Esta história é inspirada nas fantasias e nas experiências denovinhaputi (Lembrem que vocês podem me mandar fotos, vídeos e experiências se quiserem que a gente conte a história de vocês também)
Krishna Krishna tinha acabado de completar dezoito anos fazia apenas três semanas. Dezoito. Maioridade. A porta legal para tudo o que ela vinha desejando em segredo desde os catorze. Morava na mesma casa de sempre com a mãe e com ele: seu padrasto. Ele tinha chegado às suas vidas quando ela tinha catorze, e desde o primeiro dia algo tinha se quebrado dentro dela. Não era carinho de filha. Era uma atração sombria, constante, que revirava seu estômago e molhava sua calcinha toda vez que o via sem camisa, toda vez que ouvia sua voz grave, toda vez que sentia o cheiro da sua colônia misturado com suor depois do trabalho. As madrugadas eram o pior. Ou o melhor. Dependia de como se olhasse. Sua mãe gemia. A cama rangia. E ele… ele gemia baixo, rouco, como um animal. Krishna ficava quieta na sua cama, com a mão enfiada entre as pernas, esfregando o clitóris inchado enquanto imaginava que era ela que estava debaixo daquele corpo pesado, que era ela que estava recebendo aquela rola grossa que uma única vez tinha visto por acidente. Tinha sido um dia qualquer. Ele saiu do chuveiro com a toalha pela metade, a porta do banheiro não totalmente fechada. Krishna passou pelo corredor e ficou congelada. A rola do seu padrasto pendia pesada entre as coxas, meio inchada ainda pela água quente, mais grossa do que ela tinha visto em qualquer garoto da sua idade. Escura, venosa, com a cabeça larga. Ela mordeu o lábio até quase sangrar e escapou antes que ele a visse. Essa imagem ficou gravada a fogo. Desde então, toda vez que ela fodia alguém —colegas da escola, seu namorado de plantão, amigos desse namorado, o pai de uma colega, até seu professor de matemática em troca de alguns pontos que faltavam para passar (Histórias que se pedirem nos comentários podemos publicá-las) — fechava os olhos e fingia que era ele. Que era aquela rola que enchia sua boca, que abria sua buceta, que batia o fundo do útero. Naquela noite, por uma emergência familiar (a morte de um tio distante), sua mãe teve que viajar para outra cidade. Ficaram sozinhos. Vários dias. Vários dias sem ninguém que pudesse interrompê-los. Krishna não esperou nem uma hora depois que o táxi levou sua mãe. Ligou para o vizinho. Aquele homem de quarenta e tantos anos que há meses jogava cantadas para ela do outro lado do portão, olhando o rabo dela quando saía para jogar o lixo fora, oferecendo "ajuda" com qualquer coisa. Estava muito tesuda. Fazia mais de uma semana que ninguém a tocava e o simples fato de saber que seu padrasto dormiria sob o mesmo teto a deixava molhada. O vizinho chegou em menos de dez minutos. Krishna o recebeu de short curto e uma camiseta sem sutiã. Empurrou-o para a sala, sentou-o no sofá e montou em cima dele. Beijou-o com fome, com língua, com saliva. Mordeu o lábio inferior dele. Ele agarrou a bunda dela com as duas mãos e apertou forte. Ela desceu. Ajoelhou-se entre as pernas dele. Abriu o cinto, baixou as calças e os boxers de um puxão só. O pau do vizinho saltou livre, já duro, não tão grosso quanto o do seu padrasto, mas suficiente para o que ela precisava naquele momento. Krishna tirou a camiseta. Depois o short. Só ficou com o fio-dental preto, tão fino que se perdia entre os lábios inchados. Ajoelhou-se de novo, dessa vez de costas para a porta da sala, com a bunda empinada, e engoliu o pau do vizinho até a base. Fez garganta profunda. Babou. O som molhado e obsceno encheu a sala. Subia e descia a cabeça com ritmo, deixando a saliva escorrer pelo queixo e cair nos peitos. O vizinho gemia e agarrava o cabelo dela. Ela estava tão concentrada no sabor, na sensação da cabeça empurrando contra sua garganta, que não ouviu o carro do seu padrasto chegar. Ele entrou em silêncio. Tinha apagado as luzes do carro. Pensou que Krishna já estaria dormindo. Caminhou devagar até a sala… e acendeu o interruptor. A luz caiu como um golpe. O vizinho deitado no sofá com as calças nos tornozelos. E Krishna de