Um ano depois, nasceu o bebê da Renata.
Foi um menino saudável, forte, com o choro potente de quem chega a um mundo que ainda não sabe que está quebrado. Chamaram ele de Mateo. As três mulheres choraram de alívio quando ouviram.
Semanas depois, Sofia e Camila entraram em trabalho de parto quase ao mesmo tempo.
Os dois bebês nasceram mortos.
O silêncio que se seguiu foi mais pesado do que qualquer horda de zumbis. Sofía se trancou no quarto por dias. Camila mal falava. A casa, que tinha começado a se sentir como um lar, virou de novo um lugar de luto. Renata, com Mateo no colo, foi quem segurou as pontas: levava comida, obrigava elas a sair pro sol, deixava o bebê nos braços delas pra lembrar que ainda tinha vida.
Pouco a pouco, as duas mulheres foram saindo do buraco.
Ajudavam com o Mateo. Trocavam as fraldas dele, embalavam, cantavam músicas antigas. O neto virou a ponte que as trouxe de volta ao presente.
E com o tempo, o desejo voltou.
Uma tarde no celeiro
O Carlos encontrou a Camila mexendo nas ferramentas. Ele não disse nada. Ela também não. Simplesmente se olharam e se reconheceram. A Camila baixou a calça, se apoiou na parede de madeira e ofereceu a bunda. Ele entrou na buceta dela com uma estocada funda. Comeu ela com força, quase com raiva contida, as mãos cravadas nas cadeiras de milf dela. A Camila gemia contra o braço, pedindo mais, mais forte. Gozou apertando ele, e ele se esvaziou dentro dela com um grunhido longo.
Noite na cama da Sofia
Sofia o esperava nua. Montou em Carlos e desceu devagar, sentindo ele esticá-la. Começou a se mover num ritmo lento, profundo, a bunda grande batendo nas coxas dele uma vez atrás da outra. Carlos segurou os quadris dela e investiu de baixo. Ela se inclinou pra frente, ofereceu os peitos, e ele chupou enquanto a comia. Gozaram juntos, Sofia tremendo, a buceta ordenhando ele até a última gota.
Amanhã no rio próximo
Os três se banhavam. Renata cuidava de Mateo à distância. Camila e Sofía se aproximaram de Carlos na água. Primeiro, Sofía se agachou e o levou à boca, chupando-o sob a superfície. Depois, Camila se virou, apoiou-se numa pedra e recebeu as investidas do filho por trás. Sofía se posicionou na frente e Camila lambeu a buceta dela enquanto era fodida. Carlos gozou dentro da mãe; depois, Sofía montou nele na margem até ele enchê-la de novo.
Noite dos três
Na cama grande. Carlos deitado. Camila sentou na cara dele e se esfregou contra a boca. Sofia empalou no pau dele e cavalgou com vontade, quicando. Elas se revezaram: quando uma cansava, a outra tomava o lugar. Carlos comeu as duas por frente e por trás, enchendo elas uma e outra vez. Terminaram enroscados, suados, o gozo escorrendo entre as coxas das duas mulheres.
Meses depois, Sofia e Camila engravidaram de novo.
Tinha medo. Muito. Mas dessa vez o resultado foi diferente.
Ambas deram à luz meninas saudáveis.
O choro das duas bebês encheu a casa de novo. Sofia e Camila choraram, mas agora de um alívio tão grande que quase as dobrou. Renata colocou Mateo nos braços delas, junto com as recém-nascidas. Por um momento, no meio da cidade morta, a casa se sentiu completamente viva.
Anos depois
Passaram-se os anos.
A vila morta foi se tornando, aos poucos, um lugar habitável de novo; alguns refugiados chegaram e se estabeleceram na vila com o tempo. A horta cresceu. Os animais se multiplicaram. As cercas foram reforçadas. As noites deixaram de ser só medo e sexo de sobrevivência; às vezes eram simplesmente noites.
Renata teve mais três filhos: um menino e duas meninas.
Camila e Sofia, uma cada uma… mais duas meninas.
A casa, que no começo tinha parecido grande demais e vazia, se encheu de passinhos, de choro, de risada e de briga por quem comia a última fruta. Mateo cresceu rápido. As meninas da Camila e da Sofia aprenderam a andar no mesmo quintal onde antes só tinha silêncio e mato alto.
A infecção nunca desapareceu do mundo.
Continuaram existindo hordas distantes, viajantes perigosos e a certeza de que lá fora tudo seguia quebrado. Mas dentro daqueles muros entenderam algo terrível e simples ao mesmo tempo:
A única cura real para a morte tinha sido outra vida.
Camila e Sofía tiveram que perder um filho cada uma para se salvarem. Foi devastador. Durante muito tempo a dor ficou alojada no peito como uma pedra. Algumas noites ainda acordavam com a lembrança daqueles corpos pequenos que não chegaram a respirar. Mas o tempo, os filhos que viveram e a presença constante de Carlos foram as sustentando.
Não esqueceram.
Aprenderam a carregar o luto sem deixar que ele as parasse.
Carlos envelheceu cercado por elas. Pelas três mulheres que o escolheram uma e outra vez, no meio do fim do mundo. Pelos filhos que nasceram dessa escolha. Às vezes, ao cair da tarde, sentava na varanda pra olhar a vila vazia e pensava em tudo que tinham perdido... e em tudo que, contra toda lógica, tinham conseguido preservar.
A infecção continuava sendo terrível.
Mas eles tinham encontrado um jeito de seguir em frente.
