Parte 1Resumo super resumido da parte 1:
Agustina tem 36 anos, 1,65m, morena, corpo muito bonito, pernas e bunda espetaculares, abdômen definido, ombros marcados, peitos naturais bons, daqueles que enchem a mão, pele morena, cabelo liso, olhos castanhos puxados, um rostinho divino com um sorriso que me deixou louco.
Conheci ela num fim de semana numa chácara, ela é comprometida, demos uma rapidinha escondido do namorado (Emanuel) e no dia seguinte voltamos à vida normal, obviamente eu não estava satisfeito com aquela amostra do que poderia ser, por sorte ela também não e no dia seguinte de manhã mandei uma mensagem no Instagram porque não tinha o número dela:
S: Agus, como você tá?
A: Tudo bem, e você Santy?
S: Bem, tudo bem. A gente se vê algum dia desses? Fiquei com vontade de mais.
A: Sim, eu também, tem que ser discreto. Você já sabe.
S: Você me avisa que dia, que hora e onde.
A: Olha, quinta de manhã o Ema vai numa reunião em Zárate, geralmente almoça lá e volta tipo 16h pra casa. Você consegue se organizar?
S: Sim, sem problema, tenho que ficar atento ao phone caso precisem de mim, e você?
A: Aviso meu sócio e pronto, ele me cobre em tudo.
S: É amigo além de sócio?
A: É amigo, cúmplice, tudo. Somos íntimos.
S: Você também tem intimidade com ele?
A: Nunca consegui convencer ele de provar uma mulher.
S: Onde a gente se vê?
A: Se for na sua casa melhor. Aqui impossível porque os vizinhos são muito fofoqueiros.
S: Bom, se não houver mudanças me manda mensagem direto quinta de manhã, eu vou estar em casa. Não modifica nada na sua rotina, nem seu jeito de se vestir, perfume que usa, maquiagem, nada de nada e apaga essa conversa.
A: Relaxa Santi, me viro muito bem nisso. Não passa perfume você.
S: Tudo o que você quiser, quero que você se sinta confortável e em confiança. Sem filtro que não tenho nojo de nada.
A: Você também, 100%.
Não voltamos a falar até quinta, acordei e já estava ansioso, nervoso como se tivesse 15 anos, tomando mate e tentando trabalhar em casa pra ocupar a mente. 8:45 chega mensagem no Instagram:
A: Santy, como você tá?
S: Tudo bem, e você? Vem?
A: Sim, Ema acabou de sair, vou tomar banho, me arrumar e saio praí, me passa a localização. Te aviso quando tô chegando pra você me esperar na porta, não quero ficar lá embaixo. Vou tipo pra uma reunião, por via das dúvidas.
S: Beleza, perfeito, me avisa um pouco antes e te espero lá embaixo.
Passei a localização. Esperei ela de jeans e camisa, pra que se alguém visse de fora pudesse até parecer algo trabalhoso semi-formal.
Lá pelas 10 ela chegou, vestida com uma calça de alfaiataria azul escuro e uma blusa branca, nos cumprimentamos lá embaixo como se fosse uma reunião de trabalho mesmo, subimos junto com a moça da limpeza do prédio, comentei alguma bobagem de trabalho dentro do elevador e disse que agora mostrava pra ela no computador.
Entramos em casa, fechamos a porta, nos demos uns beijos fortes e levei ela direto pro sofá. O look não durou nem 2 minutos, o meu também não. Não tinha tempo a perder. Logo ficamos de roupa íntima. Por razões óbvias ela tava com um conjuntinho absolutamente normal, nada super sexy, a verdade é que também não era necessário.
Ficamos assim nos beijando, nos tocando e curtindo a preliminar por um bom tempo, às vezes eu me afastava um pouquinho pra olhar pra ela e a gente sorria sem dizer nada.
Tirei o sutiã dela, precisava tocar e chupar as tetas dela, fui descendo, tirei a calcinha dela e me propus a chupar ela sem parar até ela ter o primeiro orgasmo, o que obviamente cumpri com as duas mãos dela apertando minha cabeça contra o corpo dela, depois ela me levantou pra me beijar.
A: Senta e tira isso, é hora de te agradecer.
Sentei no sofá, ela me beijou de novo, se deitou e começou a chupar meu pau com uma dedicação incrível, me chupava com a boca, sugava, pegava minhas bolas, parava e olhava nos meus olhos, voltava a chupar, se ajoelhou no chão sem tirar da boca pra continuar com o show que realmente não durou tanto, quando não me aguentei mais peguei ela pela cabeça e gozei na boca dela de um jeito super intenso, não parava mais de gozar.
Ela sentou em cima de mim e começou a me beijar com o meu próprio gozo na boca e deixava escorrer pelos nossos corpos.