joelhos entre as pernas dele, completamente nua exceto por aquele fio preto. De costas para a porta. O rabo empinado. O fio se perdia entre as nádegas, deixando à vista o ânus e os lábios da buceta, inchados, brilhando de saliva e da própria umidade. O fio mal cobria nada. Alguns segundos. Foi só o que durou a imagem antes que os dois percebessem. O vizinho se levantou num pulo, apavorado, balbuciando desculpas, tentando subir as calças. O padrasto não gritou de imediato. Só olhou para ele com uma expressão que não admitia discussão. —Fora. Agora. O vizinho não discutiu. Foi embora quase correndo, ainda abotoando o cinto. A porta principal se fechou com um baque. Krishna não se moveu. Ficou sentada no sofá, nua, só com as mãos cobrindo os peitos. Não tapou a buceta. Não tentou alcançar a roupa. Simplesmente esperou, olhando para a porta por onde o vizinho tinha saído. O padrasto voltou. Parou a dois metros dela. Olhou-a de cima a baixo. A luz da sala não perdoava nada: as tetas firmes, os mamilos duros, a barriga lisa, o fio preto ainda entre os lábios inchados. —Que porra você estava fazendo? —disse, a voz baixa, controlada, mas com um tremor de raiva por baixo—. Esse cara tem o dobro da sua idade. Se quer transar, que seja com alguém da sua idade. Um garoto. Não um homem de quarenta anos. Krishna levantou o olhar. Não desviou. Não se envergonhou. —Homens mais velhos me dão tesão —respondeu com total sinceridade, sem nem tentar suavizar—. Ele não é o primeiro. E com certeza não vai ser o último. Ele ficou em silêncio. Olhou-a por vários segundos que pareceram eternos. Depois passou uma mão pelo rosto, como se estivesse tentando não dizer algo que não devia. —Vai tomar banho. E põe roupa. Ela se levantou devagar. Deixou as mãos caírem. As Os peitos ficaram à mostra, os mamilos ainda duros pela excitação e pelo ar fresco da noite. —Se eu quero andar pelada na minha casa, eu vou —disse ela, a voz baixa, desafiadora—. Também é minha casa. Ele deu um passo em direção a ela. Não a tocou. Mas a proximidade bastou para que ela notasse o calor do corpo dele e o cheiro familiar de colônia e de homem. —Sou um homem, Krishna. Te ter pelada andando por aqui… pode acabar num cenário onde nós dois machucamos sua mãe. E eu não vou permitir que isso aconteça. Vai pro seu quarto. Agora. Ela olhou pra ele mais um segundo. Depois se virou e subiu as escadas devagar, sabendo que ele estava olhando pra ela. Sentindo o olhar dele na bunda pelada, no fio dental preto que sumia entre as nádegas, na umidade que ainda brilhava entre as pernas dela. Não desceu até a hora do jantar. Quando apareceu na cozinha, estava vestindo uma camisa dele. Uma camisa azul-escura que ele tinha dado de presente dois anos atrás e que ela só usava em ocasiões especiais. Só dois botões fechados, bem debaixo dos peitos. Nada mais. Nem sutiã. Nem fio dental. Nem nada. O tecido chegava na metade da coxa, mas toda vez que ela se mexia subia o suficiente pra mostrar o começo das nádegas. Sentaram-se à mesa. Ele tentou não olhar pra ela. Falhou. Toda vez que ela se inclinava pra servir mais arroz ou pegar o copo de água, a camisa abria e um peito ficava à mostra. Quando se levantava pra pegar um prato, se agachava demais e ele podia ver a bunda pelada, as nádegas firmes, a buceta inchada e ainda brilhante entre as coxas dela. Krishna percebeu. Percebeu o jeito que o maxilar dele se tensionava. Percebeu a ereção que se marcava claramente por baixo da calça de moletom. Sorriu pra si mesma e continuou criando situações: se espreguiçava, se agachava, deixava a camisa abrir um pouco mais. Falaram pouco. Comentários de duplo sentido que nenhum dos dois se atreveu a levar mais longe. No fim do jantar, quando ela se levantou pra ir embora para o quarto dela, aproximou-se dele. Inclinou-se como se fosse dar-lhe um beijo na bochecha… e em vez disso roçou os lábios bem perto dos dele. O braço dele, ao se mover, roçou o peito dela através do tecido fino. Ela ficou um segundo a mais do que devia e sussurrou no ouvido dele, tão perto que ele sentiu o hálito quente:
—Descansa… porque de madrugada talvez você não consiga.
