Louco na buceta da mamãe

Louco na buceta da mamãe
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rabaoOi, todo mundo, meu nome é Lucas e tenho 17 anos, tenho 1,73m de altura. Essa história aconteceu seis meses atrás. Bom, vou começar: eu tenho uma mãe linda com uma bunda maravilhosa, e minha mãe tem uma irmã, que é minha tia, que também tem uma bunda maravilhosa. Eu sou louco por essas bundonas, só de imaginar já fico de pau duro e a cabeça da minha rola incha. Minha mãe tem 34 e minha tia 32, mais que irmãs, são como amigas. Minha tia tem 1,65m e minha mãe 1,66m, andam sempre juntas, saem pra caminhar, dançam no carnaval e também vão pra academia juntas. Minha mãe se chama Silvina e minha tia se chama Marcela.

A gente mora em Quilmes, Argentina, e minha tia mora na esquina da minha casa. Desde que fiz 15 anos, sempre tive o desejo de enfiar meu pau na bunda da minha mãe. Vou contar pra vocês que eu tenho um pau de 19cm com uma cabeçona linda, dei sorte, acho que quase ninguém da minha turma tem esse tamanho. Sou um cara muito tímido e quieto, não tenho amigos, só vou pra escola, e os caras zoam de mim porque tenho espinhas no rosto e sou magrelo. Por isso não ando com ninguém, nem saio nos fins de semana. Fico o tempo todo em casa vendo pornô anal e, às vezes, pego a calcinha fio dental da minha mãe bem molhada quando ela volta da academia e tira. Enquanto ela sai, eu fico no meu quarto vendo pornô e me masturbando pensando nela. Não tem uma noite que eu não imagine, antes de dormir, a bunda da minha mãe e da minha tia de quatro, com as perninhas juntas, melhor dizendo, pernonas. Essas fotos são reais, postei nessa página porque minha mãe e minha tia nem imaginam que essa página existe. Meu pai me abandonou, a mim e à minha mãe, quando eu tinha só cinco anos. Pode ser que meus colegas riam de mim por eu ser assim, mas tem uma coisa que eu tenho: uma mãe e uma tia lindas com uns bundões maravilhosos. Tudo começou um dia às 20h30 da noite, minha mãe chegou da academia e esperou eu tomar banho primeiro. Ela estava sentada na sala, e eu não aguentava mais a vontade de... ir ao banheiro porque quando minha mãe veio, ela se agachou na minha frente porque tinha caído a garrafa de água dela, e quando ela se abaixou eu pude ver como a calça legging entrava naquela fenda gostosa. Eu estava indo pro banheiro como de costume, sempre tiro minha roupa no meu quarto e coloco a toalha na cintura tampando meu pau, obviamente. Naquele momento meu pau inchou e ficou duro em um segundo, quando meu pau endureceu a toalha caiu porque não estava bem ajustada na minha cintura. Quando a toalha caiu, meu pau ficou todo exposto, bem torto, com a cabeça inchada e bem ereto. Minha mãe se levanta, coloca a garrafa de água na mesa, se vira e me olha. Quando ela me olha, olha pro meu rosto mas ao mesmo tempo olha pra baixo, viu meu pau bem duro, desviou o olhar e fingiu que não viu nada, e me disse "opa, tá durinho aí por esse lado". Quando ela me disse isso, eu levantei a toalha e fui pro banheiro. Naquela noite não me masturbei no banheiro porque fiquei com um pouco de vergonha, mas me masturbei antes de dormir pensando naquela legging que entrava naquela fenda quando ela se agachou. No dia seguinte ela foi pra academia, era sábado, eu tinha a tarde toda pra ficar sozinho. Quando vi que minha mãe saiu, fui pro quarto dela como sempre, peguei todas as calcinhas fio dental do guarda-roupa dela e coloquei na cama. Naquele momento eu cheirava as calcinhas dela e me masturbava a tarde toda, batendo uma enquanto cheirava aquelas calcinhas, embora estivessem lavadas e não tivessem aquele cheiro gostoso que têm quando acabam de ser tiradas. Mais tarde, à noite, como sempre, ela voltou da academia e me disse que minha tia ia vir jantar e beber algo com ela. Minha tia é solteira, nunca quis ter filhos, e embora seja solteira, costumo ouvir quando ela conta pra minha mãe que costuma dar pra dois caras ao mesmo tempo. Minha mãe fala "ai Marcela, que nojeira, que você é" e minha tia ri porque ela é bem pervertida. Quando minha tia chegou na minha casa, me cumprimentou e depois eu fui pro meu quarto me deitar. Minha tia me chamou pra conversar um pouco com ela e com minha mãe, mas eu não quis porque não sou de Falar muito, mas se de imaginar muito e me masturbar muito pensando