aha, oi, como vocês tão? Isso aconteceu comigo há pouco mais de 3 horas e já tô morrendo de tesão em contar. Hoje veio o técnico da Flow e meu marido saiu com nossos filhos pra praça, aproveitando que o dia tava lindo.
Antes tinham me ligado pra avisar que estavam chegando. Expliquei mais ou menos qual era o problema, pelas próprias palavras do meu marido, e na hora ele começou a revisar as conexões, depois de me dizer que a conexão externa tava em perfeitas condições. Então, se tinha algum problema, só podia ser de dentro…
Já que estava sozinha, comecei a puxar conversa, me mostrando cada vez mais insinuante. O cara não era nenhum otário, então já tava ligado que eu tava me entregando de bandeja pra ele.
Em certo momento, me aproximei, pus uma mão sobre uma das dela, e num tomzinho
-Você não me disse seu nome- falei enquanto pegava na mão dele e o fazia me acompanhar até o sofá.
sebastian me respondeu
, eu sou a Samanta, prazer em te conhecer — me apresentei, me aproximando pra dar um beijo na bochecha dele… . De cara, e depois de só termos nos apresentado, já estávamos nos beijando, as mãos do técnico se apoderaram dos meus peitos e ele começou a apertá-los por cima da regata
- Pode tirar minha roupinha... - falei com meu melhor tom de gata, me afastando um pouquinho e me oferecendo para que ele me despisse.
Começou a tirar minha regata, levantei os braços pra facilitar o trabalho. Depois levou as mãos pra trás das minhas costas e soltou o gancho do sutiã… meus peitos ficaram expostos diante dos olhos dele, ele abaixou a cabeça e começou a beijá-los, com doçura, suavidade, com carinho, quando chupou meus bicos, minha condição de mãe me entregou.
- Sai leite- ele me disse, me olhando.
Não falei nada. Nessa altura, já fazia um tempo que eu estava pegando na pica dele.
Ele se levantou, desabotoou a calça, puxou pra baixo, e também baixou a cueca. Quando se ergueu na minha frente, um pau enorme. Chupei ele com tanta vontade, com tanta fome, que ele teve que me empurrar pra não gozar antes da hora. Lembra que a gente tava contra o relógio, ele por causa do trabalho, e eu porque meu marido podia voltar — e ele não seria o problema, mas sim que ele voltava com os nossos filhos.
- Não tenho camisinha - ele me disse quando tirei o resto da roupa, comecei a me tocar na buceta, dando a entender que já era hora de sentir ele ali dentro.
-Não se preocupa, eu tenho- falei pra ela.
Eu mesma coloquei a camisinha nele, acariciando o tempo todo, dando beijinhos aqui e ali, lambendo e cheirando as bolas dele, depois me recostei de costas no sofá, abri as pernas e me preparei pra receber ele. Aí ele meteu, foi até o fundo, e começou a se mover, devagar embora fluido, fazia como se não quisesse me machucar, como se não quisesse bater o corpo dele no meu, mas eu gosto de pancada, gosto de ser comida bem comida, e naquele momento, com aquele técnico, eu não queria que ele fizesse amor comigo, queria que ele me comesse.
—Mais buceta… me dá mais…! — pedi entre suspiros, me mexendo com ele pra motivá-lo a acelerar.
Ele fez, mas não foi suficiente pra mim, então insisti.
-¡Mais... mais forte... me fode... me fode com tudo... ahhhhh... vai... mais... mais...!
Por sorte o Sebastian percebeu o quão puta eu era, então sem precisar insistir de novo, ele começou a me comer do jeito que eu pedia, com tudo.
-É assim... você gosta assim?- me perguntou sem parar de me dar.
Foi então que ele saiu de mim, me fez virar, me colocando de quatro, e me enfiando por trás, recomeçou a penetração, mas dessa vez com muito mais intensidade. Em algum momento, sem parar de me foder, ele me puxa pelos cabelos.