Depois subiu as escadas sem olhar para trás.
Ele ficou sentado na cozinha por muito tempo, com o pau duro e dolorido dentro da calça, repetindo para si mesmo que não podia. Que não devia. Que sua esposa voltaria em alguns dias e que se algo acontecesse, não haveria volta.
No fim, foi para a cama. Deitou-se de lado, de costas para a porta. Demorou para dormir. A imagem do sofá não saía da cabeça dele: a bunda da Krishna empinada, o fio dental preto perdido entre as nádegas, os lábios inchados e brilhantes. Quando finalmente fechou os olhos, o cansaço venceu.
De madrugada, meio dormindo, sentiu o colchão afundar atrás dele. Alguém entrou debaixo dos lençóis. Um corpo quente, macio, nu. Instintivamente a abraçou por trás, de conchinha. Empurrou a ereção —que já estava dura de novo— contra a bunda que tinha à frente. Esfregou-se devagar, meio inconsciente, achando que era sua esposa. A bunda se moveu contra ele. Suave. Convidativa. Ele apertou mais forte o braço ao redor da cintura e continuou se esfregando, aproveitando o calor e a maciez.
Depois sentiu uma mão. Pequena. Delicada. Descendo pelo abdômen. Abrindo o elástico da cueca box. Tirando o pau dele. E depois… uma boca.
Quente. Molhada. Experiente.
A língua deu uma lambida longa desde as bolas até a cabeça. Depois os lábios se fecharam ao redor da ponta e desceram devagar, tomando-o centímetro por centímetro até que a cabeça empurrou contra a garganta. Ele gemeu baixinho, ainda sem abrir os olhos, e agarrou o cabelo de quem o chupava. Empurrou para baixo. Forçou a garganta profunda. Tirou um som abafado, uma ânsia de vômito. Ele empurrou de novo. Mais fundo. Mais devagar. A saliva escorreu pelas bolas. O som úmido e obsceno encheu o quarto escuro.
Até que ele ouviu a voz.
Baixa. Rouca. Cheia de desejo.
—Eu amo como seu pau preenche toda a minha garganta…
Krishna.
Ele abriu os olhos de repente. A mão ainda enredada no cabelo dela. O pau ainda enterrado até a base na boca dela. Ele a viu à luz tênue que entrava pela janela: ajoelhada entre suas pernas, completamente nua, os lábios inchados e brilhantes de saliva, olhando para ele com aqueles olhos escuros cheios de fome.
—Krishna… —disse ele, a voz rouca, quase um rosnado—. Se sua mãe descobre isso, ela mata nós dois.
Ela soltou o pau com um som úmido. Passou a língua pelos lábios. Sorriu.
—Ela não precisa saber do que acontece, aconteceu ou vai acontecer nessa cama.
Ela subiu em cima dele. Se acomodou montada. O beijou. Não foi um beijo suave. Foi um beijo de quatro anos de desejo acumulado: língua, dentes, saliva, fome. Enquanto o beijava, desceu uma mão entre os dois, agarrou o pau grosso e o guiou até sua entrada. Esfregou a cabeça grossa entre os lábios inchados, molhando-a com sua umidade. Depois desceu.
Devagar.
Centímetro por centímetro.
A cabeça larga abriu seus lábios. Ela gemeu contra a boca dele. Desceu mais. A grossura a esticou. A preencheu. Quando finalmente o teve inteiro dentro, ficou parada um segundo, tremendo, com a testa apoiada na dele.
—Faz anos que eu sonho com isso… —sussurrou—. Com esse pau. Com você sendo o cara.
Começou a se mover.
