Minha história com minha mamãe

Depois do que aconteceu no Dia dos Pais com a minha mãe, tudo mudou de forma surpreendente e satisfatória pra mim. No dia seguinte, como era segunda-feira, todo mundo já tinha ido trabalhar. Eu tava pra sair de casa e ela saiu da casa dela, já ia pro ginásio. Eu fiquei parado na porta, ela me viu e sorriu, me perguntou "como você tá" olhando pra minha virilha. Na hora eu soube do que ela tava falando. "Um pouco dolorido, você exagerou mesmo." ELA: e o que você fez, tá certo andar de mão longa, é bom. EU: o que você queria que eu fizesse, você sabe como você me deixa e ainda pergunta. Nesse momento eu já tava de novo totalmente duro. ELA: se tivesse dolorido não tava assim. Apontando pro meu pacote ao mesmo tempo que tentou pegar de novo. Eu recuei, entrei na minha casa e ela também entrou. Como eu não tenho quintal, em vez disso tenho a sala, entrei e falei pra ela sentar no sofá. Quando ela sentou, eu pensei "vamos ver o que acontece, no pior dos casos um não, o que mais pode acontecer". Peguei e abaixei meu zíper, tirando meu pau, que eu sentia que ia explodir. Falei que tava doendo mas não consigo evitar, você causa isso, e aproximei da cara dela. E então aconteceu. Ela pegou com as mãos e começou a mexer de cima pra baixo, devagar, com cuidado, com carinho. ELA: lembro quando você era pequeno e se machucava, você me pedia pra passar a mão pra tirar a dor. EU: é, mas falta uma coisa. ELA: o que falta, quer que eu ponha um band-aid? EU: não, lembra que você me dava beijinhos onde tava machucado. Ela ficou me olhando e eu pensei, pronto, falei merda. Mas pra minha surpresa ela se aproximou e me deu um beijo numa bola e disse "aqui dói?" Não, então beijou a outra bola, "e aqui?" Não, beijou o tronco em três partes perguntando em cada beijo "e aqui?" E eu não, não, não. Quando sinto ela beijar bem na ponta da cabeça, "e aqui?" Eu sentia que ia gozar naquele momento e quase tremendo "sim, aí mesmo, é aí que dói". ELA: me desculpa por ter te machucado e te deixado dolorido. E me deu outros beijinhos, mas como sempre não me consegui me conter, agarrei a cabeça dela e tentei enfiar na boca dela, mas parece que ela adivinhou minhas intenções e me empurrou pra trás, se levantou e disse: preciso ir, tá ficando tarde. Abriu a porta e saiu, me deixando ali com o pau na mão e com meu esperma na ponta. Uns três dias depois ela me ligou pedindo ajuda com uma coisa que ela não conseguia fazer sozinha. Cheguei e perguntei onde ela estava, ela respondeu que na sala. Quando a vi, não acreditei: estava vestida como quando era mais jovem, quando vi toda a buceta dela pela primeira vez. Perguntei o que ela precisava, ela respondeu: preciso que você coloque a mangueira do meu tanque, só que caiu uma abraçadeira que comprei porque a que tinha quebrou. EU: onde tá? ELA: caiu por aqui, e se agacha pra procurar embaixo, mas ao fazer isso, por lógica, a saia subiu de um jeito exagerado, deixando à mostra suas coxas nuas e, consequentemente, as nádegas apareceram de um jeito bem safado, me mostrando uma fio-dental que era devorado por aquelas bandas que se revelavam assim, ao natural, descaradamente. Eu queria tocar, apertar, mas não quis estragar tudo como outras vezes, só cheguei o mais perto que pude pra admirar aquele buraquinho preto que se mostrava perfeitamente, aparecendo embaixo daquele tecidinho. Ela se levantou e ajeitou a saia como se nada tivesse acontecido, me deu a abraçadeira e disse: coloca. Como todo um grande encanador de filme pornô, me deitei e entrei embaixo do tanque e pedi uma chave de fenda. Ela foi buscar, quando voltou me entregou, coloquei e disse pra ela abrir o registro pra testar. Ela abriu as pernas e se posicionou por cima de mim pra abrir, aí eu me inclinei pra ver se conseguia olhar por baixo da saia dela e, surpresa, ela tinha tirado o fio-dental e eu pude ver tudo por baixo, sem nada que me impedisse. Fiquei me deliciando