Olá a todos, trago pra vocês esse lindo conto, espero que gostem. Meu nome é Emilio, tenho 60 anos, moro no campo, longe da cidade. Faz seis anos que sou viúvo, minha esposa faleceu há seis anos. Por isso moro sozinho, mas costumo me divertir quando minha neta vem. Minha neta mora na cidade de Buenos Aires com minha filha, que é a mãe dela, e com o pai dela, que é meu genro. Estou a uma hora da cidade, ela costuma vir bastante porque o campo onde eu moro não fica muito longe. Os pais confiam muito em mim, costumam deixar ela ficar dois dias comigo, sábado e domingo, quando ela não tem aula. Minha neta se chama LiLi, fez 18 anos no ano passado, é muito linda, muito tímida e delicada, e é bem desenvolvida, tem um corpão lindo e uma bunda maravilhosa. Quando ela fez 17, eu comecei a vê-la de outro jeito.


Embora eu seja um pouco velho, eu domino bastante a tecnologia de hoje. Deixa eu explicar: uns anos atrás, eu não sabia usar celular, era muito burro, mas ela, toda vez que vinha, me ensinava a usar o celular que eu tinha. Aprendi a usar o celular e, em poucos meses, baixei Instagram e Facebook. Costumava entrar no Instagram pra ver as fotos gostosas dela e me masturbar.












Enquanto eu me masturbava vendo a foto, eu enchia um copo e despejava dentro dele minha porra espessa. E um dia tive a ideia brilhante de mentir pra ela e dizer que eu preparava um iogurte parecido com o leite de vaca. Tive essa ideia porque não queria mais desperdiçar minha porra espessa. Toda vez que ela vinha, eu sempre oferecia o iogurte que eu preparava especialmente pra ela. Ela não sabia que era meu sêmen, nem sabia que gosto o sêmen tinha. Além disso, ela nunca tinha tido namorado, os pais não deixavam ela ter ainda. Como eu dizia, eu oferecia o iogurte delicioso que eu preparava especialmente pra ela, e ela tomava. Eu podia ver na cara dela que ela não gostava, mas tomava mesmo assim. Acho que ela nunca me disse que aquele iogurte era nojento porque tinha medo de me deixar triste. Toda vez que ela vinha, eu sempre oferecia e ela tomava. Eu percebia na cara dela que ela tentava não fazer cara de nojo pra eu não notar. E uma vez ela veio na minha casa, como sempre costumava vir. E eu ofereci de novo, e ela me disse que aquele iogurte tinha feito mal pra ela. Era mentira, o iogurte que eu dava nunca fez mal pra ela, o que acontece é que ela não gostava. E com certeza ela não gostava, porque era muito azedo e muito amargo. Digo isso porque eu sempre tomava meu próprio sêmen, tomava pra não desperdiçar nada, mas eu já estava acostumado a tomar. Eu tenho muitos cavalos e tinha dado um de presente pra ela. Ela sempre gostou de cavalos, toda vez que vem pro campo ela costuma andar a cavalo e enche o cavalo de beijos, e costuma abraçar muito o cavalo que eu dei pra ela. Esses cavalos são cavalos grandes, eu podia ver que toda vez que ela se aproximava dos cavalos, as pirocas dos cavalos se soltavam, ficavam duras como pedra. Esses cavalos eram bem tarados, além disso eu só tinha cavalo safado. Eu percebia que ela olhava de canto pra aquele cavalo enorme, acho que ela olhava de canto porque sentia nojo de ver aquelas coisas. Toda vez que ela não estava, eu ficava enchendo copos com minha porra.

