Minha única amizade é a filha adorável do vizinho. ep6

Fiquei chocado por vários segundos que pareceram uma eternidade. Não conseguia acreditar no que estava vendo no meu celular...
Era uma foto que focava só nas pernas dela à mostra, de pé. Mas entre elas estavam só as calcinhas levemente abaixadas, deixando ver uma manchinha na parte da frente.
Não precisei quebrar a cabeça tentando adivinhar do que se tratava.
Não soube como, nem o que responder pra aquilo. Deixei a mensagem no visto até ela me escrever de novo:Você está aí????Ao lado de um sticker de putinha triste.Por que você está me mandando isso? - TEla se espalhou rapidamente.Achei que você ia gostar...

-Não disse que não... É só que você me pegou de surpresa.

-Ah, tá...

-É a primeira vez que você faz isso?

-Sim. Não sabia bem como te comer. Você gostou?

-Parece uma boa foto. Você tá no seu banheiro?

-Sim.Em seguida, ela me mandou uma selfie sorrindo que nem uma boba pra câmera. Reparei que ela não tava usando nada nos ombros. Fiquei uns segundos admirando a linda redondeza do rostinho dela, as bochechinhas fofas e os lábios naturalmente rosadinhos.Você tá uma gostosa ❤️Mandei.Eu sei, kkkk. E você, o que tá fazendo? Além de ser um atrapalhado engraçado e tarado...Ela me deixou nervoso e meio envergonhado. De novo sentia culpa pelo que fiz com ela em lugares inapropriados. Mas talvez agora eu pudesse me permitir ser mais explícito, já que ela estava na solidão do banheiro dela. Tinha que aproveitar (como se eu já não tivesse feito antes, ha).Estava pensando em você. Naquilo que a gente fez na sua cozinha... e atrás dos muros.Tentei me fazer de gostoso.-Eu também lembro, mas...Naquele momento, meu saco subiu até a garganta. Não fazia ideia do que ia dizer. Ela demorou um pouco pra mandar a mensagem; apagava e escrevia outra antes de enviar.Isso é coisa que namorado tem que fazer... Cê não acha?

-Ah... Pois é... Quer que... a gente namore?Ela me deixou no vácuo. Esperei mais um tempo pra ver se ela mandava algo, mas nada de nada.Eu sou muito mais velho que você. Seus pais não aceitariam isso...
- Eles não precisam ficar sabendo. Eles não importam pra mim, só você...
Ela me escreveu na hora, adicionando um sticker de cachorrinho com um coração ao redor.
Em retrospectiva, era inacreditável que uma garota como ela, aparentemente inexperiente, levasse as rédeas da conversa. Me fazia parecer um otário que não entendia nada de relacionamento.
Finalmente, ela me mandou uma última mensagem:Pensa nisso... <3Depois disso, ela me mandou outra foto. Era dos peitinhos dela nus, pálidos e com os biquinhos rosados meio durinhos.
Consegui baixar as duas imagens antes que ela mesma apagasse depois de um tempo. Supus que não era por arrependimento, mas por questões legais do aplicativo.
Menina esperta...

...