Reagi surpreso, ela engoliu o que sobrou dela, eu fiz o mesmo.
A: Você me disse que nada te dá nojo.
S: Não me dá nojo, você me surpreendeu.
A: Pra bem ou pra mal?
S: Pra excelente.
A: Vamos ver...
Ela chupou do meu peito o que escorreu e se inclinou pra que eu fizesse o mesmo.
S: Gosto de como você se comporta.
A: E eu fico com tesão de como você se comporta.
Ficamos um tempinho conversando sobre coisas meio bobas da vida, os dois pelados no sofá, eu sentado, ela de barriga pra cima encostada em cima de mim, entre um assunto e outro comecei a acariciá-la, a pegar nos peitos dela, a enfiar um dedo, dois... Ela foi ficando com tesão, obviamente eu também. Ficou uns minutos curtindo assim encostada, de um jeito absolutamente egoísta, olhos fechados, boca entreaberta soltando gemidos. Curtindo o que tinha que curtir.
De um momento pro outro ativou, sentou em cima de mim e começou a me cavalgar com tudo, com tudo, ela gozou primeiro, depois deitei ela no sofá e num papai e mamãe terminei gozando super forte.
Ficamos uns minutos recuperando o ritmo da respiração.
Soou uma notificação do celular da Agus, ela levantou pra procurar, fiquei olhando pra ela orgulhoso da gostosa que eu tinha acabado de foder, realmente muito linda.
A: Santy, você vai me matar, mas... Adivinha.
S: Você tem que ir.
A: Não, ainda não. Outra coisa.
S: Você tá com fome?
A: Sim. Pedimos algo?
S: Pastel? Aqui na esquina fazem uns muito bons.
Escolhemos os sabores, mandei uma mensagem e na hora ela mandou.
Voltei a subir, ela continuava pelada, me olhou de cima a baixo e se aproximou da porta assim que fechei.
A: Eu pelada, você vestido, assim não.
S: Resolve se te incomoda.
Ela me apoiou contra a parede, tirou os pastéis da minha mão, os deixou num móvelzinho do lado da porta, me desnudou, se ajoelhou, chupou meu pau até ele ficar duro de novo. Levantou-se, me deu um beijo. A: Vamos comer? S: Você é uma gostosa. A: Eu sei, vai, vamos, cuido de você depois. Me pegou pelo pau com uma mão, me levou assim até a mesa, com as empanadas na outra. Comemos pelados conversando super bem, como amigos de longa data. Me contou que com o Ema faz tempo que as coisas não vão bem e já se vê mais separada do que juntos, além das traições de ambas as partes e seu pseudo alcoolismo que nega, tem algumas reações que ele não gosta, nunca encostou um dedo nela, mas reage exagerada e explosivamente muitas vezes. Apesar de tudo o bizarro da situação de estar almoçando pelados com a namorada de outro, estávamos realmente muito confortáveis, ela estava muito natural, dava pra ver demais que é uma corneadora experiente que não se importava com nada. Levei ela pro quarto e deitei na cama de bruços, peguei pelos tornozelos, juntei os dois e comecei a beijar e mordiscar as panturrilhas e ela já começou a gemer, fui subindo pelas coxas pela parte de trás, separei as pernas dela e fui pra parte interna enquanto minha boca se entretinha ali comecei a enfiar um dedo na buceta que já estava encharcada, não me contive mais muito tempo, peguei a bunda dela com as 2 mãos pra abrir espaço e comecei a lamber de leve aumentando a intensidade aos poucos até que simplesmente metia a língua sem parar até ela gozar. Deixei um minuto pra ela voltar a si e montei sobre as coxas dela, apontei com meu pau e mandei de uma vez até o fundo e de uma vez dei no ritmo forte. Ver como a bunda dela se mexia cada vez que eu metia somado ao som dos gemidos dela me deixava louco. Quando estava pra gozar tirei, tirei a camisinha e me masturbei pra gozar na bunda dela. Como gauchinho que sou limpei com minha boquinha e sem engolir nos beijamos e compartilhamos. A: Isso sim nunca me fizeram. S: Você gostou? A: Me surpreendeu. S: Mas pra bem ou pra mal? A: Pra bem. Os homens gostam que as gostosas engulam, mas eles sentem nojo. S: Bom, também tem gostosas que não querem beijo depois que os homens chupam elas. A: Acho que são menos em proporção. S: Com certeza. Tem muito machinho com medo de ser tomado como gay. A: Santy, agora sim, tenho que ir. Nos vestimos, acompanhei ela lá embaixo, claro que cruzei com um vizinho e ele foi embora. Isso aconteceu há meio ano, hoje não só ela terminou com o Emanuel, como também está com outro cara, eu tenho vontade de fazer uma festinha com os 5, mas por enquanto não rolou.