Ela nem imaginava de onde saía aquele iogurte. Faltava um dia pra sábado, quando ela vinha passar o fim de semana comigo, e eu tava muito ansioso. Naquela mesma noite, pensei em fazer outro experimento: começar a tirar sêmen dos cavalos e guardar nos copos. Minha ideia era dizer que eu tinha preparado outro tipo de iogurte, mais gostoso, pra ela não passar mal de novo. Eu sabia que, se ela provasse o sêmen do cavalo, que supostamente era o novo iogurte, com certeza ia preferir tomar o iogurte velho que eu sempre dava, que era minha porra. Tive essa ideia porque pensei que, se fizesse isso, ela ia preferir tomar o iogurte velho, que era meu sêmen. Ela nem imaginava de onde saía o iogurte. Eu costumava tomar o sêmen do cavalo, mas era muito ruim, por mais que tentasse, não conseguia. Além disso, uma vez ele me deu um coice, e aí decidi não me arriscar mais a tocar no cavalo, na pica do cavalo. Mas dessa vez, de algum jeito, eu tinha que tirar a porra do cavalo de novo. Chegou o sábado e ela veio, como sempre. Não deu tempo de tirar a porra do cavalo, mas deu tempo de tirar a minha porra. Sempre esperava os pais saírem pra oferecer o iogurte especial que eu preparava pra ela.. Esse dia ela veio com uma calcinha preta e um topzinho.
E ela me disse: Oi, vovô. E eu respondi: Oi, minha netinha querida, como você tá? E ela me disse: Tô muito bem, vovô, e o senhor? Eu disse: Bem, como sempre. Vamos entrar em casa porque aqui fora tá muito calor. E ela respondeu: É verdade, vovô, o sol tá muito forte, vamos pra dentro. A gente sentou na sala de jantar e ficou conversando um tempo. Até que eu lembrei do iogurte dela. E eu disse, como sempre costumava falar: Você vai tomar seu iogurte que eu preparei especialmente pra você. E ela me disse: Não, obrigada, vovô, não gosto do seu iogurte. E ela respondeu rapidinho: Quero dizer, o seu iogurte me fez mal. E eu disse: Primeiro eu te ouvi dizer que não gosta do iogurte que eu preparei pra você. Bom, tudo bem, ninguém gosta do meu iogurte. E ela me disse: Ai, vovô, não fica triste, eu me enganei na palavra. E eu disse: Mas eu ouvi você dizer que não gosta. E ela me disse: Ai, vovô, não fica triste, com certeza você ouviu errado. Tá bom, vovô, vou tomar o iogurte que você preparou, mas só um pouquinho. Rapidinho eu me levanto da mesa e vou buscar o iogurte que preparo especialmente pra ela.
Aqui está, queridíssima neta, espero que você aproveite. E novamente ele começou a beber, me dava tanto prazer ver como ela tomava meu esperma grosso. Quando ela tomou tudo, me disse: "Vô, posso te perguntar uma coisa?" E eu respondi: "Pode, Lili, o que você quiser." E ela me disse: "Por que o iogurte que você prepara pra mim tem um gosto amargo e é muito azedo?" E eu disse: "Porque é iogurte caseiro, é iogurte artesanal." E ela me disse: "Ah, então agora entendo por que é tão amargo e azedo." Vi que ela tinha deixado um pouquinho e perguntei: "Você não vai tomar esse pouquinho que sobrou?" E ela respondeu: "Não, já tô muito cheia." Foi aí que peguei a taça e tomei de um gole só o pouco de sêmen que restava. E ela me olhou e disse: "Vô, dá pra ver que você gosta muito disso." E eu respondi: "Eu adoro, esse iogurte tem muita vitamina." Mais tarde, ela me diz: "Vô, a gente pode ir ver os cavalos?" E eu respondi: "Pode sim, querida, vamos.







