A primeira semana foi um cerco lento, uma erosão constante das minhas defesas. Mateo não me pressionava com gritos nem exigências; pelo contrário, virou um homem de uma doçura exasperante. Me abraçava mais forte quando eu tentava me afastar, me beijava a nuca com uma ternura que me fazia sentir culpada pelo meu próprio nojo. Mas o verdadeiro ataque aconteceu na intimidade do nosso quarto. Naquela primeira noite, quando o desejo do Mateo ficou mais denso e as mãos dele começaram a percorrer minhas coxas com uma urgência diferente, eu tentava manter a barreira da indignação. Ele me procurou com a familiaridade de sempre, mas o ritmo era diferente, mais pesado, mais carregado de uma intenção que eu não queria decifrar. Quando ele me segurou pelo quadril e começou a penetração, senti aquele choque de realidades que me deixava tonta. E então, no momento em que o prazer começava a nublar meu julgamento, ele soltou a bomba.
**MATEO:** (Ofegando contra meu pescoço, enquanto suas estocadas ficavam mais profundas e barulhentas) Me fala que você se imagina meu pai te pegando assim, meu amor... Você não ia querer que o velho te comesse com essa força toda? Mmmh!... Me fala! **CAMILA:** (Empurrando ele com as mãos, com o coração disparado de raiva) Cala a boca, Mateo! Não seja doente, pelo amor de Deus! Nunca mais fala essa merda na minha cara! Eu me virei e dei as costas pra ele, chorando de pura impotência. Mas na segunda noite, a maldita traição do meu próprio corpo se manifestou. Ele veio me procurar de novo, e mesmo com minha mente gritando pra eu parar, minhas cadeiras responderam ao roçar do pau dele com um movimento instintivo. Quando chegou a hora em que ele me penetrou e sussurrou a mesma pergunta no meu ouvido, eu não consegui protestar. Fiquei calada, cravando as unhas nos lençóis, mordendo o lábio até quase sangrar enquanto sentia uma onda de calor insuportável percorrer minha pelve e minhas paredes vaginais se contraindo em espasmos involuntários ao redor dele. Meu corpo estava gritando "sim" enquanto minha boca se recusava a dizer.
A segunda semana trouxe uma complicação que acabou de me desmontar: a pena misturada com o tesão. O Mateo me confessou, com uma seriedade que me assustou, que tinha falado com o Dom Gonzalo. Me contou que o velho tinha se posto a chorar depois de uns drinks, se lamentando da solidão dele e da vergonha que sentia por me desejar. Me disse que o Dom Gonzalo se sentia um nojento por pensar em mim, mas que não conseguia evitar. Essa vulnerabilidade do sogro me plantou uma ideia torta: eu não era uma pecadora, eu era a salvadora de um homem solitário. E então, o cerco virou digital. No meio de uma tarde pesada no escritório, meu celular vibrou no banheiro. Era um vídeo que o Mateo tinha me mandado. **MATEO:** (Via WhatsApp) Olha essa mina de quatro... me lembrou de você. Imagina meu pai te agarrando assim nessa rabetona na noite do aniversário dele. O velho não sobreviveria a um presente desse, minha vida.
O vídeo era um pornô cru: uma mulher de quatro, com a bunda quicando violentamente enquanto uma rola grossa arrebentava ela por trás. *Ploc, ploc, ploc!* O som do impacto parecia ecoar nas paredes do cubículo do banheiro. Fiquei ali, com a respiração ofegante, sentindo a umidade se acumulando entre minhas pernas. Apaguei o chat com as mãos trêmulas, fingindo indignação diante de qualquer colega que pudesse passar, mas assim que saí, voltei a abrir a pasta oculta. Fiquei olhando o vídeo uma e outra vez, com uma mão descendo por baixo da minha saia, acariciando meu clitóris por cima da calcinha enquanto imaginava a rola daquele homem maduro afundando em mim. Na terceira semana, a indecisão virou uma busca por desculpas morais. Eu precisava falar com ele. Precisava saber se o monstro que o Mateo descrevia era real ou se era só uma fantasia compartilhada por dois homens loucos. Com o coração na boca e o pulso acelerado, tomei a iniciativa pelo WhatsApp. **CAMILA:** (Via WhatsApp) Oi, sogrinho, como o senhor tá? Tava pensando no senhor... a gente nunca falou sobre isso, mas o senhor não se sente muito sozinho naquela casa tão grande? Ele não demorou pra responder. A resposta foi um tapa de honestidade que me deixou sem ar. **SEU GONZALO:** (Via WhatsApp) Ai, minha filhinha, a verdade é que faz falta uma mulher sim. Mas eu nunca quis botar uma madrasta pro Mateo com medo de que fosse uma mulher ruim. Cumpri meu papel de criar ele sozinho, mas a