Primeiro devagar. Levantando quase até tirá-lo e descendo de novo, sentindo cada veia, cada centímetro. Depois mais rápido. O som úmido da sua buceta engolindo ele encheu o quarto. Os peitos dela balançavam. Ele agarrou a cintura dela com as duas mãos, os dedos afundados na carne macia, e começou a empurrar para cima cada vez que ela descia, batendo no fundo.
Krishna gemeu. Alto. Sem se conter. Ele se inclinou para frente, apoiando as mãos no peito dele, e se moveu mais rápido, mais bruto, fodendo ele com todo o desejo que tinha guardado durante quatro anos. O clitóris roçava a base do pau cada vez que ela descia. Estava tão molhada que dava pra ouvir o barulho de tanto líquido. Ele olhava pra ela de baixo: a cara contorcida de prazer, os lábios entreabertos, as tetas balançando, a buceta inchada engolindo o pau dele uma e outra vez.
—Mais forte —pediu ela, quase sem fôlego—. Me fode como você fodía minha mãe de noite… mas mais forte.
Ele grunhiu. Virou ela num movimento, colocou de costas sem tirar de dentro e começou a meter de verdade. Fundo. Forte. O som de pele contra pele ecoou no quarto. Krishna abriu mais as pernas, cravou as unhas nas costas dele e gemeu contra o ouvido dele:
—Assim… assim… me enche… quero sentir você por dias…
Ele fodeu ela sem piedade. Mordeu o pescoço dela. Agarrou uma teta e apertou o mamilo. Ela gozou primeiro, tremendo, apertando ele com força, molhando ele ainda mais. Ele não parou. Continuou metendo durante o orgasmo, mais rápido, mais fundo, até sentir que estava chegando.
—Dentro… —sussurrou ela, quase pedindo—. Goza dentro. Quero sentir.
Ele grunhiu o nome dela e gozou fundo, empurrando até o final, enchendo ela com jatos quentes enquanto ela se agarrava a ele e gemia o nome dele uma e outra vez.
Quando finalmente parou, ficou em cima dela, ainda dentro, respirando ofegante. Krishna acariciou o cabelo dele molhado de suor e sussurrou contra o ouvido dele, com um sorriso lento e satisfeito:
—Isso… só tá começando.

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Krishna Krishna tinha acabado de completar dezoito anos fazia apenas três semanas. Dezoito. Maioridade. A porta legal para tudo o que ela vinha desejando em segredo desde os catorze. Morava na mesma casa de sempre com a mãe e com ele: seu padrasto. Ele tinha chegado às suas vidas quando ela tinha catorze, e desde o primeiro dia algo tinha se quebrado dentro dela. Não era carinho de filha. Era uma atração sombria, constante, que revirava seu estômago e molhava sua calcinha toda vez que o via sem camisa, toda vez que ouvia sua voz grave, toda vez que sentia o cheiro da sua colônia misturado com suor depois do trabalho. As madrugadas eram o pior. Ou o melhor. Dependia de como se olhasse. Sua mãe gemia. A cama rangia. E ele… ele gemia baixo, rouco, como um animal. Krishna ficava quieta na sua cama, com a mão enfiada entre as pernas, esfregando o clitóris inchado enquanto imaginava que era ela que estava debaixo daquele corpo pesado, que era ela que estava recebendo aquela rola grossa que uma única vez tinha visto por acidente. Tinha sido um dia qualquer. Ele saiu do chuveiro com a toalha pela metade, a porta do banheiro não totalmente fechada. Krishna passou pelo corredor e ficou congelada. A rola do seu padrasto pendia pesada entre as coxas, meio inchada ainda pela água quente, mais grossa do que ela tinha visto em qualquer garoto da sua idade. Escura, venosa, com a cabeça larga. Ela mordeu o lábio até quase sangrar e escapou antes que ele a visse. Essa imagem ficou gravada a fogo. Desde então, toda vez que ela fodia alguém —colegas da escola, seu namorado de plantão, amigos desse namorado, o pai de uma colega, até seu professor de matemática em troca de alguns pontos que faltavam para passar (Histórias que