Um tempo depois ela me fala que queria andar a cavalo e que eu tirasse umas fotos dela. E eu respondi: "tá bom, Lili, aí eu te tiro as fotos.

a gente também foi andar a cavalo. E ela me dizia que ia sair, que uma amiga ia vir buscá-la, mas que eu não falasse nada pra mãe nem pro pai dela. E eu falei pra ela: tá bom, Lili, pode ir tranquila, só não volta muito tarde. Eu era muito gente boa com ela, deixava ela ir pra onde quisesse quando tava comigo. Naquela noite, vieram umas amigas buscar ela e foram dançar. As amigas não tinham problema nenhum em vir buscá-la, porque iam de carro, e até que o sítio onde eu tava não ficava tão longe da cidade.

Naquela noite ela se arrumou toda gostosa. E como fiquei sozinho em casa, foi aí que aproveitei pra tirar mais leite de novo e encher o copo de porra de novo enquanto olhava as fotos dela no Instagram.

Enquanto ela tava dançando na balada, eu aproveitei aquela mesma noite pra ir tirar leite dos cavalos. Também tinha um jumento, se os outros cavalos não deixassem, eu ia ter que tirar só do jumento mesmo, aquele jumento é muito manso.




Por sorte os cavalos deixaram tirar porra. Esses cavalos tinham as duas bolas cheias de porra e enchi uma taça inteira de porra pura de cavalo.
Enquanto isso, na balada, a Mili tava conversando com as amigas dela. E ela falou pras amigas: "Amigas, tenho que contar uma coisa pra vocês." As amigas responderam: "O que foi? O que você quer contar?" E a Mili disse: "Hoje meu avô me deu um iogurte e aquele iogurte era muito azedo. Lavei minha boca umas 20 vezes, mas ainda tô com esse gosto azedo." As amigas riram: "Hahaha" e falaram: "E aí, Mili, capaz que o iogurte tava vencido." E ela respondeu: "Não riam, o iogurte que meu avô faz é feito com muito amor, só pra mim. Pode ser que seja um iogurte azedo e amargo, mas o importante é que dá pra tomar. Além disso, ele me disse que tem esse gosto porque é um iogurte artesanal." Enquanto isso, eu no campo continuava tirando porra dos cavalos. No outro dia, eu acordo, vou pra mesa tomar chimarrão, e mais tarde ela se levanta. E ela me diz: "Bom dia, vô." "Bom dia, Lili, como você amanheceu?" E ela respondeu: "Muito bem, vô, e o senhor?" E eu falei: "Eu também amanheci bem. Ah, Lili, queria te falar que não tem porra pro seu café da manhã, você vai ter que tomar um iogurte novo que preparei ontem à noite." Aquele iogurte novo era o sêmen dos cavalos. E ela me respondeu: "Melhor eu esperar a comida." E eu falei: "Não, falei que você tem que tomar café da manhã." E ela disse: "Tá bom, então vou provar esse iogurte novo.
Experimentou um gole e disse: "ai não, vô, melhor eu tomar o outro iogurte, que esse vai me dar solidão." Naquele momento, pensei comigo: minha ideia funcionou.