Agustina tem 36 anos, 1,65m, morena, corpo muito bonito, pernas e bunda espetaculares, abdômen definido, ombros marcados, peitos naturais bons, daqueles que enchem a mão, pele morena, cabelo liso, olhos castanhos puxados, um rostinho divino com um sorriso que me deixou louco.
Conheci ela num fim de semana numa chácara, ela é comprometida, demos uma rapidinha escondido do namorado (Emanuel) e no dia seguinte voltamos à vida normal, obviamente eu não estava satisfeito com aquela amostra do que poderia ser, por sorte ela também não e no dia seguinte de manhã mandei uma mensagem no Instagram porque não tinha o número dela:
S: Agus, como você tá?
A: Tudo bem, e você Santy?
S: Bem, tudo bem. A gente se vê algum dia desses? Fiquei com vontade de mais.
A: Sim, eu também, tem que ser discreto. Você já sabe.
S: Você me avisa que dia, que hora e onde.
A: Olha, quinta de manhã o Ema vai numa reunião em Zárate, geralmente almoça lá e volta tipo 16h pra casa. Você consegue se organizar?
S: Sim, sem problema, tenho que ficar atento ao phone caso precisem de mim, e você?
A: Aviso meu sócio e pronto, ele me cobre em tudo.
S: É amigo além de sócio?
A: É amigo, cúmplice, tudo. Somos íntimos.
S: Você também tem intimidade com ele?
A: Nunca consegui convencer ele de provar uma mulher.
S: Onde a gente se vê?
A: Se for na sua casa melhor. Aqui impossível porque os vizinhos são muito fofoqueiros.
S: Bom, se não houver mudanças me manda mensagem direto quinta de manhã, eu vou estar em casa. Não modifica nada na sua rotina, nem seu jeito de se vestir, perfume que usa, maquiagem, nada de nada e apaga essa conversa.
A: Relaxa Santi, me viro muito bem nisso. Não passa perfume você.
S: Tudo o que você quiser, quero que você se sinta confortável e em confiança. Sem filtro que não tenho nojo de nada.
A: Você também, 100%.
Não voltamos a falar até quinta, acordei e já estava ansioso, nervoso como se tivesse 15 anos, tomando mate e tentando trabalhar em casa pra ocupar a mente. 8:45 chega mensagem no Instagram:
A: Santy, como você tá?
S: Tudo bem, e você? Vem?
A: Sim, Ema acabou de sair, vou tomar banho, me arrumar e saio praí, me passa a localização. Te aviso quando tô chegando pra você me esperar na porta, não quero ficar lá embaixo. Vou tipo pra uma reunião, por via das dúvidas.
S: Beleza, perfeito, me avisa um pouco antes e te espero lá embaixo.
Passei a localização. Esperei ela de jeans e camisa, pra que se alguém visse de fora pudesse até parecer algo trabalhoso semi-formal.
Lá pelas 10 ela chegou, vestida com uma calça de alfaiataria azul escuro e uma blusa branca, nos cumprimentamos lá embaixo como se fosse uma reunião de trabalho mesmo, subimos junto com a moça da limpeza do prédio, comentei alguma bobagem de trabalho dentro do elevador e disse que agora mostrava pra ela no computador.
Entramos em casa, fechamos a porta, nos demos uns beijos fortes e levei ela direto pro sofá. O look não durou nem 2 minutos, o meu também não. Não tinha tempo a perder. Logo ficamos de roupa íntima. Por razões óbvias ela tava com um conjuntinho absolutamente normal, nada super sexy, a verdade é que também não era necessário.
Ficamos assim nos beijando, nos tocando e curtindo a preliminar por um bom tempo, às vezes eu me afastava um pouquinho pra olhar pra ela e a gente sorria sem dizer nada.
Tirei o sutiã dela, precisava tocar e chupar as tetas dela, fui descendo, tirei a calcinha dela e me propus a chupar ela sem parar até ela ter o primeiro orgasmo, o que obviamente cumpri com as duas mãos dela apertando minha cabeça contra o corpo dela, depois ela me levantou pra me beijar.
A: Senta e tira isso, é hora de te agradecer.
Sentei no sofá, ela me beijou de novo, se deitou e começou a chupar meu pau com uma dedicação incrível, me chupava com a boca, sugava, pegava minhas bolas, parava e olhava nos meus olhos, voltava a chupar, se ajoelhou no chão sem tirar da boca pra continuar com o show que realmente não durou tanto, quando não me aguentei mais peguei ela pela cabeça e gozei na boca dela de um jeito super intenso, não parava mais de gozar.
Ela sentou em cima de mim e começou a me beijar com o meu próprio gozo na boca e deixava escorrer pelos nossos corpos.
Reagi surpreso, ela engoliu o que sobrou dela, eu fiz o mesmo.
