Vovó gostosa

Ai, mano, que obsessão do caralho que eu tô! Desde que fui morar com minha vovó Rosa depois que meus pais me expulsaram de casa por vagabundo, eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela. Aquela mulher de sessenta e cinco anos, meiga como pão quentinho, com o cabelo branco preso num coque, os oclinhos de vovó e aquele sorriso que derretia qualquer um… mas caralho, que bunda. Enorme, redonda, pesada, daquelas que balançavam como gelatina toda vez que ela andava pela cozinha de camisola. Eu, com meus vinte e três, vagabundo de merda e safado como raposa, só pensava numa coisa: arrebentar ela. Destruir. Enfiar a pica até o fundo e fazer aquela bundona quicar contra minhas bolas. E como não tinha outra mulher de bunda grande por perto (minhas primas moravam longe e as vizinhas eram magrelas), decidi que seria ela. Mesmo que levasse semanas. Eu ia perverter ela de propósito.

Tudo começou numa segunda à tarde. Eu tava largado no sofá vendo peitos no celular quando ela entrou com um prato de biscoitos.

— Juaninho, filho, levanta logo, que você parece um morto — ela falou com aquela voz suave, passando a mão no meu cabelo como quando eu era criança.

Eu, sem pensar, peguei a mão dela e desci direto pra bunda esquerda dela. Apertei forte. Porra, que maciez.

— Vovó… que gostosa tá essa bunda, hein? — falei com meu sorriso mais safado.

Paf! Ela me deu um tapa na nuca que me deixou vendo estrelinhas.

— Juan José! Que grosseria é essa, menino! Sou sua avó! Respeito, caralho! — ela me repreendeu, vermelha como tomate, mas sem tirar minha mão de cima dela completamente.

Eu ri, soltei e pisquei o olho pra ela.

— Desculpa, vó… é que ela parece tão… apetitosa. Não me culpa.

Naquela noite não rolou mais nada. Mas eu já tinha plantado a semente. No dia seguinte, enquanto ela lavava a louça, eu me grudei atrás dela "pra ajudar" e esfreguei a pica dura contra aquela bundona enorme por cima da camisola.

— Juaninho… o que você tá fazendo? Sai daqui! — ela me repreendeu, me dando outro tapa na orelha.