Me deu tanto prazer ver como ela tomava toda a minha porra, comecei a ficar excitado e disse pra ela: Lili, depois que terminar de tomar seu iogurte, quero te falar uma coisa. E ela me responde: tá bom, vovô. Mais tarde, depois que tomou todo o iogurte, peguei na mãozinha dela e disse: vamos pro sofá, quero te falar uma coisa. Fomos direto pro sofá, sentamos, eu não aguentava mais de vontade de pedir pra ela chupar meu pau. E digo: Lili, vou te falar uma coisa, mas me promete que não vai contar pra ninguém e que não vai ficar brava. Ela me olhou firme e disse: sim, vovô, pode me falar o que quiser, fica tranquilo que não vou contar pra ninguém. Eu tava um pouco nervoso, mas não aguentava mais de vontade de pedir pra ela chupar meu pau. Bom, tá certo, vou te falar, Lili: pela primeira vez em seis anos, vou pedir de novo pra uma mulher chupar meu pau. E ela disse: o quê? O que eu quero te dizer é se você pode chupar um pouquinho do meu pau antes de voltar pra sua casa. E ela me disse: mas vovô, você tá ficando maluco, como é que eu vou fazer isso? Além do mais, isso é nojento. E eu fiz cara de triste e disse: por favor, meu amor, preciso que você me ajude, você é a única que pode me ajudar com isso. E ela me disse: vovô, não fica triste, mas não consigo fazer essas coisas, só de imaginar já me dá muito nojo. E eu disse: te prometo que se você me ajudar com isso, te dou todos os cavalos, até o burro eu te dou. E ela me disse: sério, você vai me dar todos os cavalos, vovô? E eu respondi: sim, Lili, te prometo que vou te dar todos. E ela me disse: ah, vovô, mas não sei se vou conseguir, me dá agonia fazer isso, mas vou tentar. Foi aí que eu perguntei de novo: sério que você vai tentar me chupar? E ela disse: sim, vovô, vou tentar. Rapidinho eu baixei minha calça e meu pau começou a ficar duro. Ela olhava surpresa, fitava meu pau e dizia: nunca vi um pau, vovô. E eu perguntei: nunca assistiu porno? E ela disse: tentei assistir, mas me deu muito nojo. E eu disse: chupar pau é a mais gostosa que uma mulher pode fazer pode ser que primeiro te dá nojo e pode ser que seja um pouco salgado e amargo, mas depois você vicia.. E ela me disse eu não acho que seja viciada nisso. foi aí que eu falei bom então chupa, me chupa. eu estava sentado no sofá, minha pica estava bem dura.
E aí ela começou a me chupar com aquela boquinha linda, suave e delicada. E eu ia falando: "ai, meu amor, isso, continua chupando, não para não, pra ser sua primeira vez você chupa muito bem". Ela ficou me chupando uns 13 minutos. Eu não avisei quando ia gozar porque sabia que ela não ia continuar chupando, então gozei dentro da boca dela sem avisar. Meu leite saiu tão forte que ela engasgou um pouco. Aí ela me olha e fala: "que nojo, vô, e ainda tem o mesmo gosto do iogurte que você me dá". E eu mudei de assunto, respondi na hora e falei: "foi só isso, Lili, muito obrigado, todos os cavalos são seus". E ela me disse de novo: "vô, por que seu esperma tem o mesmo gosto de iogurte?". E eu falei que explicava depois, me levantei rápido e fui tomar banho. FIM.



