Olá, pessoal, me apresento: sou Ramón, tenho 40 anos, tenho 1,74m. Sou de Santa Fé, Argentina. Esse relato aconteceu há sete meses atrás. Bom, pra começar, quero dizer que tenho uma rola bem torta, com uma cabeça enorme e bem grande, mas não uso com ninguém porque me separei há quatro anos. Mas tenho uma filha, só que ela mora com a mãe dela em Buenos Aires; elas foram morar em Buenos Aires desde que me separei da mãe dela. Mas todo verão minha filha sempre vem me visitar. Minha filha se chama Milagros, mas ela gosta que chamem ela de Mili. Ela tem 1,65m e 20 anos. Também queria dizer que ela é muito gostosa, tem uma bunda linda. Quando ela começou a se desenvolver, comecei a vê-la de outro jeito, melhor dizendo, comecei a desejar aquela bunda linda. A mãe dela tem 38 anos, pra mim é uma boa mãe, embora a Mili me conte que ela ainda não deixa ela sair por aí com as amigas. Ela me conta que deixa sair, mas às vezes. Nesse verão ela vai vir pra Santa Fé, pra minha casa. Aqui ela também tem muitas amigas, mas tô pensando se deixo ela sair direto ou não. Embora ela já tenha 20 anos, a gente cuida muito dela porque é uma menina muito delicada e muito gostosa. Ela teve namorado, ficaram três anos juntos e terminaram. Chegou o verão e ela veio pra minha casa. Eu sou um homem que mora sozinho, trabalho o dia todo numa empresa de carros e também não transo há muito tempo.
Como eu tava dizendo, chegou o verão e a Mili veio pra cá.
Liguei o carro e fui buscá-la no terminal, pude notar que dessa vez ela tava com mais bunda e tava mais gostosa ainda do que nos anos anteriores, tô falando da bunda dela. A gente vinha conversando e do nada ela me fala: papai, quero que o senhor me compre uma moto. E eu respondi: filha, mas eu não tenho muita grana, tenho muitas dívidas pra pagar. E ela respondeu: tudo bem, sem problema. Papai, a piscina tá limpa. É sim, filha, você vai entrar porque eu também vou entrar, tá muito calor. Ai sim, papai, tá calor pra caralho. Chegamos em casa, arrumamos as roupas dela no quarto, mais tarde, umas 8:30 da noite, a gente entrou na piscina. Ela entrou de tanga, eu não podia acreditar, meu pau começou a endurecer na hora, mas rapidinho fui pra água e comecei a me mexer pra não ficar visível.
Como eu te dizia, ela fez 18 anos e começou a se desenvolver, aí comecei a ficar com vontade de meter minha pica enorme no cu dela, mas dessa vez que ela veio, estava pior ainda. Ela começava a nadar e eu ficava de olho naquele rabo lindo dela, e minha pica estava prestes a explodir. Saímos da piscina, não fomos dormir, ela no quarto dela e eu no meu, naquela noite me masturbei que nem um louco pensando naquele rabo gostoso dela. Eu daria qualquer coisa só para ela me chupar um pouquinho e depois se entregar pra mim. Mas aquilo era impossível, eu pensava comigo mesmo: minha filha é tão linda que qualquer homem daria tudo por ela, e acho que qualquer pai desejaria ter uma filha assim. No outro dia, acordamos, tomamos café, almoçamos, e às 2h30 da tarde fomos de novo para a piscina porque estava muito calor. Eu não era de entrar na piscina, bom, costumava entrar às vezes, mas dessa vez, só de ver aquele rabo lindo, eu entrava correndo na piscina. E ela me pedia para tirar fotos dela, eu com todo prazer tirava, acho que era para postar no Instagram, eu a seguia no Instagram só para ver as fotos dela.