com a vista um pouco. Quando tudo ficou pronto, saí de baixo e não me aguentei mais, disse: abre o registro pra testar aqui em cima. Ela se inclinou e abriu, então eu a agarrei de a cintura e a atranquei sobre o tanque, enfiei minha mão esquerda na blusa dela e agarrei um peito, com a outra mão procurei embaixo da saia dela e comecei a tocar sua buceta. Quando sentiu minha mão, pensei que ela ia se afastar ou ficar brava, mas não disse nada, pelo contrário, abriu as pernas e se empinou um pouco, o que aproveitei e percorri com a palma da mão sua bucetinha com calma, depois com meus dedos acariciava seus lábios com carinho, sem pressa. Tinha momentos em que ela apertava minha mão, fechando um pouco as pernas e as abria de novo. Para isso já tinha tirado minha mão da blusa dela e levantei sua saia até a cintura, descobrindo em sua totalidade todo o seu traseiro, acariciando-o com devoção. Só quem já fez isso sabe do que estou falando e o que se sente tendo sua mãe assim, à sua disposição. Continuei com o assunto, acariciava suas nádegas e sua vulva, quando notei que ela começou a se molhar, estava molhadinha. Empinei mais ela e continuei acariciando. Em um dado momento, só ouvia um "mmmj haaa si", sem que ela notasse, me abaixei e abri um pouco suas nádegas. Ela só disse um "nouuuumm", mas não se moveu, e aproveitei para passar minha língua pelo seu anito, esse oyito que tanto ansiava, agora o tinha para mim. Beijava e lambia, separei mais suas pernas e percorria sua buceta agora sim com liberdade, de frente até seu bum, e metia minha língua para percorrer tudo de novo, e ela não se movia, só gemia e dizia que não, mas em voz baixa e sem resistir, e eu queria comer, terminar. De repente, quando passei minha língua pelo seu clitóris, ela levou a mão para trás, agarrando minha cabeça, e começou a se mover de trás para frente. Me soltou e se virou, ficando eu inchado de frente para sua buceta, e vi seu rosto suado, vermelho, seus lábios molhados, e escutei as palavras que ela me disse, muito excitada. Quando olhei nos olhos dela, disse: "si papi mmm sabes que eres mi papi mi love mmmm". Me pegou de novo pela cabeça e me puxou para sua buceta, e eu, sem negar, levantei uma perna dela e subi seu pé no meu ombro e comecei a dar mais língua. Só escutava o sim mmmmm mais gostosommmm siii papiiiii mete fundo em mim eu chupava e acariciava as pernas dela e as nádegas eu abria e acariciava o bumbum com meu dedo e ela continuava gemendo si papi papi me dá forteeeee tasty ooo mmmm você é meu papiiiii ela começou a se mover mais forte se convulsionou e colou mais a buceta dela em mim e esfregava quando disse siiiii já já yaaasss mmmmm e começou a escorrer escorria um jato forte como se estivesse mijando mas eu sabia o que era me apertou e eu continuei lambendo até que ela me soltou e disse já aasss Ela ficou quieta um momento e abaixou a perna eu me levantei e olhei pra ela estava com os olhos fechados e as pernas escorria meu rosto estava molhado e meus lábios com aquele sabor agridoce de imediato tirei meu pau que estava a mil totalmente ereto me aproximei e passei pela buceta dela mas ao sentir ela reagiu abriu os olhos me viu viu meu pau ereto com um calor como verde escuro disse não e me empurrou pra trás abaixou a saia, ELA: Me desculpa pelo que aconteceu mas não EU: como assim não então ELA: por favor me deixei levar me desculpa fazia tempo que não me relaxava assim de fato nunca tinham me feito assim mas não podemos já tinha te falado EU: mas por que não vamos ver me diz com o que você tá jogando ELA: isso mesmo, você entendeu é um jogo por favor não estraga relaxa, tá bom? Só aproveita. e assim ela me deixou não sem antes me agradecer e um beijo no rosto perto dos lábios e entrou em casa fechou a porta e eu saí pra minha casa ficando com vontade de novo. Mas já pra meados de agosto tivemos um convite pra uma festa e fomos todos nesse dia ao vê-la meu pau reagiu de imediato