Fiquei pensando nisso a noite toda.
Se era isso que ela esperava de mim, eu tinha a chance de entregar, mesmo com o risco que aquilo envolvia. Eu queria muito ser alguém importante pra Vane, ser a melhor experiência dela, porque ela realmente merecia. Além da putaria, eu sentia um carinho genuíno por ela.
Desde sempre a gente passou bons e divertidos momentos juntos. Mesmo depois que ela sumiu um tempo do bairro, voltou pra mim com a mesma confiança de antes.
Claro que com uma mudança de atitude e de roupa. Ela tinha crescido, e isso era evidente.
A única coisa que não saía da minha cabeça era a maturidade que ela tinha alcançado tão rápido, ou tão cedo.
Será que eu não era o primeiro homem na vida dela?
Segundo ela, era a primeira vez que se tocava e mandava esse tipo de foto picante. E quando ficamos a sós, tudo nela era timidez, como se fosse uma novata. Eu sei porque já passei por isso.
Então, será que a Vane sabia o que fazia? Será que ela entendia de verdade o que sentia por mim? Essas questões são inerentes aos seres humanos, quando a gente tá só começando a viver. Eu já tinha passado por isso há muito tempo, mas pra ela podia ser recente.
Eu tinha o ego e a incerteza inflados no mesmo nível. Eu gostava que ela gostasse de mim; mas também sentia que não devia me meter em mais confusão.
Qualquer um com a mente no lugar saberia o quão absurdo e idiota é ficar se perguntando tudo isso. Era óbvio que eu devia me manter de fora, me firmar no meu papel de mais velho responsável e recusar.
Mas eu não amadureci... Os anos escaparam pelas minhas mãos, e eu não fiz nada pra aproveitá-los. Hoje eu sou tão imbecil quanto ontem.
Apesar de tudo Daquele espiral de pessimismo, surgiu uma gotinha de esperança.
Lembrei do pequeno esforço que dediquei pra aprender sobre o curso de Educação e impressionar os pais dela, e pensei que talvez conseguisse estudar até o fim. Não porque me achasse muito capaz ou inteligente, mas por me transformar numa versão melhor de mim... por ela.
Só eu sabia o quão patético eu era, o fundo da piscina onde tinha chegado, e onde eu me afogava de propósito. Precisava sair logo.

...

Na manhã seguinte, decidi sair pra dar uma volta. Sabia que de novo os moleques estavam jogando bola na rua.
Assim que abri a porta, vi ela de costas, na posição pra pegar uma bola que iam chutar. O garoto bateu com toda a força na bola e ela saiu disparada em direção à Vane; assustando ela pra caralho e desviando por pouco pra evitar o dano. Obviamente quem levou a bolada fui eu; todos os outros caíram na risada como nunca antes. Fiquei parado, processando o que tinha acabado de acontecer, além de acalmar minha raiva.
Ela se virou num segundo, me olhando assustada e meio envergonhada. Me disse apressadamente:Desculpa! Você tá bem..?
- Tô sim, fica tranquila. Não foi culpa sua. -
Segurando o choro de dor. Senti o sangue escorrendo do meu nariz. Os caras pararam de rir, e a expressão deles mudou pra pânico. Ficaram se gritando e se xingando pra ver quem era menos culpado de todos.Vem, vamos pra minha casa. A mamãe tem um kit de primeiros socorros que pode te servir.Ela segurou meu braço com força e me guiou até a casa dela, direto pro quarto da Dona Eva, sua mãe gorda e flácida.
Pensei no que os amigos vizinhos dela poderiam imaginar sobre nós. Eles costumam ser uns alucinados irritantes, se achando no direito de dominar a rua... se gabando de romances e pegações que muito provavelmente nunca tiveram. Mas eles tinham conhecimento sobre esses assuntos, pra minha desgraça.