Naquela mesma tarde, ela estava me contando que começou a ir na academia quando tava em Buenos Aires. E eu, aproveitando a situação, falei: "por isso que você veio mais bunduda". Ela me olha e me diz: "haha obrigada, pai, tenho que me cuidar o verão inteiro na comida pra não engordar, porque odeio ser gorda". Eu não aguentava mais, meu pau tava prestes a explodir, eu ficava olhando de vez em quando aquele rabo lindo. E como era sábado, naquela noite ela ia sair pra balada com as amigas que tinham convidado ela. Ela me fala: "pai, vou sair hoje à noite, me deixa?" E eu falo: "não sei, tenho que falar com sua mãe". Ela: "mãe com certeza vai te falar pra não me deixar". E eu falei: "não sei, me deixa pensar". "Por favor, pai, me deixa ir" e ela não falou nada. Aproveitando a situação, veio na minha cabeça me arriscar e falar: "e se eu te deixar ir, o que você me dá em troca?" E ela me olhou firme e falou: "não sei, não tenho nada pra te dar, mas sei lá, posso te ajudar em alguma coisa, posso lavar seu carro se quiser, pai". E eu falei: "só o carro?" E ela respondeu: "outra coisa não sei o que posso fazer". Foi aí que me arrisquei em falar: "a gente pode fazer um trato se você quiser, e eu posso te deixar ir todas as vezes que você quiser com suas amigas dançar". E ela respondeu: "e qual é o trato?" "Pra isso você tem que chegar mais perto, ninguém pode ouvir, mas você tem que me prometer que não vai ficar brava e não vai contar pra ninguém." "Te prometo, pai, que não vou contar pra ninguém." Eu tava um pouco nervoso, mas ao mesmo tempo tava com tesão de tanto ver aquele bundão lindo, melhor dizendo, aquele rabão. Foi aí que me animei a falar: "o trato é que você chupe um pouquinho e só". E ela me olhou firme e falou: "o que você quer que eu chupe?" "Meu pau, mas só um pouquinho." E ela me falou: "ah não, pai, que nojo, você é um nojento, nunca vou colocar essa coisa na minha boca". "Você me falou que não ia ficar brava." E ela respondeu: "não fiquei brava, mas isso não, pai, outra coisa melhor". E eu falei: "outra coisa não sei, você não tem pena do seu pai não? dar um pouquinho de prazer só um pouquinho por cima, depois você pode sair pra onde quiser e até a hora que quiser. E ela ficou pensando e me disse: "ai, não sei, pai, me dá nojo fazer isso". Mas você tinha namorado, com certeza chupou e provou. E ela me respondeu: "jamais na minha vida fiz isso com ele". E eu disse: "bom, se você quer sair, já sabe qual é o trato". Foi aí que ela me disse: "bom, deixa eu pensar". Passaram as horas, chegou a noite, eram 11:30 da noite, eu estava deitado. E ela estava se vestindo pra sair pra dançar, achando que eu ia deixar ela sair sem trato nenhum. Quando fui na sala pra beber água, vi que ela estava vestida e estava muito gostosa, tinha um conjunto lindo que mostrava as pernonas dela, e eu falei: "onde você vai?". E ela me disse: "te falei que ia sair com minhas amigas". E eu respondi: "mas você não cumpriu o trato". E ela respondeu: "ai, pai, me dá vergonha fazer isso". E eu falei: "só um pouquinho e nada mais, depois pode ir pra onde quiser e até a hora que quiser". Ela me olhou e ficou pensando, passou um segundo e ela disse: "tá bom, mas só um pouquinho, nada mais". Sim, MILI, só um pouquinho, nada mais. Naquele momento me deu um tesão danado e comecei a pensar "vamos lá", sabia que ela ia aceitar porque tenho uma filha muito boazinha. E ela me respondeu: "ai, cala a boca, seu nojento". E eu falei: "você vai adorar, só imagina que é um pirulito gigante de morango". Naquele momento fomos pro meu quarto, ela estava na minha frente, foi aí que eu disse: "bom, ajoelha", e ela se ajoelhou e olhou direto pro meu pau, eu ainda estava de calça, mas dava pra ver o volume.