ela estava com uma saia preta meias e uns sapatos de bico por cima não via nada porque tinha um suéter de lã que cobria tudo até o pescoço nesse dia alugamos um táxi já que o único que tem carro é meu irmão e com ele foram minha irmã e o marido e os filhos levaram minha filha e minha esposa, no táxi ia meu pai na frente de copiloto levando o bebê dele de minha sobrinha atrás ia minha outra filha carregando umas flores no meio minha mãe com umas sacolas e do outro lado eu como estava um pouco afastado minha filha colocou os fones de ouvido e como sobrava um pouco de espaço pôs o buquê de flores no meio dela e minha mãe se encostou na porta e dormiu minha mãe ao sentar de novo a saia subiu e vi que o que tinha era um leve se aparecia pelas laterais os suportes deste ela levava umas sacolas de presentes e as pôs sobre as pernas tapando a vista para frente quando o carro começou a andar meu pai conversava com o motorista e pôs música em volume baixo para poderem se ouvir entre eles e de imediato começou a tocar sua perna por um lado tentando meter minha mão mas não podia por ser incômodo como já tinha meu pau duro de novo tentava eu me ajeitar mas não podia ela percebeu e perguntou em voz baixa o que me acontecia apontei para baixo e ela notou o volume me disse então com o olhar e em voz baixa "tira" como vi que era difícil que nos vissem abaixei meu zíper e tirei senti um enorme alívio ela abaixou a mão e pegou em volta começou a subir e descer suavemente me olhava e sorria quando vi que já estávamos a um quarteirão de chegar guardei e subi meu zíper descemos entramos na festa e nos sentamos como já tinha muita gente nos tocou uma mesa num canto colada junto a umas plantas e umas árvores pequenas minha mãe buscou a forma de se sentar junto a mim quando apagaram as luzes da casa para deixar as do equipamento de som ficamos na escuridão e aproveitando que as toalhas eram longas imediatamente comecei outra vez a tocar sua perna ela deu uma olhada onde estavam todos como era festa de família todos estavam na deles meu pai com seus irmãos e primos bebendo minha irmã dançava com seu marido minha esposa curtindo com minhas tias fazendo roda várias mulheres meus filhos com seus primos faziam o mesmo minha mãe dizia que não se sentia bem quando a convidavam para dançar minhas tias por isso seguíamos os dois sentados quando as luzes se concentraram na pista nos deixando no escuro aproveitamos ela abriu as pernas e eu coloquei minha mão sentindo novamente que não tinha nada por baixo me aproximei do ouvido dela e disse será que você quer brincar agora e ela vira e me diz e você não? Sorri pra ela e continuei na mesma quando a música parava e todos vinham sentar disfarçávamos e serviam drinks eu bebia devagar e demorava pra terminar todos estavam no clima minha mãe fingia beber rápido mas percebi que disfarçadamente esvaziava numa garrafa que levava escondida quando nos deixaram sozinhos de novo voltei ao que estava fazendo com ela de novo eu estava bem ereto e num momento me aproximei e disse que vontade de brincar de novo com sua bunda e sua buceta ela virou e embora não bebesse toda a bebida o pouco que ingeriu a entregou já estava um pouco bêbada ELA: sério que você quer brincar EU: sim que vontade tenho de te provar de novo ELA: vamos ver se é verdade me espera um pouquinho ela se levantou e se aproximou do meu irmão que pra isso ele já estava bem metido numa conversa com uma amiga de uma das minhas primas e se aproximaram os dois meu irmão me diz ei a mamãe disse que está se sentindo um pouco mal mas deixou os remédios dela em casa queria que eu levasse mas você vê que estou com essa mina e não quero que ela vá embora leva você rápido pega as chaves do carro a device e com um sorriso me diz vamos rápido, sem duvidar peguei as chaves e avisei pra minha esposa que levaria ela e voltaríamos num momento como estava no clima ela me diz vão com cuidado ela avisou pro meu pai