluços entrecortados dela.  —Você é minha —rugiu Don Emilio, cravando as unhas em seus quadris—. Do decano, do bibliotecário, desse idiota do Milton... mas agora, neste momento, você é só minha.  Oxana não sabia quanto tempo passou. Poderiam ter sido minutos ou horas. Só sabia que, quando Don Emilio finalmente gozou dentro dela com um grunhido animal, ela não tinha mais lágrimas para derramar.  Ele se afastou sem cerimônia, deixando-a cair contra a parede do chuveiro como um trapo usado.  —Não se lave —ordenou ele, enquanto se vestia com calma—. Quero que você lembre do meu cheiro pelo resto do dia.  E então foi embora, deixando Oxana jogada no chão do chuveiro, a água quente se tornando fria, assim como seu coração.  A água fria continuava caindo sobre Oxana quando o rangido da porta do vestiário se abriu de novo, anunciando que seu tormento estava longe de terminar. Suas mãos trêmulas fecharam a torneira com um movimento mecânico, mas o som de várias pisadas ressoando no chão molhado lhe gelou o sangue. Não... não pode ser... mais?"  Ao levantar o olhar, viu as silhuetas de três homens recortadas contra a luz fluorescente do vestiário. O segurança, Ramón, com seu uniforme justo sobre músculos endurecidos por anos de trabalho; o professor de matemática, o Dr. Ledesma, com seu terno impecável e olhar frio atrás dos óculos de tartaruga; e o senhor Rinaldi, pai de sua amiga Lucía, com seu sorriso de funcionário administrativo que agora se tornava obsceno.  —Parece que chegamos bem na hora —disse o professor Ledesma, ajustando os óculos enquanto seu olhar percorria o corpo nu e marcado de Oxana.  —Seu Emilio nos avisou que a festa estava só começando —acrescentou Ramón, desabotoando já seu cinto com mãos experientes.  Oxana quis recuar, mas suas costas bateram na parede fria dos azulejos. Não havia escapatória. Não havia clemência. Só o cruel entendimento de que seu corpo já não lhe pertencia.  —Por... favor... —sua voz foi um fio de som, tão frágil que o senhor Rinaldi riu enquanto tirava a gravata.  —Olha essa carinha de susto —comentou, se aproximando—. Como se não soubesse que putas como ela nasceram pra isso.  Ramón foi o primeiro a agir. Com um movimento brusco, agarrou Oxana pelo cabelo e a obrigou a se ajoelhar diante dele.  —Abre bem essa boquinha —ordenou, enquanto com a outra mão libertava seu membro já ereto—. Hoje você aprende a servir como Deus manda.  O sabor salgado e amargo invadiu sua boca antes que pudesse se preparar. Ramón não esperou que ela se adaptasse; começou a se mover com investidas profundas que faziam bater na garganta, provocando ânsias que só pareciam excitar mais o segurança.  —Olha como ela engole! —exclamou o senhor Rinaldi, observando com olhos brilhantes enquanto se acariciava por cima da calça—. Parece uma profissional.  Enquanto Oxana tentava não se afogar, sentiu outras mãos em seu corpo. O professor Ledesma estava atrás dela, separando suas nádegas com dedos acadêmicos que agora se comportavam como os de um predador.
—Ainda está aberta desde o zelador —observou com tom clínico—. Perfeito, não vamos perder tempo.

A dor foi instantânea quando Ledesma penetrou seu ânus sem preâmbulos. Oxana gritou ao redor do membro de Ramón, o que só fez com que ele se movesse com mais força.

—Isso, grita mais —arquejou Ramón, apertando seu cabelo com mais força—. Adoro sentir como essa garganta vibra.

O senhor Rinaldi, não querendo ficar de fora, posicionou-se ao lado e começou a esfregar seu membro entre os peitos de Oxana, apalpando-os com brutalidade.

—Sempre quis fazer isso desde que te vi na festa da minha filha —confessou, lambuzando a pele dela com o líquido pré-ejaculatório—. Lucía não sabe a sorte que tem de ter uma amiga tão... prestativa.

"Meu Deus... Lucía... a filha dele..."

A humilhação dessa revelação fez Oxana sentir um novo arrepio de excitação misturado com nojo. Seu corpo, já treinado por abusos anteriores, começou a responder traiçoeiramente.

O professor Ledesma notou.

—Olhem isso —disse com voz zombeteira enquanto acelerava suas investidas anais—. A pequena Oxana está melando. Sério que te excita que o pai da tua amiga te use como brinquedo?

Ramón se afastou bruscamente da boca dela, deixando-a arquejar.

—Quero ver essa cara quando você gozar —rosnou, levantando-a como um boneco e colocando-a de barriga para cima sobre o banco de madeira do vestiário—. Todos vamos olhar como a gostosa universitária perde a dignidade.

O que se seguiu foi uma dança brutal de corpos suados. Ramón se colocou entre as pernas dela, penetrando-a vaginalmente com uma força que fazia o banco ranger. O professor Ledesma reivindicou sua boca, obrigando-a a chupá-lo com a mesma intensidade com que corrigia suas provas. E o senhor Rinaldi, não satisfeito em observar, montou sobre o rosto dela, esfregando seu membro contra seu nariz e boca enquanto murmurava obscenidades sobre sua filha.

—Isso, cheira O que você fez com a amiga da Lucía —murmurava Rinaldi, lambuzando o rosto dela com precum—. Minha menina inocente não sabe que a amiguinha dela é uma puta de rua.  Oxana sentiu o primeiro orgasmo se aproximar como uma onda imparável. Apesar da dor, apesar da humilhação, seu corpo traidor se tensionou e depois explodiu numa série de espasmos incontroláveis que fizeram Ramón grunhir de prazer.  —Porra, como essa puta aperta! —exclamou, cravando-a mais forte contra o banco.  O professor Ledesma foi o próximo a gozar, enchendo a boca dela com um líquido espesso que Oxana, em seu estado de êxtase forçado, engoliu instintivamente.  —Boa menina —murmurou o professor, acariciando a bochecha dela como se estivesse parabenizando por uma prova perfeita—. Você sempre soube seguir instruções.  O senhor Rinaldi foi o último. Com um grito rouco, descarregou sobre o rosto e os peitos dela, manchando sua pele já brilhante de suor com listras brancas que contrastavam obscenamente com sua palidez.  —Olha como você fica bonita —sussurrou Rinaldi, espalhando o sêmen sobre os lábios dela como um pintor com sua obra—. É assim que você deveria se apresentar sempre, né?  Oxana já não conseguia responder. Jazia sobre o banco, ofegante, coberta pelos fluidos dos três homens, seus músculos ainda convulsionando pelos orgasmos consecutivos.  Ramón foi o primeiro a se vestir.  —A gente se vê amanhã, putinha —disse, dando um tapa na bunda dela que ecoou no vestiário vazio—. O decano disse que agora você é de uso comunitário.  Um por um, os homens foram embora, deixando Oxana jogada como um trapo usado sobre o banco de madeira. O silêncio voltou ao vestiário, quebrado apenas pelos soluços entrecortados que finalmente escaparam de sua garganta.  "Nunca vou conseguir escapar."  E naquele momento, pela primeira vez, começou a se perguntar se realmente queria.    Continua... — Se você curtiu a história, me dá um ♥ e me segue nohttps://magicly.bio/sofiarivero699

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