Quando baixei a calça, meu pau estava duro como pedra e quicou na testa dela. E ela me fala: "ai meu deus, que nojo, que impressão". Foi aí que comecei a falar: "vamos, mili, chupa, chupa, chupa". Eu estava tão excitado que queria que ela me chupasse o mais rápido possível. E finalmente ela colocou a boquinha dela na cabeçona do meu pau. Ela ficou me chupando por uns cinco a seis minutos. De vez em quando ela dava uma engasgada porque sentia nojo, mas continuava chupando mesmo assim. Peguei o cabelo dela devagar, óbvio, e puxei ela pra longe do meu pau, e um pouco de cuspe meu caiu direto na cabeça do meu pau. Foi aí que ela me falou: "que nojo, não, não, não, pronto, já chega". E eu falo de novo: "por favor, só mais um pouquinho". Peguei minha camiseta e esfreguei meu pau pra tirar a saliva que eu tinha cuspido no meu próprio pau. Foi aí que ela me disse: "só mais um pouquinho e pronto". E eu respondi: "sim, sim, só mais um pouquinho e já era". Nesse momento ela voltou a me chupar e eu comecei a falar: "ai, sim, mili, não para, não para, ai, sim". Eu sentia a boquinha linda dela em volta da minha pica enorme, mesmo que ela só chupasse a pontinha da minha cabeça, eu sentia muito prazer e me sentia nas nuvens. Passou mais um segundo e eu falei: "mili, aí vem a sobremesa deliciosa 💦💦". E ela me responde: "ai, não, que nojo", se levantou rapidinho e parou de me chupar, e eu perguntei: "por que você parou?" Ela: "não, isso me dá muito nojo, nunca vou deixar isso entrar na minha boca 👄". Foi aí que eu falei: "então, bate uma pra mim com as duas mãos e deixa o leite sair pra qualquer lado". Ela começou a me masturbar e saiu muito leite, mais que o normal, acho que era porque eu estava muito excitado. Ela me olhou e falou: "pronto". Foi aí que eu dei um beijo na testa dela e falei: "obrigado, mili, muito obrigado, agora pode ir pra onde você quiser". Eu fiquei deitado na minha cama e ela correu rapidinho pro banheiro lavar a boca e as mãos. Pouco depois ela volta pro quarto e me fala: "pai, vou indo", e eu respondi: "tá bom, filha, se cuida, tchau". Pouco depois peguei meu celular, entrei no Instagram e vejo nos stories dela que Ela postou uma foto com as amigas, as amigas dela nem vão imaginar o que ela teve que fazer pra poder sair. Bom, pra mim foi uma delícia, mas pra ela acho que não... bom, é o que eu digo, capaz que ela gostou.
Nesse momento, aproveitei que fiquei sozinho de novo e entrei no perfil dela, comecei a olhar a foto que tinha nos destaques. Enquanto via as fotos antigas que ela tinha postado no ano passado, eu me masturbava, punheta atrás de punheta.






















Naquela noite, enchi meu celular de porra, ficou tudo encharcado de tanta punheta que ela me mandou. Bom, também fiquei pensando: já fiz ela chupar, realizei uma das minhas fantasias, mas faltava uma coisa a mais, e antes que ela voltasse pra Buenos Aires, eu tinha que cumprir, sim ou sim. Eu pensava naquele momento: de algum jeito vou convencer ela a me entregar aquele bum lindo dela. No outro dia, acordei eram 11 da manhã, ela tava dormindo no quarto dela, não sei que horas tinha chegado porque não ouvi, já que eu tinha caído no sono. Eu tava tomando mate na mesa, ela se levantou, me deu bom dia, foi ao banheiro, lavou o rosto e sentou na mesa comigo. Eu falei pra ela: tremenda noite ontem, hein. E ela me olha de canto, me olha com uma cara de mal e fala: ha ha, sim. E eu respondo de novo: foi uma noite linda, espero que um dia aconteça de novo uma noite assim. E ela me olha e fala: nem nos teus sonhos, se levanta e vai pro quarto dela. Naquele momento ela foi pro quarto e eu comecei a ouvir que ela tava falando com a amiga dela de Buenos Aires, e a amiga tava contando que o pai dela tinha comprado uma moto. E ela respondeu: que legal, eu também queria uma moto pra sair andando por aí juntas. E a amiga responde: e por que você não fala pro seu pai te comprar, já que você tá aí com ele. E a Mili respondeu: meu pai agora não tá com muita grana, tem dívida pra pagar. Ai amiga, que merda, bom, tchau, depois te ligo. Naquele momento pensei comigo: pode ter outro trato, o bum dela em troca da moto, não importa quanto eu tenha que gastar por uma moto, eu quero o bum dela, dizia dentro de mim. Passaram as horas, ela tava no quarto dela, eu no meu, foi aí que ela veio pro meu quarto e me falou: pai, quero uma moto. Aproveitei a situação e falei: a gente pode fazer um trato, se tem trato, tem moto. E ela me