O trajeto no carro até a suíte foi uma tortura das mais deliciosas. Eu vinha encharcada de suor, com a roupa colada no corpo e a buceta pulsando com uma força que parecia um segundo coração. O álcool ainda dançava na minha cabeça, mas minha mente estava nitidamente ancorada em uma única imagem: Daniel. Eu o imaginava em casa, talvez já dormindo ou me esperando com aquele sorriso inocente e protetor, acreditando que sua futura esposa estava numa reunião tranquila de amigas, tomando uns drinks e rindo de anedotas bobas. O contraste entre essa imagem de pureza e a realidade do meu corpo queimando de luxúria era um combustível que me acendia mais do que qualquer dose. Eu me sentia uma traidora, uma puta descarada, e esse cinismo era o que mais molhava minha calcinha. Chegamos na suíte de luxo e o ambiente cheirava a sândalo e dinheiro. Paola me fez sentar numa poltrona de veludo com um gesto imperativo e me serviu uma dose forte que queimou minha garganta e soltou meus nervos. Bem quando deixei o copo na mesa, a porta do quarto ao lado se abriu e dois homens saíram para a luz. Eram duas feras: altos, com torsos marcados que pareciam esculpidos em pedra e vestindo só cueca que deixava pouco para a imaginação. Os paus deles estavam marcados com uma proeminência obscena que me tirou o ar. **PAOLA:** Eu te disse que hoje à noite você não mandava, minha rainha... Olha como você chegou toda quente. Te trouxe porção dupla pra você não ficar com vontade de procurar nada fora por anos. **LAURA:** Pao, caralho!... Dois?... Não, você tá louca... vão me matar! Eu dizia isso enquanto meu coração martelava nos meus ouvidos e minhas pernas se abriam instintivamente. Não era medo, era um terror excitante, a sensação de estar prestes a ser devorada. **PAOLA:** Cala a boca e toma essa dose. Aproveita que foi pra isso que eu montei tudo. Hoje você só tem que se deixar levar. **STRIPPER 1:** Boa noite, futura noiva... Trouxemos ordens de não deixar você andar amanhã. Não teve preliminares. Não houve beijos suaves nem carícias tímidas. Me deixei cair de joelhos no chão, ficando no centro daqueles dois titãs. Com as mãos trêmulas, aproximei meu rosto da pica do primeiro enquanto com a outra mão acariciava e lambia as bolas do segundo. Comecei a chupar com uma desesperação animal, sugando a grossura da carne enquanto o gosto de porra pré-gozo inundava minha boca. Alternava entre um e outro, tentando assimilar duas picas duras que se revezavam para reclamar minha garganta. Me engasgava com o tamanho, mas cada ânsia me dava um estalo de prazer elétrico.
**STRIPPER 2:** Olha só a santinha como agarra essa pica... Engole tudo, putinha, a gente mal tá esquentando. **LAURA:** Mmh... Uff!... Que pedaço de pica!... Mmh, sim, não me deixem respirar! Eu me sentia pequena e submissa, uma simples ferramenta de prazer entre dois homens que não tinham a menor intenção de serem delicados. **PAOLA:** Isso, Laura! Engole todo esse veneno. Quero ver se aprende a chupar de verdade antes de assinar o papel do casamento. Paola ria do sofá, observando o espetáculo com uma superioridade que me fazia sentir ainda mais rebaixada e excitada. O Stripper 1 me levantou do chão com um puxão de cabelo e me jogou na cama. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, Paola se aproximou com o celular na mão, ligando a câmera em HD com um sorriso perverso. **PAOLA:** Espera, espera... isso tem que ser gravado. A gente precisa guardar essa lembrança pra posteridade, minha rainha. Pra quando a gente for velha e entediada, lembrar da puta que você foi na sua despedida. **LAURA:** Ahh, Pao!... Você vai gravar?... Mmh, que vergonha!... Mas foca bem em como eles tão me abrindo! E então aconteceu o colapso dos meus sentidos. O Stripper 1 se posicionou na minha frente e enfiou a pica na minha boca até o fundo, me sufocando enquanto os dedos dele se enterravam no meu couro cabeludo. Ao mesmo tempo, o Stripper 2 se posicionou atrás de mim e, sem nenhum aviso, me penetrou selvagemente na buceta.