nas duas bundas dela naquele momento eram 12:30 da noite eu tava no meu quarto minha tia e minha mãe como sempre na sala de jantar estavam tomando cerveja nesse momento eu escuto minha mãe falar pra minha tia tenho que te contar uma coisa mas vou ver se o Luca ainda tá acordado minha mãe foi abriu a porta do meu quarto olhou pra mim eu fingi que tava dormindo e depois minha mãe voltou pra sala de jantar E foi aí que eu escutei minha mãe falando pra minha tia burra não sabe o que aconteceu comigo com o Lucas foi ontem quando eu vim da academia entrei oito da noite minha tia Marcela respondeu o que aconteceu minha minha mãe Malvina respondeu vi a pica do Lucas e minha tia começou a rir e minha tia falou e como você viu E minha mãe respondeu bom ele ia tomar banho e acho que ficou de pau duro quando eu me abaixei porque tinha caído a garrafa de água quando eu me levanto me viro e a toalha tinha caído naquele momento vi aquela pica enorme burra não podia acreditar no tamanho que tinha E minha tia Marcela respondeu óbvio burra como que não vai ficar dura se você tem uma bunda enorme E minha mãe respondeu mas isso não pode acontecer e minha tia respondeu ai Malvina todo homem daria qualquer coisa pra ter a sua bunda E minha mãe respondeu bom pode ser verdade mas burra nunca pensei que o Lucas tinha aquele tamanho E minha tia respondeu capaz que puxou o pai E capaz que ficou de pau duro porque nunca viu uma mulher abaixada na frente dele capaz que tendo uma bunda enorme na frente dele e tão perto pela primeira vez isso fez a pica dele ficar dura minha tia continuava falando e pergunta pra minha mãe e como era a pica dele e minha mãe responde ai meu deus Marcela não vou te falar vai Malvina me fala eu te conto tudo que acontece na minha vida E minha mãe respondeu bom vou te contar mas vem mais perto por via das dúvidas burra tinha uma cabeçona do caralho e era bem torta e minha tia respondeu mas pra que lado tava torta e minha mãe respondeu pra direita dele e minha tia perguntou de novo, mas de que tamanho era, burra, era bem grande e bem grossa. E minha tia Marcela perguntou de novo como era depois, e minha mãe respondeu: era bem grossa, era do tamanho dessa latinha de cerveja. Minha tia ria e falava pra minha mãe: sério, burra? Sim, Marcela, tô te falando sério. E quero te contar uma coisa também, Marcela. E minha tia respondeu: me conta. Ele costuma me olhar quase sempre, meu cu o tempo todo, ele me olha, burra. E minha tia ria: óbvio que ele vai te olhar, se você tem um cu enorme. E minha mãe respondeu: ai, burra, não. E minha tia respondeu de novo: com certeza ele deve bater muita punheta pensando no seu cu. E minha mãe riu: com certeza, aliás ele nem sai do quarto dele, não sei por que não fica com alguém ou não sei por que não quer fazer amigos. Também só acho minhas calcinhas com manchas brancas e tudo seco, de tantas manchas brancas que tem minha calcinha, tenho que lavar bem porque ficam todas duras. Minha tia ria e falava: bom, ele tá na idade. Minha tia ria e falava: bom, ele tá na idade em que quase todo homem é tarado. E com um cu enorme convivendo dentro de casa, óbvio que ele vai bater milhares de punhetas pensando no seu cu. Naquele momento eu tava ouvindo tudo, meu pau tinha ficado bem duro, aquela noite eu bati nove punhetas sem parar. Passou um tempo e chegou o verão, o verão era meu mês favorito porque minha mãe e minha tia dançavam nos carnavais de Corrientes e quando elas dançavam, dançavam semi nuas, eu sempre tirava fotos escondido pra depois ver e bater punheta vendo as fotos. Quando a gente voltou dos ensaios, minha mãe tava muito cansada, usava uns saltos altos, tava de calcinha fio dental, de sutiã e tinha uma camiseta bem curtinha, dava pra ver metade da bunda dela. E ela me disse: eu vou me trocar amanhã porque hoje tô muito cansada. Minha tia olhou e disse: bom, até amanhã. E minha mãe respondeu: até amanhã. Eu também respondi: até amanhã. Naquele momento me veio na mente falar pra ela... mamãe, posso dormir hoje com você? E ela me olhou e me disse: tá bom, tudo bem, vem dormir comigo. Eu aproveitei o momento porque ela tinha dito que estava muito cansada pra se trocar, então ela tirou aquela camiseta e ficou de sutiã e fio dental, nem o salto tirou porque estava muito cansada de tanto dançar. Na hora que a gente