consequência é que fiquei sem ninguém... **CAMILA:** (Via WhatsApp, com os dedos trêmulos de tesão) Um homem como o senhor, tão maduro e tão bem conservado, não devia ficar tão sozinho, sogrinho... Senti que estava atravessando um abismo do qual não haveria volta. A quarta semana chegou com uma atmosfera de inevitabilidade. Faltava só uma semana pro aniversário do Seu Gonzalo e o Mateo já não disfarçava mais. Ele me abordou no apartamento com aquela doçura manipuladora que já tinha virado a marca dele. Pessoal. Ele envolveu minha cintura e me olhou com aqueles olhos que pediam uma rendição total. **MATEO:** Faz isso pelo meu pai, Camila. Faz pelo nosso futuro, pela paz dessa família. Se você me ama, faz por nós. Deixa ele ser feliz uma noite. Naquela noite, a rendição foi absoluta. Não houve dúvidas, não houve protestos. Mateo me levou pra cama e a penetração foi uma tempestade de carne e som. Ele me comia com uma força selvagem, buscando meu clímax enquanto a voz dele me arrastava pro abismo. **MATEO:** (Ofegante, com a pica me arrebentando por dentro) Você vai dar a noite pro meu pai? Vai deixar o velho reavivar essa buceta gostosa? Me fala, Camila! Me fala! Naquele momento, o último muro da minha moralidade desabou. Já não era mais a namorada indignada; era a mulher reivindicando seu direito ao pecado. Me agarrei nos lençóis com tanta força que meus dedos ficaram brancos e soltei um grito que rasgou o silêncio do apartamento.
**CAMILA:** (Gemendo com um desespero obsceno, enquanto meu corpo se arqueava de prazer) Ahhh!... Sim, meu amor, sim! Ahhh, que delícia!... Seu pai vai me arrebentar no dia do aniversário dele! Mmmh, sim!... Vamos fazer feliz meu sogrinho, baby, vou comer ele inteiro! Ahhh, vai com mais força, não para!... Uff, sim, assim!... Ahhh! O orgasmo nos atingiu os dois como um choque de trens. Senti minha buceta se contraindo violentamente ao redor do pau dele enquanto um jato do meu próprio prazer saía disparado. Ficamos estirados na cama, ofegantes, cobertos de suor e daquele cheiro denso de sexo e entrega. Mateo me beijou com uma paixão triunfante, celebrando o pacto que acabávamos de selar com fluidos. Eu fiquei ali, com o olhar perdido no teto e o corpo ainda vibrando de excitação, sabendo que em sete dias minha vida mudaria para sempre e que meu corpo já não me pertencia, mas sim ao desejo de um homem que não era meu namorado.

**MATEO:** (Ofegando contra meu pescoço, enquanto suas estocadas ficavam mais profundas e barulhentas) Me fala que você se imagina meu pai te pegando assim, meu amor... Você não ia querer que o velho te comesse com essa força toda? Mmmh!... Me fala! **CAMILA:** (Empurrando ele com as mãos, com o coração disparado de raiva) Cala a boca, Mateo! Não seja doente, pelo amor de Deus! Nunca mais fala essa merda na minha cara! Eu me virei e dei as costas pra ele, chorando de pura impotência. Mas na segunda noite, a maldita traição do meu próprio corpo se manifestou. Ele veio me procurar de novo, e mesmo com minha mente gritando pra eu parar, minhas cadeiras responderam ao roçar do pau dele com um movimento instintivo. Quando chegou a hora em que ele me penetrou e sussurrou a mesma pergunta no meu ouvido, eu não consegui protestar. Fiquei calada, cravando as unhas nos lençóis, mordendo o lábio até quase sangrar enquanto sentia uma onda de calor insuportável percorrer minha pelve e minhas paredes vaginais se contraindo em espasmos involuntários ao redor dele. Meu corpo estava gritando "sim" enquanto minha boca se recusava a dizer.
A segunda semana trouxe uma complicação que acabou de me desmontar: a pena misturada com o tesão. O Mateo me confessou, com uma seriedade que me assustou, que tinha falado com o Dom Gonzalo. Me contou que o velho tinha se posto a chorar depois de uns drinks, se lamentando da solidão dele e da vergonha que sentia por me desejar. Me disse que o Dom Gonzalo se sentia um nojento por pensar em mim, mas que não conseguia evitar. Essa vulnerabilidade do sogro me plantou uma ideia torta: eu não era uma pecadora, eu era a salvadora de um homem solitário. E então, o cerco virou digital. No meio de uma tarde pesada no escritório, meu celular vibrou no banheiro. Era um vídeo que o Mateo tinha me mandado. **MATEO:** (Via WhatsApp) Olha essa mina de quatro... me lembrou de você. Imagina meu pai te agarrando assim nessa rabetona na noite do aniversário dele. O velho não sobreviveria a um presente desse, minha vida.