Chlap, chlap, chlap! O impacto foi tão violento que meus pés balançaram no ar. Eu sentia a pressão de dois paus reivindicando meu corpo ao mesmo tempo: um na minha garganta e outro estourando meu interior. Mas eles não pararam por aí. Me viraram e ajustaram a Dupla Penetração; enquanto um me enchia a buceta com estocadas brutais, o outro forçou a entrada no meu cu.
Plap, plap, plap! Eu me sentia expandida, esticada até o ponto de rasgar. Era uma sensação de plenitude obscena que me fazia perder a razão.
**STRIPPER 1:** Olha como essa safada arregala os olhos quando sente as duas pirocas encaixadas!
**STRIPPER 2:** Essa puta tava era implorando pra ser arrombada por dois! Sente como a gente te preenche.
**LAURA:** AAAAAHHH!... Mmh!... Isso, destroça tudo aqui dentro!... Pao, grava isso pra mim!... Olha como eles me enchem!...
**PAOLA:** Olha pra câmera, Laura... Diz 'oi' com essa boca cheia de saliva. Isso! Mostra como cada estocada deforma tua barriga.
A lente do celular estava a centímetros da minha cara desfeita em prazer e da junção das duas carnes que me martelavam. Cada investida me empurrava contra o colchão, me deixando sem ar, sem nome e sem nenhum vestígio da mulher que o Daniel achava que conhecia. O clímax foi uma tempestade de fluidos. Os dois homens aceleraram o ritmo até o som da carne batendo virar um estrondo rítmico e sufocante. Num último empurrão sincronizado, os dois gozaram ao mesmo tempo. Senti o creme fervendo escorrendo pela minha garganta e uma maré de porra quente inundando minha buceta e minha bunda. Fiquei ali, jogada na cama, encharcada de suor e fluidos, com as pernas tremendo e o olhar perdido no teto da suíte. Os dois strippers se limparam com total indiferença, cobraram o pagamento e se despediram com uma piscadinha cínica antes de sair do quarto. O silêncio que ficou foi pesado, carregado do cheiro de sexo e da cara de pau. A Paola se aproximou de mim engatinhando pela cama. Me olhou com uma ternura perversa e esticou o dedo pra limpar uma gota de porra que tinha sobrado no canto dos meus lábios. Depois, levou o dedo à própria boca com uma lentidão torturante.
**LAURA:** Pao... fiquei toda arrebentada... eles me destruíram... que puta loucura...
**PAOLA:** Guarda energia, meu amor... Guarda energia pra depois do casamento, que assim que você casar eu tenho guardada a sua verdadeira surpresa. Fiquei olhando pra Paola enquanto ela guardava o celular com os vídeos gravados. Uma faísca de medo e de uma excitação insuportável cruzou minha mente. O que podia ser pior ou mais glorioso do que isso? Mas enquanto eu fechava os olhos, sentindo o rastro da porra alheia esfriando na minha pele, eu sabia que não tinha mais volta. Eu era a puta da Paola e a mulher do Daniel, e aquele abismo era o único lugar onde eu realmente me sentia viva.