falou: não, de novo esse trato nojento, melhor não. Foi aí que ela se levantou pra ir de novo pro quarto dela. E eu não deixei passar aquele momento, aproveitando a situação, eu... peguei na mão dela e disse: Mili, espera. Posso te comprar a moto que você quiser, e agora mesmo — bom, agora entre 7:30 da noite, quando a agência tá aberta. Mas você tem que cumprir o trato que eu vou te dizer. A Mili respondeu: Pra isso você tem grana, hein, é rápido que nem bala, e ainda me disse que tava endividado. Bom, eu menti que tava endividado porque não queria gastar muita grana, mas se você aceitar o trato, eu te compro a moto que você quiser. Ai, não sei não, pai, imagino o trato que você vai me dizer, além do mais seus tratos são muito nojentos. Bom, você vai aceitar o trato ou não? Lembra que se aceitar o trato, você vai ter a moto que quiser. Mas a moto que eu quiser. Sim, Mili, a moto que você quiser. Bom, tá certo, aceito seu trato, e do que se trata? Naquele momento, meu coração começou a bater fortíssimo de tanta excitação, meu pau ficou duro de novo que nem pedra. Também a cabeça do meu pau inchou que nem um cone. Bom, como eu te falei, isso fica entre a gente, me promete que não vai contar pra ninguém. Sim, pai, te prometo que não vou contar pra ninguém. Eu quero que você me entregue sua bunda, vou meter nos seus dois buraquinhos só por um pouquinho. Ai não, pai, mas isso é errado. Por favor, Mili, vou te comprar a moto que você quiser. Vai, Mili, por favor, só uma vez e pronto. Você tem uma bunda linda, com umas nalgas maravilhosas e um cuzinho gostoso que me deixam doido. E ela me respondeu: Acho que sua coisa grande aí embaixo tá mais doida que você. E eu respondi: É porque ele te ama demais, por isso fica assim. E era verdade, meu pau quase estourava de tão duro que tava. E ela me diz: Bom, tá certo, que seja a primeira e última vez, e espero que você faça devagar, porque você é bem grande. Claro que sim, Mili, vou meter devagarinho. E bom, naquele momento ela me diz: E você vai ficar me olhando ou vai fazer alguma coisa? Quando ela me falou isso, eu fiquei mais doido ainda, fui lá e comecei a encher ela de beijos, comecei a beijar a bunda linda dela, e comecei a meter minha língua no cuzinho dela, chupava a... Peituda pra caralho. Deixei um chupão daqueles na bunda dela, do lado direito, de tão forte que eu chupava. E falei: "agora é sua vez de encher meu pau de beijo, ou melhor, seu pirulito favorito". E ela respondeu: "essa coisa não é meu pirulito favorito". E eu falei: "por que você é tão má com ele, se ele te quer muito, te ama pra caralho?". A gente deitou na cama e ela ficou olhando fixo pro meu pau. E eu falei: "cospe nele, Mili". E ela respondeu: "ah, não". E eu falei: "ué, então eu cuspo". "Ah não, melhor eu cuspir então", antes de me chupar, falei "ai, meu Deus". E ela começou a me chupar de novo. Eu tava adorando, depois de sete minutos de pura chupada. Decidi colocá-la de quatro, com as duas perninhas juntas, e meter na buceta dela primeiro. Fiquei cinco minutos metendo na buceta dela e decidi trocar de buraco. Comecei a meter devagarzinho no cu, com a calcinha que ela tava usando amarrada em volta das minhas bolas pra deixar meu pau mais em evidência. E eu perguntei: "tá gostando?" e ela disse "um pouco" e perguntei de novo: "tá gostando, sim ou não?" e ela falou: "sim, não para, mas um pouco mais devagar". "Você gosta, Mili?" "Adoro, papai, faz melhor que o namorado que eu tinha e ainda tem o pau maior, gosto muito, papai, não para". O cu dela abria igual boca de garrafa de 5 litros. Enquanto eu metia e tirava meu pau do cu dela, eu cuspia igual louco dentro daquele cu lindo. "Mili, vem o final e dessa vez não quero desperdiçar". "Ai, papai, que nojo, vou tentar engolir se conseguir, se não, cuspo tudo". "Beleza, fica de joelhos rápido". Gozei toda minha porra na boquinha dela, ela tentou engolir mas não conseguiu, cuspiu no chão enquanto ia pro banheiro lavar a boca. Eu comecei a engolir meu próprio sêmen que ela tinha cuspido no chão, não queria que desperdiçasse nada, além de que eu tava muito excitado. Depois de um tempo, já eram umas seis da tarde, a gente tomou banho e fomos pegar a moto dela.
Chegamos e antes de descer pra comprar a moto dele, falei pela última vez: mais uma chupadinha, a última chupadinha, por favor. Ai, pai, mas acabei de tomar banho e escovar os dentes. Por favor, a última. A Mili respondeu: tá bom, mas não pensa que eu vou engolir.