se pedirem nos comentários podemos publicá-las) — fechava os olhos e fingia que era ele. Que era aquela rola que enchia sua boca, que abria sua buceta, que batia o fundo do útero. Naquela noite, por uma emergência familiar (a morte de um tio distante), sua mãe teve que viajar para outra cidade. Ficaram sozinhos. Vários dias. Vários dias sem ninguém que pudesse interrompê-los. Krishna não esperou nem uma hora depois que o táxi levou sua mãe. Ligou para o vizinho. Aquele homem de quarenta e tantos anos que há meses jogava cantadas para ela do outro lado do portão, olhando o rabo dela quando saía para jogar o lixo fora, oferecendo "ajuda" com qualquer coisa. Estava muito tesuda. Fazia mais de uma semana que ninguém a tocava e o simples fato de saber que seu padrasto dormiria sob o mesmo teto a deixava molhada. O vizinho chegou em menos de dez minutos. Krishna o recebeu de short curto e uma camiseta sem sutiã. Empurrou-o para a sala, sentou-o no sofá e montou em cima dele. Beijou-o com fome, com língua, com saliva. Mordeu o lábio inferior dele. Ele agarrou a bunda dela com as duas mãos e apertou forte. Ela desceu. Ajoelhou-se entre as pernas dele. Abriu o cinto, baixou as calças e os boxers de um puxão só. O pau do vizinho saltou livre, já duro, não tão grosso quanto o do seu padrasto, mas suficiente para o que ela precisava naquele momento. Krishna tirou a camiseta. Depois o short. Só ficou com o fio-dental preto, tão fino que se perdia entre os lábios inchados. Ajoelhou-se de novo, dessa vez de costas para a porta da sala, com a bunda empinada, e engoliu o pau do vizinho até a base. Fez garganta profunda. Babou. O som molhado e obsceno encheu a sala. Subia e descia a cabeça com ritmo, deixando a saliva escorrer pelo queixo e cair nos peitos. O vizinho gemia e agarrava o cabelo dela. Ela estava tão concentrada no sabor, na sensação da cabeça empurrando contra sua garganta, que não ouviu o carro do seu padrasto chegar. Ele entrou em silêncio. Tinha apagado as luzes do carro. Pensou que Krishna já estaria dormindo. Caminhou devagar até a sala… e acendeu o interruptor. A luz caiu como um golpe. O vizinho deitado no sofá com as calças nos tornozelos. E Krishna de joelhos entre as pernas dele, completamente nua exceto por aquele fio preto. De costas para a porta. O rabo empinado. O fio se perdia entre as nádegas, deixando à vista o ânus e os lábios da buceta, inchados, brilhando de saliva e da própria umidade. O fio mal cobria nada. Alguns segundos. Foi só o que durou a imagem antes que os dois percebessem. O vizinho se levantou num pulo, apavorado, balbuciando desculpas, tentando subir as calças. O padrasto não gritou de imediato. Só olhou para ele com uma expressão que não admitia discussão. —Fora. Agora. O vizinho não discutiu. Foi embora quase correndo, ainda abotoando o cinto. A porta principal se fechou com um baque. Krishna não se moveu. Ficou sentada no sofá, nua, só com as mãos cobrindo os peitos. Não tapou a buceta. Não tentou alcançar a roupa. Simplesmente esperou, olhando para a porta por onde o vizinho tinha saído. O padrasto voltou. Parou a dois metros dela. Olhou-a de cima a baixo. A luz da sala não perdoava nada: as tetas firmes, os mamilos duros, a barriga lisa, o fio preto ainda entre os lábios inchados. —Que porra você estava fazendo? —disse, a voz baixa, controlada, mas com um tremor de raiva por baixo—. Esse cara tem o dobro da sua idade. Se quer transar, que seja com alguém da sua idade. Um garoto. Não um homem de quarenta anos. Krishna levantou o olhar. Não desviou. Não se envergonhou. —Homens mais velhos me dão tesão —respondeu com total sinceridade, sem nem tentar suavizar—. Ele não é o primeiro. E com certeza não vai ser o último. Ele ficou em silêncio. Olhou-a por vários segundos que