ia deitar, minha mãe me diz: não fica olhando muito. E eu respondo: não, fica tranquila que não acontece nada. Minha mãe me diz: bom, é o que eu espero. Eu tinha tirado minha camiseta e tinha ficado de shorts, era um shorts bem folgado, dava pra ver minha pica enorme. Minha mãe se vira de lado e olha pro outro lado com as pernas esticadas, e eu à direita dela olhando aquela bunda linda. Pela primeira vez vi minha mãe de fio dental, e ela me diz: Lucas, apaga a luz. Naquele momento eu pensei: merda, não vou conseguir ver nada. Mas aí veio um pensamento lindo na minha cabeça, de dizer: mãe, não consigo dormir com a luz apagada, posso ligar a TV pelo menos? E minha mãe me respondeu: tá bom, Lucas, mas apaga logo a luz que eu tô muito cansada. Apaguei a luz e liguei a TV. A iluminação da TV era bem forte, dava pra ver algo daquela bunda enorme da minha mãe. Aí eu tirei meu pau pela lateral do shorts e comecei a tocar a cabeça do meu pau. Eu olhava com o canto do olho pra ver se ela virava e me pegava. Naquele momento pensei e falei: o que eu não daria pra chupar uma dessas rachudas. Eu tava tão tarado e excitado que veio o pensamento na minha mente e dentro de mim eu disse: vou aproveitar esse momento lindo e vou tirar meu pau pra fora pra fazer uma bela punheta. Abaixei um pouco o shorts e comecei a me masturbar devagar, e ao mesmo tempo olhava aquela bunda linda. Acho que ela tava se fazendo de dormida e começou a sentir como eu me mexia. Quando ela se vira, eu olho pra ela e ela fica me olhando, e olha minha pica com o canto do olho e me diz: Lucas, pelo amor de Deus, o que você tá fazendo? E eu digo: desculpa, mãe, é que eu não sei o que te dizer. E minha... mamãe me respondeu levanta e acende a luz agora e eu levanto vermelho de vergonha acendo a luz e meu pau aparecia tudo dentro da minha calça eu tinha levantado a calça rápido antes de acender a luz E minha mãe me olha e me diz quero que me explique o que você estava fazendo e eu disse vou pro meu quarto amanhã te explico e minha mãe me diz não quero que me explique agora ela estava de sutiã com uma calcinha fio dental bem fina e uns saltos lindos e longos a cor do sutiã dela era vermelha combinava com a calcinha fio dental e os saltos que ela tinha eram brancos eu sento na cama e digo espero que você não fique brava e que não me castigue mas desde que fiz 15 anos comecei a desejar aquele rabo lindo e ela me diz ai não Lucas mas eu sou sua mãe e eu aproveitei esse momento pra contar tudo o que eu pensava dela e digo espero que você não conte pra ninguém nem pra minha tia e ela me diz não vou contar pra ninguém quero que me diga a verdade o que você estava fazendo e eu disse bom tá bom te conto eu estava me masturbando enquanto olhava pro seu rabo lindo e ela me respondeu e disse ai não Lucas isso não tá certo e eu digo e daí se você é minha mãe e ela me responde de novo não doida mas não é assim como você pensa e eu falo de novo mas você é muito gostosa além de ter um corpo maravilhoso e ela me diz ai Lucas obrigada mas não tá certo você ficar me olhando nesse momento quando ela me disse obrigada me deu um tesão e eu disse posso me masturbar enquanto vejo seu rabo lindo só me masturbar nada de tocar em você e ela me diz não doida tá doido nesse momento eu aproveitei a situação e comecei a fingir que tava chorando e digo por favor e ela pega minha cara e me diz Lucas mas isso não tá certo e eu olho pra ela e digo mas só uma vez por favor e ela me diz bom tá bom nesse momento eu tava com a porra na ponta da cabeça ela me respondeu de novo minha mãe e me diz mas que seja rápido e não chega muito perto E eu digo bom tá bom vai logo ela se vira de novo Deitado de lado, eu olhava pro meu guarda-roupa, ela não queria me encarar, e eu comecei a olhar de novo pra bunda dela, e com a luz acesa, fiquei tão excitado que falei: "Mãe, você pode me olhar?" E ela responde: "Ai não, Lucas, eu te falei que não, nada de tocar nem de olhar." E ela não aguentou e começou a me olhar nos olhos, mas eu via que ela olhava de canto pro meu pau, e ela fala: "Ai, meu Deus, que impressão, não não não não não não não não Lucas, sobe a sua calça." E eu falo pra ela: "Mas o que que tem?" E ela responde: "Não, não tá certo." E eu falo: "Por favor, mãe, vai ficar só entre a gente, eu não vou contar pra ninguém, te prometo