e também disse que sim que levasse. Saímos e abri a porta pra ela entrar a saia dela parecia que já sabia seu lugar imediatamente ela entrou de novo mas agora ela levantou mais de modo a me deixar ver seu triângulo com seus pelos aparecendo saímos e todo o caminho levei minha mão enfiada entre as pernas dela só tirava pra fazer as trocas de marcha e de novo colocava de volta EU: onde você quer brincar na CASA? ELA :agora a gente vê você dirige com cuidado chegando em casa tinha outra festa por isso a rua estava fechada mas tem um beco que sai mais pra frente a gente entrou por ali e como não consertaram as lâmpadas estava escuro nada se viam as luzes do carro nisso ela me diz para aqui quero mijar EU:espera um pouquinho já estamos atrás da casa ELA:Já não acho que aguento o álcool e suas mãos já me relaxaram a xoxota Eu paro e ela abre a porta acende a luz e sobe desce como estava com a saia levantada só senta assim do lado da porta me olha e sorri dizendo que já não aguentava então eu desço e falo pra ela eu também aproveito serve pra eu ver se ninguém te vê vou pro lado dela e começo a mijar viro e ela continua sentada me agacho por baixo da porta do carro e vejo que não sai nada e então estico minha mão e acaricio a bucetinha dela, falo que delícia ela me diz já estava demorando mas vem me passa o papel está aqui no porta-luvas me lavo todo e assim como estava com o pau duro e do lado de fora me aproximo e abro o porta-luvas tiro o papel e dou pra ela ficando meu pau na altura do rosto dela nisso ela vê e pega com as duas mãos e começa a brincar estico minha mão e apago a luz interna do carro ela me diz de novo com sua vozinha sexy "meu papiiiii te devo"se aproxima acaricia dá um beijo na cabecinha depois outro depois abre sua boquinha e mete a cabecinha tira dá outro beijo mete de novo tira e beija ao redor mete de novo até a metade tira até a pontinha e mete tudo até a garganta e começa uma chupada gostosa com maestria metendo até a metade tirando de novo até a metade e depois tudo até dentro repetindo a mesma coisa várias vezes eu pego a cabeça dela e começo a dirigir a mamada eu metendo tudo até a garganta e deixando um pouco outra vez pra fora e outra vez até o fundo quando senti que ia gozar vi umas luzes que se refletiam sinal de que vinha outro carro fiz sinal ela subiu assim e eu também corri pra subir, liguei o foguete e fomos pra casa, entramos e ela me diz vem me ajudar a procurar meus remédios e eu amaldiçoando o carro por ter aparecido, ela aproxima uma cadeira e me diz procura, acho que deixei naquela caixa, subo e começo a procurar quando sinto que ela me agarra e começa a desabotoar meu cinto, depois o botão e o zíper da minha calça, ela abaixa com tudo e a cueca dizendo "achou que era tudo?" e coloca na boca e começa de novo com o tratamento, seguro a cabeça dela pra de novo ter o ritmo, sim como estava antes, então sinto que começa a pulsar de novo e enfio até o fundo da garganta dela e começo a gozar dentro da boca dela e aperto a cabeça dela mais em direção ao meu pau, quando terminei tirei, vi a cara dela toda vermelha pelos engasgos mas não vejo nada de porra, ela tinha engolido tudo, só vejo que ela limpa o rosto e me diz "é o justo, estamos quites, vamos embora" "e seus remédios?" eu digo, "já tomei o que precisava, me espera no carro, vou no banheiro e vamos" quando ela saiu vi que tinha se trocado, colocou uma calça larga e subiu, no caminho ela me diz "por que tão sério?" e eu respondo "porque não vejo mais nada, por que você colocou calça?" "assim você não gostou?" "sim, como não, olha só, não abaixou" mostro meu pau que estava pra fora e ereto "sério?" ela me diz e pega com a mão "é por minha causa que tá assim?" ela se agacha e coloca na boca de novo, paro uma rua antes e de novo ela me faz terminar, chegando na festa todos continuam se divertindo sem imaginar o que tinha acontecido

1 comentários - Minha história com minha mamãe