pareceram eternos. Depois passou uma mão pelo rosto, como se estivesse tentando não dizer algo que não devia. —Vai tomar banho. E põe roupa. Ela se levantou devagar. Deixou as mãos caírem. As Os peitos ficaram à mostra, os mamilos ainda duros pela excitação e pelo ar fresco da noite. —Se eu quero andar pelada na minha casa, eu vou —disse ela, a voz baixa, desafiadora—. Também é minha casa. Ele deu um passo em direção a ela. Não a tocou. Mas a proximidade bastou para que ela notasse o calor do corpo dele e o cheiro familiar de colônia e de homem. —Sou um homem, Krishna. Te ter pelada andando por aqui… pode acabar num cenário onde nós dois machucamos sua mãe. E eu não vou permitir que isso aconteça. Vai pro seu quarto. Agora. Ela olhou pra ele mais um segundo. Depois se virou e subiu as escadas devagar, sabendo que ele estava olhando pra ela. Sentindo o olhar dele na bunda pelada, no fio dental preto que sumia entre as nádegas, na umidade que ainda brilhava entre as pernas dela. Não desceu até a hora do jantar. Quando apareceu na cozinha, estava vestindo uma camisa dele. Uma camisa azul-escura que ele tinha dado de presente dois anos atrás e que ela só usava em ocasiões especiais. Só dois botões fechados, bem debaixo dos peitos. Nada mais. Nem sutiã. Nem fio dental. Nem nada. O tecido chegava na metade da coxa, mas toda vez que ela se mexia subia o suficiente pra mostrar o começo das nádegas. Sentaram-se à mesa. Ele tentou não olhar pra ela. Falhou. Toda vez que ela se inclinava pra servir mais arroz ou pegar o copo de água, a camisa abria e um peito ficava à mostra. Quando se levantava pra pegar um prato, se agachava demais e ele podia ver a bunda pelada, as nádegas firmes, a buceta inchada e ainda brilhante entre as coxas dela. Krishna percebeu. Percebeu o jeito que o maxilar dele se tensionava. Percebeu a ereção que se marcava claramente por baixo da calça de moletom. Sorriu pra si mesma e continuou criando situações: se espreguiçava, se agachava, deixava a camisa abrir um pouco mais. Falaram pouco. Comentários de duplo sentido que nenhum dos dois se atreveu a levar mais longe. No fim do jantar, quando ela se levantou pra ir embora para o quarto dela, aproximou-se dele. Inclinou-se como se fosse dar-lhe um beijo na bochecha… e em vez disso roçou os lábios bem perto dos dele. O braço dele, ao se mover, roçou o peito dela através do tecido fino. Ela ficou um segundo a mais do que devia e sussurrou no ouvido dele, tão perto que ele sentiu o hálito quente:
—Descansa… porque de madrugada talvez você não consiga.
Depois subiu as escadas sem olhar para trás.
Ele ficou sentado na cozinha por muito tempo, com o pau duro e dolorido dentro da calça, repetindo para si mesmo que não podia. Que não devia. Que sua esposa voltaria em alguns dias e que se algo acontecesse, não haveria volta.
No fim, foi para a cama. Deitou-se de lado, de costas para a porta. Demorou para dormir. A imagem do sofá não saía da cabeça dele: a bunda da Krishna empinada, o fio dental preto perdido entre as nádegas, os lábios inchados e brilhantes. Quando finalmente fechou os olhos, o cansaço venceu.
De madrugada, meio dormindo, sentiu o colchão afundar atrás dele. Alguém entrou debaixo dos lençóis. Um corpo quente, macio, nu. Instintivamente a abraçou por trás, de conchinha. Empurrou a ereção —que já estava dura de novo— contra a bunda que tinha à frente. Esfregou-se devagar, meio inconsciente, achando que era sua esposa. A bunda se moveu contra ele. Suave. Convidativa. Ele apertou mais forte o braço ao redor da cintura e continuou se esfregando, aproveitando o calor e a maciez.
Depois sentiu uma mão. Pequena. Delicada. Descendo pelo abdômen. Abrindo o elástico da cueca box. Tirando o pau dele. E depois… uma boca.
Quente. Molhada. Experiente.