A: Você me disse que nada te dá nojo.
S: Não me dá nojo, você me surpreendeu.
A: Pra bem ou pra mal?
S: Pra excelente.
A: Vamos ver...
Ela chupou do meu peito o que escorreu e se inclinou pra que eu fizesse o mesmo.
S: Gosto de como você se comporta.
A: E eu fico com tesão de como você se comporta.
Ficamos um tempinho conversando sobre coisas meio bobas da vida, os dois pelados no sofá, eu sentado, ela de barriga pra cima encostada em cima de mim, entre um assunto e outro comecei a acariciá-la, a pegar nos peitos dela, a enfiar um dedo, dois... Ela foi ficando com tesão, obviamente eu também. Ficou uns minutos curtindo assim encostada, de um jeito absolutamente egoísta, olhos fechados, boca entreaberta soltando gemidos. Curtindo o que tinha que curtir.
De um momento pro outro ativou, sentou em cima de mim e começou a me cavalgar com tudo, com tudo, ela gozou primeiro, depois deitei ela no sofá e num papai e mamãe terminei gozando super forte.
Ficamos uns minutos recuperando o ritmo da respiração.
Soou uma notificação do celular da Agus, ela levantou pra procurar, fiquei olhando pra ela orgulhoso da gostosa que eu tinha acabado de foder, realmente muito linda.
A: Santy, você vai me matar, mas... Adivinha.
S: Você tem que ir.
A: Não, ainda não. Outra coisa.
S: Você tá com fome?
A: Sim. Pedimos algo?
S: Pastel? Aqui na esquina fazem uns muito bons.
Escolhemos os sabores, mandei uma mensagem e na hora ela mandou.
Voltei a subir, ela continuava pelada, me olhou de cima a baixo e se aproximou da porta assim que fechei.
A: Eu pelada, você vestido, assim não.
S: Resolve se te incomoda.
Ela me apoiou contra a parede, tirou os pastéis da minha mão, os deixou num móvelzinho do lado da porta, me desnudou, se ajoelhou, chupou meu pau até ele ficar duro de novo. Levantou-se, me deu um beijo. A: Vamos comer? S: Você é uma gostosa. A: Eu sei, vai, vamos, cuido de você depois. Me pegou pelo pau com uma mão, me levou assim até a mesa, com as empanadas na outra. Comemos pelados conversando super bem, como amigos de longa data. Me contou que com o Ema faz tempo que as coisas não vão bem e já se vê mais separada do que juntos, além das traições de ambas as partes e seu pseudo alcoolismo que nega, tem algumas reações que ele não gosta, nunca encostou um dedo nela, mas reage exagerada e explosivamente muitas vezes. Apesar de tudo o bizarro da situação de estar almoçando pelados com a namorada de outro, estávamos realmente muito confortáveis, ela estava muito natural, dava pra ver demais que é uma corneadora experiente que não se importava com nada. Levei ela pro quarto e deitei na cama de bruços, peguei pelos tornozelos, juntei os dois e comecei a beijar e mordiscar as panturrilhas e ela já começou a gemer, fui subindo pelas coxas pela parte de trás, separei as pernas dela e fui pra parte interna enquanto minha boca se entretinha ali comecei a enfiar um dedo na buceta que já estava encharcada, não me contive mais muito tempo, peguei a bunda dela com as 2 mãos pra abrir espaço e comecei a lamber de leve aumentando a intensidade aos poucos até que simplesmente metia a língua sem parar até ela gozar. Deixei um minuto pra ela voltar a si e montei sobre as coxas dela, apontei com meu pau e mandei de uma vez até o fundo e de uma vez dei no ritmo forte. Ver como a bunda dela se mexia cada vez que eu metia somado ao som dos gemidos dela me deixava louco. Quando estava pra gozar tirei, tirei a camisinha e me masturbei pra gozar na bunda dela. Como gauchinho que sou limpei com minha boquinha e sem engolir nos beijamos e compartilhamos. A: Isso sim nunca me fizeram. S: Você gostou? A: Me surpreendeu. S: Mas pra bem ou pra mal? A: Pra bem. Os homens gostam que as gostosas engulam, mas eles sentem nojo. S: Bom, também tem gostosas que não querem beijo depois que os homens chupam elas. A: Acho que são menos em proporção. S: Com certeza. Tem muito machinho com medo de ser tomado como gay. A: Santy, agora sim, tenho que ir. Nos vestimos, acompanhei ela lá embaixo, claro que cruzei com um vizinho e ele foi embora. Isso aconteceu há meio ano, hoje não só ela terminou com o Emanuel, como também está com outro cara, eu tenho vontade de fazer uma festinha com os 5, mas por enquanto não rolou.
1 comentários - Agustina de Olivos (Parte 2 de 2)
Y encima el plus de hacer todo de trampa!