A Vane teve muito cuidado ao tratar meu sangramento nasal. Ela falava comigo com uma doçura extrema pra eu mexer a cabeça ou segurar o algodão embebido em álcool. Tudo que eu podia fazer era sorrir enquanto ela me atendia preocupada.-Você não precisa fazer tudo isso. -Eu falei pra ela.Foi minha culpa, eu devia ter pego a bola. Mas fiquei com muito medinho. Me perdoa... -Volvia a me implorar, com os olhos marejados.-Ei... não se preocupa. Essas coisas acontecem. Não te odeio por causa disso...Ela continuou angustiada, parada na minha frente, com o algodão nas mãos. Continuei falando:Não tá acreditando em mim?Ela negou com a cabecinha. O rabo de cavalo dela bateu de leve no rosto dele.Chega mais... Sobe aqui. -Bati na minha coxa para que ela se sentasse ali.
Obedeceu tímida e acabou sentada na minha perna esquerda, como alguém que vai pedir presentes pro Papai Noel.
Levantei meus braços para segurá-la e dar tranquilidade com um abraço longo e gentil.
A cabeça dela ficou apoiada embaixo do meu queixo; e o corpo dela colado no meu, se escondendo de novo de mim.
Continuei passando minha mão direita pelas bochechas dela, limpando as lágrimas pequenas que caíam.-Você acha que estou bravo com você? É só um acidente... Mesmo que vocês estivessem brincando literalmente na frente da minha porta. Deviam ter pensado melhor... Mas não te culpo por isso.Esperei alguma resposta, mas só veio silêncio.-Estive pensando no que você me disse ontem à noite... Você falou sério?Ela só entrelaçava os dedos, sem ousar responder ou me olhar. Finalmente, agarrou minha camiseta e assentiu levemente.Acho que já decidi.Continuei falando.
Pude sentir nossos corações batendo a mil por hora. Não conseguia acreditar no que estava prestes a dizer...E-eu gostaria de ser seu... namorado. A gente podia tentar e ver no que dá... Você também me atrai.ISSO EU NEM TINHA PLANEJADO! De onde saiu isso?? Ela nunca tinha me contado ou sugerido algo assim. Não tão explicitamente. Quis morrer naquela hora, não aguentava a pressão de ter falado uma barbaridade daquelas.
Mas a Vane levou de outro jeito. Parou de brincar com os dedos, pra levantar a cabeça aos poucos e fazer contato visual. Agora ela tava com os olhos bem abertos, brilhando pelas lágrimas de antes. Vi que nos lábios dela ia se desenhando um sorriso de felicidade.
Eu mal conseguia sustentar o olhar.

Aí ela deu um gritinho de empolgação e se jogou em cima de mim. Quase caímos da cadeira.
Ela tava me abraçando com todas as forças, quase arrancando minha cabeça. As pernas dela agora descansavam abertas sobre as minhas, enquanto eu não sabia exatamente o que fazer.
Por fim, resolvi retribuir a demonstração de carinho e segurei ela pela cintura, me agarrando.
Senti que aquele momento durou minutos. Ninguém saiu da posição durante todo esse tempo.

Depois me veio a ideia de passar a mão no cabelo dela e acariciar, fazer ela ver que tava tudo bem entre a gente. Ela finalmente se afastou uns centímetros e ficamos de novo cara a cara.
Não me segurei e comecei a dar beijinhos no rosto todo dela. Isso fez ela soltar umas risadinhas.
Continuei enchendo ela de dengo pela testa e bochechas sem parar. Notei que às vezes ela parecia seguir a direção dos meus lábios com os dela, querendo cruzá-los em algum momento...
Eu ri daquilo e falei baixinho:-Se você quer um beijo, é só pedir... Agora a gente é namorado, né?Instantaneamente segurei firme seu queixo com meu polegar e indicador direitos, passando a encará-la fixamente. Devagar, puxei-a para perto e fui notando como ela fechava os olhinhos para receber o beijo. Fechei os meus e deixei o resto fluir...

Dessa vez os beijos foram mais calmos. Havia uma intenção de provar com calma o sabor e o toque dos nossos lábios. Pela sala inteira se ouviam sons de beijos e respirações ofegantes.

A paixão do momento ia aumentando, assim como nossos corpos em fervorosa fricção...

Ela estava fazendo pequenos movimentos circulares com a cintura, sentada na minha pélvis.

Ela percebeu o quanto eu estava ficando duro, e isso a excitou.

O atrito entre nós dois era constante e intenso, o volume entre minhas pernas se moldava à maciez dos lábios da buceta dela, escondidos sob o short jeans.

Agora minhas mãos a seguravam com força por trás, pra sentir tudo ainda melhor.