A língua deu uma lambida longa desde as bolas até a cabeça. Depois os lábios se fecharam ao redor da ponta e desceram devagar, tomando-o centímetro por centímetro até que a cabeça empurrou contra a garganta. Ele gemeu baixinho, ainda sem abrir os olhos, e agarrou o cabelo de quem o chupava. Empurrou para baixo. Forçou a garganta profunda. Tirou um som abafado, uma ânsia de vômito. Ele empurrou de novo. Mais fundo. Mais devagar. A saliva escorreu pelas bolas. O som úmido e obsceno encheu o quarto escuro.
Até que ele ouviu a voz.
Baixa. Rouca. Cheia de desejo.
—Eu amo como seu pau preenche toda a minha garganta…
Krishna.
Ele abriu os olhos de repente. A mão ainda enredada no cabelo dela. O pau ainda enterrado até a base na boca dela. Ele a viu à luz tênue que entrava pela janela: ajoelhada entre suas pernas, completamente nua, os lábios inchados e brilhantes de saliva, olhando para ele com aqueles olhos escuros cheios de fome.
—Krishna… —disse ele, a voz rouca, quase um rosnado—. Se sua mãe descobre isso, ela mata nós dois.
Ela soltou o pau com um som úmido. Passou a língua pelos lábios. Sorriu.
—Ela não precisa saber do que acontece, aconteceu ou vai acontecer nessa cama.
Ela subiu em cima dele. Se acomodou montada. O beijou. Não foi um beijo suave. Foi um beijo de quatro anos de desejo acumulado: língua, dentes, saliva, fome. Enquanto o beijava, desceu uma mão entre os dois, agarrou o pau grosso e o guiou até sua entrada. Esfregou a cabeça grossa entre os lábios inchados, molhando-a com sua umidade. Depois desceu.
Devagar.
Centímetro por centímetro.
A cabeça larga abriu seus lábios. Ela gemeu contra a boca dele. Desceu mais. A grossura a esticou. A preencheu. Quando finalmente o teve inteiro dentro, ficou parada um segundo, tremendo, com a testa apoiada na dele.
—Faz anos que eu sonho com isso… —sussurrou—. Com esse pau. Com você sendo o cara.
Começou a se mover.
Primeiro devagar. Levantando quase até tirá-lo e descendo de novo, sentindo cada veia, cada centímetro. Depois mais rápido. O som úmido da sua buceta engolindo ele encheu o quarto. Os peitos dela balançavam. Ele agarrou a cintura dela com as duas mãos, os dedos afundados na carne macia, e começou a empurrar para cima cada vez que ela descia, batendo no fundo.
Krishna gemeu. Alto. Sem se conter. Ele se inclinou para frente, apoiando as mãos no peito dele, e se moveu mais rápido, mais bruto, fodendo ele com todo o desejo que tinha guardado durante quatro anos. O clitóris roçava a base do pau cada vez que ela descia. Estava tão molhada que dava pra ouvir o barulho de tanto líquido. Ele olhava pra ela de baixo: a cara contorcida de prazer, os lábios entreabertos, as tetas balançando, a buceta inchada engolindo o pau dele uma e outra vez.
—Mais forte —pediu ela, quase sem fôlego—. Me fode como você fodía minha mãe de noite… mas mais forte.
Ele grunhiu. Virou ela num movimento, colocou de costas sem tirar de dentro e começou a meter de verdade. Fundo. Forte. O som de pele contra pele ecoou no quarto. Krishna abriu mais as pernas, cravou as unhas nas costas dele e gemeu contra o ouvido dele:
—Assim… assim… me enche… quero sentir você por dias…
Ele fodeu ela sem piedade. Mordeu o pescoço dela. Agarrou uma teta e apertou o mamilo. Ela gozou primeiro, tremendo, apertando ele com força, molhando ele ainda mais. Ele não parou. Continuou metendo durante o orgasmo, mais rápido, mais fundo, até sentir que estava chegando.
—Dentro… —sussurrou ela, quase pedindo—. Goza dentro. Quero sentir.
Ele grunhiu o nome dela e gozou fundo, empurrando até o final, enchendo ela com jatos quentes enquanto ela se agarrava a ele e gemia o nome dele uma e outra vez.
Quando finalmente parou, ficou em cima dela, ainda dentro, respirando ofegante. Krishna acariciou o cabelo dele molhado de suor e sussurrou contra o ouvido dele, com um sorriso lento e satisfeito:
—Isso… só tá começando.


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