O vídeo era um pornô cru: uma mulher de quatro, com a bunda quicando violentamente enquanto uma rola grossa arrebentava ela por trás. *Ploc, ploc, ploc!* O som do impacto parecia ecoar nas paredes do cubículo do banheiro. Fiquei ali, com a respiração ofegante, sentindo a umidade se acumulando entre minhas pernas. Apaguei o chat com as mãos trêmulas, fingindo indignação diante de qualquer colega que pudesse passar, mas assim que saí, voltei a abrir a pasta oculta. Fiquei olhando o vídeo uma e outra vez, com uma mão descendo por baixo da minha saia, acariciando meu clitóris por cima da calcinha enquanto imaginava a rola daquele homem maduro afundando em mim. Na terceira semana, a indecisão virou uma busca por desculpas morais. Eu precisava falar com ele. Precisava saber se o monstro que o Mateo descrevia era real ou se era só uma fantasia compartilhada por dois homens loucos. Com o coração na boca e o pulso acelerado, tomei a iniciativa pelo WhatsApp. **CAMILA:** (Via WhatsApp) Oi, sogrinho, como o senhor tá? Tava pensando no senhor... a gente nunca falou sobre isso, mas o senhor não se sente muito sozinho naquela casa tão grande? Ele não demorou pra responder. A resposta foi um tapa de honestidade que me deixou sem ar. **SEU GONZALO:** (Via WhatsApp) Ai, minha filhinha, a verdade é que faz falta uma mulher sim. Mas eu nunca quis botar uma madrasta pro Mateo com medo de que fosse uma mulher ruim. Cumpri meu papel de criar ele sozinho, mas a consequência é que fiquei sem ninguém... **CAMILA:** (Via WhatsApp, com os dedos trêmulos de tesão) Um homem como o senhor, tão maduro e tão bem conservado, não devia ficar tão sozinho, sogrinho... Senti que estava atravessando um abismo do qual não haveria volta. A quarta semana chegou com uma atmosfera de inevitabilidade. Faltava só uma semana pro aniversário do Seu Gonzalo e o Mateo já não disfarçava mais. Ele me abordou no apartamento com aquela doçura manipuladora que já tinha virado a marca dele. Pessoal. Ele envolveu minha cintura e me olhou com aqueles olhos que pediam uma rendição total. **MATEO:** Faz isso pelo meu pai, Camila. Faz pelo nosso futuro, pela paz dessa família. Se você me ama, faz por nós. Deixa ele ser feliz uma noite. Naquela noite, a rendição foi absoluta. Não houve dúvidas, não houve protestos. Mateo me levou pra cama e a penetração foi uma tempestade de carne e som. Ele me comia com uma força selvagem, buscando meu clímax enquanto a voz dele me arrastava pro abismo. **MATEO:** (Ofegante, com a pica me arrebentando por dentro) Você vai dar a noite pro meu pai? Vai deixar o velho reavivar essa buceta gostosa? Me fala, Camila! Me fala! Naquele momento, o último muro da minha moralidade desabou. Já não era mais a namorada indignada; era a mulher reivindicando seu direito ao pecado. Me agarrei nos lençóis com tanta força que meus dedos ficaram brancos e soltei um grito que rasgou o silêncio do apartamento.
**CAMILA:** (Gemendo com um desespero obsceno, enquanto meu corpo se arqueava de prazer) Ahhh!... Sim, meu amor, sim! Ahhh, que delícia!... Seu pai vai me arrebentar no dia do aniversário dele! Mmmh, sim!... Vamos fazer feliz meu sogrinho, baby, vou comer ele inteiro! Ahhh, vai com mais força, não para!... Uff, sim, assim!... Ahhh! O orgasmo nos atingiu os dois como um choque de trens. Senti minha buceta se contraindo violentamente ao redor do pau dele enquanto um jato do meu próprio prazer saía disparado. Ficamos estirados na cama, ofegantes, cobertos de suor e daquele cheiro denso de sexo e entrega. Mateo me beijou com uma paixão triunfante, celebrando o pacto que acabávamos de selar com fluidos. Eu fiquei ali, com o olhar perdido no teto e o corpo ainda vibrando de excitação, sabendo que em sete dias minha vida mudaria para sempre e que meu corpo já não me pertencia, mas sim ao desejo de um homem que não era meu namorado.
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