E aí eu falei pra ela: não precisa não, você pode gozar na sua boca e depois me passar. Que nojo, pai. Vai, mili, chupa. E ela começou a me chupar de novo, eu relaxava enquanto olhava pela janela pra ver se não vinha ninguém. Ficou uns 10 minutos me chupando e eu comecei a gozar, soltei toda a minha porra na boca dela e quando ela ia cuspir, segurei a carinha dela e falei: me dá a porra pra mim. Quando ela me passou a porra na minha boca, engoli minha própria porra na frente da cara dela e falei: é uma delícia. Que nojo, pai. Ela desceu do carro pra ir ao banheiro do posto de gasolina enxaguar a boca.
Depois fomos comprar a moto dela, saiu bem caro, mas valeu a pena. Consegui realizar minha fantasia e meu sonho. E ela pôde ter a moto dela.
Valeu a pena chupar a pica do papai. Se quiserem mais relato assim, me escrevam nos comentários, espero que curtam.

Como eu tava dizendo, chegou o verão e a Mili veio pra cá.
Liguei o carro e fui buscá-la no terminal, pude notar que dessa vez ela tava com mais bunda e tava mais gostosa ainda do que nos anos anteriores, tô falando da bunda dela. A gente vinha conversando e do nada ela me fala: papai, quero que o senhor me compre uma moto. E eu respondi: filha, mas eu não tenho muita grana, tenho muitas dívidas pra pagar. E ela respondeu: tudo bem, sem problema. Papai, a piscina tá limpa. É sim, filha, você vai entrar porque eu também vou entrar, tá muito calor. Ai sim, papai, tá calor pra caralho. Chegamos em casa, arrumamos as roupas dela no quarto, mais tarde, umas 8:30 da noite, a gente entrou na piscina. Ela entrou de tanga, eu não podia acreditar, meu pau começou a endurecer na hora, mas rapidinho fui pra água e comecei a me mexer pra não ficar visível.
Como eu te dizia, ela fez 18 anos e começou a se desenvolver, aí comecei a ficar com vontade de meter minha pica enorme no cu dela, mas dessa vez que ela veio, estava pior ainda. Ela começava a nadar e eu ficava de olho naquele rabo lindo dela, e minha pica estava prestes a explodir. Saímos da piscina, não fomos dormir, ela no quarto dela e eu no meu, naquela noite me masturbei que nem um louco pensando naquele rabo gostoso dela. Eu daria qualquer coisa só para ela me chupar um pouquinho e depois se entregar pra mim. Mas aquilo era impossível, eu pensava comigo mesmo: minha filha é tão linda que qualquer homem daria tudo por ela, e acho que qualquer pai desejaria ter uma filha assim. No outro dia, acordamos, tomamos café, almoçamos, e às 2h30 da tarde fomos de novo para a piscina porque estava muito calor. Eu não era de entrar na piscina, bom, costumava entrar às vezes, mas dessa vez, só de ver aquele rabo lindo, eu entrava correndo na piscina. E ela me pedia para tirar fotos dela, eu com todo prazer tirava, acho que era para postar no Instagram, eu a seguia no Instagram só para ver as fotos dela.
Naquela mesma tarde, ela estava me contando que começou a ir na academia quando tava em Buenos Aires. E eu, aproveitando a situação, falei: "por isso que você veio mais bunduda". Ela me olha e me diz: "haha obrigada, pai, tenho que me cuidar o verão inteiro na comida pra não engordar, porque odeio ser gorda". Eu não aguentava mais, meu pau tava prestes a explodir, eu ficava olhando de vez em quando aquele rabo lindo. E como era sábado, naquela noite ela ia sair pra balada com as amigas que tinham convidado ela. Ela me fala: "pai, vou sair hoje à noite, me deixa?" E eu falo: "não sei, tenho que falar com sua mãe". Ela: "mãe com certeza vai te falar pra não me deixar". E eu falei: "não sei, me deixa pensar". "Por favor, pai, me deixa ir" e ela não falou nada. Aproveitando a situação, veio na minha cabeça me arriscar e falar: "e se eu te deixar ir, o que você me dá em troca?" E ela me olhou firme e falou: "não sei, não tenho nada pra te dar, mas sei lá, posso te ajudar em alguma coisa, posso lavar seu carro se quiser, pai". E eu falei: "só o carro?" E ela respondeu: "outra coisa não sei o que posso fazer". Foi aí que me arrisquei em falar: "a gente pode fazer um trato se você quiser, e eu posso te deixar ir todas as vezes que você quiser com suas amigas dançar". E ela respondeu: "e qual é o trato?" "Pra isso você tem que chegar mais perto, ninguém pode ouvir, mas você tem que me prometer que não vai ficar brava e não vai contar pra ninguém." "Te prometo, pai, que não vou contar pra ninguém." Eu tava um pouco nervoso, mas ao mesmo tempo tava com tesão de tanto ver aquele bundão lindo, melhor dizendo, aquele