As pontas dos meus dedos percorriam com cautela suas costas delicadas, arrepiando a pele dela e incentivando-a a dar pulinhos em cima de mim.

Novamente estávamos à beira do sexo... como da primeira vez, depois que terminou a festa de aniversário dela, sozinhos na cozinha. Como da segunda vez, escondidos no quintal murado de uma casa abandonada.

Me faltou coragem pra levar a situação pra esse nível.

Mas aconteceu algo inesperado. Ela parou de me abraçar pelos ombros e desceu as mãos com tranquilidade até pousá-las na minha virilha inchada.

Na hora um arrepio me percorreu e quase a detive.

Sem perder o ritmo da situação, continuou me beijando enquanto abria minhas calças com dificuldade.

Quando finalmente conseguiu, deixou à mostra minha cueca azul. Senti como ela deslizava os dedos e as palmas das mãos finas por toda aquela área. Dava pra notar a vontade dela de se apossar do que estava por baixo...

Ficou assim por alguns segundos até puxar minha cueca e um pau pulsante aparecer, pronto pra receber carinho...

Ela o pegou com as duas mãos, deixando a glande e parte do tronco aparecerem. A pele dela era tão macia...
Apesar da empolgação do momento, manteve a compostura como uma dama delicada, e devagar foi massageando ele...
O aperto dos dedos dela era firme, mas cauteloso. Eles se enrolavam no tronco, pra esticar minha pele e vencer a sensibilidade do pau...
Várias vezes deixei escapar gemidos entre beijos, fazendo ela sorrir de orgulho. Continuou com mais impulso e determinação, apertando ele entre as palmas, querendo espremer até a última gota...
As pernas começaram a tremer, ficando tensas sem querer, me levantando um pouco da cadeira e querendo penetrar fundo antes de gozar.-A-ah... Não aguento m-mais... -Quis avisar ela da surpresa iminente.
Isso só fez ela acelerar o ritmo, até não aguentar mais...
Em um segundo, aconteceu uma liberação consistente de sêmen sobre as mãos dela, escapando para a camiseta vermelha que ela vestia. Eu não parava de tremer e ter leves espasmos. Minhas mãos estavam firmes sobre as nádegas macias e redondas dela. Eu engolia bocados de ar para tentar recuperar o fôlego antes de desmaiar.
Com uns últimos beijos na minha bochecha, ela se afastou alguns centímetros de mim para observar o estrago que tínhamos feito... Ela tinha uma expressão de safadeza, orgulho e curiosidade.
Ela olhou para as próprias mãos por alguns segundos e eu mal consegui dizer que a ajudaria a se limpar... Ela não me deu ouvidos e passou as mãos nos shorts, sujando a roupa ainda mais. Não tive fôlego para brigar com ela.
Sem dizer uma única palavra, ela desceu do meu colo e foi se sentar na cama da mãe dela. Não parava de sorrir para mim.
Levantei como pude meu corpo dormente e exausto, com o pau ainda de fora, voltando ao tamanho original.- Me empresta seu banheiro? - perguntei.Ela só apontou contente pra direita dela.
Depois de um tempo, voltei mais relaxado, e meio sem graça. Ela já tinha trocado de roupa, só que agora vestia uma camiseta comprida que cobria até os joelhos. Era do pai dela, me disse.

Me ofereceu um copo d'água e depois saímos da casa dela pra continuar brincando com os vizinhos. Como se nada tivesse acontecido de novo naquela casa...

...

De noite, recebi uma mensagem dela, era outra foto.
Ela tava de novo trancada no banheiro, na frente do espelho, levantando a camiseta e mostrando que não tava usando nenhuma outra peça de roupa...
Desde quando ela fazia isso?

1 comentários - Minha única amizade é a filha adorável do vizinho. ep6

E parece que fica melhor com os diálogos separados. Talvez eu aplique isso nos outros caps.