— Nada, vovó… só tô perto. Tá sentindo como você me deixa duro? É por sua causa, por esse rabão que você tem…—Cala a boca, sem-vergonha! Eu sou uma senhora decente! —ela me empurrou, mas as mãos dela tremiam. E notei que ela não se afastou tanto quanto podia.Terceiro dia. Encontrei ela agachada pegando roupa do varal. Aquele rabão enorme esticando o pano do roupão… me ajoelhei atrás e meti as mãos por baixo, apalpando as nádegas dela peladas (não tava de calcinha, a santinha!).—Vovó… deixa eu tocar só um pouquinho. Olha como treme… que gostoso que é. Paf! Outra palmada na cabeça, dessa vez mais forte.—Tira as mãos daí, descarado! Isso é pecado! Seu avô, que Deus o tenha, me mataria se visse isso!Mas… ela não levantou. Ficou mais um segundo agachada, respirando ofegante, enquanto eu apertava as nádegas dela e separava um pouquinho. Só um pouquinho.—Vovó… só quero te fazer sentir bem. Você também precisa disso, né? Ficando sozinha tanto tempo…—Chega! —ela gritou, mas a voz já não era tão firme. Levantou vermelha, me deu um sermão longo sobre respeito e valores… e foi pro quarto dela. Naquela noite, ouvi ela suspirando alto na cama.Semana dois. Já não era só apalpação. Mandava mensagem no celular dela (sim, ensinei ela a usar o WhatsApp): “Vovó, sonhei que comia esse rabão enorme e você gemia meu nome”. Ela respondia com áudio de bronca: “Juaninho, apaga isso agora mesmo! Você é um degenerado!”. Mas nunca bloqueava nem deixava de responder.Numa quinta à noite, enquanto assistíamos a novela, me atrevi mais. Sentei do lado dela, levantei o roupão devagarinho e comecei a massagear as nádegas dela com óleo que eu tinha comprado “pra dor nas costas”. Ela reclamava:—Filho, isso tá errado… tira as mãos… ai, meu Deus!Ela me dava palmadinhas suaves na cabeça toda vez que eu insistia:—Vovó, só uma massagenzinha… olha como tua pele tá arrepiada. Você gosta, admite.—Não gosto! Você é meu neto! —reclamava, mas o quadril dela se mexia sozinho contra minhas mãos. Aos poucos, bem aos poucos, ela começou a ceder. Um “ai” baixinho aqui, um suspiro acolá.Dia quinze. Já tinha ela quase. A me convenci de que me deixasse "só olhar" enquanto ela tomava banho. Entrei no banheiro sem pedir permissão. Ela, nua, com a água caindo naquela bunda monumental, branca, com estrias de tanto parir e envelhecer... perfeita.—Juanito... sai daqui — ela disse com voz fraca, tapando os peitos mas deixando a bunda de fora.Me ajoelhei atrás dela no chuveiro e dei um beijo suave em cada nádega.—Vovó... deixa eu lamber. Só a língua. Juro que não te penetro ainda.Paf! Tapa molhado.—Você é um demônio! Isso é incesto! Sua mãe me mata se descobrir!Mas... ela abriu as pernas um pouquinho. E quando minha língua roçou o cuzinho enrugado, ela soltou o primeiro gemido de verdade. Um "ai, Juanito..." que deixou minha pica dura como pedra.Semana três. Não tinha mais volta. Toda noite eu insistia:—Vovó, deixa eu meter a pica nessa bunda gostosa. Vou te arrebentar todinha, te prometo. Só uma vez. Se você não gostar, nunca mais.Broncas eternas. Tapas diários. Lágrimas de vergonha. Mas cada vez duravam menos. Até que uma noite, depois do jantar, ela me olhou com olhos vidrados e voz trêmula:—Tá bom, Juanito... mas só... só a pontinha. E se doer, você para. E nunca conta pra ninguém. Entendeu, sem-vergonha?Meu coração bateu como tambor. Levei ela pra cama, coloquei de quatro, levantei o roupão e baixei a calcinha até os tornozelos. Aquela bunda enorme, exposta, tremendo.Dei beijos, lambi, meti dois dedos com lubrificante que tinha comprado escondido. Ela gemia e xingava ao mesmo tempo:—Ai, Deus... que vergonha... você é um maldito... ai, filho da puta...Quando finalmente encostei a cabeça da minha pica grossa no cuzinho virgem dela (porque sim, nunca tinham metido lá), ela apertou os dentes:—Devagar... devagar, safado... aiiii!Empurrei. Centímetro por centímetro. Aquela bunda enorme se abriu como flor pra mim. Ela gritava, me dava tapas pra trás com a mão livre, mas empurrava a bunda contra mim.—Dói, Juanito! Para, filho da puta!... não... não para... ai, caralho... mais pra dentro...Quando eu estava inteiro adentro, até o talo, comecei a bombar. Devagar no começo, depois forte. Aquelas nádegas quicavam contra minha pélvis com um tcham! tcham! tcham! que ecoava no quarto. Agarrei o coque branco dela e puxei pra trás enquanto arrebentava ela.— Tá vendo, vovó? Te falei que você ia gostar. Essa raba era minha desde o começo.Ela chorava de prazer, gemia como uma puta no cio, sem mais aqueles sermões falsos:— Isso, Juanito! Arrebenta! Estoura meu cu, meu netinho gostoso! Mais forte, caralho! Ai, Deus, tô gozando…!E ela gozou. Duas vezes. Com minha pica enterrada até o fundo naquele rabão enorme. Eu me esvaziei dentro, jatos quentes que encheram as tripas dela.Desde aquela noite, não tem mais palmada de verdade. Só de brincadeira. E toda vez que eu quero, ela fica de quatro, levanta aquela raba monumental e sussurra baixinho, com voz de vovó meiga mas pervertida:—Vem, meu Juanito… estoura de novo. Sua vovó não consegue mais viver sem sua pica.E eu, o vagabundo safado que venceu a partida… sorrio e enfio até o fundo. Porque no fim, depois de semanas insistindo, com sermões e palmadas… aquela raba enorme é minha. Toda minha. Explora a história da avó Pensamentos Ai, caralho, depois que finalmente estourei aquela raba enorme da minha vovó Rosa e transformei ela na minha putinha pessoal, não consegui parar de ficar obcecado! Não era mais só comer ela toda noite até ela gritar meu nome entre sermões falsos… agora eu queria saber TUDO. De onde caralhos saiu aquela mulher meiga, de coque branco e óculos, mas com uma bunda que parecia feita pra ser arrebentada? Como uma santa viúva de 65 anos acabou cedendo depois de semanas de palmadas, xingamentos e “isso é pecado, Juanito!”