Juntos.
Foi um menino saudável, forte, com o choro potente de quem chega a um mundo que ainda não sabe que está quebrado. Chamaram ele de Mateo. As três mulheres choraram de alívio quando ouviram.
Semanas depois, Sofia e Camila entraram em trabalho de parto quase ao mesmo tempo.
Os dois bebês nasceram mortos.O silêncio que se seguiu foi mais pesado do que qualquer horda de zumbis. Sofía se trancou no quarto por dias. Camila mal falava. A casa, que tinha começado a se sentir como um lar, virou de novo um lugar de luto. Renata, com Mateo no colo, foi quem segurou as pontas: levava comida, obrigava elas a sair pro sol, deixava o bebê nos braços delas pra lembrar que ainda tinha vida.
Pouco a pouco, as duas mulheres foram saindo do buraco.Ajudavam com o Mateo. Trocavam as fraldas dele, embalavam, cantavam músicas antigas. O neto virou a ponte que as trouxe de volta ao presente.
E com o tempo, o desejo voltou.
Uma tarde no celeiro
O Carlos encontrou a Camila mexendo nas ferramentas. Ele não disse nada. Ela também não. Simplesmente se olharam e se reconheceram. A Camila baixou a calça, se apoiou na parede de madeira e ofereceu a bunda. Ele entrou na buceta dela com uma estocada funda. Comeu ela com força, quase com raiva contida, as mãos cravadas nas cadeiras de milf dela. A Camila gemia contra o braço, pedindo mais, mais forte. Gozou apertando ele, e ele se esvaziou dentro dela com um grunhido longo.
Noite na cama da SofiaSofia o esperava nua. Montou em Carlos e desceu devagar, sentindo ele esticá-la. Começou a se mover num ritmo lento, profundo, a bunda grande batendo nas coxas dele uma vez atrás da outra. Carlos segurou os quadris dela e investiu de baixo. Ela se inclinou pra frente, ofereceu os peitos, e ele chupou enquanto a comia. Gozaram juntos, Sofia tremendo, a buceta ordenhando ele até a última gota.
Amanhã no rio próximoOs três se banhavam. Renata cuidava de Mateo à distância. Camila e Sofía se aproximaram de Carlos na água. Primeiro, Sofía se agachou e o levou à boca, chupando-o sob a superfície. Depois, Camila se virou, apoiou-se numa pedra e recebeu as investidas do filho por trás. Sofía se posicionou na frente e Camila lambeu a buceta dela enquanto era fodida. Carlos gozou dentro da mãe; depois, Sofía montou nele na margem até ele enchê-la de novo.
Noite dos trêsNa cama grande. Carlos deitado. Camila sentou na cara dele e se esfregou contra a boca. Sofia empalou no pau dele e cavalgou com vontade, quicando. Elas se revezaram: quando uma cansava, a outra tomava o lugar. Carlos comeu as duas por frente e por trás, enchendo elas uma e outra vez. Terminaram enroscados, suados, o gozo escorrendo entre as coxas das duas mulheres.
Meses depois, Sofia e Camila engravidaram de novo. Tinha medo. Muito. Mas dessa vez o resultado foi diferente.
Ambas deram à luz meninas saudáveis.O choro das duas bebês encheu a casa de novo. Sofia e Camila choraram, mas agora de um alívio tão grande que quase as dobrou. Renata colocou Mateo nos braços delas, junto com as recém-nascidas. Por um momento, no meio da cidade morta, a casa se sentiu completamente viva.
Anos depoisPassaram-se os anos.
A vila morta foi se tornando, aos poucos, um lugar habitável de novo; alguns refugiados chegaram e se estabeleceram na vila com o tempo. A horta cresceu. Os animais se multiplicaram. As cercas foram reforçadas. As noites deixaram de ser só medo e sexo de sobrevivência; às vezes eram simplesmente noites.
Renata teve mais três filhos: um menino e duas meninas.Camila e Sofia, uma cada uma… mais duas meninas.
A casa, que no começo tinha parecido grande demais e vazia, se encheu de passinhos, de choro, de risada e de briga por quem comia a última fruta. Mateo cresceu rápido. As meninas da Camila e da Sofia aprenderam a andar no mesmo quintal onde antes só tinha silêncio e mato alto.
A infecção nunca desapareceu do mundo.Continuaram existindo hordas distantes, viajantes perigosos e a certeza de que lá fora tudo seguia quebrado. Mas dentro daqueles muros entenderam algo terrível e simples ao mesmo tempo:
A única cura real para a morte tinha sido outra vida.
Camila e Sofía tiveram que perder um filho cada uma para se salvarem. Foi devastador. Durante muito tempo a dor ficou alojada no peito como uma pedra. Algumas noites ainda acordavam com a lembrança daqueles corpos pequenos que não chegaram a respirar. Mas o tempo, os filhos que viveram e a presença constante de Carlos foram as sustentando.
Não esqueceram.
Aprenderam a carregar o luto sem deixar que ele as parasse.
Carlos envelheceu cercado por elas. Pelas três mulheres que o escolheram uma e outra vez, no meio do fim do mundo. Pelos filhos que nasceram dessa escolha. Às vezes, ao cair da tarde, sentava na varanda pra olhar a vila vazia e pensava em tudo que tinham perdido... e em tudo que, contra toda lógica, tinham conseguido preservar.
A infecção continuava sendo terrível.
Mas eles tinham encontrado um jeito de seguir em frente.
Juntos.
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