rabão. Foi aí que me animei a falar: "o trato é que você chupe um pouquinho e só". E ela me olhou firme e falou: "o que você quer que eu chupe?" "Meu pau, mas só um pouquinho." E ela me falou: "ah não, pai, que nojo, você é um nojento, nunca vou colocar essa coisa na minha boca". "Você me falou que não ia ficar brava." E ela respondeu: "não fiquei brava, mas isso não, pai, outra coisa melhor". E eu falei: "outra coisa não sei, você não tem pena do seu pai não? dar um pouquinho de prazer só um pouquinho por cima, depois você pode sair pra onde quiser e até a hora que quiser. E ela ficou pensando e me disse: "ai, não sei, pai, me dá nojo fazer isso". Mas você tinha namorado, com certeza chupou e provou. E ela me respondeu: "jamais na minha vida fiz isso com ele". E eu disse: "bom, se você quer sair, já sabe qual é o trato". Foi aí que ela me disse: "bom, deixa eu pensar". Passaram as horas, chegou a noite, eram 11:30 da noite, eu estava deitado. E ela estava se vestindo pra sair pra dançar, achando que eu ia deixar ela sair sem trato nenhum. Quando fui na sala pra beber água, vi que ela estava vestida e estava muito gostosa, tinha um conjunto lindo que mostrava as pernonas dela, e eu falei: "onde você vai?". E ela me disse: "te falei que ia sair com minhas amigas". E eu respondi: "mas você não cumpriu o trato". E ela respondeu: "ai, pai, me dá vergonha fazer isso". E eu falei: "só um pouquinho e nada mais, depois pode ir pra onde quiser e até a hora que quiser". Ela me olhou e ficou pensando, passou um segundo e ela disse: "tá bom, mas só um pouquinho, nada mais". Sim, MILI, só um pouquinho, nada mais. Naquele momento me deu um tesão danado e comecei a pensar "vamos lá", sabia que ela ia aceitar porque tenho uma filha muito boazinha. E ela me respondeu: "ai, cala a boca, seu nojento". E eu falei: "você vai adorar, só imagina que é um pirulito gigante de morango". Naquele momento fomos pro meu quarto, ela estava na minha frente, foi aí que eu disse: "bom, ajoelha", e ela se ajoelhou e olhou direto pro meu pau, eu ainda estava de calça, mas dava pra ver o volume.
Quando baixei a calça, meu pau estava duro como pedra e quicou na testa dela. E ela me fala: "ai meu deus, que nojo, que impressão". Foi aí que comecei a falar: "vamos, mili, chupa, chupa, chupa". Eu estava tão excitado que queria que ela me chupasse o mais rápido possível. E finalmente ela colocou a boquinha dela na cabeçona do meu pau. Ela ficou me chupando por uns cinco a seis minutos. De vez em quando ela dava uma engasgada porque sentia nojo, mas continuava chupando mesmo assim. Peguei o cabelo dela devagar, óbvio, e puxei ela pra longe do meu pau, e um pouco de cuspe meu caiu direto na cabeça do meu pau. Foi aí que ela me falou: "que nojo, não, não, não, pronto, já chega". E eu falo de novo: "por favor, só mais um pouquinho". Peguei minha camiseta e esfreguei meu pau pra tirar a saliva que eu tinha cuspido no meu próprio pau. Foi aí que ela me disse: "só mais um pouquinho e pronto". E eu respondi: "sim, sim, só mais um pouquinho e já era". Nesse momento ela voltou a me chupar e eu comecei a falar: "ai, sim, mili, não para, não para, ai, sim". Eu sentia a boquinha linda dela em volta da minha pica enorme, mesmo que ela só chupasse a pontinha da minha cabeça, eu sentia muito prazer e me sentia nas nuvens. Passou mais um segundo e eu falei: "mili, aí vem a sobremesa deliciosa 💦💦". E ela me responde: "ai, não, que nojo", se levantou rapidinho e parou de me chupar, e eu perguntei: "por que você parou?" Ela: "não, isso me dá muito nojo, nunca vou deixar isso entrar na minha boca 👄". Foi aí que eu falei: "então, bate uma pra mim com as duas mãos e deixa o leite sair pra qualquer lado". Ela começou a me masturbar e saiu muito leite, mais que o normal, acho que era porque eu estava muito excitado. Ela me olhou e falou: "pronto". Foi aí que eu dei um beijo na testa dela e falei: "obrigado, mili, muito obrigado, agora pode ir pra onde você quiser". Eu fiquei deitado na minha cama e ela correu rapidinho pro banheiro lavar a boca e as mãos. Pouco depois ela volta pro quarto e me fala: "pai, vou indo", e eu respondi: "tá bom, filha, se cuida, tchau". Pouco depois peguei meu celular, entrei no Instagram e vejo nos stories dela que Ela postou uma foto com as amigas, as amigas dela nem vão imaginar o que ela teve que fazer pra poder sair. Bom, pra mim foi uma delícia, mas pra ela acho que não... bom, é o que eu digo, capaz que ela gostou.