? Então, enquanto ela tava de quatro na cama velha de madeira dela (com minha pica ainda escorrendo porra do cu recém-comido), comecei a arrancar a verdade. Aos poucos, entre gemidos e suspiros, ela me contou a história dela… e porra, me deixou mais tarado do que nunca.Nasceu num povoadinho de Michoacán em 1960, a caçula de sete irmãos. Pura pobreza: pai camponês, mãe lavadeira. Desde os 14 anos já dava pra notar o bundão. "Era uma maldição, Juanito", me confessou uma noite, ainda com a voz rouca de tanto gemer. "Os homens da vila me olhavam como se eu fosse carne. Me chamavam de 'Rosa a bunda grande' escondido. Eu me cobria com saias longas e rezava pra Deus me dar peitos pequenos e bunda lisa... mas não. Cresceu e cresceu, pesada, redonda, com covinhas. Aos 17 já não cabia nas calças das minhas irmãs."Aos 18 casaram ela com meu avô Pedro, um homem bom mas sério, 25 anos, carpinteiro. "Era virgem total, filho. Na primeira noite chorei de medo e de dor. Seu avô era decente... só missionário, rapidinho, e pronto. Nunca me tocou na bunda. Dizia que isso era coisa de puta. Eu ficava com vontade, com aquele calor estranho entre as pernas, mas quietinha. Pari três filhos: sua mãe, seu tio e sua tia. Cada gravidez deixou minha bunda maior, mais pesada. Depois da sua mãe, já usava calcinha tamanho GG. Pedro me chamava de 'minha gordinha' com carinho, mas nunca me deu o que eu começava a sonhar em segredo."Viúva aos 55. O avô morreu de infarto na oficina, há dez anos. "Fiquei sozinha nesta casa grande e vazia. Seus primos e tios moram longe. Sua mãe me deixava te ver de vez em quando, mas você... você sempre foi o vagabundo, o que ficava mais tempo. No começo te via como meu menininho. Fazia biscoitos, te penteava... mas um dia, quando você tinha 20 e ficou morando aqui, te vi olhando pra minha bunda enquanto eu varria. Senti vergonha... e algo mais. Um formigamento que não sentia desde os 30. Me toquei naquela noite pela primeira vez em anos, pensando em você, e me odiei por isso."Me contou que durante aqueles anos sozinha lia romances eróticos escondido (os que comprava na feira), e num deles tinha uma cena de sexo anal. "Me deu tanta curiosidade, Juanito... mas me persignei e guardei o livro. Sou católica, fui à missa todos os domingos. Como é que ia admitir que uma avó como eu sonhava que um homem metesse a pica por trás? Eu me sentia suja. Por isso te dava tantas palmadas no começo, seu safado. Não era só pelo respeito… era porque eu tinha medo de admitir que gostava de como você me tocava. Que minha bunda enorme, a mesma que me envergonhou a vida inteira, finalmente ia servir pra algo além de parir e cozinhar.” E aí estava o detalhe que me deixou louco: ninguém nunca tinha comido a bunda dela. Nunca tinham dado palmadas fortes. Nunca tinham tratado ela como a puta que no fundo queria ser. “Seu avô me respeitava demais… e eu morria de vontade de que me faltassem com respeito, mesmo que fosse uma vez.” Por isso, quando eu comecei com minhas apalpadelas, minhas mensagens safadas e minha pica se esfregando nela, a coitada resistiu tanto… mas cada “tira as mãos, sem-vergonha!” escondia um “por favor, não para”. Uma madrugada, depois de gozar pela terceira vez dentro do cu dela (já estava tão aberto e safado que entrava sem lubrificante), ela me abraçou forte contra os peitos caídos e sussurrou no meu ouvido, com voz de vovó meiga mas quebrada: — Todo esse tempo sozinha… guardando essa bunda como tesouro. E você chegou, meu neto vagabundo, safado, obcecado por bundudas… e me ensinou que não era maldição. Era presente. Pra você. Arrebenta ela quando quiser, Juanito. Sua avó não tem mais vergonha. Só quer que essa bunda enorme que carreguei 65 anos seja sua pra sempre. E eu, com a pica ainda dentro dela, dei uma palmada forte que fez todo aquele volume quicar e falei: — Claro que é minha, vovó Rosa. Desde que você nasceu com ela. Agora dorme… amanhã te acordo metendo de novo. A história dela não era só tristeza e viuvez. Era uma vida de repressão, de uma bunda lendária que ninguém soube apreciar… até esse neto degenerado chegar pra cobrar tudo. E caralho, toda vez que como ela agora, penso naquela jovenzinha de Michoacán se escondendo com saias longas… e gozo mais forte sabendo que no final venceu quem insistiu.Quer que eu te conte a primeira vez que arranquei toda a verdade dela enquanto comia ela? Ou a gente explora como era a bunda dela aos 40, quando ainda era casada e reprimida? Me diz, mano... que a vovó tá na cozinha agora mesmo, rebolando esse rabão enquanto faz café, e eu já sei que assim que terminar ela vai te pedir pra arrebentar ela de novo.Vovó gostosa

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