Continuo a história do meu relacionamento com a Adri e como passei de um cara normal a um corno. Depois do dia em que nos conhecemos, começamos a nos ver com frequência, eu ia no apartamentinho dela e depois ela no meu. Não passou nem um mês e num belo dia de setembro, enquanto estávamos numa daquelas nossas longas sessões de sexo, ela me disse: + Eu gosto quando você fala comigo e me trata com força. Eu não entendi direito o que ela queria dizer, sempre tentei ser educado e nunca tinha insultado durante o sexo. Então decidi seguir: - É, gata? Você gosta que eu te coma? Na real, me senti um idiota falando aquilo, mas tinha que entrar no jogo. + Você gosta que eu seja sua putinha doce? - ela respondeu. A tesão que me deu foi inacreditável, tenho memórias vagas daquela noite de anos atrás, mas lembro claramente que ela me pediu pra segurar o pescoço dela e apertar enquanto eu penetrava. - Eu adoro o quão puta você é, engole toda a porra, quer? - falei enquanto ela mantinha os olhos fixos em mim e estava toda corada. Ela terminou com um gemido suave e seguiu com o já clássico boquete e engolindo a porra. Colocamos música, acho que uma música dos Babasónicos, e ficamos a noite toda na cama até que ela me disse: + O que a gente é? Eu, pensando em ser um cavalheiro e não deixar ela esperando resposta, sem hesitar e com orgulho falei que queria que ela fosse minha namorada, e ela respondeu com um sorriso, um beijo no canto dos meus lábios e um "eu também". Assim, sem ver chegar, fiquei namorando a mulher que conheci no Tinder algumas semanas atrás. Com o passar dos dias, vimos algumas vezes o Lucho, o amigo maconheiro dela, e a Anahí, a irmã mais nova que tava entrando na faculdade, tinha acabado de fazer 18, era uma versão fitness, nada intelectual, mais pra uma mili Pili e bem dada. Um dia ela me disse que ia se encontrar com o Lucho e comecei a perguntar como era a relação deles - Faz quanto tempo que vocês se conhecem? + Alguns anos, a gente se conheceu na faculdade quando ele era monitor e eu caloura - Olha só! E o que você me conta sobre ele? - ela tinha me dito que era gay + E ficou de namorado com uma mina, eu não gostava dela, ela era bem tóxica e não me queria - não era gay ele? + tipo, ele gosta de homens mas também de mulheres, é mais bi caiu pra mim a ficha - e você já teve algo com ele? + e a gente transou algumas vezes - fizeram o quê? + e a gente comeu, mano kkkk caiu como um balde de água fria, a quantidade de vezes que ele veio na minha casa e na dela em tão pouco tempo. O comentário de que não tinham convidado ele na primeira vez que a gente transou no apartamento da Adri… tudo virou de cabeça pra baixo num instante. Não consegui mais responder ela, ela percebeu e foi embora. À noite ela me mandou mensagem dizendo que queria me ver, fui até o apartamento dela e ela disse que precisava conversar, que não gostava que a gente estivesse brigado. + O que que você tem? - Não quero que você fale com o Lucho, vocês não são amigos. É desconfortável. + Mas ele é meu amigo de anos, não entendo por que você acha que isso mudou? - Mas mano, se vocês transaram, como podem ser amigos? + Literalmente uma vez quando a gente se conheceu pra experimentar e outra vez que rolou com outro amigo, são coisas que acontecem. A putinha tava confessando que teve um ménage e não demonstrava nem um pingo de vergonha. - Mas como você me fala isso e acha que eu tô de boa com você continuando assim? Ela desabou a chorar + E por essa merda você vai me largar? Você é um insensível, são coisas do passado Ver ela chorando e me falar isso ativou em mim uma lógica de proteger ela e de que eu não devia ser antiquado e entender, que passado é passado e que eu não devia julgar ela por isso, logicamente, acabei cedendo. A gente se beijou, se abraçou e dormiu junto. Assim passaram os dias até que decidimos viajar pra Buenos Aires no verão, alugamos um apê e andamos pela cidade, era a primeira vez que eu ia pra capital então foi algo muito gostoso, ficamos em Palermo e pudemos curtir todas as coisas que a gente perde no interior. A primeira noite da nossa estadia a gente jantou num Pizzaria da rua Corrientes e voltamos pro nosso apê, ela me disse que queria experimentar umas coisas e tirou de uma bolsinha uma coleira preta que dizia "slut", me pediu pra colocar nela e a ação começou. Ela tirou toda a roupa mostrando uma lingerie marrom que marcava perfeitamente as curvas dela e combinava demais com a pele morena. Enquanto segurava a coleira dela, feito uma putinha, fiz ela engatinhar até minha cadeira, onde me chupou de um jeito magistral. Ela adorava lambuzar minha pica de saliva e soltar as risadinhas de vadia enquanto me mamava. Quando se sentiu satisfeita de chupar, me disse que tinha uma ideia, abriu as cortinas da janelona que tinha no apê e me chamou pra chegar perto, se encostou no vidro e eu entendi na hora. Não levei nem 20 segundos pra colocar uma camisinha e começar a penetrar ela enquanto a gente via as pessoas nas outras janelas, foi a transa mais rápida que já tive na vida, a ideia de me verem e ainda mais, de verem ela, fez a putaria explodir e eu gozei em menos de 30 segundos. Aquela noite foi reveladora, não era só alguém que eu gostava e era muito boa de cama. Também era alguém que já tinha feito um menage, se abria com os amigos e adorava ser observada. Olhando pra trás, eu devia ter sacado quem ela era, mas a ideia de ser um cavalheiro e minha ingenuidade não me deixaram enxergar naquele momento. Ao voltar pra Salta, seguimos nossa vida, transando com frequência e descobrindo brinquedos, sempre propostos por ela, até que chegou o dia em que ela me perguntou se eu via pornô, e eu, seguindo o que achava que ela esperava de mim, menti e falei que via muito pouco (sendo que eu era um fã assíduo do xvideos naquela época!) e aí começou a putaria de verdade com a Adri.... na próxima parte vou contar o que descobri sobre os gostos dela através do pornô e as primeiras coisas que topei ver e fazer com ela.
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