Embora eu seja um pouco velho, eu domino bastante a tecnologia de hoje. Deixa eu explicar: uns anos atrás, eu não sabia usar celular, era muito burro, mas ela, toda vez que vinha, me ensinava a usar o celular que eu tinha. Aprendi a usar o celular e, em poucos meses, baixei Instagram e Facebook. Costumava entrar no Instagram pra ver as fotos gostosas dela e me masturbar.












Enquanto eu me masturbava vendo a foto, eu enchia um copo e despejava dentro dele minha porra espessa. E um dia tive a ideia brilhante de mentir pra ela e dizer que eu preparava um iogurte parecido com o leite de vaca. Tive essa ideia porque não queria mais desperdiçar minha porra espessa. Toda vez que ela vinha, eu sempre oferecia o iogurte que eu preparava especialmente pra ela. Ela não sabia que era meu sêmen, nem sabia que gosto o sêmen tinha. Além disso, ela nunca tinha tido namorado, os pais não deixavam ela ter ainda. Como eu dizia, eu oferecia o iogurte delicioso que eu preparava especialmente pra ela, e ela tomava. Eu podia ver na cara dela que ela não gostava, mas tomava mesmo assim. Acho que ela nunca me disse que aquele iogurte era nojento porque tinha medo de me deixar triste. Toda vez que ela vinha, eu sempre oferecia e ela tomava. Eu percebia na cara dela que ela tentava não fazer cara de nojo pra eu não notar. E uma vez ela veio na minha casa, como sempre costumava vir. E eu ofereci de novo, e ela me disse que aquele iogurte tinha feito mal pra ela. Era mentira, o iogurte que eu dava nunca fez mal pra ela, o que acontece é que ela não gostava. E com certeza ela não gostava, porque era muito azedo e muito amargo. Digo isso porque eu sempre tomava meu próprio sêmen, tomava pra não desperdiçar nada, mas eu já estava acostumado a tomar. Eu tenho muitos cavalos e tinha dado um de presente pra ela. Ela sempre gostou de cavalos, toda vez que vem pro campo ela costuma andar a cavalo e enche o cavalo de beijos, e costuma abraçar muito o cavalo que eu dei pra ela. Esses cavalos são cavalos grandes, eu podia ver que toda vez que ela se aproximava dos cavalos, as pirocas dos cavalos se soltavam, ficavam duras como pedra. Esses cavalos eram bem tarados, além disso eu só tinha cavalo safado. Eu percebia que ela olhava de canto pra aquele cavalo enorme, acho que ela olhava de canto porque sentia nojo de ver aquelas coisas. Toda vez que ela não estava, eu ficava enchendo copos com minha porra.

Ela nem imaginava de onde saía aquele iogurte. Faltava um dia pra sábado, quando ela vinha passar o fim de semana comigo, e eu tava muito ansioso. Naquela mesma noite, pensei em fazer outro experimento: começar a tirar sêmen dos cavalos e guardar nos copos. Minha ideia era dizer que eu tinha preparado outro tipo de iogurte, mais gostoso, pra ela não passar mal de novo. Eu sabia que, se ela provasse o sêmen do cavalo, que supostamente era o novo iogurte, com certeza ia preferir tomar o iogurte velho que eu sempre dava, que era minha porra. Tive essa ideia porque pensei que, se fizesse isso, ela ia preferir tomar o iogurte velho, que era meu sêmen. Ela nem imaginava de onde saía o iogurte. Eu costumava tomar o sêmen do cavalo, mas era muito ruim, por mais que tentasse, não conseguia. Além disso, uma vez ele me deu um coice, e aí decidi não me arriscar mais a tocar no cavalo, na pica do cavalo. Mas dessa vez, de algum jeito, eu tinha que tirar a porra do cavalo de novo. Chegou o sábado e ela veio, como sempre. Não deu tempo de tirar a porra do cavalo, mas deu tempo de tirar a minha porra. Sempre esperava os pais saírem pra oferecer o iogurte especial que eu preparava pra ela.. Esse dia ela veio com uma calcinha preta e um topzinho.
E ela me disse: Oi, vovô. E eu respondi: Oi, minha netinha querida, como você tá? E ela me disse: Tô muito bem, vovô, e o senhor? Eu disse: Bem, como sempre. Vamos entrar em casa porque aqui fora tá muito calor. E ela respondeu: É verdade, vovô, o sol tá muito forte, vamos pra dentro. A gente sentou na sala de jantar e ficou conversando um tempo. Até que eu lembrei do iogurte dela. E eu disse, como sempre costumava falar: Você vai tomar seu iogurte que eu preparei especialmente pra você. E ela me disse: Não, obrigada, vovô, não gosto do seu iogurte. E ela respondeu rapidinho: Quero dizer, o seu iogurte me fez mal. E eu disse: Primeiro eu te ouvi dizer que não gosta do iogurte que eu preparei pra você. Bom, tudo bem, ninguém gosta do meu iogurte. E ela me disse: Ai, vovô, não fica triste, eu me enganei na palavra. E eu disse: Mas eu ouvi você dizer que não gosta. E ela me disse: Ai, vovô, não fica triste, com certeza você ouviu errado. Tá bom, vovô, vou tomar o iogurte que você preparou, mas só um pouquinho. Rapidinho eu me levanto da mesa e vou buscar o iogurte que preparo especialmente pra ela.
Aqui está, queridíssima neta, espero que você aproveite. E novamente ele começou a beber, me dava tanto prazer ver como ela tomava meu esperma grosso. Quando ela tomou tudo, me disse: "Vô, posso te perguntar uma coisa?" E eu respondi: "Pode, Lili, o que você quiser." E ela me disse: "Por que o iogurte que você prepara pra mim tem um gosto amargo e é muito azedo?" E eu disse: "Porque é iogurte caseiro, é iogurte artesanal." E ela me disse: "Ah, então agora entendo por que é tão amargo e azedo." Vi que ela tinha deixado um pouquinho e perguntei: "Você não vai tomar esse pouquinho que sobrou?" E ela respondeu: "Não, já tô muito cheia." Foi aí que peguei a taça e tomei de um gole só o pouco de sêmen que restava. E ela me olhou e disse: "Vô, dá pra ver que você gosta muito disso." E eu respondi: "Eu adoro, esse iogurte tem muita vitamina." Mais tarde, ela me diz: "Vô, a gente pode ir ver os cavalos?" E eu respondi: "Pode sim, querida, vamos.