Eu sentia bem lá no fundo, retumbando, perfurando minhas entranhas, entrando e saindo, arrancando gritos cada vez mais desesperados… num momento a rola dele amoleceu e eu disse sem problema, tirei a camisinha e, chupei ela de novo usando tudo: lábios, língua, dentes, céu da boca, bochechas, pra aproveitar aquele manjar divino que parecia derreter na minha boca. Depois de dar um boquete antológico, coloquei uma camisinha nova, subi em cima dele e fiquei cavalgando por um bom tempo, subindo e descendo num frenesi sem parar, balançando minhas tetas, que ele não perdia tempo: chupava e mordia com um entusiasmo danado.Me levanto um pouco e faço a pica sair, então pego nela e eu mesma encaixo na outra entrada, na traseira. Não entra, olhando sempre nos olhos dele, com jeitinho bem de gata, chupo meus dedos e com eles vou dilatando o buraquinho. Aí encaixo de novo, e agora sim, a bunda se abre pra mim como uma florzinha, entra toda de uma vez e depois de aproveitar aquela primeira enfiada... quente, profunda, brutal... começo a me mexer com a precisão certa pra sentir o mais fundo possível. Beijo ele com paixão, devoro a boca dele, como inteira.
- Você é um filho da puta… vai me arrebentar toda! – eu digo – Isso não se faz com uma mãe –
—Vou te arrombar até você estourar— ele me ameaça, uma ameaça que só deixa minha libido mais acesa.
Começo a pular em cima dele, enfiando até o fundo, bem no íntimo. Cada vez que descia, apertava bem forte a bunda e me esfregava o clitoris, alcançando um prazer glorioso, me molhando de um jeito que não dava pra aguentar.
- Vou gozar...
- Onde você quer gozar em mim? - perguntei.
-Nas tetas,
Pulei de uma vez e, ajoelhando no chão, levantei as tetas com as mãos e ofereci elas pra ele em toda a exuberância. O técnico se levantou atrás de mim, arrancou a camisinha e, depois de umas boas sacudidas, apontou a pica enorme pra aquele monte de carne que eu tava oferecendo de bandeja, e entre gemidos excitados começou a soltar porra uma atrás da outra… me encharcou inteira. Quando não sobrou nem uma gota pra soltar, ele espremeu o máximo que conseguiu e esfregou a pica no meu rosto, nas bochechas, nos olhos, nos lábios…
-É brincadeira, mas eu adoro o quão piranha você é, seu marido deve se divertir pra caralho-
- Você não faz ideia - eu disse, sabendo que o técnico de flow não tinha noção das coisas que a gente fazia com meu marido.
nos vestimos, me fez assinar o formulário onde eu dava meu aval pelo conserto, e então nos despedimosFechei a porta, sentei no sofá, liguei pro meu marido e contei que tinham resolvido a parada do cabo, dizendo que fizeram um serviço bem completo. Meu marido já sacou na hora o que eu tava querendo dizer. Beijos
Antes tinham me ligado pra avisar que estavam chegando. Expliquei mais ou menos qual era o problema, pelas próprias palavras do meu marido, e na hora ele começou a revisar as conexões, depois de me dizer que a conexão externa tava em perfeitas condições. Então, se tinha algum problema, só podia ser de dentro…
Já que estava sozinha, comecei a puxar conversa, me mostrando cada vez mais insinuante. O cara não era nenhum otário, então já tava ligado que eu tava me entregando de bandeja pra ele.
Em certo momento, me aproximei, pus uma mão sobre uma das dela, e num tomzinho
-Você não me disse seu nome- falei enquanto pegava na mão dele e o fazia me acompanhar até o sofá.
sebastian me respondeu
, eu sou a Samanta, prazer em te conhecer — me apresentei, me aproximando pra dar um beijo na bochecha dele… . De cara, e depois de só termos nos apresentado, já estávamos nos beijando, as mãos do técnico se apoderaram dos meus peitos e ele começou a apertá-los por cima da regata
- Pode tirar minha roupinha... - falei com meu melhor tom de gata, me afastando um pouquinho e me oferecendo para que ele me despisse.
Começou a tirar minha regata, levantei os braços pra facilitar o trabalho. Depois levou as mãos pra trás das minhas costas e soltou o gancho do sutiã… meus peitos ficaram expostos diante dos olhos dele, ele abaixou a cabeça e começou a beijá-los, com doçura, suavidade, com carinho, quando chupou meus bicos, minha condição de mãe me entregou.
- Sai leite- ele me disse, me olhando.
Não falei nada. Nessa altura, já fazia um tempo que eu estava pegando na pica dele.
Ele se levantou, desabotoou a calça, puxou pra baixo, e também baixou a cueca. Quando se ergueu na minha frente, um pau enorme. Chupei ele com tanta vontade, com tanta fome, que ele teve que me empurrar pra não gozar antes da hora. Lembra que a gente tava contra o relógio, ele por causa do trabalho, e eu porque meu marido podia voltar — e ele não seria o problema, mas sim que ele voltava com os nossos filhos.