Nesse momento, aproveitei que fiquei sozinho de novo e entrei no perfil dela, comecei a olhar a foto que tinha nos destaques. Enquanto via as fotos antigas que ela tinha postado no ano passado, eu me masturbava, punheta atrás de punheta.






















Naquela noite, enchi meu celular de porra, ficou tudo encharcado de tanta punheta que ela me mandou. Bom, também fiquei pensando: já fiz ela chupar, realizei uma das minhas fantasias, mas faltava uma coisa a mais, e antes que ela voltasse pra Buenos Aires, eu tinha que cumprir, sim ou sim. Eu pensava naquele momento: de algum jeito vou convencer ela a me entregar aquele bum lindo dela. No outro dia, acordei eram 11 da manhã, ela tava dormindo no quarto dela, não sei que horas tinha chegado porque não ouvi, já que eu tinha caído no sono. Eu tava tomando mate na mesa, ela se levantou, me deu bom dia, foi ao banheiro, lavou o rosto e sentou na mesa comigo. Eu falei pra ela: tremenda noite ontem, hein. E ela me olha de canto, me olha com uma cara de mal e fala: ha ha, sim. E eu respondo de novo: foi uma noite linda, espero que um dia aconteça de novo uma noite assim. E ela me olha e fala: nem nos teus sonhos, se levanta e vai pro quarto dela. Naquele momento ela foi pro quarto e eu comecei a ouvir que ela tava falando com a amiga dela de Buenos Aires, e a amiga tava contando que o pai dela tinha comprado uma moto. E ela respondeu: que legal, eu também queria uma moto pra sair andando por aí juntas. E a amiga responde: e por que você não fala pro seu pai te comprar, já que você tá aí com ele. E a Mili respondeu: meu pai agora não tá com muita grana, tem dívida pra pagar. Ai amiga, que merda, bom, tchau, depois te ligo. Naquele momento pensei comigo: pode ter outro trato, o bum dela em troca da moto, não importa quanto eu tenha que gastar por uma moto, eu quero o bum dela, dizia dentro de mim. Passaram as horas, ela tava no quarto dela, eu no meu, foi aí que ela veio pro meu quarto e me falou: pai, quero uma moto. Aproveitei a situação e falei: a gente pode fazer um trato, se tem trato, tem moto. E ela me falou: não, de novo esse trato nojento, melhor não. Foi aí que ela se levantou pra ir de novo pro quarto dela. E eu não deixei passar aquele momento, aproveitando a situação, eu... peguei na mão dela e disse: Mili, espera. Posso te comprar a moto que você quiser, e agora mesmo — bom, agora entre 7:30 da noite, quando a agência tá aberta. Mas você tem que cumprir o trato que eu vou te dizer. A Mili respondeu: Pra isso você tem grana, hein, é rápido que nem bala, e ainda me disse que tava endividado. Bom, eu menti que tava endividado porque não queria gastar muita grana, mas se você aceitar o trato, eu te compro a moto que você quiser. Ai, não sei não, pai, imagino o trato que você vai me dizer, além do mais seus tratos são muito nojentos. Bom, você vai aceitar o trato ou não? Lembra que se aceitar o trato, você vai ter a moto que quiser. Mas a moto que eu quiser. Sim, Mili, a moto que você quiser. Bom, tá certo, aceito seu trato, e do que se trata? Naquele momento, meu coração começou a bater fortíssimo de tanta excitação, meu pau ficou duro de novo que nem pedra. Também a cabeça do meu pau inchou que nem um cone. Bom, como eu te falei, isso fica entre a gente, me promete que não vai contar pra ninguém. Sim, pai, te prometo que não vou contar pra ninguém. Eu quero que você me entregue sua bunda, vou meter nos seus dois buraquinhos só por um pouquinho. Ai não, pai, mas isso é errado. Por favor, Mili, vou te comprar a moto que você quiser. Vai, Mili, por favor, só uma vez e pronto. Você tem uma bunda linda, com umas nalgas maravilhosas e um cuzinho gostoso que me deixam doido. E ela me respondeu: Acho que sua coisa grande