que se você aceitar isso, eu vou começar a sair mais e vou fazer amigos." E ela me olha e fala: "Ai, Lucas, não sei..." E eu falo: "Por favor." Eu tava pelado, com a calça no joelho, deitado, com uma mão segurando minha piroca, batendo uma enquanto minha mãe me olhava. E minha mãe fala: "Bom, Lucas, tá bom, mas fica entre a gente, e nada de ficar contando pra alguém." "Ai, mãe, eu também não sou tão idiota, não vou ficar contando por aí, te prometo." E aí minha mãe respondeu de novo: "Que seja a primeira e última vez." E eu falei: "Tá bom." Naquele momento, eu tava tão excitado que queria gozar rápido. Minha mãe me fala: "E então, o que você quer que eu faça?" "Por favor, pega no meu pau e chupa um pouquinho." Minha mãe me olha e fala: "Ai não, Lucas, não." E eu falo: "Mas por favor, mãe, só um pouquinho." "Aí, Lucas, um pouquinho, só isso." "Sim, mãe, um pouquinho, e obrigado por aceitar." Minha mãe fala: "Ai, tá bom, cala a boca e não me olha." E eu falo: "Mas enquanto você me chupa, posso olhar um pouquinho pra sua bunda?" E ela responde: "E se você já tá me olhando, seu idiota..." E ela começou a me chupar. Naquele momento, eu senti que tava nas nuvens, sentia a boquinha linda dela na cabeça da minha piroca, e ela começou a ficar excitada e fala: "Lucas, que pau enorme você tem!" E ela pega embaixo do meu pau, perto das minhas bolas, e fica batendo uma: "Meu Deus, que pauzão!" E ela fala: "Fazia anos que eu não via um desse tamanho." E eu falo: "Por favor, continua chupando e não fala, mãe." Naquele momento, eu comecei a... Aproveitei a situação e falei: posso te meter no seu cu? Ela me olha e fala: cê tá louco? E eu falo: por favor, que seja a primeira e última vez. E ela responde: tá bom, tá certo, ai meu Deus, não acredito, dizia ela. E eu respondia: mas o que que tem? Coloquei ela do jeito que eu mais queria, de quatro, com as duas pernonas juntas, e ela fala: espera um pouquinho, seu idiota, traz a vaselina. E eu falo: cê tem vaselina? E ela responde: tenho, porque costumo brincar com brinquedos sexuais que tenho guardado. Fui correndo, subi em cima de uma cadeira e peguei a vaselina que tava em cima do guarda-roupa dela. Quando meto meu pau, começo a abraçar ela, e ela fala: me mete devagarinho, porque você também não tem um pau pequeno, você tem um tamanho bem grande. Comecei a meter devagar, e nesse momento eu pensei: antes de gozar, quero fazer uma coisa. E comecei a chupar o cu inteiro dela, toda aquela bunda, e abracei ela de novo, coloquei meu pau no cu dela e comecei a beijar as costas dela enquanto acariciava a peitinha. E comecei a comer ela devagar pelo cu. Nesse momento ela fala: nem pro seu pai eu deixava me comer pelo cu, Lucas, que seja a primeira e última vez. E eu tava muito excitado, todo vermelho de tanta excitação, e tava muito ofegante de tanta tesão. Eu tinha colocado a calcinha fio dental dela dentro da minha boca. Tirei a calcinha da minha boca e falo: sim, mamãe, te prometo. Ela me olhou direto nos olhos, porque não tinha percebido que eu tinha colocado a calcinha que ela tava usando dentro da minha boca, e me fala: ai, Lucas, você é tão pervertido e safado. E eu falo: é que, mamãe, esperei anos por esse momento. Passaram cinco minutos e toda a minha porra acumulada saiu dentro do cu dela, e eu falo: mamãe, solta a porra, empurra. E ela responde: óbvio que vou ter que tirar todo esse litro de porra que você despejou dentro do meu cu. E começou a tirar a porra do cu dela. Enquanto tirava a porra do cu, a porra escorria do cu dela, e eu com meu pau apoiado deixava cair pela cabeça do meu pau a minha própria porra que saía do cu dela pela cabeça do meu pau. Quando ela tirou tudo, meto meu dedo no cu dela. E começo a chupar meu dedo com minha própria porra, tava tão excitado e falo pra ela: mamãe, me chupa uma última vez. Ela nem tinha percebido que tinha um pouco da minha porra em volta da cabeça da minha pica e me fala: mas você acabou de gozar. E eu falo: por favor, não precisa enrolar, só me chupa. Ela começou a me chupar e a boca dela ficou cheia da minha porra. Minha fantasia e meus sonhos se realizaram. E também queria dizer pra vocês não olharem muito pra minha mãe, olhem a foto da minha tia Marsela se quiserem, mas não olhem muito pra minha mãe.

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