- Não tenho camisinha - ele me disse quando tirei o resto da roupa, comecei a me tocar na buceta, dando a entender que já era hora de sentir ele ali dentro.
-Não se preocupa, eu tenho- falei pra ela.
Eu mesma coloquei a camisinha nele, acariciando o tempo todo, dando beijinhos aqui e ali, lambendo e cheirando as bolas dele, depois me recostei de costas no sofá, abri as pernas e me preparei pra receber ele. Aí ele meteu, foi até o fundo, e começou a se mover, devagar embora fluido, fazia como se não quisesse me machucar, como se não quisesse bater o corpo dele no meu, mas eu gosto de pancada, gosto de ser comida bem comida, e naquele momento, com aquele técnico, eu não queria que ele fizesse amor comigo, queria que ele me comesse.
—Mais buceta… me dá mais…! — pedi entre suspiros, me mexendo com ele pra motivá-lo a acelerar.
Ele fez, mas não foi suficiente pra mim, então insisti.
-¡Mais... mais forte... me fode... me fode com tudo... ahhhhh... vai... mais... mais...!
Por sorte o Sebastian percebeu o quão puta eu era, então sem precisar insistir de novo, ele começou a me comer do jeito que eu pedia, com tudo.
-É assim... você gosta assim?- me perguntou sem parar de me dar.
Foi então que ele saiu de mim, me fez virar, me colocando de quatro, e me enfiando por trás, recomeçou a penetração, mas dessa vez com muito mais intensidade. Em algum momento, sem parar de me foder, ele me puxa pelos cabelos.
Eu sentia bem lá no fundo, retumbando, perfurando minhas entranhas, entrando e saindo, arrancando gritos cada vez mais desesperados… num momento a rola dele amoleceu e eu disse sem problema, tirei a camisinha e, chupei ela de novo usando tudo: lábios, língua, dentes, céu da boca, bochechas, pra aproveitar aquele manjar divino que parecia derreter na minha boca. Depois de dar um boquete antológico, coloquei uma camisinha nova, subi em cima dele e fiquei cavalgando por um bom tempo, subindo e descendo num frenesi sem parar, balançando minhas tetas, que ele não perdia tempo: chupava e mordia com um entusiasmo danado.Me levanto um pouco e faço a pica sair, então pego nela e eu mesma encaixo na outra entrada, na traseira. Não entra, olhando sempre nos olhos dele, com jeitinho bem de gata, chupo meus dedos e com eles vou dilatando o buraquinho. Aí encaixo de novo, e agora sim, a bunda se abre pra mim como uma florzinha, entra toda de uma vez e depois de aproveitar aquela primeira enfiada... quente, profunda, brutal... começo a me mexer com a precisão certa pra sentir o mais fundo possível. Beijo ele com paixão, devoro a boca dele, como inteira.
- Você é um filho da puta… vai me arrebentar toda! – eu digo – Isso não se faz com uma mãe –
—Vou te arrombar até você estourar— ele me ameaça, uma ameaça que só deixa minha libido mais acesa.
Começo a pular em cima dele, enfiando até o fundo, bem no íntimo. Cada vez que descia, apertava bem forte a bunda e me esfregava o clitoris, alcançando um prazer glorioso, me molhando de um jeito que não dava pra aguentar.
- Vou gozar...
- Onde você quer gozar em mim? - perguntei.
-Nas tetas,
Pulei de uma vez e, ajoelhando no chão, levantei as tetas com as mãos e ofereci elas pra ele em toda a exuberância. O técnico se levantou atrás de mim, arrancou a camisinha e, depois de umas boas sacudidas, apontou a pica enorme pra aquele monte de carne que eu tava oferecendo de bandeja, e entre gemidos excitados começou a soltar porra uma atrás da outra… me encharcou inteira. Quando não sobrou nem uma gota pra soltar, ele espremeu o máximo que conseguiu e esfregou a pica no meu rosto, nas bochechas, nos olhos, nos lábios…
-É brincadeira, mas eu adoro o quão piranha você é, seu marido deve se divertir pra caralho-
- Você não faz ideia - eu disse, sabendo que o técnico de flow não tinha noção das coisas que a gente fazia com meu marido.
nos vestimos, me fez assinar o formulário onde eu dava meu aval pelo conserto, e então nos despedimosFechei a porta, sentei no sofá, liguei pro meu marido e contei que tinham resolvido a parada do cabo, dizendo que fizeram um serviço bem completo. Meu marido já sacou na hora o que eu tava querendo dizer. Beijos
3 comentários - Bem fudida pelo cara da flow tv