aí embaixo tá mais doida que você. E eu respondi: É porque ele te ama demais, por isso fica assim. E era verdade, meu pau quase estourava de tão duro que tava. E ela me diz: Bom, tá certo, que seja a primeira e última vez, e espero que você faça devagar, porque você é bem grande. Claro que sim, Mili, vou meter devagarinho. E bom, naquele momento ela me diz: E você vai ficar me olhando ou vai fazer alguma coisa? Quando ela me falou isso, eu fiquei mais doido ainda, fui lá e comecei a encher ela de beijos, comecei a beijar a bunda linda dela, e comecei a meter minha língua no cuzinho dela, chupava a... Peituda pra caralho. Deixei um chupão daqueles na bunda dela, do lado direito, de tão forte que eu chupava. E falei: "agora é sua vez de encher meu pau de beijo, ou melhor, seu pirulito favorito". E ela respondeu: "essa coisa não é meu pirulito favorito". E eu falei: "por que você é tão má com ele, se ele te quer muito, te ama pra caralho?". A gente deitou na cama e ela ficou olhando fixo pro meu pau. E eu falei: "cospe nele, Mili". E ela respondeu: "ah, não". E eu falei: "ué, então eu cuspo". "Ah não, melhor eu cuspir então", antes de me chupar, falei "ai, meu Deus". E ela começou a me chupar de novo. Eu tava adorando, depois de sete minutos de pura chupada. Decidi colocá-la de quatro, com as duas perninhas juntas, e meter na buceta dela primeiro. Fiquei cinco minutos metendo na buceta dela e decidi trocar de buraco. Comecei a meter devagarzinho no cu, com a calcinha que ela tava usando amarrada em volta das minhas bolas pra deixar meu pau mais em evidência. E eu perguntei: "tá gostando?" e ela disse "um pouco" e perguntei de novo: "tá gostando, sim ou não?" e ela falou: "sim, não para, mas um pouco mais devagar". "Você gosta, Mili?" "Adoro, papai, faz melhor que o namorado que eu tinha e ainda tem o pau maior, gosto muito, papai, não para". O cu dela abria igual boca de garrafa de 5 litros. Enquanto eu metia e tirava meu pau do cu dela, eu cuspia igual louco dentro daquele cu lindo. "Mili, vem o final e dessa vez não quero desperdiçar". "Ai, papai, que nojo, vou tentar engolir se conseguir, se não, cuspo tudo". "Beleza, fica de joelhos rápido". Gozei toda minha porra na boquinha dela, ela tentou engolir mas não conseguiu, cuspiu no chão enquanto ia pro banheiro lavar a boca. Eu comecei a engolir meu próprio sêmen que ela tinha cuspido no chão, não queria que desperdiçasse nada, além de que eu tava muito excitado. Depois de um tempo, já eram umas seis da tarde, a gente tomou banho e fomos pegar a moto dela.
Chegamos e antes de descer pra comprar a moto dele, falei pela última vez: mais uma chupadinha, a última chupadinha, por favor. Ai, pai, mas acabei de tomar banho e escovar os dentes. Por favor, a última. A Mili respondeu: tá bom, mas não pensa que eu vou engolir.
E aí eu falei pra ela: não precisa não, você pode gozar na sua boca e depois me passar. Que nojo, pai. Vai, mili, chupa. E ela começou a me chupar de novo, eu relaxava enquanto olhava pela janela pra ver se não vinha ninguém. Ficou uns 10 minutos me chupando e eu comecei a gozar, soltei toda a minha porra na boca dela e quando ela ia cuspir, segurei a carinha dela e falei: me dá a porra pra mim. Quando ela me passou a porra na minha boca, engoli minha própria porra na frente da cara dela e falei: é uma delícia. Que nojo, pai. Ela desceu do carro pra ir ao banheiro do posto de gasolina enxaguar a boca.
Depois fomos comprar a moto dela, saiu bem caro, mas valeu a pena. Consegui realizar minha fantasia e meu sonho. E ela pôde ter a moto dela.
Valeu a pena chupar a pica do papai. Se quiserem mais relato assim, me escrevam nos comentários, espero que curtam.
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