Um tempo depois ela me fala que queria andar a cavalo e que eu tirasse umas fotos dela. E eu respondi: "tá bom, Lili, aí eu te tiro as fotos.

a gente também foi andar a cavalo. E ela me dizia que ia sair, que uma amiga ia vir buscá-la, mas que eu não falasse nada pra mãe nem pro pai dela. E eu falei pra ela: tá bom, Lili, pode ir tranquila, só não volta muito tarde. Eu era muito gente boa com ela, deixava ela ir pra onde quisesse quando tava comigo. Naquela noite, vieram umas amigas buscar ela e foram dançar. As amigas não tinham problema nenhum em vir buscá-la, porque iam de carro, e até que o sítio onde eu tava não ficava tão longe da cidade.

Naquela noite ela se arrumou toda gostosa. E como fiquei sozinho em casa, foi aí que aproveitei pra tirar mais leite de novo e encher o copo de porra de novo enquanto olhava as fotos dela no Instagram.

Enquanto ela tava dançando na balada, eu aproveitei aquela mesma noite pra ir tirar leite dos cavalos. Também tinha um jumento, se os outros cavalos não deixassem, eu ia ter que tirar só do jumento mesmo, aquele jumento é muito manso.




Por sorte os cavalos deixaram tirar porra. Esses cavalos tinham as duas bolas cheias de porra e enchi uma taça inteira de porra pura de cavalo.
Enquanto isso, na balada, a Mili tava conversando com as amigas dela. E ela falou pras amigas: "Amigas, tenho que contar uma coisa pra vocês." As amigas responderam: "O que foi? O que você quer contar?" E a Mili disse: "Hoje meu avô me deu um iogurte e aquele iogurte era muito azedo. Lavei minha boca umas 20 vezes, mas ainda tô com esse gosto azedo." As amigas riram: "Hahaha" e falaram: "E aí, Mili, capaz que o iogurte tava vencido." E ela respondeu: "Não riam, o iogurte que meu avô faz é feito com muito amor, só pra mim. Pode ser que seja um iogurte azedo e amargo, mas o importante é que dá pra tomar. Além disso, ele me disse que tem esse gosto porque é um iogurte artesanal." Enquanto isso, eu no campo continuava tirando porra dos cavalos. No outro dia, eu acordo, vou pra mesa tomar chimarrão, e mais tarde ela se levanta. E ela me diz: "Bom dia, vô." "Bom dia, Lili, como você amanheceu?" E ela respondeu: "Muito bem, vô, e o senhor?" E eu falei: "Eu também amanheci bem. Ah, Lili, queria te falar que não tem porra pro seu café da manhã, você vai ter que tomar um iogurte novo que preparei ontem à noite." Aquele iogurte novo era o sêmen dos cavalos. E ela me respondeu: "Melhor eu esperar a comida." E eu falei: "Não, falei que você tem que tomar café da manhã." E ela disse: "Tá bom, então vou provar esse iogurte novo.
Experimentou um gole e disse: "ai não, vô, melhor eu tomar o outro iogurte, que esse vai me dar solidão." Naquele momento, pensei comigo: minha ideia funcionou.