**STRIPPER 2:** Olha só a santinha como agarra essa pica... Engole tudo, putinha, a gente mal tá esquentando. **LAURA:** Mmh... Uff!... Que pedaço de pica!... Mmh, sim, não me deixem respirar! Eu me sentia pequena e submissa, uma simples ferramenta de prazer entre dois homens que não tinham a menor intenção de serem delicados. **PAOLA:** Isso, Laura! Engole todo esse veneno. Quero ver se aprende a chupar de verdade antes de assinar o papel do casamento. Paola ria do sofá, observando o espetáculo com uma superioridade que me fazia sentir ainda mais rebaixada e excitada. O Stripper 1 me levantou do chão com um puxão de cabelo e me jogou na cama. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, Paola se aproximou com o celular na mão, ligando a câmera em HD com um sorriso perverso. **PAOLA:** Espera, espera... isso tem que ser gravado. A gente precisa guardar essa lembrança pra posteridade, minha rainha. Pra quando a gente for velha e entediada, lembrar da puta que você foi na sua despedida. **LAURA:** Ahh, Pao!... Você vai gravar?... Mmh, que vergonha!... Mas foca bem em como eles tão me abrindo! E então aconteceu o colapso dos meus sentidos. O Stripper 1 se posicionou na minha frente e enfiou a pica na minha boca até o fundo, me sufocando enquanto os dedos dele se enterravam no meu couro cabeludo. Ao mesmo tempo, o Stripper 2 se posicionou atrás de mim e, sem nenhum aviso, me penetrou selvagemente na buceta.
Chlap, chlap, chlap! O impacto foi tão violento que meus pés balançaram no ar. Eu sentia a pressão de dois paus reivindicando meu corpo ao mesmo tempo: um na minha garganta e outro estourando meu interior. Mas eles não pararam por aí. Me viraram e ajustaram a Dupla Penetração; enquanto um me enchia a buceta com estocadas brutais, o outro forçou a entrada no meu cu.
Plap, plap, plap! Eu me sentia expandida, esticada até o ponto de rasgar. Era uma sensação de plenitude obscena que me fazia perder a razão.
**STRIPPER 1:** Olha como essa safada arregala os olhos quando sente as duas pirocas encaixadas! **STRIPPER 2:** Essa puta tava era implorando pra ser arrombada por dois! Sente como a gente te preenche.
**LAURA:** AAAAAHHH!... Mmh!... Isso, destroça tudo aqui dentro!... Pao, grava isso pra mim!... Olha como eles me enchem!...
**PAOLA:** Olha pra câmera, Laura... Diz 'oi' com essa boca cheia de saliva. Isso! Mostra como cada estocada deforma tua barriga.
A lente do celular estava a centímetros da minha cara desfeita em prazer e da junção das duas carnes que me martelavam. Cada investida me empurrava contra o colchão, me deixando sem ar, sem nome e sem nenhum vestígio da mulher que o Daniel achava que conhecia. O clímax foi uma tempestade de fluidos. Os dois homens aceleraram o ritmo até o som da carne batendo virar um estrondo rítmico e sufocante. Num último empurrão sincronizado, os dois gozaram ao mesmo tempo. Senti o creme fervendo escorrendo pela minha garganta e uma maré de porra quente inundando minha buceta e minha bunda. Fiquei ali, jogada na cama, encharcada de suor e fluidos, com as pernas tremendo e o olhar perdido no teto da suíte. Os dois strippers se limparam com total indiferença, cobraram o pagamento e se despediram com uma piscadinha cínica antes de sair do quarto. O silêncio que ficou foi pesado, carregado do cheiro de sexo e da cara de pau. A Paola se aproximou de mim engatinhando pela cama. Me olhou com uma ternura perversa e esticou o dedo pra limpar uma gota de porra que tinha sobrado no canto dos meus lábios. Depois, levou o dedo à própria boca com uma lentidão torturante.
**LAURA:** Pao... fiquei toda arrebentada... eles me destruíram... que puta loucura...
**PAOLA:** Guarda energia, meu amor... Guarda energia pra depois do casamento, que assim que você casar eu tenho guardada a sua verdadeira surpresa. Fiquei olhando pra Paola enquanto ela guardava o celular com os vídeos gravados. Uma faísca de medo e de uma excitação insuportável cruzou minha mente. O que podia ser pior ou mais glorioso do que isso? Mas enquanto eu fechava os olhos, sentindo o rastro da porra alheia esfriando na minha pele, eu sabia que não tinha mais volta. Eu era a puta da Paola e a mulher do Daniel, e aquele abismo era o único lugar onde eu realmente me sentia viva.
0 comentários - O pacto 22 (perspectiva 22)