Me deu tanto prazer ver como ela tomava toda a minha porra, comecei a ficar excitado e disse pra ela: Lili, depois que terminar de tomar seu iogurte, quero te falar uma coisa. E ela me responde: tá bom, vovô. Mais tarde, depois que tomou todo o iogurte, peguei na mãozinha dela e disse: vamos pro sofá, quero te falar uma coisa. Fomos direto pro sofá, sentamos, eu não aguentava mais de vontade de pedir pra ela chupar meu pau. E digo: Lili, vou te falar uma coisa, mas me promete que não vai contar pra ninguém e que não vai ficar brava. Ela me olhou firme e disse: sim, vovô, pode me falar o que quiser, fica tranquilo que não vou contar pra ninguém. Eu tava um pouco nervoso, mas não aguentava mais de vontade de pedir pra ela chupar meu pau. Bom, tá certo, vou te falar, Lili: pela primeira vez em seis anos, vou pedir de novo pra uma mulher chupar meu pau. E ela disse: o quê? O que eu quero te dizer é se você pode chupar um pouquinho do meu pau antes de voltar pra sua casa. E ela me disse: mas vovô, você tá ficando maluco, como é que eu vou fazer isso? Além do mais, isso é nojento. E eu fiz cara de triste e disse: por favor, meu amor, preciso que você me ajude, você é a única que pode me ajudar com isso. E ela me disse: vovô, não fica triste, mas não consigo fazer essas coisas, só de imaginar já me dá muito nojo. E eu disse: te prometo que se você me ajudar com isso, te dou todos os cavalos, até o burro eu te dou. E ela me disse: sério, você vai me dar todos os cavalos, vovô? E eu respondi: sim, Lili, te prometo que vou te dar todos. E ela me disse: ah, vovô, mas não sei se vou conseguir, me dá agonia fazer isso, mas vou tentar. Foi aí que eu perguntei de novo: sério que você vai tentar me chupar? E ela disse: sim, vovô, vou tentar. Rapidinho eu baixei minha calça e meu pau começou a ficar duro. Ela olhava surpresa, fitava meu pau e dizia: nunca vi um pau, vovô. E eu perguntei: nunca assistiu porno? E ela disse: tentei assistir, mas me deu muito nojo. E eu disse: chupar pau é a mais gostosa que uma mulher pode fazer pode ser que primeiro te dá nojo e pode ser que seja um pouco salgado e amargo, mas depois você vicia.. E ela me disse eu não acho que seja viciada nisso. foi aí que eu falei bom então chupa, me chupa. eu estava sentado no sofá, minha pica estava bem dura.
E aí ela começou a me chupar com aquela boquinha linda, suave e delicada. E eu ia falando: "ai, meu amor, isso, continua chupando, não para não, pra ser sua primeira vez você chupa muito bem". Ela ficou me chupando uns 13 minutos. Eu não avisei quando ia gozar porque sabia que ela não ia continuar chupando, então gozei dentro da boca dela sem avisar. Meu leite saiu tão forte que ela engasgou um pouco. Aí ela me olha e fala: "que nojo, vô, e ainda tem o mesmo gosto do iogurte que você me dá". E eu mudei de assunto, respondi na hora e falei: "foi só isso, Lili, muito obrigado, todos os cavalos são seus". E ela me disse de novo: "vô, por que seu esperma tem o mesmo gosto de iogurte?". E eu falei que explicava depois, me levantei rápido e fui tomar banho. FIM.
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